Santas e Santos de 28 de março

1.   Em Tarso, ci­dade da Ci­lícia, na ac­tual Tur­quia, São Castor (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir. († data inc.).,

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Tarso, na Cilícia, São Castor. (M)

2.   Co­me­mo­ração dos santos már­tires Prisco, Malco (também na Folhinha do Coração de Jesus) e Ale­xandre, que, du­rante a per­se­guição de Va­le­riano, ha­bi­tavam numa pe­quena quinta dos ar­re­dores de Ce­sa­reia da Pa­les­tina; sa­bendo que nessa ci­dade se ofe­re­ciam ce­lestes co­roas de mar­tírio, in­fla­mados pelo ardor di­vino da fé, apre­sen­taram-se es­pon­ta­ne­a­mente ao juiz e, tendo-o cen­su­rado pela cru­el­dade com que der­ra­mava o sangue dos fiéis, foram por ele ime­di­a­ta­mente lan­çados às feras para serem de­vo­rados, em ódio ao nome de Cristo. († 260).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cesaréia da Palestina, durante a perseguição de Valeriano, os Santos Prisco, Malco e Alexandre. Apresentando-se espontaneamente ao juiz, reprovaram-lhe sua crueldade em relação aos cristãos e foram, por ordem dele, atirados às feras. (M).

– Ver página 352: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “… 260 Santo Alexandre Mártir companheiro dos Santos Malco e Prisco.

  Em Cesaréia na Palestina, o aniversário dos santos mártires Prisco, Malco e Alexandre. Na perseguição de Valeriano, viviam nos arrabaldes de Cesaréia, mas sabendo que na cidade se obteria a coroa celestial do martírio, e ardendo com o ardor divino da fé, foram por eles mesmos ao juiz, repreenderam-no por derramar em torrentes o sangue dos fiéis, e foram imediatamente condenados a serem devorados por bestas pelo Nome de Cristo.Os homens, cristãos devotos em Cesaréia, Palestina, foram apanhados nas perseguições conduzidas pelo imperador Valeriano. Os mártires foram mortos por animais selvagens em uma arena.
Martírio dos Santos Alexandre, Agabius, Alexander, Timol (Timolaos), Dionísio, Romulus e Blesius (Valesius)
        Neste dia também é a comemoração dos sete santos mártires: Alexandre, o egípcio, Agabius e Alexandre da cidade de Gaza, Timol (Timolaos) do Pontus, Dionísio da cidade de Trípoli, e Romulus, e Blesius (Valesius) das aldeias do Egito. Esses homens se uniram com o amor cristão, e foram ao governador de Cesaréia, Palestina, e confessaram diante dele o Senhor Cristo. Todos eles foram martirizados e receberam a coroa do martírio durante os dias de Diocleciano.
Que suas orações estejam conosco e Glória a Deus para sempre.

Prisco, Malco e Alexandre MM (RM). Morreram em 260. Este trio de mártires foi lançado às feras durante os jogos públicos em Cesaréia, Palestina, sob o comando de Valeriano. Durante o auge da perseguição, eles se recriminaram secretamente por sua covardia na clandestinidade. Incapaz de reprimir as emoções que sentiam, diziam uns aos outros: “Enquanto a porta segura do céu estiver aberta, devemos fechá-la para nós mesmos? Devemos ser tão covardes para não sofrer pelo nome de Cristo, que morreu por nós? Nossos irmãos nos convidam por seu exemplo: seu sangue é uma voz alta, que nos pressiona a seguir seus passos. Devemos ficar surdos a um clamor que nos chama para o combate e para uma vitória gloriosa? Cheio do Espírito Santo, voltaram para Cesaréia e se apresentaram ao governador como cristãos. Alguns ficaram admirados com esse ato de coragem, mas isso incitou o juiz. Eles foram julgados, torturados e expostos a feras na arena. (beneditinos)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch28.html#260_St._Alexander_Martyr_companion_of

3.   Em He­lió­polis, na Fe­nícia, hoje no Lí­bano, São Ci­rilo, diá­cono e mártir, que foi cru­el­mente as­sas­si­nado no tempo do im­pe­rador Ju­liano Apóstata. († c. 362)

4.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, São Pro­tério, bispo, que, após um tu­mul­tuoso motim po­pular, na Quinta-Feira Santa da Ceia do Se­nhor, foi fe­roz­mente as­sas­si­nado pelos mo­no­fi­sitas, se­quazes do seu pre­de­cessor Dióscoro. († 454)

5.   Em Chalon-sur-Saône, na Bor­gonha, ac­tu­al­mente na França, o se­pul­ta­mento de São Gon­trão ou Gun­trano, rei dos Francos, que dis­tri­buiu os te­souros da sua ri­queza em favor das igrejas e dos pobres. († 593).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 594, São Gontrão (também na Folhinha do Coração de Jesus), neto de Clóvis e rei dos francos. Resgatou por suas liberalidades para com os pobres – os quais o chamavam “o bom rei Gontrão”- as faltas de sua vida passada, e morreu depois no mosteiro de São Marcelo em Châlon-sur-Saône, que ele mesmo havia fundado. (M).

