Santas e Santos de 21 de julho

São Lou­renço de Brindes, pres­bí­tero e doutor da Igreja, que, tendo en­trado na Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, de­sem­pe­nhou in­can­sa­vel­mente o mi­nis­tério da pre­gação em vá­rias re­giões da Eu­ropa, quer para de­fender a Igreja dos ata­ques dos in­fiéis, quer para pro­mover a re­con­ci­li­ação dos prín­cipes, quer no go­verno da sua Ordem, re­a­li­zando toda a sua ac­ti­vi­dade com sim­pli­ci­dade e hu­mil­dade. Morreu em Lisboa, ci­dade de Por­tugal, no dia 22 de Julho. († 1619). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Lisboa, o nascimento no céu de São Lourenço de Brindisi (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ministro geral dos capuchinhos, pregou diversas missões em toda a Europa, diante do Judaísmo e do Islamismo (R). Conforme a Folhinha do Coração de Jesus de 19/07/2013 “21/07: SÃO LOURENÇO DE BRINDISI. Nasceu em Brindisi, na Itália, em 1559. Entrou para a Ordem dos frades capuchinhos, da qual chegou a ser superior-geral de 1602 a 1605. Destacou-se sobretudo na restauração da fé católica. Conhecedor excepcional das Sagradas Escrituras, citando em seus sermões trechos de memória, inclusive em hebraico. Tornou-se inflamado e competente pregador pela vasta cultura que possuía, pela sua bela voz e figura imponente. Fez ouvir sua palavra em vários países da Europa. A evidente coerência entre sua palavra e sua vida o faz ser respeitado também pelos adversários. Realizou cada tarefa assumida com simplicidade e humildade principalmente em defesa da Igreja contra os infiéis e em reconciliar as potências em guerra. Morreu em 22 de julho de 1619 em Lisboa, Portugal. Frei Marcos Antônio de Andrade, OFM. 19/07/2013~ Petrópolis/RJ”.  Ver páginas 268-269: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf 

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Louren%C3%A7o_de_Brindisi

2.   Em Mar­selha, na Pro­vença, re­gião da Gália, ac­tu­al­mente na França, São Vítor, mártir. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. III, o nascimento no céu de Santo Victor, mártir, vitorioso pelo nome e pela fé que professou em presença do imperador Maximiano, quando este passava por Marselha. Cassiano fundou, sobre seu túmulo, um mosteiro que teve grande influência nos sécs. XI e XII. (M) († c. 292). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADtor_de_Marselha

3.   Em Emessa, hoje Homs, na Síria, São Si­meão Salo, que, mo­vido pelo Es­pí­rito Santo, quis ser con­si­de­rado louco por amor de Cristo e ig­nóbil aos olhos dos ho­mens. Também a co­me­mo­ração de São João (também na Folhinha do Coração de Jesus), ere­mita, que, du­rante quase trinta anos, foi com­pa­nheiro de São Si­meão na pe­re­gri­nação aos Lu­gares Santos e no ermo pró­ximo do lago As­fál­tite, na Judeia. († s. IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. IV, São João, monge, que viveu na oração e na penitência no deserto da Síria. (M). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. IV, São João, monge, que viveu na oração e na penitência no deserto da Síria. (M)

4.   Em Roma, a co­me­mo­ração de Santa Pra­xedes (também na Folhinha do Coração de Jesus), a cujo tí­tulo foi de­di­cada a Deus uma igreja no Esquilino. († a. 491). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Praxedes

5.   Em Es­tras­burgo, ci­dade da Bor­gonha, ac­tu­al­mente na França, Santo Ar­bo­gasto, bispo. († s. VI). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, eremita originário da Aquitânia, que tornando-se bispo de Estrasburgo construiu a catedral de Nossa Senhora, e depois um mosteiro dedicado a São Martinho. (M). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VI, Santo Arbogasto, eremita originário da Aquitânia, que tornando-se bispo de Estrasburgo construiu a catedral de Nossa Senhora, e depois um mosteiro dedicado a São Martinho. (M)

