Santas e Santos de 04 de fevereiro (atualizado em 24.02.2022)

1. Me­mória de São João de Brito, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que, em Oriur, lo­ca­li­dade do reino do Ma­ravá, na Índia, de­pois de ter con­ver­tido muitos à fé, adap­tando-se à vida e cos­tumes dos as­cetas da­quela re­gião, co­roou a sua vida com um glo­rioso martírio. († 1693). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1693 o martírio do Bem-Aventurado João de Brito, jesuíta português, apóstolo das Índias Orientais. (M).

– Ver “João Heitor de Brito[1] (LisboaSão Cristóvão e São Lourenço1 de Março de 1647 — OriurÍndia4 de Fevereiro de 1693) foi um missionário jesuíta português e mártir, frequentemente chamado de “O São Francisco Xavier Português”. Foi canonizado em 22 de Junho de 1947, pelo Papa Pio XII… A 14 de Maio de 1982, aquando da Eucaristia celebrada pelo Papa João Paulo II no Parque Eduardo VII, em Lisboa, aquele disse: “Como não lembrar o exemplo de São João de Brito, jovem lisboeta que, deixando a vida fácil da corte, partiu para a Índia, a anunciar o Evangelho da salvação aos mais pobres e desprotegidos, identificando-se com eles e selando a sua fidelidade a Cristo e aos irmãos com o testemunho do martírio?”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_de_Brito

2.   Em Roma, nas Ca­ta­cumbas junto à Via Ápia, Santo Eu­tí­quio, mártir, que, tor­tu­rado du­rante muito tempo sem comer e sem dormir, foi fi­nal­mente pro­jec­tado num pre­ci­pício, ven­cendo pela fé em Cristo todas as cru­el­dades do tirano. († data inc.)

3.   Em Perga, na Pan­fília, ac­tu­al­mente na Tur­quia, os santos Pa­pias, Di­o­doro e Clau­diano, mártires. († s. III)

4.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, a paixão dos santos már­tires Fi­leias, bispo, e Fi­lo­romo, tri­buno mi­litar, que, du­rante a per­se­guição do im­pe­rador Décio, sem atender às exor­ta­ções dos pa­rentes e amigos para salvar a vida, apre­sen­tando o pes­coço à de­ca­pi­tação, me­re­ceram do Se­nhor a palma do martírio. († s. IV).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Egito, no séc. IV, a paixão dos Santos Filéias e Filóromo. Filéias, bispo de Thmuis, foi preso durante a perseguição de Diocleciano e levado para Alexandria. Durante o interrogatório, um oficial do Império chamado Filómoro, cheio de admiração pelo acusado, protestou contra a insistência dos juízes em querer fazê-lo apostatar. Foi pronunciada contra os dois a pena capital. (M). Ver páginas 418-420: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

5.   Em Pe­lúsio, no Egipto, Santo Isi­doro, pres­bí­tero, cé­lebre pela sua sa­be­doria, que, des­pre­zando o mundo e suas ri­quezas, pre­feriu imitar a vida de João Bap­tista no de­serto, to­mando o há­bito da vida monástica. († c. 449).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Egito, perto de 450, Santo Isidoro de Pelusa, monge e sacerdote, que renunciou ao mundo e a uma rica herança para imitar a vida de S. João Batista no deserto. (M).

– Ver “Isidoro de Pelúsio nasceu na província romana do Egito em uma proeminente família de Alexandria. Ele se tornou um asceta e se mudou para uma montanha perto da cidade de Pelúsio, na tradição dos Padres do Deserto.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Pel%C3%BAsio

6*.   Em Châ­te­audun, perto de Char­tres, na Gália, hoje na França, o pas­sa­mento de Santo Aven­tino, bispo, que tinha ocu­pado a sede epis­copal de Chartres. († c. 511)

7.   Em Troyes, na Gália Li­o­nense, hoje também na França, Santo Aven­tino, que é ve­ne­rado como au­xi­liar do bispo São Lopo. († c. 537)

8.   Em Mo­gúncia, ci­dade da Fran­cónia, hoje na Ale­manha, São Ra­bano Mauro, bispo, que, cha­mado do mos­teiro de Fulda à sede epis­copal de Mo­gúncia, foi pre­lado exímio na ci­ência, hábil na eloquência e agra­dável a Deus, nada omi­tindo que pu­desse fazer para glória de Deus. († 856). Ver “Rábano Mauro[1] (em latim(H)R(h)abanus MaurusMogúnciaca. 780 — WinkelRheingau4 de fevereiro de 856) foi um abade nos mosteiros beneditinos de Fulda e Mogúncia durante o período da renascença carolíngia do século IX. Era apoiante do imperador Lotário I e de Ermengarda de Tours.

