Santas e Santos de 03 de setembro

Em anotações de 12 de março, em Roma, junto de São Pedro, o se­pul­ta­mento de São Gre­gório Magno, papa, cuja me­mória se ce­lebra a três de Se­tembro, dia da sua ordenação. († 604). Me­mória de São Gre­gório Magno (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa e doutor da Igreja. De­pois de ter en­trado na vida mo­nás­tica, exerceu a missão de le­gado pon­ti­fício a Cons­tan­ti­nopla e foi eleito neste dia para a Sede Ro­mana; exerceu a missão de con­ci­li­ador em as­suntos tem­po­rais e atendeu como servo dos servos às suas fun­ções sa­gradas. Pro­cedeu como bom pastor no go­verno da Igreja, no cui­dado dos po­bres, na pro­moção da vida mo­nás­tica e es­pe­ci­al­mente na con­so­li­dação e pro­pa­gação da fé em toda a parte; es­creveu muitas obras ex­ce­lentes sobre te­o­logia moral e te­o­logia pas­toral. Morreu no dia doze de Março. († 604). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano da graça de 590, a ordenação episcopal de São Gregório Magno, papa e doutor da Igreja. Após ter exercido a função de prefeito de Roma, levou vida monástica em sua casa no Monte Célio. Chamado pelo povo Romano para assumir a direção da Igreja, dedicou-se a ela com zelo, codificando textos e cantos litúrgicos e exortando tanto por sua palavra como por seus escritos. Por seus “Diálogos”, particularmente, favoreceu o monaquismo ao popularizar a vida de São Bento e mereceu ser cognominado “Dialogós” pelos gregos. (R)

Ver mais da história de São Gregório Magno nas págs. 368-374: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Greg%C3%B3rio_I

2.   Co­me­mo­ração de Santa Febe, serva do Se­nhor entre os fiéis de Cên­creas, na ac­tual Grécia, que au­xi­liou muito São Paulo, como ele con­firma na Epís­tola aos Romanos.

3.   Em Ni­co­média, na Bi­tínia, hoje Izmit, na Tur­quia, Santa Ba­si­lissa (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem e mártir. († s. IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. IV, o martírio de Santa Basilissa, jovem cristã de nove anos, que confessou com sua própria voz a fé que trazia em seu coração. (M)

4.   Em Cór­dova, na His­pânia Bé­tica, São San­dálio, mártir. († s. IV)

5.   Em Toul, na Gália Bél­gica, ac­tu­al­mente na França, São Man­sueto, pri­meiro bispo desta cidade. († s. IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, igualmente no séc. IV, São Mansueto, primeiro bispo de Toul, que plantou a semente da Boa Nova naquela região. (M)

6.   No monte Ti­tano, pró­ximo de Rí­mini, no ter­ri­tório que hoje na pe­nín­sula itá­lica tem o seu nome, São Ma­rino, diá­cono e ana­co­reta, que, se­gundo consta, con­duziu o povo ainda pagão à luz do Evan­gelho e à li­ber­dade de Cristo. († s. IV/V). Conforme o Martirológio Romano-monástico do dia 04 de setembro, no séc. IV, São Marino. Cortador de pedras originário da Dalmácia, trabalhou na construção da Igreja e das muralhas de Rímini. Ordenado Diácono, levou vida eremítica sobre o rochedo onde foi construída a cidade de San Marino, que tomou o seu nome. (M)

7*.   Na Ir­landa, São Ma­ca­nísio, bispo. († 514)

8.   Em Milão, na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santo Au­xano, bispo. († c. 589)

9*.   Em Mon­te­sár­quio, na Cam­pânia, também na Itália, São Vi­ta­liano, bispo. († s. VII/VIII)

