Santas e Santos de 10 de fevereiro

Me­mória do se­pul­ta­mento de Santa Es­co­lás­tica, virgem, irmã de São Bento, que, con­sa­grada a Deus desde a in­fância, tinha com o seu irmão a mesma co­mu­nhão em Deus, de forma que uma vez ao ano se en­con­travam em Mon­te­cas­sino, na Cam­pânia, re­gião da Itália, pas­sando todo o dia nos lou­vores di­vinos e em santos colóquios. († c. 547). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, festa de Santa Escolástica (também na Folhinha do Coração de Jesus). Consagrada a Deus desde sua infância, encontrava-se uma vez ao ano com seu irmão São Bento, perto do Mosteiro de Monte Cassino. O episódio ocorrido por ocasião de seu último encontro atesta os favores de que ela gozava junto a Deus, por causa de seu imenso amor. Suas relíquias, segundo uma antiga lenda, estariam repartidas entre a cidade de Le Mans, da qual é a padroeira, e Juvigny-les-Dames, situada hoje na diocese de Verdun. (R). Ver páginas 134-136: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santa_Escol%C3%A1stica

2.   Em Mag­nésia, na pro­víncia ro­mana da Ásia, na ac­tual Tur­quia, os santos Ca­ra­lampo, Por­fírio, Dauto e três mulheres, már­tires no tempo do im­pe­rador Sep­tímio Severo. († s. III)

3.   Na Via La­bi­cana, a dez mi­lhas de Roma, os santos Zó­tico e Amâncio, mártires. († s. III/IV)

4.   Perto de Ter­ra­cina, na Cam­pânia, hoje no Lázio, re­gião da Itália, São Sil­vano (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo. († s. IV). Também ver São Silvano, dos 70: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Silvano_dos_Setenta

5.   Em Saintes, na Aqui­tânia, na ac­tual França, São Troiano, bispo. († c. 550). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Troiano_de_Saintes

6*.   Em Be­sançon, na Bor­gonha, hoje também na França, São Pro­tádio, bispo. († c. 624)

7.   No ter­ri­tório de Rouen, na Nêus­tria, também na ac­tual França, Santa Aus­tre­berta, virgem e aba­dessa, que di­rigiu pi­e­do­sa­mente o mos­teiro de Pa­villy pouco antes fun­dado pelo bispo Santo Audeno. († 704). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Normandia, em 704 Santa Austreberta, virgem, cujo nome significa “fermento de Deus”. Tendo ingressado no mosteiro de Port, logo depois ela fundou um outro em Marconne, na propriedade de seus pais, e depois dirigiu o mosteiro de Pavilly, construído por São Filiberto, abade de Jumièges. (M). Ver páginas 148-151: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

8.   Na gruta cha­mada Stá­bulum Rhódis, perto de Gros­seto, na Tos­cana, re­gião da Itália, São Gui­lherme (também na Folhinha do Coração de Jesus), ere­mita de Ma­la­valle, cujo exemplo deu origem a muitas con­gre­ga­ções de eremitas. († 1157). Ver páginas 152-155: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

Também conforme:

http://www.paginaoriente.com.br/santosdaigreja/fev/guilheval1002.htm

https://comeceodiafeliz.com.br/santo/sao-guilherme-de-malavale

9*.   No mos­teiro pre­mons­tra­tense de Fosses, perto de Namur, na Lo­ta­ríngia, ac­tu­al­mente na Bél­gica, o Beato Hugo, abade, cujo mestre, São Nor­berto, en­tre­tanto eleito bispo de Mag­de­burgo, lhe con­fiou a or­ga­ni­zação da nova Ordem, que ele go­vernou com grande sa­be­doria du­rante trinta e cinco anos. († c. 1163). Ver páginas 156-157: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

10*.   Em Rí­mini, na Fla­mínia, ac­tu­al­mente na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, Santa Clara, viúva, que ex­piou com pe­ni­tência, mor­ti­fi­cação da carne e je­juns a an­te­rior vida li­cen­ciosa e, reu­nindo-se num mos­teiro com ou­tras com­pa­nheiras, serviu o Se­nhor em es­pí­rito de humildade. († 1324/1329). Ver páginas 140-144: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

11*.   Em Avrillé, perto de An­gers, na França, os be­atos Pedro Fremond e cinco companheiras, már­tires, que du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa foram fu­zi­lados por causa da sua fi­de­li­dade à Igreja católica. São estes os seus nomes: Ca­ta­rina e Maria Luísa du Ver­dier de la So­rinière, irmãs; Luísa Bessay de la Voûte; Maria Ana Ha­cher du Bois; Luísa Poirer, esposa. († 1794)

12.   Em Co­tija, no Mé­xico, São José Sán­chez del Rio, mártir. († 1927). Fuzilado aos 14 anos no México. Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Lu%C3%ADs_S%C3%A1nchez_Del_R%C3%ADo

