Santas e Santos de 18 de julho

Co­me­mo­ração do Beato Bar­to­lomeu dos Mártires, bispo, que, nas­cido em Lisboa, na fre­guesia dos Már­tires, in­gressou na Ordem dos Pre­ga­dores e foi no­meado para a sede epis­copal de Braga, onde pôs em prá­tica as ori­en­ta­ções do Con­cílio de Trento, no qual par­ti­cipou efi­ci­en­te­mente. In­signe pela in­te­gri­dade da sua vida, em­pe­nhou-se com suma ca­ri­dade pas­toral em acudir às ne­ces­si­dades do seu re­banho e ilus­trou com só­lida dou­trina os seus nu­me­rosos es­critos. Fi­nal­mente, tendo re­nun­ciado ao mi­nis­tério epis­copal, re­tirou-se no Con­vento de Santa Cruz de Viana do Cas­telo, cons­truído por sua ini­ci­a­tiva, onde pros­se­guiu a vida aus­tera de sim­ples re­li­gioso, de­di­cado à oração, ca­ri­dade e es­tudo, e fa­leceu no dia 16 deste mês. († 1590)

2.   Na Via Ti­bur­tina, a nove mi­lhas de Roma, a co­me­mo­ração dos santos Sin­fo­rosa e sete com­pa­nheiros – Cres­cente, Ju­liano, Ne­mésio, Pri­mi­tivo, Jus­tino, Es­tacteu e Eu­génio – már­tires, que su­por­taram o mar­tírio com di­versos gé­neros de tor­tura, como ir­mãos em Cristo. († s. III-IV). Em Tívoli, Santa Sinforosa, mulher de São Getúlio, mártir, e seus sete filhos, Crescêncio, Julião, Nemésio, Primitivo, Justino, Estácio (também na Folhinha do Coração de Jesus), e Eugênio. A mãe, por causa de sua constância insuperável, foi, sob o imperador Adriano, primeiramente, e por muito tempo, esbofeteada e pendurada pelos cabelos, e, por fim presa a uma grande pedra e precipitada ao rio; seus filhos, presos a postes e puxados com polias, receberam o martírio com diversos gêneros de morte. Seus corpos, que tinham sido levados a Roma, foram encontrados sob o pontificado de Pio IV na Igreja do Santo Anjo da Pescaria, título de um cardeal-diácono. Ver página 150: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

3.   Em Milão, na Li­gúria, ac­tu­al­mente na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Ma­terno, bispo, que, res­ta­be­le­cida a li­ber­dade da Igreja, tras­ladou com grande so­le­ni­dade de Lódi para a sua ci­dade os corpos dos már­tires Nabor e Félix. († s. IV)

4.   Em Do­rós­toro, na Mésia, hoje Si­listra, na Bul­gária, Santo Emi­liano, mártir, que, in­di­fe­rente aos editos de Ju­liano o Após­tata e às ame­aças do seu vi­gário Ca­tu­lino, des­truiu o altar dos ídolos para im­pedir o sa­cri­fício e, por isso, ati­rado para uma for­nalha, re­cebeu a palma do martírio. († 362)

5.   Em Bréscia, na Ve­nécia, ac­tu­al­mente na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Fi­lastro, bispo, cuja vida e morte foram lou­vadas por São Gau­dêncio, seu sucessor. († c. 397). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto ee 395, São Filástrio, bispo de Bréscia. Inteiramente consagrado ao serviço de Deus e da Igreja, não teve nenhuma preocupação em relação à glória humana, e mostrava-se muito mais inclinado a reconciliar do que a repreender (M).

6.   Em For­lim­pó­puli, na ac­tual Emília-Ro­manha, também re­gião da Itália, São Ru­filo, bispo, que é con­si­de­rado o pri­meiro a go­vernar esta Igreja e ter con­du­zido a Cristo todo o povo rural deste território. († s. V)

7.   Em Metz, na Aus­trásia, ac­tu­al­mente na França, Santo Ar­nolfo, ou Arnul (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que foi con­se­lheiro de Da­go­berto, rei da Aus­trásia, e de­pois, re­nun­ci­ando ao cargo, se re­tirou para a vida ere­mí­tica nos montes Vosgos. († 640). No Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 640, Santo Arnoldo. Inicialmente conselheiro do rei da Autrásia, foi depois encarregado da Igreja de Metz, e retirou-se, finalmente, para a solidão dos Vosges, onde foi chamado para cuidar dos leprosos (M).

