Santas e Santos de 02 de abril

* NOSSA SENHORA DO DESTERRO, 02 DE ABRIL (está no Wikipedia em 17 de fevereiro). Ver “Nossa Senhora do Desterro[1] é um título católico dado à Santíssima Virgem Maria. Representa a fuga da Sagrada Família para o Egito. Por isso, também é conhecida como Nossa Senhora da Fuga. É muito venerada na Itália como a “Madonna degli Emigrati“, sendo padroeira daqueles que foram obrigados a deixar sua pátria para se refugiarem ou a fim de procurar trabalho no estrangeiro… retratando a Sagrada Família no Egito (festa litúrgica em 02 de abril).”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Desterro

– Ver ainda FESTA EM 02 DE ABRIL. Comemora-se todo dia 02:Nossa Senhora do Desterro é muito venerada na Itália como a “MADONNA DEGLI EMIGRATI“, sendo padroeira daqueles que foram obrigados a deixar sua pátria para se refugiarem ou a fim de procurar trabalho no estrangeiro. Ela tem sido a Mãe Amorosa para todos os que, saudosos de sua terra natal, imploram cheios de fé e de amor o auxílio da Virgem do Desterro a fim de encontrarem compreensão e simpatia na terra adotiva.
Todos os fiéis cristãos que rezarem diariamente e divulgarem esta oração à Nossa Senhora do Desterro, verão a extinção de todos os castigos que houver contra eles; nem fome, nem peste, nem guerra, nem doenças contagiosas lhes afligirão. Os seus inimigos não terão mãos nem poder de ofendê-los, nem os roubar. Resistirão às tentações de satanás e dos demônios. Pragas, ratos e formigas lhes serão desterrados das lavouras. Todos os que tiverem confiança nas misericórdias da grande Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, serão felizes nos seus negócios e nas viagens. Não morrerão sem confissão e estarão livres da morte repentina. Aprovada pelo Arcebispo de Braga, Dom José e pelo Arcebispo do Porto (MG), Dom Américo, em 08-05-1972…

… Este título de Nossa Senhora tem fundamento bíblico. Afirma o evangelista Mateus que, após a partida dos Reis Magos, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a São José e disse: “Levanta, toma o menino, a sua Mãe e foge para o Egito; permanece lá até que eu te avise, porque Herodes procura o menino para o matar. Levantando-se de noite, ele tomou o menino e a mãe, e partiu para o Egito”. (Mt 2,13-14)…

ORAÇÃO – Ó Bem-aventurada Virgem Maria, mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo Salvador do Mundo, Rainha do Céu e da Terra, advogada dos pecadores, auxiliadora dos cristãos, protetora dos pobres, consoladora dos tristes, amparo dos órfãos e viúvas, alívio das almas penantes, socorro dos aflitos, desterradora das indigências, das calamidades, dos inimigos corporais e espirituais, da morte cruel dos tormentos eternos, de todo bicho e animal peçonhentos, dos maus pensamentos, dos sonhos pavorosos, das cenas terríveis e visões espantosas, do rigor do dia do juízo, das pragas, dos incêndios, desastres, bruxarias e maldições, dos malfeitores, ladrões, assaltantes e assassinos.
Minha amada mãe, eu prostrado agora aos vossos pés, com piedosíssimas lágrimas, cheio de arrependimento das minhas pesadas culpas, por vosso intermédio imploro perdão a Deus infinitamente bom. Rogai ao vosso Divino Filho Jesus, por nossas famílias, para que ele desterre de nossas vidas todos estes males, nos dê perdão de nossos pecados e nos enriqueça com sua divina graça e misericórdia.
Cobri-nos com o vosso manto maternal, ó divina estrela dos montes. Desterrai de nós todos os males e maldições. Afugentai de nós a peste e os desassossegos.
Possamos, por vosso intermédio, obter de Deus a cura de todas as doenças, encontrar as portas do Céu abertas e convosco ser felizes por toda a eternidade. Amém.

(Rezar 7 Pai-nossos, 7 ave-marias e 1 Credo ao Sagrado Coração de Jesus, pelas sete dores de Maria Santíssima) …”: http://www.comamor.com.br/desterro.htm

 NOSSA SENHORA DO DESTERRO (festa celebrada em vários locais e datas):

– Em Agrestina, PE, FESTA DE NOSSA SENHORA DO DESTERRO em 02 DE FEVEREIRO.

Ver: http://www.agrestina.pe.gov.br/noticias/20/01/2020/festa-de-nossa-senhora-do-desterro-chega-a-sua-98-edicao-em-agrestina-pe

– Ver também: “Em Agrestina, no Agreste de Pernambuco, a festa dedicada à padroeira Nossa Senhora do Desterro, contará apenas com programação religiosa por causa da pandemia da Covid-19. A parte artística do evento foi cancelada, e a religiosa segue de forma restrita.

Este ano, a cidade não se preparou para receber turistas e pagadores de promessas de todos os lugares do país, e o comércio, um dos mais beneficiados nesta época, também não. A decisão partiu do Governo do Estado, que prorrogou até junho o decreto de calamidade para conter o avanço do novo coronavírus. A decisão foi acolhida e respeitada pela organização do evento.

As celebrações eucarísticas estão sendo realizadas de forma restrita, com uso de máscaras, distanciamento social, aferição de temperatura na entrada da paróquia e agendamento prévio. Este ano, a também grande missa campal, que sucede a procissão, realizada em frente à matriz, na Praça Padre Cícero, foi substituída por uma celebração eucarística que será realizada dentro da igreja, às 19h30.”: https://g1.globo.com/pe/caruaru-regiao/noticia/2021/02/02/festa-de-nossa-senhora-do-desterro-em-agrestina-conta-apenas-com-programacao-religiosa.ghtml NOSSA SENHORA DO DESTERRO. Em Florianópolis, festa em 17 de fevereiro: https://www.gaudiumpress.org/content/23861-Florianopolis-celebra-sua-padroeira-Nossa-Senhora-do-Desterro

– Ver “O Papa Pio X, quando da construção da Catedral de Florianópolis, dedicou Nossa Senhora do Desterro como Padroeira da cidade. Existem no Brasil muitas cidades que mantém a devoção a Nossa Senhora do Desterro, com capelas e igrejas em sua homenagem.”:  https://historiadenossasenhora.wordpress.com/2013/08/20/nossa-senhora-do-desterro/

– Ver também “No ano de 1673, o fundador de Florianópolis, cidade que se chamava Desterro, hoje capital de Santa Catarina, Francisco Dias Velho, trouxe uma imagem de Nossa Senhora do Desterro para a ilha e ali construiu uma pequena capela em honra de Maria do Desterro, iniciando sua devoção no Brasil.

