Santas e Santos de 14 de dezembro

Me­mória de São João da Cruz (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero da Ordem dos Car­me­litas e doutor da Igreja, que, per­su­a­dido por Santa Te­resa de Jesus, foi o pri­meiro entre os ir­mãos a em­pre­ender a re­forma da sua Ordem, por ele con­se­guida através de muitos tra­ba­lhos, obras e ár­duas tri­bu­la­ções. Como re­velam os seus es­critos, bus­cando uma vida es­con­dida em Cristo e dei­xando-se abrasar na chama do amor de Deus, subiu através da noite es­cura da alma ao monte de Deus. Fi­nal­mente em Úbeda, na An­da­luzia, re­gião da Es­panha, des­cansou no Senhor. († 1591). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de São João da Cruz, sacerdote e Doutor da Igreja, morto em Ubeda, na Espanha, em 1591. Colaborador de Santa Teresa de Jesus na reforma da Ordem do Carmelo, seu zelo e o sucesso de seus esforços causaram-lhe provações humilhantes, que lhe ensinaram a subir, dentro da “noite escura”, até à experiência mística do “nada” do homem diante da Majestade Divina. (R). Ver páginas 216-225 (VIDAS DOS SANTOS DE 24 DE NOVEMBRO): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf  

Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/João_da_Cruz 

– Ver “João da CruzO.C.D. (em castelhanoJuan de la Cruz) foi um místicosacerdote e frade carmelita espanhol venerado como santo pelos católicos. Nascido em Fontiveros, em Castela a Velha, foi um dos mais importantes expoentes da Contrarreforma. Grande reformador da Ordem Carmelita, é considerado, juntamente com Santa Teresa de Ávila, o fundador dos Carmelitas Descalços. João também é conhecido por suas obras literárias e tanto sua poesia quanto suas investigações sobre o crescimento da alma são consideradas o ápice da literatura mística e se destacam entre as grandes obras da literatura espanhola. João da Cruz foi canonizado em 1726 por Bento XIII e é um dos Doutores da Igreja Católica Apostólica Romana.”: João da Cruz – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

2.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, a co­me­mo­ração dos santos Herão, Ar­sénio e Isi­doro, com Diós­coro, ado­les­cente de doze anos de idade, már­tires du­rante a per­se­guição de Décio. Quando o juiz viu os três pri­meiros su­portar os di­versos su­plí­cios com a mesma cons­tância na fé, mandou lançá-los à fo­gueira; mas a São Diós­coro, de­pois de ter sido re­pe­ti­da­mente fla­ge­lado, mandou di­ferir a sua morte. († 250). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Alexandria, sob a perseguição de Décio, os Santos Mártires Heron, Ater, Isidoro e um menino chamado Dióscuro. Diante da constância

deles, o juiz ordenou que os três fossem queimados vivos. Quanto ao menino, foi-lhe concedido um adiamento da pena, pela sua pouca idade, mas isto aconteceu, segundo o historiador Eusébio, “em razão de uma luta mais prolongada e e uma recompensa mais substancial” (Hist. Eccles. VI/46). (M)

3.   Em Apo­lónia, na Bi­tínia, na ho­di­erna Tur­quia, os santos Tirso, Lêucio, Ca­lí­nico e com­pa­nheiros, már­tires, que, se­gundo a tra­dição, so­freram o mar­tírio no tempo do im­pe­rador Décio. († c. 250)

4.   Em An­ti­o­quia, na Síria, hoje An­takya, na Tur­quia, Santa Dró­side, mártir, que, se­gundo a afir­mação de São João Cri­sós­tomo, foi quei­mada viva. († s. III/IV)

5.   Em As­calon, na Pa­les­tina, os santos Arésio, Promo e Elias, már­tires, que, par­tindo do Egipto para a Ci­lícia a fim de vi­sitar e ajudar os con­fes­sores de Cristo na per­se­guição do im­pe­rador Ma­xi­mino, foram cap­tu­rados em Ce­sa­reia e, de­pois de lhes ti­rarem atroz­mente os olhos e os pés, foram le­vados para Es­calon, onde, por ordem do go­ver­nador Fir­mi­liano, con­su­maram o mar­tírio: Arésio foi quei­mado vivo e os ou­tros degolados. († 308/309)

6.   Em Pavia, na Li­gúria, agora na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Pompeu, bispo, que, tendo su­ce­dido a São Ciro du­rante poucos e pa­cí­ficos anos, des­cansou no Senhor. († s. IV)

