Santas e Santos de 28 de agosto

1. Me­mória de Santo Agos­tinho (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo e in­signe doutor da Igreja, que, de­pois de uma vida in­quieta, quer in­te­lec­tual quer mo­ral­mente, se con­verteu à fé ca­tó­lica e foi bap­ti­zado por Santo Am­brósio de Milão e, re­gres­sando à sua pá­tria, aí levou com al­guns amigos uma vida as­cé­tica, con­sa­grada a Deus e ao es­tudo da Es­cri­tura. Eleito de­pois bispo de Hi­pona, hoje An­naba, na Ar­gélia, du­rante trinta e quatro anos foi per­feito mo­delo do seu re­banho e deu-lhe uma só­lida for­mação cristã por meio de nu­me­rosos ser­mões e es­critos, com os quais com­bateu for­te­mente os erros do seu tempo e expôs com sa­be­doria a ver­da­deira fé. († 430).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santo Agostinho, bispo de Hipona e doutor da Igreja, morto em 430. Inicialmente professor de retórica e orador, foi convertido de seus desvios morais e doutrinais, e batizado, perto de trinta e três anos, por Santo Ambrósio de Milão. Desde então, consagrou-se de corpo e alma a Deus, engajando-se na vida monástica e sacerdotal. Durante os trinta e quatro anos de seu episcopado, serviu a Igreja por sua palavra, abrindo o tesouro da Escritura a seus fiéis, e, através de seus escritos, expondo e defendendo de maneira incomparável, a doutrina da graça. (R).

– Ver páginas 268-305: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

– Ver “… Aurélio Agostinho de Hipona (em latimAurelius Augustinus Hipponensis[2]), conhecido universalmente como Santo Agostinho, foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo,[3] cujas obras foram muito influentes no desenvolvimento do cristianismo e filosofia ocidental. Foi bispo de Hipona, uma cidade na província romana da África. Escrevendo na era patrística, é amplamente considerado como o mais importante dos Padres da Igreja no ocidente. Suas obras-primas são De Civitate Dei (“A Cidade de Deus”) e “Confissões“, ambas ainda muito estudadas atualmente.

De acordo com Jerônimo, seu contemporâneo, Agostinho “restabeleceu a antiga fé”.[4] Em seus primeiros anos, Agostinho foi muito influenciado pelo maniqueísmo e, logo depois, pelo neoplatonismo de Plotino.[5] Depois de se converter ao cristianismo e aceitar o batismo (387), desenvolveu uma abordagem original à filosofia e teologia, acomodando uma variedade de métodos e perspectivas de uma maneira até então desconhecida.[6] Acreditando que a graça de Cristo era indispensável para a liberdade humana, ajudou a formular a doutrina do pecado original e deu contribuições seminais ao desenvolvimento da doutrina da guerra justa.

Quando o Império Romano do Ocidente começou a ruir, Agostinho desenvolveu o conceito de “Igreja Católica” como uma “Cidade de Deus” espiritual (na obra homônima) distinta da cidade terrena e material de mesmo nome.[7] “A Cidade de Deus” estava também intimamente ligada ao segmento da Igreja que aderiu ao conceito da Trindade como postulado pelo Concílio de Niceia e pelo Concílio de Constantinopla.[8]

Na Igreja Católica e na Comunhão Anglicana, Agostinho é venerado como um santo, um proeminente Doutor da Igreja e o patrono dos agostinianos. Sua festa é celebrada no dia de sua morte, 28 de agosto. Muitos protestantes, especialmente os calvinistas, consideram Agostinho como um dos “pais teológicos” da Reforma Protestante por causa de suas doutrinas sobre a salvação e graça divina. Na Igreja Ortodoxa, algumas de suas doutrinas não são aceitas, como a da cláusula Filioque,[9] do pecado original e do monergismo.[9]Ainda assim, apesar destas controvérsias, é considerado também um santo, sendo comemorado como “Beato Agostinho” no dia 15 de junho.[10] Ainda assim, numerosos autores ortodoxos advogaram a favor de suas obras e de sua personalidade, como Genádio II de Constantinopla e Seraphim Rose”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hipona

2.   Em Roma, no ce­mi­tério de Ba­sila, junto à Via Sa­lária An­tiga, Santo Hermes, mártir, que, como re­fere o papa São Dâ­maso, veio da Grécia e Roma aco­lheu como seu ci­dadão, quando so­freu o mar­tírio pelo santo nome de Cristo. († s. III).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, Santo Hermes, escravo ou liberto romano, martirizado no séc. II. (M)

