Santas e Santos de 28 de março

1.   Em Tarso, ci­dade da Ci­lícia, na ac­tual Tur­quia, São Castor (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir. († data inc.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Tarso, na Cilícia, São Castor. (M)

2.   Co­me­mo­ração dos santos már­tires Prisco, Malco (também na Folhinha do Coração de Jesus) e Ale­xandre, que, du­rante a per­se­guição de Va­le­riano, ha­bi­tavam numa pe­quena quinta dos ar­re­dores de Ce­sa­reia da Pa­les­tina; sa­bendo que nessa ci­dade se ofe­re­ciam ce­lestes co­roas de mar­tírio, in­fla­mados pelo ardor di­vino da fé, apre­sen­taram-se es­pon­ta­ne­a­mente ao juiz e, tendo-o cen­su­rado pela cru­el­dade com que der­ra­mava o sangue dos fiéis, foram por ele ime­di­a­ta­mente lan­çados às feras para serem de­vo­rados, em ódio ao nome de Cristo. († 260). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cesaréia da Palestina, durante a perseguição de Valeriano, os Santos Prisco, Malco e Alexandre. Apresentando-se espontaneamente ao juiz, reprovaram-lhe sua crueldade em relação aos cristãos e foram, por ordem dele, atirados às feras. (M). Ver página 352: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

3.   Em He­lió­polis, na Fe­nícia, hoje no Lí­bano, São Ci­rilo, diá­cono e mártir, que foi cru­el­mente as­sas­si­nado no tempo do im­pe­rador Ju­liano Apóstata. († c. 362)

4.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, São Pro­tério, bispo, que, após um tu­mul­tuoso motim po­pular, na Quinta-Feira Santa da Ceia do Se­nhor, foi fe­roz­mente as­sas­si­nado pelos mo­no­fi­sitas, se­quazes do seu pre­de­cessor Dióscoro. († 454)

5.   Em Chalon-sur-Saône, na Bor­gonha, ac­tu­al­mente na França, o se­pul­ta­mento de São Gon­trão ou Gun­trano, rei dos Francos, que dis­tri­buiu os te­souros da sua ri­queza em favor das igrejas e dos pobres. († 593). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 594, São Gontrão (também na Folhinha do Coração de Jesus), neto de Clóvis e rei dos francos. Resgatou por suas liberalidades para com os pobres – os quais o chamavam “o bom rei Gontrão”- as faltas de sua vida passada, e morreu depois no mosteiro de São Marcelo em Châlon-sur-Saône, que ele mesmo havia fundado. (M). Ver mais às páginas 336-343: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “São Gontrão ou Guntram (ca. 532 – 28 de março de 592) foi rei da Borgonha de 561 até sua morte em 592. Era um dos filhos (o terceiro mais velho, segundo que chegou à idade adulta) de Clotário I e Ingunda. Quando seu pai morreu, ele se tornou rei de um quarto do reino dos francos, fazendo de Orleães sua capital.

É o padroeiro dos divorciados, dos guardiões e dos assassinos arrependidos.[1]   Gregório de Tours, frequentemente o chama de bom rei Gontrão, como no texto abaixo onde Gregório discute o fato dos três casamentos de Gontrão: ‘O bom rei Gontrão primeiro tomou uma concubina, Veneranda, uma escrava pertencente a alguém de seu povo, com quem ele teve um filho, Gundobado. Depois ele casou-se com Marcatrude, filha de Magnar, e enviou seu filho Gundobado a Orleães. Após ter um filho, Marcatrude tornou-se ciumenta, e procurou causar a morte de Gundobado. Ela enviou veneno, dizem, e envenenou sua bebida. Com a morte de Gundobado, pelo julgamento de Deus, ela perdeu o filho que tinha e fez cair sobre si mesma a ira do rei, sendo dispensada por ele, morrendo não muito depois. Depois ele tomou como esposa Austerchild, também chamada Bobilla. Teve com ela dois filhos, o mais velho chamado Clotário e o mais jovem Clodomiro[1]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gontr%C3%A3o_de_Borgonha

6.   Junto ao monte Olimpo, na Bi­tínia, hoje na Tur­quia, Santo Hi­la­rião, he­gú­meno do mos­teiro de Pe­le­cete, que de­fendeu vi­go­ro­sa­mente o culto das sa­gradas imagens. († s. VIII)

