Santas e Santos de 13 de agosto

SANTA DULCE DOS POBRES (também na Folhinha do Coração de Jesus). No Diretório Litúrgico 2019, BEM-AVENTURADA DULCE LOPES PONTES, 13 de agosto, religiosa, beatificada em 22/05/2011 e será canonizada em 13/10/2019. Ver: https://www.opovo.com.br/noticias/brasil/2019/07/01/igreja-proclamara-a-santa-dulce-dos-pobres.html

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3_Dulce e ver ainda: https://www.google.com/search?q=Santa+Dulce+dos+pobres&oq=Santa+Dulce+dos+pobres&aqs=chrome..69i57j0l4.3806j0j8&sourceid=chrome&ie=UTF-8

Santos már­tires Pon­ciano (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, e Hi­pó­lito (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, que foram de­por­tados jun­ta­mente para a Sar­denha, onde cum­priram a mesma pena da con­de­nação e, ao que pa­rece, ao mesmo tempo al­can­çaram a mesma coroa de glória. Os seus corpos foram se­pul­tados em Roma: Pon­ciano no ce­mi­tério da Via Ti­bur­tina, Hi­pó­lito no ce­mi­tério de Calisto. († c. 236). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. III, os Santos Ponciano, Papa, e Hipólito, sacerdote. Inicialmente mantendo posições opostas em uma grave contestação cismática, foram condenados juntos aos campos de extermínio da Sardenha por terem ensinado o Evangelho. Morreram, então, reconciliados em um mesmo testemunho de fé e caridade. O Papa Fabiano trouxe os dois corpos de volta a Roma e fez a celebração de seus funerais no mesmo dia, 13 de agosto de 236. É atribuída a Santo Hipólito uma das mais antigas metáforas eucarísticas conhecidas, ainda hoje utilizada no rito etíope e restaurada na liturgia romana (R).   

2.   Em Ímola, na Fla­mínia, hoje na Emília Ro­manha, re­gião da Itália, São Cas­siano, mártir, que, por ter re­cu­sado sa­cri­ficar aos ídolos, foi con­de­nado e en­tregue às cri­anças de quem tinha sido pro­fessor, para que o tor­tu­rassem com os es­ti­letes usados para es­crever, tor­nando a pena do mar­tírio tanto mais do­lo­rosa quanto menos pe­sada era a mão que o feria. († c. 300)

3.   Em Lião, na Gália, ac­tu­al­mente na França, Santo An­tíoco, bispo, que, ainda na si­tu­ação de pres­bí­tero, fez uma longa vi­agem para vi­sitar o seu an­tigo bispo São Justo, que então vivia num ermo do Egipto. († c. 500)

4.   Em Poi­tiers, na Aqui­tânia, também na ac­tual França, Santa Ra­de­gunda, rainha dos Francos, que, vi­vendo ainda Clo­tário, seu es­poso, re­cebeu o sa­grado véu e en­trou no mos­teiro da Santa Cruz de Poi­tiers, que ela pró­pria tinha feito cons­truir, sob a Regra de São Ce­sário de Arles. († 587). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 587, o nascimento para o céu de Santa Radegunda. Princesa da Turíngia, foi imposta como esposa a Clotário I, rei dos francos. Por sua alma nobre, exerceu uma influência benfazeja na corte. Após ter fundado um mosteiro em Poitiers, para lá se retirou, e obteve do imperador bizantino Justino II um fragmento da Santa Cruz (S). Ver páginas 410-415: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

5.   Em Ske­máris, na re­gião de La­zika, si­tuada na cor­di­lheira do Cáu­caso, o pas­sa­mento de São Má­ximo Con­fessor (também na Folhinha do Coração de Jesus), abade de Cri­só­polis, perto de Cons­tan­ti­nopla, in­signe pela sua dou­trina e zelo pela ver­dade ca­tó­lica, que, por ter en­fren­tado co­ra­jo­sa­mente a he­resia dos mo­no­te­listas, foi con­de­nado pelo im­pe­rador he­ré­tico Cons­tante à mu­ti­lação da sua mão di­reita e, jun­ta­mente com dois dos seus dis­cí­pulos, Anas­tásio o Monge e Anas­tásio Apo­cri­sário, de­pois de su­portar um atroz ca­ti­veiro e muitas se­ví­cias, foi des­ter­rado para o ter­ri­tório da La­zika, onde en­tregou o es­pí­rito a Deus. († 662). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Sennhor de 662, São Máximo, secretário do imperador bizantino, e depois monge. Foi cognominado “o Confessor” porque confessou a fé da Igreja na dupla vontade – divina e humana – do Verbo Encarnado, e sofreu, por este motivo, a amputação da sua mão direita. Ele mostrou a importância deste princípio cristológico na vida teologal do cristão, chamado a unir sua vontade à de Deus. (M). Ver páginas 395-407: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