7.   Em Reims, na Gália Bél­gica, ac­tu­al­mente na França, a paixão de São Ni­cásio, bispo, que foi as­sas­si­nado numa in­cursão de pa­gãos, jun­ta­mente com sua irmã Eu­trópia, virgem con­sa­grada a Cristo, Flo­rêncio, diá­cono, e Ju­cundo, di­ante da porta da ba­sí­lica que ele tinha edificado. († 407). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 407, a paixão de São Nicácio, bispo de Reims, que sacrificou sua vida para evitar o massacre de seu povo, que se encontrava ameaçado por uma horda de vândalos. (M). Ver páginas 266-268: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

8.   Em Ná­poles, na Cam­pânia, re­gião da Itália, Santo Ag­nelo (também na Folhinha do Coração de Jesus), abade do mos­teiro de São Gaudioso. († c. 596). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 595, Santo Agnelo, monge basiliano, célebre taumaturgo e protetor da cidade de Nápoles. (M)

9*.   Em Poi­tiers, na Aqui­tânia, hoje na França, São Ve­nâncio Fortunato, bispo, que es­creveu as gestas de muitos santos e honrou com ex­ce­lentes hinos a santa Cruz. († d. 600). São Venâncio Fortunato. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 605, a volta para Deus de São Venâncio Fortunato, bispo de Poitiers. Santa Radegunda confiou a seu talento a composição de hinos poéticos em louvor à verdadeira Cruz, da qual seu mosteiro recebera um fragmento. (X). Ver página 270: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf  

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Venâncio_Fortunato

– Ver “Venâncio Fortunato (em latimVenantius Honorius Clementianus Fortunatusc. 530 ─ c. 600/609) foi um poeta e compositor de hinos latino, e bispo de Poitiers.”: Venâncio Fortunato – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

10*.   No ter­ri­tório dos Mo­rinos, na Gália se­en­tri­onal, hoje também na França, São Fol­cuíno, bispo de Therouanne. († 855). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no meio do séc. IX, São Folcuíno, primo-irmão de Carlos Magno e bispo de Thérouanne. “Depois de ter caminhado a passos de gigante, de virtude em virtude”, escreve seu biógrafo, “e ter aprendido as Letras Sacras e a Lei Divina, chegou às Santas Ordens”. Sua energia fez com que fosse designado para governar a região, ainda bárbara, ocupada pelos Morinos. (M)

11*.   Em Or­vieto, na Tos­cana, hoje na Úm­bria, re­gião da Itália, o Beato Bo­a­ven­tura de Pistóia, pres­bí­tero da Ordem dos Servos de Maria, que, mo­vido pela pre­gação de São Fi­lipe Be­nízi, o ajudou a res­ta­be­lecer a paz entre as fac­ções em muitas ci­dades da Itália. († c. 1315). Ver (Bem-aventurado Boaventura Bonacorsi) páginas 262-265: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

12.   Em Kli­fane, lo­ca­li­dade do Lí­bano, São Ni­ma­tu­lácio al-Hardini (José Kassab), pres­bí­tero da Ordem Li­ba­nesa dos Ma­ro­nitas, que se de­dicou aos es­tudos te­o­ló­gicos, à for­mação da ju­ven­tude e ao tra­balho pas­toral, man­tendo sempre um emi­nente es­pí­rito de oração e penitência. († 1858). São Nimatullah Kassab Al-Hardini (também na Folhinha do Coração de Jesus), igreja maronita.  Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nimatullah_Kassab_Al-Hardini

– Ver: “Nimatullah Youssef Kassab Al-Hardini nasceu em 1808 na cidade libanesa de Beit Kassab e faleceu a 14 de dezembro de 1858 no Mosteiro dos Santos Cipriano e Justino em Kfifane.[1][2] É venerado como um santo da Igreja maronita cuja festa é celebrada em 14 de dezembro, tendo sido canonizado pelo Papa João Paulo II em 16 de maio de 2004.[1][2] economista e ex-prefeito paulistano Gilberto Kassab é um seu sobrinho-bisneto.[3]: Nimatullah Kassab Al-Hardini – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

13*.   Em Aa­chen, na Ale­manha, a Beata Fran­cisca Schervier, virgem, que se de­dicou com so­li­ci­tude ao cui­dado dos po­bres, dos en­fermos e dos atri­bu­lados e fundou a Con­gre­gação das Irmãs dos Po­bres de São Fran­cisco para acudir às ne­ces­si­dades dos indigentes. († 1876)