13*.   Em Val­verde del Ca­mino, perto de Hu­elva, na An­da­luzia, re­gião da Es­panha, a Beata Eu­sébia Pa­lo­mino Yenes, virgem do Ins­ti­tuto das Fi­lhas de Maria Au­xi­li­a­dora, que, dando tes­te­munho in­signe de hu­mil­dade, sem os­ten­tação al­guma, com grande es­pí­rito de ab­ne­gação al­cançou nos ser­viços mais hu­mildes os mais su­blimes dons da graça. († 1935)

14*.   Na ci­dade de Krasic, perto de Za­greb, na Croácia, o Beato Luís Stepinac, ar­ce­bispo de Za­greb, que se opôs au­daz­mente a dou­trinas que ofen­diam a fé e a dig­ni­dade hu­mana, até que, pela sua fi­de­li­dade à Igreja, foi de­tido muito tempo no cár­cere e, en­fra­que­cido pela do­ença, ter­minou o seu in­signe episcopado. († 1960). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alo%C3%ADsio_Stepinac

15. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, na Via Apia, cerca de 304, o martírio de Santa Sotera, virgem. Originária da ilustre família romana dos Aurélios, renunciou a seus privilégios por causa do amor a Cristo. (M). Ver pág. 145: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

16. São Zeno, monge e confessor. Ver páginas 146-147: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

17. Outros santos do dia 10 de fevereiro: págs. 134-159: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-v%203.pdf

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito. 

– Sobre o dia 10 de fevereiro, ver ainda: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/10_de_fevereiro

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Santas e Santos de 09 de fevereiro

1.  Em Ale­xan­dria, no Egipto, a co­me­mo­ração de Santa Apo­lónia (No Martirológio Romano-Monástico, Santa Apolínea. São Dionísio de Alexandria conta que ela foi presa pelos pagãos durante uma agitação popular. Quebraram-lhe todos os dentes e depois ameaçaram jogá-la viva numa fogueira que eles haviam acendido, caso ela não renegasse sua fé. Mas ela, interiormente abrasada pelo fogo da caridade, lançou-se espontaneamente dentro das chamas – M), virgem e mártir, que, de­pois de muitos e cruéis tor­mentos in­fli­gidos pelos per­se­gui­dores, re­cu­sando-se a pro­ferir pa­la­vras sa­crí­legas, pre­feriu morrer quei­mada nas chamas a re­negar a fé.

É a padroeira dos dentistas. Algo mais sobre a história de Santa Apolônia:

Padroeira dos dentistas

Em meio às grandes torturas que sofreu sem negar sua fé, Santa Apolônia teve seus dentes arrancados por pedras afiadas. Mesmo sofrendo a dor lancinante de ter seus dentes quebrados, ela não renunciou à sua fé em Jesus Cristo. Ao ver sua firmeza na fé, os carrascos quebraram sua face com pancadas. Em seguida, foi condenada a morrer queimada. Depois de sua morte, seus dentes foram recolhidos e levados para vários mosteiros. Existe um dente e um pedaço de sua mandíbula no Mosteiro de Santa Apolônia em Florença, Itália.

Morte de Santa Apolônia

Depois de todos os sofrimentos pelos quais tinha passado, Santa Apolônia ainda reunia forças para mostrar a todos sua fé inabalável. Assim, mesmo amarrada, ela própria se jogou na fogueira onde morreria, dizendo que preferia a morte a renunciar sua fé em Cristo Jesus. Deus, porém, protegeu Santa Apolônia e ela escapou ilesa da fogueira. Muitos dos presentes se converteram ao presenciar este fato. Então os algozes lhe deram vários golpes de espada e lhe deceparam a cabeça. Santa Apolônia faleceu no ano de 249.

Reverência de Santo Agostinho

Mais tarde Santo Agostinho explicou que esse ato de Santa Apolônia foi inspirado pelo Espírito Santo, como um ato de coragem ao enfrentar todas as forças da época em nome de Jesus Cristo. Mais completo em:

https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-santa-apolonia/63/102/#c

– Ver páginas 119-120: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Apol%C3%B4nia_de_Alexandria

2.   Também em Ale­xan­dria, a paixão de vá­rios santos mártires, que foram exe­cu­tados pelos ari­anos com di­versos gé­neros de morte, quando es­tavam na igreja a ce­le­brar os santos mis­té­rios. († s. IV) († s. IV)

3.   Em Le­mel­lefa, na África Se­ten­tri­onal, na ac­tual Ar­gélia, a co­me­mo­ração dos santos Primo e Do­nato (também na Folhinha do Coração de Jesus), diá­conos e már­tires, que foram mortos pelos he­reges na igreja, quando ten­tavam de­fender o altar. († c. 361)