– Ver mais às páginas 336-343: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “São Gontrão ou Guntram (ca. 532 – 28 de março de 592) foi rei da Borgonha de 561 até sua morte em 592. Era um dos filhos (o terceiro mais velho, segundo que chegou à idade adulta) de Clotário I e Ingunda. Quando seu pai morreu, ele se tornou rei de um quarto do reino dos francos, fazendo de Orleães sua capital.

É o padroeiro dos divorciados, dos guardiões e dos assassinos arrependidos.[1]   Gregório de Tours, frequentemente o chama de bom rei Gontrão, como no texto abaixo onde Gregório discute o fato dos três casamentos de Gontrão: ‘O bom rei Gontrão primeiro tomou uma concubina, Veneranda, uma escrava pertencente a alguém de seu povo, com quem ele teve um filho, Gundobado. Depois ele casou-se com Marcatrude, filha de Magnar, e enviou seu filho Gundobado a Orleães. Após ter um filho, Marcatrude tornou-se ciumenta, e procurou causar a morte de Gundobado. Ela enviou veneno, dizem, e envenenou sua bebida. Com a morte de Gundobado, pelo julgamento de Deus, ela perdeu o filho que tinha e fez cair sobre si mesma a ira do rei, sendo dispensada por ele, morrendo não muito depois. Depois ele tomou como esposa Austerchild, também chamada Bobilla. Teve com ela dois filhos, o mais velho chamado Clotário e o mais jovem Clodomiro[1]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gontr%C3%A3o_de_Borgonha

– Ver ainda “… 592 ST GUNTRAMNUS
GUNTRAMNUS (Gontran), rei da Borgonha e parte da Aquitânia de 561 a 592, teria sido muito popular entre seu povo, que certamente o honrou como santo após sua morte; e seu nome encontrou seu caminho no Martirológio Romano. Mas suas reivindicações de santidade dificilmente obteriam canonização formal para ele hoje. Quase tudo o que sabemos dele deriva das páginas de São Gregório de Tours. Embora longe de se disciplinar (ele se divorciou de uma esposa e executou os médicos malsucedidos de outra), ele encorajou a realização de três sínodos para melhorar a disciplina do clero, dotou igrejas e mosteiros e tratou com justiça seus súditos.

Os capítulos relevantes de Gregório de Tours são reimpressos na Acta Sanctorum, março, vol. III. Há um excelente resumo em DCB., vol. II, pp. 820-822.

Em geral, sua vida foi a de um pacificador. Ele protegeu seus sobrinhos contra a maldade das rainhas viúvas, Brunehault de Sigebert e Fredegonde de Chilperico. Mas ele teve um período de intemperança. Ele se divorciou de sua esposa, Mercatrude, e ordenou às pressas a execução de seu médico. Ele foi dominado pelo remorso e lamentou esses pecados pelo resto de sua vida, tanto por si mesmo quanto por sua nação. Em expiação, ele jejuou, orou, chorou e se ofereceu ao Deus que havia ofendido.
Ao longo do restante de seu próspero reinado, ele deu exemplos de como as máximas do Evangelho poderiam ser transformadas em políticas efetivas. Ele era o protetor dos oprimidos, cuidador dos doentes e o pai terno de seus súditos. Ele foi generoso com sua riqueza, especialmente em tempos de peste e fome. Ele estrita e justamente aplicou a lei sem respeito à pessoa, mas estava sempre pronto para perdoar ofensas contra si mesmo, incluindo duas tentativas de assassinato.
Guntramnus munificentemente construiu e dotou muitas igrejas e mosteiros. São Gregório de Tours relata muitos milagres realizados pelo rei, tanto antes como depois de sua morte, alguns dos quais ele mesmo testemunhou.
Na época de sua morte, Guntramnus reinava por 31 anos. Quase imediatamente ele foi proclamado santo por seus súditos. Ele foi enterrado na igreja de São Marcelo, que ele havia fundado. Os huguenotes, que espalharam suas cinzas no século 16, deixaram apenas seu crânio intocado em sua fúria. Ele agora é mantido lá em uma caixa de prata (Attwater2, Benedictines, Husenbeth).
Na arte, São Guntramnus é retratado como um rei que encontra tesouros e os dá aos pobres. Às vezes, pode haver três baús de tesouro diante dele, um globo e uma cruz em um (Roeder)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch28.html#592_Saint_Guntramnus_King_protector_of

6.   Junto ao monte Olimpo, na Bi­tínia, hoje na Tur­quia, Santo Hi­la­rião, he­gú­meno do mos­teiro de Pe­le­cete, que de­fendeu vi­go­ro­sa­mente o culto das sa­gradas imagens. († s. VIII)