6*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Ga­briel Per­gaud, pres­bí­tero e mártir, que, sendo có­nego re­gular na abadia de Be­au­lieu, no ter­ri­tório de Sain-Brieuc, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, por causa do sa­cer­dócio foi ar­re­ba­tado para fora da abadia e en­car­ce­rado na esquá­lida ga­lera, onde con­sumou o seu mar­tírio, mor­rendo afec­tado por uma en­fer­mi­dade contagiosa. († 1794)

7.   Em Yan­zi­bian, pró­ximo de Yang­ping­guan, na China, Santo Al­be­rico Crescitélli, pres­bí­tero do Pon­ti­fício Ins­ti­tuto das Mis­sões Es­tran­geiras e mártir, que, du­rante a per­se­guição dos “Yihe­tuan”, cru­el­mente es­pan­cado quase até à morte, foi no dia se­guinte ar­ras­tado por um ca­minho pe­dre­goso com os pés li­gados até ao rio, onde, mi­nu­ci­o­sa­mente di­la­ce­rado e fi­nal­mente de­ca­pi­tado, re­cebeu a coroa do martírio. († 1900)

8.   A ca­minho de Dai­ning, pró­ximo de Yong­nian, ci­dade do Hubei, pro­víncia da China, a paixão de São José Wang Yumei, mártir na mesma perseguição. († 1900)

9♦.   Em Mora, pró­ximo de To­ledo, na Es­panha, o Beato Agrí­cola Ro­drí­guez Garcia de los Huertos, pres­bí­tero da di­o­cese de To­ledo e mártir, que du­rante a per­se­guição no com­bate da fé al­cançou a vida eterna. († 1936)

10♦.   Em Morón de la Fron­tera, perto de Se­vilha, na Es­panha, os be­atos már­tires José Limón Limón, pres­bí­tero e José Blanco Salgado, re­li­gioso, ambos da So­ci­e­dade Sa­le­siana, que du­rante a mesma per­se­guição, foram co­ro­ados pelo mar­tírio no tes­te­munho de Cristo. († 1936)

11. Profeta Daniel. Ver páginas 225-246:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel

12. Bem-Aventurado Odin Barotti, confessor. Ver páginas 247-248: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

13. Outros santos do dia 21 de JULHO, páginas: 225-249: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

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OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 21 de julho, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/21_de_julho

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 564-565:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

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Santas e Santos de 20 de julho

Santo Apo­li­nário (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que, ma­ni­fes­tando ao povo as in­son­dá­veis ri­quezas de Cristo, ca­mi­nhava à frente do seu re­banho como bom pastor e, se­gundo a tra­dição, honrou com o seu ilustre mar­tírio a Igreja de Classe, em Ra­vena, na Fla­mínia, ac­tu­al­mente na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália. No dia 23 de Julho partiu para o ban­quete eterno. († c. s. II). Também lembrado dia 23 de julho. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, de 23 de julho, perto do ano 200, Santo Apolinário, primeiro bispo de Ravena. Inicialmente exerceu o ministério entre soldados e marinheiros daquela importante cidade portuária e militar do Império. Os duros trabalhos que teve que suportar em seu apostolado sacerdotal e episcopal conferiram-lhe o título de mártir (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Apolin%C3%A1rio_de_Ravena

2.   A co­me­mo­ração de Santo Elias o Tesbita, pro­feta do Se­nhor no tempo de Acab e Aca­zias, reis de Is­rael, que rei­vin­dicou os di­reitos do Deus único contra a in­fi­de­li­dade do povo com tanto ardor que pre­fi­gu­rava não só João Bap­tista mas o pró­prio Cristo. Não deixou orá­culos es­critos, mas a sua me­mória é fi­el­mente con­ser­vada, es­pe­ci­al­mente no monte Carmelo. No séc. IX antes da nossa era, o Profeta Elias. Depois de algum tempo de vida solitária, escondida perto da torrente de Carit, a leste do Jordão, deixou inflamar, sobre o monte Carmelo, seu zelo devoto pela fidelidade à Aliança, antes de ir se recolher dentro da fenda do rochedo no alto do monte Horeb, para sentir o suave sopro da voz divina. Foi carregado o céu num turbilhão de fogo, mas retornou na pessoa de João Batista para preparar a vinda do Messias. Em nome de todos os Profetas do Antigo Testamento, Elias deu testemunho da divina missão de Cristo, por ocasião de Sua Transfiguração. (M). Ver páginas 195-213: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf  

