Santas e Santos de 22 de março

1.   Co­me­mo­ração de Santo Epa­fro­dito, a quem o após­tolo São Paulo chama irmão, co­la­bo­rador e com­pa­nheiro de combate. Ver também páginas 215-216: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “Epafrodito é um dos Setenta Discípulos e um santo. Pessoas com este nome aparecem como primeiro bispo de Filipos e de Andríaca, na Ásia Menor, e também de Terracina, na Itália. Há poucas evidências de que sejam todos o mesmo indivíduo.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Epafrodito

2.   Perto de Nar­bonne, ci­dade do li­toral da Gália, hoje na França, junto da Via Do­mícia, o se­pul­ta­mento de São Paulo, bispo. († s. III). Ver também páginas 217-218: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

3.   Na Ga­lácia, na ac­tual Tur­quia, os santos Ca­lí­nico e Ba­si­lissa, mártires. († data inc.)

4.   Em An­cara, também na Ga­lácia, São Ba­sílio, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante todo o man­dato do im­pe­rador Cons­tâncio, re­sistiu for­te­mente aos ari­anos, e em se­guida, no tempo do im­pe­rador Ju­liano, tendo orado a Deus para que ne­nhum cristão se afas­tasse da fé, foi preso e en­tregue ao procônsul da pro­víncia e, de­pois de muitos tor­mentos, con­sumou o seu martírio. († 362). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Ancyra, hoje Ancara, na Turquia, São Basílio, sacerdote. Pela santidade de sua vida e pela força de sua palavra, tirava a cada dia, do erro ariano, cristãos que se tinham deixado levar por aquela heresia. Com a ascensão ao trono de Juliano Apóstata, sua oposição aberta ao imperador valeu-lhe a palma do martírio. (M). Ver também às páginas 222-226: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

5.   Co­me­mo­ração de Santa Lia (Lea), viúva ro­mana, cujas vir­tudes e par­tida deste mundo para Deus re­ce­beram os lou­vores de São Jerónimo. († c. 383). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 584, Santa Léia (também na Folhinha do Coração de Jesus). Dama romana de alta estirpe, renunciou ao mundo depois da morte de seu marido, e passou a viver sob a direção de São Jerônimo, que sobre ela escreveu : “Castigando seus membros sob o burel, ela passava as noites em oração e instruía suas companheiras mais por seus exemplos que por suas palavras” (M).

6.   Em Ósimo, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, re­gião da Itália, São Ben­vindo Sco­tí­voli, bispo, que, eleito pelo papa Ur­bano IV para esta sede, con­ci­liou a paz entre os ci­da­dãos e, con­forme o es­pí­rito dos Frades Me­nores, quis morrer sobre a terra nua. († 1282). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1283, São Benvindo, franciscano italiano, que tornando-se bispo de Ostia, dirigiu todos os seus esforços para que fossem aplicadas as leis relativas aos bens da Igreja. (M).

7.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, São Ni­colau Owen, re­li­gioso da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que du­rante muitos anos cons­truiu re­fú­gios para es­conder os sa­cer­dotes; e por isso, no rei­nado de Jaime I, de­pois de ser en­car­ce­rado e du­ris­si­ma­mente tor­tu­rado e fi­nal­mente lan­çado no ca­va­lete, foi glo­ri­o­sa­mente ao en­contro de Cristo Senhor. († 1606)

8*.   Em An­gers, na França, o Beato Fran­cisco Char­tier, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, morreu de­ca­pi­tado em ódio ao sa­cer­dócio. († 1794)

9*.   No campo de con­cen­tração de Stutthof, perto de Gdansk, na Po­lónia, os be­atos Ma­riano Górecki e Bro­nislau Komorowski, pres­bí­teros e már­tires, que, du­rante a ocu­pação mi­litar da sua pá­tria por se­quazes de uma dou­trina hostil à re­li­gião, foram fu­zi­lados em ódio à fé cristã. († 1940)

10♦.   Em Münster, na Ale­manha, o Beato Cle­mente Au­gusto Graf von Galen, bispo, que re­flectiu entre o clero e o povo a imagem evan­gé­lica do bom Pastor; lutou aber­ta­mente conta os erros do na­ci­onal-so­ci­a­lismo e contra a vi­o­lação dos di­reitos do homem e da Igreja e,  pela sua co­ragem foi cha­mado “o leão de Münster. († 1947).

– Ver “Clemens Augustinus Joseph Emmanuel Pius Antonius Hubertus Marie Graf von Galen ou Clemens August Kardinal Graf von Galen ou ainda Clemens August Graf von Galen foi um arcebispo alemão, criado cardeal pelo Papa Pio XII em 1946, e beatificado em 9 de outubro de 2005 pelo Papa Bento XVI… ‘É precisamente esta a mensagem sempre actual do beato von Galen: a fé não se limita a sentimento privado, que possivelmente se esconde quando é incómoda, mas exige a coerência e o testemunho também em âmbito público em favor do homem, da justiça, da verdade.’ (do Papa Bento XVI sobre Von Galen)”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Clemens_August_von_Galen

– Ver “…se há uma nota predominante na célebre figura do Cardeal Clemens August von Galen, Bispo de Monastério, cuja beatificação hodierna enche os nossos corações de alegria, é precisamente o facto de ter praticado as virtudes do cristão e do Pastor, de modo eminente e heróico, num período muito difícil para a Igreja e para a nação alemã.”: Homilia na Beatificação de Von Galen (vatican.va)

11. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, São Deogratias (também na Folhinha do Coração de Jesus, São Deogracias), bispo de Cartago. Resgatou grande número de fiéis católicos das prisões dos vândalos arianos. Depois, rico de boas obras, adormeceu no Senhor, em 546 (M).

