Santas e Santos de 02 de dezembro

1.   Co­me­mo­ração de Santo Ha­bacuc, pro­feta, que, pe­rante a ini­qui­dade e vi­o­lência dos ho­mens, anun­ciou o juízo de Deus, mas também a sua mi­se­ri­córdia, di­zendo: «O justo vi­verá pela sua fé».

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Habacuque

– Ver “Habacuque (em hebraicoחֲבַקּוּקtransl. Ḥavaqquqhebraico tiberianoḤăḇaqqûq) foi um profeta do Antigo Testamento. A etimologia de seu nome não é clara;[1] o nome possivelmente estaria relacionado com o acadiano khabbaququ, o nome de uma planta perfumada, ou a palavra חבק, raiz hebraica que significa “abraçar”. É o oitavo dos doze profetas menores, provavelmente, autor do Livro de Habacuque, que leva seu nome.”: Habacuque – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

2.   Em Roma, Santa Bi­biana ou Viviana (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir, a quem o papa São Sim­plício de­dicou uma igreja no Esquilino. († data inc.).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no séc. III, o martírio de Santa Bibiana. Uma tradição conta que nem seis meses passados na companhia de uma mulher devassa conseguiram corromper sua fé e sua virtude. (M).

Ver página 384: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bibiana_de_Roma

– Ver “Santa Bibiana nasceu no século IV em Roma de pais cristãos, o antigo prefeito de Roma chamado Flaviano e sua mãe Dafrosa[1], que foram martirizados quando o imperador romano Juliano, o Apóstata iniciou uma perseguição aos cristãos.”: Bibiana de Roma – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

3.   Também em Roma, no ce­mi­tério de Pon­ciano, junto à Via Por­t­ense, São Pi­ménio, pres­bí­tero e mártir. († s. III/IV)

4.   Em Aqui­leia, no Friúli, ac­tual re­gião da Itália, São Cro­mácio, bispo, ver­da­deiro ar­tí­fice da paz, que deu re­médio às con­di­ções dos claus­tros da Itália des­truídos por Ala­rico e aos so­fri­mentos dos povos e, ex­pli­cando sa­bi­a­mente os mis­té­rios da pa­lavra di­vina, elevou as almas às re­a­li­dades celestes. († c. 407).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Vêneto, no ano do Senhor de 407, São Cromácio. Bispo de Aquiléia, desenvolveu à sua volta um tipo de vida clerical em regime comunitário. São Jerônimo dedicou-lhe a tradução de vários livros, nos quais o nomeia “o mais santo e o mais douto dos bispos”. (M). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cromácio

– Ver “Cromácio (em latimChromatius) foi um bispo de Aquileia do final do século IV morto em 406 ou 407. Provavelmente nativo dali, certamente cresceu na cidade. Seu pai morreu quando ainda era criança e Cromácio foi criado pela mãe e por uma grande quantidade de irmãos e irmãs mais velhos.”: Cromácio – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver também “… Ele era natural de Aquiléia, Itália, e participou do Sínodo de Aquiléia que condenou o arianismo em 381. Sete anos depois, ele se tornou bispo da Sé. Amigo de São Jerônimo, Cromácio também encorajou Rufino a traduzir a história eclesiástica de Eusébio. Ele era conhecido e reverenciado como um estudioso e foi descrito por São Jerônimo como “um homem muito culto e santíssimo”. Cromácio também era amigo de São João Crisóstomo

… ”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayDecember02.html

– Ver também “AUDIÊNCIA GERAL DO PAPA BENTO XVI EM 05 DE DEZEMBRO DE 2007: SÃO CROMÁCIO DE AQUILÉIA… Em setembro de 381 Aquileia foi sede de um Sínodo, que viu reunidos cerca de 35 Bispos provenientes da África, do vale do Ródano e de toda a Décima região. O Sínodo propunha-se debelar os últimos resíduos do arianismo no Ocidente. Participou no Concílio também o presbítero Cromácio, como perito do Bispo de Aquileia, Valeriano (370/1-387/8). Os anos próximos ao Sínodo representam “a era de ouro” da comunidade aquilense. São Jerónimo, nativo da Dalmácia, e Rufino de Concórdia falaram com nostalgia da sua estadia em Aquileia (370-373), naquela espécie de cenáculo teológico que Jerónimo não hesita em definir tamquam chorus beatorum, “como um coro de beatos” (Crónica: PL XXVII, 697-698). Neste cenáculo que sob certos aspectos recorda as experiências comunitárias guiadas por Eusébio de Vercelli e por Agostinho formaram-se as personalidades mais notáveis das Igrejas do Alto Adriático.