Papa Pio X, quando da construção da Catedral de Florianópolis, dedicou Nossa Senhora do Desterro como Padroeira da cidade. Existem no Brasil muitas cidades que mantém a devoção a Nossa Senhora do Desterro, com capelas e igrejas em sua homenagem.”: https://web.archive.org/web/20150901221051/http://www.cruzterrasanta.com.br/historia/nossa-senhora-do-desterro

– Ver festa em Paudalho-PE-17 de fevereiro: https://www.paudalho.pe.gov.br/portal/festa-de-nossa-senhora-do-desterro-chega-a-sua-70a-edicao-em-paudalho/

– Ver: https://www.facebook.com/events/656280881443640/?active_tab=discussion (festa em 17 de fevereiro).

SANTAS E SANTOS DE 02 DE ABRIL

1. São Fran­cisco de Paula (também na Folhinha do Coração de Jesus), ere­mita, fun­dador da Ordem dos Mí­nimos, na Ca­lá­bria, re­gião da Itália. Pres­creveu aos seus dis­cí­pulos que vi­vessem de es­molas, não ti­vessem nada pró­prio nem to­cassem o di­nheiro e to­massem sempre só os ali­mentos qua­res­mais. Cha­mado pelo rei da França Luís XI para vi­sitar a corte régia, as­sistiu-lhe à morte e fa­leceu em Plessis, pró­ximo de Tours, com a fama de grande aus­te­ri­dade de vida.  († 1507).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1507, o nascimento no céu de São Francisco de Paula, eremita calabrês que reuniu diversos discípulos em uma nova família religiosa, a Ordem dos Mínimos. Chamado pelo rei de França Luís XI, que se achava gravemente enfermo, assistiu-o até sua morte em sua residência de Plessis-les-Tours, onde ele próprio entregou o espírito (R).

– Ver págs. 26-36: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também ‘São Francisco de Paula (Paola27 de março de 1416 — Tours2 de abril de 1507) foi um eremita, fundador da Ordem dos Mínimos e santo da Igreja Católica.

É também conhecido como “O Eremita da Caridade”, por sua opção de desprezo absoluto pelos valores transitórios da vida e dedicação integral ao socorro do próximo. Consta que num só dia o venerado de Paula atendeu em seu Mosteiro a mais de trezentas pessoas necessitadas do espírito e do corpo, realizando curas prodigiosas.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Paula

2.   Em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, Santo An­fiano ou Apiano, mártir, que, no tempo do im­pe­rador Ma­xi­mino, quando os ha­bi­tantes da­quela terra eram obri­gados a sa­cri­ficar pu­bli­ca­mente aos deuses, se apro­ximou co­ra­jo­sa­mente do go­ver­nador Ur­bano e, se­gu­rando-lhe a mão di­reita, obrigou-o a sus­pender o rito; ime­di­a­ta­mente os sol­dados se ar­re­mes­saram sobre ele e, en­vol­vendo-lhe os pés num lençol em­be­bido em óleo, ate­aram-lhe fogo e lan­çaram-no vivo ao mar. († 306). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 306, em Cesaréia da Palestina, o martírio de Santo Anfiano, jovem nobre, notável por sua pureza de costumes e por seus vastos conhecimentos. Quando interrogado sobre sua condição, sua origem e seu domicílio, respondeu imperturbavelmente: “Sou um servidor de Cristo”. (M).

– Ver páginas 52-53: VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

3.   Também em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, a paixão de Santa Te­o­dora  (ou Santa Teodósia, jovem cristã de 17 anos… conforme Martirológio Romano-Monástico), virgem de Tiro, que, na mesma per­se­guição, por saudar pu­bli­ca­mente os con­fes­sores da fé que es­tavam pe­rante o tri­bunal e rogar-lhes que se lem­brassem dela quando che­gassem à pre­sença do Se­nhor, foi presa pelos sol­dados e con­du­zida ao pre­feito, por ordem do qual so­freu cruéis su­plí­cios e fi­nal­mente foi lan­çada ao mar. († 307). Ver página 53: VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

4.   Em Como, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santo Abúndio, bispo, que, tendo sido en­viado a Cons­tan­ti­nopla pelo papa Leão Magno, aí de­fendeu fir­me­mente a ver­da­deira fé. († 468). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Lombardia, em 468, Santo Abúndio, bispo, que recebeu de São Leão Magno a importante missão de propor ao Imperador Teodósio a reunião do Concílio de Calcedônia. (M).

– Ver “Abúndio de Como (em italianoAbbondio; em latimAbundius) foi o quarto bispo de Como, eleito em cerca de 450. Sua origem é relacionada tradicionalmente à cidade de Tessalônica, apesar de não haver nenhum documento do século IV que ateste esta informação.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ab%C3%BAndio_de_Como

5.   Em Cápua, na Cam­pânia, também re­gião da Itália, São Vítor, bispo, cé­lebre pela sua eru­dição e santidade. († 554)

6.   Em Lião, na Gália, ac­tu­al­mente na França, São Ni­cécio, bispo, que foi sempre so­lí­cito para com os po­bres e bon­doso para com os hu­mildes e en­sinou esta Igreja a se­guir uma norma na salmodia. († 573). Ver página 51: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

7.   No mos­teiro de Lu­xeuill, na Bor­gonha, também na ac­tual França, Santo Eus­tásio, abade, que foi dis­cí­pulo de São Co­lum­bano e pre­lado de quase seis­centos monges. († 629)

VER DIA 29 DE MARÇO:

Em Ná­poles, na Cam­pânia, re­gião da Itália, a co­me­mo­ração de Santo Eus­tásio (Santo Eustácio na Folhinha do Coração de Jesus) bispo. († s. III).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico deste dia 29 de março, no ano da graça de 625, o sepultamento de Santo Eustásio, abade de Luxeuil. Discípulo e sucessor de São Columbano, fez frutificar a herança monástica irlandesa. Vários de seus monges dirigiram Igrejas francas como bispos. (M).

