Santas e Santos de 13 de dezembro

Me­mória de Santa Luzia (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem e mártir, que du­rante a sua vida con­servou a lâm­pada acesa para ir ao en­contro do Es­poso e, con­du­zida ao mar­tírio por amor de Cristo em Si­ra­cusa, na Si­cília, me­receu en­trar com Ele nas núp­cias do Céu e pos­suir a luz que não tem ocaso. († 304/305). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santa Luzia (ou Lúcia), virgem e mártir de Siracusa. Diante de seu juiz, declarou que “não tinha outro desejo a não ser o de agradar a Cristo, somente” (Paixão). (R). Ver páginas 252-259: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf Ver “”: Lúcia de Siracusa – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lúcia_de_Siracusa

– Ver “Santa Lúcia de Siracusa (27 de março de 283 – † 13 de dezembro de 304), mais conhecida como Santa Luzia (Santa de luz), segundo a tradição da Igreja Católica, mesmo sem olhos pobre santa siciliana, nascida numa família rica de Siracusa,[2] venerada pelos católicos como virgem e mártir cristã, que, segundo consta morreu por volta de 304, durante as perseguições do imperador Diocleciano.”: Lúcia de Siracusa – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

2.   Em Porto Ro­mano, perto do ac­tual Fiu­mi­cino, na Itália, Santo Aristão, mártir. († c. s. IV)

3.   No pro­mon­tório de Súlcis, na Sar­denha, Santo An­tíoco, mártir. († c. s. IV). Ver página 259: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

4.   Na Ar­ménia, os santos Eus­trácio, Au­xêncio, Eu­génio, Mar­dário e Orestes, mártires. († c. s. IV).

5.   Na Nêus­tria se­ten­tri­onal, ac­tu­al­mente na França, São Ju­doco, pres­bí­tero e ere­mita, que, sendo filho de Ju­tael, rei da Ar­mó­rica, e irmão de São Ju­di­cael, para não ser cons­tran­gido a su­ceder a seu pai deixou a pá­tria e se re­tirou para a vida eremítica. († c. 669)

6.   Em Cam­brai, na Aus­trásia, também na ac­tual França, Santo Aut­berto, bispo. († c. 670)

7.   No ter­ri­tório de Es­tras­burgo, na Bor­gonha, também na ho­di­erna França, Santa Otília (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem e pri­meira aba­dessa do mos­teiro de Hohen­bourg, fun­dado pelo duque Al­da­rico, seu pai. († s. VII). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VII, Santa Otilia (ou Odília). Cega de nascença, foi miraculosamente curada no dia de seu batismo, aos quinze anos de idade. Mais tarde tornou-se abadessa do mosteiro beneditino de Hohenburg (hoje, Monte de Santa Otília), fundado por seu pai, o duque da Alsácia. (M). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Odília_da_Alsácia . Ver também páginas 249-251: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf  

– Ver “Odília da Alsácia ou Santa Odília (Obernai, ca. 660 – Hohenbourg720), é venerada como santa pela Igreja Católica. Ela foi canonizada pelo Papa Pio VII em 1807. E é a Padroeira da Alsácia e da boa visão… No século VII, a Alsácia fazia parte da Alemanha. O governante era Aldarico, que desejava um filho para ser seu sucessor na cidade. O duque havia sido batizado a pouco e não era um cristão muito fervoroso, mas aprovava as obras de caridade feitas pela sua esposa, Benvinda, uma cristã fervorosa. Aldarico recebeu a notícia de que sua esposa teria um filho, e ficou muito feliz. Todavia, ao saber que havia nascido uma menina cega, expulsou-a do castelo. Sua filha foi entregue às religiosas de um mosteiro, onde ela foi educada. Um dia, receberam a visita do bispo Heraldo que dizia que um anjo dera a ordem de ir àquele mosteiro para batizar uma menina. Apresentaram a pequena cega, que ele batizou com o nome de Odília, que significa “luz de Deus”. No momento do batismo, o bispo Heraldo disse: “Que os teus olhos do corpo se abram, como foram abertos os teus olhos da alma”. Odília deste momento em diante passou a enxergar e recebeu o dom da profecia. Assim, depois se tornou uma das maiores místicas cristãs, com previsões que impressionam ainda hoje… Posteriormente, ela passou a ser chamada por Otília.”: Odília da Alsácia – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