6.   Em Fritzlar, no ter­ri­tório do Hesse, na Aus­trásia, hoje na Ale­manha, São Vig­berto, pres­bí­tero e abade, a quem São Bo­ni­fácio con­fiou o cui­dado do mos­teiro deste lugar. († c. 739)

7*.   No mos­teiro de Al­ten­berg, no ter­ri­tório de Wetzlar, também na Ale­manha, a Beata Ger­trudes, aba­dessa da Ordem Pre­mons­tra­tense, que, ainda cri­ança, foi ofe­re­cida a Deus neste lugar por sua mãe, Santa Isabel, rainha da Hungria. († 1297)

8*.   Em Kil­mal­lock, na Ir­landa, os be­atos Pa­trício O’Healy, bispo de Mayo, e Cono O’Rourke, pres­bí­tero, ambos da Ordem dos Frades Me­nores, que, no rei­nado de Isabel I, por causa do seu sa­cer­dócio de­cla­rado aber­ta­mente, foram con­de­nados à morte e exe­cu­tados no patíbulo. († 1579)

9*.   Em Warwick, na In­gla­terra, o Beato Gui­lherme Freeman, pres­bí­tero e mártir, que, também con­de­nado à morte no mesmo rei­nado de Isabel I apenas por ser sa­cer­dote ca­tó­lico, di­ante do pa­tí­bulo co­meçou a cantar o «Te Deum» e se di­rigiu co­ra­jo­sa­mente para o su­plício do martírio. († 1595). Ver páginas 416-417: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

10.   Em Roma, São João Ber­ch­mans, re­li­gioso da Com­pa­nhia de Jesus, que, muito ad­mi­rado por todos em vir­tude da sua sin­cera pi­e­dade, ver­da­deira ca­ri­dade e cons­tante bom humor, de­pois de uma breve en­fer­mi­dade foi ao en­contro da morte com a mesma alegria. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, em 1621, São João Berchmans. Nascido no Brabante belga, entrou aos dezessete anos no noviciado dos jesuítas de Malines, e depois de sua profissão foi enviado a Roma para ali prosseguir seus estudos. Aluno estudioso e brilhante, preocupou-se em submeter o intelecto ao espírito. Adormeceu no Senhor aos vinte e dois anos de idade. (F) . († 1621). Ver páginas 418-420: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

11*.   Em Viena, na Áus­tria, o Beato Marcos de Aviano (Carlos Do­mingos) Cris­tó­fori, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, emi­nente pre­gador da pa­lavra de Deus, que se de­dicou sempre ao cui­dado dos po­bres e dos en­fermos, in­ci­tanto es­pe­ci­al­mente os po­de­rosos do mundo, para que bus­cassem acima de tudo a fé e a paz. († 1699)

12*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Pedro Ga­bi­lhaud, pres­bí­tero e mártir, que, de­tido du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa por causa do seu sa­cer­dócio, pe­receu de ina­nição e enfermidade. († 1794)

13.   Em Sau­gues, po­vo­ação pró­xima de Le Puy-en-Velay, também na França, São Be­nildo (Pedro Ro­mançon), da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, que de­dicou a sua vida à for­mação da juventude. († 1862)