– Ver também dia 02 de abril: no mos­teiro de Lu­xeuill, na Bor­gonha, também na ac­tual França, Santo Eus­tásio, abade, que foi dis­cí­pulo de São Co­lum­bano e pre­lado de quase seis­centos monges. († 629)

– Ver Santo Eustácio Eustácio era natural da Borgonha. Sobrinho de Miget, bispo de Langres, formou-se sob a direção de Columbano, em Luxeuil, ao qual seguiu no exílio.”, páginas 363-364: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver outro Santo Eustácio No mesmo dia, em Nápoles, outro Santo Eustácio, bispo e confessor. Este foi o sétimo ou oitavo bispo de Nápoles, cujo culto foi confirmado por Leão XIII em 1884…”, página 364: VIDAS DOS SANTOS – 5.pdf (obrascatolicas.com)

– Ver ainda “… 625 EUSTÁQUIO DE LUXEUIL monge discípulo favorito de São Columbano humildade oração contínua jejum milagres (RM). No mosteiro de Luxeuil, a morte do abade Santo Eustásio, discípulo de São Columbano, que teve sob sua orientação cerca de seiscentos monges. Eminente em santidade, ele também era famoso por milagres.
(também conhecido como Eustásio) Santo Eustáquio era um discípulo e monge favorito de São Columbano, a quem sucedeu como segundo abade de Luxeuil em 611. Ele governou cerca de 600 monges. Durante a sua abadia o mosteiro foi um verdadeiro seminário para bispos e santos, talvez pelo exemplo que deu pela sua própria humildade, oração contínua e jejum (Benedictines, Husenbeth).

Santo Eustáquio de Luxeuil, abade (Eustásio). Santo Eustáquio foi um dos discípulos e monges preferidos de São Columbano (23 de novembro), com quem sucederá como segundo abade de Luxeuil em 611. Ele terá que dirigir cerca de 600 monges. Durante seu ministério de abade, o mosteiro se tornará um verdadeiro seminário e sementeira de bispos e santos, talvez pelo exemplo que deu por sua própria humildade, sua oração contínua e seus jejuns (Benedictinos, Husenbeth).
Santo Eustácio, o Confessor, Bispo da Bitínia, já era no início de sua luta espiritual um monge piedoso, manso e sábio, cheio de grande fé e amor ao próximo. Por sua vida virtuosa foi nomeado bispo da cidade de Bitínia (província romana no noroeste da Ásia Menor) e por muitos anos guiou seu rebanho, dando-lhes um exemplo de vida virtuosa e perfeição.
Durante a heresia iconoclasta, Santo Eustáquio saiu corajosamente contra os hereges e defendeu a veneração dos ícones sagrados. Os iconoclastas o denunciaram ao imperador, e o santo sofreu prisão e espancamentos ferozes. Finalmente, eles privaram Santo Eustáquio de sua Sé e o enviaram para a prisão.

– Iconoclastia: Iconoclastia ou Iconoclasmo (do grego εικών, transl. eikon, “ícone“, imagem, e κλαστειν, transl. klastein, “quebrar”, portanto “quebrador de imagem”) é uma rejeição de imagens religiosas (pinturas, ícones, estátuas).Conforme: https://pt.wikipedia.org/wiki/Iconoclastia

– O santo confessor morreu no exílio durante o século IX, depois de sofrer insultos, privações, fome e carência por três anos.

SÃO EUSTÁSIO – ABADE E CONFESSOR DO LUXEUIL (+ 625)
VIDA. – Eustase ou Eustaise (latim Eustásio, Austácio) nasceu na Borgonha; foi por sua mãe sobrinho de Miget, bispo de Langres. Pensava-se que talvez tivesse seguido a carreira militar, mas cedo foi colocado sob o controle de Colomban em Luxeuil. Logo foi estabelecido lá como chefe das escolas e parece ter seguido algum tempo colombiano em seu exílio.
No final de 616, viu-se reaparecer em Luxeuil na qualidade de abade. Desconhece-se como conseguiu assim tomar a sucessão de Colomban, se foi por ordem deste ou pelo voto dos monges. Jonas se contentou em dizer que Eustase estava em Brégentz na época da chuva de rua e que depois foi enviado por Clotário II a Bobbio na qualidade de abade de Luxeuil para trazer de volta Colomban na Gália. Mas este estava bem decidido a não deixar a sua aposentadoria: entregou ao seu discípulo uma carta em que agradecia a Clotário a sua proposta e solicitava que concedesse os seus favores à abadia de Luxeuil. O rei permitiu que os monges estendessem seus campos testemunhando, assim, de suas provisões. A volta de Eustase foi marcada por um primeiro milagre a favor do santo Fare depois plugs: devolveu-lhe a vista.
Devolvido a Luxeuil, Eustase voltou a empreendê-lo em breve para ir evangelizar os imprecisos da região. 

Acompanhado pelo santo Wing (Aile), ele foi para Warasques nas margens de Doubs, em parte povoa idólatra e em parte herege. Converte seu chefe Isérius, determinado Randone, cunhada deste, com a intenção de fundar o mosteiro de Cusance. Passou então a Boïens (Baviera dos tempos atuais) onde deixou homens aptos a continuar o trabalho de conversão iniciado com ele, depois retornou com Aile em Luxeuil. A Meuse em Bassigny, devolveu a vista em Salaberge, menina de Gondoin seu anfitrião, então cura Aile de uma febre violenta. Em Luxeuil, trabalhou para manter a disciplina e formar os monges que se tornariam bispos, fundadores e abades de mosteiros, como Cagnoald, Achaire, Amé, Romaric, Omer,
Jonas contou com todos os detalhes a partida e a cisão de Agrestin. Este, ex-notário do rei Thierry II, entrou em Luxeuil, depois de ter distribuído todos os seus bens aos pobres: acreditando uma vocação de apóstolo, pediu a Eustase para ser incluído no número dos missionários enviados aos imprecisos. Eustase recusou e Agrestin deixou o mosteiro para ir para Aquileia, onde se envolveu na heresia dos “Três Capítulos”. Então ele se atreveu a voltar em Luxeuil para tentar ganhar Eustase. Vergonhosamente expulso, Agrestin tentou derrotar Clotário. Mas este, sempre cheio de veneração por Colomban, convocou um concílio com Mâcon. Agrestin apareceu com ele para criticar o governo de Colomban. Eustáquio deu uma resposta muito eloquente e fez um vigoroso discurso do qual Jonas preservou o conteúdo: “Se você persiste em lutar contra nossas instituições, concluiu Eustáquio dirigindo-se a Agrestin, cito você no ano mesmo com a corte de Deus; defenderás a tua causa contra Colomban, ou melhor, receberá a sua sentença do justo juiz de quem calunia o servo”.