14*.   Em Bar­ce­lona, na Es­panha, o Beato Pro­tásio (An­tónio Cu­bells Min­guell), re­li­gioso da Ordem de São João de Deus e mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a Igreja, foi morto em ódio à religião. († 1936)

15. Santo Esperidião (também na Folhinha do Coração de Jesus). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Chipre, no ano da graça de 384, o falecimento do Bem-Aventurado Espiridião, pai de família, que por seu profundo senso das coisa de Deus foi capaz de converter um filósofo desdenhoso em relação ao cristianismo. Sìmples pastor de gado, acabou por tornar-se pastor de homens. (M). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Espiridão

– Ver “Santo Espiridão o Taumaturgo, (em grego: Ἃγιος Σπυρίδων) (c. 270 — 348) foi um bispo do Chipre, considerado santo pelas igrejas católicas romana e ortodoxa.”: Espiridão – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

16. Outros santos do dia 14 de dezembro: págs. 262-271: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 14 de dezembro, ver ainda: 14 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 946-948:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

Santas e Santos de 13 de dezembro

Me­mória de Santa Luzia (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem e mártir, que du­rante a sua vida con­servou a lâm­pada acesa para ir ao en­contro do Es­poso e, con­du­zida ao mar­tírio por amor de Cristo em Si­ra­cusa, na Si­cília, me­receu en­trar com Ele nas núp­cias do Céu e pos­suir a luz que não tem ocaso. († 304/305). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santa Luzia (ou Lúcia), virgem e mártir de Siracusa. Diante de seu juiz, declarou que “não tinha outro desejo a não ser o de agradar a Cristo, somente” (Paixão). (R). Ver páginas 252-259: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf Ver “”: Lúcia de Siracusa – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lúcia_de_Siracusa

– Ver “Santa Lúcia de Siracusa (27 de março de 283 – † 13 de dezembro de 304), mais conhecida como Santa Luzia (Santa de luz), segundo a tradição da Igreja Católica, mesmo sem olhos pobre santa siciliana, nascida numa família rica de Siracusa,[2] venerada pelos católicos como virgem e mártir cristã, que, segundo consta morreu por volta de 304, durante as perseguições do imperador Diocleciano.”: Lúcia de Siracusa – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

2.   Em Porto Ro­mano, perto do ac­tual Fiu­mi­cino, na Itália, Santo Aristão, mártir. († c. s. IV)

3.   No pro­mon­tório de Súlcis, na Sar­denha, Santo An­tíoco, mártir. († c. s. IV). Ver página 259: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

4.   Na Ar­ménia, os santos Eus­trácio, Au­xêncio, Eu­génio, Mar­dário e Orestes, mártires. († c. s. IV).

5.   Na Nêus­tria se­ten­tri­onal, ac­tu­al­mente na França, São Ju­doco, pres­bí­tero e ere­mita, que, sendo filho de Ju­tael, rei da Ar­mó­rica, e irmão de São Ju­di­cael, para não ser cons­tran­gido a su­ceder a seu pai deixou a pá­tria e se re­tirou para a vida eremítica. († c. 669)

6.   Em Cam­brai, na Aus­trásia, também na ac­tual França, Santo Aut­berto, bispo. († c. 670)

7.   No ter­ri­tório de Es­tras­burgo, na Bor­gonha, também na ho­di­erna França, Santa Otília (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem e pri­meira aba­dessa do mos­teiro de Hohen­bourg, fun­dado pelo duque Al­da­rico, seu pai. († s. VII). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VII, Santa Otilia (ou Odília). Cega de nascença, foi miraculosamente curada no dia de seu batismo, aos quinze anos de idade. Mais tarde tornou-se abadessa do mosteiro beneditino de Hohenburg (hoje, Monte de Santa Otília), fundado por seu pai, o duque da Alsácia. (M). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Odília_da_Alsácia . Ver também páginas 249-251: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf  