7.   Em Cister, lo­ca­li­dade da Bor­gonha, na França, Santo Es­têvão Har­ding, abade, que veio de Mo­lesme com ou­tros monges para este cé­lebre ce­nóbio, ins­ti­tuiu os ir­mãos con­versos, re­cebeu o egrégio Ber­nardo com trinta com­pa­nheiros e fundou doze mos­teiros, que as­so­ciou com o vín­culo da Carta da Ca­ri­dade, para que não hou­vesse entre os monges dis­córdia al­guma, mas vi­vessem na har­monia da mesma, da mesma regra e de cos­tumes semelhantes.  († 1134)

8*.   Em Naso, na Si­cília, re­gião da Itália, São Cono, monge sob a ob­ser­vância dos Pa­dres ori­en­tais, que, ao re­gressar da pe­re­gri­nação aos Lu­gares Santos, sa­bendo que seus pais ti­nham fa­le­cido, dis­tri­buiu pelos po­bres toda a for­tuna fa­mi­liar e abraçou a vida eremitica. († 1236)

9*.   Em Mon­ti­ciano, perto de Sena, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato An­tónio Pa­trízzi, pres­bí­tero da Ordem dos Ere­mitas de Santo Agos­tinho, ilustre pelo seu exímio amor aos ir­mãos e ao próximo. († c. 1311)

10*.   Em Tours, na França, a Beata Joana Maria de Maillé, que, de­pois da morte do es­poso na guerra, re­du­zida à mi­séria e ex­pulsa da sua casa pelos pa­rentes e aban­do­nada por todos, viveu re­clusa numa cela junto do con­vento dos Me­nores, men­di­gando o pão, mas to­tal­mente con­fiada em Deus. († 1414). Ver também às páginas 344-347: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

11*.   Em York, na In­gla­terra, o Beato Cris­tóvão Wharton, pres­bí­tero e mártir, que, no rei­nado de Isabel I, foi con­de­nado ao su­plício da forca em ódio ao sacerdócio. († 1600)

12*.   Em An­gers, na França, a Beata Re­nata Maria Feillatreau, mártir, mu­lher ca­sada que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, foi de­ca­pi­tada por per­ma­necer fiel à Igreja católica. († 1794)

13*.   Em Pr­zemysl, na Po­lónia, São José Se­bas­tião Pelczar, bispo, fun­dador da Con­gre­gação das Es­cravas do Sa­grado Co­ração de Jesus e mestre in­signe da vida espiritual. († 1924)

14. Santo Espeu, abade e confessor: ver páginas 348-349: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf   

15. Bem-Aventurado Tutilon, confessor. Ver páginas 350-351: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

16. No ano do Senhor de 750, Santa Gundelinda, sobrinha de santa Otília, que deu a vida à comunidade de Wiedermünster, na Alsácia (conf. Martirológio Romano-Monástico. M).

– Ver página 352: VIDAS DOS SANTOS – 5.pdf (obrascatolicas.com)

17. No mesmo dia, Santa Osburga, primeira abadessa de Coventry na Inglaterra, no séc. IX  (conf. Martirológio Romano-Monástico). Ver “Durante o renascimento do Catolicismo Inglês no século XIX, a primeira igreja construída em Coventry, pela vontade do Arcebispo Ullathorne foi dedicada a Santa Osburga. Em 9 de setembro de 1845 o novo edifício sagrado pode ser consagrado ao culto divino pelas mãos do Cardeal Wiseman, e neste dia do ano a Santa ainda é lembrada no calendário diocesano, a fim de evitar conflito com a Quaresma. No Martirológio Romano ela continua a ser comemorada no dia 30 de março.”: http://heroinasdacristandade.blogspot.com/2013/03/santa-osburga-de-coventry-abadessa-30.html

VER 30 DE MARÇO

Em Coventry, na Inglaterra, Santa Osburga, primeira abadessa do mosteiro deste lugar. († c. 1018) 