O conselho aprovou o governo de Colomban.: Eustase, impulsionado por sua grande caridade, deu o beijo da paz a Agrestin e seus partidários. Tudo parecia acabado, mas Agrestin logo renovou seus ataques contra Luxeuil, fez tentativas vãs de ganhar a tarifa sagrada. Logo sentiu o efeito das ameaças pronunciadas por Eustase; antes do final do ano, perece miseravelmente atingido pela mão de um de seus escravos. Ame que havia testado alguma benevolência para com ele lamentou seu erro, Romane também foi submetido sem demora. Eustase, com a qual retribuiu a honra deste triunfo, tomou novamente em paz o governo de sua abadia; ali fez prosperar os estudos, aumentou o temporal, fundou várias novas casas que colocou sob o domínio de Colomban.
    Nesta data, há algumas divergências. Os Bollandistas na Vida de St. Gall marcam 627. J. Havet, Merovingian Questions, é para 629; Perny mantém Eustásio vivo até 649. De acordo com H. Baumont, Étude historique sur l’abbaye de Luxeuil, todas as histórias manuscritas colocam a morte em 625…

 – A festa de Santo Eustásio foi marcada para 29 de março, não sabemos por qual motivo: é a data em que o nome está marcado nos martirológios de Adon, de Usuardo e no martirológio romano. Alguns martirológios beneditinos inscreveram o nome em 11 de outubro porque alguns acreditavam ser o dia da morte: pode ter sido um dia de tradução. O corpo foi depositado na abadia de Luxeuil e acredita-se que ainda estivesse lá no século X. Em data desconhecida, foi transferido para o convento beneditino de Vergaville, na Lorena: morreu em 1670.
    Bíbliografia: 

– A vida foi escrita por Jonas de Bobbio, contemporâneo do santo. Encontra-se em Mabillon, Acta sanctorum OSB, t. 2, pág. 116; em Acta sanctorum, 29 de março, com comentários de Henschenius; em PL, t. 87, col. 1045; em Monumento. germe. hist.. – B. Krusch, Script. rer. meroving., t. 4, pág. 119.

– C. Perny, A Vida de Santo Eustáquio, 2º Abade de Luxeuil e Patrono da Abadia de Vergaville, Metz, 1649.

– A. Pidoux, Os Santos de Franche-Comté, 2 vols., Lons-le-Saulnier , 1908…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch29.html#625_Eustace_of_Luxeuil_monk_favorite

– Ver ainda SANTO EUSTÁQUIO E SANTA FARA (VER DIA 03 DE ABRIL) “… Eustáquio também interveio na disputa entre Santa Fara e seu pai Cagnerico, conde de Borgonha, a menina queria se dedicar a Deus contra a vontade do pai, que havia prometido casá-la.  

São Columbano havia batizado ela, e percebeu sua vocação, seu pai prometeu respeitar os desejos dos jovens, mas depois mudou de ideia. 

 De repente, a menina ficou muito doente, totalmente perdeu a visão e ficou em um estado catatônico, quando a mãe aflita se lembrou de sua promessa ao seu marido feita a Columbano e chamou Eustáquio.  

Ele revelou que se o pai Cagnerico, deixasse a menina livre para se dedicar a Deus, ela poderia ser facilmente curada.

O pai foi novamente forçado a prometer, sob pressão da mãe e de Eustáquio mesmo; Fara miraculosamente despertou depois da bênção de Eustáquio, e recuperou a saúde. 

 Mas, novamente, o pai mudou de ideia. A jovem prontamente deixou a casa da família e se refugiou na igreja local de San Pietro…

Eustáquio, informado do que estava acontecendo, deixou Luxeuil e se dirigiu à igreja de San Pietro. Ele advertiu severamente Cagnerico, entrou na igreja e impôs o véu sobre a menina. Ela então fugiu para Luxeuil com seus irmãos, os santos Cagnoaldo e Farone.  

  Então fundaram a abadia de Faremoutiers e a ordem feminina desse ramo, que segue a regra de São Columbano

Ele morreu em 629, em Luxeuil. Ele foi sucedido por abade SãoValdeberto como 3 º abade.
Ele é lembrado em 29 de março.

 REFERÊNCIAS:     Jonas de Bobbio, A Vida de São Columbano, Bobbio, século VII.
    Armadura de Deus é forte. Textos do cristianismo céltico (VI-X seg.), Círculo Ed, Rimini, 1998.
    Archivum Bobiense, Annual Review of Bobiensi Arquivo Histórico (1979-2008), Bobbio…: http://santossanctorum.blogspot.com/2012/03/santo-eustaquio-de-luxeuil-monge-29-de.html

8.   No Chelms­ford, na In­gla­terra, São João Paine, pres­bí­tero e mártir, que, no rei­nado de Isabel I, fal­sa­mente acu­sado de alta traição, so­freu o su­plício da forca. († 1582)

9*.   Em Tomhom, lo­ca­li­dade da ilha de Guam, na Oce­ania, São Pedro Calungsod, ca­te­quista, e o Beato Diogo Luís de San Vítores, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus, que por causa da sua fé cristã foram cru­el­mente as­sas­si­nados e lan­çados ao mar por após­tatas e al­guns in­dí­genas se­quazes de su­pers­ti­ções pagãs. († 1672).