É o autor do famoso hino Veni Creator Spiritus, que é entoado nas Festas do Espírito Santo, nas ordenações sacerdotais e episcopais, durante os conclaves, nas missas votivas ao Espírito Santo e também nas coroações do culto das Irmandades do Divino Espírito Santo nos Açores.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/R%C3%A1bano_Mauro

9*.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, São Ni­colau Stu­dita, monge, que, vá­rias vezes exi­lado por causa do culto das sa­gradas ima­gens, fi­nal­mente foi no­meado he­gú­meno do mos­teiro Stú­dion e aí des­cansou em paz. († 868)

10. Em Sem­pringham, na In­gla­terra, São Gil­berto (memória dia 04 de fevereiro no Martirológio Italiano e no Martirológio Romano-Monástico. Na Folhinha do Coração de Jesus é dia 16 de fevereiro), pres­bí­tero, que, com a apro­vação do papa Eu­génio III, fundou uma Ordem mo­nás­tica com dupla ob­ser­vância, a saber, a Regra de São Bento para as monjas e a Regra de Santo Agos­tinho para os clérigos. († 1189). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, tinha laços de amizade com São Bernardo e São Tomás Becket. M. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Inglaterra, no ano do Senhor de 1190, São Gilberto, sacerdote fundador dos cônegos regulares de Semprimgham. Tinha laços de amizade com São Bernardo e com São Tomás Becket. (M). Ver página 425: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

– Ver também: https://comeceodiafeliz.com.br/santo/sao-gilberto-de-sempringham

11.   Em Bourges, na Aqui­tânia, ac­tu­al­mente na França, Santa Joana de Valois (também na Folhinha do Coração de Jesus), rainha da França, que, de­pois de ter sido de­cla­rado nulo o ma­tri­mónio com o rei Luís XII, se con­sa­grou a Deus, ve­nerou com sin­gular de­voção a Cruz e fundou a Ordem das Anun­ci­adas, em honra da Anun­ci­ação à Virgem Maria. († 1505).

– Ver “Joana de Valois ou Santa Joana de França (em francêsJeanne) (Nogent-le-Roi23 de abril de 1464 — Bourges4 de fevereiro de 1505), foi filha de França nascida de Luís XI e de Carlota de Saboia. Ela era irmã de Carlos VIII. Se tornou rainha de França como esposa de Luís XII.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Joana_de_Valois,_Duquesa_de_Berry

12*.   Em Durham, na In­gla­terra, o Beato João Speed, mártir, que, no rei­nado de Isabel I, con­de­nado à morte por causa do au­xílio pres­tado aos sa­cer­dotes, me­receu a coroa do martírio. († 1594)

13.   Em Ama­trice, nos Abruzos, hoje no Lácio, re­gião da Itália, São José de Leonessa, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, que so­correu os cris­tãos ca­tivos em Cons­tan­ti­nopla e, de­pois de so­frer cruéis tor­mentos por ter anun­ciado o Evan­gelho no pró­prio pa­lácio do sultão, re­gressou à pá­tria e de­dicou-se à causa dos pobres. († 1612).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1612, São José de Leonessa (também na Folhinha do Coração de Jesus, São José de Leonissa), capuchinho. Dedicava-se aos prisioneiros e trabalhadores forçados de Constantinopla quando foi banido pelos turcos. Consagrou seus últimos vinte anos de vida à pregação na Úmbria. sua província natal. (M).

er páginas 413-415: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

– Ver também “… São José de Leonissa, O.F.M. Cap., (em italiano: Giuseppe da Leonessa) (1556 – 4 de fevereiro de 1612) é um santo da Igreja Católica…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Leonissa

– Ver ainda “… José de Leonissa evitou os compromissos seguros pelos quais as pessoas às vezes prejudicam o evangelho.