– Ver também Santo Arnulfo de Metz, fundador da dinastia dos Arnulfianos, ancestral de Carlos Magno. Teve uma vida intrigante. Foi casado, depois eremita, Bispo de Metz. Santo Arnulfo é o santo padroeiro dos cervejeiros: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arnulfo_de_Metz

– Ver ainda: a curiosa história do Santo padroeiro dos cervejeitos…”No ano de 627, Santo Arnulfo, se retirou a um mosteiro perto de Remiremont na França onde morreu e foi enterrado, em 640. No ano seguinte, os cidadãos de Metz pediram que seu corpo fosse exumado e levado a cidade para enterrá-lo na Igreja local. Enquanto carregavam o corpo de volta, vários fiéis sentiram-se cansados, esgotados e pararam numa taberna para comprar cerveja. Ao entrar, descobriram com tristeza que só havia uma garrafa e tiveram que compartilhar. Surpreendentemente a garrafa nunca acabou e todos puderam beber a cerveja e matar sua sede. O milagre foi atribuído a São Arnulfo e é a razão pela qual a Igreja o considera o santo padroeiro dos cervejeiros”. Ver em:https://pt.churchpop.com/curiosa-historia-do-santo-patrono-dos-cervejeiros-santo-arnulfo-de-metz/

– Ver ainda a linda história do Santo Arnolfo, Bispo de Metz, com vários outros santos de sua família,   nas páginas 130-145: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

8.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, Santa Te­o­dósia, monja, que so­freu o mar­tírio por de­fender uma an­tiga imagem de Cristo que o im­pe­rador Leão, o Isáu­rico, or­de­nara re­mover da cha­mada Porta de Bronze do seu palácio. († s. VIII)

9.   Em Utrecht, na Gél­dria da Aus­trásia, ac­tu­al­mente na Ho­landa, São Fre­de­rico, bispo, que foi exímio co­nhe­cedor da Sa­grada Es­cri­tura e se con­sa­grou com grande zelo à evan­ge­li­zação dos Frisões. († 838). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. IX, São Frederico, bispo de Utrecht. Foi assassinado por haver recriminado Luís o indulgente, por causa de sua má conduta, depois de ter sido ele próprio um modelo da lealdade, desapego e bondade (M).

10.   Em Ségni, no Lácio, re­gião da Itália, São Bruno, bispo, que tra­ba­lhou e so­freu muito pela re­no­vação da Igreja e, por isso, obri­gado a deixar a sua sede epis­copal, en­con­trou re­fúgio em Mon­te­cas­sino, ao qual pre­sidiu como abade tem­po­rário do mosteiro. († 1123)

11*.   Em Cra­cóvia, na Po­lónia, São Simão de Lipnica, pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, in­signe pre­gador e de­voto do nome de Jesus, que, im­pe­lido pela sua ca­ri­dade, en­con­trou a morte no cui­dado dos em­pes­tados moribundos. († 1482). Ver página 148: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

12*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato João Bap­tista de Bruxelas, pres­bí­tero de Li­moges e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, foi en­cer­rado na sór­dida ga­lera em ódio ao sa­cer­dócio, onde morreu con­su­mido pela enfermidade. († 1794)

13.   Em Nam Dinh, ci­dade do Ton­quim, hoje no Vi­etnam, São Do­mingos Ni­colau Dinh Dat, mártir, que, sendo sol­dado, cons­tran­gido a negar a fé cristã, de­pois de cruéis tor­turas calcou a cruz; mas ime­di­a­ta­mente ar­re­pen­dido, para ex­piar a culpa da apos­tasia, es­creveu ao im­pe­rador Minh Mang para que fosse de novo jul­gado como cristão e fi­nal­mente morreu estrangulado. († 1859)

14*.   Em Krys­to­nópil, na Ucrânia, a Beata Tar­císia (Olga Mackiv), virgem da Con­gre­gação das Irmãs Es­cravas de Maria Ima­cu­lada e mártir, que, em tempo da guerra, por ter de­fen­dido a fé pe­rante os per­se­gui­dores, al­cançou a dupla vi­tória da vir­gin­dade e do martírio. († 1944)

15. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cartago, no começo do séc. III, Santa Gudena, virgem e mártir. (M)

16. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no deserto de Nístria, no Egito, no séc. IV, São Pambo, discípulo de Santo Antão. Na hora de sua morte, declarou: “Jamais comi qualquer coisa que não tivesse ganho com o meu trabalho. Jamais disse algo que me tivesse causado arrependimento. E estou indo para Deus, mesmo antes de haver começado a servi-lo”! (M). Ver São Pambom, naspáginas 146-147: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

17. Outros santos do dia 18 de julho: págs.125-150 , em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portuga http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3.VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4.Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5.Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6.Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

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