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Elias

https://pt.wikipedia.org/wiki/Elias

3.   A co­me­mo­ração de São José Bar­sabás, cha­mado o Justo, dis­cí­pulo do Se­nhor, que os Após­tolos pro­pu­seram, jun­ta­mente com o após­tolo São Ma­tias, para que um deles ocu­passe o lugar de Judas o traidor; mas, em­bora a sorte tenha caído sobre Ma­tias, exer­citou igual­mente o mi­nis­tério da pre­gação e da santidade. Ver páginas 214-215: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

4.   Em An­ti­o­quia da Pi­sídia, na ac­tual Tur­quia, Santa Ma­rinha, ou Marina ou Mar­ga­rida, que, se­gundo a tra­dição, con­sa­grou o seu corpo a Cristo na san­ti­dade e no martírio. († data inc.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Antioquia, no fim do séc. III, Santa Margarida, que consagrou seu corpo a Cristo pela virgindade e pelo martírio. Muito popular durante a Idade Média, foi uma das “vozes” de Santa Joana D’Arc. (M). Ver páginas 216-218: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Margarida_de_Antioquia

5.   Na Etiópia, São Fru­mêncio, bispo, que, tendo sido pri­si­o­neiro, foi de­pois or­de­nado bispo por Santo Ata­násio e pro­pagou o Evan­gelho nesta região. († s. IV)

6.   Em Car­tago, na ac­tual Tu­nísia, Santo Au­rélio (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, co­luna fir­mís­sima da Igreja, que pro­tegeu os fiéis contra os cos­tumes pa­gãos e es­ta­be­leceu a sede epis­copal no lugar onde antes se en­con­trava uma es­tátua da deusa Celeste. († c. 430). Ver páginas 219-220: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Aur%C3%A9lio_de_Cartago

7.   No ter­ri­tório de Bou­logne, na Gália, ac­tu­al­mente na França, São Vul­maro, pres­bí­tero, que da con­dição de hu­milde pastor foi con­du­zido aos es­tudos e ad­mi­tido ao mi­nis­tério sa­cer­dotal; de­pois re­tirou-se num ermo para viver se­gundo o cos­tume dos pa­dres an­tigos e fi­nal­mente fundou em Haut­mont, no Hai­naut, entre os bos­ques da sua terra natal, dois mos­teiros, um para os monges e outro para as sa­gradas virgens. († c. 700).

8.   Em Cór­dova, na An­da­luzia, re­gião da Es­panha, São Paulo (também na Folhinha do Coração de Jesus), diá­cono e mártir, que, ins­truído pelo exemplo e pela pa­lavra de São Si­se­nando, não teve medo de cen­surar aos prín­cipes e ma­gis­trados dos Mouros a fal­si­dade do seu culto e foi morto con­fes­sando a fé em Cristo como ver­da­deiro Deus. († 851). Em Córdova, em 851, São Paulo, diácono, martirizado ao confessar a divindade de Cristo diante do Islamismo. (M)

9*.   Em Hil­desheim, na Sa­xónia, re­gião da ac­tual Ale­manha, o Beato Ber­nardo, bispo, que, em­bora cego, go­vernou a sua Igreja du­rante vinte e três anos. († 1153)

10.   Em Seul, na Co­reia, as santas Ma­da­lena Yi Yong-hui, Te­resa Yi Mae-im, Marta Kim Song-im, Luzia Kim, Rosa Kim, Ana Kim Chang-gum e Maria Won Kwi-im, virgem, e São João Bap­tista Yi Kwang-nyol, mártires. († 1839)

11.   Em Nam Dinh, ci­dade do Ton­quim, no ac­tual Vi­etnam, São José Maria Díaz Sanjurgo, bispo da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir, que, na per­se­guição de­sen­ca­deada pelo im­pe­rador Tu Duc, foi con­de­nado à morte em ódio à fé cristã. († 1857)

