Santas e Santos de 12 de março

1. Em Te­bessa, na Nu­mídia, na ac­tual Ar­gélia, São Ma­xi­mi­liano, mártir, que, sendo filho do mi­litar ve­te­rano Vítor e re­cru­tado também para o exér­cito, res­pondeu ao procônsul Diónio que, na sua qua­li­dade de cristão, não lhe era per­mi­tido servir como sol­dado e, por re­cusar o ju­ra­mento mi­litar, foi morto ao fio da espada. († 295). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 295, perto de Cartago, São Maximiliano, jovem cristão martirizado aos vinte e um anos, “por ter se recusado a usar as insignias militares, alegando já usar o sinal de Cristo, Filho do Deus vivo”. (M)

– Ver mais sobre a história de São Maximiliano às páginas 383-386: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

– Ver também “São Maximiliano de Tébessa (ou Maximiliano da Numídia) é um santo cristão e mártir nascido no ano de 274.[1] Pela profissão de militar de seu pai, Fabio Victor, foi obrigado a seguir a carreira militar aos 21 anos. Perante o procônsul da Numídia Deão Cásio, recusou ser soldado devido a sua condição de cristão. Foi condenado à morte por decapitação em 12 de março de 295, na cidade de Thavaste (agora Tébessa, Argélia).[2] Tem sido engrandecida a figura de são Maximiliano como o primeiro objetor de consciência.[3]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maximiliano_de_T%C3%A9bessa

2.   Em Ni­co­média, na Bi­tínia, hoje Izmit, na Tur­quia, a co­me­mo­ração dos santos már­tires Mig­dónio, pres­bí­tero, Eu­génio, Má­ximo, Dona, Mar­dónio, Pedro, Es­ma­ragdo e Hi­lário, que foram su­fo­cados um cada dia, para ate­mo­rizar os outros. († 303)

3.   Também em Ni­co­média da Bi­tínia, a paixão de São Pedro, mártir, ca­ma­reiro-mor do im­pe­rador Di­o­cle­ciano, que por ter la­men­tado pu­bli­ca­mente os su­plí­cios ex­ces­sivos dos már­tires, por ordem do mesmo im­pe­rador foi co­lo­cado no meio deles, de­pois sus­penso no ar e fla­ge­lado du­rante muito tempo e fi­nal­mente as­sado a fogo lento numa grelha. Do­roteu e Gor­gónio, também ca­ma­reiros do rei, que re­cla­maram contra o su­ce­dido, so­freram se­me­lhantes tor­mentos e por fim foram enforcados. († 303)

– Ver mais sobre a história de São Pedro da Nicomédia às páginas 387-388: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

4.   Em Roma, no ce­mi­tério de Pon­ciano “ad Ursum Pi­le­atum”, o se­pul­ta­mento de Santo Ino­cêncio I (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, que de­fendeu São João Cri­sós­tomo, con­fortou São Je­ró­nimo e aprovou Santo Agostinho. († 417). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 417, o sepultamento de Santo Inocêncio I, papa. Estendeu a solicitude da Igreja Romana ao Oriente, defendendo São João Crisóstomo quando de sua expulsão da Sé de Constantinopla; e à Áfric, apoiando Santo Agostinho contra a heresia donatista, Na Itália, teve quc enfrentar a invasão dos visigodos. (M)

5.   Em Saint-Pol-de-Léon, na Bre­tanha Ar­mó­rica, hoje na França, São Paulo Aureliano, pri­meiro bispo desta cidade. († s. VI). Ver página 388: VIDAS DOS SANTOS – 4.pdf (obrascatolicas.com)