14*.   Em Bar­bastro, pró­ximo de Hu­esca, ci­dade de Aragão, na Es­panha, os be­atos Se­cun­dino Maria Or­tega Garcia, pres­bí­tero, e de­za­nove com­pa­nheiros, már­tires, re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Mis­si­o­ná­rios Fi­lhos do Ima­cu­lado Co­ração de Maria, que, na vi­o­lenta per­se­guição contra a Igreja, foram mortos em ódio à vida religiosa.  Estes são os seus nomes: An­to­nino Calvo Calvo, An­tónio Maria Dalmau Ro­sich, João Echárri Vique, Pedro Garcia Bernal, Hi­lário Maria Llo­rente Martin, Sal­vador Pigem Serra, lei­tores; Xa­vier Luís Ban­drés Ji­ménez, José Bren­garet Pujol, Tomás Capd­vila Miró, Es­têvão Ca­sa­de­vall Puig, Eu­sébio Co­dina Millá, João Co­di­nachs Tuneu, Rai­mundo No­vich Ra­bi­onet, José Maria Ormo Seró, Te­o­doro Ruiz de Lar­ri­naga Garcia, João Sán­chez Mu­nárriz, Ma­nuel Torras Sais, Ma­nuel Buil La­lueza, Afonso Mi­quel Gar­riga, religiosos. († 1936)

15*.   Em Al­ma­zora, po­vo­ação da pro­víncia de Cas­tellon, também na Es­panha, o Beato João Agra­munt, pres­bí­tero da Ordem dos Clé­rigos Re­grantes das Es­colas Pias e mártir na mesma perseguição. († 1936)

16*.   Em Al­bo­cácer, também na pro­víncia de Cas­tellon, o Beato Mo­desto Garcia Marti, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos e mártir, que, na per­se­guição contra a Igreja, con­sumou o seu com­pro­misso pela fé evan­gé­lica com o martírio. († 1936)

17*.   Em Bar­ce­lona, também na Es­panha, o Beato José Bonet Nadal, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição, con­sumou glo­ri­o­sa­mente o seu com­bate pela fé. († 1936)

18♦.   Em Re­volts de Tor­rent, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Gi­rona, também na Es­panha, os be­atos Fran­cisco Alfredo (Fran­cisco Mallo Sán­chez) e Hi­la­rião Eugénio (Eu­génio Cu­esta Pa­di­erna), re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e már­tires, que, na cruel per­se­guição re­li­giosa, al­cançou a palma do mar­tírio por Cristo e pela Igreja. († 1936)

19♦.   Em Ma­drid, também na Es­panha, os be­atos Ino­cêncio Garcia Díez e Re­gi­naldo Her­nández Ramírez, pres­bí­teros da Ordem dos Pre­ga­dores e már­tires, que, na mesma  per­se­guição contra a fé cristã, re­cebeu a coroa de glória por dar tes­te­munho de Cristo. († 1936)

20♦.    Em Salás de Pa­larrds, perto de Lé­rida, também na Es­panha, os be­atos José Tà­pies Sir­vant e seis companheiros, pres­bí­teros da di­o­cese de Urgel e már­tires, que, du­rante a mesma per­se­guição re­li­giosa, foi ao en­contro de Cristo na glória celeste. São estes os seus nomes: Fran­cisco Cas­tells Brenuy, José Boher Foix, Pas­coal Ara­guás Guárdia, Pedro Mar­tret Moles, Sil­vestre Arnau Pas­quet e José João Perot Juanmartí. († 1936)

21*.   Em Berlim, no lugar cha­mado Plötzensee, na Ale­manha, o Beato Tiago Gapp, pres­bí­tero da So­ci­e­dade de Maria e mártir, que pro­cla­mava com fir­meza serem ab­so­lu­ta­mente in­com­pa­tí­veis com a dou­trina cristã os iní­quos actos do re­gime mi­litar ini­migo da dig­ni­dade hu­mana e cristã; por isso, sub­me­tido a nu­me­rosas per­se­gui­ções, exilou-se na França e na Es­panha; mas, tendo sido preso por emis­sá­rios do ti­rano re­gime, foi fi­nal­mente con­de­nado à morte e decapitado. († 1943)

22. Santa Helena (também na Folhinha do Coração de Jesus). No VIDAS DOS SANTOS, pág. 421, em Burgos, na Espanha, as santas Centola e Helena, mártires: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

23. Santa Vitalina, virgem. Ver páginas 408-409: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

24. Outros santos do dia 13 de agosto: págs. 395-421, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

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