4.   Num monte pró­ximo de Apa­meia, na Síria, São Marão (também na Folhinha do Coração de Jesus, São Maron), ere­mita, to­tal­mente con­sa­grado a uma ri­go­rosa pe­ni­tência e à vida in­te­rior. Junto do seu se­pulcro foi edi­fi­cado um cé­lebre mos­teiro, onde de­pois teve origem a co­mu­ni­dade cristã de­sig­nada com o seu nome. († c. 423). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maron_do_L%C3%ADbano

5*.   No mos­teiro de Llan­daff, na Câm­bria, ac­tual País de Gales, São Telo, bispo e abade, cujas obras ad­mi­rá­veis ce­le­bram muitas igrejas, tanto no País de Gales como na Cor­nu­alha e na Armórica. († 560)

6.   Em Ca­nosa, na Apúlia, re­gião da Itália, São Sa­bino, bispo, que foi amigo de São Bento e en­viado como le­gado da Sé Ro­mana a Cons­tan­ti­nopla, para de­fender a ver­da­deira fé contra a he­resia monofisita. († c. 566). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de Bari, no séc. VI, São Sabino, bispo. Segundo São Gregório Magno, era amigo de São Bento, que o amava em razão de sua santa vida. (M)

7.   Em Haut­mont, junto ao rio Sambre, no Hai­naut, na ac­tual França, o pas­sa­mento de Santo Ans­berto, que, de­pois de ter sido abade de Fon­te­nelle, ocupou a sede epis­copal de Rouen e foi exi­lado pelo prín­cipe Pepino. († c. 695). Ver: Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 692, Santo Ansberto. Renunciando a todas as honrarias da corte de Clotário III, preferiu seguir a Cristo sob a direção de São Vandrilo, abade de Fontenelle, a quem mais tarde veio a suceder. Eleito em seguida para a Sé episcopal de Ruão, acabou morrendo exilado, por motivos políticos, na abadia de Hautmont, na região do Hainaut (Bélgica). (M). Ver páginas 121-122: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

8*.   Na Ba­viera, na ac­tual Ale­manha, a co­me­mo­ração de Santo Altão, abade, na­tural da Ir­landa, que cons­truiu um mos­teiro nos bos­ques desta re­gião, mais tarde de­sig­nado com o seu nome. († s. VIII). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VIII, Santo Alton, monge irlandês. Com diversos companheiros explorou uma floresta doada por Pepino, o Breve, na Baviera, e depois construiu uma casa digna do serviço divino que conservou seu nome daí em diante: Altonmünster. (X)

9*.   Em Nó­cera Umbra, na Úm­bria, re­gião da Itália, São Rai­naldo, bispo, que foi monge ca­mal­du­lense na abadia de Fonte Avel­lana e, exer­cendo de­pois o mi­nis­tério epis­copal, con­servou fir­me­mente os há­bitos da vida monástica. († 1222)

10.   Em Dülmen, na Ale­manha, a Beata Ana Ca­ta­rina Emmerick, virgem da Ordem de Santo Agostinho. († 1824). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Anna_Catarina_Emmerich

11*.   Em Premiá de Mar, perto de Bar­ce­lona, na Es­panha, São Mi­guel (Fran­cisco Luís Fe­bres Cor­dero), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, que se de­dicou ao en­sino dos es­tudos li­te­rá­rios du­rante quase qua­renta anos em Cu­enca, no Equador, e, tras­la­dando-se de­pois para a Es­panha, viveu na sim­pli­ci­dade de co­ração e na per­feita ob­ser­vância da Regra. († 1910)

12.   Em Arandas, re­gião de Ja­lisco, no Mé­xico, o Beato Luís Magaña Servin, pai de fa­mília e mártir. († 1928)

13.   Em Gra­nada, na Es­panha, o Beato Le­o­poldo de Alpandeire (Fran­cisco Tomás Már­quez Sán­chez), re­li­gioso da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, que de­sem­pe­nhou du­rante muitos anos o ofício de esmoler. († 1956)

14. No mesmo dia, o martírio de santo Alexandre (também na Folhinha do Coração de Jesus) e de outros trinta e oito santos, coroados ao mesmo tempo. Conforme pág. 133: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

15. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Antioquia, na Síria, também no séc. III, São Nicéforo, que pediu para morrer no lugar de um padre apóstata, recebendo a coroa do martírio que o padre acabava de deixar escapar. (M). Ver páginas 126-128: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

16. São Bernardo de Scammaca, dominicano. Ver páginas 123-125: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

17. Bem-Aventurado Mariano Scott, abade e confessor. Ver páginas 129-130: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

18. Outros santos do dia 09 de fevereiro: págs. 119-133: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-v%203.pdf

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito. 

– Sobre o dia 09 de fevereiro, ver ainda: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/9_de_fevereiro

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.