Santas e Santos de 12 de maio

São Nereu e Santo Aquileu (ou Aquiles) már­tires (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, como narra o papa São Dâ­maso, se ti­nham alis­tado como sol­dados e, cons­tran­gidos pelo temor, se pre­pa­ravam para obe­decer às ím­pias or­dens do ma­gis­trado; mas, con­ver­tidos ao ver­da­deiro Deus, dei­taram fora os es­cudos, ar­ma­duras e dardos, aban­do­naram o acam­pa­mento e, con­fes­sando a fé de Cristo, go­zaram o seu triunfo. Neste dia foram se­pul­tados os seus corpos no ce­mi­tério de Do­mi­tila, junto à Via Ar­de­a­tina de Roma. († s. III f.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no tempo de Diocleciano, os Santos Nereu e Aquiles (ou Aquileu). Companheiros de armas a serviço do imperador, mostraram-se irmãos na fé até à morte. (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nereu_e_Aquileu

São Pan­crácio (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir, que, se­gundo a tra­dição, ainda ado­les­cente morreu por Cristo, também em Roma, a duas mi­lhas na Via Au­rélia. Sobre o seu se­pulcro, o papa São Sí­maco le­vantou uma cé­lebre ba­sí­lica, e o papa São Gre­gório Magno reuniu fre­quen­te­mente o povo nesse lugar, para que ali com­pre­en­desse o tes­te­munho do ver­da­deiro amor cristão. Co­me­mora-se neste dia o seu sepultamento. († s. IV in.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, igualmente São Pancrácio, jovem cristão que foi martirizado com a mesma idade e na mesma época em que Santa Inês. (M). Conforme a Folhinha do Coração de Jesus de 10 de maio de 2012, Pancrácio era filho de nobres romanos não cristãos. Nascido na Frígia, em 289, mudando-se para Roma entrou em contato com o cristianismo, e passou a admirar a coragem e a fé daqueles homens e mulheres dispostos a derramar seu sangue por Jesus. Narra a tradição que foi o próprio Papa Marcelino, refugiado junto ao tio de Pancrácio, Dionisio, que o instruiu na fé e o batizou, em 303. Com o acentuar-se da perseguição sob Diocleciano, Pancrácio foi preso e decapitado, junto com outros cristãos. Tinha 14 anos, Os cristãos recolheram seu corpo e o depositaram numa catacumba próxima à Via Aurélia, onde se encontra até hoje. Com o incremento da devoção ao mártir, no local foi erguida uma basílica. Frei Sandro Roberto da Costa, OFM Petrópolis/RJ. Ver págs. 301-302: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%208.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pancr%C3%A1cio_de_Roma

Beata Joana de Portugal, virgem, filha do rei Afonso V, que, re­cu­sando re­pe­ti­da­mente as núp­cias, pre­feriu servir na Ordem dos Pre­ga­dores, tor­nando-se re­fúgio dos po­bres, dos ór­fãos e das viúvas e, de­pois de uma vida de ex­tra­or­di­nária pi­e­dade, morreu no mos­teiro do­mi­ni­cano de Aveiro, ci­dade de Portugal. († 1490). Ver págs. 299-300: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%208.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Joana,_Princesa_de_Portugal

4.   Em Axió­polis, na Mésia, hoje Cer­na­voda, na Ro­ménia, São Ci­rilo, que con­sumou o mar­tírio jun­ta­mente com seis companheiros. († c. s. III)

5.   Em Sa­la­mina, na ilha de Chipre, Santo Epi­fânio, bispo, que, do­tado de ex­ce­lente eru­dição e co­nhe­ci­mento da li­te­ra­tura sa­grada, foi também ad­mi­rável na san­ti­dade de vida, zelo pela fé ca­tó­lica, li­be­ra­li­dade para com os po­bres e dom de milagres. († 403). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 403,Santo Epifânio, judeu da Palestina, que se converteu a Cristo e levou, perto de sua aldeia natal, vida monástica durante trinta anos. Eleito bispo de Chipre, conservou o hábito e os costumes de monge, gozando de grande prestígio entre seus fiéis. Sua erudição e seu amor pela ortodoxia levaram-no a denunciar várias doutrinas maculadas pela heresia. (M). Ver págs. 291-296: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%208.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Epif%C3%A2nio

6.   Em Agira, na Si­cília, re­gião da Itália, São Fi­lipe, pres­bí­tero, oriundo da Trácia. († s. V)

7.   Em Tré­veris, na Re­nânia, re­gião da Aus­trásia, ac­tu­al­mente na Ale­manha, São Mo­do­aldo, bispo, que cons­truiu e fa­vo­receu igrejas e mos­teiros, ins­ti­tuiu vá­rias co­mu­ni­dades de vir­gens e foi se­pul­tado junto da sua irmã Severa. († c. 647). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 640,São Modoaldo. Nascido na Aquitânia, foi durante muito tempo conselheiro na corte dos merovíngios, antes de sua eleição para chefiar a Igreja de Treves. (X)