10*.   No mos­teiro de Sta­velot, no Bra­bante, ac­tu­al­mente na Bél­gica, São Ri­má­gilo, bispo e abade, que, de­pois de ter vi­vido no mos­teiro de So­lignac, fundou os mos­teiros de Sta­velot e de Mal­medy, no ermo da flo­resta das Ardenas. († c. 671-679). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 675, São Remaclo. Nascido na Aquitânia, entrou para o mosteiro de Luxeuil, e depois a pedido de Santo Elói, foi colocado na direção da abadia de Solignac, na diocese de Limoges, da qual foi abade durante dez anos. Perto de 650, fundou nas Ardenas os mosteiros de Stavelot e o de Malmédy. (X)

11.   Na ilha de Lé­rins, na Pro­vença, ac­tu­al­mente na França, Santo Ai­gulfo, abade, e com­pa­nheiros monges, que, se­gundo a tra­dição, so­freram o mar­tírio numa in­cursão dos Sarracenos. († c. 675), Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na mesma época a paixão de Santo Aigulfo, abade de Lérins, que morreu vítima de sua dedicação ao serviço do mosteiro. (M). Ver Santo Agilulfo, mártir, páginas 17-18: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2016.pdf

12*.   Em Séez, na Nêus­tria, também na ac­tual França, São Cro­do­gango ou Cro­de­gango, bispo e mártir. († s. VIII)

13*.   No ter­ri­tório de As­tino, na Lom­bardia, re­gião da Itália, o Beato Guala, bispo de Bréscia, da Ordem dos Pre­ga­dores, que, no tempo do im­pe­rador Fre­de­rico II, tra­ba­lhou com muito em­penho e pru­dência pela paz da Igreja e da so­ci­e­dade civil e fi­nal­mente foi con­de­nado ao exílio. († 1244)

14*.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os be­atos Bar­to­lomeu Gutiérrez, pres­bí­tero da Ordem dos Ere­mitas de Santo Agos­tinho, e cinco com­pa­nheiros, már­tires, que, em ódio à fé cristã, foram imersos em águas sul­fú­rias a ferver e de­pois lan­çados ao fogo. São estes os seus nomes: pres­bí­teros Vi­cente Car­valho e Fran­cisco Torres, da Ordem dos Ere­mitas de Santo Agos­tinho; An­tónio Ishida, da Com­pa­nhia de Jesus; Je­ró­nimo Jo; Ga­briel da Ma­da­lena, re­li­gioso da Ordem dos Frades Menores. († 1632)

15*.   Em Pi­a­cenza, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, a Beata Brí­gida de Jesus Morello, que, fi­cando viúva, se con­sa­grou ao Se­nhor, de­di­cando-se à pe­ni­tência e a muitas obras de ca­ri­dade e, para a for­mação cristã da ju­ven­tude fe­mi­nina, fundou a Con­gre­gação das Irmãs Ur­su­linas de Maria Imaculada. († 1679)