3.   Em Cons­tança, na Suábia, ac­tu­al­mente na Ale­manha, a co­me­mo­ração de São Paio (São Pelágio), mártir. († c. s. III)

4.   Em Bri­oude, perto de Cler­mont-Fer­rand, na Aqui­tânia, hoje na França, São Ju­lião, mártir, que, em tempo de per­se­guição, tendo vindo para este ter­ri­tório pela exor­tação de São Fer­réolo, con­forme se narra, neste lugar re­cebeu a palma do martírio. († c. s. III).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Brioude, na Auvergne, São Juliano, mártir. Companheiro do tribuno São Ferreolo, seguia secretamente a Cristo sob o uniforme militar. Durante a perseguição de Diocleciano, foi detido e teve o pescoço cortado. Seu culto teve grande popularidade em várias localidades, que se colocaram sob seu patrocínio. (M)

5.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, Santo Ale­xandre, bispo, cuja oração apos­tó­lica, como es­creve São Gre­gório de Na­zi­anzo, venceu o chefe da im­pi­e­dade ariana. († c. 336).

– Ver “… Alexandre de Constantinopla foi o 27º bispo de Bizâncio e primeiro arcebispo de Constantinopla. Segundo seu sinaxário, era filho de Jorge e Briena e nativo da Calábria, na Itália. Se dedicou a vida religiosa desde tenra idade, vivendo num mosteiro. Diz-se que tinha o dom das visões após dias em jejum, e que teve problemas com ataques dos sarracenos. Era vigário de Metrófanes (r. 306–314/317), que o designou sucessor no leito de morte, em 314/317, ou 325, dependendo da fonte.

Se envolveu na controvérsia ariana em oposição a Ário e parceria com o papa de Alexandria Alexandre I (r. 313–326). Em 325, foi ao Primeiro Concílio de Niceia que excomungou Ário, mas em 336, recebeu ordens do imperador Constantino (r. 306–337) para readmiti-lo na comunhão da Igreja. Mesmo sob ameaça dos eusebianos, se recusou e se trancou na Igreja de Santa Irene em intensa oração; Ário faleceu no caminho à igreja. Morreu em 337/340 e foi considerado santo, com sua festa primeiro sendo celebrada em 2 de junho e hoje em 30 de agosto, na Igreja Ortodoxa, e 28 de agosto, na Igreja Católica…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre_de_Constantinopla

São João III (também na Folhinha do Coração de Jesus).

– ver “… 340, 577, 784 Ss. Alexandre, João III e Paulo IV, Patriarcas de Constantinopla

Alexandre de Bizâncio (VER DIA 26 DE FEVEREIRO) já tinha setenta e três anos quando foi eleito para o trono episcopal de Constantinopla e ocupou o cargo por vinte e três anos nos dias difíceis do heresiarca Ário. Logo após sua eleição, o imperador Constantino ordenou uma conferência entre os teólogos cristãos e vários filósofos pagãos, e a discussão foi lançada em confusão por todos os filósofos que tentavam falar ao mesmo tempo. Por sugestão de Santo Alexandre, eles escolheram os mais eruditos entre eles para expressar seus pontos de vista, e enquanto um deles falava, Alexandre de repente exclamou: “Em nome de Jesus Cristo, ordeno-lhe que fique em silêncio!” Diante disso, diz-se, o infeliz descobriu que sua língua estava paralisada e sua boca incapaz de pronunciar uma palavra até que Alexandre o autorizou.

Em 336, Ário chegou triunfante a Constantinopla, com uma ordem do imperador para que Santo Alexandre o recebesse em comunhão. Diz-se que Alexandre se trancou na igreja e orou, com São Tiago de Nisibis, para que Deus removesse a si mesmo ou a Ário. Em qualquer caso, na noite anterior ao dia marcado para sua recepção solene, Ário morreu repentinamente. Era natural que muitos cristãos considerassem isso uma intervenção divina à intercessão de Santo Alexandre, e essa visão é expressa pelo Martirológio Romano, que se refere a ele como “um velho glorioso, por causa de cujas orações, Ário, condenado pelo juízo de Deus, rompe-se pelo meio e as suas entranhas derramaram-se”.