7.   Em Cister, lo­ca­li­dade da Bor­gonha, na França, Santo Es­têvão Har­ding, abade, que veio de Mo­lesme com ou­tros monges para este cé­lebre ce­nóbio, ins­ti­tuiu os ir­mãos con­versos, re­cebeu o egrégio Ber­nardo com trinta com­pa­nheiros e fundou doze mos­teiros, que as­so­ciou com o vín­culo da Carta da Ca­ri­dade, para que não hou­vesse entre os monges dis­córdia al­guma, mas vi­vessem na har­monia da mesma, da mesma regra e de cos­tumes semelhantes.  († 1134)

8*.   Em Naso, na Si­cília, re­gião da Itália, São Cono, monge sob a ob­ser­vância dos Pa­dres ori­en­tais, que, ao re­gressar da pe­re­gri­nação aos Lu­gares Santos, sa­bendo que seus pais ti­nham fa­le­cido, dis­tri­buiu pelos po­bres toda a for­tuna fa­mi­liar e abraçou a vida eremitica. († 1236)

9*.   Em Mon­ti­ciano, perto de Sena, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato An­tónio Pa­trízzi, pres­bí­tero da Ordem dos Ere­mitas de Santo Agos­tinho, ilustre pelo seu exímio amor aos ir­mãos e ao próximo. († c. 1311)

10*.   Em Tours, na França, a Beata Joana Maria de Maillé, que, de­pois da morte do es­poso na guerra, re­du­zida à mi­séria e ex­pulsa da sua casa pelos pa­rentes e aban­do­nada por todos, viveu re­clusa numa cela junto do con­vento dos Me­nores, men­di­gando o pão, mas to­tal­mente con­fiada em Deus. († 1414). Ver também às páginas 344-347: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

11*.   Em York, na In­gla­terra, o Beato Cris­tóvão Wharton, pres­bí­tero e mártir, que, no rei­nado de Isabel I, foi con­de­nado ao su­plício da forca em ódio ao sacerdócio. († 1600)

12*.   Em An­gers, na França, a Beata Re­nata Maria Feillatreau, mártir, mu­lher ca­sada que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, foi de­ca­pi­tada por per­ma­necer fiel à Igreja católica. († 1794)

13*.   Em Pr­zemysl, na Po­lónia, São José Se­bas­tião Pelczar, bispo, fun­dador da Con­gre­gação das Es­cravas do Sa­grado Co­ração de Jesus e mestre in­signe da vida espiritual. († 1924)

14. Santo Espeu, abade e confessor: ver páginas 348-349: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf   

15. Bem-Aventurado Tutilon, confessor. Ver páginas 350-351: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

16. No ano do Senhor de 750, Santa Gundelinda, sobrinha de santa Otília, que deu a vida à comunidade de Wiedermünster, na Alsácia (conf. Martirológio Romano-Monástico. M). Ver página 352: VIDAS DOS SANTOS – 5.pdf (obrascatolicas.com)

17. No mesmo dia, Santa Osburga, primeira abadessa de Coventry na Inglaterra, no séc. IX  (conf. Martirológio Romano-Monástico). Ver “Durante o renascimento do Catolicismo Inglês no século XIX, a primeira igreja construída em Coventry, pela vontade do Arcebispo Ullathorne foi dedicada a Santa Osburga. Em 9 de setembro de 1845 o novo edifício sagrado pode ser consagrado ao culto divino pelas mãos do Cardeal Wiseman, e neste dia do ano a Santa ainda é lembrada no calendário diocesano, a fim de evitar conflito com a Quaresma. No Martirológio Romano ela continua a ser comemorada no dia 30 de março.”: http://heroinasdacristandade.blogspot.com/2013/03/santa-osburga-de-coventry-abadessa-30.html