12.   Em Zhou­jiahe, ci­dade pró­xima de Ying­xian, no Hebei, pro­víncia da China, a paixão dos santos Leão Inácio Mangin e Paulo Denn, pres­bí­teros da Com­pa­nhia de Jesus, que, na per­se­guição de­sen­ca­deada pela seita dos “Yihe­tuan”, quando con­for­tavam ar­den­te­mente os fiéis reu­nidos na igreja, foram sur­pre­en­didos pelos ini­migos que ir­rom­peram no templo e mortos di­ante do altar. Com eles pe­receu também Santa Maria Zhou Wuzhi, que, in­ten­tando pro­teger com o seu corpo São Leão, mi­nistro da sa­grada Eu­ca­ristia, caiu fe­rida de morte. († 1900). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1900, o martírio do Bem-Aventurado Leão-Inácio Mengin, jesuíta de Lorena, que confessou a fé cristã até o derramamento de sangue, juntamente com outros cinquenta e quatro católicos chineses. (X)

13.   Em Lu­ji­azhuang, pró­ximo de Ying­zian, também no Hebei, São Pedro Zhou Rixin, mártir, que, na mesma per­se­guição dos “Yihe­tuan”, pe­rante as in­sis­tên­cias do pre­feito para ab­jurar, negou poder re­negar a sua fé no Deus cri­ador do mundo, e por isso foi decapitado. († 1900)

14.   Em Da­li­acum, ci­dade pró­xima de Wuyi, na mesma pro­víncia da China, Santa Maria Fu Guilin, uma pro­fes­sora que, na mesma per­se­guição, foi en­tregue às mãos dos ini­migos do Evan­gelho de Cristo e morreu de­ca­pi­tada en­quanto in­vo­cava Cristo Salvador. († 1900)

15.   Em Wuqiao Zha­ojia, também no Hebei, a co­me­mo­ração das santas Maria Zhao Guozhi e suas fi­lhas Rosa Zhao e Maria Zhao, que, na mesma per­se­guição, para não serem vi­o­ladas se lan­çaram num poço; mas foram de lá re­ti­radas e con­su­maram o seu martírio. († 1900)

16.   Em De­chau, também no Hebei, a co­me­mo­ração de São Xi Guizi, mártir, que, ainda ca­te­cú­meno, na praça em tu­multo de­clarou ser cristão e, di­la­ce­rado pelos golpes dos ini­migos da fé, foi bap­ti­zado com o seu sangue. († 1900)

17*.   Em Ma­drid, na Es­panha, as be­atas Rita Do­lores do Co­ração de Jesus (Rita Do­lores Pu­jalte y Sán­chez) e Fran­cisca do Co­ração de Jesus (Fran­cisca Aldea y Araújo), vir­gens da Con­gre­gação das Irmãs da Ca­ri­dade do Sa­grado Co­ração de Jesus e már­tires, que, du­rante a per­se­guição re­li­giosa na guerra civil, foram presas pelos ini­migos da Igreja na ca­pela do co­légio e pouco de­pois fu­zi­ladas na praça pública. († 1936)

18♦.   Em Se­vilha, na Es­panha, o Beato An­tónio Fer­nandez Camacho, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir, que, na mesma per­se­guição contra a Igreja, con­firmou com o seu sangue a sua fi­de­li­dade ao Senhor. († 1936)

19♦.   Em Ma­drid, na Es­panha, os be­atos Luís Fu­rones Furones (Abraão Fu­rones Fu­rones), pres­bí­tero, e Ja­cinto Garcia Riesco, re­li­gioso, ambos da Ordem dos Pre­ga­dores e már­tires, que, na mesma per­se­guição, pela sua in­ven­cível cons­tância na fé al­can­çaram o reino celeste. († 1936)

20♦.   Em Bar­ce­lona, na Es­panha, os be­atos már­tires Lucas de São José (José Tristañy Pujol), pres­bí­tero da Ordem dos Car­me­litas Des­calços, e João José de Jesus Crucificado (João Pá­fila Mon­tlleó), pres­bí­tero da Ordem da San­tís­sima Trin­dade, que, na mesma per­se­guição, me­re­ceram di­ante de Deus om­ni­po­tente a palma da vitória. († 1936)

21♦.   Em Moiá, perto de Bar­ce­lona, na Es­panha, o Beato Jorge de São José (An­tónio Bosch Ver­dura), pres­bí­tero da Ordem dos Car­me­litas Des­calços e mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a Igreja, al­cançou a re­com­pensa eterna pelo com­bate da fé. († 1936)