Os católicos bizantinos se unem em uma comemoração com Santo Alexandre, dois outros arcebispos sagrados de Constantinopla, João III e Paulo IV, chamados “os jovens”. João nasceu perto de Antioquia e foi advogado antes de ser ordenado. Ele foi enviado como legado patriarcal de Antioquia para Constantinopla, onde seu aprendizado o fez ser conhecido como “o Escolástico”; já havia feito uma coleção de cânones do direito eclesiástico, que o recomendava ao imperador Justiniano I, e no ano 565foi feito patriarca da cidade imperial. Enquanto ocupou esse cargo, ele revisou e ampliou sua coleção de cânones, que foi a primeira a ser feita sistematicamente; este trabalho cresceu eventualmente no compêndio da lei da igreja oriental chamado de Nomokanon. São João Escolástico morreu em 577.

São Paulo, o Jovem, nasceu em Salamina e se tornou patriarca de Constantinopla em 780, durante os últimos meses do imperador Leão IV. Diretamente a Imperatriz Irene tornou-se regente, ele defendeu a restauração das imagens sagradas e sua veneração; em 784 retirou-se para o mosteiro de Florus, declaradamente como um ato de penitência por seus compromissos e falta de ousadia durante o regime iconoclasta. Até sua morte, pouco depois, ele encorajou a reunião de um conselho para a condenação da Iconoclastia; acabou se reunindo no ano de 787…”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayAugust28.html

6.   Em Car­tago, na ho­di­erna Tu­nísia, São Res­ti­tuto, em cuja fes­ti­vi­dade Santo Agos­tinho fez em sua honra um sermão ao povo. († c. 360)

7*.   Em Sár­sina, na Fla­mínia, hoje na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, São Vi­cínio, pri­meiro bispo desta cidade. († s. IV/V)

8.   Em Saintes, na Gália, ac­tu­al­mente na França, São Vi­viano (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo. († s. V).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. V, o Bem-Aventurado Bibiano, bispo, que se devotou ao serviço da Igreja de Saintes. (M)

9.   No Egipto, São Moisés o Etíope, que, de­pois de ter sido um la­drão fa­moso se tornou ana­co­reta, con­verteu muitos do seu bando e os con­duziu com ele para o mosteiro. († c. 400).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no deserto de Cétia, no séc. IV, São Moisés, o Egípcio. Antigo escravo liberto por seu patrão, era chefe de um bando de assaltantes, quando tocado pela graça converteu-se e abraçou a vida monástica. Escolhido como sacerdote pelos numerosos penitentes que se haviam reunido em volta dele, o antigo assassino aplicou-se em animar a vida espiritual daquelas pessoas pelo exemplo de sua humildade. (M).

– Ver “… São Moisés o Negro (Axum, c. 330 – Egito, 19 de junho de 405), (também conhecido como Aba Moisés o Grandeo Ladrãoo Abissínioo Etíope e o Forte) foi um hieromonge asceta no Egito do século IV, e um conhecido Padre do Deserto”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mois%C3%A9s,_o_Negro

– Ver PADRES DO DESERTO “… Os Padres do Deserto ou Pais do Deserto foram eremitasascetasmonges e freiras que viviam majoritariamente no deserto da Nítria (Escetes), no Egito a partir do século III. O mais conhecido deles foi Santo Antão (ou Santo Antônio, o Grande), que mudou-se para o deserto em 270-271 e se tornou conhecido tanto como o pai quanto o fundador do monasticismo no deserto. Quando Antão morreu em 356, milhares de monges e freiras tinham sido atraídos para a vida no deserto seguindo o exemplo do grande santo. Seu biógrafo, o doutor da igreja Atanásio de Alexandria, escreveu que “o deserto tinha se tornado uma cidade” [1].

Os Padres do Deserto tiveram uma enorme influência no desenvolvimento do cristianismo primitivo. As comunidades monásticas do deserto que cresceram destes encontros informais de monges eremitas se tornaram o modelo para o monasticismo cristão. A tradição monástica oriental, representada em Monte Atos, e ocidental, sob a Regra de São Bento, foram ambas fortemente influenciadas pelas tradições iniciadas no deserto. Todos renascimentos monásticos da Idade Média buscaram no deserto alguma inspiração e orientação. Muito da espiritualidade do Cristianismo Ortodoxo, incluindo o movimento hesicasta, tem as suas raízes nas práticas dos Padres do Deserto. Mesmo renascimentos religiosos mais modernos, como os evangélicos alemães, os pietistas da Pensilvânia e o renascimento metodista na Inglaterra foram vistos por estudiosos atuais como tendo sido em alguma medida influenciados pelos Padres do Deserto[2]…”: Padres do Deserto – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