Nascido em Leonissa, no Reino de Nápoles, Joseph se juntou aos capuchinhos em sua cidade natal em 1573. Negando-se refeições saudáveis ​​e alojamentos confortáveis, preparou-se para a ordenação e uma vida de pregação. Em 1587 ele foi para Constantinopla para cuidar dos escravos de galé cristãos que trabalhavam sob mestres turcos. Preso por este trabalho, ele foi avisado para não retomá-lo em sua libertação. Ele o fez e foi novamente preso e depois condenado à morte. Milagrosamente libertado, ele retornou à Itália, onde pregou aos pobres e reconciliou famílias rivais, bem como cidades em guerra que estavam em conflito há anos. Foi canonizado em 1746.
Comentário: Os santos muitas vezes nos incomodam porque desafiam nossas ideias sobre o que precisamos para “uma vida boa”. “Serei feliz quando…”, podemos dizer, desperdiçando uma quantidade incrível de tempo na periferia da vida. Pessoas como José de Leonissa nos desafiam a enfrentar a vida com coragem e chegar ao coração dela: a vida com Deus. 
José era um pregador convincente porque sua vida era tão convincente quanto suas palavras.

Citação: Em um de seus sermões, Joseph diz: “Todo cristão deve ser um livro vivo onde se pode ler o ensino do evangelho. Isto é o que São Paulo diz aos Coríntios: ‘Claramente você é uma carta de Cristo que eu entreguei, carta escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne no coração” (2 Coríntios 3:3).

Nosso coração é o pergaminho; através do meu ministério, o Espírito Santo é o escritor porque
‘minha língua é como a caneta de um escriba pronto’ (Salmo 45:1).”…

… Serviu como missionário para os escravos de galé cristãos em Constantinopla. Nascido em Leonissa, Itália , tornou-se capuchinho aos dezoito anos. Em 1587 ele começou sua missão e foi preso, libertado e depois preso e torturado pelos turcos. Eventualmente libertado, ele voltou para a Itália e lá morreu de câncer.
José de Leonissa, OFM Cap. (RM) Nasceu em Leonissa perto de Otricoli em 1556; morreu na Itália em 4 de fevereiro de 1612; beatificado em 1737 por Clemente XII; canonizado por Bento XIV em 1745.
Aos 18 anos, Eufrânio se declarou capuchinho e adotou o nome de José. Ele sempre foi brando, humilde, casto, caridoso, obediente, paciente e penitente a um grau heróico. Com o maior fervor e com o motivo mais perfeito, ele se esforçou para glorificar a Deus em todas as suas ações. Três dias por semana ele jejuava a pão e água e passava períodos inteiros da Quaresma da mesma maneira. Sua cama era de tábuas duras, com o tronco de uma videira como travesseiro. Ele encontrou alegria em castigos e humilhações, identificando-se com os sofrimentos de Jesus. Ele se considerava o mais vil dos pecadores e disse que Deus de fato, por Sua infinita misericórdia, o havia preservado de crimes graves, mas que por sua preguiça, ingratidão e infidelidade à graça divina, ele merecia ter sido abandonado por Deus.
Ele geralmente pregava com um crucifixo nas mãos e o fogo do Espírito Santo em suas palavras.

Em 1587, ele foi enviado para a Turquia como missionário, principalmente para cuidar dos escravos de galé cristãos. Ele contraiu a peste, mas se recuperou. Ele converteu muitos apóstatas, um dos quais era um paxá. Ao pregar a fé aos islâmicos, ele incorreu na ira da lei turca e foi preso e torturado duas vezes.
Na segunda vez, foi condenado à morte. Ele não morreu, então foi banido.

Após seu retorno à Itália, ele continuou a pregar. Para completar seu sacrifício, ele sofreu muito no final de sua vida de um câncer doloroso. Ele foi submetido a duas operações (sem anestesia) sem o menor gemido ou queixa, exceto a repetição de: “Santa Maria, rogai por nós miseráveis ​​e aflitos pecadores”. Quando alguém disse antes da operação que ele deveria ser contido, ele apontou para o crucifixo em sua mão e disse: “Esta é a faixa mais forte; isso me manterá imóvel melhor do que qualquer corda poderia fazer”. A operação não teve sucesso e ele morreu aos 58 anos.
Muitos milagres foram relatados nos atos de sua beatificação (Benedictines, Husenbeth).

