Santas e Santos de 21 de agosto

22 DE AGOSTO (também 31 de maio): NOSSA SENHORA RAINHA: A encíclica Ad Caeli Reginam (Rainha do Céu), do Papa Pio XII, de 11 de outubro de 1954 trata sobre a Realeza de Maria e a instituição Festa de Nossa Senhora Rainha, celebrada a cada dia 31 de maio com o costume de coroar-se a imagem da Virgem e da recitação pública da Consagração do Gênero Humano ao Imaculado Coração de Maria….. NOSSA SENHORA RAINHA, 22 DE AGOSTO: … O dia 22 de agosto era reservado à homenagem ao Coração Imaculado de Maria. Mas a Igreja, desejando aproximar a festa da realeza de Maria à da sua gloriosa assunção ao céu, inverteu estas datas a partir da última reforma do seu calendário litúrgico, em 1969.”. “…Na Encíclica, a data da festa foi estabelecida para o dia 31 de maio, mês de Maria. Atualmente, porém, a celebração acontece oito dias após a festa da Assunção de Nossa Senhora: assim, fica manifesta a íntima ligação entre a Assunção de Maria e sua coroação no céu.”: https://pt.aleteia.org/daily-prayer/terca-feira-22-de-agosto/

– Ver: http://www.vatican.va/content/pius-xii/pt/encyclicals/documents/hf_p-xii_enc_11101954_ad-caeli-reginam.html

– Ver ainda “…Após a revisão do Calendário Geral, o Papa Paulo VI decidiu mudar as festas do Imaculado Coração e a Rainha de Maria. A festa do Imaculado Coração de Maria uniu-se à festa do Sagrado Coração de Jesus (celebrada no sábado seguinte à festa do Sagrado Coração, tipicamente em junho) e a Rainha de Maria foi transferida para o dia 22 de agosto…”: https://pt.aleteia.org/2019/08/01/por-que-agosto-e-dedicado-ao-imaculado-coracao-de-maria/

– Ver também:  https://www.a12.com/academia/titulos-de-nossa-senhora?s=nossa-senhora-rainha-22-de-agosto

Ver páginas 341-365: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

– No VIDAS DOS SANTOS, Festa do Coração Imaculado da Bem-aventurada Virgem Maria, o qual Coração é símbolo de santidade, de amor de Deus e Jesus Cristo, de bondade para com os homens salvos pelo divino Sacrifício. Pio VII, em 1805 instituiu uma festa do Coração puríssimo de Maria, para as dioceses e os institutos religiosos que a desejavam celebrar, no domingo depois da oitava da Assunção. Pio IX conferiu-lhe ofício e missa próprios. Pio, XII, em plena II Guerra Mundial, a 31 de outubro de 1942, consagrou o mundo inteiro ao Coração Imaculado de Maria. O mesmo grande papa, a 4 de maio de 1944, estendeu à Igreja universal a festa do Coração Imaculado de Maria com ofício e missa próprios, a 22 de agosto dia da oitava Assunção sob rito duplo de segunda classe. Ver páginas 157-158: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf   

– Ver também: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-a-igreja-celebra-o-imaculado-coracao-de-maria-55109

– Ver: https://formacao.cancaonova.com/nossa-senhora/devocao-nossa-senhora/conheca-origem-da-devocao-ao-imaculado-coracao-de-maria/

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Imaculado_Coração_de_Maria   

– Ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_Rainha

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, comemoração da Bem-Aventurada Virgem Maria Rainha, em quem a Igreja celebra a mulher que apareceu no céu vestida de sol, com a lua sob os pés, e trazendo na cabeça uma coroa de doze estrelas, Mãe d’Aquele que deve reinar sobre todas as nações (cf. Ap. 12). (R).

2.   Em Autun, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, São Sin­fo­riano, mártir, a quem sua mãe, quando ele era con­du­zido ao su­plício, exor­tava dos muros da ci­dade, di­zendo: «Filho, filho, pensa bem no Deus vivo. Hoje não perdes a vida, mas al­canças uma vida melhor». († s. III-IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. III, São Sinforiano, jovem mártir de Autun, que segundo sua paixão testemunhou diante do juiz: “Eu sou cristão, adoro o verdadeiro Deus que reina nos céus”. Uma abadia renomada foi construída sob seu patrocínio. (M). Ver páginas 154-156: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sinforiano_e_Tim%C3%B3teo

3.   Em Roma, junto à Via Os­ti­ense, São Ti­móteo, mártir. († 303). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia o martírio de Santo Agatônico e Zótico, cujo culto teve grande fama no Oriente; e o de São Timóteo, honrado na Via Óstia, em Roma (M)

4.   Em Tódi, na Úm­bria, re­gião da Itália, São Fi­lipe Benício (São Felipe Benício, também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero de Flo­rença, homem de exímia hu­mil­dade e grande im­pul­si­o­nador da Ordem dos Servos de Maria, que con­si­de­rava Cristo cru­ci­fi­cado como seu único livro. († 1285). Conforme o Martírio Romano-Monástico, em Todi, no ano do Senhor de 1285, São Felipe Benizi. Trinta anos depois da fundação da Ordem dos Servos de Maria, este jovem e brilhante médico italiano resolveu viver na humildade entre os irmãos daquela nova congregação. Nomeado mais tarde mestre dos noviços, e depois eleito seu quinto Geral, dedicou-se até à morte aos interesses da Mãe do Redentor, organizando a Ordem e se esforçando para resolver os conflitos entre guelfos e guibelinos. (M) Ver páginas 159-164: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

5*.   Em Be­vagna, também na Úm­bria, o Beato Tiago Biancóni, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, que fundou neste lugar um con­vento e re­futou os erros dos Nicolaítas. († 1301)

6*.   Em Ocre, junto de Fossa, nos Abruzos, também re­gião da Itália, o Beato Ti­móteo de Montícchio, pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, ad­mi­rável pela sua aus­te­ri­dade de vida e fervor de oração. († 1504)

7*.   Em York, na In­gla­terra, o Beato Tomás Percy, mártir, conde de No­túm­bria, que, no rei­nado de Isabel I, por causa da sua fi­de­li­dade à Igreja Ro­mana, foi de­ca­pi­tado e assim al­cançou a palma do martírio. († 1572)

8*.   Na mesma ci­dade e no mesmo rei­nado de Isabel I, os be­atos Gui­lherme Lacey e Ri­cardo Kirkman, pres­bí­teros e már­tires, que, por terem en­trado na In­gla­terra na con­dição de sa­cer­dotes, foram con­du­zidos ao su­plício do patíbulo. († 1582)

9.   Em Wor­cester, também na In­gla­terra, São João Wall, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores e mártir, que, de­pois de ter exer­cido clan­des­ti­na­mente o mi­nis­tério pas­toral du­rante mais de vinte anos, no rei­nado de Carlos II foi sus­penso da forca e de­pois es­quar­te­jado, por causa do seu sacerdócio. († 1679). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_Wall

10.   Em He­re­ford, também na In­gla­terra, no mesmo dia e ano, São João Kemble, pres­bí­tero e mártir, que, no tempo da per­se­guição, exerceu o mi­nis­tério pas­toral du­rante mais de cin­quenta anos, até que, já oc­to­ge­nário, por causa do seu sa­cer­dócio con­sumou o seu mar­tírio na forca. († 1679)

11*.   Em Óf­fida, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, re­gião da Itália, o Beato Ber­nardo (Do­mingos Pe­róni), re­li­gioso da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, in­signe pela sua sim­pli­ci­dade de co­ração, ino­cência de vida e ad­mi­rável ca­ri­dade para com os pobres. († 1694)

12*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Elias Ley­marie de Laroche, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, in­tro­du­zido na sór­dida ga­lera e fe­roz­mente fla­ge­lado, ex­pirou con­su­mido pelas enfermidades. († 1794)

13♦.   Em Pe­ral­villo Bajo, perto de Ciudad Real, na Es­panha, o be­atos már­tires Nar­ciso de Es­te­naga y Echeverria, bispo, e Júlio Melgar Salgado, pres­bí­tero, ambos da di­o­cese de Ciudad Real, que, du­rante a per­se­guição re­li­giosa, con­su­maram o seu mar­tírio fu­zi­lados junto ao muro do ce­mi­tério em ódio ao sacerdócio. († 1936)

14*.   Em Sta­runya, lo­ca­li­dade do ter­ri­tório de Sta­nis­laviv, na Ucrânia, o Beato Si­meão Lukac, bispo e mártir, que, du­rante um re­gime ini­migo da fé, por ter exer­cido clan­des­ti­na­mente o mi­nis­tério pas­toral dos gregos ca­tó­licos do Rito Bi­zan­tino, pro­clamou pela sua morte fiel a glória e a honra de Cristo Se­nhor e Deus. († 1964)

15. São Fabriciano (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver São Fabrício: https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Fabr%C3%ADcio

16. Santo André de Fiésole (também na Folhinha do Coração de Jesus)

17. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Inglaterra, no ano da graça de 690, São Sigefredo. Entrou no mosteiro de Wearmouth, recém-fundado por São Bento Biscop, onde chegou a ser eleito abade. Segundo São Beda, era muito versado nas Escrituras. (X)

18. Santo Hipólito, bispo de Porto e seus Companheiros Mártires. Ver páginas 144-153: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

19. Outros santos do dia 22 de agosto: págs. 144-158, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 22 de agosto, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/22_de_agosto

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 659-661:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

Santas e Santos de 20 de agosto

Me­mória de São Pio X (também na Folhinha do Coração de Jesus), lembrado também em 20 de agosto, papa, que, de­pois de exercer o mi­nis­tério pa­ro­quial, foi bispo de Mântua e Pa­tri­arca de Ve­neza; fi­nal­mente eleito Ro­mano Pon­tí­fice, tomou como lema do seu go­verno “ins­taurar todas as coisas em Cristo”, que pôs em prá­tica com grande sim­pli­ci­dade de alma, po­breza e for­ta­leza, in­ci­tando os fiéis a in­ten­si­ficar a vida cristã com a par­ti­ci­pação na Eu­ca­ristia, a dig­ni­dade da sa­grada Li­turgia e a in­te­gri­dade da doutrina. († 1914). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de São Pio X, papa, que adormeceu no Senhor em 1914. Durante os onze anos de seu pontificado, defendeu vigorosamente a fé e a liberdade da Igreja, preparou a codificação do Direito Canônico, favoreceu a renovação litúrgica pelo retorno à comunhão frequente e pela restauração do canto gregoriano. Fundou o Instituto Bíblico e criou o órgão oficial de promulgação dos Atos da Sé Apostólica. (R). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Pio_X  

– ver também:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Pio_X

– Ver também: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-santo-pio-x/246/102/

– Ver: http://www.vatican.va/content/pius-x/pt.html

– Ver ainda: “É conhecido como o “Papa da Eucaristia”. Bento XVI recordou que São Pio X, no motu proprio Tra le sollecitudini, afirma que o “verdadeiro espírito cristão tem a sua fonte primária e indispensável na participação concreta nos mistérios sacrossantos e na oração pública e solene da Igreja”: https://www.acidigital.com/noticias/8-dados-curiosos-sobre-a-vida-do-papa-sao-pio-x-16119

– Ver também “Nasci pobre, vivi pobre e desejo morrer pobre”: http://arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/sao-pio-x

– Ver: Catecismo de São Pio X: https://www.diocese-braga.pt/catequese/sim/biblioteca/publicacoes_online/56/Catecismo_Sao_Pio_X.pdf

2.   Na Trácia, na ac­tual Tur­quia, os santos Aga­tó­nico, Zó­tico e outros, már­tires, que, se­gundo a tra­dição, so­freram o mar­tírio em Si­lím­bria e nou­tros lu­gares da região. († s. III)

3.   Em Roma, no Campo Ve­rano, Santa Ci­ríaca (também na Folhinha do Coração de Jesus), que deu o seu nome ao ce­mi­tério na Via Ti­bur­tina, que ela tinha doado à Igreja. († s. III-IV)

4.   Em Útica, na África Pro­con­sular, na ac­tual Tu­nísia, São Qua­drato, bispo e mártir, que, jun­ta­mente com todo o seu povo, clé­rigos e leigos, deu tes­te­munho de Cristo e, como bom pastor, se­guiu no mar­tírio, quatro dias de­pois, o re­banho que tinha apascentado. († s. III-IV)

5.   Em Ve­rona, ac­tu­al­mente no Vé­neto, re­gião da Itália, Santo Eu­prépio, que é con­si­de­rado o pri­meiro bispo desta cidade. († s. III-IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, primeiro bispo de Verona, que semeou a palavra do Evangelho em seu território. (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Eupr%C3%A9pio_de_Verona

6.   Em For­din­giano, na Sar­denha, re­gião da Itália, São Lus­sório, mártir. († s. IV)

7.   Co­me­mo­ração dos santos már­tires Bassa e seus três fi­lhos Teógnio, Agápio e Pístio, que se narra terem so­frido o mar­tírio: Bassa, na ilha Ha­lona, os ou­tros em Edessa, na Hé­lade, lu­gares da ac­tual Grécia. († s. IV)

8.   Em Gé­vaudan, ter­ri­tório dos Gá­balos, povo an­tigo da Gália me­ri­di­onal, na ac­tual França, São Pri­vato, bispo e mártir, que, du­rante a in­vasão dos Vân­dalos, cap­tu­rado na cripta onde se re­ti­rava em je­juns e ora­ções, foi fla­ge­lado até à morte por se ter re­cu­sado a atrai­çoar o seu re­banho sa­cri­fi­cando aos ídolos. († c. 407)

9.   Em Cler­mont-Fer­rand, na Aqui­tânia, também na ac­tual França, São Si­dónio Apolinar, que era pre­feito da ci­dade de Roma, quando foi or­de­nado bispo de Cler­mont; do­tado de grande cul­tura, tanto nas ci­ên­cias hu­manas como nas ci­ên­cias sa­gradas, e ani­mado de sin­gular for­ta­leza cristã, opôs-se co­ra­jo­sa­mente à fe­ro­ci­dade dos bár­baros como ver­da­deiro pai uni­versal e mestre insigne. († c. 479). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no final do séc. V, São Sidônio Apolinário.  Nascido em Lião de ilustre família, tornou-se após seu casamento o poeta oficial da corte de Roma, e depois prefeito da cidade imperial. Entrando no clero foi logo nomeado bispo de Arvernes. Suas cartas e seus poemas fazem dele um dos melhores escritores do seu tempo. (M). Ver páginas 165-180: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf 

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sid%C3%B4nio_Apolin%C3%A1rio