8*.   No mos­teiro de Mar­chi­ennes, no ter­ri­tório de Cam­brai da Aus­trásia, ac­tu­al­mente na França, Santa Ric­trudes, aba­dessa, que, de­pois da morte vi­o­lenta do seu es­poso Ada­baldo, acon­se­lhada por Santo Amando tomou o sa­grado véu e com ad­mi­rável sa­be­doria di­rigiu as vir­gens sagradas. († c. 688). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na diocese de Arras, em 688, Santa Rictrude, duquesa de Douai, mãe de toda uma família de santos. Após a morte de seu marido, duplicou o mosteiro masculino de Marchiennes, já existente, com um mosteiro de monjas onde tomou o véu. (M). Ver págs. 297-298: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%208.pdf

9.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, São Ger­mano, bispo, in­signe pela sua vir­tude e sa­be­doria, que re­futou com grande fir­meza o edito pro­mul­gado pelo im­pe­rador Leão, o Isáu­rico, contra as sa­gradas imagens. († 733). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, São Germano, arcebispo de Constantinopla, morto quase centenário, em 733. Célebre panegirista da Mãe de Deus, é-lhe  atribuído o hino “Akatistós”, ladainha da liturgia oriental em honra de Nossa Senhora, saudada como a “Esposa sempre virgem”. (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Germano_I_de_Constantinopla

10.     Em Cas­tela, re­gião da Es­panha, no lugar pos­te­ri­or­mente de­sig­nado com o seu nome, São Do­mingos da Calçada, pres­bí­tero, que cons­truiu pontes e ca­mi­nhos para uso dos pe­re­grinos que se di­ri­giam a São Tiago de Com­pos­tela e pro­vi­den­ciou com grande pi­e­dade às suas ne­ces­si­dades nas celas e es­ta­la­gens por ele preparadas. († 1060/1109)

11*.   Em Bo­lonha, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, a Beata Imelda Lam­ber­tíni, virgem, que, re­ce­bida desde tenra idade entre as monjas da Ordem dos Pre­ga­dores, ainda muito jovem, de­pois de ter co­mun­gado com ex­tra­or­di­nária de­voção a Eu­ca­ristia, ime­di­a­ta­mente en­tregou o seu es­pí­rito a Deus. († 1333). Ver: SANTA IMELDA LAMBERTINI – 12 DE MAIO

 – padroeira das crianças que vão fazer a Primeira Comunhão

História[editar | editar código-fonte]

Tornou-se noviça aos 9 anos. Morreu aos 11, durante a missa em que recebeu sua primeira comunhão.

Foi beatificada em 1826 pelo papa Leão XII, que estendeu a toda a Igreja o culto que já lhe prestavam em Bolonha. Em 1908, o papa Pio X a proclamou padroeira das crianças que fazem a primeira comunhão.

corpo incorrupto de Imelda Lambertini jaz conservado na capela de São Sigismundo, em Bolonha (Itália).

Com apenas 8 anos de idade, entrou para o convento. Aos 10, recebeu o hábito de monja dominicana. Embora tivesse tão pouca idade, era uma freirinha em tudo exemplar nas atividades da vida religiosa. Entretanto, algo a intrigava: o fato de as pessoas receberem a Sagrada Comunhão e continuarem a viver.

Como Imelda não tinha idade para comungar, costumava perguntar às religiosas: “Irmã, a senhora comungou Jesus e não morreu?”. As freiras respondiam assustadas: “Que é isso, menina? Por que morrer?”. A pequenina religiosa respondia: “Como pode a senhora receber Jesus, em Comunhão, e não morrer de amor e de tanta felicidade?”. Pois aconteceu que na madrugada do dia 12 de maio de 1333, véspera do Domingo da Ascensão do Senhor, Imelda estava na Santa Missa e já não aguentava mais de tanta vontade de comungar. Perguntava-se ela: “Se Jesus mandou ir a Ele as criancinhas, porque não posso comungar?”. O padre já tinha acabado de dar a Sagrada Comunhão às religiosas quando todos viram: uma hóstia saiu do cibório e voou pela capela. Parou em cima da cabeça de Imelda. O padre, então, entendeu que era hora dela comungar.

Ao receber a Santíssima Eucaristia, Imelda se colocou em profunda adoração. Após horas de oração, a Madre Superiora foi até a freirinha e lhe disse: “Está bem, Irmã Imelda. Já adorou bastante a Jesus. Podemos seguir… Vamos para as outras atividades do convento”. Imelda, entretanto, permanecia imóvel. Após a insistência da Superiora, nada acontecia. Foi, então, que a Madre pegou amorosamente Imelda pelos bracinhos e ela caiu em seus braços. É… Imelda havia morrido na sua Primeira Comunhão. Cumpriu-se a indagação da pequena grande Imelda: “Como pode alguém receber Jesus, na Sagrada Comunhão, e não morrer de felicidade?”. Aos 11 anos, Imelda morreu de amor e de felicidade por ter recebido Jesus!

O corpo de Imelda Lambertini encontra-se incorrupto na Capela de São Sigismundo, na Bolonha, Itália. O Papa São Pio X a proclamou padroeira das crianças que vão fazer a Primeira Comunhão.

https://pt.wikipedia.org/wiki/12_de_maio

13. São Leopoldo Mandic, na Folhinha do Coração de Jesus

14. Beato Dom Álvaro del Portillo. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81lvaro_del_Portillo

15. Outros santos do dia 12 de maio: páginas: 291-305 (vol.08): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%208.pdf

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito. 

– Sobre o dia 12 de maio, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/12_de_maio

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 393-395:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

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