Santas e Santos de 17 de janeiro (atualizado em 16.02.2022)

1. NOSSA SENHORA DE PONTMAIN OU NOSSA SENHORA DA ORAÇÃO. NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA DE PONTMAIN. Ver “… No mesmo dia, na diocese de Laval, Nossa Senhora de Pontmain. Maria Santíssima aparecia a quatro crianças: Eugênio e José Barbedette, o primeiro com doze anos, o segundo com dez, e Francisco Richer, onze anos, e Joana Maria Lebosse, de nove anos. No céu estrelado, a Mãe de Deus sorria-lhes e estendia-lhes os braços amoráveis, tendo na cabeça belíssima coroa de ouro. Uma multidão, ao lado dos meninos, nada via. Pouco depois surgiu no céu uma cruz vermelha, com a imagem do Crucificado, e Nossa Senhora, então entristecida, tomando-a, inclinou-a para a massa humana que se comprimia em torno das crianças. Quando a cruz desapareceu, Maria voltou a sorrir, pedindo mais orações, e desapareceu também. A aparição durou horas, e Pontmain tornou-se lugar de peregrinos, onde a Mãe de Deus foi e é venerada com o nome de Nossa Senhora da Oração. Em 1900, a igreja que lhe erigiram foi solenemente consagrada.” página 439: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

– Ver também: “Pontmain é uma aldeia muito pequena, localizada em Saint Brieuc, na Bretanha, França. Da mesma forma que dificilmente se encontra a aldeia nos mapas, suas casas se escondem entre as ruínas de uma fortaleza. Neste lugar tão bucólico os cristãos dos tempos modernos reviveram a devoção da Virgem da Esperança. Durante a guerra franco-prussiana, iniciada em 1870, trinta e oito rapazes de Pontmain foram convocados como soldados de frente de batalhas. Antes de partirem, para lhes obter especial proteção celeste, o pároco de Pontmain os consagrou à Virgem Maria. De fato, a sequência dos acontecimentos se mostrava cada vez mais favorável ao exército prussiano, que avançava vitorioso sobre os domínios da França. Em janeiro de 1871, o povo francês vivia dias dramáticos, pois sofria com a carestia e as doenças causadas por um rigoroso inverno associado à guerra. No dia 17 deste mês, as tropas prussianas sob o comando de Bismarck já haviam capturado a cidade de Paris e feito o imperador Napoleão III prisioneiro. Pretendiam invadir a aldeia de Pontmain. No dia 17 de janeiro de 1871, a Virgem Maria apareceu na aldeia de Pontmain e impediu o avanço contínuo dos prussianos. Ela surgiu no céu estrelado sobre uma casa, às dezoito horas, e foi vista apenas por quatro crianças. Os irmãos Eugênio e José Barbedette, com doze e dez anos, respectivamente, foram os primeiros a verem o vulto da bela senhora: vestida com uma túnica azul-royal toda bordada de estrelas douradas, e um grande crucifixo vermelho nas mãos. A descrição foi confirmada, logo a seguir, por duas meninas: Joana Maria e Francisca, que também viram Nossa Senhora. A notícia se espalhou e os habitantes se reuniram na praça com o pároco, para orar à Virgem Santíssima. A aparição durou três horas e neste período as crianças citavam, uma a uma, as palavras que surgiam escritas na faixa branca estendida sob os pés de Nossa Senhora. No final da mensagem dizia: “Rezem, meus filhos, Deus logo escutará vossas orações, meu Filho se deixa comoverEntão o crucifixo vermelho desapareceu e as mãos da Virgem pareciam apontar na direção da Alemanha. Na mesma noite, as tropas cessaram o avanço e em três dias se retiraram. No dia 28 de janeiro foi assinado o armistício que pôs fim à guerra, acabando com o sofrimento dos franceses. O retorno à Pontmain dos trinta e oito rapazes sãos e salvos permitiu observarem mais uma vez o grande poder de intercessão da Virgem Maria junto ao seu Filho. O local da aparição se tornou meta de peregrinação. Iniciou-se a construção de uma belíssima igreja, no estilo gótico. O bispo aprovou o culto à Nossa Senhora da Esperança de Pontmain já em 1872. Os dois irmãos videntes: Eugênio e José, se tornaram sacerdotes; Joana Maria ingressou no convento e Francisca se formou professora atuando na escola da paróquia. Hoje a igreja é uma Basílica Santuário e está sob os cuidados dos Padres Oblatos de Maria Imaculada.”. Conforme: https://www.a12.com/academia/titulos-de-nossa-senhora?s=nossa-senhora-da-esperanca-de-pontmain