10*.   Em Al­zira, na pro­víncia de Va­lência, na Es­panha, a co­me­mo­ração dos santos már­tires Ber­nardo, an­te­ri­or­mente cha­mado ‘Ahmed, monge da Ordem Cis­ter­ci­ense, e suas irmãs Maria (Zaida) e Graça (Zo­raida), que ele tinha con­du­zido da re­li­gião ma­o­me­tana à fé cristã. († c. 1180). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de Valência, na Espanha, o martírio dos Santos Ahmed e Graça, irmãos. Árabes de nascença, converteram-se a Cristo e a Ele se consagraram na Ordem Cisterciense, até à morte sangrenta. (M). Ver “Em Alzira, perto de Valença, São Bernardo, cisterciense, e duas irmãs, Maria e Graça, mártires. Segundo a lenda, São Bernardo, de Alzira foi um espanhol martirizado em 1180. Chamava-se Ahmed e era filho dum emir. Educado em Valença, o príncipe enviou-o, para negociações, à Catalunha. De volta, passando pelo mosteiro de Pobleto, conquistado para Deus, fez-se monge. Convertendo as irmãs, Zoraida e Zaide, Maria e Graça, respectivamente, todos foram levados a apostatar. Firmes na fé, pereceram: Bernardo, fixo a uma árvore por um longo cravo que lhe atravessou o crânio, da testa à nuca, e as irmãs pela espada. Os milagres valeram-lhes um ofício.” às páginas 141-142: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

11.   Em Hung Yên, ci­dade do Ton­quim, no ac­tual Vi­etnam, São José Dang Dinh (Niên) Viên, pres­bí­tero e mártir no tempo do im­pe­rador Minh Mang. († 1838)

12*.   Em An­ta­na­na­rivo, na ilha de Ma­da­gáscar, a Beata Vi­tória Rasoamarivo, que, de­pois de viver em ma­tri­mónio com um homem vi­o­lento e tendo fi­cado viúva, quando os mis­si­o­ná­rios foram ex­pulsos da ilha, ajudou com grande so­li­ci­tude os cris­tãos e de­fendeu-os pe­rante os ma­gis­trados públicos. († 1894)

13*.   Em Al­beric, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Va­lência, na Es­panha, o Beato Sal­vador Es­trugo Solves, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a per­se­guição, su­portou por amor de Cristo todas as ad­ver­si­dades até al­cançar a palma do martírio. († 1936)

14*.   Em El Morrot, lo­ca­li­dade pró­xima de Bar­ce­lona, também na Es­panha, o Beato Rai­mundo Peiró Victori, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir, que, na mesma per­se­guição, aco­lhendo fi­el­mente as pa­la­vras de Cristo, passou da morte à vida gloriosa. († 1936)

15*.   Perto de Mu­nique, ci­dade da Ba­viera, na Ale­manha, o Beato Bruno Zembol, mártir, que, de­por­tado da Po­lónia, sua pá­tria, do­mi­nada por um re­gime ini­migo de Deus, por causa da sua fé foi re­cluído no campo de con­cen­tração de Da­chau, onde so­freu cruéis tor­mentos e morreu gloriosamente. († 1942)

16♦.   Em Nowi Zmi­grod, na Po­lónia, o Beato La­dislau Findysz, pres­bí­tero di­o­ce­sano de Pr­zemysl e mártir, que foi as­sas­si­nado por um ne­fando re­gime hostil à Igreja e à dig­ni­dade humana. († 1964)

17. SANTA JOANA FRANCISCA DE CHANTAL: LEMBRADA DIAS 12/08; 21/08; 10/12/; 13/12

No DIRETÓRIO DA LITURGIA DA CNBB de 2020, DIA 10 DE DEZEMBRO, Br. Sta. Joana Francisca de Chantal, Rlg. M.Fac.

Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal (também na Folhinha do Coração de Jesus), re­li­giosa. Do seu ma­tri­mónio cristão teve seis fi­lhos, que educou na pi­e­dade; de­pois da morte do es­poso, sob a di­recção de São Fran­cisco de Sales, per­correu ve­loz­mente o ca­minho da per­feição e de­dicou-se às obras de ca­ri­dade, es­pe­ci­al­mente para com os po­bres e os en­fermos. Fundou a Ordem da Vi­si­tação de Santa Maria, que também di­rigiu sa­bi­a­mente. Morreu em Mou­lins, nas mar­gens do rio Al­lier, pró­ximo de Ne­vers, na França, no dia 13 de Dezembro. († 1641). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, de 10 de dezembro, em Moulins, na região de Bourbonnais, Santa Joana Francisca de Chantal. Viúva após oito anos de um feliz casamento, dedicou-se primeiro à educação de seus quatro filhos, e depois, sob a orientação de seu diretor espiritual, São Francisco de Sales, que a introduziu na “vida devota”, fundou a Ordem da Visitação de Santa Maria, em Annecy. (M).

–  Sobre Santa Joana Francisca de Chantal: no mos­teiro da Vi­si­tação de Mou­lins, na França, o dia natal de Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal, cuja me­mória se ce­lebra no dia doze de Agosto.

Ver VIDAS DOS SANTOS no dia 21 de agosto, págs. 117-135: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

– O Liturgia das Horas lembra Santa Joana Francisca de Chantal no dia 10 de dezembro.

A memória da liturgia das horas, no ofício das leituras, segunda leitura, lembra Santa Joana Francisca. Ela explica o que é o MARTÍRIO DE AMOR que poucos conhecem e menos pessoas vivem.

Das Memórias de Santa Joana Francisca, escritas por uma religiosa, sua secretária:

 (Françoise-Madeleine de Chaugy, Mémoires sur la vie et les vertus de Sainte J.-F. de Chantal, III, 3: 3ª ed., Paris 1853, p. 306-307) (Séc.XVII)

O amor é forte como a morte  

Certo dia, Santa Joana disse estas fervorosas palavras, logo fielmente recolhidas: 

“Filhas diletíssimas, muitos dos nossos santos Padres e colunas da Igreja não sofreram o martírio; sabeis dizer-me por que razão?” Após a resposta de cada uma, disse a santa Madre: “Quanto a mim, creio que isto aconteceu assim, por haver outro martírio que se chama martírio de amor, em que Deus, conservando em vida seus servos e servas a fim de trabalharem para sua glória, os faz ao mesmo tempo mártires e confessores. Sei que, por disposição divina – acrescentou – as filhas da Visitação são chamadas a este martírio com o mesmo ardor que levou a afrontá-lo aquelas servas mais afortunadas. 

À pergunta de uma irmã sobre o modo como poderá se realizar este martírio, respondeu: “Abri-vos inteiramente à vontade de Deus e tereis a prova. O amor divino mergulha sua espada até o mais íntimo e secreto de nossas almas, e separa-nos de nós mesmas. Conheci uma alma a quem o amor separou de tudo quanto lhe agradava, como se o golpe dado pela espada de um tirano lhe tivesse separado o espírito do corpo”. 

Percebemos que falara de si mesma. Tendo outra irmã indagado quanto tempo duraria esse martírio, explicou: “Desde o momento em que nos entregamos a Deus sem reservas, até o fim da vida. No entanto, isto só diz respeito às pessoas magnânimas, que, renunciando completamente a si mesmas, são fiéis ao amor; os fracos e inconstantes no amor, nosso Senhor não os leva pelos caminhos do martírio, mas deixa-os viver a passos lentos, para que não se afastem dele; pois nunca força a livre vontade”. 

Quando, por fim, lhe foi perguntado se este martírio de amor poderia ser igualado ao martírio do corpo, respondeu: “Não nos preocupemos com a questão da igualdade, muito embora eu julgue que um não ceda ao outro, porque o amor é forte como a morte (Ct 8,6). E ainda porque os mártires de amor sofrem dores mil vezes mais agudas conservando a vida para cumprir a vontade de Deus, do que se tivessem de dar mil vidas para testemunhar a sua fé, o seu amor e a sua fidelidade”.

18. Santa Humbelina (também na Folhinha do Coração de Jesus). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Borgonha, no ano da graça de 1136, a Bem-Aventurada Umbelina, irmã de São Bernardo. Após alguns anos de vida frívola, seguiu o exemplo do irmão e abraçou a vida monástica. (X). Ver páginas 139-140: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

19. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. III, o martírio de São Privato, bispo, fundador da Diocese de Mérida, na Espanha. Várias localidades ainda têm seu nome (M)

20. Outros santos do dia 21 de agosto: págs. 117-143, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 21 de agosto, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/21_de_agosto

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 656-658:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

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Santas e Santos de 19 de agosto

São João Eudes (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, que se de­dicou du­rante muitos anos à pre­gação nas pa­ró­quias e fundou de­pois a Con­gre­gação de Jesus e Maria, para a for­mação dos sa­cer­dotes nos se­mi­ná­rios, e a das monjas de Nossa Se­nhora da Ca­ri­dade, para for­ta­lecer na vida cristã as mu­lheres pe­ni­tentes; fo­mentou com grande ardor a de­voção aos Sa­grados Co­ra­ções de Jesus e de Maria, até que, em Caen, na Nor­mandia, re­gião da França, ador­meceu pi­e­do­sa­mente no Senhor. († 1680). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Caen, em 1680, a volta para Deus de São João Eudes. Discípulo de Bérulle, consagrou-se à formação de seminaristas. Depois, fundou a Congregação de Jesus e Maria, tendo em vista a cristianização do meio rural, e também a Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Refúgio. Foi um ardente propagandista das devoções aos corações de Jesus e de Maria, enfrentando o jansenismo. (M)

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Eudes

2.   Em Cec­cano, no Lácio, re­gião da Itália, São Magno, mártir. († data inc.).

São Magno de Anagni.  Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Magno_de_Anagni

3.   No ter­ri­tório de Tar­ra­gona, na His­pânia, São Ma­gino, mártir. († data inc.)

4.   Em Gaza, na Pa­les­tina, São Ti­móteo, mártir, que, du­rante a per­se­guição do im­pe­rador Di­o­cle­ciano e o go­ver­nador Ur­bano, de­pois de su­perar muitos su­plí­cios, foi quei­mado a fogo lento. († c. 305). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Palestina, durante a perseguição de Diocleciano, o martírio dos Santos Timóteo, Tecla e Agápio. Segundo o historiador Eusébio, “Timóteo foi queimado vivo. Assim deu até o fim a mais viva prova de sua piedade em relação a Deus e recebeu a coroa dos atletas vencedores nos certames sagrados da religião”. (M)

5.   Na Ci­lícia, na ho­di­erna Tur­quia, Santo André, tri­buno, e com­pa­nheiros sol­dados, que, se­gundo conta a tra­dição, de­pois de uma ba­talha mi­ra­cu­lo­sa­mente con­se­guida sobre os Persas, se con­ver­teram à fé em Cristo e, acu­sados por este mo­tivo, no tempo do im­pe­rador Ma­xi­miano foram mas­sa­crados pelo exér­cito do go­ver­nador Se­leuco, nos des­fi­la­deiros dos montes Tauro. († s. IV)

6. São Sisto III. (Ver 28 de março). Em Roma, junto à Via Ti­bur­tina, perto de São Lou­renço, o se­pul­ta­mento de São Sisto III (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, que con­ci­liou as dis­sen­ções entre os pa­tri­ar­cados de An­ti­o­quia e de Ale­xan­dria e cons­truiu em Roma para o povo de Deus a ba­sí­lica de Santa Maria no Esquilino. († 440). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Sisto_III

– Ver também: https://www.portalsaofrancisco.com.br/historia-geral/papa-sisto-iii

– Ver: https://ipco.org.br/28-03-sao-sisto-iii-papa-confessor-2/

– Ver ainda: https://www.youtube.com/watch?v=R-xKogl1mhI

7.   No ter­ri­tório de Sis­teron, na Gália, ac­tu­al­mente na França, São Do­nato, pres­bí­tero, que, se­gundo a tra­dição, passou muitos anos de vida anacorética. († s. VI)

8*.   No mos­teiro de Bóbbio, na Li­gúria, hoje na Emília-Ro­manha, São Ber­tolfo,  abade, su­cessor de Santo Atala no mesmo cenóbio. († 639). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano de 640, o sepultamento de São Bertulfo, abade. Originário de nobre família franca e convertido do paganismo, entrou em Luxeuil. Foi notado pelo abade de Bobbio, que o levou consigo, acabando por sucedê-lo. Foi um dos primeiros a obter da Santa Sé o privilégio da isenção, condição indispensável da observância monástica. (X). Ver “São Bertulfo” páginas 60-61: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

9.   Em Nu­rem­berga, na Fran­cónia, hoje na Ale­manha, São Se­baldo, eremita. († s. IX-X)

10*.   Na Ca­lá­bria, re­gião da Itália, São Bar­to­lomeu de Sí­meri, pres­bí­tero e abade, que, de­pois de algum tempo de vida ere­mí­tica, fundou o mos­teiro dos Gregos. († 1130)

11*.   No mos­teiro de Igny, na França, o Beato Guer­rico, abade, que, como ver­da­deiro dis­cí­pulo de São Ber­nardo, não po­dendo dar aos seus con­frades um exemplo de tra­balho por causa da sua de­bi­li­dade cor­poral, com grande hu­mil­dade e ca­ri­dade os aju­dava muito com as­sí­duas exor­ta­ções espirituais. († 1151/1157). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1157, o Bem-Aventurado Guerrico. Originário de Tournai, seguiu São Bernardo a Claraval, onde se tornou seu discípulo preferido. Foi nomeado abade do mosteiro cisterciense de Igny, na diocese de Reims. (X). Ver no VIDAS DOS SANTOS São Guerric, pág. 62: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

12*.   No mos­teiro de Cava de Tir­réni, na Cam­pânia, re­gião da Itália, o Beato Leão II, abade. († 1295). Ver página 57: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

13.   Em Brig­noles, na Pro­vença, re­gião da França, o pas­sa­mento de São Luís (também na Folhinha do Coração de Jesus, São Luís de Tolosa), bispo, so­brinho do rei São Luís, que pro­curou mais a po­breza evan­gé­lica que as honras e lou­vores do mundo e, ainda jovem na idade, mas ma­duro na vir­tude, foi ele­vado à sede epis­copal de Tou­louse; e, pas­sado pouco tempo, con­su­mido pela pre­cária saúde, ador­meceu pi­e­do­sa­mente no Senhor. († 1297). Ver páginas 44-55: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_de_Tolosa

14*.   Em Pi­a­cenza, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, o Beato Jordão de Pisa, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, que ex­pli­cava ao povo em língua vulgar a mais pro­funda dou­trina com grande simplicidade. († c. 1311)