– Ver “Odília da Alsácia ou Santa Odília (Obernai, ca. 660 – Hohenbourg720), é venerada como santa pela Igreja Católica. Ela foi canonizada pelo Papa Pio VII em 1807. E é a Padroeira da Alsácia e da boa visão… No século VII, a Alsácia fazia parte da Alemanha. O governante era Aldarico, que desejava um filho para ser seu sucessor na cidade. O duque havia sido batizado a pouco e não era um cristão muito fervoroso, mas aprovava as obras de caridade feitas pela sua esposa, Benvinda, uma cristã fervorosa. Aldarico recebeu a notícia de que sua esposa teria um filho, e ficou muito feliz. Todavia, ao saber que havia nascido uma menina cega, expulsou-a do castelo. Sua filha foi entregue às religiosas de um mosteiro, onde ela foi educada. Um dia, receberam a visita do bispo Heraldo que dizia que um anjo dera a ordem de ir àquele mosteiro para batizar uma menina. Apresentaram a pequena cega, que ele batizou com o nome de Odília, que significa “luz de Deus”. No momento do batismo, o bispo Heraldo disse: “Que os teus olhos do corpo se abram, como foram abertos os teus olhos da alma”. Odília deste momento em diante passou a enxergar e recebeu o dom da profecia. Assim, depois se tornou uma das maiores místicas cristãs, com previsões que impressionam ainda hoje… Posteriormente, ela passou a ser chamada por Otília.”: Odília da Alsácia – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

8*.   Em Ná­poles, na Cam­pânia, re­gião da Itália, o Beato João Ma­ri­nóni (Fran­cisco Ma­ri­nóni), pres­bí­tero da Ordem dos Clé­rigos Re­grantes, cha­mados Te­a­tinos, que, jun­ta­mente com São Ca­e­tano, se de­dicou à re­forma do clero e à sal­vação das almas e pro­moveu o Monte de Pi­e­dade para au­xílio dos pobres. († 1562)

9.   No DIRETÓRIO DA LITURGIA DA CNBB de 2020, DIA 10 DE DEZEMBRO, Br. Sta. Joana Francisca de Chantal, Rlg. M.Fac.

SANTA JOANA FRANCISCA DE CHANTAL: LEMBRADA DIAS 12/08; 21/08; 10/12/; 13/12

No mos­teiro da Vi­si­tação de Mou­lins, na França, o dia natal de Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal, cuja me­mória se ce­lebra no dia doze de Agosto. († 1641). VER ACIMA DIRETÓRIO DA LITURGIA DA CNBB

SANTA JOANA FRANCISCA DE CHANTAL: LEMBRADA DIAS 12/08; 21/08; 10/12/; 13/12

Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal (também na Folhinha do Coração de Jesus), re­li­giosa. Do seu ma­tri­mónio cristão teve seis fi­lhos, que educou na pi­e­dade; de­pois da morte do es­poso, sob a di­recção de São Fran­cisco de Sales, per­correu ve­loz­mente o ca­minho da per­feição e de­dicou-se às obras de ca­ri­dade, es­pe­ci­al­mente para com os po­bres e os en­fermos. Fundou a Ordem da Vi­si­tação de Santa Maria, que também di­rigiu sa­bi­a­mente. Morreu em Mou­lins, nas mar­gens do rio Al­lier, pró­ximo de Ne­vers, na França, no dia 13 de Dezembro. († 1641). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, de 10 de dezembro, em Moulins, na região de Bourbonnais, Santa Joana Francisca de Chantal. Viúva após oito anos de um feliz casamento, dedicou-se primeiro à educação de seus quatro filhos, e depois, sob a orientação de seu diretor espiritual, São Francisco de Sales, que a introduziu na “vida devota”, fundou a Ordem da Visitação de Santa Maria, em Annecy. (M).

–  Sobre Santa Joana Francisca de Chantal: no mos­teiro da Vi­si­tação de Mou­lins, na França, o dia natal de Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal, cuja me­mória se ce­lebra no dia doze de Agosto.

Ver VIDAS DOS SANTOS no dia 21 de agosto, págs. 117-135: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

– O Liturgia das Horas lembra Santa Joana Francisca de Chantal no dia 10 de dezembro.

A memória da liturgia das horas, no ofício das leituras, segunda leitura, lembra Santa Joana Francisca. Ela explica o que é o MARTÍRIO DE AMOR que poucos conhecem e menos pessoas vivem.

