Santas e Santos de 10 de novembro

1. Me­mória de São Leão I (São Leão Magno, também na Folhinha do Coração de Jesus), papa e doutor da Igreja, que, nas­cido na Etrúria, na ac­tual Tos­cana, re­gião da Itália, pri­meiro foi diá­cono di­li­gente da Urbe e de­pois, ele­vado à cá­tedra de Pedro, me­receu com todo o mé­rito ser cha­mado Magno, tanto por ter apas­cen­tado a sua grei com uma su­blime e pru­dente pre­gação como por ter con­fir­mado vi­go­ro­sa­mente, por meio dos seus le­gados ao Con­cílio Ecu­mé­nico de Cal­ce­dónia, a recta dou­trina sobre a en­car­nação de Deus. Des­cansou no Se­nhor em Roma, junto de São Pedro, onde neste dia foi sepultado. († 461).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de São Leão Magno, papa e Doutor da Igreja, morto em Roma em 10 de novembro de 461. Ao IV Concílio de Calcedônia, São Leão enviou uma carta na qual expunha a doutrina católica sobre as duas naturezas na única pessoa de Cristo. Os Padres Conciliares a receberam como a coluna da fé, exclamando em comum acordo: “Eis a fé dos Apóstolos! Pedro assim falou através de Leão”. Em Roma ele se mostrava um pastor cuidadoso da instrução de seus fiéis, e teve de se opor aos bárbaros que assediavam a Cidade Eterna. (R).

– Ver “… Leão I (em latimLeo P.P. I), dito o Grande ou São Leão Magno, foi papa entre 29 de setembro de 440 e sua morte em 10 de novembro de 461.[1] Um aristocrata de origem italiana, Leão foi o primeiro a receber o título de “o Grande”. Ele é, provavelmente, mais famoso por ter ido ao encontro de Átila, o Huno, em 452 para persuadi-lo a desistir de sua invasão da Itália. Ele é também considerado um Doutor da Igreja, lembrado teologicamente por seu “Tomo de Leão“, um documento que foi fundamental durante os debates do Concílio de Calcedônia. Este concílio ecumênico, o quarto, tratou principalmente de questões cristológicas e elucidou a definição considerada ortodoxa de que Cristo é uma união hipostática de duas naturezas — humana e divina — unidas em uma única pessoa“sem confusão e nem divisão” (diofisismo). A ele se seguiu um grande cisma entre os diofisitas e as igrejas monofisitas e miafisitas.[2]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Le%C3%A3o_I

– Ver VIDAS DOS SANTOS de 11 de abril: São Leão, Papa. “O papa São Sixto III morreu pelo ano de 440, no mês de agosto. Após um conclave que durou 18 anos, foi eleito para suceder-lhe, São Leão, seu arquidiácono, natural da Toscana, mas nascido em Roma… A Igreja e o império tinham igual necessidade de um homem tal como São Leão, com justiça cognominado o Grande…”, páginas 243-254: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

2.   Na an­tiga Pérsia, o pas­sa­mento de São De­me­triano, bispo de An­ti­o­quia, que foi de­por­tado para o exílio pelo rei Sapor I. († c. 260).

– Ver São Demétrio, páginas 314-315: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