15*.   Em Ac­qua­pa­gana, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, re­gião da Itália, o Beato Ân­gelo, ere­mita, da Ordem dos Camaldulenses. († 1313)

16♦.   Em Hagi, no Japão, o Beato Da­mião, ca­te­quista e mártir. († 1605)

17*.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os be­atos már­tires Luís Flores, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, Pedro de Zuñiga, pres­bí­tero da Ordem dos Ere­mitas de Santo Agos­tinho, e treze com­pa­nheiros, ma­ri­nheiros ja­po­neses, que, ao che­garem ao porto foram ime­di­a­ta­mente presos por causa da fé cristã e, de­pois de vá­rios su­plí­cios, todos re­ce­beram a mesma coroa do martírio. São estes os seus nomes: Jo­a­quim Hi­rayama, Leão Su­keyemon, João Soyemon, Mi­guel Díaz, An­tónio Ya­mada, Marcos Ta­ke­noshima Shinyemon, Tomé Koya­nagi, Tiago Matsuo Denshi, Lou­renço Ro­kuyemon, Paulo San­kichi, João Yago, João Na­gata Ma­ta­kichi, Bar­to­lomeu Mohioye. († 1622)

18*.   Em Dor­chester, na In­gla­terra, o Beato Hugo Green, pres­bí­tero e mártir, que, de­pois de or­de­nado em Douai, exerceu o mi­nis­tério du­rante trinta anos na pá­tria, até que, no rei­nado de Carlos I, longa e cru­el­mente di­la­ce­rado, me­receu as­so­ciar-se à paixão de Cristo. († 1642)

19.   Em Mon­te­a­gudo, na re­gião de Na­varra, na Es­panha, Santo Eze­quiel Mo­reno Díaz, bispo de Pasto, na Colômbia, da Ordem dos Re­co­letos de Santo Agos­tinho, que passou a vida a anun­ciar o Evan­gelho, tanto nas Fi­li­pinas como na Amé­rica do Sul. († 1906). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ezequiel_Moreno_y_D%C3%ADaz

20*.  Em Llosa de Ranes, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Va­lência, também na Es­panha, o Beato Fran­cisco Ibáñez Ibáñez, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a fé, ter­minou a sua vida se­guindo a Cristo até à morte. († 1936)

21*.  Em Gandia, também na Es­panha, o Beato Tomás Sitjar Fortiá, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que, na mesma per­se­guição, der­ramou o seu sangue por Cristo. († 1936)

22*.   No lugar cha­mado El Saler, também na re­gião de Va­lência, as be­atas El­vira da Na­ti­vi­dade de Nossa Se­nhora (El­vira Tor­ren­tallé Pa­raire) e com­pa­nheiras, vir­gens do Ins­ti­tuto das Irmãs Car­me­litas da Ca­ri­dade e már­tires, que, também na mesma per­se­guição, com­ba­tendo pela fé em Cristo Es­poso, al­can­çaram a re­com­pensa eterna.  († 1936)

23. São Mochta, abade. Ver páginas 58-59: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

24. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Sena, no ano de 1348, o nascimento no céu de São Bernardo Tolomei, brilhante jurista, que perto de seus quarenta anos retirou-se para a solidão dos Apeninos. Sua santidade atraiu-lhe diversos discípulos, que reuniu no mosteiro de Monte Oliveto, dando origem à congregação beneditina dos Oiivetanos. (B) No Martirológio Italiano de 20 de agosto, Ber­nardo To­lomei, abade, fun­dador da Con­gre­gação Oli­ve­tana, com a Regra de São Bento, que viveu com grande fervor a dis­ci­plina mo­nás­tica e, du­rante uma epi­demia de peste que as­so­lava a Itália, morreu no mos­teiro de Sena. († 1348).

25. São Mariano, ermitão. Ver página 56: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

26. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VII, São Calmino, duque de Aquitânia e governador de Auvergne. Depois de uma longa peregrinação a Lérins, fundou, com sua esposa, Santa Namádia, três mosteiros: Le Monastier, na região de Velay; Tulle no Limousin; e Mozart, na Auvergne. (X)

27. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Provença, em 1297, São Luís D’Anjou, sobrinho-neto do rei São Luís. Fiel à sua vocação franciscana, brilhou por seu amor à pobreza material e espiritual. Morreu aos vinte e três anos, esgotado por seu zelo e sua frágil saúde, após longos meses no episcopado de Toulouse. (M)

28. Outros santos do dia 18 de agosto: págs. 44-65, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 18 de agosto, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/18_de_agosto

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 649-653:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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Santas e Santos de 18 de agosto

1.   Em Pa­les­trina, no Lácio, re­gião da Itália, Santo Aga­pito, mártir. († data inc.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Preneste, cidade a leste de Roma, o martírio de Santo Agapito. Seu culto aparece em sacramentário muito antigos. Uma basílica foi elevada sobre seu túmulo no séc. IV. (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ag%C3%A1pito_de_Palestrina

2.   Em Útica, na África Pro­con­sular, ac­tu­al­mente na Tu­nísia, os santos már­tires da “Massa Cândida”, que, mais nu­me­rosos que os peixes re­co­lhidos na rede pelos Após­tolos, se­guindo fi­el­mente o seu bispo Qua­drato, pro­fes­saram una­ni­me­mente a fé em Cristo Filho de Deus e por Ele acei­taram ge­ne­ro­sa­mente o martírio. († s. III-IV)

3.   Em Mira, na Lícia, ac­tu­al­mente na Tur­quia, São Leão, mártir. († s. III-IV)

4. Em Roma, junto à Via La­bi­cana, Santa He­lena (também na Folhinha do Coração de Jesus), mãe do im­pe­rador Cons­tan­tino, que se em­pe­nhou ge­ne­ro­sa­mente em ajudar os po­bres e fre­quen­tava a igreja ano­ni­ma­mente in­te­grada na mul­tidão dos fiéis; fez a pe­re­gri­nação a Je­ru­salém, para en­con­trar os lu­gares do Nas­ci­mento, Paixão e Res­sur­reição de Cristo e honrou com ve­ne­rá­veis ba­sí­licas o pre­sépio e a cruz do Senhor. († c. 329). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 330, Santa Helena, mãe de Constantino. Convertida ao cristianismo juntamente com seu filho, que foi o primeiro imperador romano cristão, fez uma peregrinação à Terra Santa e teve a alegria de descobrir e venerar as preciosas relíquias da Cruz do Salvador, em cujo local mandou construir uma basílica. (M). Ver páginas 33-38: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Helena_de_Constantinopla

5.   Em Metz, na Gália Bél­gica, ac­tu­al­mente na França, São Fir­mino (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo. († s. IV).

6*.   Em Arles, na Pro­vença, também na ac­tual França, Santo Eónio, bispo, que de­fendeu dos erros de Pe­lágio a sua Igreja e re­co­mendou ao seu povo como su­cessor São Ce­sário, que ele tinha or­de­nado presbítero. († 502)

7.   Na Bi­tínia, na ac­tual Tur­quia, o pas­sa­mento de São Ma­cário, he­gú­meno do mos­teiro de Pe­le­cete, que, no tempo do im­pe­rador Leão V, su­portou muitas tri­bu­la­ções pela de­fesa das sa­gradas imagens. († 850)

8*.   No mos­teiro de Cava de’ Tir­réni, na Cam­pânia, re­gião da Itália, o Beato Le­o­nardo, abade, ex­tra­or­di­nário homem de paz. († 1255)

9*.   Em Ra­vena, na Fla­mínia, hoje na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, o Beato Rei­naldo de Concorezzo, bispo, ilustre pelo seu zelo, pru­dência e caridade. († 1321)

10*.   Em Mântua, na Lom­bardia, também re­gião da Itália, a Beata Paula Montáldi, virgem, aba­dessa da Ordem das Cla­rissas, cé­lebre pela sua de­voção à Paixão do Se­nhor, as­si­dui­dade na oração e aus­te­ri­dade de vida. († 1514)

11*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato An­tónio Banassat, pres­bí­tero e mártir, um pá­roco que, du­rante a per­se­guição da Re­vo­lução Fran­cesa, foi preso em ódio à fé cristã e morreu de fome e inanição. († 1794)

12*.   Em Val­de­moro, perto de Ma­drid, na Es­panha, o Beato Fran­cisco Árias Martin, pres­bí­tero e mártir, um no­viço da Ordem de São João de Deus, que, du­rante a per­se­guição re­li­giosa, em breve tempo con­sumou o ca­minho da perfeição. († 1936)

13*.   Em Bar­bastro, perto de Hu­esca, também na Es­panha, os be­atos Jaime Fal­ga­rona Vi­la­nova e Ata­násio Vi­daur­reta Labra, re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Mis­si­o­ná­rios Fi­lhos do Ima­cu­lado Co­ração de Maria e már­tires na mesma perseguição. († 1936)

14*.   Em Alcañiz, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Te­ruel, também na Es­panha, o Beato Mar­tinho Mar­tínez Pascual, pres­bí­tero e mártir, agre­gado à Ir­man­dade dos Sa­cer­dotes Ope­rá­rios Di­o­ce­sanos, que na mesma per­se­guição e no mesmo dia, re­cebeu a coroa de glória. († 1936)

15*.   Em Ra­fel­bunyol, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Va­lência, também na Es­panha, o Beato Vi­cente Maria Iz­qui­erdo Alcón, pres­bí­tero e mártir, morto em ódio à fé cristã na mesma perseguição. († 1936)

16♦.        Em Val­depeñas, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Ciudad Real, também na Es­panha, os be­atos már­tires Félix Gon­zález Bustos, Pedro Bui­trago Mo­rales e Justo Aré­valo y Mora, pres­bí­teros da di­o­cese de Ciudad Real, e cinco religiosos da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, que na mesma per­se­guição e no mesmo dia, re­ce­beram a coroa de glória. Estes são os seus nomes: Aga­pito Leão (Re­mígio Ân­gelo Ol­lala Aldea), Dâ­maso Luís (An­to­lino Mar­tínez Mar­tínez), Jo­safat Roque (Ur­bano Corral Gon­zález), Júlio Afonso (Va­le­riano Ruiz Peral), La­dislau Luís (Isidro Muñoz An­tolin), re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs. († 1936)

17♦.   Em La Te­jera, perto de Tineo, nas As­tú­rias, também na Es­panha, os be­atos Ce­les­tino José Alonso Villar, Gre­gório Díez Pérez e Tiago Franco Mayo, pres­bí­teros, e Abílio Sáiz López, re­li­gioso, todos da Ordem dos Pre­ga­dores e már­tires, que, opri­midos pela vi­o­lência dos ini­migos da Igreja, foram ao en­contro do Senhor. († 1936)

18♦.   Em Seo de Urgel, ci­dade da Ca­ta­lunha, também na Es­panha, o Beato Jacob Samuel (José Hen­rique Cha­mayou Oulés), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e mártir, que pelo mar­tírio na mesma per­se­guição se tornou par­ti­ci­pante na vi­tória de Cristo. († 1936)

19♦.   Em San Boy de Llu­sanés, perto de Bar­ce­lona, também na Es­panha, os be­atos Ho­no­rato Alfredo (Agos­tinho Pedro Calvo), e Ole­gário Ângelo (Eu­daldo Rodas Más), re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e már­tires, que, na mesma per­se­guição, der­ra­maram o seu sangue por Cristo. († 1936)

20♦.   Em Tor­rijos, perto de To­ledo, também na Es­panha, o Beato Li­bério Gon­zález Nombela, pres­bí­tero da di­o­cese de To­ledo e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição contra a fé, ter­minou a sua vida se­guindo a Cristo até à morte. († 1936)

21*.   Em San­tiago do Chile, Santo Al­berto Hur­tado Cruchaga, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus, que fundou uma obra para que os po­bres sem tecto e os va­ga­bundos, so­bre­tudo as cri­anças, pu­dessem en­con­trar uma ver­da­deira e fa­mi­liar habitação. († 1952). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alberto_Hurtado

22. Santo Ângelo D’Agostini (também na Folhinha do Coração de Jesus).

23. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, o martírio dois Santos Florêncio e Lauro, talhadores de pedras, perseguidos por causa de sua fé cristã. Seu culto ainda é popular na Albânia e na Rússia. (M)

24. Bem-Aventurado Aimon Taparelli. Ver páginas 40-41: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

25. Santa Clara de Montefalco. Ver página 39: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

26. Outros santos do dia 18 de agosto: págs. 33-43, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 18 de agosto, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/18_de_agosto

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 647-649:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

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Santas e Santos de 17 de agosto

Me­mória de Santa Be­a­triz da Silva (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, que, nas­cida de uma fa­mília nobre em Campo Maior, vila de Por­tugal, de­pois de ter acom­pa­nhado seus pais para Ceuta, daqui passou à corte de Cas­tela, re­gião da Es­panha, como dama de honor da sua pa­rente, a in­fanta Dona Isabel de Por­tugal. Para se de­dicar a uma vida cristã mais per­feita, re­tirou-se para o con­vento da Ordem de São Do­mingos, em To­ledo, onde per­ma­neceu mais de trinta anos, obe­de­cendo re­li­giosa e so­li­ci­ta­mente à su­pe­riora do con­vento e sub­me­tendo-se fi­el­mente à dis­ci­plina re­gular, es­pe­ci­al­mente quanto ao si­lêncio e à ce­le­bração diária dos Ofí­cios Di­vinos. Nesse con­vívio de vida con­sa­grada tomou a re­so­lução de ins­ti­tuir uma nova fa­mília re­li­giosa con­sa­grada à San­tís­sima Mãe de Deus. Apoiada no poder da rainha Isabel, a Ca­tó­lica, trans­feriu-se em 1484 com doze com­pa­nheiras para a casa vul­gar­mente cha­mada “Pa­lácio de Ga­liana’’, na mesma ci­dade, e assim co­meçou a fun­dação da Ordem da Ima­cu­lada Con­ceição de Nossa Se­nhora; pouco de­pois de fazer pro­fissão re­li­giosa, fa­leceu com fama de santidade. († 1492). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Beatriz_da_Silva

2.   Em Cí­zico, no He­les­ponto, hoje na Tur­quia, São Míron, pres­bí­tero e mártir, que, se­gundo a tra­dição, no tempo do im­pe­rador Décio e do go­ver­nador An­tí­patro, de­pois de muitos su­plí­cios foi decapitado. († s. III). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, receberam a coroa do martírio: São Miro, sacerdote grego, decapitado em meados do séc. III; os Santos Estrato, Felipe e Eutíquio, queimados vivos na Ásia Menor e os Sete Monges Africanos, mortos a golpes de remo; dando todos, assim, o supremo testemunho de sua fidelidade a Cristo. (M)