Mas já na sua família Cromácio tinha aprendido a conhecer e a amar Cristo…

Cromácio tinha nascido em Aquileia por volta de 345. Foi ordenado diácono e depois presbítero; por fim, foi eleito Pastor daquela Igreja (a. 388). Tendo recebido a consagração episcopal pelo Bispo Ambrósio, dedicou-se com coragem e energia a uma tarefa imane pela vastidão do território confiado aos seus cuidados pastorais: de facto, a jurisdição eclesiástica de Aquileia estendia-se dos territórios actuais da Suíça, Baviera, Áustria e Eslovénia, chegando até à Hungria. Pode-se deduzir quanto Cromácio era conhecido e estimado na Igreja do seu tempo, por um episódio da vida de São João Crisóstomo. Quando o Bispo de Constantinopla foi exilado da sua sede, escreveu três cartas àqueles que considerava os mais importantes Bispos do Ocidente, para obter o apoio dos imperadores: escreveu uma carta ao Bispo de Roma, a segunda ao Bispo de Milão, a terceira ao Bispo de Aquileia, precisamente Cromácio (Ep. CLV: PG LII, 702). Também para ele, aqueles eram tempos difíceis devido à situação política precária. Muito provavelmente Cromácio faleceu no exílio, em Grado, enquanto procurava sobreviver às incursões dos bárbaros, no mesmo ano 407 no qual faleceu também Crisóstomo…

…  redescoberta de grande parte da obra de Cromácio é devida a vicissitudes felizes e fortuitas, que permitiram reconstruir só em anos recentes um corpus de escritos bastante consistente: mais de quarenta sermões, dos quais uma dezena fragmentários, e mais de sessenta tratados de comentário ao Evangelho de Mateus.

Cromácio foi um mestre sábio e um pastor zeloso. O seu primeiro e principal compromisso foi pôr-se à escuta da Palavra, para ser capaz de se tornar depois seu anunciador: no seu ensinamento ele parte sempre da Palavra de Deus, e a ela volta sempre. Algumas temáticas são-lhe particularmente queridas: antes de tudo o mistério trinitário, que ele contempla na sua revelação ao longo de toda a história da salvação. Depois o tema do Espírito Santo: Cromácio recorda constantemente aos fiéis a presença e a acção da terceira Pessoa da Santíssima Trindade na vida da Igreja. Mas com particular insistência o Santo Bispo fala do mistério de Cristo. O Verbo encarnado é verdadeiro Deus e verdadeiro homem: assumiu integralmente a humanidade, para lhe fazer dom da própria divindade. Estas verdades, reafirmadas com insistência também em função anti-ariana, chegarão cerca de cinquenta anos mais tarde à definição do Concílio de Calcedónia. O forte realce da natureza humana de Cristo leva Cromácio a falar da Virgem Maria. A sua doutrina mariológica é límpida e clara. Devemos a ele algumas sugestivas descrições da Virgem Santíssima: Maria é a “virgem evangélica capaz de acolher Deus”; é a “ovelha imaculada e pura”, que gerou o “cordeiro revestido de púrpura” (cf. Sermo XXIII, 3: Escritores da área de Santo Ambrósio 3/1, p. 134). O Bispo de Aquileia relaciona com frequência a Virgem com a Igreja: de facto, ambas são “virgens” e “mães”. A eclesiologia de Cromácio é desenvolvida sobretudo no comentário a Mateus. Eis alguns conceitos frequentes: a Igreja é única, nasceu do sangue de Cristo; é veste preciosa tecida pelo Espírito Santo; a Igreja está onde se anuncia que Cristo nasceu da Virgem, onde florescem a fraternidade e a concórdia. Uma imagem à qual Cromácio está particularmente afeiçoado é a da barca no mar em tempestade e os seus eram tempos de tempestade, como vimos: “Não há dúvida”, afirma o santo Bispo, “que esta barca representa a Igreja” (cf. Tract. XLII, 5: Escritores da área de Santo Ambrósio 3/2, pág. 260).

