Santas e Santos de 26 de fevereiro

1.   Co­me­mo­ração de Santo Ale­xandre, bispo, um glo­rioso an­cião in­fla­mado de zelo pela fé, que, de­sig­nado bispo de Ale­xan­dria de­pois de São Pedro, ex­cluiu da co­mu­nhão da Igreja o seu pres­bí­tero Ario, per­ver­tido pela ímpia he­resia e afas­tado da ver­dade di­vina e, mais tarde, com mais tre­zentos e de­zoito Pa­dres, o con­denou no Pri­meiro Con­cílio de Niceia. († 326). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Egito, perto de 326, Santo Alexandre, bispo de Alexandria Depois de ter tentado inutilmente trazer de volta ao caminho da verdade a Ário, sacerdote de seu clero, convocou um sínodo que condenou a heresia ariana, definindo a consubstancialidade do Verbo com o Pai. Apoiado por seu diácono, o futuro Santo Atanásio, fez triunfar esta doutrina no I Concílio de Nicéia em 325, que promulgou o célebre símbolo da fé. (M). Conta a história de Ário e o Arianismo e como Santo Alexandre o enfrentou. Ver págs. 09-26:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

– Ver também “Alexandre de Alexandria foi o décimo-nono Patriarca de Alexandria, de 313 até sua morte, sucessor de Áquila de Alexandria. Durante seu patriarcado, ele lidou com um grande número de assuntos relevantes para a Igreja na época. Entre eles, a data da Páscoa, as ações de Melécio de Licópolis. Ele foi o líder da oposição ao arianismo, nomeadamente no Primeiro Concílio de Niceia. Ele também é lembrado por ter sido o mentor daquele que seria seu sucessor, Atanásio de Alexandria, um dos maiores padres da Igreja[1].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alexandre_I_de_Alexandria

– Ver ainda “PRIMEIRO CONCÍLIO DE NICEIA … CONTROVÉRSIA ARIANA: A controvérsia ariana surgiu em Alexandria quando o recém-reinstaurado presbítero Ário começou a difundir visões doutrinárias contrárias às de seu bispo, Alexandre de Alexandria.[42] As questões disputadas centraram-se na natureza e no relacionamento de Deus (o Pai) e do Filho de Deus (Jesus). Os desacordos surgiram de ideias diferentes sobre a divindade e o que significava para Jesus ser o Filho de Deus. Alexandre sustentava que o Filho era divino, exatamente no mesmo sentido que o Pai é, co-eterno com o Pai, do contrário ele não poderia ser um Filho verdadeiro.[15][43]

Ário enfatizou a supremacia e singularidade de Deus Pai, significando que o Pai é todo-poderoso e infinito, e que, portanto, a divindade do Pai deve ser maior que a do Filho. Ário ensinou que o Filho teve um começo, e que ele não possuía nem a eternidade nem a verdadeira divindade do Pai, mas foi feito “Deus” somente pela permissão e poder do Pai, e que o Filho era o primeiro e a mais perfeita das criaturas de Deus.[15][43]…

Grande parte do debate dependia da diferença entre ser “nascido” ou “criado” e ser “gerado”. Os arianos viram isso, essencialmente, como o mesmo, ao contrário dos seguidores de Alexandre. O significado exato de muitas das palavras usadas nos debates em Niceia ainda não estavam claras o suficiente para os falantes de outras línguas. Palavras gregas como “essência” (ousia), “substância” (hypostasis), “natureza” (physis), “pessoa” (prosopon), traziam uma variedade de significados extraídos de filósofos pré-cristão e que implicaram em mal-entendidos até que foram finalmente esclarecidos. A palavra homoousia, em particular, foi inicialmente desprezada por muitos bispos por causa de suas associações com os hereges gnósticos (que a usavam em sua teologia), e porque suas heresias haviam sido condenadas no Sínodo de Antioquia em 264-268…

RESULTADO DO DEBATE:

O concílio declarou que o Filho era verdadeiro Deus, co-eterno com o Pai e gerado de sua mesma substância, argumentando que tal doutrina codificava melhor a apresentação bíblica do Filho, assim como a crença cristã tradicional sobre ele transmitida pelos apóstolos. Essa crença foi expressa pelos bispos no Credo de Niceia, que formou a base do que é conhecido atualmente como Credo Niceno-Constantinopolitano.[50]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Primeiro_Conc%C3%ADlio_de_Niceia

– Ver ARIANISMO “O arianismo foi uma visão cristológica antitrinitaria sustentada pelos seguidores de Ário, presbítero cristão de Alexandria nos primeiros tempos da Igreja primitiva, que negava a existência da consubstancialidade entre Jesus e Deus Pai, que os igualasse, concebendo Cristo como um ser pré-existente e criado, embora a primeira e mais excelsa de todas as criaturas, que encarnara em Jesus de Nazaré. Jesus então, seria subordinado a Deus Pai, sendo Ele (Jesus) não o próprio Deus em si e por si mesmo. Segundo Ário, só existe um Deus e Jesus é seu filho e não o próprio Deus. Ao mesmo tempo afirmava que Deus seria um grande eterno mistério, oculto em si mesmo, e que nenhuma criatura conseguiria revelá-lo, visto que Ele não pode revelar a si mesmo. Com esta linha de pensamento, o historiador H. M. Gwatkin afirmou, na obra “The Arian Controversy”: “O Deus de Ário é um Deus desconhecido, cujo ser se acha oculto em eterno mistério“.[1]