3.   Em Ce­sa­reia da Ca­pa­dócia, hoje Kay­seri, na Tur­quia, São Ma­mede (também na Folhinha do Coração de Jesus),, mártir, que, sendo um pastor de con­dição muito hu­milde, vivia so­li­tário nas flo­restas dos montes com ri­go­rosa fru­ga­li­dade e, por ter pro­fes­sado a sua fé em Cristo, no tempo do im­pe­rador Au­re­liano con­sumou o martírio. († 273/274). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Palestina, perto de 274, o martírio de São Mamnés, jovem pastor da Capadócia, morto na perseguição de Aureliano. Sua fama se espalhou até o Ocidente, graças a Santa Radegunda (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mamede_de_Cesareia

4.   Na Si­cília, ac­tu­al­mente re­gião da Itália, o dia natal de Santo Eu­sébio, papa, va­lo­roso tes­te­munho de Cristo, que foi de­por­tado pelo im­pe­rador Ma­xêncio para esta ilha e, exi­lado da pá­tria ter­rena, me­receu en­trar na pá­tria ce­leste; o seu corpo foi tras­la­dado para Roma e de­po­si­tado no ce­mi­tério de Calisto. († 310). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Eus%C3%A9bio

5*.   Na Frísia, no ter­ri­tório da ac­tual Ho­landa, São Jerão, pres­bí­tero e mártir, que se narra ter sido morto por uns pa­gãos normandos. († 856)

6*.   Em Tes­sa­ló­nica, na Ma­ce­dónia, na ac­tual Grécia, o pas­sa­mento de Santo Elias o Jovem, monge se­gundo as re­gras dos Pa­dres ori­en­tais, que de­pois de ter so­frido muito da parte dos Sar­ra­cenos por causa da sua fé, com grande for­ta­leza de ânimo se­guiu uma vida de con­tínua oração e ri­go­rosa aus­te­ri­dade na Ca­lá­bria e na Sicília. († 903)

7*.   Em Ar­cária, perto de Mi­lazzo, na Si­cília, São Ni­colau Políti, ere­mita, que passou a vida em su­prema aus­te­ri­dade numa caverna. († 1107)

8*.   Em Colle di Val d’Elsa, pró­ximo de Sena, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato Al­berto, pres­bí­tero, que deu ao povo um egrégio exemplo de virtude. († 1202)

9.   Em Mon­te­falco, na Úm­bria, também na Itália, Santa Clara da Cruz, virgem da Ordem das Ere­mitas de Santo Agos­tinho, que di­rigiu o mos­teiro da Santa Cruz, abra­sada no amor à Paixão de Cristo. († 1308). Ver página 39: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Clara_de_Montefalco

10.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os santos már­tires Tiago Kyuhei Gorobioye, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, e Mi­guel Kurobioye, que, no tempo do co­man­dante su­premo To­ku­gawa Ye­mitsu, foram con­de­nados à pena ca­pital e mor­reram por Cristo. († 1633)

11.   Em Saumur, perto de An­gers, na França, Santa Joana Delanoue, virgem, que, to­tal­mente con­fiada no au­xílio da di­vina pro­vi­dência, aco­lheu du­rante vá­rios anos na sua casa órfãs, an­ciãs, en­fermas e mu­lheres dis­so­lutas e, fi­nal­mente fundou com al­gumas com­pa­nheiras o Ins­ti­tuto das Irmãs de Santa Ana da Providência. († 1736)

12*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Natal Hi­lário Le Conte, mártir, que, sendo clé­rigo da ca­te­dral de Bourges como mestre-ca­pela, du­rante a vi­o­lenta per­se­guição re­li­giosa foi en­cer­rado na ga­lera, na qual, con­su­mido pela en­fer­mi­dade, morreu por Cristo. († 1794)

13*.   Em Cas­tel­fullit de la Roca, perto de Ge­rona, na Es­panha, o Beato Hen­rique Ca­na­dell Quintana, pres­bí­tero da Ordem dos Clé­rigos Re­grantes da Es­colas Pias e mártir, as­sas­si­nado em ódio à Igreja. († 1936)

14. São Jacinto, da Ordem de São Domingos. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1257, a volta para Deus de São Jacinto (também na Folhinha do Coração de Jesus, São Jacinto de Cracóvia). Depois de ter estudado em Cracóvia, tomou o hábito dos frades pregadores em Roma, do próprio São Domingos. Fundou a província dominicana da Polônia, e estendeu seu apostolado para a Rússia e a Prússia. (M).Lembrado dia 16 de agosto no VIDAS DOS SANTOS. Ver páginas 9-12: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacinto_de_Crac%C3%B3via

15. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano de 755m, São Carlomano. Filho mais velho de Carlos Martel, renunciou a todos os seus direitos em favor de seu irmão Pepino, o Breve, e retirou-se para a abadia beneditina de São Silvestre, sobre o Monte Sorato, não longe de Roma. Veio a morrer em um mosteiro em Vienne, no Dauphiné. (X). Ver páginas 26-27: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

16. Conforme o VIDAS DOS SANTOS, em Cartago, os santos mártires Liberato, abade, Bonifácio, diácono, Servo (também na Folhinha do Coração de Jesus) e Rústico, subdiáconos, Rogato, e Sétimo, monges, e Máximo, ainda menino, que, durante a perseguição dos vândalos, sob o rei Hunerico, tendo sofrido diversos e horríveis tormentos pela defesa da fé católica, e da unidade do batismo, foram pregados com pregos sôbre madeira, onde deviam ser queimados; mas o fogo, depois de aceso por diversas vêzes, sempre se apagava por virtude divina e o tirano mandou-os bater com remos, de modo que, tendo a cabeça esmagada, terminaram felizmente a carreira e conquistaram a coroa que Deus lhes tinha preparado. Ver página 31: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

17. Bem-Aventurada Emília Bicchieri. Ver páginas 21-25: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

18. Bem-Aventurado Francisco de Santa Maria e companheiros, mártires.  Ver páginas 28-29: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

19. Outros santos do dia 17 de agosto: págs. 21-32, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 17 de agosto, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/17_de_agosto

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 644-646:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

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Santas e Santos de 16 de agosto

NO BRASIL 16/08/2020: SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA

SO­LE­NI­DADE DA AS­SUNÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA (também na Folhinha do Coração de Jesus), Mãe de Deus e Nosso Se­nhor Jesus Cristo, que, ter­mi­nado o curso da sua vida ter­rena, foi ele­vada em corpo e alma à glória ce­leste. Esta ver­dade de fé re­ce­bida da tra­dição da Igreja foi so­le­ne­mente de­fi­nida pelo papa Pio XII. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, a solenidade do DORMITIO de Maria Santíssima foi celebrada no Oriente a partir do séc. VII, por decreto do imperador bizantino Maurício. Foi logo introduzida em Roma, pelo Papa oriental Sérgio I. Um século após, o termo “dormitio”, que significa “passagem para a outra vida”, deu lugar a “ASSUNÇÃO”. Em 1950 Pio XII promulgou uma definição dogmática declarando que Maria não precisou esperar, como as outras criaturas, o fim dos tempos, para obter também a ressurreição corpórea, colocando em evidência o caráter único de santificação pessoal da Mãe de Deus (R). Ver páginas 432-435: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Munificentissimus_Deus

– Ver: http://www.vatican.va/content/pius-xii/pt/apost_constitutions/documents/hf_p-xii_apc_19501101_munificentissimus-deus.html

– Ver PAPA PIO XII: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Pio_XII

OBSERVAÇÕES CONFORME O DIRETÓRIO DA DLITURGIA E DA ORGANIZAÇÃO DA IGREJA NO BRASIL:

  1. HÁ LUGARES EM QUE A CELEBRAÇÃO DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA É HOJE; EM OUTROS LUGARES É NO DOMINGO MAIS PRÓXIMO. Em 2020, neste caso, será dia 16 de agosto;
  2. O DIRETÓRIO DE LITURGIA DE 2020 DESTACA 30 TÍTULOS E PATROCÍNIO DE 15 DE AGOSTO

01.Belo Horizonte: Nossa Senhora da Boa Viagem: Titular da catedral e Padroeira municipal.

02.Campo Grande: Nossa Senhora da Abadia, Padroeira da Arquidiocese.

03.Fortaleza: Nossa Senhora da Assunção, Padroeira municipal.

04.Mariana: Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Arquidiocese.

05.Maringá: Nossa Senhora da Glória, Titular da catedral-basílica (menor), Padroeira da Arquidiocese e municipal.

06.São Paulo: Nossa Senhora da Assunção, Titular da catedral.

07.Sorocaba: Nossa Senhora da Ponte, Padrocira da Arquidiocese e municipal.

08.Vitória da Conquista: Nossa Senhora das Vitórias, Padroeira da Arquidiocese.

09.Alto Solimões:Nossa Senhora da Assunção, Padroeira diocesana.

10.Araçuaí: Nossa Senhora da Assunção, Padroeira diocesana.

11.Cruzeiro do Sul: Nossa Senhora da Glória, Titular da catedral.

12.Francisco Beltrão: Nossa Senhora da Assunção, Titular da concatedral.

13.Ilhéus: Nossa Senhora da Vitória, Padroeira diocesana secundária.

14.Jales: Nossa Senhora da Assunção, Titular da catedral.

15.Jundiaí: Nossa Senhora do Desterro, Titular da catedral, Padroeira diocesana e municipal.

16.Lages: Nossa Senhora dos Prazeres, Titular da catedral e Padroeira municipal.

17.Livramento de Nossa Senhora: Nossa Senhora da Assunção, Padroeira diocesana e municipal.

18.Lorena: Nossa Senhora da Glória, Titular da catedral.

19.Luz: Nossa Senhora da Assunção, Titular da catedral.

20.Nossa Senhora do Paraíso: Padroeira da Eparquia e Titular da catedral.

21.Oeiras: Nossa Senhora da Vitória, Titular da catedral.

22.Oliveira: Nossa Senhora da Oliveira, Titular da catedral e Padroeira municipal.

23.Paranavaí: Nossa Senhora Mãe da Igreja, Padroeira Diocesana e Titular da catedral.

24.Patos de Minas: Nossa Senhora da Glória, Padroeira diocesana secundária.

25.Petrolina: Nossa Senhora dos Anjos, Padroeira municipal.

26.Picos: Nossa Senhora dos Remédios, Padroeira diocesana e Titular da catedral.

27.Rubiataba: Nossa Senhora da Glória, Padroeira diocesana e Titular da catedral.

28.Tocantinópolis: Nossa Senhora da Consolação, Titular da catedral e Padroeira municipal.

29.Valença: Nossa Senhora da Glória, Titular da catedral.

30.São Félix: Nossa Senhora da Glória, Titular da catedral e Padroeira municipal.

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Assunção_de_Maria

– Ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_da_Assun%C3%A7%C3%A3o

– Ver outros Títulos de Maria na Wikipedia de 15 de agosto: Assunção de Maria

https://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_agosto

– Ver ainda “Dormição de Maria”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Dormi%C3%A7%C3%A3o_de_Maria

SANTAS E SANTOS DE 16 DE AGOSTO

Nossa Senhora do AmparoPADROEIRA-DIOCESANASOLENIDADE DE NOSSA SENHORA DO AMPARO. Conforme o DIRETÓRIO DA LIGURGIA DA CNBB de 2020, DIA 16, na cidade de Teresina – NOSSA SENHORA DO AMPARO, padroeira municipal. SOLENIDADE.

Na Catedral de Palm eira dos Índios, NOSSA SENHORA DO AMPARO, Titular. SOLENIDADE. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Solenidade de Nossa Senhora do Amparo, padroeira de Teresina e titular da Catedral de Palmeira dos Índios, Alagoas.

– Ver: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-nossa-senhora-do-amparo/36/102/

– Ver também: http://www.igreja-catolica.com/nossa-senhora/nossa-senhora-do-amparo.php

– Ver ainda: http://www.diocesedeamparo.org.br/index.php/2016/03/24/nossa-senhora-do-amparo-historia/

1. Santo Es­têvão (também na Folhinha do Coração de Jesus), rei da Hun­gria, que, re­nas­cido pelo Bap­tismo e tendo re­ce­bido do papa Sil­vestre II a coroa do reino, im­pul­si­onou a pro­pa­gação da fé cristã entre os Hún­garos, or­ga­nizou a Igreja no seu reino e dotou-a de bens e mos­teiros, foi justo e pa­cí­fico no go­verno dos seus súb­ditos, até que, em Alba Regia, hoje Sze­kes­fehérvar, no dia da As­sunção, a sua alma subiu ao Céu. (†1038). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1038, o nascimento no céu de Santo Estêvão, rei da Hungria. Batizado pelo beneditino Santo Adalberto e casado com a irmã do imperador Santo Henrique II, foi coroado “Rei Apostólico” no ano 1000 pelo primeiro Papa francês, Silvestre II, antigo monge de Aurillac. De seu reinado data a conversão da Hungria ao cristianismo. (R). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%AAv%C3%A3o_I_da_Hungria

2.   Co­me­mo­ração de Santo Ar­sácio (Santo Alsácio, também na Folhinha do Coração de Jesus), que, no tempo do im­pe­rador Li­cínio, pro­fessou a fé cristã e, dei­xando a vida mi­litar, se re­tirou para a so­lidão em Ni­co­média; fi­nal­mente, va­ti­ci­nando a imi­nente des­truição da ci­dade, en­quanto orava en­tregou o seu es­pí­rito a Deus. († c. 358).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Nicomédia, no séc. IV, Santo Ursácio, cristão persa, que após ter confessado a fé durante a perseguição romana, abraçou a vida solitária (M).

