Santas e Santos de 01 de junho

Me­mória de São Jus­tino, mártir, um fi­ló­sofo que se­guiu rec­ta­mente a ver­da­deira sa­be­doria re­co­nhe­cida na ver­dade de Cristo, ma­ni­festou-a na sua vida, en­sinou-a na sua pre­gação, de­fendeu-a nos seus es­critos e con­firmou-a com a sua morte em Roma no tempo do im­pe­rador Marco Au­rélio An­to­nino. De facto, de­pois de ter apre­sen­tado ao im­pe­rador a sua “Apo­logia” em de­fesa da re­li­gião cristã, foi en­tregue ao pre­feito Rús­tico e, con­fes­sando pe­rante ele que era cristão, foi con­de­nado à morte. († c. 165)

– Ver páginas 293-312: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

2.   Também em Roma, os santos Ca­ritão e Ca­rito, Evel­pisto e Je­races, Peão e Li­be­riano, már­tires, que foram dis­cí­pulos de São Jus­tino e, jun­ta­mente com ele, re­ce­beram a coroa de glória. († c. 165)

3.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, os santos már­tires Amon, Zenão, Pto­lomeu, In­genes, sol­dados, e o an­cião Teó­filo, que, pre­sentes no tri­bunal, com o rosto, os olhos e os gestos pro­cu­ravam en­co­rajar um cristão in­ti­mi­dado pelos su­plí­cios a que era sub­me­tido e es­tava prestes a re­negar da fé; tendo-se le­van­tado contra eles um clamor de todo o povo, ir­rom­peram para o meio do tri­bunal e afir­maram que eram cris­tãos; assim, pela sua vi­tória triunfou glo­ri­o­sa­mente Cristo, que dera aos seus fiéis tão firme cons­tância de ânimo. († 249)

4.   Em Li­có­polis, também no Egipto, os santos már­tires Is­qui­rião, co­man­dante do exér­cito, e outros cinco soldados, que, por ordem do pre­feito Ar­riano, no tempo do im­pe­rador Décio, deram a vida pela fé em Cristo com di­versos gé­neros de martírio. († c. 250)

– No Martirológio Romano-Monástico, no séc. III, a paixão de muitos cristãos que confessaram sua fé comum em Cristo, em diferentes países: Tespésio, na Capadócia, Isquirião, no Egito e Próculo, na Itália (M).

5.   Em Bo­lonha, na ac­tual Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, São Pró­culo, mártir, que pela ver­dade cristã foi tres­pas­sado com grossos cravos de traves. († c. 300)

6.   Em Mon­te­falco, na Úm­bria, também re­gião da Itália, São For­tu­nato, pres­bí­tero, que, se­gundo a tra­dição, sendo ele mesmo pobre, com as­síduo tra­balho acudiu às ne­ces­si­dades dos po­bres e deu a vida pelos irmãos. († s. IV/V)

– Ver página 385: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

7.   Na ilha de Lé­rins, na Pro­vença, ac­tu­al­mente na França, São Ca­prásio, ere­mita, que jun­ta­mente com Santo Ho­no­rato se re­tirou neste lugar e aí deu início à vida monástica. († 430)

– Ver página 384: São Capresa, confessor: Ver página 384: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

8*.   Em Ar­vena, na Aqui­tânia, hoje Cler­mont-Fer­rand, na França, São Floro, cujo nome foi dado ao mos­teiro cons­truído sobre o seu tú­mulo, bem como à ci­dade e à sede episcopal. († data inc.)

9*.   Na Bre­tanha Menor, também na ho­di­erna França, São Ro­nano, bispo, que chegou por mar da Ir­landa e nas flo­restas levou vida eremítica. († s. VII/VIII)

10*.   No ter­ri­tório de Lei­cester, na In­gla­terra, São Vis­tano, mártir, que, sendo membro da fa­mília real da Mésia, porque se opôs ao ma­tri­mónio in­ces­tuoso de sua mãe re­gente, foi morto com a es­pada do tirano. († 849)

11.   Em Tré­veris, na Lo­rena, hoje na Ale­manha, São Si­meão, filho de um grego de Si­ra­cusa, que levou vida ere­mí­tica junto a Belém e no Monte Sinai e, de­pois de longas pe­re­gri­na­ções, viveu até à morte re­cluso na torre da Porta Negra desta cidade. († 1035)

– No Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1035, São Simeão. Originário de Siracusa, na Sicília, viveu primeiro como eremita em Belém e no Monte Sinai. Depois, levou uma vida de peregrino que o conduziu através da Europa até Treves, onde se fixou, transformando então o corpo da guarda imperial em uma trincheira de oração (M).

