Santas e Santos de 18 de novembro

De­di­cação das ba­sí­licas de São Pedro e de São Paulo, Após­tolos. A pri­meira foi edi­fi­cada pelo im­pe­rador Cons­tan­tino sobre o se­pulcro de São Pedro na co­lina do Va­ti­cano e, de­te­ri­o­rada com o passar do tempo, foi res­tau­rada com maior am­pli­tude e de novo con­sa­grada neste dia. A se­gunda, edi­fi­cada pelos im­pe­ra­dores Te­o­dósio e Va­len­ti­niano junto à Via Os­ti­ense, de­pois con­su­mida por um fu­nesto in­cêndio e to­tal­mente res­tau­rada, foi de­di­cada no dia dez de De­zembro. Nesta comum co­me­mo­ração é sim­bo­li­ca­mente evo­cada a fra­ter­ni­dade dos Após­tolos e a uni­dade da Igreja. († 1626, 1854). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, a Dedicação da Basílica de São Pedro, no Vaticano, cuja “gigantesca cúpula lança sua curva exatamente sobre o túmulo do Primeiro Pastor da Igreja” (Pio XII). No mesmo dia, Dedicação da Basílica de São Paulo, na Via Óstia, construída no local do sepultamento do Apóstolo das Nações. (R). Ver páginas 119-122: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

2.   Em An­ti­o­quia, na Síria, hoje An­takya, na Tur­quia, São Romão, mártir, que, sendo diá­cono da Igreja de Ce­sa­reia, ao ver como os cris­tãos, na per­se­guição de Di­o­cle­ciano, obe­de­ciam aos seus de­cretos e se apro­xi­mavam das es­tá­tuas dos ídolos, os exortou pu­bli­ca­mente à re­sis­tência e, por isso, de­pois de cruéis tor­mentos e de lhe cor­tarem a língua, es­tran­gu­lado no cár­cere con­sumou o seu glo­rioso martírio. († 303). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Antioquia, no ano do Senhor de 303, o martírio de São Romão (ou Romano), diácono, que após ter exortado os cristãos perseguidos, morreu estrangulado na prisão. Muito venerado no Oriente, foi bem cedo conhecido no Ocidente, graças ao poeta Prudêncio e à tradução que foi feita de sua paixão. (M). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Romão_de_Antioquia

3*.   Em Le Co­lom­bier, na re­gião de Bourges, na Aqui­tânia, ter­ri­tório da ac­tual França, São Pá­troclo, pres­bí­tero, que foi ere­mita e missionário. († c. 576). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Auvergne, São Pátroclo, eremita, que voltou a Deus depois de ter passado dezoito anos em vida solitária. (M). Ver páginas 123-124: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

4*.   Na Bre­tanha Menor, também na ac­tual França, São Mau­deto, abade, que se en­tregou à vida mo­nás­tica numa ilha de­serta e, como mestre es­pi­ri­tual, reuniu muitos santos entre o nú­mero dos seus discípulos. († s. V)

5*.   Em Cou­tances, na Nêus­tria, também na ho­di­erna França, São Ro­ma­cário, bispo. († s. VI)

6*.   Na re­gião de Velay, na Aqui­tânia, hoje também na França, São Te­o­fredo, abade e mártir. († c. 752)

7.   Em Tours, na Nêus­tria, ac­tu­al­mente também na França, o pas­sa­mento de Santo Odão (também na Folhinha do Coração de Jesus, Santo Odo), abade de Cluny, que re­novou a ob­ser­vância mo­nás­tica se­gundo a Regra de São Bento e a dis­ci­plina de São Bento de Aniano. († 942). Ver páginas 106-118: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Odão_de_Clúnia

8*.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os be­atos már­tires Le­o­nardo Ki­mura, re­li­gioso da Com­pa­nhia de Jesus, André Mu­rayama To­kuan, Cosme Ta­keya, João Yoshida Shoun e Do­mingos Jorge, que, pelo nome de Cristo foram quei­mados vivos. († 1619)

9.   Em Saint Charles, ci­dade do Mis­souri, nos Es­tados Unidos da Amé­rica do Norte, Santa Fi­lipa Du­chesne, virgem, das Irmãs do Sa­grado Co­ração de Jesus, que, nas­cida na França, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa reuniu a co­mu­ni­dade re­li­giosa e, par­tindo para a Amé­rica, ali abriu muitas escolas. († 1852)

10*.   Em Cec­cano, perto de Fro­si­none, na Itália, o Beato Gri­mo­aldo da Pu­ri­fi­cação (Fer­nando San­ta­maria), re­li­gioso da Con­gre­gação da Paixão, que, quando se pre­pa­rava com fervor e ale­gria para o sa­cer­dócio, con­su­mido pela en­fer­mi­dade, morreu santamente. († 1902)