– Ver também páginas 219-221: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “… 457 São Deogratius, bispo de Cartago, resgatou os cativos que os alimentaram, deu-lhes espaço na igreja.

  Em Cartago, São Deogratias, bispo de Cartago, que resgatou muitos cativos levados daquela cidade pelos vândalos, e que realizou muitas outras boas obras, depois das quais foi descansar no Senhor.
457 ST DEOGRATIAS, Bispo DE CARTAGO
Quando Cartago foi tomada pelos vândalos em 439, os bárbaros arianos expulsaram o bispo Quodvultdeus e o colocaram à deriva com a maioria de seu clero em um navio alagado, que, no entanto, conseguiu chegar a Nápoles. Após quatorze anos, durante os quais Cartago permaneceu sem um pároco-chefe, Genserico, a pedido de Valentiniano, permitiu a consagração de outro bispo. Ele era um sacerdote chamado Deogratias, que por seu exemplo e ensino fortaleceu a fé de seu povo e conseguiu ganhar o respeito de pagãos e arianos.

Dois anos após a consagração do bispo, Genserico saqueou Roma e voltou para a África com uma multidão de cativos. Esses infelizes foram distribuídos entre os vândalos e os mouros, independentemente dos laços naturais, separando-se os maridos das esposas e os pais dos filhos. Para comprá-los de volta, Deogratias vendeu os vasos de ouro e prata e os ornamentos do altar, e assim redimiu um grande número de famílias. Como não havia casas suficientes em Cartago disponíveis para sua acomodação, o bispo doou duas das maiores igrejas que ele encheu de roupas de cama e organizou uma distribuição diária de alimentos. Alguns dos espíritos mais baixos entre os arianos, ressentindo-se de sua atividade, estavam à espreita para matá-lo, mas o projeto falhou. Desgastado por seus esforços, no entanto, Deogratias morreu depois de um episcopado de pouco mais de três anos, e foi profundamente lamentado por seu próprio rebanho e pelos exilados que encontraram nele seu grande protetor. Os cartagineses teriam despedaçado seu corpo para obter relíquias, mas seu cadáver foi enterrado secretamente enquanto as orações públicas estavam sendo cantadas, e assim foi preservado do desmembramento…

Victor, Bispo de Vita, em sua Historia Persecutionis Vandalicae, é a principal autoridade para o que sabemos de São Deogratias. Ver Acta Sanctorum, março, vol. iii.

Bispo de Cartago em 454, sucedendo a São Quodvultdeus . O rei vândalo, Geiserico, trouxe muitos prisioneiros italianos para Cartago, e Deogratius os resgatou. Ele teria sido morto por hereges arianos.
Deogratias de Cartago B (RM); o antigo calendário de Cartago coloca sua festa em 5 de janeiro.
Em 439, vândalos arianos tomaram Cartago e expulsaram seu bispo, São Quodvultdeus .

Por 14 anos a cidade ficou sem um pastor chefe. Então o líder ariano Genserico cedeu e permitiu que os cristãos de lá fizessem um padre chamado Deogratias seu bispo em 456. Dois anos depois, Genserico tomou Roma e removeu da cidade centenas de cativos.
Genserico e seus cativos desanimados retornaram à África, onde famílias cristãs inteiras foram divididas e entregues a vândalos e mouros como escravos.
Deogratias estava determinado a libertá-los. O único método possível era resgatá-los. Para este fim, o bispo vendeu tudo o que podia, incluindo a rica prata e ouro da igreja e muitos ornamentos preciosos. Ele conseguiu resgatar tantas famílias que não havia quartos suficientes em Cartago para abrigá-los. Implacável, o bispo Deogratias deu-lhes quartos dentro de suas igrejas. Todos os dias ele se certificava de que eles fossem alimentados adequadamente, até que pudessem cuidar de si mesmos novamente.
E, embora estivesse decrépito com a idade, todos os dias visitava os doentes para consolá-los.

Muitos arianos se ressentiram do trabalho do santo e vários tentaram – e falharam – matá-lo. No entanto, ele morreu, desgastado por seus enormes trabalhos, depois de apenas um ano como bispo (Attwater2, Benedictines, Bentley, Encyclopedia, Husenbeth)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch22.html#457_St._Deogratius_Bishop_of_Carthage

12. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, igualmente em Cartago, o martírio de Santo Otaviano (também na Folhinha do Coração de Jesus), arquidiácono, e de muitos milhares de cristãos africanos, condenados à morte por causa de sua fé perto do ano de 484, na mesma época em que seu bispo Eugênio morria em Albi. (M)

13. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no meio do séc. VIII, São Zacarias, papa. De origem grega, traduziu em sua língua materna os Diálogos de São Gregório Magno. Soube impor-se junto a vários soberanos lombardos, francos e bizantinos por causa de sua forte personalidade. Em Roma, restaurou diversas igrejas e fez grande número de fundações em favor dos pobres e dos peregrinos. (M)