18. No séc. XV, o Bem-Aventurado Pedro Marginet, cisterciense catalão (conf. Martirológio Romano-Monástico – X).

– Ver “ABENÇOADO PEDRO MARGINET, do aramaico, “pedra”, “rocha” (1435). Monge. Ele nasceu em Vallclara (Catalunha, Espanha). Seus pais, simples camponeses, incutiram nele a fé cristã. Na infância e juventude, ele mostrou sua piedade e decidiu consagrar-se a Deus e entrou no mosteiro cisterciense de Poblet, Tarragona, até que professou. Ele se distinguiu por seu bom comportamento. No entanto, fazendo amizade com outro monge de um mosteiro vizinho, ambos renunciaram à vida monástica e voltaram ao mundo para se dedicarem a uma vida desordenada (1411). Apesar de seu bom histórico, eles organizaram uma gangue de criminosos que devastou a região. Enquanto isso, os monges cistercienses, cientes do acima exposto, elevaram suas orações ao Criador e aconteceu o milagre que ambos voltaram ao mosteiro. Quanto a Peter, desculpe por seus erros, Cumpriu as instruções do seu superior, que o encerrou numa cela isolada, onde se dedicou com veemência à oração, ao jejum e à extrema penitência. Da mesma forma, foi-lhe concedida autorização para visitar as localidades onde cometeu delitos e em cada uma das quais se encontrava na praça central para pedir perdão aos feridos e, de imediato, fustigou-se em público. Após esta viagem penitencial, regressou ao seu convento, onde foi um exemplo até à sua morte. Reconhecendo seus feitos milagrosos, o Pontífice Paulo V (1605-1621) aprovou sua veneração como beato em 1611. Foi-lhe concedida autorização para visitar as localidades onde cometeu delitos e em cada uma das quais se encontrava na praça principal para pedir perdão aos feridos e, de imediato, fustigou-se em público. Após esta viagem penitencial, voltou para o seu convento, onde foi um exemplo até à sua morte. Reconhecendo seus feitos milagrosos, o Pontífice Paulo V (1605-1621) aprovou sua veneração como beato em 1611.  Citados em 26 de março Santos: Braulio de Zaragoza, bispo, e Pedro Marginet, monge. Traduzido do Espanhol pelo Google”: http://www.laverdadcatolica.org/SantoralMarzo2008.htm

VER 26 DE MARÇO:

Perto de 650, São Braulio (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo de Saragoça. Discípulo de Santo Isidoro de Sevilha, contribuiu para estabelecer a unidade da disciplina na Igreja da Espanha (Conforme o Martirológio Romano-Monástico -M).

– Ver “Bráulio de Saragoça (em latimBraulius Caesaraugustanus), bispo de Saragoça (590–651), foi um religioso do século VII na Hispânia e sucessor de seu irmão, João, na sé onde ambos foram arcediagos. Bráulio foi também conselheiro e confidente de diversos reis visigodos, incluindo Quindasvinto, cujo filho, Recesvinto, recomendou que fosse coroado “rei associado”.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Br%C3%A1ulio_de_Sarago%C3%A7a

19. São João de Capistrano. “No mesmo dia, São João de Capistrano, da ordem dos irmãos menores, confessor, celebrado a 23 de outubro. O dies natalis é 23 de outubro, mas Leão XIII, estendendo-lhe a festa na Igreja universal, fixou-a a 28 de março”. Ver página 351: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

Em 23 de outubro: São João de Capistrano (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, que de­fendeu a ob­ser­vância re­gular e de­sen­volveu o seu mi­nis­tério em quase toda a Eu­ropa, tra­ba­lhando no for­ta­le­ci­mento da fé e na re­forma dos cos­tumes ca­tó­licos; com as suas exor­ta­ções e preces sus­tentou o fervor do povo fiel e em­pe­nhou-se na de­fesa da li­ber­dade dos cris­tãos. Morreu na lo­ca­li­dade de Ujlac, junto ao rio Da­núbio, no reino da Hungria. († 1456).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Villackum, na atual Sérvia, no ano do Senhor de 1456, o nascimento no céu de São João de Capistrano. Tendo entrado para os Frades Menores depois da morte de sua jovem esposa, este primeiro magistrado de Perúgia colocou-se na escola de São Bernardino de Sena. Por suas missões através da Europa, contribuiu eficazmente para restabelecer a unidade da Igreja dividida e em fazer perseverar a Cristandade ameaçada pelo Islão. (R).

– Ver páginas 414-423: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2018.pdf 

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/João_de_Capistrano

– Ver ainda “… São João Capistrano, confessor, sacerdote da Ordem dos Frades Menores, mencionado no dia 23 de outubro.
SÃO JOÃO DE CAPISTRANO
CAPISTRANO é uma pequena cidade nos Abruzos, que antigamente fazia parte do reino de Nápoles.

Aqui, no século XIV, um certo free-lance – se ele era de origem francesa ou alemã é contestado – se estabeleceu após o serviço militar sob Luís I e se casou com uma esposa italiana. Em 1386 nasceu-lhe um filho, chamado João, que estava destinado a tornar-se famoso como uma das grandes luzes da Ordem Franciscana.

Desde a juventude, os talentos do menino o tornaram notável. Estudou direito em Perugia com tanto sucesso que em 1412 foi nomeado governador daquela cidade e casou-se com a filha de um dos principais habitantes. Durante as hostilidades entre Perugia e Malatestas, ele foi preso, e esta foi a ocasião de sua resolução de mudar seu modo de vida e se tornar religioso.

Como ele superou a dificuldade de seu casamento não está totalmente claro. Mas conta-se que atravessou Perugia montado num burro, com a cara na cauda e com um enorme chapéu de papel na cabeça, no qual estavam escritos todos os seus piores pecados. Ele foi apedrejado pelas crianças e coberto de sujeira, e assim se apresentou para pedir a admissão no noviciado dos Frades Menores. Naquela data, 1416, ele tinha trinta anos, e seu mestre de noviços parece ter pensado que para um homem de tanta força de vontade que estava acostumado a fazer o que queria, era necessário um treinamento muito severo para testar a autenticidade de sua vocação. (Ele ainda não havia feito sua primeira comunhão.) As provações a que foi submetido foram as mais humilhantes e, aparentemente, às vezes foram acompanhadas de manifestações sobrenaturais. Mas o irmão João perseverou e, anos depois, muitas vezes expressou sua gratidão ao incansável instrutor que deixou claro para ele que a auto conquista era o único caminho seguro para a perfeição.