– Ver ainda “Pontmain – Nossa Senhora da Esperança – 17 de janeiro de 1871. “Olhem para Pontmain nos momentos difíceis e vejam a mulher vestida de sol, que sozinha, com a ajuda de pequeninos filhos, vence um grande exercito que estava prestes a tomar e a arrasar Pontmain, e se encham de esperança meus filhos, porque a mesma mãe da esperança que salvou Pontmain está aqui! E ela traçou um plano infalível para salvar a cada um de vocês e a toda a humanidade.”. Trecho da Mensagem de Nossa Senhora Rainha e Mensageira da Paz, do dia 3 e janeiro de 2019”. Conforme: https://www.mensageiradapaz.org/post/2019/01/17/pontmain-nossa-senhora-da-esperan%C3%A7a-17-de-janeiro-de-1871

– Ver ainda “… 17 de janeiro – Nossa Senhora da Santa Esperança (Pontmain, França, 1871). “Reze, e Deus ouvirá rapidamente sua oração“. Ao mesmo tempo em que a Virgem Maria prometia a paz aos filhos de Pontmain, as tropas alemãs chegavam aos arredores de Laval e recebiam a ordem do general Von Schmidt de invadir a cidade indefesa.
No entanto, nas primeiras horas do dia 18, o príncipe Frederic Charles emitiu uma contra-ordem. No dia seguinte, a última batalha ocorreu em Saint-Melaine, a apenas 2 km de Laval, terminando em favor do exército francês.
Em 20 de janeiro, os cidadãos de Laval ainda viviam com medo, pois a notícia da aparição ainda não era conhecida. O bispo de Laval, Mons. Wicart, fez um voto de reconstruir a torre e o pináculo da Basílica de Avesnières, para implorar aos céus que poupasse a cidade de uma invasão.
Nesse mesmo dia, as tropas alemãs começaram a se retirar da região.
A mensagem de Pontmain foi cumprida: “Ore, e Deus rapidamente o ouvirá“. No dia 28, foi assinado o Armistício. Canon Foisnet,
Em Notre Dame de Pont-Main, Belles histoires belles vies, (Nossa Senhora de Pontmain, Beautiful Stories & Beautiful Lives), Edições leurus…   http://apotres.amour.free.fr/page7/pontmain.htm…”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJanuary17.html

2. Me­mória de Santo Antão (também na Folhinha do Coração de Jesus), abade, que, tendo per­dido os seus pais, dis­tri­buiu todos os seus bens pelos po­bres, se­guindo os pre­ceitos evan­gé­licos, e se re­tirou para a so­lidão da Te­baida, no Egipto, onde co­meçou a pra­ticar a vida as­cé­tica; co­la­borou com grande zelo no for­ta­le­ci­mento da Igreja, aju­dando os con­fes­sores da fé du­rante a per­se­guição de Di­o­cle­ciano, e apoiou Santo Ata­násio na luta contra os ari­anos. Foram tantos os seus dis­cí­pulos, que me­receu ser con­si­de­rado pai dos monges. († 356).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santo Antão,abade. Seguindo o conselho do Evangelho, distribuiu aos pobres tudo quanto possuía para seguir a Cristo no deserto do Egito, onde as tentações do demônio não lhe foram poupadas. Por causa de sua irradiação exemplar e pela difusão de sua biografia redigida nor Santo Atanásio, atraiu uma multidão de discípulos e mereceu tornar-se o “Pai dos monges cristãos”. Morreu em 356, no alto da montanha ao pé da qual se situa o mosteiro que traz o seu nome. É igualmente festejado neste dia pelos Orientais coptas, sírios e bizantinos. (R).

No VIDA DOS SANTOS, muitos detalhes da vida de Santo Antão, Patriarca dos Cenobitas, ali chamado de Santo Antônio. Verpágs. 414-433: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

– Vida de Santo Antão, por Santo Atanásio:

http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/monaquismo/vida_de_santo_antao_indice.html

– Ver também “Santo Antão do Deserto, também conhecido como Santo Antão do EgitoSanto Antão, o GrandeSanto Antão, o EremitaSanto Antão, o Anacoreta, ou ainda O Pai de Todos os Monges, foi um santo cristão do Egito, um líder de destaque entre os Padres do Deserto. Ele é cultuado em muitas igrejas nas seguintes datas festivas: 30 de Janeiro, no antigo calendário da Igreja Ortodoxa e da Igreja Ortodoxa Copta; 17 de Janeiro, no novo calendário da Igreja Ortodoxa, da Igreja Ortodoxa Búlgara, da Igreja Católica Romana e da Igreja Católica Copta.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Antão_do_Deserto