11*.   Em Wal-Ruda, lo­ca­li­dade da Po­lónia, a Beata Ca­ro­lina Koska, virgem e mártir, que, no fragor da guerra, por de­fender a sua cas­ti­dade ame­a­çada por um sol­dado, foi atra­ves­sada por uma es­pada e morreu ainda ado­les­cente por Cristo. († 1914)

12*.   Em Ma­drid, na Es­panha, as be­atas Maria do Am­paro (Maria Ga­briela Hi­jo­nosa y Na­veros) e cinco companheiras, vir­gens da Ordem da Vi­si­tação de Santa Maria e már­tires, que du­rante a per­se­guição re­li­giosa per­ma­ne­ceram en­cer­radas no mos­teiro, mas trai­ço­ei­ra­mente cap­tu­radas pelos mi­li­ci­anos e fu­zi­ladas, foram ao en­contro do Es­poso, Jesus Cristo. São estes os seus nomes: Te­resa Maria (Laura Ca­ves­tany y An­duaga), Jo­sefa Maria (Maria do Carmo Bar­rera e Iza­guirre), Maria Inês (Inês Zu­daire y Gal­deano), Maria Ân­gela (Mar­tinha Olai­zola y Ga­ra­garza) e Maria En­grácia (Jo­sefa Jo­a­quina Le­cuona y Aramburu). († 1936)

13♦.   Em Lorca, perto de Múrcia, também na Es­panha, os be­atos már­tires José Maria Cá­novas Martínez, pres­bí­tero da di­o­cese de Car­ta­gena, e cinco religiosos da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, que, du­rante a per­se­guição contra a Igreja, re­ce­beram dos ho­mens a morte, mas de Deus a vida eterna. São estes os seus nomes: Ovídio Ber­trão (Es­têvão Anun­cibay Le­tona), Her­me­ne­gildo Lou­renço (Mo­desto Sáez Man­za­nares), Lu­ciano Paulo (Ger­mano Garcia Garcia), Es­ta­nislau Vitor (Cri­só­gono Cor­dero Fer­nandez), Lou­renço Tiago (Emílio Mar­tínez de la Pera y Álava). († 1936)

14♦.   Em Pa­ra­cu­ellos de Ja­rama, pró­ximo de Ma­drid, também na Es­panha, o Beato Vidal Luís Gómara, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição der­ramou o seu sangue por Cristo. († 1936)

15. Santa Salomé de Cracóvia (também na Folhinha do Coração de Jesus)

16. Santa Maudez (também na Folhinha do Coração de Jesus),

17. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, ainda em Antioquia, pela mesma época, Santo Hesíquio, mártir. Servia no exército imperial como soldado, e havia deposto seu talabarte para indicar sua recusa em sacrificar aos ídolos. Para puni-lo, o imperador mandou que o jogassem no rio Oronte, com uma pedra amarrada no pescoço. (M)

18. Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá.

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Rosário_de_Chiquinquirá

– Ver também: https://www.acidigital.com/Maria/chiquinquira.htm   e

19. Outros santos do dia 18 de novembro: págs. 106-126: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.  

– Sobre o dia 18 de novembro, ver ainda:  https://pt.m.wikipedia.org/wiki/18_de_novembro  

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Um comentário em “Santas e Santos de 18 de novembro

  1. Sempre FANTÁSTICOS OS MANOS. PARABÉNS E QUE O DIVINO ESPÍRITO SANTO OS ILUMINE SEMPRE! AQUI O COMENTÁRIO DE PADRE GERALDO BARBOSA: “Pedro e Paulo, colunas da Igreja têm as basílicas construídas sobre os seus sepulcros, no século IV e posteriormente reformadas. Simbolizam a “unidade e a apostolicidade da Igreja de Roma”(Liturgia Diária novembro de 2019). Estes apóstolos procuraram viver a Palavra de Deus em todas as ocasiões, lugares e circunstâncias. Paulo, mesmo vigiado e aprisionado, acolhia quem o procurava, pregando o reino de Deus, ensinando corajosamente e sem obstáculos tudo o que se referia a Jesus Cristo. Pedro, confiando em Jesus, vai ao seu encontro, caminhando sobre a água. Sente medo, começa a afundar e grita por socorro. Jesus chama sua atenção pela falta de fé e os que estão na barca se prostram, reconhecendo sua divindade como Filho de Deus. Procuremos, iluminados pela palavra, pregada e vivida por Pedro e Paulo, testemunhar nossa fé pelas boas obras.”

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