Em 1420, João foi elevado ao sacerdócio. Enquanto isso, fez progressos extraordinários em seus estudos teológicos, levando ao mesmo tempo uma vida de extrema austeridade, na qual percorria as estradas descalço sem sandálias, dormia apenas três ou quatro horas e usava um cilício continuamente.

Em seus estudos teve como companheiro de aprendizagem São Tiago das Marcas e por um mestre São Bernardino de Sena, por quem concebeu a mais profunda veneração e afeição.

Muito em breve os excepcionais dons de oratória de João se tornaram perceptíveis. Toda a Itália naquele período estava passando por uma terrível crise de agitação política e relaxamento da moral, problemas que foram em grande parte causados, e em qualquer caso acentuados, pelo fato de que havia três pretendentes rivais ao papado e que os amargos antagonismos entre guelfos e gibelinos ainda não havia sido curado.  

Ainda assim, ao pregar por toda a extensão da península São João teve uma resposta maravilhosa. Há, sem dúvida, uma nota de exagero nos termos em que os padres Cristóvão de Varese e Nicolau de Fara descrevem o efeito produzido por seus discursos. Eles falam de cem mil ou mesmo cento e cinquenta mil ouvintes presentes em um único sermão. Isso certamente não era possível em um país despovoado por guerras, pestilência e fome, e tendo em vista os limitados meios de locomoção então disponíveis. Mas havia boas evidências para justificar o entusiasmo deste último escritor quando nos diz: “Ninguém estava mais ansioso do que João Capistrano pela conversão de hereges, cismáticos e judeus. Ninguém estava mais ansioso para que a religião florescesse ou tivesse mais poder em fazer maravilhas; ninguém estava tão ardentemente desejoso de martírio, ninguém era mais famoso por sua santidade. E assim foi recebido com honra em todas as províncias da Itália. A multidão de pessoas em seus sermões era tão grande que se poderia pensar que os tempos apostólicos foram revividos. Em sua chegada a uma província, as cidades e aldeias estavam em comoção e se aglomeravam em multidões para ouvi-lo. As cidades o convidavam a visitá-las, seja por meio de cartas urgentes, ou por delegações, ou por um apelo ao Soberano Pontífice por meio de pessoas influentes”.

Mas a obra da pregação e da conversão das almas de modo algum absorvia toda a atenção do santo. Não há ocasião para fazer referência aqui em detalhes aos embaraços domésticos que assolaram a Ordem de São Francisco desde a morte de seu Seráfico Fundador. É suficiente dizer que o partido conhecido como os “Espirituais” não tinha de forma alguma as mesmas visões de observância religiosa que tinham aqueles que eles chamavam de “Relaxados”.

A reforma do Observatório iniciada em meados do século XIV ainda se viu prejudicada de muitas maneiras pela administração dos superiores gerais que mantinham um padrão diferente de perfeição e, por outro lado, também houve exageros na direção de muitas maior austeridade culminando eventualmente nos ensinamentos heréticos dos Fraticelli. Todas essas dificuldades exigiram ajustes, e Capistrano, trabalhando em harmonia com São Bernardino de Siena, foi chamado a arcar com uma grande parte desse fardo. Após o capítulo geral realizado em Assis em 1430, São João foi designado para redigir as conclusões às quais a assembleia chegou, e esses “estatutos martinianos”, como foram chamados, em virtude de sua confirmação pelo Papa Martinho V, estão entre os mais importantes da história da ordem.

Assim, João recebeu em várias ocasiões poderes inquisitoriais da Santa Sé, como por exemplo para processar os Fraticelli e investigar as graves acusações feitas contra a Ordem dos Gesuats fundada por Bd John Colombini. Além disso, ele estava profundamente interessado naquela reforma das freiras franciscanas que deveu sua principal inspiração a Santa Colette, e nos terciários da ordem. No Concílio de Ferrara, depois transferido para Florença, ele foi ouvido com atenção, mas entre as primeiras e as últimas sessões ele foi obrigado a visitar Jerusalém como comissário apostólico e, aliás, fez muito para ajudar na inclusão dos armênios com os gregos no alojamento, infelizmente apenas de curta duração, que foi chegado em Florença.

Quando o imperador Frederico III, descobrindo que a fé religiosa dos países sob sua suserania sofria gravemente com as atividades dos hussitas e outros sectários heréticos, apelou ao papa Nicolau V por ajuda, São João Capistran foi enviado como comissário e inquisidor geral, e partiu para Viena em 1451 com doze de seus irmãos franciscanos para ajudá-lo. 