– Ver ainda “… O diabo atacou Antônio por várias tentações, apresentando-lhe antes de tudo muitas boas obras que ele poderia ter sido capaz de realizar com seu estado no mundo, e as dificuldades de sua condição atual – um artifício comum do inimigo, pelo qual ele se esforça fazer uma alma insatisfeita na vocação que Deus designou. Sentindo repulsa pelo jovem noviço, ele variou seu método de ataque e o perseguiu noite e dia com imaginações grosseiras e obscenas. Antônio se opôs a seus ataques a mais estrita vigilância sobre seus sentidos, jejuns austeros e orações, até que Satanás, aparecendo em uma forma visível, primeiro de uma mulher vindo para seduzi-lo, depois de um negro para aterrorizá-lo, finalmente se confessou vencido.

A comida do santo era apenas pão, com um pouco de sal, e ele só bebia água que nunca comia antes do pôr-do-sol, e às vezes apenas uma vez em três ou quatro dias. Quando descansava, deitava-se num tapete de junco ou no chão nu. Em busca de uma solidão mais remota, retirou-se para uma antiga sepultura, onde um amigo lhe trazia pão de vez em quando. Satanás foi aqui novamente autorizado a atacá-lo de maneira visível e aterrorizá-lo com ruídos horríveis; de fato, em uma ocasião ele o espancou tão gravemente que ele estava quase morto, e nesta condição foi encontrado por seu amigo. Quando começou a voltar a si, Antônio clamou a Deus: “Onde estavas, meu Senhor e Mestre? Por que você não estava aqui desde o início deste conflito para me ajudar?” Uma voz respondeu: “Antônio, eu estive aqui o tempo todo em que estive ao seu lado e contemplei seu combate”.

Até então Antônio, desde que deu as costas ao mundo em 272vivia em lugares solitários não muito longe de sua aldeia de Koman; e Santo Atanásio observa que antes dele muitas pessoas fervorosas levavam vidas retiradas em penitência e contemplação perto das cidades, enquanto outras seguiam o mesmo modo de vida sem se afastarem de seus semelhantes. Ambos eram chamados de ascetas, por serem devotados ao exercício da mortificação e da oração, de acordo com o significado da palavra grega askhsix (prática ou treinamento). Mesmo em épocas anteriores encontramos menção a tais ascetas; e Orígenes, por volta do ano 249, diz que eles se abstiveram de carne não menos do que os discípulos de Pitágoras. Eusébio nos diz que São Pedro de Alexandria praticou austeridades iguais às dos ascetas ele diz o mesmo de Pamphilus, e São Jerônimo usa a mesma expressão de Pierius. Santo Antônio levara esse estilo de vida perto de Koman até cerca do ano 285, quando, aos trinta e cinco anos, cruzou o braço oriental do Nilo e se instalou em algumas ruínas no topo de uma montanha, onde solidão viveu quase vinte anos, raramente vendo homem algum, exceto aquele que lhe trazia pão a cada seis meses.

… Ele instruiu seus monges a refletir todas as manhãs para que talvez não vivessem até a noite, e todas as noites para que talvez nunca vissem a manhã; e fazer cada ação como se fosse a última de suas vidas. “O diabo”, disse ele, “tem medo do jejum, da oração, da humildade e das boas obras, não é capaz nem mesmo de calar minha boca quem fala contra ele. Suas ilusões logo desaparecem, – especialmente se um homem se arma com o sinal da cruz”…

… Certa vez o santo viu em uma visão toda a terra coberta de armadilhas tão densas que parecia quase impossível pisar um pé sem ser aprisionado. Diante dessa visão, ele gritou trêmulo: “Quem, Senhor, pode escapar de todos eles?” Uma voz lhe respondeu: “Humildade, Antônio! …

Antônio disse a filósofos gregos que seus argumentos nunca seriam tão fortes quanto a fé. Ele ressaltou que toda retórica, todos os argumentos, por mais complexos e fundamentados que sejam, foram criados por seres humanos. Mas a fé foi criada por Deus. Se quisessem seguir o maior ideal, deveriam seguir sua fé

Antônio sempre dizia a quem o visitava que a chave para a vida ascética era a perseverança, não pensar com orgulho: “Vivemos uma vida ascética há muito tempo”, mas tratar cada dia como se fosse o começo. Para muitos, perseverança é simplesmente não desistir, aguentar firme. Mas para Antônio perseverança significava acordar cada dia com o mesmo zelo do primeiro dia…