– Ver “São Pedro Calungsod (Visayas, aprox. 1654[1] – 2 de abril de 1672) foi um catequista leigo, mártir católico das Filipinas, assassinado em 1672 em Guam pelo chefe chamorro Mata’pang, que se opunha aos batismos que faziam os missionários sob a liderança do sacerdote jesuíta espanhol Diego Luis de San Vitores, que também foi assassinado no mesmo evento. Pedro tinha 18 anos e alegadamente teria batizado a filha do chefe chamorro contra a vontade deste.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pedro_Calungsod

– Ver “Diego Luis de San Vitores (12 de novembro de 1627 – 2 de abril de 1672) foi um missionário jesuíta espanhol que fundou a primeira igreja católica na ilha de Guam . Ele é o responsável por estabelecer a presença cristã nas Ilhas Marianas . Ele é uma figura controversa hoje devido ao seu papel no início das Guerras Espanhol-Chamorro .”: https://en.wikipedia.org/wiki/Diego_Luis_de_San_Vitores

10*.   Em Spo­leto, na Úm­bria, re­gião da Itália, o Beato Le­o­poldo de Gaiche (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores, que or­ga­nizou santos re­tiros em Monteluco. († 1815)

11.   Em Xuong Dien, no Ton­quim, hoje no Vi­etnam, São Do­mingos Tuoc, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir na per­se­guição do im­pe­rador Minh Mang. († 1839)

– Ver também “… 1839 São Domingos Tuoc 3ª ordem Mártir dominicano natural do Vietname.
Preso e torturado, morre na prisão. Dominic era um nativo do Vietnã. Foi canonizado em 1988.
Beato Domingos Tuoc M, OP Tert. (AC) Nascido em Tonkin; morreu em 1839; beatificado em 1900. São Domingos foi um sacerdote da terceira ordem dos dominicanos, que morreu de seus ferimentos na prisão (benedictinos)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril02.html#1839_St._Dominic_Tuoc_3rd_order

12*.   Em Pádua, no Vé­neto, re­gião da Itália, a Beata Isabel Ven­dra­mini, virgem, que de­dicou a sua vida aos po­bres e, su­pe­rando muitas ad­ver­si­dades, fundou o Ins­ti­tuto das Irmãs Isa­be­linas da Ordem Ter­ceira de São Francisco. († 1860)

13*.   Em Vich, ci­dade da Ca­ta­lunha, na Es­panha, São Fran­cisco Coll y Guitart, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, que, in­jus­ta­mente ex­pulso do claustro, per­se­verou fir­me­mente na sua vo­cação e anun­ciou por toda esta re­gião o nome de Nosso Se­nhor Jesus Cristo. († 1875). Ver “Francisco Coll Guitart (Gombrèn1812 — Vic2 de abril de 1875) foi um frade dominicano espanhol, reconhecido como santo pela Igreja CatólicaIrmãs Dominicanas da Anunciata. Também é conhecido pela versão catalã de seu nome, Francesc Coll i Guitart.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Francisco_Coll_Guitart

14*.   Em Gyor, na Hun­gria, o Beato Gui­lherme Apor, bispo e mártir, que, du­rante a se­gunda guerra mun­dial, abriu as suas portas a cerca de tre­zentos re­fu­gi­ados e, es­pan­cado na tarde da Sexta-Feira da Paixão do Se­nhor por de­fender das mãos dos sol­dados al­gumas jo­vens in­de­fesas, morreu três dias depois. († 1945)

15*.   Em L’viv, na Ucrânia, o Beato Ni­colau Car­neckyj, bispo, que, exer­cendo a função de exarca apos­tó­lico em Volyn’ e Pi­dl­jashja, du­rante a per­se­guição contra a fé cristã, se­guiu os passos de Cristo como pastor fiel e por sua graça al­cançou o reino celeste. († 1959)

16*.   Em Ma­racay, na Ve­ne­zuela, a beata Maria de São José Alvarado (Laura Al­va­rado Car­dozo), virgem, que fundou a Con­gre­gação das Agos­ti­nhas Re­co­letas do Sa­grado Co­ração e as­sistiu sempre com su­prema ca­ri­dade as órfãs, os idosos e os po­bres abandonados. († 1967)

17.   Em Roma, junto de São Pedro, o dia natal de São João Paulo II, papa, cuja me­mória se ce­lebra no dia 22 de Outubro. († 2005)

18. Conforme o Martirológio Romano italiano de 01 de abril, na Pa­les­tina, Santa Maria Egip­cíaca, que era uma fa­mosa pe­ca­dora de Ale­xan­dria e, pela in­ter­cessão da Virgem Maria, se con­verteu a Deus na Ci­dade Santa e se con­sa­grou a uma vida pe­ni­tente e so­li­tária além do Jordão. († s. V).

– No séc. V, Santa Maria Egipcíaca (Santa Maria do Egito na Folhinha do Coração de Jesus de 02 de abril) que renunciou a uma vida de escândalos após ter recebido a graça de adorar a Santa Cruz em Jerusalém, e depois retirou-se para a solidão do deserto da Palestina (Conforme o Martirológio Romano-Monástico – M).

– Ver também págs. 37-45: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maria_do_Egito

– Ver “Maria do Egito ou Santa Maria Egipcíaca ou Santa Maria Egípcia (c. 344 – c. 421 ou 422) foi uma asceta dos séculos IV e V que se retirou para o deserto após uma vida de prostituição. É venerada como patrona das mulheres penitentes, em especial na Igreja Copta, mas também na Igreja CatólicaIgreja Ortodoxa e Igreja Anglicana. A Igreja Ortodoxa celebra o seu dia festivo no dia do seu «descanso», em 1 de abril e no “Domingo de Santa Maria do Egito“, o sexto domingo da Grande Quaresma.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maria_do_Egito