6.   Em Roma, junto de São Pedro, o se­pul­ta­mento de São Gre­gório Magno, papa, cuja me­mória se ce­lebra a três de Se­tembro, dia da sua ordenação. († 604). Conforme anotações de 03 de setembro, Me­mória de São Gre­gório Magno (também na Folhinha do Coração de Jesus, Gregório I), papa e doutor da Igreja. De­pois de ter en­trado na vida mo­nás­tica, exerceu a missão de le­gado pon­ti­fício a Cons­tan­ti­nopla e foi eleito neste dia para a Sede Ro­mana; exerceu a missão de con­ci­li­ador em as­suntos tem­po­rais e atendeu como servo dos servos às suas fun­ções sa­gradas. Pro­cedeu como bom pastor no go­verno da Igreja, no cui­dado dos po­bres, na pro­moção da vida mo­nás­tica e es­pe­ci­al­mente na con­so­li­dação e pro­pa­gação da fé em toda a parte; es­creveu muitas obras ex­ce­lentes sobre te­o­logia moral e te­o­logia pas­toral. Morreu no dia doze de Março. († 604). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano da graça de 590, a ordenação episcopal de São Gregório Magno, papa e doutor da Igreja. Após ter exercido a função de prefeito de Roma, levou vida monástica em sua casa no Monte Célio. Chamado pelo povo Romano para assumir a direção da Igreja, dedicou-se a ela com zelo, codificando textos e cantos litúrgicos e exortando tanto por sua palavra como por seus escritos. Por seus “Diálogos”, particularmente, favoreceu o monaquismo ao popularizar a vida de São Bento e mereceu ser cognominado “Dialogós” pelos gregos. (R)

Ver mais da história de São Gregório Magno nas págs. 368-374: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

– Ver também “Papa Gregório I (em latim: Gregorius I; originalmente Gregório Anício, em latim: Gregorius Anicius), conhecido como São Gregório, Gregório Magno ou Gregório, o Grande[2] foi papa entre 3 de setembro de 590 e sua morte, em 12 de março de 604. É conhecido principalmente por suas obras, mais numerosas que as de seus predecessores.[3] Gregório é também conhecido como Gregório, o Dialogador na Ortodoxia por causa de seus “Diálogos” e é por isso que seu nome aparece em algumas obras listado como “Gregório Dialogus”. Foi o primeiro papa a ter sido monge antes do pontificado.

Gregório é reconhecido como um Doutor da Igreja e um dos Padres latinos. É também venerado como santo por católicos, ortodoxos, anglicanos e alguns luteranos. Foi canonizado assim que morreu, por aclamação popular, como era o costume.[4] O reformador protestante João Calvino admirava Gregório e declarou em seus “Institutos” que ele teria sido o “último bom papa”.[5]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Greg%C3%B3rio_I

7.   Em Si­griana, lo­ca­li­dade da Bi­tínia, na ac­tual Tur­quia, no mos­teiro de Campo Grande, o se­pul­ta­mento de São Teó­fanes, o Cronógrafo, que, sendo muito rico se fez pobre monge e, por de­fender o culto das sa­gradas ima­gens, foi en­car­ce­rado por ordem do im­pe­rador Leão o Ar­ménio du­rante dois anos e de­pois de­por­tado para a Sa­mo­trácia, onde, exausto com tantas tri­bu­la­ções, en­tregou o es­pí­rito a Deus. († 817). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Samotrácia, no ano 817, São Teofânio, monge que sofreu o exílio por ter defendido com sua cloqüência e seu saber a doutrina referente ao culto das santas imagens. (M). Ver São Teófano em 09 de setembro, páginas 114-115: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2016.pdf

– Ver também “Teófanes, o Confessor (em latim: Theophanes Confessor; em grego medieval: Θεοφάνης Ομολογητής; Constantinopla, c. 760 – Samotrácia, 12 de março de 817 ou 818) foi um aristocrata, cronista e monge asceta bizantino. Ele é venerado em 12 de março na Igreja Católica e na Igreja Ortodoxa (25 de março naquelas igrejas que usam o calendário juliano).”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Te%C3%B3fanes,_o_Confessor

– Ver também páginas 388-389: VIDAS DOS SANTOS – 4.pdf (obrascatolicas.com)

8*.   Em Win­cester, na In­gla­terra, Santo El­fego, bispo, que tinha sido monge e tra­ba­lhou muito para a res­tau­ração da vida cenobítica. († 951)

9*.   Em San Ge­mi­niano, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, a Beata Fina ou Se­ra­fina, virgem, que desde tenra idade su­portou com in­ven­cível pa­ci­ência uma longa e grave en­fer­mi­dade, con­fi­ando só em Deus. († 1253). Ver página 389: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