3.   Em Sion, no ter­ri­tório de Va­lais, na Hel­vécia, hoje na Suíça, São Te­o­doro, pri­meiro bispo desta ci­dade, que, se­guindo o exemplo de Santo Am­brósio, de­fendeu a fé ca­tó­lica contra os ari­anos e re­cebeu com honras so­lenes as re­lí­quias dos már­tires de Agauno. († s. IV)

4*.   Na Bre­tanha Menor, na ho­di­erna França, Santo Ar­ma­gilo, eremita. († s. VI)

5*.   No ter­ri­tório de Le Mans, na Gália, hoje também na França, São Fram­baldo, monge, que se­guiu ora a vida so­li­tária ora a vida cenobítica. († c. 650)

6*.   Na flo­resta de Rennes, na Bre­tanha Menor, também na França, o Beato Ro­dolfo de la Fustaie, pres­bí­tero, fun­dador do mos­teiro de São Sulpício. († 1129). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Bretanha, no ano de 1129, São Raul de la Fustaie. Discípulo do Bem-Aventurado Roberto de Arbrissel, aparece como um dos emergentes do movimento monástico do séc. XI. Fundou o mosteiro duplo de Saint-Sulpice-la Forêt. (X)

7*.   Em Su­biaco, no Lácio, re­gião da Itália, o Beato Lou­renço, cha­mado Lo­ri­gado, que, tendo ma­tado um homem aci­den­tal­mente, de­cidiu ex­piar a sua pena com ex­trema aus­te­ri­dade e pe­ni­tência, vi­vendo so­li­ta­ri­a­mente na ca­verna de um monte. († 1243)

8.   Na Lom­bardia, também na Itália, São Roque (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, nas­cido em Mont­pel­lier, no Lan­guedoc, re­gião da França, ad­quiriu fama de san­ti­dade com a sua pi­e­dosa pe­re­gri­nação através da Itália, cui­dando os afec­tados pela peste. († c. 1379). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. XIV, São Roque. Originário de Montpellier lá morreu depois de ter exercido seus carismas miraculosos, na época em que a peste negra assolava a Europa (M). Ver páginas 13-14: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Roque_de_Montpellier

9*.   Em Flo­rença, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato Ân­gelo Agos­tinho Mazzinghi, pres­bí­tero da Ordem dos Carmelitas. († 1438)

10♦.   Em Hagi, no Japão, o Beato Mel­chior Ku­magai Motonao, pai de fa­mília e mártir. († 1605)

11*.   Em Kioto, no Japão, o Beato João de Santa Marta, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores e mártir, que, en­quanto ia con­du­zido ao su­plício, pre­gava ao povo e can­tava o salmo “Lau­date Dó­minum, omnes gentes” (Louvai o Se­nhor, todas as nações). († 1618)

12*.   Em Ko­kura, também no Japão, os be­atos már­tires Simão Bo­kusai Kyota, ca­te­quista, e Ma­da­lena Bo­kusai Kyota, es­posos, Tomé Gen­goro e Maria, também es­posos, e Tiago seu filho, ainda cri­ança, que, por ordem do go­ver­nador Yet­sundo, foram todos cru­ci­fi­cados de ca­beça para baixo em ódio ao nome de Cristo. († 1620)

13*.   Num sór­dido barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato João Bap­tista Ménestrel, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, foi con­de­nado à ga­lera por causa do seu sa­cer­dócio e, in­fec­tado por chagas pu­tre­factas, con­sumou o seu martírio. († 1794)

14.   Em Fan­ji­azhuang, po­vo­ação pró­xima de Wu­jiao, no Hebei, pro­víncia da China, Santa Rosa Fan Hui, virgem e mártir, que, na per­se­guição de­sen­ca­deada pelos se­quazes da seita dos “Yihe­tuan”, es­pan­cada e cheia de fe­ridas, foi lan­çada ao rio ainda com vida. († 1900)

15*.   Em Bar­ce­lona, na Es­panha, a Beata Petra de São José (Ana Jo­sefa Pérez Flo­rido), virgem, que se de­dicou di­li­gen­te­mente à as­sis­tência dos an­ciãos aban­do­nados e fundou a Con­gre­gação das Irmãs Mães dos Desamparados. († 1906)

16*.   Em Dénia, na pro­víncia de Ali­cante, também na Es­panha, o Beato Plá­cido Garcia Gilaber, re­li­gioso da Ordem dos Frades Me­nores e mártir, que con­sumou egre­gi­a­mente o seu com­bate por Cristo. († 1936)

17*.   Em Be­ni­cassim, lo­ca­li­dade pró­xima de Cas­tellón, também na Es­panha, o Beato Hen­rique Garcia Beltran, diá­cono da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos e mártir, que pelo mar­tírio se tornou par­ti­ci­pante na vi­tória de Cristo. († 1936)

18*.   Em Pi­cas­sent, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Va­lência, também na Es­panha, o Beato Ga­briel María de Benifayó (José Maria San­chis Mompó), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ter­ciá­rios Ca­pu­chi­nhos de Nossa Se­nhora das Dores, que, opri­mido pela vi­o­lência dos ini­migos da Igreja, foi ao en­contro do Senhor. († 1936)

19♦.   Em Po­zo­blanco, perto de Cór­dova, também na Es­panha, o Beato An­tónio Ro­drí­guez Blanco, pres­bí­tero da di­o­cese de Cór­dova e mártir, que pa­deceu o mar­tírio na mesma per­se­guição contra a fé. († 1936)

20♦.   Em Fu­ente el Fresno, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Ciudad Real, também na Es­panha, os be­atos már­tires Vítor Chu­millas Fernández, pres­bí­tero, e de­za­nove companheiros da Ordem dos Frades Me­nores, que, du­rante a vi­o­lenta per­se­guição contra a Igreja, em ódio à re­li­gião foram con­du­zidos à glória celeste. São estes os seus nomes: Mar­tinho Lo­zano Tello, Ju­lião Navio Co­lado, Do­mingos Alonso de Frutos, Be­nigno Prieto del Pozo, Ân­gelo Her­nández-Ra­nera de Diego, pres­bí­teros; Vi­cente Ma­jadas Má­laga, Va­lentim Díez Serna, Tiago Maté Cal­zada, Sa­tur­nino Rio Rojo, Rai­mundo Te­jado Li­brado, Mar­ce­lino Ove­jero Gómez, José de Vega Pe­draza, José Ál­varez Ro­drí­guez, Fre­de­rico Her­rera Ber­mejo, Félix Ma­roto Mo­reno, An­tónio Ro­drigo Antón, André Ma­jadas Má­laga, Anas­tásio Gon­zález Ro­drí­guez, Afonso Sán­chez Her­nández-Ra­nera, religiosos. († 1936)

21. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, São Diomedes, médico. No começo do séc. IV, martirizado em Nicéia e venerado em Constantinopla (M). Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Diomedes_de_Tarso

22. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 401, a volta para Deus do Bem-Aventurado Simpliciano, que soube conservar para a Sé Episcopal de Milão o mesmo prestígio que lhe fora dado por seu predecessor Santo Ambrósio (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Simpliciano_de_Mil%C3%A3o

23. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 532, Santo Armel. Originário das Ilhas Britânicas, foi viver como eremita no lugar que mais tarde tomou o seu nome Ploërmel. (M).

24. São Jacinto, da Ordem de São Domingos. Conforme o Martirológio Romano-Monástico de 17 de agosto, no ano da graça de 1257, a volta para Deus de São Jacinto (também na Folhinha do Coração de Jesus). Depois de ter estudado em Cracóvia, tomou o hábito dos frades pregadores em Roma, do próprio São Domingos. Fundou a província dominicana da Polônia, e estendeu seu apostolado para a Rússia e a Prússia. (M).Ver páginas 9-12: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf  

25. Imagem de Edessa: De acordo com a lenda cristã, a Imagem de Edessa é um sudário, tal como o Sudário de Turim, transformado numa relíquia sagrada, na forma de um retângulo de tecido, sobre o qual uma imagem milagrosa do rosto de Jesus está impresso – o primeiro ícone (“imagem”)[a]. É também uma das imagens classificadas como acheiropoieta (“não feitas pelas mãos”)[1].” Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem_de_Edessa

26. Outros santos do dia 16 de agosto: págs. 9-20, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 16 de agosto, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/16_de_agosto

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 641-644:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

Santas e Santos de 15 de agosto

SO­LE­NI­DADE DA AS­SUNÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA (também na Folhinha do Coração de Jesus), Mãe de Deus e Nosso Se­nhor Jesus Cristo, que, ter­mi­nado o curso da sua vida ter­rena, foi ele­vada em corpo e alma à glória ce­leste. Esta ver­dade de fé re­ce­bida da tra­dição da Igreja foi so­le­ne­mente de­fi­nida pelo papa Pio XII. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, a solenidade do DORMITIO de Maria Santíssima foi celebrada no Oriente a partir do séc. VII, por decreto do imperador bizantino Maurício. Foi logo introduzida em Roma, pelo Papa oriental Sérgio I. Um século após, o termo “dormitio”, que significa “passagem para a outra vida”, deu lugar a “ASSUNÇÃO”. Em 1950 Pio XII promulgou uma definição dogmática declarando que Maria não precisou esperar, como as outras criaturas, o fim dos tempos, para obter também a ressurreição corpórea, colocando em evidência o caráter único de santificação pessoal da Mãe de Deus (R). Ver páginas 432-435: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Munificentissimus_Deus

– Ver: http://www.vatican.va/content/pius-xii/pt/apost_constitutions/documents/hf_p-xii_apc_19501101_munificentissimus-deus.html

– Ver PAPA PIO XII: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Pio_XII

OBSERVAÇÕES CONFORME O DIRETÓRIO DA DLITURGIA E DA ORGANIZAÇÃO DA IGREJA NO BRASIL:

  1. HÁ LUGARES EM QUE A CELEBRAÇÃO DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA É HOJE; EM OUTROS LUGARES É NO DOMINGO MAIS PRÓXIMO. Em 2020, neste caso, será dia 16 de agosto;
  2. O DIRETÓRIO DE LITURGIA DE 2020 DESTACA 30 TÍTULOS E PATROCÍNIO DE 15 DE AGOSTO

01.Belo Horizonte: Nossa Senhora da Boa Viagem: Titular da catedral e Padroeira municipal.

02.Campo Grande: Nossa Senhora da Abadia, Padroeira da Arquidiocese.

03.Fortaleza: Nossa Senhora da Assunção, Padroeira municipal.

04.Mariana: Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Arquidiocese.

05.Maringá: Nossa Senhora da Glória, Titular da catedral-basílica (menor), Padroeira da Arquidiocese e municipal.

06.São Paulo: Nossa Senhora da Assunção, Titular da catedral.

07.Sorocaba: Nossa Senhora da Ponte, Padrocira da Arquidiocese e municipal.

08.Vitória da Conquista: Nossa Senhora das Vitórias, Padroeira da Arquidiocese.

09.Alto Solimões:Nossa Senhora da Assunção, Padroeira diocesana.

10.Araçuaí: Nossa Senhora da Assunção, Padroeira diocesana.

11.Cruzeiro do Sul: Nossa Senhora da Glória, Titular da catedral.

12.Francisco Beltrão: Nossa Senhora da Assunção, Titular da concatedral.

13.Ilhéus: Nossa Senhora da Vitória, Padroeira diocesana secundária.

14.Jales: Nossa Senhora da Assunção, Titular da catedral.

15.Jundiaí: Nossa Senhora do Desterro, Titular da catedral, Padroeira diocesana e municipal.

16.Lages: Nossa Senhora dos Prazeres, Titular da catedral e Padroeira municipal.

17.Livramento de Nossa Senhora: Nossa Senhora da Assunção, Padroeira diocesana e municipal.

18.Lorena: Nossa Senhora da Glória, Titular da catedral.

19.Luz: Nossa Senhora da Assunção, Titular da catedral.

20.Nossa Senhora do Paraíso: Padroeira da Eparquia e Titular da catedral.

21.Oeiras: Nossa Senhora da Vitória, Titular da catedral.

22.Oliveira: Nossa Senhora da Oliveira, Titular da catedral e Padroeira municipal.

23.Paranavaí: Nossa Senhora Mãe da Igreja, Padroeira Diocesana e Titular da catedral.

24.Patos de Minas: Nossa Senhora da Glória, Padroeira diocesana secundária.

25.Petrolina: Nossa Senhora dos Anjos, Padroeira municipal.

26.Picos: Nossa Senhora dos Remédios, Padroeira diocesana e Titular da catedral.

27.Rubiataba: Nossa Senhora da Glória, Padroeira diocesana e Titular da catedral.

28.Tocantinópolis: Nossa Senhora da Consolação, Titular da catedral e Padroeira municipal.

29.Valença: Nossa Senhora da Glória, Titular da catedral.

30.São Félix: Nossa Senhora da Glória, Titular da catedral e Padroeira municipal.

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Assunção_de_Maria

– Ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_da_Assun%C3%A7%C3%A3o

– Ver outros Títulos de Maria na Wikipedia de 15 de agosto: Assunção de Maria

https://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_agosto

– Ver ainda “Dormição de Maria”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Dormi%C3%A7%C3%A3o_de_Maria

2. Em Roma, no ce­mi­tério de Ca­listo, junto à Via Ápia, a co­me­mo­ração de São Tar­císio (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir, que, ao de­fender a San­tís­sima Eu­ca­ristia de Cristo que uma mul­tidão fu­riosa de gen­tios pre­ten­diam pro­fanar, pre­feriu ser ape­dre­jado até à morte, em vez de en­tregar aos cães as sa­gradas espécies. († c. 257). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. III, São Tarcísio, jovem cristão romano, assassinado por ter-se recusado a permitir a profanação do Corpo Eucarístico de Cristo, que trazia consigo (conforme inscrição damasiana). (M). Ver página 437: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tarc%C3%ADsio

3.   Em Ni­co­média, na Bi­tínia, hoje Izmit, na Tur­quia, os santos Es­tratão, Fi­lipe e Eu­ti­quiano, mártires. († data inc.)