– Ver também “… 5º v. SANTA MARIA DO EGITO
A história de Santa Maria do Egito parece basear-se em um relato curto e nada (in)crível contido na Vida de São Ciríaco, escrito por seu discípulo Cirilo de Citópolis. O homem santo havia se retirado com seus seguidores para o deserto selvagem e aparentemente desabitado além do Jordão. Um dia, dois de seus discípulos viram de repente uma figura humana que escapou em alguns arbustos, mas que depois seguiram para uma caverna. A figura lhes disse para não se aproximarem porque ela era mulher e nua, mas ao ser interrogada ela informou que seu nome era Maria, que ela era uma grande pecadora que havia sido cantora e atriz pública, e que ela tinha ido até lá para expiar sua vida anterior. Os dois voltaram para contar a São Ciríaco o que tinham visto e ouvido. Por ocasião de uma segunda visita que fizeram à caverna, encontraram-na morta e a enterraram no local.
Em torno dessa narrativa cresceu uma lenda elaborada que alcançou enorme popularidade na Idade Média e que é ilustrada nas antigas janelas de vidro das catedrais de Bourges, Auxerre e outros lugares. Pode ser resumido da seguinte forma:
No reinado de Teodósio, o Jovem, vivia na Palestina um santo monge e sacerdote chamado Zósimo que, tendo servido a Deus com grande fervor na mesma casa por cinquenta e três anos, foi divinamente ordenado a deixar seu mosteiro por um perto do Jordão, onde ele pode aprender como avançar ainda mais no caminho da santidade. Ele descobriu que os membros desta comunidade no primeiro domingo da Quaresma depois da Missa costumavam se dispersar no deserto para passar em solidão e penitência até o Domingo de Ramos. Foi nessa época, por volta do ano 430, que Zósimo se encontrou a vinte dias de distância de seu mosteiro e sentou-se um dia ao meio-dia para recitar seus salmos e descansar.
Percebendo de repente o que parecia ser uma forma humana, ele fez o sinal da cruz e terminou seus salmos. Então, olhando para cima, ele viu uma figura de cabelos brancos e bronzeado que ele supôs ser um eremita, mas que fugiu quando ele foi em sua direção. Ele quase o alcançou e estava perto o suficiente para ansiar por sua bênção, quando exclamou: “Padre Zósimo, eu sou uma mulher: jogue seu manto para me cobrir para que você possa se aproximar de mim”. Surpreso por ela saber o nome dele, ele obedeceu e eles começaram a conversar. Em resposta às suas perguntas, a mulher lhe contou sua estranha história com muitas expressões de vergonha e penitência: “Meu país”, disse ela, “é o Egito. Aos doze anos, enquanto meu pai e minha mãe ainda viviam, fui sem o consentimento deles para Alexandria.
Ela então descreveu como ela viveu como prostituta pública por dezessete anos, não por dinheiro, mas para gratificar sua luxúria. Com cerca de vinte e oito anos, a curiosidade a levou a juntar-se a um bando de pessoas que iam celebrar em Jerusalém a festa da Santa Cruz – e mesmo na viagem ela continuou seus maus caminhos, corrompendo alguns dos peregrinos. Ao chegarem a Jerusalém, ela tentou entrar na igreja com o resto da congregação, mas uma força invisível a impediu. Depois de duas ou três tentativas ineficazes, ela se retirou para um canto do pátio externo e, pela primeira vez, uma plena compreensão de sua pecaminosidade a invadiu. Erguendo os olhos para um eikon da Bem-Aventurada Virgem Maria, ela implorou com lágrimas a ajuda da Mãe de Deus, prometendo uma vida de penitência.
Numa padaria onde comprou pães perguntou o caminho para o Jordão e partiu logo, chegando nessa mesma noite à igreja de S. João Baptista na margem do rio. Aqui ela fez sua comunhão e atravessou o Jordão para o deserto, onde permaneceu desde então – cerca de quarenta e sete anos, até onde ela podia julgar. Ela não tinha visto nenhum ser humano e vivia de plantas comestíveis e de tâmaras. O frio do inverno e o calor do verão afligiram muito seu corpo desprotegido, e ela muitas vezes foi torturada pela sede. Nessas ocasiões, sentia-se tentada a lamentar os luxos e os vinhos do Egito aos quais antes se entregava. Esses e outros assaltos a assediaram noite e dia quase incessantemente por dezessete anos, mas ela implorou a intercessão da Santíssima Virgem e a assistência divina nunca lhe falhou. Ela não sabia ler e nunca teve qualquer instrução humana em coisas sagradas, mas o próprio Deus lhe ensinou os mistérios da fé. A seu pedido, Zósimo comprometeu-se a não divulgar o que ela havia dito até depois de sua morte, e prometeu encontrá-la novamente ao lado do Jordão na Quinta-feira Santa do ano seguinte para dar-lhe a comunhão.
Na Quaresma seguinte, Zósimo dirigiu-se ao local de encontro escolhido, trazendo o Santíssimo Sacramento, e naquela mesma noite de Quinta-feira Santa viu Maria parada na margem oposta do Jordão. Depois de ter feito o sinal da cruz, ela começou a andar sobre as águas até chegar à terra seca ao lado do padre atônito. Ela recebeu a comunhão com profunda devoção, seguida pela recitação das palavras iniciais do Nunc dimittis. De uma cesta de tâmaras, figos e lentilhas que Zósimo ofereceu, ela aceitaria apenas três lentilhas; e ela agradeceu-lhe por tudo o que tinha feito e recomendou-se às suas orações. Então, com uma súplica final para que ele voltasse um ano depois ao local onde se conheceram, ela partiu pelo rio como havia chegado. Mas quando Zósimo voltou ao deserto para cumprir este segundo compromisso, ele encontrou o corpo morto de Maria estendido no chão, enquanto ao lado dela na areia foram traçadas estas palavras: “Padre Zósimo, sepulta o corpo da humilde Maria. Renderize terra a terra e ore por mim. Morri na noite da Paixão do Senhor, depois de receber o divino e místico Banquete”. O monge não tinha pá, mas um leão do deserto veio em seu socorro e com suas garras o ajudou a cavar sua cova. Zósimo retomou seu manto, que ele estimava doravante como uma relíquia sagrada, e voltou para contar a seus irmãos todas as suas experiências. Ele continuou por muitos anos a servir a Deus em seu mosteiro até que uma morte feliz o libertou no centésimo ano de sua idade…

Esta lenda teve uma notável difusão e popularidade no Oriente. Em sua forma desenvolvida, parece ter sido a composição de São Sofrônio , Patriarca de Jerusalém, que morreu em 638 d.C. Além da digressão mencionada acima, que Cirilo de Citópolis introduziu em sua Vida de São Ciríaco, Sofrônio tinha diante de si história semelhante contada por John Moschus no Pratum Spirituale . Esse núcleo foi elaborado em uma narrativa de dimensões respeitáveis ​​com o auxílio de diversos empréstimos da Vida de São Paulo de Tebas. 

São João Damasceno, que morreu em meados do século VIII, faz longas citações da desenvolvida Vida de Santa Maria do Egito e aparentemente a considera como um registro autêntico. Um bom relato de todo o assunto é fornecido por H. Leclercq em DAC., vol. x (1932), CC. 2128-2136, onde se encontra uma bibliografia completa. Ver também o Acta Sanctorum , abril, vol. eu; e AB Bujila, Rutebeuf La Vie de sainte Marie l’Egyptienne (1949).