8*.   Em Ná­poles, na Cam­pânia, re­gião da Itália, o Beato João Ma­ri­nóni (Fran­cisco Ma­ri­nóni), pres­bí­tero da Ordem dos Clé­rigos Re­grantes, cha­mados Te­a­tinos, que, jun­ta­mente com São Ca­e­tano, se de­dicou à re­forma do clero e à sal­vação das almas e pro­moveu o Monte de Pi­e­dade para au­xílio dos pobres. († 1562)

9.   No DIRETÓRIO DA LITURGIA DA CNBB de 2020, DIA 10 DE DEZEMBRO, Br. Sta. Joana Francisca de Chantal, Rlg. M.Fac.

SANTA JOANA FRANCISCA DE CHANTAL: LEMBRADA DIAS 12/08; 21/08; 10/12/; 13/12

No mos­teiro da Vi­si­tação de Mou­lins, na França, o dia natal de Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal, cuja me­mória se ce­lebra no dia doze de Agosto. († 1641). VER ACIMA DIRETÓRIO DA LITURGIA DA CNBB

SANTA JOANA FRANCISCA DE CHANTAL: LEMBRADA DIAS 12/08; 21/08; 10/12/; 13/12

Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal (também na Folhinha do Coração de Jesus), re­li­giosa. Do seu ma­tri­mónio cristão teve seis fi­lhos, que educou na pi­e­dade; de­pois da morte do es­poso, sob a di­recção de São Fran­cisco de Sales, per­correu ve­loz­mente o ca­minho da per­feição e de­dicou-se às obras de ca­ri­dade, es­pe­ci­al­mente para com os po­bres e os en­fermos. Fundou a Ordem da Vi­si­tação de Santa Maria, que também di­rigiu sa­bi­a­mente. Morreu em Mou­lins, nas mar­gens do rio Al­lier, pró­ximo de Ne­vers, na França, no dia 13 de Dezembro. († 1641). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, de 10 de dezembro, em Moulins, na região de Bourbonnais, Santa Joana Francisca de Chantal. Viúva após oito anos de um feliz casamento, dedicou-se primeiro à educação de seus quatro filhos, e depois, sob a orientação de seu diretor espiritual, São Francisco de Sales, que a introduziu na “vida devota”, fundou a Ordem da Visitação de Santa Maria, em Annecy. (M).

–  Sobre Santa Joana Francisca de Chantal: no mos­teiro da Vi­si­tação de Mou­lins, na França, o dia natal de Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal, cuja me­mória se ce­lebra no dia doze de Agosto.

Ver VIDAS DOS SANTOS no dia 21 de agosto, págs. 117-135: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

– O Liturgia das Horas lembra Santa Joana Francisca de Chantal no dia 10 de dezembro.

A memória da liturgia das horas, no ofício das leituras, segunda leitura, lembra Santa Joana Francisca. Ela explica o que é o MARTÍRIO DE AMOR que poucos conhecem e menos pessoas vivem.

Das Memórias de Santa Joana Francisca, escritas por uma religiosa, sua secretária:

 (Françoise-Madeleine de Chaugy, Mémoires sur la vie et les vertus de Sainte J.-F. de Chantal, III, 3: 3ª ed., Paris 1853, p. 306-307) (Séc.XVII)

O amor é forte como a morte  

Certo dia, Santa Joana disse estas fervorosas palavras, logo fielmente recolhidas: 

“Filhas diletíssimas, muitos dos nossos santos Padres e colunas da Igreja não sofreram o martírio; sabeis dizer-me por que razão?” Após a resposta de cada uma, disse a santa Madre: “Quanto a mim, creio que isto aconteceu assim, por haver outro martírio que se chama martírio de amor, em que Deus, conservando em vida seus servos e servas a fim de trabalharem para sua glória, os faz ao mesmo tempo mártires e confessores. Sei que, por disposição divina – acrescentou – as filhas da Visitação são chamadas a este martírio com o mesmo ardor que levou a afrontá-lo aquelas servas mais afortunadas. 