3.   Em Tiana, na Ca­pa­dócia, na ho­di­erna Tur­quia, Santo Orestes, mártir. († s. III/IV)

– Ver “… Orestes, o Médico do Mártir.da Capadócia; milagre do colapso do templo pagão; ilustre; soldado capaz desde a infância; São Orestes realmente um bom cristão, viveu no final do século III na cidade de Tyana, na Capadócia, na época do imperador Diocleciano (284-311). Ele foi um soldado ilustre e capaz e, desde a infância, São Orestes foi um bom cristão.
Por ordem do imperador, o oficial militar Maximinus foi enviado a Tyana para lidar com o cristianismo, que então se espalhou amplamente por toda a Capadócia. Orestes foi um dos primeiros a ser julgado por Maximinus. Ele corajosamente e abertamente confessou sua fé no Senhor Crucificado e Ressuscitado, Jesus Cristo. O promotor ofereceu ao santo riquezas, honras e renome para renunciar a Deus, mas Santo Orestes foi inflexível.
Por ordem de Maximinus, eles levaram Orestes a um resplandecente templo pagão e novamente exigiram que ele adorasse ídolos. Quando ele recusou, quarenta soldados se revezaram um após o outro, espancando o santo mártir com chibatadas, com varas, com couro cru, e então o atormentaram com fogo. Santo Orestes clamou ao Senhor: “Fica comigo um sinal para o bem; que os que me odeiam vejam e sejam envergonhados (Sl 85/86: 17).” E o Senhor ouviu o seu verdadeiro servo. A terra começou a tremer e os ídolos caíram e foram despedaçados. Todos correram para fora do templo e, quando São Orestes saiu, o próprio templo desabou.
Enfurecido, Maximino ordenou que o santo mártir fosse trancado na prisão por sete dias, sem lhe dar comida nem bebida, e no oitavo dia para continuar com a tortura. Eles martelaram vinte pregos nas pernas do mártir e o amarraram a um cavalo selvagem. Arrastado sobre as pedras, o santo mártir partiu para o Senhor no ano 304. Suas relíquias foram lançadas ao mar.
Em 1685, quando São Demétrio, mais tarde Bispo de Rostov, (28 de outubro) preparava a Vida de São Orestes para ser impressa pela Lavra das Cavernas de Kiev, ele se cansou e adormeceu. O santo mártir Orestes apareceu a ele em um sonho. Ele mostrou-lhe a ferida profunda em seu lado esquerdo, seus braços feridos e decepados e suas pernas que haviam sido cortadas. O santo mártir olhou para São Demétrio e disse: “Veja, sofri mais tormentos por Cristo do que você descreveu.” O humilde monge se perguntou se aquele era Santo Orestes, um dos Cinco Mártires de Sebaste (13 de dezembro). O mártir disse: “Eu não sou aquele Orestes, mas aquele cuja Vida você acabou de escrever…””: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayNovember10.html

4.   Em Ra­vena, na Fla­mínia, hoje nas Marcas, re­gião da Itália, São Probo, bispo, a cujo nome o bispo São Ma­xi­miano de­dicou a ba­sí­lica de Classe. († s. III/IV)

5.   Na an­tiga Pérsia, os santos már­tires Narsés (Narsete), bispo, ve­ne­rável an­cião, e José, seu dis­cí­pulo, jovem, que, por se re­cu­sarem a adorar o sol como lhes man­dava o rei Sapor II, foram decapitados. († 343)

6.   Em Can­tuária, na In­gla­terra, São Justo, bispo, que, en­viado com ou­tros monges pelo papa São Gre­gório Magno para ajudar Santo Agos­tinho na evan­ge­li­zação da In­gla­terra, aceitou de­pois o epis­co­pado nesta sede. († 627).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cantuária, perto do ano 627, São Justo, primeiro titular da Sé de Rochester e terceiro metropolita da Inglaterra. Fez parte de um grupo de monges enviados por São Gregório Magno àquele país, junto com Santo Agostinho. (M).

– Ver “São Justo, Bispo de Rochester, um dos companheiros de Agostinho, apóstolo dos ingleses”, às páginas 275-303: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

– Ver “… Justo de Rochester (em latimIustus)[5] foi o quarto arcebispo de Cantuária. Ele foi enviado da Itália para a Inglaterra por Gregório, o Grande, numa missão para cristianizar os anglo-saxões, que ainda praticavam o paganismo, provavelmente chegando com o segundo grupo de missionários em 601. Justo se tornou o primeiro bispo de Rochester em 604 e esteve no Concílio de Paris realizado em 614.

Após a morte do rei Etelberto de Câncio (Æthelberht) em 616, Justo foi forçado a fugir para a Gália, sendo reinstalado em sua diocese no ano seguinte. Em 624, ele se tornou o arcebispo em Cantuária, supervisionando o envio de missionários para a Nortúmbria. Após a sua morte, ele passou a ser reverenciado como um santo e um santuário foi construído na Abadia de Santo Agostinho”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Justo_de_Rochester

7*.   Em Villa del Foro, lo­ca­li­dade do Pi­e­monte, re­gião da Itália, São Bau­du­lino, eremita. († s. VIII)

8.   Em Ná­poles, na Cam­pânia, também re­gião da Itália, Santo André Ave­lino, pres­bí­tero da Con­gre­gação dos Có­negos Re­grantes, cé­lebre pela sua san­ti­dade e pelo seu zelo em pro­curar a sal­vação do pró­ximo, que fez o árduo voto de pro­gredir cada dia mais nas vir­tudes e, rico de mé­ritos, morreu san­ta­mente aos pés do altar. († 1608).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1608, Santo André Avelino. Sacerdote e doutor em Direito, exerceu o cargo de advogado eclesiástico em Nápoles. Entrando nos teatinos, tornou-se mestre dos noviços, e depois superior de várias casas. Morreu com reputação de grande pregador. (M).