Antônio morreu quando ele tinha cento e cinco anos de idade. Uma vida de solidão, jejum e trabalho manual a serviço de Deus o havia tornado um homem saudável e vigoroso até muito tarde na vida. E ele nunca parou de se desafiar a dar um passo além em sua fé…

… Em Seus Passos: Jejue por um dia, se possível, como Anthony fez, comendo apenas pão e somente depois que o sol se põe. Ore enquanto faz isso para que Deus lhe mostre como você é dependente de Deus para sua força.
Oração: Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!
Copyright (c) 1996-2000, Terry Matz. Todos os direitos reservados. Citações de “Vida de Santo Antônio” de Santo Atanásio. Traduzido pela Irmã Mary Emily Keenan, SCN Copyright 1952 por Fathers of the Early Church, Inc…”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJanuary17.html

3.   Na Ca­pa­dócia, na ac­tual Tur­quia, os santos Es­peu­sipo, Ela­sipo, Me­la­sipo, ir­mãos, e sua avó, Le­o­nila (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártires. († data inc.).

– Ver página 441: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

Ver também “… Leonila era avó de Espêusipo, Elêusipo e Melásipo, os quais eram trigêmeos e hábeis cavaleiros e domadores de cavalos. Assim como a avó, eram pagãos. Leonila foi batizada já em idade avançada por um dos discípulos de São Policarpo, Bispo de Esmirna (?–c. 166). Certo dia, quando uma festa a Zeus estava sendo realizada na Capadócia (atual Turquia oriental), convidaram sua avó.

Ela, com sua sabedoria, os ensinou sobre o Deus cristão e zombou dos ídolos pagãos. Imediatamente os três gêmeos se recordaram de um sonho que tiveram, no qual viam ao mesmo Deus que a avó estava descrevendo. Em seu zelo pelo Senhor, os três irmãos destruíram os ídolos e censuraram os pagãos por sua insensatez.

Após serem capturados, o jurista da região convocou Leonila, para que os dissesse para renunciar a Cristo e adorar os deuses pagãos. Em vez disso, Leonila, ao chegar na prisão, louvou-os por sua coragem e sua firme confissão de Fé.

Como resultado, os três acabaram sendo suspensos num galho e açoitados pelos torturadores. Em seguida, lançaram-nos numa fogueira, onde entregaram suas almas ao Senhor, que os concedeu a coroa do martírio. Quando o fogo cessou, milagrosamente viram que seus corpos estavam sem nenhuma marca de queimadura. Após eles, o jurista ordenou que Santa Leonila fosse decapitada.

Entre as testemunhas do martírio estavam Jonila e Neão. Jonila, convencida pela fé inabalável dos mártires, com seu próprio bebê nos braços, confessou-se cristã e também foi condenada. Os carrascos suspenderam-na pelos cabelos e rasgaram todo o seu corpo. Seu esposo, horrificado, implorou que Santa Jonila salvasse sua vida por amor ao seu filho, e ela o respondeu: “É verdade que dei a vida ao meu querido, mas também é verdade que devo minha vida a Deus, e não posso pô-Lo atrás de meu filho.” Tendo resistido às torturas, decapitaram-na.

São Neão foi responsável por registrar o martírio deles, e após entregar o relato a Turbo, destruiu ídolos, confessou-se cristão e foi espancado até a morte. São Turbo, também cristão, copiou e divulgou a façanha dos santos, e também terminou a vida como um mártir…

Na década de 1990, análises mostraram que os ossos da cripta da Igreja dos Trigêmeos (a três quilômetros de Língones) pertenciam a trigêmeos e datavam do século II, confirmando que suas santas relíquias ainda se encontravam naquela igreja após quase dois milênios…”: https://pt.orthodoxwiki.org/Leonila_da_Capad%C3%B3cia

4.   No Os­roene, num ter­ri­tório ac­tu­al­mente si­tuado entre a Síria e a Tur­quia, a co­me­mo­ração de São Ju­lião, as­ceta, cha­mado pelos an­tigos Sabas, isto é, An­cião, que, em­bora ti­vesse aban­do­nado o bu­lício da ci­dade, deixou tem­po­ra­ri­a­mente a sua amada so­lidão, para re­futar te­naz­mente em An­ti­o­quia os se­quazes da he­resia ariana. († c. 377).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico deste dia 17 de janeiro, na Mesopotâmia, em 377, São Julião Sabas, eremita, que não hesitou em deixar a solidão para fazer triunfar a ortodoxia pela autoridade de seu testemunho. (M)

Conforme o Martirológio Romano-Monástico do dia 18 de outubro, no ano da graça de 380, São Julião Sabas, anacoreta (“…Os anacoretas (do grego antigo: ἀναχωρητής, anachōrētḗs, “aquele que abdicou do mundo”,[1][2] do verbo ἀναχωρέω, anachōréō, significando “retirar-se”, “recolher-se”[3]) eram monges ou ermitãos cristãos que viviam em retiro e solidão, especialmente nos primórdios do cristianismo, dedicando-se à oração e à escrita de liturgias, a fim de alcançar um estado de graça e pureza de alma pela contemplação.