[O termo hussita ou Igreja hussita (ou talvez ussiti) define um movimento reformador e revolucionário que surgiu na Boêmia, no século XV. O nome vem do teólogo boêmio Jan Hus (1372-1415). O movimento mais tarde se juntou a Reforma Protestante. Conforme: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hussitas ]

Não há dúvida de que sua vinda produziu uma grande sensação. Aeneas Sylvius (o futuro Papa Pio II) conta como, quando entrou em território austríaco, “sacerdotes e pessoas saíram ao seu encontro, carregando as relíquias sagradas. Eles o receberam como legado da Sé Apostólica, como pregador da verdade, como um grande profeta enviado por Deus. Eles desceram dos montes para saudar João, como se Pedro, Paulo ou um dos outros apóstolos estivessem viajando para lá. Eles avidamente beijaram a bainha de sua roupa, trouxeram seus doentes e aflitos a seus pés, e é relatado que muitos foram curados. . . . Os anciãos da cidade o encontraram e o conduziram a Viena. Nenhuma praça da cidade podia conter as multidões. Eles o viam como um anjo de Deus”.

O trabalho de João como inquisidor e suas relações com os hussitas e outros hereges boêmios foram severamente criticados, mas este não é o lugar para tentar qualquer justificativa. Seu zelo era do tipo que queima e consome, embora ele fosse misericordioso com os submissos e arrependidos, e ele estava antes de seu tempo em sua atitude em relação à feitiçaria e ao uso da tortura. 

Os milagres que acompanharam seu progresso por onde passou e que ele atribuiu às relíquias de São Bernardino de Sena, foram diligentemente registrados por seus companheiros, e um certo preconceito foi criado depois contra o santo pelos relatos que foram publicados dessas maravilhas. Ele foi de um lugar para outro, pregando na Baviera, Saxônia e Polônia, e seus esforços foram em toda parte acompanhados por um grande reavivamento de fé e devoção. Cochlaeus de Nuremberg nos conta como “aqueles que o viram lá o descrevem como um homem pequeno de corpo, mirrado, emaciado, nada além de pele e osso, mas alegre, forte e extenuante no trabalho. . .. Dormiu com o hábito, levantou-se antes do amanhecer, recitou seu ofício e depois celebrou a missa. Depois disso, pregou, em latim, que depois foi explicado ao povo por um intérprete”. Ele também fez uma ronda pelos enfermos que esperavam sua vinda, impondo as mãos sobre cada um, orando,

Foi a captura de Constantinopla pelos turcos que pôs fim a esta campanha espiritual. Capistrano foi chamado para reunir os defensores do Ocidente e pregar uma cruzada contra os infiéis. Seus esforços anteriores na Baviera, e mesmo na Áustria, tiveram pouca resposta, e no início de 1456 a situação ficou desesperadora. Os turcos estavam avançando para sitiar Belgrado, e o santo, que a essa altura havia chegado à Hungria, aconselhando-se com o grande general Hunyady, viu claramente que eles teriam que depender principalmente do esforço local. São João se cansou de pregar e exortar o povo húngaro para formar um exército que pudesse enfrentar o perigo ameaçado, e ele próprio levou a Belgrado as tropas que conseguiu recrutar. Muito em breve os turcos estavam em posição e o cerco começou. Animada pelas orações e pelo exemplo heroico no campo de Capistrano, e sabiamente guiada pela experiência militar de Hunyady, a guarnição finalmente obteve uma vitória esmagadora. O cerco foi abandonado, e a Europa Ocidental para a época foi salva. Mas a infecção causada por milhares de cadáveres que jaziam insepultos em torno da cidade custou a vida primeiro de Hunyady, e depois um ou dois meses depois do próprio Capistrano, desgastado por anos de labuta e austeridades e pela tensão do cerco. Ele morreu mais pacificamente em Villach em 23 de outubro de 1456, e foi canonizado em1724. Sua festa foi em 1890 tornada geral para toda a igreja ocidental, sendo então transferida para 28 de março.

Os materiais biográficos mais importantes para a história de São João de Capistrano estão impressos na Acta Sanctorum, outubro, vol. x. Ver BHL., nn. 4360-4368. Mas, além disso, há uma quantidade considerável de novas informações sobre os escritos, cartas, reformas e outras atividades de São João que foram impressas durante o presente século no Archivum Franciscanum Historicum editado em Quaracchi; atenção pode ser chamada em particular para os papéis em St John and the Hussites em vols. xv e xvi do mesmo periódico. Este e outros materiais foram usados ​​por J. Hofer em seu St John Capistran, Reformer (1943),uma obra de muita erudição e valor. Os leitores ingleses também podem consultar uma curta vida do Pe V. Fitzgerald, e Léon, Auréole Séraphique (Eng. trad.), vol. iii, pp. 388-420…”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch28.html#

– Ver ainda “…  Em Vilak, na Hungria, aniversário de São João Capistrano, sacerdote e confessor da Ordem dos Frades Menores, ilustre pela santidade de sua vida e seu zelo pela propagação da fé católica. Por suas orações e milagres, ele derrotou um poderoso exército de turcos e os forçou a abandonar o cerco de Tornau. Sua festa, no entanto, é comemorada no dia 28 de março