14. Santa Catarina da Suécia, filha de Santa Brígida. Ver “… Seu desejo era permanecer virgem. Todavia, para obedecer ao pai, desposou Egard, jovem piedoso. No primeiro dia de casados, ela o convenceu a viverem juntos em continência. Egard concordou. Viveram como irmão e irmã o resto da vida. Dormiam no chão e praticavam juntos os jejuns, as vigílias, as orações e as esmolas…”, às páginas 206-207: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver ainda “… 1381 ST CATHERINE DE VADSTENA, VIRGEM
ST CATHERINE (Karin) ULFSDOTTER era a quarta dos oito filhos de Santa Brígida, que com Catarina é comumente chamada de “da Suécia”, embora não fossem da casa real. Naquela família religiosa ela aprendeu primeiro a amar a Deus, e em tenra idade foi confiada aos cuidados da abadessa de Risaberga. Catarina foi prometida por seus pais a um jovem nobre devoto, Eggard von Kürnen (Kyren), que era descendente de alemães, e o casamento foi solenizado no devido tempo; mas Santa Catarina é celebrada com o ofício de virgem, pois se diz que o jovem casal concordou desde o início em viver juntos em continência perpétua. Em sua nova posição, a jovem esposa levou uma vida de austeridade que Eggard tolerava se ele realmente não encorajasse, mas seu irmão Charles ficou muito irritado quando ela tentou induzir sua própria esposa a seguir seu exemplo. Após a morte de seu marido Ulf, Santa Brígida foi morar em Roma, e Catarina depois disse à sua xará de Siena que no dia em que sua mãe deixou a Suécia, ela, sua filha, esqueceu como sorrir. Em 1350, ela obteve a licença de Eggard para visitar sua mãe em Roma, quando o irmão Charles escreveu uma carta violenta a Eggard proibindo-o de deixá-la ir. A carta chegou às mãos de Catarina, mas ela não se deixou intimidar e partiu sob a proteção de um de seus tios. Ela tinha então cerca de dezenove anos…

Santa Brígida há muito desejava um companheiro, e quando sua filha, após algumas semanas de estadia, propôs voltar para casa, ela implorou-lhe sinceramente que não fosse, mas que trabalhasse com ela em Roma pela causa de Cristo. O que se seguiu não é totalmente claro ou fácil de entender, visto que Catarina estava em obrigação para com ela.
Ela era o quarto filho de Santa Brígida e seu marido, Ulf Gudmarsson, nascida em 1331 ou 1332; morreu em 24 de março de 1381. Na época de sua morte, Santa Catarina era chefe do convento de Wadstena, fundado por sua mãe; daí o nome, Catherine Vastanensis, pelo qual ela é chamada ocasionalmente. Aos sete anos foi enviada para a abadessa do convento de Riseberg para ser educada e logo mostrou, como sua mãe, o desejo de uma vida de auto mortificação e devoção às coisas espirituais. Por ordem de seu pai, com cerca de treze ou quatorze anos, casou-se com um nobre de ascendência alemã, Eggart von Kürnen. Ela imediatamente convenceu seu marido, que era um homem muito religioso, a se juntar a ela em um voto de castidade.
  Ambos viviam em estado de virgindade e se dedicavam ao exercício da perfeição cristã e da caridade ativa
. Apesar de seu profundo amor pelo marido, Catarina acompanhou sua mãe a Roma, para onde Santa Brígida foi em 1349.

Logo após sua chegada àquela cidade, Catarina recebeu a notícia da morte de seu marido na Suécia. Ela agora vivia constantemente com sua mãe, participava ativamente dos trabalhos frutíferos de Santa Brígida e imitava zelosamente a vida ascética de sua mãe. Embora a jovem viúva distinta e bela estivesse cercada de pretendentes, ela recusou firmemente todas as ofertas de casamento. Em 1372, Santa Catarina e seu irmão, Birger, acompanharam sua mãe em uma peregrinação à Terra Santa; após seu retorno a Roma, Santa Catarina estava com sua mãe neste último lugar…

Em 1374, em obediência ao desejo de Santa Brígida, Catarina trouxe de volta o corpo de sua mãe para a Suécia para o enterro em Wadstena, de cuja fundação ela agora se tornou a chefe. Foi a casa mãe da Ordem Brigitina, também chamada de Ordem de São Salvador. Catarina administrou o convento com grande habilidade e tornou a vida ali em harmonia com os princípios estabelecidos pelo seu fundador.
No ano seguinte foi novamente a Roma para promover a canonização de Santa Brígida e obter uma nova confirmação papal da ordem. Ela obteve outra confirmação tanto de Gregório XI (1377) quanto de Urbano VI (1379), mas não conseguiu obter na época a canonização de sua mãe,, a quem ela parece ter sido profundamente apegada. Mas permaneceu em Roma, embora não sem momentos de grande infelicidade: “Eu levo uma vida miserável, enjaulada aqui como um animal, enquanto os outros vão alimentar suas almas na igreja. Meus irmãos e irmãs na Suécia podem servir a Deus em paz”; pois devido às desordens da cidade, sua mãe, quando ela saiu, fez Catherine parar dentro de casa. Dadas as circunstâncias, pode-se razoavelmente supor que seu sonho de Nossa Senhora a repreendendo por seu descontentamento foi um produto de depressão nervosa, embora a pobre Catarina o levasse muito a sério. Brígida, no entanto, acreditava que fosse revelado a ela que o marido de sua filha estava prestes a morrer, como de fato aconteceu antes do fim do ano;

Quando se soube que esta bela moça era viúva, começou a ser importunada por sua mão, alguns de seus pretendentes, apesar de suas recusas enfáticas, chegaram a traçar planos para sequestrá-la. Um dia, quando ela estava indo para o culto na igreja de São Sebastião, um conde romano, Latino Orsini, estava escondido com seus servos em um vinhedo ao lado da estrada. De repente, um veado apareceu e desviou tanto a atenção deles que Santa Catarina passou despercebida. *[ * Gf. uma história um tanto semelhante contada do inglês St Osyth (7 de outubro).]

