Santas e Santos de 16 de outubro

Santa Ed­viges (também na Folhinha do Coração de Jesus), re­li­giosa, na­tural da Ba­viera e du­quesa da Si­lésia, que se de­dicou ge­ne­ro­sa­mente ao au­xílio dos po­bres, para os quais fundou vá­rios al­ber­gues e, de­pois da morte do seu es­poso, o duque Hen­rique, se re­tirou num mos­teiro de monjas cis­ter­ci­enses que ela pró­pria tinha fun­dado e de que era aba­dessa sua filha Ger­trudes, onde passou ac­ti­va­mente o resto dos seus dias. Morreu em Treb­nitz, na Po­lónia, no dia quinze de Outubro. († 1243). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Polônia, no ano da graça de 1273, a volta para Deus de Santa Edwiges. Casada aos doze anos com o Duque da Silésia, fundou com ele um lar cristão exemplar, dando-se a obras de misericórdia e criando dois hospitais, um em Breslau e outro em Sroda. Após a morte do marido, retirou-se para o mosteiro cisterciense de Trebnitz, que havia fundado e era dirigido por sua filha Gertrudes (R). Ver páginas 253-256: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2018.pdf

Santa Mar­ga­rida Maria Alacoque (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, monja da Ordem da Vi­si­tação da Virgem Maria, que pro­grediu de modo ad­mi­rável no ca­minho da per­feição; en­ri­que­cida com graças mís­ticas e ar­den­te­mente de­vota do Sa­grado Co­ração de Jesus, tra­ba­lhou muito para pro­pagar o seu culto na Igreja. Morreu em Paray-le-Mo­nial, na re­gião de Autun, na França, no dia de­zas­sete de Outubro. († 1690). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1690, o nascimento no céu de Santa Margarida Maria Alacoque, virgem. Entrando aos vinte e quatro anos para o mosteiro da Visitação de Paray-Le-Monial, foi favorecida por visões em que recebeu a missão de propagar o culto ao Sagrado Coração de Jesus, ferido em seu amor pela ingratidão dos homens. (R). Ver páginas 257-291: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2018.pdf

3.       Em Je­ru­salém, a co­me­mo­ração de São Lon­ginos, ve­ne­rado como o sol­dado que abriu com a lança o lado do Se­nhor pre­gado na cruz.

4.       Na re­gião de Toul, na Gália, hoje na França, Santo Elífio, que é ve­ne­rado como mártir. († s. IV)

5.       Co­me­mo­ração dos santos Mar­ti­niano e Sa­tu­riano, már­tires na África Se­ten­tri­onal, com dois ir­mãos seus, que, du­rante a per­se­guição dos Vân­dalos no tempo do rei ariano Gen­se­rico, eram es­cravos de um vân­dalo e ti­nham sido con­ver­tidos à fé de Cristo por Santa Má­xima, virgem, sua com­pa­nheira de es­cra­vidão. Pela sua cons­tância na fé ca­tó­lica, foram fus­ti­gados e fe­ridos até aos ossos com varas no­dosas e de­pois en­vi­ados para o des­terro dos mouros exi­lados, onde foram con­de­nados à morte por terem con­ver­tido al­guns deles à fé de Cristo. Quanto a Santa Má­xima, li­berta de­pois de su­perar muitas tri­bu­la­ções, morreu em paz num mos­teiro, como mãe de muitas virgens. († s. V)

6.       No ter­ri­tório de Li­moges, na Aqui­tânia, ac­tu­al­mente na França, os santos Amando e seu dis­cí­pulo São Ju­niano, eremitas. († s. VI)

7.       Perto de Arbon, na Ger­mânia, ac­tu­al­mente na Suíça, São Galo, pres­bí­tero e monge, que, foi re­ce­bido ainda ado­les­cente por São Co­lum­bano no mos­teiro de Bangor, na Ir­landa, pro­pagou di­li­gen­te­mente o Evan­gelho nesta re­gião e en­sinou aos seus ir­,mãos a dis­ci­plina mo­nás­tica. Des­cansou no Se­nhor quase centenário. († 645). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 640, São Gall, monge irlandês. Discípulo de São Columbano, acompanhou-o em suas viagens missionárias pela Gália, Germânia e até a Suíça, onde decidiu fixar-se. Deixou seu nome ligado a um dos lugares santificados por sua presença, onde mais tarde foi construída uma abadia célebre por seu “scriptorium”, consagrado ao serviço das ciências religiosas, sobretudo a liturgia e o canto gregoriano. A igreja do antigo mosteiro tornou-se a catedral da diocese de Saint-Gall. (M). Ver páginas 222-237: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2018.pdf

8*.     Em Noyon, na Nêus­tria, hoje na França, São Mu­mo­lino, bispo, que, sendo monge, ajudou Santo Au­do­maro na missão evan­ge­li­za­dora e de­pois su­cedeu a Santo Elígio na sede episcopal. († c. 680)