22. Santa Severa, na Folhinha do Coração de Jesus. Em Trèves, Santa Severa, virgem, irmã de Modoaldo, bispo daquela cidade. Falecida em 660. Ver página 224: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

23. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no começo do séc. VIII, São Vulmério, eremita. Os discípulos que vieram reunir-se em torno dele formaram um novo centro de vida monástica em Flandres, que se colocou mais tarde sob seu patrocínio. (M)

24. Bem-Aventurado Gregório Lopes, confessor. Ver páginas 221-223: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

25. No ano do Senhor de 833, Santo Ansegísio, nobre franco, excelente administrador do imperador. Foi nomeado abade de Fontenelle. (X)

26. Santa Vilgeforte, ou Santa Liberata. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vilgeforte

– Ver também: página 224: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

27. Outros santos do dia 20 de JULHO, páginas: 183-224: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

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OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 20 de julho, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/20_de_julho

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 560-563:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

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Santas e Santos de 19 de julho

1.   Co­me­mo­ração de Santo Epa­fras, que tra­ba­lhou muito pelo Evan­gelho em Co­lossos, em La­o­di­ceia e em Hi­e­rá­polis, a quem o após­tolo São Paulo chama ca­rís­simo, com­pa­nheiro de prisão e fiel mi­nistro de Cristo. Ver Santo Épafras, páginas 176-177: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Epafras

2.   Em Meros, na Frígia, na ac­tual Tur­quia, os santos Ma­ce­dónio, Teó­dulo e Ta­ciano, már­tires, que, no tempo do im­pe­rador Ju­liano o Após­tata, por ordem do go­ver­nador Al­má­quio, foram co­lo­cados sobre grades de ferro em brasa, onde con­su­maram com ale­gria o seu martírio. († c. 362)

3.   No mos­teiro de An­nesis, junto ao rio Íris, no Ponto, também na ac­tual Tur­quia, Santa Ma­crina, virgem, irmã dos santos Ba­sílio Magno, Gre­gório de Nissa e Pedro de Se­baste, eru­dita na Sa­grada Es­cri­tura, que se re­tirou para a vida so­li­tária e foi ad­mi­rável exemplo do amor de Deus e aban­dono da vai­dade do mundo. († 379). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Capadócia, no ano da graça de 379, Santa Macrina, irmã de São Basílio Magno. Na hora de morrer, evocou seu passado dando graças: “Deus eterno, a quem sempre consagrei a minha alma e o meu corpo, desde a minha juventude até agora, possa eu ser recebida em tuas mãos como o incenso diante de Ti” (cf. Vita). (M). Ver páginas 178-179: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Macrina,_a_Jovem

4*.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, São Dio o Taumaturgo, ar­qui­man­drita, na­tural de An­ti­o­quia, que, nesta ci­dade foi or­de­nado sa­cer­dote e cons­truiu um mos­teiro sob a Regra dos Acemetas. († s. V in.)

5.   Em Roma, junto de São Pedro, São Sí­maco, papa, que, de­pois de ter so­frido muito tempo pela facção dos cis­má­ticos, morreu como au­tên­tico con­fessor da fé. († 514). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano de 514, a volta para Deus do Papa São Símaco, que teve que sofrer muito da parte do senado do Rei Teodorico e do próprio clero, mas que acabou sendo reconhecido por todos. Dedicou-se a construir ou a reconstruir igrejas na cidade eterna (M). Ver páginas 151-175: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_S%C3%ADmaco

6.   Em Cór­dova, na An­da­luzia, re­gião da Es­panha, Santa Áurea (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, irmã dos santos már­tires Adolfo (também na Folhinha do Coração de Jesus) e João, que, du­rante a per­se­guição dos Mouros, aco­me­tida pelo medo ab­jurou pe­rante o juiz; mas logo se ar­re­pendeu e, re­no­vando a ba­talha, venceu o ini­migo num novo com­bate com o der­ra­ma­mento do seu sangue. († 856). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Córdova, no ano da graça de 856, Santa Áurea, virgem, que coroou trinta anos de vida religiosa com o martírio. (M)