Sendo pastor zeloso, Cromácio sabe falar ao seu povo com uma linguagem vigorosa, vivaz e incisiva. Mesmo sem ignorar o perfeito cursus latino, prefere recorrer à linguagem popular, rica de imagens facilmente compreensíveis. Assim, por exemplo, inspirando-se no mar, ele confronta, por um lado, a pesca natural de peixes que, lançados para a margem, morrem; e por outro, a pregação evangélica, graças à qual os homens salvos das águas lamacentas da morte, e introduzidos na vida verdadeira (cf. Tract. XVI, 3:

… para concluir estas reflexões, uma exortação de Cromácio, ainda hoje perfeitamente válida: “Rezemos ao Senhor com todo o coração e com toda a fé recomenda o Bispo de Aquileia num dos seus Sermões peçamos-lhe que nos liberte de qualquer incursão dos inimigos, de qualquer receio dos adversários. Não veja os nossos merecimentos, mas a sua misericórdia, ele que também no passado se dignou libertar os filhos de Israel não pelos seus merecimentos, mas pela sua misericórdia. Proteja-nos com o habitual amor misericordioso, e realize para nós o que o santo Moisés disse aos filhos de Israel: O Senhor combaterá em vossa defesa, e vós estareis em silêncio. É ele quem combate, é ele que alcança a vitória… E para que se digne fazê-lo, devemos rezar o mais possível. De facto, ele mesmo diz através do profeta: “Invoca-me no dia da tribulação; eu libertar-te-ei, e tu me darás glória” (Sermo XVI, 4: Escritores da área de Santo Ambrósio 3/1, pp. 100-102).

Assim, precisamente no início do tempo do Advento, São Cromácio recorda-nos que este é um tempo de oração, no qual é preciso entrar em contacto com Deus. Deus conhece-nos, conhece-me a mim, conhece cada um de nós, quer-me bem, não me abandona. Prossigamos com esta confiança no tempo litúrgico que há pouco iniciou…”: https://www.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/audiences/2007/documents/hf_ben-xvi_aud_20071205.html

5.   Na ilha de Pal­ma­rola, na Li­gúria, também re­gião da Itália, o pas­sa­mento de São Sil­vério, papa e mártir, que, não que­rendo re­a­bi­litar An­timo, bispo he­ré­tico de Cons­tan­ti­nopla de­posto pelo seu an­te­cessor Santo Aga­pito, por ordem da im­pe­ra­triz Te­o­dora foi pri­vado da sua sede e en­viado para o exílio, onde morreu con­su­mido por muitas tribulações. († 537).

– Ver “… São Silvério nasceu em Frosinone, cerca do 480, filho do papa Hormisda, que fora casado antes de se tornar prelado. Silvério foi Papa de 1 de Junho de 536 a março de 537.[1] É venerado como Santo pela Igreja Católica…”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Silvério

6*.   No mos­teiro de Gro­e­nen­daal, na re­gião de Bru­xellas, na ac­tual Bél­gica, o Beato João Ruysbroeck, pres­bí­tero e có­nego re­grante, que expôs en­si­na­mentos ad­mi­rá­veis dos vá­rios graus da vida espiritual. (†1381).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de Bruxelas, no ano da graça de 1381, a volta para Deus do Bem-Aventurado Ruysbroek, místico flamengo, que tentou descrever a união do cristão à Santíssima Trindade através da contemplação. (X)

7*.   Em Múrcia, na Es­panha, a Beata Maria Ân­gela Astorch, aba­dessa da Ordem das Cla­rissas, a qual, muito hu­milde e de­di­cada à prá­tica de pe­ni­tên­cias, dava con­forto e bons con­se­lhos, tanto às monjas como aos leigos. († 1665)

8*.   Em Lo­gi­ew­niki, lo­ca­li­dade da Po­lónia, o Beato Ra­fael (Mel­chior Chy­linski), pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores Con­ven­tuais, que du­rante a peste vi­si­tava os en­fermos de Cra­cóvia, para os as­sistir pi­e­do­sa­mente e pro­por­ci­onar-lhes uma digna e cristã morte. († 1741)