Em outra ocasião semelhante, os mesmos supostos sequestradores ficaram temporariamente cegos – pelo menos o líder do partido testemunhou depois na presença do papa. Mas a beleza exterior da santa era apenas um espelho das graças interiores de sua alma. Sua caridade era tão grande, estendendo-se além das ações às palavras, que ela nunca foi ouvida para dizer uma palavra raivosa ou impaciente ou proferir uma crítica maldosa. Anos mais tarde, ela rezou para que a Ordem Bridgettine pudesse sempre ser mantida longe do veneno da depreciação, e ela advertiu sua sobrinha Ingegerda, depois abadessa de Vadstena, contra julgamentos pouco caridosos, dizendo que tanto o caluniador quanto o ouvinte carregavam o diabo em suas línguas. Ela evitava toda exibição e usava suas roupas até ficarem surradas;

Nos vinte e cinco anos seguintes, a vida de Catarina quase se identificou com a de sua mãe, em cujas boas obras ela participou ativamente. Além das orações vocais às quais sempre fora viciada, a filha agora passava quatro horas de cada dia em meditação sobre a Paixão. Ela estava rezando na Basílica de São Pedro um dia quando foi abordada por uma mulher de vestido branco e manto preto, que ela supôs ser uma terciária dominicana. A estranha pediu-lhe que orasse por uma de suas conterrâneas, de quem logo receberia uma ajuda valiosa e que colocaria uma coroa de ouro em sua cabeça. Pouco depois veio a notícia da morte de uma cunhada, que lhe legou o cocar de ouro que, como outras mulheres de sua posição e país, ela usava em grandes ocasiões. A tiara foi desfeita e, com o produto da venda, Santa Brígida e sua filha viveram por dois anos. De vez em quando faziam peregrinações a Assis e outros lugares e, por fim, Santa Brígida resolveu fazer uma última visita à Terra Santa. Ela estava acompanhada de Catarina. A própria Brígida não sobreviveu por muito tempo ao seu retorno a Roma, e seu corpo foi naquele mesmo ano transportado de volta para a Suécia para ser enterrado em seu convento em Vadstena.

O mosteiro ainda não havia sido erguido canonicamente, seus religiosos viviam sem votos e sem hábito.
A Santa Catarina coube agora a tarefa de formar a comunidade de acordo com a regra que sua mãe havia trabalhado tanto para ser aprovada; mas um ano depois ela voltou a Roma para levar adiante a causa da canonização de Brígida. Somente ao fim de cinco anos ela voltou para a Suécia, com a canonização ainda não concluída – o “Grande Cisma” havia eclodido enquanto isso – mas com a ratificação do governo Bridgettine pelo Papa Urbano VI (1378-89). Durante este tempo na Itália, Santa Catarina … formou uma amizade com Santa Catarina Benincasa de Siena, e Urbano desejava enviá-las juntas em uma missão à rainha Joana de Nápoles, que estava apoiando o papa reclamante que se chamava Clemente VII. Diz-se que Catarina se recusou a ir à corte da mulher que seduziu seu irmão Carlos, como é mencionado no aviso aqui de Santa Brígida em 8 de outubro; ela mesmo, diz ele, dissuadiu o papa de enviar as duas Catarinas para um ambiente tão perigoso.

Parecia que o trabalho de Catherine estava terminado, pois imediatamente após sua aposentadoria definitiva em Vadstena, sua saúde começou a piorar. Ela continuou a prática que ela havia observado de fazer uma confissão diária, mas o problema gástrico de que ela sofria impossibilitava que ela recebesse o Santíssimo Sacramento. Ela costumava, portanto, pedir que o Corpo do Senhor fosse trazido ao seu quarto de doente para que ela pudesse adorá-lo e oferecer suas devoções em sua presença. Entregando sua alma a Deus em uma oração final, ela faleceu pacificamente em 24 de março de 1381. Foi observado que uma estrela brilhante apareceu sobre a casa no momento de sua morte e permaneceu até o funeral. Suas exéquias foram assistidas por todos os bispos e abades da Escandinávia, bem como pelo filho do rei e por toda a população vizinha. 

Santa Catarina nunca foi canonizada formalmente, mas seu nome foi adicionado ao Martirológio Romano e sua festa é observada na Suécia e em outros lugares, bem como pelas Bridgettines. Diz-se que ela escreveu um livro intitulado A Consolação da Alma, consistindo de extratos e máximas da Sagrada Escritura e várias obras devocionais, mas nenhuma cópia foi preservada para nós.

Há uma breve biografia latina de Santa Catarina que foi escrita no primeiro quartel do século XV por um dos monges de Vadstena, Ulf Birgersson. Pode ser encontrado no Acta Sanctorum, março, vol. iii, e foi um dos primeiros livros impressos na Suécia. Um texto mais crítico aparece na reprise de Scriptores Suecicarum, vol. iii. Alguns dos documentos e coleções de milagres ligados à sua canonização projetada também foram impressos em ambas as obras mencionadas. O texto completo dos documentos de canonização foi editado por I. Collijn, Processus seu Negocium Canonizaczonis b. Katerinae de Vadstenis (1942-1946). A vida de Santa Catarina estava tão intimamente ligada à de sua mãe, que talvez o melhor relato da filha seja encontrado nas biografias de Santa Brígida, para quem ver em 8 de outubro.

Gregório XI (1377) Urbano VI (1379) a confusão causada pelo Cisma atrasou o processo.

Quando esta dolorosa divisão apareceu, ela se mostrou, como Santa Catarina de Sena, uma firme adepta da parte do Papa Romano, Urbano VI, em cujo favor ela testemunhou perante uma comissão judicial.
Catarina ficou cinco anos na Itália e depois voltou para casa, trazendo uma carta especial de recomendação do papa. Pouco depois de sua chegada à Suécia, ela adoeceu e morreu. 

Em 1484 Inocêncio VIII (1492) deu permissão para sua veneração como santa e sua festa foi marcada para 22 de março no martirológio romano.
Catarina escreveu uma obra devocional intitulada “Consolação da Alma” (Sielinna Troëst), composta em grande parte por citações das Escrituras e dos primeiros livros religiosos; nenhuma cópia é conhecida.