4.   Em Milão, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Sim­pli­ciano, bispo, que Santo Am­brósio de­signou como seu su­cessor e Santo Agos­tinho ce­le­brou com grandes elogios. († 401)

5.   Co­me­mo­ração de Santo Alípio (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo de Ta­gaste, na Nu­mídia, ac­tu­al­mente na Ar­gélia, que foi dis­cí­pulo de Santo Agos­tinho, de­pois seu com­pa­nheiro na con­versão, co­la­bo­rador no mi­nis­tério pas­toral, as­so­ciado na luta contra os he­reges e, fi­nal­mente, par­ti­ci­pante da mesma glória celeste. († c. 430). Conforme o Martirológio Romano Monástico, perto de 430, Santo Alípio. Bérbere da África do Norte, amigo íntimo de Santo Agostinho, que o havia seguido na conversão, foi sagrado bispo na Igreja de Tagaste. (M) Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Al%C3%ADpio_de_Tagaste

6*.   Em Hil­desheim, na Sa­xónia, re­gião da Ale­manha, Santo Al­fredo, bispo, que cons­truiu a igreja ca­te­dral e fa­vo­receu a fun­dação de vá­rios mosteiros. († 874)

7*.   Em Alba Regia, na Pa­nónia, hoje Sze­kes­fehervar, na Hun­gria, Santo Es­têvão, rei da Hun­gria, cuja me­mória se ce­lebra amanhã. († 1038)

8.   Em Cra­cóvia, na Po­lónia, São Ja­cinto, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, que foi de­sig­nado por São Do­mingos para pro­pagar a Ordem nesta nação e, com o Beato Ceslau e Hen­rique Ger­mâ­nico, pregou o Evan­gelho nos ter­ri­tó­rios da Boémia e da Silésia. († 1257)

9*.   Em Sa­vi­gliano, no Pi­e­monte, re­gião da Itália, o Beato Aimão Ta­pa­rélli, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, in­can­sável de­fensor da verdade. († 1495)

10*.   Em Pal­lanza, pró­ximo de No­vara, também na Itália, a Beata Ju­liana de Busto Arsízio, virgem da Ordem de Santo Agos­tinho, in­signe pela sua in­ven­cível for­ta­leza de ânimo, ad­mi­rável pa­ci­ência e as­sídua con­tem­plação das re­a­li­dades celestes. († 1501)

11.   Em Roma, Santo Es­ta­nislau Kostka (na Folhinha do Coração de Jesus, em 13 de novembro), na­tural da Po­lónia, que, mo­vido pelo de­sejo de en­trar na Com­pa­nhia de Jesus, fugiu da casa pa­terna e em­pre­endeu a ca­mi­nhada a pé para Roma, onde, ad­mi­tido no no­vi­ciado por São Fran­cisco de Borja, viveu pouco tempo, re­a­li­zando ser­viços hu­mildes, e morreu com au­réola de santidade. († 1568). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1586, Santo Estanislau Kostka. Jovem príncipe polonês, de caráter fino e decidido, estudou em Viena e entrou, aos dezesseis anos de idade, no noviciado dos jesuítas em Roma, sob recomendação de São Pedro Canísio, mas colocou sua vida nas mãos de Deus dez meses depois (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Estanislau_Kostka

 – Ver também: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2018-08/papa-francisco-mensagem-polonia-santo-estanislau-kostka.html

12*.   Na ci­dade de Wendo, pró­ximo de Bu­sira, na ac­tual Re­pú­blica De­mo­crá­tica do Congo, o Beato Isi­doro Ba­kanja, mártir, que, ini­ciado na fé cristã ainda jovem, a cul­tivou com di­li­gência e dela deu va­lo­roso tes­te­munho no seu tra­balho; por isso, em ódio à re­li­gião cristã, foi ator­men­tado com con­tí­nuas fla­ge­la­ções pelo di­rector da com­pa­nhia co­lo­nial onde tra­ba­lhava e, poucos meses de­pois, per­do­ando ao seu per­se­guidor, en­tregou o es­pí­rito a Deus. († 1909)

13.   Em Chal­chihuites, na re­gião de Du­rango, no Mé­xico, os santos már­tires Luís Batis Sáinz, pres­bí­tero, Ma­nuel Mo­rales, pai de fa­mília, Sal­vador Lara Pu­ente e David Roldán Lara, que, na per­se­guição me­xi­cana, foram mortos em ódio ao nome cristão. († 1926)

14*.   Em Bar­bastro, pró­ximo de Hu­esca, no ter­ri­tório de Aragão, na Es­panha, os be­atos Luís Mas­ferrer Vila, pres­bí­tero, e de­za­nove com­pa­nheiros[1], már­tires, re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Mis­si­o­ná­rios Fi­lhos do Ima­cu­lado Co­ração de Maria, que, du­rante a vi­o­lenta per­se­guição contra a Igreja, pu­seram nas mãos de Cristo a sua vida e foram juntar-se, na glória do Se­nhor, aos seus ir­mãos da Ordem as­sas­si­nados no dia an­te­rior e no mesmo lugar. São estes os seus nomes: José Maria Blasco Juan, Afonso Sor­ribes Tei­xidó, acó­litos; José Maria Badía Mateu, José Fi­gueiro Bel­trán, Edu­ardo Ri­poll Diego, Fran­cisco Maria Roura Farró, Agos­tinho Viela Ez­cúrdia, lei­tores; José Maria Amorós Her­nández, João Bai­xeras Be­ren­guer, Ra­fael Briega Mo­rales, Luís Es­calé Bi­nefa, Rai­mundo Illa Salvía, Luís Lladó Tei­xidó, Mi­guel Masip Gon­zález, Faus­tino Pérez Garcia, Se­bas­tião Riera Co­ro­mina, José Maria Ros Flo­rensa, Fran­cisco Castan Mes­se­guer e Ma­nuel Mar­tínez Ja­rauta, religiosos. († 1936)

15*.   Em Al­ma­zora, lo­ca­li­dade pró­xima de Cas­tellón, no li­toral da Es­panha, o Beato José Maria Peris Polo, pres­bí­tero da So­ci­e­dade dos Sa­cer­dotes Ope­rá­rios Di­o­ce­sanos e mártir, que, na mesma per­se­guição, morto no ce­mi­tério, al­cançou a palma do martírio. († 1936)

16*.   Em Ma­drid, também na Es­panha, a Beata Maria do Sa­crário de São Luís Gonzaga (El­vira Mo­ragas Can­ta­rero), virgem da Ordem das Car­me­litas Des­calças e mártir na mesma perseguição. († 1936)

17*.   Também em Ma­drid, o Beato Do­mingos Maria de Al­bo­raya (Agos­tinho Hur­tado Soler), pres­bí­tero da Con­gre­gação dos Ter­ciá­rios Ca­pu­chi­nhos de Nossa Se­nhora das Dores, que, na mesma per­se­guição, por dar tes­te­munho de Cristo, re­cebeu a coroa do martírio. († 1936)

18*.   Em Mo­tril, lo­ca­li­dade pró­xima de Gra­nada, no li­toral da Es­panha, o Beato Vi­cente Soler, pres­bí­tero da Ordem dos Agos­ti­nhos Re­co­letos e mártir, que, na mesma per­se­guição, com de­zoito com­pa­nheiros de ca­ti­veiro por ele pi­e­do­sa­mente pre­pa­rados para a morte, foi con­de­nado à pena ca­pital e, fu­zi­lado junto aos muros do ce­mi­tério, al­cançou a glória do triunfo em Cristo. († 1936)

19*.   Em Palma de Gandia, lo­ca­li­dade da re­gião de Va­lência, também na Es­panha, o Beato Car­melo Sastre Sastre, pres­bí­tero e mártir, que, na mesma per­se­guição, se­guindo os passos de Cristo, com o au­xílio da graça al­cançou o reino da vida eterna. († 1936)

20*.   Em Tár­rega, po­vo­ação pró­xima de Bar­ce­lona, também na Es­panha, o Beato Jaime Bonet Nadal, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir, que, na mesma per­se­guição, como fiel dis­cí­pulo, me­receu a sal­vação no sangue de Cristo. († 1936)

21♦.   Em Ma­drid, também na Es­panha, o Beato José San­toja Pinsach, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir, que na mesma per­se­guição re­li­giosa en­tregou a sua alma a Deus. († 1936)

22♦.   Em Má­laga, também na Es­panha, os be­atos már­tires Ma­nuel For­migo Giráldez, pres­bí­tero da Ordem de Santo Agos­tinho, e Fran­cisco Mí­guez Fernández, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana, que, du­rante a mesma per­se­guição, al­can­çaram a palma da vi­tória no com­bate pela fé. († 1936)

23♦.   Em Caldas de Oviedo, nas As­tú­rias, também na Es­panha, o Beato Se­ve­riano Montes Fernández, pres­bí­tero da Ordem de Santo Agos­tinho e mártir, que, con­de­nado na mesma per­se­guição re­li­giosa, en­frentou a morte por Cristo com ânimo se­reno e grande fortaleza. († 1936)

24*.   Em Pádua, na Itália, o Beato Cláudio (Ri­cardo Gran­zotto), re­li­gioso da Ordem dos Frades Me­nores, que soube aliar o exer­cício da pro­fissão re­li­giosa com a arte da es­cul­tura e em poucos anos con­se­guiu a vida per­feita na imi­tação de Cristo. († 1947)

25. Santo Arduíno, sacerdote. Ver página 436: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf  

26. Santo Arnulfo, na Folhinha do Coração de Jesus.

27. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1087, retorno para Deus de Santo Arnoldo, bispo de Soissons, zeloso empreendedor da reforma gregoriana. Terminou seus dias na abadia de Oudenbourg, perto de Bruges, que havia fundado depois de ter conseguido a pacificação de Flandres (X).

28. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1145 o Bem-Aventurado Ruperto, abade beneditino, que deu um novo impulso à abadia de Ottobeuren, na Baviera (X).

29. São Basílio, o louco por Cristo (Igreja Ortodoxa): https://pt.wikipedia.org/wiki/Bas%C3%ADlio,_o_Louco_por_Cristo

30. 15 de agosto na IGREJA ORTODOXA: https://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_agosto_na_Igreja_Ortodoxa

31. Outros santos do dia 15 de agosto, páginas: págs. 432-437, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 15 de agosto, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_agosto

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 637-641:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

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Santas e Santos de 14 de agosto

Me­mória de São Ma­xi­mi­liano Maria Kolbe (Rai­mundo), pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores Con­ven­tuais e mártir, fun­dador da Mi­lícia de Maria Ima­cu­lada, que, de­por­tado para di­versos lu­gares de ca­ti­veiro e en­cer­rado fi­nal­mente no campo de con­cen­tração de Aus­chwitz, pró­ximo de Cra­cóvia, na Po­lónia, se ofe­receu aos al­gozes para subs­ti­tuir um com­pa­nheiro de prisão con­de­nado à morte, trans­for­mando o seu mi­nis­tério num ho­lo­causto de ca­ri­dade e exemplo de fi­de­li­dade a Deus e aos homens. († 1941). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no campo de extermínio de Auschwitz, em 1941, São Maximiliano Maria Colbe (também na folhinha do Coração de Jesus), frade menor conventual polonês que se ofereceu para substituir um prisioneiro, pai de família, condenado à morte. Foi assassinado com uma injeção de veneno na véspera da Assunção da Virgem Imaculada (X). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maximiliano_Maria_Kolbe

2.   No Hi­lí­rico, na ho­di­erna Croácia, Santo Ur­si­cino, mártir. († s. IV)

3.   Em Apa­meia, na Síria, São Mar­celo, bispo e mártir, que foi morto pelos pa­gãos, en­fu­re­cidos por ele ter des­truído um templo de­di­cado a Júpiter. († c. 390). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, em Apaméia, na Síria, perto de 390, São Marcelo, bispo, martirizado por ter desejado fazer reconhecer a soberania de Cristo derrubando o templo de Júpiter. (M)

4.   Em Roma, Santo Eu­sébio, que edi­ficou a igreja do seu tí­tulo no monte Es­qui­lino. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no séc. IV, o Bem-Aventurado Eusébio, que fundou uma igreja no Esquilino, mais tarde a ele dedicada. Desde então, os fiéis, reconhecidos, nela celebram a cada ano o aniversário de sua morte (M). († s. IV-V). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Eus%C3%A9bio_de_Roma

5.   Em Ross, na Ir­landa, São Fa­ca­nano, bispo e abade, que ali cons­truiu um mos­teiro, cé­lebre pelo en­sino de ci­ên­cias sa­gradas e humanas. († s. VI)

6.   Em Ou­den­burg, na Flan­dres, ac­tu­al­mente na Bél­gica, o pas­sa­mento de Santo Ar­nolfo, bispo de Sois­sons, que deixou a vida mi­litar para abraçar a vida mo­nás­tica e, eleito bispo, tra­ba­lhou ar­du­a­mente pela paz e con­córdia, e morreu fi­nal­mente no mos­teiro por ele fundado. († 1087)

7*.   Pró­ximo de Mon­te­ba­róccio, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, re­gião da Itália, o Beato Santo de Ur­bino Brancorsíni, irmão leigo da Ordem dos Menores. († 1390). Ver página 429-430: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

8*.   Em Otranto, na Apúlia, re­gião da Itália, cerca de oi­to­centos santos már­tires, que, cons­tran­gidos a re­negar a fé du­rante uma in­cursão dos sol­dados oto­manos, mas exor­tados por Santo An­tónio Primaldo, idoso te­celão, a per­se­verar na fé de Cristo, foram de­ca­pi­tados e re­ce­beram a coroa do martírio. († 1480). No VIDAS DOS SANTOS, o Bem-Aventurado Primaldi, com oitocentos outros mártires, em Otranto. Ver páginas 422-427: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rtires_de_Otranto

9.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os santos már­tires Do­mingos Ibáñes de Erquícia, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, e Fran­cisco Shoyemon, no­viço da mesma Ordem, ca­te­quista, que, em ódio ao nome cristão, foram mortos pelo co­man­dante su­premo To­ku­gawa Yemítsu. († 1633)

10*.   Em Co­riano, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, a Beata Isabel Rénzi, virgem, fun­da­dora da Con­gre­gação das Pi­e­dosas Mes­tras de Nossa Se­nhora das Dores, que de­dicou toda a sua energia para que as jo­vens po­bres ti­vessem uma for­mação hu­mana e ca­tequé­tica nas escolas. († 1859)

11*.   Em Pi­cas­sent, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Va­lência, na Es­panha, o Beato Vi­cente Ru­biols Castelló, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a fé, deu tes­te­munho de Cristo com o martírio. († 1936)

12*.   Em El Saler, junto da ci­dade de Va­lência, na Es­panha, o Beato Félix Yuste Cava, pres­bí­tero e mártir, que, em vir­tude da sua in­tré­pida fi­de­li­dade, re­cebeu do Se­nhor a re­com­pensa eterna. († 1936)

13♦.   Perto de Bar­ce­lona, também na Es­panha, a Beata Maria do Pa­tro­cínio de São José (Maria de Puig­gra­ciós Jo­sefa Fran­cisca Badia Fla­quer), virgem da Ordem das Car­me­litas e mártir, que, na mesma per­se­guição, me­receu en­trar no ban­quete ce­leste. († 1936)

14. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de Nimega, na Holanda, São Verenfrido, monge inglês, que evangelizou os Países-Baixos juntamente com São Vilibrordo (M).

15. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. X, o Bem-aventurado Everardo (Santo Eberaldo, também na folhinha do Coração de Jesus), sacerdote da diocese de Estrasburgo, que se juntou ao bem-aventurado Beno de Metz em Einsiedeln, hoje abadia beneditina e célebre lugar de peregrinação mariana na Suíça. (X)

16. Santa Atanásia, também na folhinha do Coração de Jesus.

17. Bem-Aventurado Alberto Pandoni, bispo. Ver pág. 428: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

18. Outros santos do dia 14 de agosto, páginas: págs. 422-431, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 14 de agosto, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_agosto

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 635-637:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

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Santas e Santos de 13 de agosto

SANTA DULCE DOS POBRES: dia 13 de agosto (também na Folhinha do Coração de Jesus). No Diretório Litúrgico 2019, BEM-AVENTURADA DULCE LOPES PONTES, 13 de agosto, religiosa, beatificada em 22/05/2011 e será canonizada em 13/10/2019. Ver “A data litúrgica para ela será o dia 13 de agosto.”: https://www.opovo.com.br/noticias/brasil/2019/07/01/igreja-proclamara-a-santa-dulce-dos-pobres.html

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3_Dulce e ver ainda: https://www.google.com/search?q=Santa+Dulce+dos+pobres&oq=Santa+Dulce+dos+pobres&aqs=chrome..69i57j0l4.3806j0j8&sourceid=chrome&ie=UTF-8

– Na Baía, ci­dade do Brasil, a Beata Dulce Lopes Pontes (Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes), virgem da Con­gre­gação das Irmãs Mis­si­o­ná­rias da Ima­cu­lada Con­ceição da Mãe de Deus, que de­dicou to­tal­mente mais de cin­quenta anos da sua vida ao ser­viço do pró­ximo, es­pe­ci­al­mente aos mais ca­ren­ci­ados e ao ope­ra­riado, fun­dando em seu favor vá­rias obras, entre as quais, o Hos­pital Santo An­tónio, o Centro Edu­ca­tivo Santo An­tónio, a União Ope­rária São Fran­cisco, o Centro Ope­rário da Baía. († 1992)

Conforme o Martirológio Romano de 13 de março, na Baía, ci­dade do Brasil, a Beata Dulce Lopes Pontes (Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes), virgem da Con­gre­gação das Irmãs Mis­si­o­ná­rias da Ima­cu­lada Con­ceição da Mãe de Deus, que de­dicou to­tal­mente mais de cin­quenta anos da sua vida ao ser­viço do pró­ximo, es­pe­ci­al­mente aos mais ca­ren­ci­ados e ao ope­ra­riado, fun­dando em seu favor vá­rias obras, entre as quais, o Hos­pital Santo An­tónio, o Centro Edu­ca­tivo Santo An­tónio, a União Ope­rária São Fran­cisco, o Centro Ope­rário da Baía. († 1992)

 – Mais sobre a Beata Irmã Dulce:

a. “…No dia 22 de maio de 2011, Irmã Dulce foi beatificada em Salvador, e passou a ser reconhecida como “Bem-Aventurada Dulce dos Pobres”. A Solene Eucaristia de Beatificação foi presidida pelo enviado especial do Papa Bento XVI, Dom Geraldo Majella Agnelo, arcebispo emérito de Salvador. Mesma ocasião em que o dia 13 de agosto se tornou, oficialmente, a data da celebração de sua festa litúrgica, que é comemorada em Salvador, e em pelo menos 28 igrejas e capelas de outros estados.Contudo, sua festa litúrgica é celebrada em 13 de março nessa denominação (wikipedia)…”.  Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3_Dulce

b.O dia 13 de agosto foi instituído pelo Vaticano como a data de celebração da festa litúrgica de Irmã Dulce. Desde a beatificação da religiosa, em 2011, a data foi escolhida porque foi nesse mesmo dia, em 1933, na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus (em Sergipe), que Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, aos 19 anos de idade, recebia o hábito e adotava, em homenagem à sua mãe, o nome de Irmã Dulce.”. Ver: https://www.camilianos.org.br/interatividade/noticias/noticias-da-igreja/homenagens-a-irma-dulce-marcam-o-mes-de-agosto/arcanjo

– Ver “Com Irmã Dulce, Brasil tem 37 santos e 51 beatos; conheça alguns deles”: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/10/com-irma-dulce-brasil-tera-37-santos-e-51-beatos-conheca-alguns-deles.shtml?origin=folha

– Ver “Nesta quinta-feira, 13, comemora-se o Dia Litúrgico da Santa Dulce dos Pobres, um ano após a canonização de Irmã Dulce. Por conta da pandemia do novo coronavírus, a programação festiva conta com diversos eventos que vão acontecer de forma online, tanto no YouTube quanto no Instagram das Obras Sociais Irmãs Dulce (Osid).”: http://atarde.uol.com.br/bahia/salvador/noticias/2135537-comemoracoes-de-santa-dulce-acontecem-de-forma-online-nesta-quinta

OUTROS SANTOS DE 13 DE AGOSTO

Santos már­tires Pon­ciano (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, e Hi­pó­lito (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, que foram de­por­tados jun­ta­mente para a Sar­denha, onde cum­priram a mesma pena da con­de­nação e, ao que pa­rece, ao mesmo tempo al­can­çaram a mesma coroa de glória. Os seus corpos foram se­pul­tados em Roma: Pon­ciano no ce­mi­tério da Via Ti­bur­tina, Hi­pó­lito no ce­mi­tério de Calisto. († c. 236). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. III, os Santos Ponciano, Papa, e Hipólito, sacerdote. Inicialmente mantendo posições opostas em uma grave contestação cismática, foram condenados juntos aos campos de extermínio da Sardenha por terem ensinado o Evangelho. Morreram, então, reconciliados em um mesmo testemunho de fé e caridade. O Papa Fabiano trouxe os dois corpos de volta a Roma e fez a celebração de seus funerais no mesmo dia, 13 de agosto de 236. É atribuída a Santo Hipólito uma das mais antigas metáforas eucarísticas conhecidas, ainda hoje utilizada no rito etíope e restaurada na liturgia romana (R). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3lito_de_Roma   

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3lito_de_Roma

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Ponciano

2.   Em Ímola, na Fla­mínia, hoje na Emília Ro­manha, re­gião da Itália, São Cas­siano, mártir, que, por ter re­cu­sado sa­cri­ficar aos ídolos, foi con­de­nado e en­tregue às cri­anças de quem tinha sido pro­fessor, para que o tor­tu­rassem com os es­ti­letes usados para es­crever, tor­nando a pena do mar­tírio tanto mais do­lo­rosa quanto menos pe­sada era a mão que o feria. († c. 300). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cassiano_de_%C3%8Dmola

3.   Em Lião, na Gália, ac­tu­al­mente na França, Santo An­tíoco, bispo, que, ainda na si­tu­ação de pres­bí­tero, fez uma longa vi­agem para vi­sitar o seu an­tigo bispo São Justo, que então vivia num ermo do Egipto. († c. 500)

4.   Em Poi­tiers, na Aqui­tânia, também na ac­tual França, Santa Ra­de­gunda, rainha dos Francos, que, vi­vendo ainda Clo­tário, seu es­poso, re­cebeu o sa­grado véu e en­trou no mos­teiro da Santa Cruz de Poi­tiers, que ela pró­pria tinha feito cons­truir, sob a Regra de São Ce­sário de Arles. († 587). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 587, o nascimento para o céu de Santa Radegunda. Princesa da Turíngia, foi imposta como esposa a Clotário I, rei dos francos. Por sua alma nobre, exerceu uma influência benfazeja na corte. Após ter fundado um mosteiro em Poitiers, para lá se retirou, e obteve do imperador bizantino Justino II um fragmento da Santa Cruz (S). Ver páginas 410-415: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Radegunda

5.   Em Ske­máris, na re­gião de La­zika, si­tuada na cor­di­lheira do Cáu­caso, o pas­sa­mento de São Má­ximo Con­fessor (também na Folhinha do Coração de Jesus), abade de Cri­só­polis, perto de Cons­tan­ti­nopla, in­signe pela sua dou­trina e zelo pela ver­dade ca­tó­lica, que, por ter en­fren­tado co­ra­jo­sa­mente a he­resia dos mo­no­te­listas, foi con­de­nado pelo im­pe­rador he­ré­tico Cons­tante à mu­ti­lação da sua mão di­reita e, jun­ta­mente com dois dos seus dis­cí­pulos, Anas­tásio o Monge e Anas­tásio Apo­cri­sário, de­pois de su­portar um atroz ca­ti­veiro e muitas se­ví­cias, foi des­ter­rado para o ter­ri­tório da La­zika, onde en­tregou o es­pí­rito a Deus. († 662). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Sennhor de 662, São Máximo, secretário do imperador bizantino, e depois monge. Foi cognominado “o Confessor” porque confessou a fé da Igreja na dupla vontade – divina e humana – do Verbo Encarnado, e sofreu, por este motivo, a amputação da sua mão direita. Ele mostrou a importância deste princípio cristológico na vida teologal do cristão, chamado a unir sua vontade à de Deus. (M). Ver páginas 395-407: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1ximo,_o_Confessor

6.   Em Fritzlar, no ter­ri­tório do Hesse, na Aus­trásia, hoje na Ale­manha, São Vig­berto, pres­bí­tero e abade, a quem São Bo­ni­fácio con­fiou o cui­dado do mos­teiro deste lugar. († c. 739)

7*.   No mos­teiro de Al­ten­berg, no ter­ri­tório de Wetzlar, também na Ale­manha, a Beata Ger­trudes, aba­dessa da Ordem Pre­mons­tra­tense, que, ainda cri­ança, foi ofe­re­cida a Deus neste lugar por sua mãe, Santa Isabel, rainha da Hungria. († 1297)

8*.   Em Kil­mal­lock, na Ir­landa, os be­atos Pa­trício O’Healy, bispo de Mayo, e Cono O’Rourke, pres­bí­tero, ambos da Ordem dos Frades Me­nores, que, no rei­nado de Isabel I, por causa do seu sa­cer­dócio de­cla­rado aber­ta­mente, foram con­de­nados à morte e exe­cu­tados no patíbulo. († 1579)

9*.   Em Warwick, na In­gla­terra, o Beato Gui­lherme Freeman, pres­bí­tero e mártir, que, também con­de­nado à morte no mesmo rei­nado de Isabel I apenas por ser sa­cer­dote ca­tó­lico, di­ante do pa­tí­bulo co­meçou a cantar o «Te Deum» e se di­rigiu co­ra­jo­sa­mente para o su­plício do martírio. († 1595). Ver páginas 416-417: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

10.   Em Roma, São João Ber­ch­mans, re­li­gioso da Com­pa­nhia de Jesus, que, muito ad­mi­rado por todos em vir­tude da sua sin­cera pi­e­dade, ver­da­deira ca­ri­dade e cons­tante bom humor, de­pois de uma breve en­fer­mi­dade foi ao en­contro da morte com a mesma alegria. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, em 1621, São João Berchmans. Nascido no Brabante belga, entrou aos dezessete anos no noviciado dos jesuítas de Malines, e depois de sua profissão foi enviado a Roma para ali prosseguir seus estudos. Aluno estudioso e brilhante, preocupou-se em submeter o intelecto ao espírito. Adormeceu no Senhor aos vinte e dois anos de idade. (F) . († 1621). Ver páginas 418-420: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Berchmans

11*.   Em Viena, na Áus­tria, o Beato Marcos de Aviano (Carlos Do­mingos) Cris­tó­fori, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, emi­nente pre­gador da pa­lavra de Deus, que se de­dicou sempre ao cui­dado dos po­bres e dos en­fermos, in­ci­tanto es­pe­ci­al­mente os po­de­rosos do mundo, para que bus­cassem acima de tudo a fé e a paz. († 1699)

12*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Pedro Ga­bi­lhaud, pres­bí­tero e mártir, que, de­tido du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa por causa do seu sa­cer­dócio, pe­receu de ina­nição e enfermidade. († 1794)

13.   Em Sau­gues, po­vo­ação pró­xima de Le Puy-en-Velay, também na França, São Be­nildo (Pedro Ro­mançon), da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, que de­dicou a sua vida à for­mação da juventude. († 1862)

14*.   Em Bar­bastro, pró­ximo de Hu­esca, ci­dade de Aragão, na Es­panha, os be­atos Se­cun­dino Maria Or­tega Garcia, pres­bí­tero, e de­za­nove com­pa­nheiros, már­tires, re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Mis­si­o­ná­rios Fi­lhos do Ima­cu­lado Co­ração de Maria, que, na vi­o­lenta per­se­guição contra a Igreja, foram mortos em ódio à vida religiosa.  Estes são os seus nomes: An­to­nino Calvo Calvo, An­tónio Maria Dalmau Ro­sich, João Echárri Vique, Pedro Garcia Bernal, Hi­lário Maria Llo­rente Martin, Sal­vador Pigem Serra, lei­tores; Xa­vier Luís Ban­drés Ji­ménez, José Bren­garet Pujol, Tomás Capd­vila Miró, Es­têvão Ca­sa­de­vall Puig, Eu­sébio Co­dina Millá, João Co­di­nachs Tuneu, Rai­mundo No­vich Ra­bi­onet, José Maria Ormo Seró, Te­o­doro Ruiz de Lar­ri­naga Garcia, João Sán­chez Mu­nárriz, Ma­nuel Torras Sais, Ma­nuel Buil La­lueza, Afonso Mi­quel Gar­riga, religiosos. († 1936)

15*.   Em Al­ma­zora, po­vo­ação da pro­víncia de Cas­tellon, também na Es­panha, o Beato João Agra­munt, pres­bí­tero da Ordem dos Clé­rigos Re­grantes das Es­colas Pias e mártir na mesma perseguição. († 1936)

16*.   Em Al­bo­cácer, também na pro­víncia de Cas­tellon, o Beato Mo­desto Garcia Marti, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos e mártir, que, na per­se­guição contra a Igreja, con­sumou o seu com­pro­misso pela fé evan­gé­lica com o martírio. († 1936)

17*.   Em Bar­ce­lona, também na Es­panha, o Beato José Bonet Nadal, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição, con­sumou glo­ri­o­sa­mente o seu com­bate pela fé. († 1936)

18♦.   Em Re­volts de Tor­rent, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Gi­rona, também na Es­panha, os be­atos Fran­cisco Alfredo (Fran­cisco Mallo Sán­chez) e Hi­la­rião Eugénio (Eu­génio Cu­esta Pa­di­erna), re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e már­tires, que, na cruel per­se­guição re­li­giosa, al­cançou a palma do mar­tírio por Cristo e pela Igreja. († 1936)

19♦.   Em Ma­drid, também na Es­panha, os be­atos Ino­cêncio Garcia Díez e Re­gi­naldo Her­nández Ramírez, pres­bí­teros da Ordem dos Pre­ga­dores e már­tires, que, na mesma  per­se­guição contra a fé cristã, re­cebeu a coroa de glória por dar tes­te­munho de Cristo. († 1936)