– Ver páginas 377-380: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf 

12.   No mos­teiro de Oña, no ter­ri­tório de Burgos, em Cas­tela, re­gião da Es­panha, Santo Ínhigo, abade, homem pa­cí­fico, cuja morte cho­raram os pró­prios Ju­deus e Mouros. († c.1060)

– Ver páginas 387-388: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

13*.   Em Alba, no Pi­e­monte, re­gião da Itália, o Beato Te­o­baldo, que, mo­vido pelo amor da po­breza, deu toda a sua for­tuna a uma viúva e por hu­mil­dade tomou o ofício de car­re­gador, para levar sobre si o fardo dos outros. († 1150)

– Ver página 390: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

14*.   Em Ur­bino, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, re­gião da Itália, o beato João Pellingotto, da Ordem Ter­ceira de São Fran­cisco, que, sendo co­mer­ci­ante, pro­cu­rava en­ri­quecer mais os ou­tros do que a si mesmo e, re­ti­rando-se numa cela, só de lá saía para ajudar os po­bres e os enfermos. († 1304)

– Ver páginas 391-392: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

15*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, o Beato João Storey, mártir, ju­rista, que per­ma­neceu fi­de­lís­simo ao Ro­mano Pon­tí­fice. De­pois de passar pelos cár­ceres e pelo exílio, foi con­de­nado à morte e, so­frendo o su­plício da forca no pa­tí­bulo de Ty­burn, emi­grou para a fe­li­ci­dade eterna. († 1571)

– Ver páginas 396-397: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

16*.   Em Omura, no Japão, os be­atos már­tires Afonso Na­var­rete, da Ordem dos Pre­ga­dores, Fer­nando de São José de Ayala, da Ordem dos Ere­mitas de Santo Agos­tinho, pres­bí­teros, e Leão Tanaka, re­li­gioso da Com­pa­nhia de Jesus, que, por edito do co­man­dante su­premo Hi­de­tada, foram de­go­lados ao mesmo tempo em ódio à fé cristã. († 1617)

17*.   Num barco-prisão, an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato João Bap­tista Vernoy de Montjournal, pres­bí­tero e mártir, que, sendo có­nego de Mou­lins, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, por causa da sua con­dição de sa­cer­dote foi con­de­nado ao cár­cere na ga­lera e aí morreu con­su­mido pela enfermidade. († 1794)

18.   Em Hung Yen, no Ton­quim, no ac­tual Vi­etnam, São José Tuc, mártir, jovem agri­cultor, que, no tempo do im­pe­rador Tu Duc, por ter re­cu­sado calcar a cruz, foi vá­rias vezes de­tido no cár­cere e tor­tu­rado e fi­nal­mente degolado. († 1862)

19*.   Em Pi­a­cenza, na Itália, o Beato João Bap­tista Scalabríni, bispo, que teve uma ac­ti­vi­dade mul­ti­forme nesta Igreja e se dis­tin­guiu pela so­li­ci­tude para com os sa­cer­dotes, os agri­cul­tores e os ope­rá­rios, mas prestou es­pe­cial atenção aos emi­grantes nas ci­dades da Amé­rica, para os quais fundou as Pias So­ci­e­dades do Sa­grado Coração. († 1905)

20.   Em Mes­sina, na Si­cília, também na Itália, Santo Aníbal Maria Di Frância, pres­bí­tero, que fundou as Con­gre­ga­ções dos Ro­ga­ci­o­nistas do Co­ração de Jesus e das Fi­lhas do Zelo Di­vino, com a fi­na­li­dade de pedir ao Se­nhor para que en­ri­que­cesse a sua Igreja com santos sa­cer­dotes, e se de­dicou com grande zelo aos ór­fãos, abrindo aos po­bres as mãos da mi­se­ri­córdia de Deus. († 1927)

21. São Pânfilo, mártir. No Martirológio Romano-Monástico, em Cesaréia da Palestina, o Bem-Aventurado Panfílio, sacerdote, martirizado em 290 junto com Diversos Outros Cristãos. Após sua ordenação sacerdotal, dirigiu uma escola teológica criada por Orígenes, a quem ele muito admirava. Seu discípulo mais ilustre foi o historiador Eusébio de Cesaréia. Junto com São Panfílio, confessam também sua fé o Diácono Valêncio ou Valente, “que conhecia as Divinas Escrituras como ninguém”, e o Bem-Aventurado Paulo “que fervia com o ardor do Espírito Santo” (M).

– Ver páginas 381-383: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

22. São Felino e São Graciniano, mártires. Ver página 386: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

23. São Renan, confessor. Ver página 389: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

24. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Espanha, no início do séc. XI, Santo Inácio, anacoreta. Feito abade de Oña, onde se acabava de adotar a observância cluniacence, deu novo impulso ao monarquismo. Por ocasião de sua morte, foi pranteado unanimemente por judeus, muçulmanos e cristãos (M).

25. Bem-aventurado Herculano de Piegaro, confessor. Ver página 393:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

26. Bem-Aventurado Félix de Nicosia, confessor. Ver páginas 394-395: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%209.pdf

27. Santa Cândida, na Folhinha do Coração de Jesus.

28. Outros santos do dia 01 de Junho: págs. 377-400 (vol.09):

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

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