Na vida de São Ciríaco de Cirilo de Citopolis, ele fala de uma mulher chamada Maria encontrada por Círiaco e seus companheiros vivendo como eremita na Jordânia
e sabedoria. Ele a viu na Quaresma seguinte, mas quando voltou, a encontrou morta e a enterrou. Quando voltou ao seu mosteiro perto do Jordão, contou aos irmãos o que havia acontecido e a história se espalhou.

Ela lhe disse que tinha sido uma cantora e atriz famosa que havia pecado e estava fazendo penitência no deserto. Quando eles voltaram, ela estava morta. Em torno da história foi construída uma lenda elaborada que teve enorme popularidade durante a Idade Média, segundo a qual ela era uma egípcia que foi para Alexandria quando tinha doze anos e viveu como atriz e cortesã por dezessete anos. Ela foi levada à realização de sua vida maligna diante de um ícone da Santíssima Virgem e, sob a direção de Maria, foi para o deserto a leste da Palestina, onde viveu como eremita por quarenta e sete anos, sem ver um único ser humano e assediada por todo tipo de tentações, que foram mitigadas por suas orações à Santíssima Virgem.

Maria do Egito, Eremita (RM) (também conhecida como Maria Aegyptica) Morreu c. 500; o dia da festa às vezes é celebrado em 9 ou 10 de abril. A história de Maria, a penitente, era conhecida em toda a cristandade na Idade Média. A história é contada na vida de Cirilo de Scythopolis de São Cyriacus , de acordo com John Moschus. Ele fala de uma mulher chamada Maria encontrada por Cyriacus e seus companheiros vivendo como eremita no deserto além do Jordão. Ela lhe disse que tinha sido uma cantora e atriz famosa que havia pecado e estava fazendo penitência no deserto; quando eles voltaram, ela estava morta. Em torno desse núcleo, a seguinte história foi elaborada e recontada popularmente na Idade Média:
Maria começou sua vida no Egito. Seus pais a adoravam, o que já era um mau começo! Ela era o centro do mundo de sua família. Tudo girava, ou tinha que girar em torno dela: papai, o sol, seu gato. Maria não era uma criança infeliz. Pelo contrário, tudo lhe foi dado, todos cederam a ela. Tanto que um dia, aborrecida porque seus pais tiveram a chance de se opor a um de seus caprichos, ela fugiu de casa – aos 12 anos – para a metrópole de Alexandria.

Naquela época, uma menina de 12 anos era uma mulher. Maria era linda. Ela não era aventureira ou ambiciosa ou poderia não ter se lançado na maldade da prostituição por 17 tristes anos. Ela não tinha centro, nada para se orientar; ela não tinha fé em nada, não esperava nada. Ela era cínica e desencantada, ao mesmo tempo adorando e odiando o dinheiro. Há apenas uma explicação para sua vida: ela não amava nada. Dignidade é a premissa para qualquer amor.
Quando ela tentou encontrar seu caminho na cidade, ela pensou em um amigo de seu pai que morava lá. Ele a acolheu, compreendeu-a, ofereceu-lhe refúgio e divertiu-a. Ele destruiu toda modéstia, todo remorso, toda infância nela. Ela foi junto com suas libertinagens até se sentir atraída por outro homem e seus estábulos, então ela abandonou o primeiro pelo segundo, sem aviso prévio. Ela estava presa. Ela vivia como uma moeda reluzente que passa de bolso em bolso; ela fez sua moral consistir em não ter nenhuma, na verdade em perder de vista seu próprio significado. Nada a restringia, nada podia.
Por curiosidade, não por piedade, Maria juntou-se a um grupo de peregrinos que partiam para Jerusalém. Ela pagou sua passagem oferecendo-se aos marinheiros. Em Jerusalém, uma força irresistível a impediu de entrar na igreja com os outros peregrinos. Diante de um ícone representando a Santíssima Virgem ou, segundo outra versão, no Santo Sepulcro, ela foi tomada pela enormidade de sua pecaminosidade. Internamente, foi-lhe dito que atravessasse o Jordão, onde encontraria descanso.
Imediatamente, Maria partiu para o deserto, irreconhecível e irreconhecível, com medo do mundo. Tudo o que ela levou com ela foram três pães miseravelmente pequenos para suprir suas necessidades imediatas, para lhe dar tempo para desenvolver a força para mendigar. Assim, completamente esgotada, ela chegou à margem do rio Jordão. Ela não tinha nenhum desejo de voltar para a casa de seus pais.
Ela fez sua confissão e comungou no mosteiro de São João Batista, mas não permaneceu lá. Ela deixou os monges com suas mortificações. Ela não tinha visto nenhum deles, porque mantinha os olhos fechados. Ela escalou as colinas arenosas até onde começa o deserto. Sua vida continuou marcada por excessos. Maria devia deixar-se secar como uma ameixa seca, pois este foi o remédio que ela mesma concebeu contra sua podridão e decadência moral.
Não podemos conceber tudo o que ela suportou, o que ela buscava, o que ela viveu durante 47 anos em absoluta solidão. Durante esses anos ela sofreu com a seca e o frio. Ela vivia de bagas e tâmaras. Suas roupas se desgastaram. Às vezes ela tinha sido tentada a voltar à sua vida de pecado, mas sempre rezava para a Virgem Maria pedindo forças para resistir à tentação. Ela não sabia ler, mas foi divinamente instruída na fé cristã.
Havia um monge chamado Zósimo, que nos conta algumas coisas sobre Maria. Ele era um homem velho. Por volta de 430, depois de ter vivido em um mosteiro na Palestina por 53 anos decidiu ingressar em uma comunidade com regras mais rígidas perto do rio Jordão. Assim, ele entrou em uma nova área.