16*.   Em Paris, na França, a paixão dos be­atos André Abel Al­ricy, pres­bí­tero, e se­tenta e um companheiros, már­tires, entre os quais muitos pres­bí­teros, que, de­pois da cha­cina do dia an­te­rior, foram re­cluídos no Se­mi­nário de São Fir­mino e por fim as­sas­si­nados em ódio à Igreja. São estes os seus nomes: Re­nato Maria An­drieu, Pedro Paulo Balzac, João Fran­cisco Maria Be­noit ou Vourlat, Mi­guel André Sil­vestre Bi­nard, Ni­colau Bize, Pedro Bonzé, Pedro Bri­quet, Pedro Brisse, Carlos Carnus, Bel­trão An­tónio de Cau­penne, Tiago Du­four, Dinis Cláudio Duval, José Falcoz, Gil­berto João Fau­trel, Fi­li­berto Fougère, Pedro João Gar­ri­gues, Ni­colau Gau­dreau, Es­têvão Mi­guel Gillet, Jorge Je­ró­nimo Gi­roust, José Maria Gros, Pedro Guérin du Ro­cher, Ro­berto Fran­cisco Guérin du Ro­cher, Ivo André Guillon de Ke­ranrun, Ju­lião Fran­cisco Hé­douin, Pedro Fran­cisco Hé­nocq, Elísio Herque ou du Roule, Pedro Luís Joret, Tiago de la Lande, Gil Luís Sin­fo­riano Lan­chon, Luís João Ma­teus La­nier, João José de Lavèse-Belay, Mi­guel Leber, Pedro Flo­rêncio Le­clercq, João Carlos Le­grand, João Pedro le Lai­sant, Ju­lião le Lai­sant, João Lemaître, João Tomás Leroy, Mar­tinho Fran­cisco Aleixo Lou­blier, Cláudio Luís Mar­mo­tant de Sa­vigny, Cláudio Sil­vano May­neau de Bi­ze­franc, Hen­rique João Millet, Fran­cisco José Mon­nier, Maria Fran­cisco Mouffle, José Luís Ovi­efre, João Mi­guel Phi­lippot, Tiago Rabé, Pedro Ro­berto Régnet, Ivo João Pedro Rey de Ker­vizic, Ni­colau Cláudio Roussel, Pedro Saint-James, Tiago Luís Schmid, João An­tónio Se­conds, Pedro Tiago de Tur­mé­nies, Re­nato José Urvoy, Ni­colau Maria Verron, Carlos Vítor Véret, todos pres­bí­teros; e ainda João Carlos Maria Ber­nard du Cor­nillet, có­nego da abadia de São Vítor de Paris; João Fran­cisco Bonnel de Pradel e Cláudio Pons, có­negos da abadia de Santa Ge­no­veva de Paris; João Carlos Caron, Ni­colau Colin, Luís José Fran­çois e João Hen­rique Gruyer, da Con­gre­gação da Missão; Cláudio Bo­chot e Eus­tá­quio Félix, da Con­gre­gação dos Pa­dres da Dou­trina Cristã; Cosme (João Pedro Duval), da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos; Pedro Cláudio Pot­tier, da So­ci­e­dade de Jesus e Maria; e Se­bas­tião Des­bri­elles, Mestre es­cola de Paris, Luís Fran­cisco Rigot e João An­tónio José de Villette. († 1792)

17*.   Também em Paris, no mesmo dia e ano, os be­atos már­tires João Bap­tista Bottex, Mi­guel Maria Fran­cisco de la Gardette e Fran­cisco Ja­cinto le Livec de Trésurin, que, du­rante a mesma per­se­guição, mor­reram por Cristo no cár­cere “La Force”. († 1792)

18.   Em Seul, na Co­reia, a paixão dos santos João Pak Hu-jae e cinco com­pa­nheiras, már­tires, que, le­vados ao tri­bunal por serem cris­tãos, su­por­taram cruéis su­plí­cios e por fim foram degolados. São estes os seus nomes: Maria Pak Kin-a-gi Hui-sun, irmã de Santa Lúcia Pak Hui-sun; Bár­bara Kwon-hui, irmã de Santo Agos­tinho Yi Kwang-hon; Bár­bara Yi Chong-hui; Maria Yi Yon-hui, es­posa de São Da­mião Nam Myong-hyog; Inês Kim Hyo-ju. († 1839)

19. Santo Aristeu (também na Folhinha do Coração de Jesus),

20. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 690 a volta para Deus de São Régulo, que foi sucessor de São Nivardo na Sé episcopal de Reims. Como o seu predecessor, protegeu muito o monaquismo. (X)

21. Santa Serápia e Santa Sabina, mártires. Ver páginas 9-16: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2016.pdf

22. São Vicente de Santo Antônio. Ver “Frei Vicente de Santo António (Albufeira1590 – Nagasaki1632), de seu nome de nascimento Vicente Simões de Carvalho, mas também conhecido como São Vicente de Albufeira ou Beato Vicente, foi um religioso missionário português da Ordem de Santo Agostinho.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vicente_de_Santo_Ant%C3%B3nio

23. Outros santos do dia 03 de setembro: págs. 09-20, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2016.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 03 de setembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/3_de_setembro

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 693-696:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

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