Geralmente representado com uma corça ao seu lado que vinha em seu auxílio quando jovens impuros procuravam seduzi-la…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch24.html#1381_St._Catherine_of_Sweden_head_of_the

– Ver também em 22 de março: Santa Catarina da Suécia, filha de Santa Brígida. “… Seu desejo era permanecer virgem. Todavia, para obedecer ao pai, desposou Egard, jovem piedoso. No primeiro dia de casados, ela o convenceu a viverem juntos em continência. Egard concordou. Viveram como irmão e irmã o resto da vida. Dormiam no chão e praticavam juntos os jejuns, as vigílias, as orações e as esmolas…”, às páginas 206-207: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

VER DIA 24 DE MARÇO

Em Vads­tena, na Suécia, Santa Ca­ta­rina, virgem, filha de Santa Brí­gida, (também na Folhinha do Coração de Jesus) que, dada em ca­sa­mento contra a sua von­tade, con­servou a vir­gin­dade de comum acordo com seu es­poso e, após a morte dele, se con­sa­grou à vida de pi­e­dade. Pe­re­grina de Roma e da Terra Santa, tras­ladou os restos mor­tais de sua mãe para a Suécia e de­po­sitou-os no mos­teiro de Valds­tena, onde ela mesma tomou o há­bito monástico. († 1381). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Suécia, no ano do Senhor de 1381, Santa Catarina. Casada com um jovem senhor com quem ela combinou, desde o dia das bodas, viver em continência, acompanhou sua mãe, Santa Brígida, em diversas peregrinações. Depois da morte da última, em Roma, retornou à Suécia e se recolheu ao mosteiro de Vadstena, que dirigiu e ao qual deu uma regra de vida. (M).

– Ver “Santa Catarina da Suécia ou Catarina de Vadstena (1331 ou 1332 – Vadstena, 24 de Março de 1381) foi uma monja católica, que pertencia uma família nobre ligada aos reis suecos. Sua mãe era Santa Brígida da Suécia[2]. Ela levou uma vida absolutamente dedicada à fé cristã.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santa_Catarina_da_Su%C3%A9cia

15. Santa Catarina de Gênova, contemplativa. Ver “… cantando com voz dulcíssima as últimas palavras de Jesus ‘Senhor, em vossas mãos entrego minha alma’, foi reunir-se para sempre a Deus, aos 63 anos de idade.”. Sua história encontra-se às páginas 208-214: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver TRATADO DO PURGATÓRIO: https://sca.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Tratado-do-Purgatorio-Sta-Catarina-de-Genova.pdf

– VER DIA 15 DE SETEMBRO:

Em Gé­nova, na Li­gúria, também re­gião da Itália, Santa Ca­ta­rina Fiéschi (Santa Catarina de Gênova) também na Folhinha do Coração de Jesus), viúva, in­signe pelo des­prezo do mundo, fre­quentes je­juns, amor de Deus e ca­ri­dade para com os in­di­gentes e os enfermos. († 1510).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Gênova, no ano do Senhor de 1510, Santa Catarina. Depois de seu casamento levou uma vida dissipada, mas tocada pela graça, consagrou-se ao serviço dos doentes. Enviuvando em 1497, foi favorecida com graças místicas e viu discípulos se agruparem ao seu redor. (M)

– Ver também “… Em Gênova, Santa Catarina, viúva, conhecida por seu desprezo pelo mundo e seu amor a Deus.
Nascida em Gênova, Itália, 1447; morreu lá, 14 de setembro de 1510; beatificada em 1737 e … canonizada pelo Papa Bento XIV alguns anos depois (outros dizem que ela foi canonizada em 1737); dia de festa antigamente em 22 de março… Não devemos desejar nada além do que nos vem de momento a momento”, disse Santa Catarina a seus filhos espirituais, “não nos exercitando menos para o bem. Pois aquele que não se exercitasse assim e esperasse o que Deus envia, tentaria a Deus (QUEM NÃO SE EXERCITAR PARA O BEM E ESPERAR O QUE DEUS ENVIA, TENTARÁ A DEUS).  Quando tivermos feito o bem que pudermos, aceitemos tudo o que nos acontece pela ordenança de Nosso Senhor e nos unamos a ela por nossa vontade. Quem prova o que é descansar em união com Deus parecerá a si mesmo ter conquistado o Paraíso ainda nesta vida. ”
A biografia de Santa Catarina de Gênova, que combinou misticismo com praticidade, foi escrita pelo Barão Friedrich von Hügel. Ela era a quinta e mais nova filha de James Fieschi e sua esposa Francesca di Negro, membros da nobre família Guelph de Fieschi, que produziu dois papas (Inocêncio IV e Adriano V). Após seu nascimento, seu pai mais tarde tornou-se vice-rei de Nápoles para o rei René de Anjou.
A partir dos 13 anos, Catarina procurou tornar-se uma religiosa de clausura. A sua irmã (O seu irmão) já era cónego regular e o seu confessor era o capelão daquele convento. Quando ela pediu para ser recebida, eles decidiram que ela era muito jovem. Em seguida, seu pai morreu e, por razões dinásticas, sua mãe viúva insistiu que a jovem de 16 anos se casasse com o patrício gibelino genovês Guiliano Adorno. Seu marido era infiel, violento e perdulário. Nos primeiros cinco anos de casamento, Catherine sofreu em silêncio. De certa forma, parece estranho que ele não a achasse atraente, porque Catarina era uma bela mulher de grande inteligência e profundamente religiosa. Mas eles eram de temperamentos completamente diferentes: ela era intensa e sem humor; ele tinha gosto pela vida.