Foi dito que os santos cristãos são os maiores otimistas do mundo. Não cegos à existência e às consequências do mal, eles baseiam sua confiança no poder da redenção de Cristo. O poder da conversão por meio de Cristo se estende não apenas a pessoas pecadoras, mas também a eventos calamitosos.
Imagine ter nascido no século XIV. Um terço da população e quase 40 por cento do clero foram dizimados pela peste bubônica. O Cisma Ocidental dividiu a Igreja com dois ou três pretendentes à Santa Sé ao mesmo tempo. Inglaterra e França estavam em guerra. As cidades-estados da Itália estavam constantemente em conflito. Não admira que a melancolia dominasse o espírito da cultura e dos tempos.
João Capistrano nasceu em 1386. Sua educação foi completa. Seus talentos e sucesso foram grandes. Aos 26 anos foi nomeado governador de Perugia. Preso após uma batalha contra os Malatestas, ele resolveu mudar completamente seu modo de vida. Aos 30 anos entrou no noviciado franciscano e foi ordenado sacerdote quatro anos depois.
Sua pregação atraiu grandes multidões em uma época de apatia e confusão religiosa. Ele e 12 irmãos franciscanos foram recebidos nos países da Europa central como anjos de Deus. Eles foram fundamentais para reviver uma fé e devoção moribundas.
A própria Ordem Franciscana estava em conflito com a interpretação e observância da Regra de São Francisco. Através dos esforços incansáveis ​​de São João e sua experiência em direito, os heréticos Fraticelli foram suprimidos e os “Espirituais” foram libertados de interferência em sua observância mais estrita.
Ele ajudou a trazer uma reunião com as Igrejas grega e armênia, infelizmente apenas um acordo breve. Quando os turcos capturaram Constantinopla em 1453, ele foi contratado para pregar uma cruzada pela defesa da Europa. Obtendo pouca resposta na Baviera e na Áustria, ele decidiu concentrar seus esforços na Hungria. Ele liderou o exército para Belgrado. Sob o grande general John Junyadi, eles obtiveram uma vitória esmagadora, e o cerco de Belgrado foi levantado. Desgastado por seus esforços sobre-humanos, Capistrano foi uma presa fácil para a infecção gerada pelo refugo da batalha. Ele morreu em 23 de outubro de 1456.

São João de Capistrano, sacerdote em Ilok na Hungria
da Ordem dos Frades Menores. Ele foi ilustre pela santidade de vida e zelo em estender a fé católica. Por suas orações e milagres, ele libertou de um cerco a fortaleza de Zemun, um subúrbio de Belgrado, quando estava sitiada por um poderoso exército turco.

Comentário: John Hofer, biógrafo de São João, lembra uma organização de Bruxelas com o nome do santo. Buscando resolver os problemas da vida em um espírito plenamente cristão, seu lema era: “Iniciativa, Organização, Atividade.” Estas três palavras caracterizaram a vida de João. Ele não era de ficar sentado, nunca. Seu profundo otimismo cristão o levou a combater problemas em todos os níveis com a confiança gerada por uma profunda fé em Cristo.

Citação: No túmulo do santo na cidade austríaca de Villach, o governador mandou inscrever esta mensagem: “zeloso protetor de sua Ordem, um ornamento para todo o mundo, amante da verdade e da justiça religiosa, espelho da vida, guia seguro na doutrina; louvado por inúmeras línguas, ele reina abençoado no céu.” Esse é um epitáfio adequado para um otimista real e bem-sucedido.”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayOctober23.html#1456_St._John_of_Capistrano_Initiative_Organization_Activity.

VER EM 23 DE OUTUBRO:

São João de Capistrano (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, que de­fendeu a ob­ser­vância re­gular e de­sen­volveu o seu mi­nis­tério em quase toda a Eu­ropa, tra­ba­lhando no for­ta­le­ci­mento da fé e na re­forma dos cos­tumes ca­tó­licos; com as suas exor­ta­ções e preces sus­tentou o fervor do povo fiel e em­pe­nhou-se na de­fesa da li­ber­dade dos cris­tãos. Morreu na lo­ca­li­dade de Ujlac, junto ao rio Da­núbio, no reino da Hungria. († 1456).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Villackum, na atual Sérvia, no ano do Senhor de 1456, o nascimento no céu de São João de Capistrano. Tendo entrado para os Frades Menores depois da morte de sua jovem esposa, este primeiro magistrado de Perúgia colocou-se na escola de São Bernardino de Sena. Por suas missões através da Europa, contribuiu eficazmente para restabelecer a unidade da Igreja dividida e em fazer perseverar a Cristandade ameaçada pelo Islão. (R).