10.   Em Se­vilha, na An­da­luzia, re­gião da His­pânia, Santa Flo­ren­tina, virgem, muito eru­dita em ci­ên­cias ecle­siás­ticas, a quem os seus ir­mãos Le­andro e Isi­doro de­di­caram tra­tados de in­signe doutrina. († s. VII)

11*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, os be­atos már­tires Gui­lherme Dean, pres­bí­tero, e sete com­pa­nheiros, que, no rei­nado de Isabel I, con­su­maram o seu mar­tírio pelo reino de Deus, en­for­cados no mesmo dia mas em lu­gares di­versos da ci­dade ou nos arredores. São estes os seus nomes: Gui­lherme Gunter, Ro­berto Morton, Tomás Hold­ford e Jaime Claxton, pres­bí­teros; Tomás Felton, clé­rigo da Ordem dos Frades Me­nores; Hen­rique We­bley e Hugo More, leigos. († 1588)

12.   Em Len­castre, também na In­gla­terra, Santo Ed­mundo Ar­rows­mith, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, na­tural deste du­cado, que, de­pois de ter exer­cido o mi­nis­tério pas­toral du­rante muitos anos na sua pá­tria, porque era sa­cer­dote e con­du­zira muitas pes­soas à fé ca­tó­lica, foi en­for­cado, contra a von­tade dos pró­prios pro­tes­tantes do lugar, no rei­nado de Carlos I. († 1628)

13.   Em Mon­terrey, na Ca­li­fórnia, Santo Ju­ní­pero (Mi­guel Serra), pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores, que, nas tribos da­quela re­gião ainda pagã, so­bre­car­re­gado por muitas di­fi­cul­dades e tra­ba­lhos, pregou o Evan­gelho de Cristo no idioma do povo local e de­fendeu te­naz­mente os di­reitos dos po­bres e dos humildes. († 1784).

Em 01 de julho, ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jun%C3%ADpero_Serra

– Ver também: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-e-celebrado-sao-junipero-serra-o-apostolo-da-california-38995

– Ver também: https://pt.aleteia.org/2015/09/24/sao-junipero-serra-quem-e-o-polemico-novo-santo-canonizado-pelo-papa-francisco/

– Ver ainda: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/543039-junipero-serra-santo-ou-nao%20

– Ver “São Junípero Serra O.F.M., em catalão Fra Juníper Serra[1] (24 de novembro de 1713 – 28 de agosto de 1784) foi um frade franciscano maiorquino que fundou cadeia de missões na Alta Califórnia, parte da província de Las Californias na Nova Espanha, atual CalifórniaEstados Unidos. Entre as missões fundadas encontram-se os núcleos que deram origem a Los AngelesSan FranciscoSacramento e San Diego.

O Padre Serra foi beatificado pelo Papa João Paulo II em 25 de setembro de 1988. Foi canonizado pelo Papa Francisco em 23 de setembro de 2015, por ocasião da sua viagem apostólica a Cuba e Estados Unidos.[2]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jun%C3%ADpero_Serra

– Ver também “1784 Bl. Junipero Serra Ordem Franciscana Miguel Jose Serra. Ordenado em 1737, ensinou filosofia e teologia na Universidade de Pádua. Aos 37 anos, desembarcou na Cidade do México em 1º de janeiro de 1750 e passou o resto de sua vida trabalhando pela conversão dos povos do Novo Mundo.
Nasceu na ilha de Maiorca a 24 de novembro de 1713 e assumiu o nome de Junipero quando, em 1730, entrou para a Ordem Franciscana. Ordenado em 1737, ele ensinou filosofia e teologia na Universidade de Pádua até 1749.
Em 1768, o padre Serra assumiu as missões dos jesuítas (que haviam sido expulsos indevidamente pelo governo) na província mexicana da Baixa Califórnia e da Alta Califórnia (atual Califórnia). Trabalhador incansável, Serra foi em grande parte responsável pela fundação e difusão da Igreja na Costa Oeste dos Estados Unidos quando ainda era território de missão.
Ele fundou 21 missões e converteu milhares de índios. Os convertidos aprenderam métodos sólidos de agricultura, pecuária e artes e ofícios.
Junipero era um religioso e missionário dedicado. Ele estava imbuído de um espírito penitencial e praticava austeridade durante o sono, alimentação e outras atividades. Em 28 de agosto de 1784, esgotado pelos labores apostólicos, o padre Serra foi chamado ao descanso eterno. Ele foi beatificado pelo Papa João Paulo II em 25 de setembro de 1988. Sua estátua, representando o estado da Califórnia, está no National Statuary Hall.”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJuly01.html