Como seus companheiros, todos os anos, no primeiro domingo da Quaresma, ele comia depois da missa; depois, com a cabeça baixa em profunda meditação, partiu sozinho para o deserto. A cada ano, ele avançava ainda mais na solidão dos desertos arenosos, acrescentando um dia extra de caminhada. Desta vez, ele teve que caminhar por 20 dias antes de descansar. Ele se sentou no chão e imediatamente começou a orar. Ele sabia que o meio-dia havia chegado porque sua sombra se contraiu ao seu redor. Distraído, ele viu alguém andando na frente dele. Se fosse o diabo, ele se protegeria contra isso em nome de Jesus Cristo.
Você adivinhou – diante dele estava Maria, a penitente, mas apenas uma pessoa verdadeiramente afiada seria capaz de distingui-la de um homem naquele estado. Ela estava inteiramente nua, mas isso não o incomodava, pois sua pele, queimada pelo sol, era negra e seca como um velho pedaço de madeira. Seu cabelo branco caiu pelas costas. O monge foi até ela, mas ela recuou, gritando: “Jogue-me seu manto para me cobrir, pois não tenho roupas”.
Ele a perseguiu até uma moita de arbustos atrás da qual ela se escondeu. “Responda-me, pelo amor de Deus, o que você está fazendo aqui? Por que e por quanto tempo?” “Zósimo, por favor, me dê seu manto, me abençoe, perdoe meus pecados, e eu sairei…”
Foi assim que ele soube da vida dela, e de tudo o que foi dito e escrito sobre ela desde então. Suas tentações e penitências Zósimus extraía dela em grande detalhe. Maria, a egípcia, falou apenas através da Bíblia, cujo significado ela encontrou novamente espontaneamente no final de sua longa busca espiritual. Zósimo ficou impressionado com seu conhecimento e sabedoria espiritual.
Maria disse a Zósimo: “Deixe-me seu manto; venha me ver no próximo ano na Páscoa, com a Eucaristia, e não diga uma palavra!”
Como havia prometido, Zósimo voltou na Quinta-feira Santa seguinte para dar-lhe a Sagrada Comunhão. Ele também trouxe figos, tâmaras e lentilhas com ele. Mas, depois de Maria ter recebido o sacramento, ela só tomaria dele três lentilhas. Ela agradeceu e implorou que ele voltasse no ano seguinte.
De acordo com uma versão (não, as lendas nem sempre são lógicas), Santa Maria morreu repentinamente durante a noite depois de ter deixado uma mensagem para o monge, seu amigo, que ela traçou na areia e que ele leria um ano depois: “Padre Zósimo, sepulta aqui o corpo da humilde Maria, a pecadora. Dá à terra o que é da terra e ora por mim.” Foi assim que ele aprendeu o nome dela. Ele tinha esquecido de perguntar o que era.
Zósimo, com a ajuda de um leão, enterrou seu corpo. Ele pegou de volta seu manto, que guardou para o resto de sua vida, e então enterrou com reverência Maria, a egípcia. Ela viveu por 78 anos. Dezesseis séculos depois, talvez não haja desertos maiores do que os corações das grandes cidades. Maria egípcia, rogai por nós!

Na verdade, seu corpo foi encontrado morto por dois discípulos de São Ciríaco, um eremita do século VI, e se tornou o centro dessas elaboradas e populares histórias (Attwater, Attwater2, Benedictines, Bentley, Delaney, Encyclopedia, Farmer, Gill).
Na arte, Santa Maria é geralmente retratada vestida apenas com seus longos cabelos com seu emblema, três pães. Ela também pode ser mostrada (1) com Maria Madalena (com quem ela é frequentemente confundida. A Madalena muitas vezes tem uma jarra de ungüento e um crucifixo, enquanto a Egíptica tem três pães); (2) sentado sob uma palmeira e olhando para o outro lado do Jordão; (3) lavar o cabelo no Jordão; (4) expulso da igreja por um anjo com uma espada; ou (5) receber a Sagrada Comunhão de São Zósimo (Roeder). Santa Maria era mais popular no Oriente, mas também tinha um culto ocidental. Sua imagem foi usada por artistas do século XII em capitéis esculpidos, em vitrais nas catedrais de Chartres, Bourges e Auxerre (século XIII), e em pinturas e esculturas do final da Idade Média (Agricultor). Clique aqui para ver um Ícone russo do século XVIII de Maria do Egito…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril02.html#430_St._Mary_of_Egypt_sent_to_desert

– VER TAMBÉM 01 DE ABRIL

19. Em 653, São Longino (Longis). Nascido na Suíça, de pais pagãos, recebeu o batismo e o sacerdócio na Auvergne. Depois foi para o Maine, onde construiu um mosteiro que deu nome à atual localidade de Saint-Longin, na Diocese de Le Mans (Conforme o Martirológio Romano-Monástico – X).

– Ver também São Longis e Santa Inesfreda, págs. 48-49: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver ainda “… 653 & 638 St. Longis & Agnofleda Confessores de Cristo
Longis, também chamado Lonochilus ou Lenogisil, foi o fundador de um mosteiro no Maine, França. Agnofleda era uma virgem reclusa sob seus cuidados. Acusados ​​por falsos rumores, sua inocência foi provada milagrosamente.

Longis, data desconhecida. São Longis deixou sua família idólatra na Suíça para encontrar a paz como monge e sacerdote em Saint-Longis (Enciclopédia)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril02.html#653__638_St._Longis__Agnofleda

20. Santa Ebba, abadessa, virgem e mártir. Ver págs. 46-47: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

21. Santa Musa, virgem de Roma. Ver “Desta Santa, fala São Gregório, o Diálogos: “Uma noite, a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, apareceu-lhe, mostrando-lhe muitas jovens vestidas de branco. Musa desejou unir-se a elas, mas não ousava fazê-lo. Se tu o desejas realmente, disse-lhe a Santa Virgem, deixa de agir como criança: põe de lado o riso e as brincadeiras, e dentro de trinta dias serás admitida nesta sociedade”. “A partir daquele momento, produziu-se em Musa completa mudança. Renunciou a todas as frivolidades. Os pais notaram a metamorfose e quiseram saber a razão. Musa referiu-lhes a visão que tivera, falando-lhes da ordem e da promessa da santa virgem, que lhe indicara o dia em que seria admitida no serviço da Mãe de Deus. “Vinte e cinco dias depois Musa foi tomada pela febre, e, ao trigésimo dia, como a hora se aproximasse, viu surgir a santa Virgem com um grupo de jovens. Disse, então, no transporte de sua alegria: Mãe, eis que me vou!” “E expirou””, às págs. 50-51: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

22. Outras Santas e Santos do dia 02 de abril: págs. 26-53 (vol.6): VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

Obs. Às vezes entra com o Edge, mas mais com  Google chrome,.Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 02 de abril, ver também: 2 de abril – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 297-300: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril02.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

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* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

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* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

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* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

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* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

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* “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. Amém!São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.  (São Nicolau de Flue – 21 de março)”

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* A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….”

(São Serapião de Thmuis 21 de março – conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

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