– Ver páginas 273-274: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

– Ver “… André Avelino[1] ou Andrea Avellino nascido e batizado Lancelotto (Castronuovo di Sant’AndreaBasilicata1521 – Nápoles10 de novembro de 1608) foi um sacerdote italiano, membro da Ordem dos Clérigos Regulares também conhecida como dos Padres Teatinos. É venerado como santo da Igreja Católica. Foi um reformador da sua ordem.

Em 10 de novembro de 1608, quando estava para iniciar o Santo Sacrifício da Missa, ele foi acometido de apoplexia e, após ter recebido o Santo Viático, morreu aos 88 anos de idade…”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/André_Avelino  

9*.   Em Bar­ce­lona, na Es­panha, o Beato Acisclo Jo­a­quim Piña Piazuelo, re­li­gioso da Ordem de São João de Deus e mártir, que du­rante o furor da per­se­guição, foi as­sas­si­nado em ódio à religião. († 1936)

10♦.   Em Ma­drid, também na Es­panha, as be­atas Ma­nuela do Sa­grado Coração (Ma­nuela Ar­riola Uranga), virgem da Con­gre­gação das Ado­ra­doras Es­cravas do San­tís­simo Sa­cra­mento e Com­pa­nheiras, már­tires, que, na mesma per­se­guição, foram co­ro­adas pelo tes­te­munho de Cristo. São estes os seus nomes: Blasa de Maria (Joana Fran­cisca Pérez de La­beaga Garcia), Lu­cila Maria de Jesus (Luzia Gon­zález Garcia), Casta de Jesus (Te­resa Vives Missé), Ro­sária de Maria (Rosa López Bro­chier), Luísa da Eu­ca­ristia (Luísa Pérez An­driá), Maria da Apre­sen­tação (Maria da Apre­sen­tação Garcia Fer­rero), Maria das Dores de Jesus Cru­ci­fi­cado (Maria das Dores Monzón Ro­sales), Borja de Jesus (Maria Ze­nona Aran­zábal Bar­rútia), Má­xima de São José (Emília Eche­verria Fer­nández), Sul­pícia do Bom Pastor (Di­o­nísia Ro­drí­guez de Anta), Maria das Dores da San­tís­sima Trin­dade (Maria das Dores Her­nández San­tor­cuato), Maria Prima de Jesus (Maria Prima Ipiña Mal­zár­raga), Be­lar­mina de Jesus (Be­lar­mina Pérez Mar­tínez), Sin­fo­rosa da Sa­grada Fa­mília (Sin­fo­rosa Díaz Fer­nández), Pu­ri­fi­cação de Maria (Pu­ri­fi­cação Mar­tínez Vera), Jo­sefa de Jesus (Jo­sefa Boix Riera), irmãs da Con­gre­gação das Ado­ra­doras Es­cravas do San­tís­simo Sa­cra­mento; Ân­geles (Mer­cedes) Tuni Us­tech, Ru­perta (Con­ceição Váz­quez Áreas), Her­linda (Áurea Gon­zález Fer­nández), Ce­cília (Con­ceição Iglé­sias del Campo), Fi­lipa (Fi­lipa Gu­tiérrez Garay), Ma­da­lena (Ma­da­lena Pérez), au­xi­li­ares da Con­gre­gação das Ado­ra­doras Es­cravas do San­tís­simo Sacramento. († 1936)

11♦.   Em Ham­burgo, na Ale­manha, os be­atos Edu­ardo Müller, Ger­mano Lange e João Prassek, pres­bí­teros da di­o­cese de Lübeck e már­tires, que, sob um re­gime ti­rano e hostil à re­li­gião, foram en­car­ce­rados e cru­el­mente tor­tu­rados e fi­nal­mente exe­cu­tados por de­ca­pi­tação em ódio à Igreja e ao sacerdócio. († 1943)