Na arte, São José é sempre representado com São Fidélis de Sigmaringen, OFM Cap. Ambos são velhos capuchinhos que foram canonizados no mesmo dia. São Fidelis atropela a heresia e um anjo carrega a palma do martírio (Roeder)…”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayFebruary04.html

14. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 888, São Ramberto (também na Folhinha do Coração de Jesus, São Remberto), sucessor de Santo Oscar na Sé episcopal de Bremen. Por ocasião das invasões normandas, não hesitou em vender os vasos sagrados de sua igreja para resgatar alguns de seus fiéis que haviam sido capturados. (M). Ver São Remberto, Arcebispo de Bremen, páginas 411-412: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

–  Ver “Rimberto – nascido na Flandres em 830, falecido em Bremen em 888 – foi arcebispo de Hamburgo-Bremen de 865 até à sua morte em 888.[1]. Acompanhou Ansgário na sua segunda viagem missionária à Suécia, e visitou, mais tarde, como arcebispo, a Suécia e a Dinamarca.[2][3]. Sucedeu a Ansgário no cargo de arcebispo de Hamburgo-Bremen em 865.[4] Escreveu a Vida de Ansgário por volta de 875, uma biografia de Ansgário de Hamburgo, baseada nos testemunho do próprio Ansgário e de Vitmar.[5][6][7].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Rimberto_de_Hamburgo

15. Santo André Corsino, bispo de Fiésole na Toscana. Ver páginas 402-410: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

– Ver, na Wikipedia de 09 de fevereiro, “Santo André Corsini (Florença30 de Novembro de 1301 – Fiesole6 de Janeiro de 1374) foi um religioso carmelita italiano. Abraçou a vida religiosa em sua cidade natal. Exerceu a função de provincial na província carmelita da Toscana. Em 13 de Outubro de 1349 foi nomeado bispo de Fiesole pelo Papa Clemente VI. Distinguiu-se pelo zelo apostólico, prudência e amor em relação aos pobres. Foi canonizado em 29 de Abril de 1629. Teve um de Seus Parentes sendo Papa, descentende de seu irmão o Papa Clemente XII (1730 – 1740).”: André Corsini – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver também “Andrew Corsini”: Patron Saints Index: Saint Andrew Corsini (archive.org)

– Ver ainda “…Foi sepultado na igreja dos Carmelitas de Florença, onde suas relíquias podem ser veneradas, ainda hoje. Santo André Corsini é o padroeiro da cidade de Florença e a Igreja designou o dia 04 de fevereiro para a sua festa litúrgica.”: http://www.arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/santo-andre-corsini

– Ver dia 09 de janeiro

– Ver também dia 22 de agosto, na Folhinha do Coração de Jesus.

– Ver ainda “… ESTE santo foi chamado André em homenagem ao apóstolo desse nome, em cuja festa ele nasceu em Florença em 1302. Ele veio da distinta família dos Corsini, e nos dizem que seus pais o dedicaram a Deus antes de seu nascimento; mas, apesar de todos os seus cuidados, a primeira parte de sua juventude foi passada em vícios e extravagâncias, entre maus companheiros.
   Sua mãe nunca deixou de orar por sua conversão, e um dia, na amargura de sua dor, ela disse: “Vejo que você é realmente o lobo que vi em meu sono”, e explicou que antes de ele nascer ela sonhou que havia dado à luz um lobo que correu para uma igreja e se transformou em um cordeiro. Acrescentou que ela e seu pai o haviam dedicado ao serviço de Deus sob a proteção da Santíssima Virgem, e que esperavam dele uma vida muito diferente daquela que levava.
   Essas repreensões causaram uma impressão muito profunda. Oprimido pela vergonha, André foi no dia seguinte à igreja dos frades carmelitas, e depois de ter rezado fervorosamente diante do altar de Nossa Senhora, ficou tão tocado pela graça de Deus que resolveu abraçar a vida religiosa naquele convento. Todos os artifícios de seus antigos companheiros e as solicitações de um tio que tentou trazê-lo de volta ao mundo foram impotentes para mudar seu propósito: ele nunca se afastou do primeiro fervor de sua conversão.
No ano de 1328, André foi ordenado; mas para fugir das festas e da música que sua família havia preparado de acordo com o costume para o dia em que ele deveria celebrar sua primeira missa, ele se retirou para um pequeno convento a sete milhas da cidade, e lá, desconhecido e com maravilhosa devoção, ele ofereceu a Deus Todo-Poderoso as primícias de seu sacerdócio.
Depois de algum tempo empregado na pregação em Florença, foi enviado a Paris, onde frequentou as escolas por três anos. Ele continuou seus estudos por um tempo em Avignon com seu tio, o cardeal Corsini, e em 1332, quando retornou a Florença, foi escolhido prior de seu convento.
Deus honrou sua virtude com o dom da profecia, e milagres de cura também foram atribuídos a ele. Entre milagres na ordem moral e conquistas de almas endurecidas, foi especialmente notável a conversão de seu primo John Corsini, jogador convicto.
Quando o bispo de Fiesole morreu em 1349, o capítulo escolheu por unanimidade Andrew Corsini para preencher a vaga. Assim que foi informado do que estava acontecendo, escondeu-se com os cartuxos em Enna: os cónegos, desesperados por encontrá-lo, estavam prestes a proceder a uma segunda eleição quando seu esconderijo foi revelado por uma criança. .
Após sua consagração como bispo, ele redobrou suas antigas austeridades. Diariamente ele se disciplinava severamente enquanto recitava a ladainha, e sua cama era de galhos de videira espalhados pelo chão. Meditação e leitura das Sagradas Escrituras ele chamou de recreação de seus trabalhos. Ele evitou falar com mulheres tanto quanto possível e se recusou a ouvir bajuladores ou informantes. Sua ternura e cuidado com os pobres eram extremos, e ele era particularmente solícito em procurar aqueles que se envergonhavam de dar a conhecer sua angústia: a estes ele ajudava com todo o sigilo possível. Santo André também tinha talento para apaziguar brigas, e muitas vezes era bem-sucedido em restaurar a ordem onde os distúrbios populares haviam eclodido. Por esta razão Bd Urban V o enviou para Bolonha, onde a nobreza e o povo estavam miseravelmente divididos. Ele os pacificou depois de sofrer muita humilhação, e eles permaneceram em paz durante o resto de sua vida. Todas as quintas-feiras ele lavava os pés dos pobres e nunca mandava embora nenhum mendigo sem esmola.