O termo anacoreta também é utilizado para denominar um penitente que se afastou do convívio humano para viver na mais completa solidão, procurando expiar seus pecados via meditação.

Dentre notórios anacoretas reconhecidos pela Igreja Católica, estão Santo Antão do Deserto e Santo Afraates, da Igreja Siríaca… Conforme: https://pt.wikipedia.org/wiki/Anacoreta). Viveu primeiro no Sinai, onde construiu uma igreja, e depois em Antioquia, onde fortaleceu a fé dos católicos durante a perseguição do imperador ariano Valêncio. (M)

– Ver 18 de outubro, VIDAS DOS SANTOS, página 316: VIDAS DOS SANTOS – 18.pdf (obrascatolicas.com)

4.   Em Die, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, São Mar­celo, bispo, que, sendo de­fensor da ci­dade, foi ex­pulso para o exílio pelo rei ariano Eu­rico por ter per­se­ve­rado na fé católica. († 510)

5.   Em Bourges, na Aqui­tânia, ac­tu­al­mente também na França, São Sul­pício o Piedoso, bispo, que, pro­mo­vido da corte régia ao epis­co­pado, teve como maior pre­o­cu­pação o cui­dado dos pobres. († 647). Ver páginas 434-436: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

– Ver “Sulpício, cognominado o Bondosoo Pio ou o Piedoso (falecido em localidade próxima a Bourges17 de janeiro de 644) foi bispo da diocese de Bourges de 624 à sua morte. É venerado como santo pela Igreja Católica.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sulpício

6*.   Na Ba­viera, hoje re­gião da Ale­manha, São Ga­mel­berto, pres­bí­tero, que, para fundar o mos­teiro de Metten, doou os seus bens a Utão, que ele tinha baptizado. († c. 802). Ver páginas 437-439: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

7*.   Em Fréjus, na Pro­vença, re­gião da França, Santa Ro­sa­lina, pri­o­resa de Celle-Rou­baud, da Ordem da Car­tuxa, que foi cé­lebre pela sua ab­ne­gação, vi­gí­lias, jejum e aus­te­ri­dade de vida. († 1329). Na Provença, nas dioceses de Fréjus e de Gap, a bem-aventurada Rosalina de Vilanova, virgem, desaparecida em 1329, filha do barão dos Arcos. Impondo-se severas austeridades, passava uma semana inteira sem gualquer alimento, dormindo apenas três ou guatro horas. Teve fregüentes visões e êxtases. Lia o fundo dos corações. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1329, Santa Roselina de Villeneuve, virgem, prioresa da Cartuxa de Celle-Rouhaud, na Provença. Beneficiada com a graça de ler os corações, recomendava sempre àqueles que a ela se confiavam “conhecer-se bem a si mesmos” (X). Ver pág. 440:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

8.   Em To­co­la­tlán, ci­dade do Mé­xico, São Ja­nuário Sán­chez Delgadillo, pres­bí­tero e mártir du­rante a per­se­guição mexicana. († 1927)

9. Em Roma, descoberta dos santos mártires Diodoro, sacerdote, Mariano, (também na Folhinha do Coração de Jesus) diácono, e dos seus companheiros. Estando a celebrar a festa dos mártires, num areal, na época do papa Santo Estêvão, os perseguidores da fé, fechando a porta, fizeram cair sobre eles grande quantidade de terra. Mereceram, dessarte, a glória do martírio. Conforme pág. 441: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

10. Beato Ângelo Paoli. Ver “Angelo Paoli O.C.D. foi um carmelita descalço italiano conhecido como “o pai dos pobres”. Foi beatificado em 2010 pelo papa Bento XVI.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sulpício

11. Outras santas/os do dia 17 de janeiro, págs. 414-441: 

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume I – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 17 de janeiro, ver também: 17 de janeiro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi eCaterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 138-139: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJanuary17.html

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SAMTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Antão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

* Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

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