20♦.    Em Salás de Pa­larrds, perto de Lé­rida, também na Es­panha, os be­atos José Tà­pies Sir­vant e seis companheiros, pres­bí­teros da di­o­cese de Urgel e már­tires, que, du­rante a mesma per­se­guição re­li­giosa, foi ao en­contro de Cristo na glória celeste. São estes os seus nomes: Fran­cisco Cas­tells Brenuy, José Boher Foix, Pas­coal Ara­guás Guárdia, Pedro Mar­tret Moles, Sil­vestre Arnau Pas­quet e José João Perot Juanmartí. († 1936)

21*.   Em Berlim, no lugar cha­mado Plötzensee, na Ale­manha, o Beato Tiago Gapp, pres­bí­tero da So­ci­e­dade de Maria e mártir, que pro­cla­mava com fir­meza serem ab­so­lu­ta­mente in­com­pa­tí­veis com a dou­trina cristã os iní­quos actos do re­gime mi­litar ini­migo da dig­ni­dade hu­mana e cristã; por isso, sub­me­tido a nu­me­rosas per­se­gui­ções, exilou-se na França e na Es­panha; mas, tendo sido preso por emis­sá­rios do ti­rano re­gime, foi fi­nal­mente con­de­nado à morte e decapitado. († 1943)

22. Santa Helena (também na Folhinha do Coração de Jesus). No VIDAS DOS SANTOS, pág. 421, em Burgos, na Espanha, as santas Centola e Helena, mártires: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

23. Santa Vitalina, virgem. Ver páginas 408-409: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

24. Outros santos do dia 13 de agosto, páginas: págs. 395-421, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

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OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 13 de agosto, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/13_de_agosto

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 631-635:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

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Santas e Santos de 12 de agosto

1. SANTA JOANA FRANCISCA DE CHANTAL: LEMBRADA DIAS 12/08; 21/08; 10/12/; 13/12

No Martirológio Romano, Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal (também na Folhinha do Coração de Jesus), re­li­giosa. Do seu ma­tri­mónio cristão teve seis fi­lhos, que educou na pi­e­dade; de­pois da morte do es­poso, sob a di­recção de São Fran­cisco de Sales, per­correu ve­loz­mente o ca­minho da per­feição e de­dicou-se às obras de ca­ri­dade, es­pe­ci­al­mente para com os po­bres e os en­fermos. Fundou a Ordem da Vi­si­tação de Santa Maria, que também di­rigiu sa­bi­a­mente. Morreu em Mou­lins, nas mar­gens do rio Al­lier, pró­ximo de Ne­vers, na França, no dia 13 de Dezembro. († 1641). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, de 10 de dezembro, em Moulins, na região de Bourbonnais, Santa Joana Francisca de Chantal. Viúva após oito anos de um feliz casamento, dedicou-se primeiro à educação de seus quatro filhos, e depois, sob a orientação de seu diretor espiritual, São Francisco de Sales, que a introduziu na “vida devota”, fundou a Ordem da Visitação de Santa Maria, em Annecy. (M).

–  Sobre Santa Joana Francisca de Chantal: no mos­teiro da Vi­si­tação de Mou­lins, na França, o dia natal de Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal, cuja me­mória se ce­lebra no dia doze de Agosto.

Ver VIDAS DOS SANTOS no dia 21 de agosto, págs. 117-135: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

O LITURGIA DAS HORAS LEMBRA SANTA JOANA FRANCISCA DE CHANTAL NO DIA 10 DE DEZEMBRO.

A memória da liturgia das horas, no ofício das leituras, segunda leitura, lembra Santa Joana Francisca. Ela explica o que é o MARTÍRIO DE AMOR que poucos conhecem e menos pessoas vivem.

Das Memórias de Santa Joana Francisca, escritas por uma religiosa, sua secretária:

 (Françoise-Madeleine de Chaugy, Mémoires sur la vie et les vertus de Sainte J.-F. de Chantal, III, 3: 3ª ed., Paris 1853, p. 306-307) (Séc.XVII)

O amor é forte como a morte  

Certo dia, Santa Joana disse estas fervorosas palavras, logo fielmente recolhidas: 

“Filhas diletíssimas, muitos dos nossos santos Padres e colunas da Igreja não sofreram o martírio; sabeis dizer-me por que razão?” Após a resposta de cada uma, disse a santa Madre: “Quanto a mim, creio que isto aconteceu assim, por haver outro martírio que se chama martírio de amor, em que Deus, conservando em vida seus servos e servas a fim de trabalharem para sua glória, os faz ao mesmo tempo mártires e confessores. Sei que, por disposição divina – acrescentou – as filhas da Visitação são chamadas a este martírio com o mesmo ardor que levou a afrontá-lo aquelas servas mais afortunadas. 

À pergunta de uma irmã sobre o modo como poderá se realizar este martírio, respondeu: “Abri-vos inteiramente à vontade de Deus e tereis a prova. O amor divino mergulha sua espada até o mais íntimo e secreto de nossas almas, e separa-nos de nós mesmas. Conheci uma alma a quem o amor separou de tudo quanto lhe agradava, como se o golpe dado pela espada de um tirano lhe tivesse separado o espírito do corpo”. 

Percebemos que falara de si mesma. Tendo outra irmã indagado quanto tempo duraria esse martírio, explicou: “Desde o momento em que nos entregamos a Deus sem reservas, até o fim da vida. No entanto, isto só diz respeito às pessoas magnânimas, que, renunciando completamente a si mesmas, são fiéis ao amor; os fracos e inconstantes no amor, nosso Senhor não os leva pelos caminhos do martírio, mas deixa-os viver a passos lentos, para que não se afastem dele; pois nunca força a livre vontade”. 

Quando, por fim, lhe foi perguntado se este martírio de amor poderia ser igualado ao martírio do corpo, respondeu: “Não nos preocupemos com a questão da igualdade, muito embora eu julgue que um não ceda ao outro, porque o amor é forte como a morte (Ct 8,6). E ainda porque os mártires de amor sofrem dores mil vezes mais agudas conservando a vida para cumprir a vontade de Deus, do que se tivessem de dar mil vidas para testemunhar a sua fé, o seu amor e a sua fidelidade”. 

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Joana_de_Chantal

2.   Em Ca­tânia, na Si­cília, ac­tu­al­mente re­gião da Itália, Santo Euplo, mártir, que, du­rante a per­se­guição do im­pe­rador Di­o­cle­ciano, se­gundo a tra­dição, foi me­tido no cár­cere pelo go­ver­nador Cal­vi­siano por ter sido en­con­trado com o livro dos Evan­ge­lhos nas mãos; in­ter­ro­gado vá­rias vezes, glo­riou-se de ter o Evan­gelho no co­ração e por isso foi fla­ge­lado até à morte. († 304). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Catânia, na Sicília, no começo do séc. IV, o martírio de Santo Euplúsio, diácono. Ao governador que o intimava a sacrificar aos ídolos, respondeu: “Sacrifico de boa vontade, mas ofereço a mim mesmo a Cristo Deus: nada de melhor tenho para lhe oferecer”! A seguir, depois de diversas torturas, foi colocado sobre seu pescoço o Evangelho que trazia consigo ao ser aprisionado, e finalmente foi decapitado. (M). No VIDAS DOS SANTOS Santo Euplio, nas páginas 391-393: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver também: Santo Euplúsio. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Eupl%C3%BAsio

3.   Em Ni­co­média, na Bi­tínia, hoje Izmit, na Tur­quia, os santos Ani­ceto e Fócio, mártires. († s. IV)

4*.   Em Kil­lala, na Ir­landa, São Mu­re­dach, bispo. († c. s. V)

5*.   Também na Ir­landa, no mos­teiro que re­cebeu o seu nome, Santa Lélia, virgem. († s. V). Santa Lélia, na Folhinha do Coração de Jesus de 11 de agosto.

6.   Em Bréscia, na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santo Her­cu­lano, bispo. († s. VI). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VI, Santo Herculano, consagrado bispo a serviço da Igreja de Bréscia (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Herculano_de_Br%C3%A9scia

7.   Em Lé­rins, ilha da Pro­vença, ac­tu­al­mente na França, os santos már­tires Por­cário, abade, e muitos ou­tros monges, que, se­gundo a tra­dição foram mortos pelos Sarracenos. († c. s. VIII). Ver páginas 389-390: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

8*.   Em Ruthin, no País de Gales se­ten­tri­onal, o Beato Carlos Me­ehan, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores e mártir, na­tural da Ir­landa, que foi preso ao passar por aquele país em di­recção à sua pá­tria e, con­de­nado à morte por ter en­trado como sa­cer­dote no ter­ri­tório sob o do­mínio do rei Carlos II, foi en­for­cado e es­quar­te­jado, assim al­can­çando a palma do martírio. († 1679)

9*.   Em Roma, o Beato Ino­cêncio XI, papa, que di­rigiu sa­bi­a­mente a Igreja, em­bora atri­bu­lado por duros so­fri­mentos e tribulações. († 1689). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Inoc%C3%AAncio_XIhttps://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Inoc%C3%AAncio_XI

10*.   Num sór­dido barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Pedro Jar­rige de la Mo­rélie de Puyredon, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a vi­o­lenta per­se­guição contra a Igreja, ex­posto sem in­ter­rupção à ar­dente ir­ra­di­ação solar, morreu por Cristo. († 1794)

11.   Em Nam Dinh, ci­dade do Ton­quim, hoje no Vi­etnam, os santos már­tires Tiago Dô Mai Nam My, pres­bí­tero, An­tónio Nguyen Dich, agri­cultor, e Mi­guel Hguyen Huy My, mé­dico, que, no tempo do im­pe­rador Minh Mang, de­pois de cruéis su­plí­cios, foram de­ca­pi­tados por serem cris­tãos. († 1838)

12*.   Em Hor­na­chu­elos, vila pró­xima de Cór­dova, na Es­panha, a Beata Vi­tória Díez y Bustos de Molina, virgem e mártir, que exerceu o ofício de pro­fes­sora no Ins­ti­tuto Te­re­siano e, du­rante a vi­o­lenta per­se­guição contra a Igreja, pro­clamou a sua fé cristã e so­freu o mar­tírio, en­quanto exor­tava os ou­tros a se­guir o mesmo caminho. († 1936)

13*.   Em Val­de­moro, pró­ximo de Ma­drid, também na Es­panha, o Beato Flávio (Ati­lano Di­o­nísio Argüeso Gon­zález), re­li­gioso da Ordem de São João de Deus e mártir, que, na mesma per­se­guição, foi morto em ódio à fé cristã. († 1936)

14*.   Em Bar­bastro, pró­ximo de Hu­esca, no ter­ri­tório de Aragão, também na Es­panha, os be­atos Se­bas­tião Calvo Martínez, pres­bí­tero, e cinco companheiros, már­tires, re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Mis­si­o­ná­rios Fi­lhos do Ima­cu­lado Co­ração de Maria, que, na mesma per­se­guição, ter­mi­naram vi­to­ri­osos o glo­rioso combate. Estes são os seus nomes: Pedro Cu­nill Pa­drós, José Pavón Bueno, Ni­cásio Si­erra Ucar, pres­bí­teros; Ven­ceslau Claris Vi­lar­regut, sub­diá­cono; Gre­gório Chi­rivás La­cambra, religioso. († 1936)

15*.   Em Tar­ra­gona, também na Es­panha, o Beato An­tónio Pe­rulles Estivill, pres­bí­tero da Ir­man­dade de Sa­cer­dotes Ope­rá­rios Di­o­ce­sanos e mártir, que, na mesma vi­o­lenta per­se­guição, con­sumou na rua o seu martírio. († 1936)

16♦.   Em Fu­en­carral, na ci­dade de Ma­drid, também na Es­panha, o Beato Bo­a­ven­tura Garcia Paredes, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir na mesma per­se­guição religiosa. († 1936)

17♦.   Em Pu­ente del Ar­zo­bispo, pró­ximo de To­ledo, também na Es­panha, o Beato Do­mingos Sán­chez Lázaro, pres­bí­tero da di­o­cese de To­ledo e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição, pela per­se­ve­rança na fé me­receu con­fi­gurar-se com Cristo. († 1936)

18♦.   Em Vil­lacañas, pró­ximo de To­ledo, também na Es­panha, o Beato Fran­cisco Ma­queda López, can­di­dato ao pres­bi­te­rado e mártir, que, du­rante a per­se­guição, su­portou por amor de Cristo todas as ad­ver­si­dades até al­cançar a palma celeste. († 1936)

19*.   Em Da­chau, pró­ximo de Mu­nique da Ba­viera, na Ale­manha, os be­atos Flo­riano Stepniak, da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, e José Straszewski, pres­bí­teros e már­tires, que, du­rante a in­vasão mi­litar da Po­lónia, mor­reram no campo de con­cen­tração en­ve­ne­nados numa câ­mara de gás. († 1942)

20*.   Em Pla­negg, também pró­ximo de Mu­nique da Ba­viera, na Ale­manha, o Beato Carlos Leisner, pres­bí­tero do Mo­vi­mento Apos­tó­lico de Shöns­tatt e mártir, que, ainda diá­cono, por causa da sua pú­blica pro­fissão de fé e in­can­sável zelo apos­tó­lico, foi me­tido no cár­cere e, or­de­nado sa­cer­dote no campo de con­cen­tração de Da­chau, de­pois de ter saído em li­ber­dade, morreu de­vido aos tor­mentos so­fridos no cativeiro. († 1945)

21. Conforme VIDAS DOS SANTOS, em Faléria, na Toscana, martírio de São Graciliano e de Santa Felicíssima, virgem, que foram, primeiro, rudemente maltratados na bôca com pedras, por terem confessados a fê, e enfim, perecendo pela espada, obtiveram a palma do martírio, que tinham ardentemente desejado.  São Graciliano e Santa Felicíssima (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver página 385: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

22. Santa Hilária (também na Folhinha do Coração de Jesus). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Augsburg, no séc. IV, Santo Hilário, que morreu no fogo com Suas Três Criadas por ter renegado o culto a Vênus e confessado sua fé na divindade de Cristo. Sua filha, Santa Afna, havia sofrido o mesmo suplício poucos dias antes (M).

23. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 462, Santo Eusébio, Bispo de Milão, que levantou das ruínas sua cidade episcopal, que fora saqueada por Átila e seus hunos. (M)

24. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Síria, o martírio dos Santos Macário e Juliano. (M).

25. Santo Amadeu da Silva. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Amadeu_da_Silva

26. Santo Isidoro Bakanja. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Isidoro_Bakanja

27. Outros santos do dia 12 de agosto, páginas: págs. 389-394, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 12 de agosto, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/12_de_agosto

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 628-631:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/