– Ver “…Conheceu por experiência a instabilidade das coisas humanas…Refletiu seriamente sobre a necessidade de entregar-se a Deus e em pouco tempo tornou-se um novo homem… Como a morte acabara de levar-lhe a esposa, resolveu consagrar-se à penitência na Ordem de São Francisco”, páginas 414-423: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2018.pdf 

– Ver também “…vendeu seus bens e doou o dinheiro aos pobres e tornou-se um franciscano em Perúgia, onde conheceu Bernardino de Siena e o defendeu quando foi acusado de heresia por sua devoção ao nome de Jesus…”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/João_de_Capistrano

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_de_Capistrano

– Ver 28 de março: São João de Capistrano. “No mesmo dia, São João de Capistrano, da ordem dos irmãos menores, confessor, celebrado a 23 de outubro. O dies natalis é 23 de outubro, mas Leão XIII, estendendo-lhe a festa na Igreja universal, fixou-a a 28 de março”.

Ver página 351: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver ainda: https://evangelhoquotidiano.org/PT/display-saint/7d33fca0-e67d-4fe2-ab74-6b21175f09c0

– Ver “… São João de Capistrano (1386-1456). Diz-se que os santos cristãos são os maiores otimistas do mundo. Não cegos para a existência e as consequências do mal, eles baseiam sua confiança no poder da redenção de Cristo. O poder de conversão por meio de Cristo se estende não apenas aos pecadores, mas também a eventos calamitosos.
Imagine ter nascido no século XIV. Um terço da população e quase 40% do clero foram exterminados pela peste bubônica. O Cisma Ocidental dividiu a Igreja com dois ou três pretendentes à Santa Sé ao mesmo tempo. A Inglaterra e a França estavam em guerra. As cidades-estado da Itália estavam em constante conflito. Não é à toa que a escuridão dominou o espírito da cultura e da época.
John Capistrano nasceu em 1386. Sua educação foi minuciosa. Seus talentos e sucesso foram ótimos. Aos 26 anos foi nomeado governador de Perugia. Preso depois de uma batalha contra os Malatestas, ele resolveu mudar completamente seu estilo de vida. Aos 30 anos entrou no noviciado franciscano e foi ordenado sacerdote quatro anos depois.
Sua pregação atraiu grandes multidões em uma época de apatia religiosa e confusão. Ele e 12 irmãos franciscanos foram recebidos nos países da Europa central como anjos de Deus. Eles foram fundamentais para reviver uma fé e devoção agonizantes.
A própria Ordem Franciscana estava em conflito com a interpretação e observância da Regra de São Francisco. Por meio dos esforços incansáveis ​​de John e de sua perícia em direito, os heréticos Fraticelli foram suprimidos e os “espirituais” foram libertados da interferência em sua observância mais estrita. Ele ajudou a promover uma reunião com as igrejas grega e armênia, infelizmente apenas um acordo breve.

Quando os turcos capturaram Constantinopla em 1453, ele foi contratado para pregar uma cruzada pela defesa da Europa. Obtendo pouca resposta na Baviera e na Áustria, ele decidiu concentrar seus esforços na Hungria. Ele liderou o exército para Belgrado. Sob o comando do grande general John Junyadi, eles obtiveram uma vitória esmagadora e o cerco de Belgrado foi levantado. Esgotado por seus esforços sobre-humanos, Capistrano foi uma presa fácil para a infecção gerada pelo refugo da batalha. Ele morreu em 23 de outubro de 1456…”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayOctober23.html

20. São Sisto III. Ver 19 de agosto: São Sisto III (Ver 28 de março). Em Roma, junto à Via Ti­bur­tina, perto de São Lou­renço, o se­pul­ta­mento de São Sisto III (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, que con­ci­liou as dis­sen­ções entre os pa­tri­ar­cados de An­ti­o­quia e de Ale­xan­dria e cons­truiu em Roma para o povo de Deus a ba­sí­lica de Santa Maria no Esquilino. († 440). Ver “Papa Sisto III foi eleito papa em 31 de julho de 432. Morreu em 18 de agosto de 440.

Mostrou-se conciliador em relação aos nestorianos e velou pela conservação dos direitos da Santa Sé sobre a Ilíria – contra o Imperador do Oriente que queria torná-la dependente de Constantinopla. Restaurou a Basílica de São Lourenço Extra-Muros e a Basílica de Santa Maria Maior.

Foi autor de várias epístolas.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Sisto_III

– Ver também: https://www.portalsaofrancisco.com.br/historia-geral/papa-sisto-iii

– Ver: https://ipco.org.br/28-03-sao-sisto-iii-papa-confessor-2/

– Ver ainda: https://www.youtube.com/watch?v=R-xKogl1mhI

21. Outras santas e Santos do dia 28 de março: págs. 336-352 (vol.5): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

Obs. Entra no Google chrome, mas não no edge.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 28 de março, ver também: 28 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 286-288: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch28.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

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* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

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* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

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* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

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* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

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* “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. Amém!São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.  (São Nicolau de Flue – 21 de março)”

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* A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….”

(São Serapião de Thmuis 21 de março – conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

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