Foi condenada como heresia no Primeiro Concílio de Niceia em 325 devido ao Antitrinitarismo da doutrina.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arianismo

2.   Em Bo­lonha, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, São Faus­ti­niano, bispo, que, pela pa­lavra da pre­gação, for­ta­leceu e fez crescer esta Igreja ator­men­tada pela perseguição. († s. IV)

3.   Em Gaza, na Pa­les­tina, São Por­fírio (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, na­tural de Tes­sa­ló­nica, que viveu como ana­co­reta cinco anos no de­serto de Cete e ou­tros cinco na Trans­jor­dânia, com grandes ma­ni­fes­ta­ções de bon­dade para com os po­bres. De­pois, or­de­nado bispo de Gaza, abateu muitos tem­plos de­di­cados aos ídolos, cujos se­quazes o ti­nham feito so­frer duras ad­ver­si­dades, até que fi­nal­mente des­cansou na paz dos Santos. († 421). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano de 420, a volta para Deus de São Porfírio, monge no deserto de Cétia durante cinco anos, e depois na Palestina, em uma gruta às margens do Jordão. Foi eleito bispo para o serviço da Igreja de Gaza, onde plicou-se a confirmar os crentes em sua fé e a libertá-los das práticas pagãs e do erro ariano. (M). Ver também págs. 31-37:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

– Ver também “Porfírio de Gaza, bispo de Gaza (Tessalónica, c. 347–420) foi um clérigo e bispo cristão que foi santificado pela Igreja Católica e que exerceu grande influência na política e na religião de seu tempo.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Porf%C3%ADrio_de_Gaza

4*.   Em Ne­vers, ci­dade da Nêus­tria, ac­tu­al­mente na França, Santo Agrí­cola, bispo. († c. 594). Ver “Agrícola de Nevers, Arigle o Arille fue un obispo y noble francés del siglo VI, venerado como santo por la Iglesia Católica y conmemorado el 26 de febrero.”: Agrícola de Nevers – Wikipedia, la enciclopedia libre

5.   Em Arcis-sur-Aube, na re­gião de Cham­pagne, hoje também na França, São Vítor, ere­mita, que é lou­vado nos es­critos de São Bernardo. († s. VII). Ver página 37: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Isabel_de_Fran%C3%A7a_(1225%E2%80%931269)

6.   Em Flo­rença, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, Santo André, bispo. († s. IX)

7*.   Em Lon­dres, ci­dade da In­gla­terra, o Beato Ro­berto Drury, pres­bí­tero e mártir, que, acu­sado fal­sa­mente de cons­pi­ração contra o rei Jaime I, na praça de Ty­burn, re­ves­tido com o há­bito ecle­siás­tico para mos­trar a sua dig­ni­dade sa­cer­dotal, so­freu por Cristo o su­plício do patíbulo. († 1607)

8*.   Em Olesa de Mont­serrat, po­vo­ação da pro­víncia de Bar­ce­lona, na Es­panha, Santa Paula de São José Ca­la­sanz (Paula Montal Fornés), virgem, que fundou o Ins­ti­tuto das Fi­lhas de Maria das Es­colas Pias. († 1889). Ver “Santa Paula Montalt de São José de Calasanz (n. Paula Montal Fornés, Arenys de Mar, Barcelona, 11 de outubro de 1799 – Olesa de Montserrat, Barcelona, 26 de fevereiro de 1889) era uma freira cristã e santa cristã.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Madre_Paula_Montalt

9*.   Em Al­can­ta­rilla, perto de Múrcia, na Es­panha, a Beata Pi­e­dade da Cruz (To­ma­sina Ortiz Real), virgem, que por amor de Deus se con­sa­grou di­li­gen­te­mente à for­mação e ca­te­quese dos po­bres e fundou a Con­gre­gação das Irmãs Sa­le­si­anas do Sa­grado Co­ração de Jesus. († 1916)

10. Em Perga, na Pan­fília, na ac­tual Tur­quia, a paixão de São Nestor (no Martirológio Romano, dia 25 de fevereiro), bispo de Ma­gido e mártir, que, pre so du­rante a per­se­guição do im­pe­rador Décio, foi con­de­nado pelo go­ver­nador da pro­víncia a morrer na cruz, para que so­fresse o mesmo su­plício do Cru­ci­fi­cado, cuja fé professava. († c. 250). Conforme o Martirológio Romano-Monástico (de 26 de fevereiro), em Megidos, na Ásia Menor, o Bem-Aventurado Nestor (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo. Convidado a dar sua concordância às ordens fanáticas do imperador Décio, respondeu que se submeteria apenas às ordens de Cristo, “Rei dos céus e Filho do Deus vivo”. A partir desta resposta, foi condenado a sofrer o mesmo martírio de seu divino Mestre. (M). Ver também págs. 27-30:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

11. Em Perga, os Santos Pápias, Deodoro (também na Folhinha do Coração de Jesus), Cônon e Claudiano, martirizados antes de São Nestor. Ver pág. 38: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

12. Outros santos do dia 26 de fevereiro, páginas 09-38:  VIDAS DOS SANTOS – 4.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 26 de fevereiro, ver ainda: 26 de fevereiro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 224-226:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, proteja-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedam por nós!

Amém!

PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A SUA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, SEU FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

“O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

“Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

“Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro). Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

“Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

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