No Martirológio Romano, memória em 30 de março

18. No séc. XV, o Bem-Aventurado Pedro Marginet, cisterciense catalão (conf. Martirológio Romano-Monástico – X). Ver “ABENÇOADO PEDRO MARGINET, do aramaico, “pedra”, “rocha” (1435). Monge. Ele nasceu em Vallclara (Catalunha, Espanha). Seus pais, simples camponeses, incutiram nele a fé cristã. Na infância e juventude, ele mostrou sua piedade e decidiu consagrar-se a Deus e entrou no mosteiro cisterciense de Poblet, Tarragona, até que professou. Ele se distinguiu por seu bom comportamento. No entanto, fazendo amizade com outro monge de um mosteiro vizinho, ambos renunciaram à vida monástica e voltaram ao mundo para se dedicarem a uma vida desordenada (1411). Apesar de seu bom histórico, eles organizaram uma gangue de criminosos que devastou a região. Enquanto isso, os monges cistercienses, cientes do acima exposto, elevaram suas orações ao Criador e aconteceu o milagre que ambos voltaram ao mosteiro. Quanto a Peter, desculpe por seus erros, Cumpriu as instruções do seu superior, que o encerrou numa cela isolada, onde se dedicou com veemência à oração, ao jejum e à extrema penitência. Da mesma forma, foi-lhe concedida autorização para visitar as localidades onde cometeu delitos e em cada uma das quais se encontrava na praça central para pedir perdão aos feridos e, de imediato, fustigou-se em público. Após esta viagem penitencial, regressou ao seu convento, onde foi um exemplo até à sua morte. Reconhecendo seus feitos milagrosos, o Pontífice Paulo V (1605-1621) aprovou sua veneração como beato em 1611. Foi-lhe concedida autorização para visitar as localidades onde cometeu delitos e em cada uma das quais se encontrava na praça principal para pedir perdão aos feridos e, de imediato, fustigou-se em público. Após esta viagem penitencial, voltou para o seu convento, onde foi um exemplo até à sua morte. Reconhecendo seus feitos milagrosos, o Pontífice Paulo V (1605-1621) aprovou sua veneração como beato em 1611.  Citados em 26 de março Santos: Braulio de Zaragoza, bispo, e Pedro Marginet, monge. Traduzido do Espanhol pelo Google”: http://www.laverdadcatolica.org/SantoralMarzo2008.htm

19. São João de Capistrano. “No mesmo dia, São João de Capistrano, da ordem dos irmãos menores, confessor, celebrado a 23 de outubro. O dies natalis é 23 de outubro, mas Leão XIII, estendendo-lhe a festa na Igreja universal, fixou-a a 28 de março”. Ver página 351: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

Em 23 de outubro: São João de Capistrano (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, que de­fendeu a ob­ser­vância re­gular e de­sen­volveu o seu mi­nis­tério em quase toda a Eu­ropa, tra­ba­lhando no for­ta­le­ci­mento da fé e na re­forma dos cos­tumes ca­tó­licos; com as suas exor­ta­ções e preces sus­tentou o fervor do povo fiel e em­pe­nhou-se na de­fesa da li­ber­dade dos cris­tãos. Morreu na lo­ca­li­dade de Ujlac, junto ao rio Da­núbio, no reino da Hungria. († 1456). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Villackum, na atual Sérvia, no ano do Senhor de 14565, o nascimento no céu de São João de Capistrano. Tendo entrado para os Frades Menores depois da morte de sua jovem esposa, este primeiro magistrado de Perúgia colocou-se na escola de São Bernardino de Sena. Por suas missões através da Europa, contribuiu eficazmente para restabelecer a unidade da Igreja dividida e em fazer perseverar a Cristandade ameaçada pelo Islão. (R). Ver páginas 414-423: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2018.pdf 

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/João_de_Capistrano

20. São Sisto III. Ver 19 de agosto: São Sisto III (Ver 28 de março). Em Roma, junto à Via Ti­bur­tina, perto de São Lou­renço, o se­pul­ta­mento de São Sisto III (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, que con­ci­liou as dis­sen­ções entre os pa­tri­ar­cados de An­ti­o­quia e de Ale­xan­dria e cons­truiu em Roma para o povo de Deus a ba­sí­lica de Santa Maria no Esquilino. († 440). Ver “Papa Sisto III foi eleito papa em 31 de julho de 432. Morreu em 18 de agosto de 440.

Mostrou-se conciliador em relação aos nestorianos e velou pela conservação dos direitos da Santa Sé sobre a Ilíria – contra o Imperador do Oriente que queria torná-la dependente de Constantinopla. Restaurou a Basílica de São Lourenço Extra-Muros e a Basílica de Santa Maria Maior.

Foi autor de várias epístolas.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Sisto_III

– Ver também: https://www.portalsaofrancisco.com.br/historia-geral/papa-sisto-iii

– Ver: https://ipco.org.br/28-03-sao-sisto-iii-papa-confessor-2/

– Ver ainda: https://www.youtube.com/watch?v=R-xKogl1mhI

21. Outros santos do dia 28 de março: págs. 336-352 (vol.5)VIDAS DOS SANTOS – 5.pdf (obrascatolicas.com)

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 28 de março, ver ainda28 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

BIBLIOGRAFIA:

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINA 286-288:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, proteja-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedam por nós!

Amém!

* PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A SUA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, SEU FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

* OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

* “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro). Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

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