7.   Em Utrecht, na Gél­bria da Lo­ta­ríngia, no ter­ri­tório da ac­tual Ho­landa, São Ber­noldo ou Ber­nolfo, bispo, que li­bertou igrejas e mos­teiros do do­mínio dos po­de­rosos, cons­truiu muitas igrejas e fo­mentou nos mos­teiros a ob­ser­vância dos Cluniacenses. († 1054)

8*.   No mos­teiro de Ma­ri­en­burg, na Fran­cónia, ac­tu­al­mente na Ale­manha, a Beata Es­tila, virgem con­sa­grada, que foi se­pul­tada na igreja por ela construída. († c. 1140)

9*.   Em Fo­linho, na Úm­bria, re­gião da Itália, o Beato Pedro Crisci, que, tendo dis­tri­buído todos os seus bens pelos po­bres, exer­citou o mi­nis­tério na igreja ca­te­dral e viveu em grande hu­mil­dade e pe­ni­tência na torre do cam­pa­nário da igreja. († c. 1323). Ver páginas 180-181: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

10.   Em Chester, na In­gla­terra, São João Plessington, pres­bí­tero e mártir, que, or­de­nado sa­cer­dote em Se­góvia e re­gres­sando à In­gla­terra, foi por isso con­de­nado ao su­plício da forca no rei­nado de Carlos II. († 1679)

11.   Em Lu­ji­a­zuang, lo­ca­li­dade pró­xima de Ying­zian, no Hebei, pro­víncia da China, São João Bap­tista Zhou Wurui, mártir, que, ainda ado­les­cente, se de­clarou aber­ta­mente cristão pe­rante os sec­tá­rios “Yihe­tuan” e por isso foi des­mem­brado e morto a golpes de machado. († 1900)

12.   Em Liucun, pró­ximo da ci­dade de Renkin, também no Hebei, os santos már­tires Isabel Qin Bianzhi e seu filho Simão Qin Chunfu, de ca­torze anos, que, du­rante a mesma per­se­guição dos “Yihe­tuan”, fortes na fé, su­pe­raram toda a cru­el­dade dos inimigos. († 1900)

13*.   Em Bo­rowi­kowsczyzna, na Po­lónia, os be­atos Aquiles Puchala e Her­mano Stepien, pres­bí­teros da Ordem dos Frades Me­nores Con­ven­tuais e már­tires, que, du­rante a ocu­pação da Po­lónia, sua pá­tria, sob um re­gime mi­litar es­tran­geiro, foram mortos em ódio à fé cristã. († 1943)

14. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Sevilha, na Espanha, perto de 297, a paixão das Santas Justa e Rufina, virgens, que confessaram a fé em Cristo, recusando-se a oferecer para o culto de Adônis as cerâmicas cujo valor era seu único ganha-pão. (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Justa_e_Rufina

15. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no final do séc. VIII, Santo Ambrósio Autpert. Começou como oficial na corte de Pepino o Breve, e foi preceptor do futuro imperador Carlos Magno, mas logo entrou para a vida monástica na abadia de São Vicente, no ducado de Benevento. Autor muito apreciado durante a Idade Média, escreveu comentários à Escritura e várias obras litúrgicas e hagiográficas. (X)

16. Conforme o Martirológio Romano-Monástico (DE 19 DE JULHO, VER DIA 08 DE MAIO), no Egito, no ano do Senhor de 445, Santo Arsênio (também na Folhinha do Coração de Jesus), anacoreta. Pertencente a uma família senatorial romana, foi ordenado diácono por São Dâmaso, e depois viveu por quase cinquenta anos no deserto de Cétia. Contemplado com o dom das lágrimas, são atribuídos a ele os grandes princípios da vida hesicasta. (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ars%C3%AAnio,_o_Grande

17. Outros santos do dia 19 de JULHO, páginas: 151-182: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 19 de julho, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/19_de_julho

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 558-560:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

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Santas e Santos de 18 de julho