Santo André adoeceu enquanto cantava a missa na noite de Natal de 1373e morreu na Epifania seguinte aos setenta e um anos. Ele foi imediatamente proclamado santo pela voz do povo, e o Papa Urbano VIII o canonizou formalmente em 1629. André foi enterrado na igreja carmelita de Florença; e o Papa Clemente XII, que pertencia à família Corsini, construiu e dotou uma capela em homenagem a seu parente na basílica de Latrão. O arquiteto desta capela, na qual o próprio Clemente foi enterrado, foi Alexandre Galilei, que viveu alguns anos na Inglaterra. O mesmo papa acrescentou Santo André Corsini ao calendário geral da igreja ocidental, em 1737.  

As duas principais vidas latinas de Santo André estão impressas na Acta Sanctorum, janeiro, vol. ii. Ver também S. Mattei, Vita di S. Andrea Corsini (1872) e a biografia de P. Caioli (1929) , que faz uso de alguns documentos florentinos inéditos.  

Andrew Corsini, OC B (RM) Nasceu em Florença, Itália, em 1301; morreu em 6 de janeiro de 1373; canonizado em 1629 pelo Papa Urbano VI. A devota família florentina Corsini deu vida a um jovem rebelde e mal-humorado, André, embora fosse fruto das orações de seus pais e fosse consagrado por voto a Deus antes de seu nascimento, ele gastou seu dinheiro em vícios e farras com amigos malvados.
Um dia, sua mãe enlutada, Peregrina, contou a Andrew sobre seus medos mais profundos. Pouco antes de seu nascimento, ela sonhou que estava dando à luz um lobo e Andrew percebeu que ele estava realmente vivendo como um animal selvagem. Ela também revelou que ele se dedicou ao serviço de Deus sob a proteção da Santíssima Virgem enquanto ainda estava em seu ventre. Ele correu para uma igreja para rezar – e se tornou um novo homem enquanto rezava no altar de Nossa Senhora. Ele foi tão tocado por Deus que resolveu nunca mais voltar para a casa de seu pai, mas sim abraçar a vida religiosa.
André decidiu juntar-se aos Carmelitas de Fiesole, perto de Florença, em 1318. Ele se tornou totalmente dedicado à sua nova vida e nunca se afastou do primeiro fervor de sua conversão. Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração. Seus superiores o empregavam nos escritórios mais mesquinhos, muitas vezes lavando a louça na copa.
O progresso que ele fez em seus estudos, particularmente nas sagradas escrituras e na teologia, foi grande. Em 1328 foi ordenado sacerdote; mas para evitar a música e a festa, que sua família havia preparado de acordo com o costume, para o dia em que ele rezaria sua primeira missa, ele se retirou em particular para um pequeno eremitério a sete milhas de distância, onde secretamente ofereceu suas primícias a Deus. com maravilhosa recordação e devoção.
Depois de pregar e ministrar por um tempo em Florença, ele estudou em Paris por três anos e completou seus estudos sob a direção de seu tio, um cardeal, em Avignon. Em 1332, o padre Corsini foi escolhido prior de seu próprio mosteiro em Florença, cuja igreja, situada na área artesanal da cidade, foi posteriormente enriquecida pelas pinturas de Masaccio sobre a vida de São Pedro. Deus honrou sua extraordinária virtude com os dons de profecia e milagres, incluindo a conversão de seu primo, John Corsini, um jogador infame, pela cura de uma úlcera no pescoço.
O ex-rufião foi eleito bispo de Fiesole em 1349. Acreditando-se indigno desse cargo, Corsini fugiu e se escondeu na carta de Enna, mas foi descoberto por uma criança na época em que eles estavam prontos para desistir e eleger outro. Ele foi forçado a aceitar o bispado ao qual foi consagrado em 1360.
Como bispo, demonstrou um talento especial para reconciliar oponentes. Por isso, o Papa Urbano V o enviou a Bolonha, onde a nobreza e o povo brigavam violentamente. Embora ambos os lados inicialmente tenham insultado Corsini, no final ele os conquistou e restaurou a paz. Como Corsini, estava ligado à nobreza, sua vida de pobreza como frade o tornou aceitável para o povo comum.
Como bispo, acrescentou às suas penitências extraordinárias e deu o exemplo de um prelado de uma casa muito nobre vivendo de acordo com a austeridade da regra religiosa que havia professado. Ao cilício acrescentou um cinto de ferro. Diariamente ele rezava os sete Salmos penitenciais e a ladainha dos santos enquanto usava a disciplina sobre si mesmo. Sua cama era de galhos de videira espalhados pelo chão.