– Ver “Santa Josefina ou Santa Serafina, também conhecida por Santa Fina (San Gimignano, 1238 – San Gimignano, 12 de março de 1253) foi uma vítima expiatória a Deus que, por cinco anos, se viu pregada ao leito com o corpo em corrupção e na mais extrema pobreza. À sua morte, muitos milagres ocorreram.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Serafina_de_S%C3%A3o_Geminiano

10*.   Em Arezzo, também na Etrúria, ac­tu­al­mente na Tos­cana, re­gião da Itália, a Beata Jus­tina Fran­cúcci Bézzoli, virgem da Ordem de São Bento e reclusa. († 1319). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo día, o Bem-Aventurado Rústico, segundo sucessor de São João Gualberto em Valumbrosa, no final do séc. XI. E a Bem-Aventurada Justina, eremita, que adormeccu no Senhor em 1319 em Arezzo, na Toscana (Itália). (X)

11*.   Em Re­ca­náti, no Pi­ceno, ac­tu­al­mente nas Marcas, também re­gião da Itália, o Beato Je­ró­nimo Gherardúcci, pres­bí­tero da Ordem dos Ere­mitas de Santo Agos­tinho, que tra­ba­lhou pela paz e con­córdia entre os povos. († c. 1369)

12.   Em Guiyang, ci­dade da pro­víncia de Guangxi, na China, São José Zhang Dapeng, mártir, que, tendo re­ce­bido a luz da fé, pouco de­pois de ser bap­ti­zado abriu as portas aos mis­si­o­ná­rios e ca­te­quistas e so­correu de todas as formas os po­bres, os en­fermos e as cri­anças, até ao dia em que foi con­du­zido ao su­plício da cruz, onde der­ramou lá­grimas de ale­gria por ter sido con­si­de­rado digno de morrer por Cristo. († 1815)

13*.   Em Cra­cóvia, na Po­lónia, a Beata Ân­gela Salawa, virgem da Ordem Ter­ceira de São Fran­cisco, que, de­ci­dindo passar toda a vida no ser­viço do­més­tico, viveu hu­mil­de­mente entre as servas, e em ex­trema po­breza partiu deste mundo ao en­contro do Senhor. († 1922)

14*.   Em San­remo, na Li­gúria, re­gião da Itália, São Luís Orione, pres­bí­tero, que fundou a Pe­quena Obra da Di­vina Pro­vi­dência, para au­xílio dos jo­vens e de todos os marginados. († 1940). Ver “Luís Orione, nascido Luigi Orione, (Pontecurone, 23 de junho de 1872 — Sanremo, 12 de março de 1940) foi um sacerdote católico italiano proclamado santo pelo Papa João Paulo II em 2004.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Orione

15. São Finéias, Sumo Sacerdote do Antigo Testamento: ver sua história às páginas 375-382: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

16. São Bernardo de Cápua, também na Folhinha do Coração de Jesus.Ver “São Bernardo voou para o céu em 12 de março de 1109.”: http://www.santiebeati.it/dettaglio/90573

17. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 572, São Pólo, monge do País de Gales que pregou o Evangelho e difundiu o monaquismo na costa francesa. Fundou a Sé episcopal de Léon, na Bretanha. (X)

18. São Simão, o novo Teólogo. Ver “Simão o Novo Teólogo é o último dos três santos da igreja Ortodoxa que teve o título de “Teólogo” (os outros dois são João, o Apóstolo e Gregório de Nazianzo), embora o seu título de “Novo”, provavelmente para distingui-lo de Simeão Estudita (assim chamado por ser um monge do Mosteiro de Estúdio), seu contemporâneo e futuro abade. Simeão era um poeta que encarna a tradição mística hesicasta. Ele escreveu que os seres humanos podem e devem experimentar Deus diretamente (a chamada theoria). Suas obras influenciaram a controvérsia hesicasta do século XIV. Seu discípulo mais famoso foi Nicetas Estetatos, seu assistente de células que também escreveu a sua vida.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sim%C3%A3o,_o_Novo_Te%C3%B3logo

19. Outros santos do dia 12 de março: páginas 368-390:  VIDAS DOS SANTOS – 4.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 12 de março, ver ainda: 12 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 255-257:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, proteja-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedam por nós!

Amém!

PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A SUA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, SEU FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

“O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

“Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

“Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro). Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

“Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

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