9.      No mos­teiro de He­res­feld, na Fran­cónia da Ger­mânia, na ho­di­erna Ale­manha, São Lulo, bispo de Mo­gúncia, que, sendo com­pa­nheiro e co­la­bo­rador de São Bo­ni­fácio na obra da evan­ge­li­zação, foi por ele or­de­nado bispo, para que fosse um mestre para os pres­bí­teros, um doutor da Regra para os monges, um pre­gador fiel e pastor para o povo cristão. († 786)

10*.   No ter­ri­tório de Retz, perto de Nantes, na Bre­tanha Menor, hoje na França, São Vital, eremita. († s. VIII)

11*.   No ter­ri­tório de Mi­re­poix, junto aos Pi­re­neus, na Gália, também na ho­di­erna França, São Gau­de­rico, agri­cultor, in­signe pela sua de­voção à Mãe de Deus.

(† c. 900)

12*.   Em Bri­oude, na re­gião dos Ar­venos, na Aqui­tânia, ac­tu­al­mente também na França, Santa Bo­nita, virgem. († s. IX/XI)

13*.   Em Pa­miers, junto aos Pi­re­neus, também na França, Santo Anas­tásio, monge, que, na­tural de Ve­neza, abraçou a vida ere­mí­tica na ilha de Tom­be­laine, perto de Mont-Saint-Mi­chel, de­pois a vida mo­nás­tica em Cluny, fi­nal­mente a vida na so­lidão du­rante os úl­timos anos da sua vida. († c. 1085)

14.     Em Co­minges, também junto aos Pi­re­neus, na França, São Bel­trão, bispo, que, por in­di­cação do papa São Gre­gório VII, tra­ba­lhou ar­du­a­mente para a re­forma da Igreja, re­cons­truiu a sua ci­dade aban­do­nada e em ruínas e edi­ficou junto à ca­te­dral um claustro e um ca­bido de Có­negos Re­grantes se­gundo a Regra de Santo Agostinho. († c. 1123)

15*.   No mos­teiro de Igny, na re­gião de Reims, igual­mente na França, o pas­sa­mento do Beato Ge­rardo de Cla­raval, abade, que foi as­sas­si­nado por um iníquo monge du­rante uma vi­sita a este cenóbio. († 1177). Ver páginas 238-240: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2018.pdf

16*.   Em Ma­ter­dó­mini, na Cam­pânia, São Ge­rardo Ma­jella (também na Folhinha do Coração de Jesus), re­li­gioso da Con­gre­gação do San­tís­simo Re­dentor, que, ar­re­ba­tado pelo amor de Deus, abraçou um gé­nero de vida ri­go­ro­sís­simo e, exu­be­rante de zelo por Deus e pelas almas, ainda jovem des­cansou pi­e­do­sa­mente no Senhor. († 1755). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Muro, na diocese de Nápoles, em 1775, São Geraldo Magella. Filho de um alfaiate daquela cidade, foi membro da categoria profissional de seu pai, da qual mais tarde foi proclamado o patrono. Foi recebido na Congregação do Santíssimo Redentor enquanto Santo Afonso de Ligório ainda vivia. Em todos os cargos que ocupou, em diferentes conventos, mostrou-se sempre fiel ao seu voto de “fazer sempre o que lhe parecesse ser o mais perfeito diante de Deus”. (M). Ver páginas 241-246: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2018.pdf

17♦.   Em Ma­drid, na Es­panha, os Beato Jesus Vil­la­verde Andrés, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir,  que, na mesma per­se­guição re­li­giosa, per­se­verou na fé em Cristo até à morte. († 1936)

18*.   Perto de Cra­cóvia, na Po­lónia, no campo de con­cen­tração de Aus­chwitz, os be­atos Ani­ceto Ko­plinski, da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, e José Jan­kowski, da So­ci­e­dade do Apos­to­lado Ca­tó­lico, pres­bí­teros e már­tires, que, du­rante a ocu­pação mi­litar da sua pá­tria por se­quazes de uma ne­fanda dou­trina hostil aos ho­mens e à fé cristã, deram tes­te­munho da sua fé em Cristo até à morte, um na câ­mara de gás, o outro as­sas­si­nado pelos guardas do campo. († 1941)

19♦.   Em Ra­ma­puram, lo­ca­li­dade de Palai, na Índia, o Beato Agos­tinho Thevarparampil “Kun­ja­chan”, presbítero. († 1973)

20. Conforme o Martirológio Romano-Monástico,  na Champagne, no ano do Senhor de 685, São Bercário, abade, que fundou dois mosteiros: um em Hautvillers e outro em Moûtier-en-Der, que foram mais tarde incorporados à Congregação de São Vicente. (M)

21. Outros santos do dia 16 de outubro: págs. 222-252, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2018.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XVII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 16 de outubro, ver ainda: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/16_de_outubro    

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

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