Além disso, ele era um pai dos pobres. Sua ternura para com os pobres era incrível, e ele tinha uma consideração especial pelos tímidos entre eles – aqueles que tinham vergonha de dar a conhecer suas necessidades. Estes ele procurou diligentemente e os ajudou com todo o sigilo possível. Ele manteve uma lista dos pobres e forneceu a todos os subsídios.
Porque André tinha nascido em uma família rica, ele sentiu que era uma boa prática lavar os pés dos homens pobres todas as quintas-feiras em memória da ação de Nosso Senhor na Última Ceia. Quando um homem tentou se desculpar porque seus pés estavam cobertos de úlceras, o santo insistiu em lavá-los de qualquer maneira e eles foram imediatamente curados.
André adoeceu com febre alta enquanto cantava a missa solene na véspera de Natal de 1372. Poucos dias depois, o homem de 71 anos morreu e foi imediatamente declarado santo pelo povo de Florença. Seu túmulo na igreja dos frades franciscanos em Florença foi o local de milagres. Em 1737 uma capela foi construída em sua homenagem em São João de Latrão em Roma pelo Papa Clemente XII, que era membro da família Corsini (Attwater, Benedictines, Bentley, Encyclopedia, Farmer, Husenbeth) …”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayFebruary04.html

16. Santa Verônica que enxugou o rosto de Jesus. Ver páginas 416-417: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

17. São Teófilo, o penitente. Ver a lenda sobre ele e Nossa Senhora que o salvou do mal. Páginas 421-423: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf 

– Ver “… Teófilo, o Penitente (PC) Morreu c. 538. Provavelmente será uma figura lendária. Um séc. A peça latina de Hrosvitha de Gandesheim retrata Teófilo como administrador (ou arquidiácono) de Adana, Cilícia, que recusou um bispado por causa de sua humildade. Ele foi deposto de seu cargo na Igreja pelo homem que se tornou bispo e ficou tão furioso que fez um pacto com Satanás, que o restaurou em sua posição. Mais tarde, ele se arrependeu, apelou para Nossa Senhora, encontrou o pacto que havia assinado com satanás em seu peito quando acordou pela manhã, fez penitência por seu ato, fez uma confissão pública de seu pecado e fez com que o bispo queimasse o pacto diante da congregação. Essa história, é claro, é a base do Fausto de Goethe (Benedictines, Delaney, Encyclopedia).
Na arte, São Teófilo é um arquidiácono fazendo um pacto com o diabo do qual é resgatado pela Virgem; às vezes ela é mostrada lhe devolvendo o contrato. Há uma representação interessante disso no portal românico de Souillac, Languedoc, França (Roeder)…”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayFebruary04.html

18. Outros santos do dia 04 de fevereiro, às páginas 402-426: VIDAS DOS SANTOS – 2.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 04 de fevereiro, ver também: 4 de fevereiro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 179-181: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayFebruary04.html

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

* Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… “Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

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