Das Memórias de Santa Joana Francisca, escritas por uma religiosa, sua secretária:

 (Françoise-Madeleine de Chaugy, Mémoires sur la vie et les vertus de Sainte J.-F. de Chantal, III, 3: 3ª ed., Paris 1853, p. 306-307) (Séc.XVII)

O amor é forte como a morte  

Certo dia, Santa Joana disse estas fervorosas palavras, logo fielmente recolhidas: 

“Filhas diletíssimas, muitos dos nossos santos Padres e colunas da Igreja não sofreram o martírio; sabeis dizer-me por que razão?” Após a resposta de cada uma, disse a santa Madre: “Quanto a mim, creio que isto aconteceu assim, por haver outro martírio que se chama martírio de amor, em que Deus, conservando em vida seus servos e servas a fim de trabalharem para sua glória, os faz ao mesmo tempo mártires e confessores. Sei que, por disposição divina – acrescentou – as filhas da Visitação são chamadas a este martírio com o mesmo ardor que levou a afrontá-lo aquelas servas mais afortunadas. 

À pergunta de uma irmã sobre o modo como poderá se realizar este martírio, respondeu: “Abri-vos inteiramente à vontade de Deus e tereis a prova. O amor divino mergulha sua espada até o mais íntimo e secreto de nossas almas, e separa-nos de nós mesmas. Conheci uma alma a quem o amor separou de tudo quanto lhe agradava, como se o golpe dado pela espada de um tirano lhe tivesse separado o espírito do corpo”. 

Percebemos que falara de si mesma. Tendo outra irmã indagado quanto tempo duraria esse martírio, explicou: “Desde o momento em que nos entregamos a Deus sem reservas, até o fim da vida. No entanto, isto só diz respeito às pessoas magnânimas, que, renunciando completamente a si mesmas, são fiéis ao amor; os fracos e inconstantes no amor, nosso Senhor não os leva pelos caminhos do martírio, mas deixa-os viver a passos lentos, para que não se afastem dele; pois nunca força a livre vontade”. 

Quando, por fim, lhe foi perguntado se este martírio de amor poderia ser igualado ao martírio do corpo, respondeu: “Não nos preocupemos com a questão da igualdade, muito embora eu julgue que um não ceda ao outro, porque o amor é forte como a morte (Ct 8,6). E ainda porque os mártires de amor sofrem dores mil vezes mais agudas conservando a vida para cumprir a vontade de Deus, do que se tivessem de dar mil vidas para testemunhar a sua fé, o seu amor e a sua fidelidade”. Ver página 259: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

10*.   Em Fermo, nas Marcas, re­gião da Itália, o Beato An­tónio Grássi, pres­bí­tero da Con­gre­gação do Ora­tório, homem hu­milde e pa­cí­fico, que com o seu exemplo es­ti­mulou os ir­mãos à ob­ser­vância da Regra. († 1671). Ver página 261: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)

11.   Em Tjyen-Tiyou, lo­ca­li­dade da Co­reia, os santos Pedro Cho Hwa-so, pai de fa­mília, e cinco companheiros, már­tires, que, ten­tados com pro­messas e tor­mentos do man­darim para aban­donar a re­li­gião cristã, re­sis­tiram até serem decapitados. São estes os seus nomes: Pedro Yi Myong-so e Bar­to­lomeu Chong Mun-ho, pais de fa­mília; Pedro Son-ji, pai de fa­miliaca­te­quista; José Pedro Han Chae-kwon, que foi ca­te­quista; e Pedro Chong Won-ji, adolescente. († 1866)

12♦.   Em Cas­tel­la­mare, na Cam­pânia, re­gião da Itália, a Beata Maria Ma­da­lena da Paixão (Cons­tança Sta­race), virgem, fun­da­dora da Con­gre­gação das Irmãs Com­pas­si­o­nistas Servas de Maria. († 1921)

13. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na mesma época, São Josse, eremita. Um dia, distribuiu sua minguada refeição entre vários pobres que bateram sucessivamente à sua porta. Dois mosteiros da região de Calais tomaram o nome deste santo. (M)

14. São João Marimoni, (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver páginas 260-261 “Em Nápoles, o bem-aventurado João Marincni, teatino. Estudado em Pádua, foi grande amigo d’e Aloísio Lippomani, arcebispo d,e Bérqamo e publicador da primeira grande coleção de vidas de santos. João, no século Francisco, foi excelente pregador. Caridoso, piedoso, espírito forte e firme, faleceu, por uma epidemia, a 13 de dezembro de 1562, num domingo. Venerado como Santo imediatamente depois da morte, foi-lhe rendido um culto público antes mesmo da beatificação, ocorrida em 1762.”: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)

15. Outros santos do dia 13 de dezembro: págs. 249-261: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 13 de dezembro, ver ainda: 13 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 944-945:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/