Então ela decidiu ganhar a afeição do marido adotando ares mundanos. Acontece que isso só a deixou infeliz porque ela perdeu o único consolo que a sustentava anteriormente – sua vida religiosa. Dez anos depois do casamento, Catherine era uma mulher muito infeliz; seu marido os havia reduzido à pobreza por sua extravagância. Na véspera de sua festa em 1473, Catarina rezou: São Bento, rogue a Deus que Ele me faça ficar três meses doente na cama”. Dois dias depois, ela estava ajoelhada para uma bênção diante do capelão do convento de sua irmã. Ela havia visitado sua irmã e revelado os segredos de seu coração. A irmã aconselhou-a a confessar-se.
Seguindo o conselho da irmã, Catherine experimentou uma espécie de êxtase. Ela foi esmagada por seus pecados e, ao mesmo tempo, pelo amor infinito de Deus por ela. Esta experiência foi a base para uma consciência duradoura da presença de Deus e uma atitude fixa da alma. Ela foi atraída de volta ao caminho de devoção de sua infância. Dentro de poucos dias ela teve uma visão de nosso Senhor carregando Sua cruz, o que a fez gritar: Ó Amor, se for necessário estou pronta para confessar meus pecados em público!”Na Solenidade da Anunciação recebeu a Eucaristia, a primeira vez com fervor em dez anos.
Assim começou sua ascensão mística sob mortificações muito severas que incluíram o jejum durante toda a Quaresma e Advento quase exclusivamente na Eucaristia. Ela se tornou uma estigmatizada. Um grupo de religiosos se reuniu em torno de Catherine, que os guiou para uma vida cheia de espírito.
Eventualmente, seu marido se converteu, tornou-se um franciscano terciário e eles concordaram em viver juntos em continência. Catarina e Giuliano dedicaram-se ao cuidado dos doentes no hospital municipal de Gênova, Pammatone, onde se juntaram a prima de Catarina, Tommasina Fieschi. Em 1473, eles se mudaram de seu palazzo para uma pequena casa em um bairro mais pobre do que o necessário. Em 1479, foram morar no hospital e Catarina tornou-se sua diretora em 1490. O heroísmo da caridade de Catarina revelou-se de maneira especial durante as pragas de 1493 e 1501. A primeira matou quase 75% dos habitantes. A própria Catherine contraiu a doença. Embora ela se recuperasse, ela foi forçada a renunciar devido a problemas de saúde três anos depois.
Após a morte de Giuliano no ano seguinte (1497), a vida espiritual de Catarina tornou-se ainda mais intensa. Em 1499, Catarina conheceu Dom Cattaneo Marabotto, que se tornou seu diretor espiritual. Suas práticas religiosas eram idiossincráticas; por exemplo, ela ia à comunhão diariamente quando era incomum fazê-lo. Durante anos ela fez jejuns extraordinariamente longos sem diminuir suas atividades de caridade. Catarina é um exemplo notável de contemplativa religiosa que combina a vida espiritual com a competência em assuntos práticos. No entanto, ela sempre teve medo do “contágio da lenta mancha do mundo” que a havia separado de Deus nos primeiros anos de seu casamento.
Seus últimos três anos de vida foram uma combinação de inúmeras experiências místicas e problemas de saúde que permaneceram não diagnosticados até mesmo por João Batista Boerio, o principal médico do rei Henrique VII. Além de seu corpo permanecer intacto e um de seus braços se alongar de maneira peculiar pouco antes de sua morte, o sangue de seus estigmas emitia um calor excepcional.

Uma pintura contemporânea de Catarina, agora no Hospital Pammatone em Gênova, possivelmente pintada pela artista feminina Tomasina Fieschi, mostra Catarina na meia-idade. Revela uma mulher esguia com um nariz comprido e aristocrático; pronunciado, queixo fendido; sorriso fácil de lábios largos, mas finos (e, surpreendentemente, linhas de riso profundas); maçãs do rosto altas; e grandes olhos escuros pontuados por sobrancelhas finas e graciosas.
Diálogo entre a alma e o corpo e Tratado do purgatório são obras marcantes no campo da mística, que foram inspiradas por ela e contêm sua essência, mas na verdade foram compostas por outras sob seu nome. Ela é a patrona de Gênova e dos hospitais italianos (Attwater, Benedictines, Delaney, Farmer, Harrison, Schamoni, Schouppe, Walsh).

De interesse pode ser A Vida e Doutrina de Santa Catarina de Gênova.