– Ver também: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-e-celebrado-sao-junipero-serra-o-apostolo-da-california-38995

– Ver também: https://pt.aleteia.org/2015/09/24/sao-junipero-serra-quem-e-o-polemico-novo-santo-canonizado-pelo-papa-francisco/

– Ver ainda: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/543039-junipero-serra-santo-ou-nao%20

14*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Carlos Ar­naldo Hanus, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, por causa do sa­cer­dócio foi en­car­ce­rado na sór­dida ga­lera, na qual, atin­gido pelo es­va­e­ci­mento e também pela en­fer­mi­dade, con­sumou o martírio. († 1794)

15.   Em Bar­ce­lona, na Es­panha, Santa Jo­a­quina de Ve­druma, mãe de fa­mília, que educou pi­e­do­sa­mente nove fi­lhos e, quando ficou viúva, fundou o Ins­ti­tuto das Car­me­litas da Ca­ri­dade, su­por­tando se­re­na­mente todo o gé­nero de so­fri­mentos até à sua morte, que ocorreu por con­tágio da cólera. († 1854). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquina_de_Vedruna

16♦.   Em Alençon, na França, Santa Zélia Maria Guerin, mãe de Santa Te­resa do Me­nino Jesus. († 1877)

17*.   Na re­gião de Va­lência, na Es­panha, os be­atos már­tires João Bap­tista Faubel Cano e Artur Ros Montalt, pais de fa­mília, que, du­rante a per­se­guição contra a Igreja, re­ce­beram dos ho­mens a morte, mas de Deus a vida eterna. († 1936)

18*.   Em Vi­la­nesa, lo­ca­li­dade da mesma re­gião da Es­panha, o Beato Au­rélio de Vilanesa (José Ample Al­caide), pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição, no com­bate da fé co­lheu o fruto da glória eterna. († 1936)

19♦.   Em Elche de la Si­erra, perto de Al­ba­cete, também na Es­panha, o Beato Ma­merto Car­chano Carchano, pres­bí­tero da di­o­cese de To­ledo e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição, con­firmou com o seu sangue a plena fi­de­li­dade a Cristo. († 1936)

20*.   Em Nawo­jowa Gora, po­vo­ação da Po­lónia, o Beato Afonso Maria Ma­zurek, pres­bí­tero da Ordem dos Car­me­litas Des­calços e mártir, que, em tempo de guerra, foi morto pelos in­va­sores da sua pá­tria por causa da sua pro­fissão cristã. († 1944)

21. Santo Ezequias, rei de Judá, Antigo Testamento. Ver páginas 306-320: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf  

22. Outras santas e santos do dia 28 de agosto: págs. 268-323, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 28 de agosto, ver ainda: 28 de agosto – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

BIBLIOGRAFIA:

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi eCaterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS  675-679: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para B
  5. rasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  6. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livrariaon line – www.editorapermanencia.com
  7. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  8. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayAugust28.html

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Virgem Maria, socorra-nos, proteja-nos

São José, Anjos e Santos, intercedam por nós! Obrigado! Amém!

PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA PARA LUTAR COM ENTUSIASMO

E FORÇA DE VONTADE,

POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO,

MESMO EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS E ESPINHOSAS,

PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ

DE BONS COSTUMES E SANTIDADE!

LIVRA-NOS DA CERVIZ DURA E DO CORAÇÃO EMPEDERNIDO!

EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!

AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DESANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

“O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

“Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

“Ó meu Deus, “sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro). Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

“Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo,na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

“Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível.

(conforme: Saint of the Day (lngplants.com)

ou

Saint of the Day May 20 (lngplants.com)

“…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!

* PAI, ABRACE-NOS! JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS UNA!

MÃEZINHA MARIA, VELE POR NÓS!

EM NOME DE JESUS, PAI! AMÉM!

* Ver o blog https://vidademartiressantasesantos.blog/E

MUITO OBRIGADO!

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