12. Santa Ninfa (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver “Santa Ninfa de Palermo, virgem. 10 de novembro e 5 de setembro (transferência da cabeça para Palermo)Legenda: Ninfa era filha de Aureliano, prefeito de Palermo e vestal. Ele se converteu ao assistir a um milagre realizado por São Trifo ( 10 de novembro ), que derrubou um templo pagão através de sua oração ao Deus Verdadeiro.”: https://preguntasantoral.blogspot.com/2015/11/santa-ninfa-la-santa-vestal.html

– Ver “Santos Mártires Trifão, Respício e Santa Ninfa”, página 315: VIDAS DOS SANTOS – 19.pdf (obrascatolicas.com)

13. Santa Florência (também na Folhinha do Coração de Jesus)

14. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no território de Agde, no atual departamento de Hérault, o martírio de São Tibério, que foi muito venerado na Gália Narbonesa. (M)

15. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. X, Santo Adelino, abade de São Calásio, e depois feito bispo de Séez. (M)

16. São Noé (Antigo Testamento), conforme páginas 304-313: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

17. Santa Natalena. Ver “Santa Natalena, virgem e mártir, que o povo de Pamiers chamava carinhosamente Santa Lena. Conta-se que esta Santa nasceu do rei Fredelas, de Pamiers que, furioso por só ter filhas, ordenou que a atirassem às águas dum rio. A escrava que fora incumbida daquela triste tarefa, apiedada, deixou-a às margens da corrente, donde uma piedosa cristã a recolheu, e, levando-a para si, criou e educou. Moça, Natalena deu-se de corpo e alma à pobreza. Fredelas, descobrindo que a jovem era a filha que havia anos, mandara matar, fez com que a prendessem e decapitassem. O suplício teve lugar perto duma fonte, cujas águas se tornaram miraculosas. A fonte chamou-se de Santa Natalena. Conta-se, também, que a mártir, tomando a cabeça entre as mãos, caminhou até o lugar onde mais tarde se ergueu a igreja de Nossa Senhora do Campo, que lhe guarda as relíquias.” página 316 : http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

18. Ver “Santas Trifênia e Trifosa, página 315”: VIDAS DOS SANTOS – 19.pdf (obrascatolicas.com)

– Ver “… Em Icônio, na Licaônia, as santas mulheres Trifena e Trifosa, que lucraram com a pregação do beato Paulo e com o exemplo de Tecla para fazer grandes progressos na perfeição cristã. Duas convertidas ao cristianismo supostamente mencionados na Carta de São Paulo aos Romanos “Saudações aos obreiros do Senhor, Trifena e Trifosa.” Elas também estão ligados às tradições de Santa Tecla .
Trifena e Trifosa (RM). Duas convertidas de São Paulo de Icônio na Licaônia, Trifena e Trifosa, são mencionadas pelo apóstolo em sua carta aos Romanos (16:12). A tradição os representa como protetores de Santa Tecla (Beneditinas).”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayNovember10.html

19. Outros santos do dia 10 de novembro: págs. 273-316, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf  Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIX – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

 “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 10 de novembro: 10 de novembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, consultadas no dia)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi eCaterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS  866-867: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayNovember10.html

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, ANJOS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS A GRAÇA, AMADO PAI, DE LUTAR COM ENTUSIASMO, CORAGEM E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS, SOBRETUDO, A DOCILIDADE DAS OVELHAS. PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DESANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

“O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

“Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

“… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Antão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guia para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

“Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível.

(conforme: Saint of the Day (lngplants.com)

ou

Saint of the Day May 20 (lngplants.com)

“…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

“… A paixão vive; apenas está reprimida… está apenas presa… As paixões vivem, apenas são reprimidas pelos santos (COM A GRAÇA DE DEUS!) …” Santas e Santos, intercedam por nós para que possamos reprimir as paixões. (Santo Abraão, ermitão, 27 de outubro), páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

“… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayNovember02.html

* Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!

* PAI, ABRACE-NOS! JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS UNA!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

EM NOME DE JESUS, PAI! AMÉM!

* Ver o blog https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

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