À pergunta de uma irmã sobre o modo como poderá se realizar este martírio, respondeu: “Abri-vos inteiramente à vontade de Deus e tereis a prova. O amor divino mergulha sua espada até o mais íntimo e secreto de nossas almas, e separa-nos de nós mesmas. Conheci uma alma a quem o amor separou de tudo quanto lhe agradava, como se o golpe dado pela espada de um tirano lhe tivesse separado o espírito do corpo”. 

Percebemos que falara de si mesma. Tendo outra irmã indagado quanto tempo duraria esse martírio, explicou: “Desde o momento em que nos entregamos a Deus sem reservas, até o fim da vida. No entanto, isto só diz respeito às pessoas magnânimas, que, renunciando completamente a si mesmas, são fiéis ao amor; os fracos e inconstantes no amor, nosso Senhor não os leva pelos caminhos do martírio, mas deixa-os viver a passos lentos, para que não se afastem dele; pois nunca força a livre vontade”. 

Quando, por fim, lhe foi perguntado se este martírio de amor poderia ser igualado ao martírio do corpo, respondeu: “Não nos preocupemos com a questão da igualdade, muito embora eu julgue que um não ceda ao outro, porque o amor é forte como a morte (Ct 8,6). E ainda porque os mártires de amor sofrem dores mil vezes mais agudas conservando a vida para cumprir a vontade de Deus, do que se tivessem de dar mil vidas para testemunhar a sua fé, o seu amor e a sua fidelidade”. Ver página 259: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

10*.   Em Fermo, nas Marcas, re­gião da Itália, o Beato An­tónio Grássi, pres­bí­tero da Con­gre­gação do Ora­tório, homem hu­milde e pa­cí­fico, que com o seu exemplo es­ti­mulou os ir­mãos à ob­ser­vância da Regra. († 1671). Ver página 261: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)

11.   Em Tjyen-Tiyou, lo­ca­li­dade da Co­reia, os santos Pedro Cho Hwa-so, pai de fa­mília, e cinco companheiros, már­tires, que, ten­tados com pro­messas e tor­mentos do man­darim para aban­donar a re­li­gião cristã, re­sis­tiram até serem decapitados. São estes os seus nomes: Pedro Yi Myong-so e Bar­to­lomeu Chong Mun-ho, pais de fa­mília; Pedro Son-ji, pai de fa­miliaca­te­quista; José Pedro Han Chae-kwon, que foi ca­te­quista; e Pedro Chong Won-ji, adolescente. († 1866)

12♦.   Em Cas­tel­la­mare, na Cam­pânia, re­gião da Itália, a Beata Maria Ma­da­lena da Paixão (Cons­tança Sta­race), virgem, fun­da­dora da Con­gre­gação das Irmãs Com­pas­si­o­nistas Servas de Maria. († 1921)

13. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na mesma época, São Josse, eremita. Um dia, distribuiu sua minguada refeição entre vários pobres que bateram sucessivamente à sua porta. Dois mosteiros da região de Calais tomaram o nome deste santo. (M)

14. São João Marimoni, (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver páginas 260-261 “Em Nápoles, o bem-aventurado João Marincni, teatino. Estudado em Pádua, foi grande amigo d’e Aloísio Lippomani, arcebispo d,e Bérqamo e publicador da primeira grande coleção de vidas de santos. João, no século Francisco, foi excelente pregador. Caridoso, piedoso, espírito forte e firme, faleceu, por uma epidemia, a 13 de dezembro de 1562, num domingo. Venerado como Santo imediatamente depois da morte, foi-lhe rendido um culto público antes mesmo da beatificação, ocorrida em 1762.”: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)

15. Outros santos do dia 13 de dezembro: págs. 249-261: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 13 de dezembro, ver ainda: 13 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 944-945:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

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