– Ver “… Nascido em 1694 perto de Buk, na região de Poznan, na Polônia, Melchior mostrou os primeiros sinais de devoção religiosa; membros da família o apelidaram de “o pequeno monge”. Depois de completar seus estudos no colégio jesuíta em Poznan, Melchior se juntou à cavalaria e foi promovido ao posto de oficial em três anos.
Contra os apelos de seus camaradas militares, em 1715 Melchior juntou-se aos Franciscanos Conventuais de Cracóvia, recebendo o nome de Rafal, e foi ordenado dois anos depois. Depois de missões pastorais em nove cidades, ele veio para Lagiewniki (região central da Polônia), onde passou os últimos 13 anos de sua vida, exceto por 20 meses ministrando às vítimas de enchentes e epidemias em Varsóvia. Em todos esses lugares, Rafal era conhecido por seus sermões simples e sinceros, por sua generosidade e também por seu ministério no confessionário. Pessoas de todos os níveis da sociedade foram atraídas pela maneira abnegada como ele vivia sua profissão religiosa e ministério sacerdotal.
Rafal tocava harpa, alaúde e bandolim para acompanhar os hinos litúrgicos. Em Lagiewniki, ele distribuiu alimentos, suprimentos e roupas para os pobres. Após a sua morte, a igreja conventual daquela cidade tornou-se um local de peregrinação para os povos de toda a Polónia. Ele foi beatificado em Varsóvia em 1991.

… Os sermões pregados por Rafal foram fortemente reforçados pelo sermão vivo de sua vida. O Sacramento da Reconciliação pode nos ajudar a harmonizar nossas escolhas diárias com nossas palavras sobre a influência de Jesus em nossa vida.

Citação: Durante a homilia de beatificação, o Papa João Paulo II disse: “Que o beato Rafal nos lembre que cada um de nós, embora sejamos pecadores, foi chamado ao amor e à santidade”. L’Osservatore Romano, 1991, vol. 25, número 19) …”:  https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayDecember02.html

9♦.   Em Man­resa, ci­dade da pro­víncia de Bar­ce­lona, na Es­panha, os be­atos Jaime Bertino (An­tónio Jaime Se­cases) e Leão Justino (Fran­cisco del Valle Villar), re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e már­tires, que, du­rante a vi­o­lenta per­se­guição contra a Igreja, em ódio à re­li­gião foi con­du­zido ao glo­rioso martírio. († 1936)

10*.   Em Sta­nis­laviv, hoje Ivano-Fran­kivsk, na Ucrânia, o Beato João Slezyuk, bispo e mártir, que, sob um re­gime hostil a Deus, exer­cendo in­fa­ti­ga­vel­mente o seu mi­nis­tério clan­des­tino entre os fiéis do Rito Bi­zan­tin e per­ma­ne­cendo im­pa­vi­da­mente fiel a Cristo pe­rante os seus per­se­gui­dores, re­cebeu do Se­nhor a coroa eterna. († 1973)

11. São Crisólogo (também na Folhinha do Coração de Jesus). OBSERVAÇÃO:

NO VIDA DOS SANTOS de 04 de dezembro, São Pedro Crisólogo – páginas 9-15, (cuja memória é 30 de julho): VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)

12. SANTOS EUSÉBIO, MARCELO, ÁDRIA, HIPÓLITO, PAULINA, NEÃO, MARIA, MARTA (MARTANA, também na Folhinha do Coração de Jesus) E AURÉLIA, mártires. Ver páginas 375-383 “… às páginas 382-383, Santa Martana: Nove meses depois, uma mulher, Martana, grega de origem, apareceu em Roma com a filha, jovem de nome Valéria. Eram cristãs e parentas de Ádria e Paulina. Procurando-os por longo tempo, vieram, afinal, descobrir que haviam sido mortos, martirizados. Uma grande alegria se apossou de mãe e filha; passaram treze anos a visitar-lhes os túmulos, jejuando e orando. Quando morreram, foram enterradas no mesmo lugar em que os parentes estavam…” : http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

13. São Nono de Edessa. Ver “Santo Nono (Nennos ou Ninos) foi um bispo de Edessa, na Mesopotâmia que converteu Pelágia, uma cortesã, através de sua pregação e oração. O nome ou título Nono foi comum naquele tempo e lugar, como se fosse um título egípcio que significa santo. De acordo com Jaime, um diácono da igreja de Heliópolis,”: Nono de Edessa – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

14. Outros santos do dia 02 de dezembro: págs. 375-386 em: VIDAS DOS SANTOS – 20.pdf (obrascatolicas.com) 

 “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 02 de dezembro: 2 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi eCaterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS  922-923: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayDecember02.html

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, ANJOS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DESANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

“O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

“Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

“… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Antão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guia para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

“Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível.

(conforme: Saint of the Day (lngplants.com)

ou

Saint of the Day May 20 (lngplants.com)

“…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

“… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

“… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayNovember02.html

* Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!

* PAI, ABRACE-NOS! JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS UNA!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

EM NOME DE JESUS, PAI! AMÉM!

* Ver o blog https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!