1510 ST CATHERINE DE GÉNOVA, VIÚVA   
Os Fieschi eram uma grande família Guelf da Ligúria, com uma longa e distinta história. Em 1234, deu à Igreja o vigoroso Papa Inocêncio IV e, em 1276, seu sobrinho, que governou por algumas semanas como Adriano V. Em meados do século XV, atingiu o auge de seu poder e esplendor na Ligúria, Piemonte. e Lombardia. Um membro era um cardeal e outro, James, descendente do irmão de Inocêncio IV, foi vice-rei de Nápoles para o rei René de Anjou. Este James Fieschi era casado com uma senhora genovesa, Francesca di Negro, e deles nasceu em Gênova no ano de 1447 o quinto e último de seus filhos, Caterinetta, agora sempre chamada Catherine. Seus biógrafos dão detalhes de sua infância promissora que talvez possam ser descartados como panegírico de forma comum, mas a partir dos treze anos, sem dúvida, sentiu-se fortemente atraída pela vida religiosa. Sua irmã (seu irmão)já era cónego regular e o capelão de seu convento era o confessor de Catarina, então ela perguntou se ela também podia usar o hábito. Em consulta com as freiras, ele a dispensou por causa de sua juventude, e na mesma época o pai de Catarina morreu. Então, com a idade de dezesseis anos, ela se casou. Afirma-se de muitos santos, homens e mulheres, que, embora desejando entrar em um mosteiro, eles se casaram em obediência à vontade daqueles que tinham autoridade sobre eles, e para alguns deles essas circunstâncias são apenas duvidosamente verdadeiras. Mas sobre Santa Catarina de Gênova não há dúvida. A estrela da família gibelina dos Adorni estava em declínio, e por uma aliança com o poderoso Fieschi eles esperavam restaurar a sorte de sua casa. Os Fieschi estavam dispostos o suficiente, e Catherine foi sua vítima. Seu noivo era Julian Adorno, um jovem com um caráter muito pobre para trazer algum bem de seu casamento como um casamento. Catarina era linda pessoalmente (como pode ser visto em seus retratos), de grande inteligência e sensibilidade e profundamente religiosa; de temperamento intenso, sem humor ou sagacidade. Julian era de fibra muito diferente, incapaz de apreciar sua esposa e, nessa medida, ser compadecido; mas se ele não conseguiu ganhar mais do que sua submissão e obediência obedientes, foi porque ele não tentou, ou porque o fez de maneira errada. Ele próprio admitiu que foi infiel a ela; quanto ao resto, ele era amante do prazer em um grau desordenado, indisciplinado, temperamental e perdulário. Ele quase nunca estava em casa, e durante os primeiros cinco anos de sua vida de casada Catherine viveu na solidão e deprimida em meio a arrependimentos vãos. Então, por mais cinco, ela tentou que consolos ele poderia encontrar nas alegrias e recreações de seu mundo, e estava um pouco menos triste e desesperada do que antes.
Ela, no entanto, nunca havia perdido a confiança em Deus, ou pelo menos tanto quanto estava implícito na prática continuada de sua religião, e na véspera da festa de São Bento em 1473 ela estava rezando em uma igreja dedicada em sua honra perto do litoral fora de Gênova. E pediu àquele santo: “São Bento, roga a Deus que me faça ficar três meses doente de cama”. Dois dias depois, ela estava ajoelhada para uma bênção diante do capelão no convento de sua irmã quando foi subitamente dominada por um grande amor a Deus e pela percepção de sua própria indignidade. Ela repetiu várias vezes interiormente: “Chega de mundo! Chega de pecados!” e ela sentiu que “se ela tivesse em sua posse mil mundos, ela os teria jogado fora”. Ela não pôde fazer nada além de murmurar uma desculpa e se aposentar, e dentro de um ou dois dias ela teve uma visão de nosso Senhor carregando Sua cruz que a fez gritar: “Ó Amor, se for necessário, estou pronta para confessar meus pecados em público!” Em seguida, ela fez uma confissão geral de toda a sua vida com tanta dor “a ponto de trespassar sua alma”. Na festa da Anunciação recebeu a sagrada comunhão, a primeira vez com fervor em dez anos, e logo depois tornou-se uma comungante diária, permanecendo assim para o resto de sua vida – coisa muito rara naqueles dias, de modo que costumava dizem que ela invejava os sacerdotes, que podiam receber o corpo e o sangue de nosso Senhor diariamente sem comentários excitantes…

… Por volta dessa época, seu luxo e extravagância levaram Juliano à beira da ruína, e as orações de sua esposa, somadas a seus infortúnios, trouxeram uma reforma em sua vida. Mudaram-se de seu palazzo para uma pequena casa, muito mais humilde e em um bairro mais pobre do que o necessário, concordaram em viver juntos em continência e se dedicaram ao cuidado dos doentes no hospital de Pammatone. Associada a eles estava uma prima de Catarina, Tommasina Fieschi, que depois de sua viuvez se tornou … uma freira dominicana. Isso continuou por seis anos sem mudanças, exceto no desenvolvimento da vida espiritual de Santa Catarina, até que em 1479 o casal foi morar no próprio hospital, do qual onze anos depois ela foi nomeada matrona. Ela provou ser uma administradora tão capaz quanto uma enfermeira dedicada, especialmente durante a peste de 1493, quando morreram quatro quintos dos que permaneceram na cidade. Catherine pegou a cinomose de uma mulher moribunda que ela beijou impulsivamente, e ela mesma quase morreu. Durante a visita, ela conheceu o advogado e filantropo Hector Vernazza, que logo se tornaria seu ardente discípulo (e também o pai do Venerável Battista Vernazza) e a quem se deve a preservação de muitos detalhes preciosos de sua vida e conversa.
   Em 1496, a saúde de Catarina piorou e ela teve que renunciar ao controle do hospital, embora ainda morasse dentro do prédio, e no ano seguinte seu marido morreu após uma doença dolorosa. “Messer Giuliano se foi”, disse ela a um amigo, “e como você bem sabe ele era de natureza um tanto rebelde, de modo que sofri muito interiormente. Mas meu terno Amor me assegurou de sua salvação antes que ele tivesse passado desta vida.” Julian providenciou em seu testamento para sua filha ilegítima Thobia, e sua mãe sem nome, e Santa Catarina se responsabilizou por garantir que Thobia nunca passasse necessidade ou fosse descuidada.
   Por mais de vinte anos, Santa Catarina viveu sem qualquer direção espiritual e raramente se confessava. De fato, é possível que, não tendo nenhum assunto sério em sua consciência, ela nem sempre tenha feito uma confissão anual, e não tenha encontrado, sem agitação, nenhum padre que entendesse seu estado espiritual com vistas à direção. Mas, por volta de 1499, um padre secular, Dom Cattaneo Marahotto, foi nomeado reitor do hospital, e “eles se entendiam, mesmo olhando um para o outro sem falar. “Para ele” ela disse: “Pai, eu não sei onde estou, nem na alma nem no corpo. Gostaria de confessar, mas não tenho consciência de nenhum pecado”. E Don Marabotto expõe seu estado em uma frase “E quanto aos pecados que ela mencionou, não lhe foi permitido vê-los como tantos pecados pensados ​​ou ditos ou cometidos por ela mesma. Ela era como um garotinho que cometeu uma pequena ofensa por ignorância e que, se alguém lhe disser: ‘Você fez algo errado’, se assusta e cora, mas não porque agora tem um conhecimento experimental do mal. Também nos é dito em sua vida “que Catarina não teve o cuidado de ganhar indulgências plenárias. Não que ela não os tivesse em grande reverência e devoção e os considerasse de grande valor, mas ela desejava que sua parte egoísta fosse castigada e punida como merecia…” Seguindo a mesma ideia heroica, ela raramente pedia aos outros, seja na terra ou no céu, que rezassem por ela; a invocação de São Bento acima mencionada é uma exceção muito notável e a única registrada em relação aos santos. É também digno de nota que durante toda a sua viuvez Santa Catarina permaneceu uma leiga. Seu marido, em sua conversão, ingressou na terceira ordem de São Francisco (e tornar-se um terciário de qualquer ordem era naqueles dias uma questão muito mais séria do que é agora), mas ela não fez nem isso. Essas peculiaridades não são mencionadas nem para louvor nem reprovação;
   Desde o ano de 1473, Santa Catarina levou, sem interrupção, uma vida espiritual muito intensa, combinada com uma atividade incansável em favor dos doentes e tristes, não apenas no hospital, mas em toda Gênova.
   Ela é mais um exemplo da universalidade cristã que aqueles que não entendem chamam de contradições completas de “outra-mundanidade” e “praticidade” eficiente; preocupação com a alma e cuidado com o corpo; austeridade física que se modifica ou abandona à palavra da autoridade, seja eclesiástica, médica ou social; uma vida na mais íntima união com Deus e uma “totalidade” em relação a este mundo e afeição calorosa por indivíduos nele.
   A vida de Santa Catarina foi tomada como o texto de um trabalho mais profundo sobre o elemento místico na religião – e ela manteve as contas do hospital sem nunca dar um tostão e estava tão preocupada com a disposição correta dos bens que fez quatro testamentos com vários codicilos.
   Catarina sofreu de problemas de saúde por alguns anos e teve que desistir não apenas de seus jejuns extraordinários, mas até certo ponto dos da Igreja, e finalmente em 1507 sua saúde cedeu completamente. Ela piorou rapidamente e nos últimos meses de sua vida sofreu grande agonia; entre os médicos que a atenderam estava John-Baptist Boerio, que havia sido o médico principal do rei Henrique VII da Inglaterra, e ele, com os outros, não conseguiu diagnosticar sua queixa. Eles finalmente decidiram, “deve ser uma coisa sobrenatural e divina”, pois ela não tinha todos os sintomas patológicos, que eles pudessem reconhecer. Em 13 de setembro de 1510, ela estava com febre alta e delírio, e na madrugada do dia 15 “esta alma abençoada exalou suavemente seu último suspiro em grande paz e tranquilidade, e voou para o seu terno e tão desejado Amor”. Foi beatificada em 1737 e Bento XIV acrescentou seu nome ao Martirológio Romano, com o título de santa. 

Santa Catarina deixou duas obras escritas, um tratado sobre o Purgatório e um Diálogo da alma e do corpo, que o Santo Ofício declarou serem os únicos suficientes para provar sua santidade. Eles estão entre os documentos mais importantes do misticismo, mas Alban Butler diz deles com muita verdade que “esses tratados não são escritos para o comum”.

Além de um breve aviso de Giustiniano, bispo de Nibio, em seu Annali di Genova (1537), o relato biográfico mais antigo de Santa Catarina parece ser preservado em manuscritos que variam consideravelmente em seu texto italiano e pertencem aos anos 1547-1548. Destes, em geral, foi compilado o primeiro livro sobre ela que foi impresso em detalhes. É comumente conhecido como Vita e Dottrina, e foi publicado em 1551. Esta obra, que tem sido muitas vezes reimpressa, é nossa principal fonte de informação sobre a santa, e contém também uma coleção de seus ditos e meditações. Os muitos problemas relacionados ao seu texto foram discutidos em grande detalhe pelo Barão Friedrich von Hügel em sua importante obra, O elemento místico da religião (2 vols., 1908); ver especialmente vol. i, pp. 371-466. Suas conclusões são, sem dúvida, justificadas no essencial, mas há espaço para alguma diferença de opinião quanto aos detalhes, como observado, por exemplo , em The Month, junho de 1923,pp. 538-543. Ver também o Acta Sanctorum , setembro, vol. v. As numerosas vidas modernas de Santa Catarina baseiam-se na Vita e Dottrina; entre os mais recentes estão Lili Sertorius, Katharina von Genua (1939),e L. de Lapérouse, La vie de Ste Catherine de Gênes (1948). Uma nova tradução do tratado do Purgatório e do Diálogo foi publicada em 1946, feita por Helen Douglas Irvine e Charlotte Balfour…”:

http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DaySeptember15.html#1510_Catherine_Caterinetta_of_Genoa

https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DaySeptember15.html

16. Outras santas e Santos do dia 22 de março: págs. 206-227 (vol.5): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

Obs. Entra no Google chrome, mas não no edge.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 22 de março, ver também: 22 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 275-276: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch22.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

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* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

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* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

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* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

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* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES. . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

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* “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. “São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.  (São Nicolau de Flue – 21 de março)”

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* A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….” (São Serapião de Thmuis 21 de março – conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

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