Co­me­mo­ração do Beato Bar­to­lomeu dos Mártires, bispo, que, nas­cido em Lisboa, na fre­guesia dos Már­tires, in­gressou na Ordem dos Pre­ga­dores e foi no­meado para a sede epis­copal de Braga, onde pôs em prá­tica as ori­en­ta­ções do Con­cílio de Trento, no qual par­ti­cipou efi­ci­en­te­mente. In­signe pela in­te­gri­dade da sua vida, em­pe­nhou-se com suma ca­ri­dade pas­toral em acudir às ne­ces­si­dades do seu re­banho e ilus­trou com só­lida dou­trina os seus nu­me­rosos es­critos. Fi­nal­mente, tendo re­nun­ciado ao mi­nis­tério epis­copal, re­tirou-se no Con­vento de Santa Cruz de Viana do Cas­telo, cons­truído por sua ini­ci­a­tiva, onde pros­se­guiu a vida aus­tera de sim­ples re­li­gioso, de­di­cado à oração, ca­ri­dade e es­tudo, e fa­leceu no dia 16 deste mês. († 1590)

2.   Na Via Ti­bur­tina, a nove mi­lhas de Roma, a co­me­mo­ração dos santos Sin­fo­rosa e sete com­pa­nheiros – Cres­cente, Ju­liano, Ne­mésio, Pri­mi­tivo, Jus­tino, Es­tacteu e Eu­génio – már­tires, que su­por­taram o mar­tírio com di­versos gé­neros de tor­tura, como ir­mãos em Cristo. († s. III-IV). Em Tívoli, Santa Sinforosa, mulher de São Getúlio, mártir, e seus sete filhos, Crescêncio, Julião, Nemésio, Primitivo, Justino, Estácio (também na Folhinha do Coração de Jesus), e Eugênio. A mãe, por causa de sua constância insuperável, foi, sob o imperador Adriano, primeiramente, e por muito tempo, esbofeteada e pendurada pelos cabelos, e, por fim presa a uma grande pedra e precipitada ao rio; seus filhos, presos a postes e puxados com polias, receberam o martírio com diversos gêneros de morte. Seus corpos, que tinham sido levados a Roma, foram encontrados sob o pontificado de Pio IV na Igreja do Santo Anjo da Pescaria, título de um cardeal-diácono. Ver página 150: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

3.   Em Milão, na Li­gúria, ac­tu­al­mente na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Ma­terno, bispo, que, res­ta­be­le­cida a li­ber­dade da Igreja, tras­ladou com grande so­le­ni­dade de Lódi para a sua ci­dade os corpos dos már­tires Nabor e Félix. († s. IV)

4.   Em Do­rós­toro, na Mésia, hoje Si­listra, na Bul­gária, Santo Emi­liano, mártir, que, in­di­fe­rente aosditos de Ju­liano o Após­tata e às ame­aças do seu vi­gário Ca­tu­lino, des­truiu o altar dos ídolos para im­pedir o sa­cri­fício e, por isso, ati­rado para uma for­nalha, re­cebeu a palma do martírio. († 362). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Durostorum, nos Bálcãs, no séc. IV, Santo Emiliano, soldado, que foi queimado vivo sob Juliano Apóstata, por ter derrubado altares pagãos. (M)

5.   Em Bréscia, na Ve­nécia, ac­tu­al­mente na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Fi­lastro, bispo, cuja vida e morte foram lou­vadas por São Gau­dêncio, seu sucessor. († c. 397). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto ee 395, São Filástrio, bispo de Bréscia. Inteiramente consagrado ao serviço de Deus e da Igreja, não teve nenhuma preocupação em relação à glória humana, e mostrava-se muito mais inclinado a reconciliar do que a repreender (M).

6.   Em For­lim­pó­puli, na ac­tual Emília-Ro­manha, também re­gião da Itália, São Ru­filo, bispo, que é con­si­de­rado o pri­meiro a go­vernar esta Igreja e ter con­du­zido a Cristo todo o povo rural deste território. († s. V)

7.   Em Metz, na Aus­trásia, ac­tu­al­mente na França, Santo Ar­nolfo, ou Arnul (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que foi con­se­lheiro de Da­go­berto, rei da Aus­trásia, e de­pois, re­nun­ci­ando ao cargo, se re­tirou para a vida ere­mí­tica nos montes Vosgos. († 640). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 640, Santo Arnoldo. Inicialmente conselheiro do rei da Austrásia, foi depois encarregado da Igreja de Metz, e retirou-se, finalmente, para a solidão dos Vosges, onde foi chamado para cuidar dos leprosos. (M).

– Ver também Santo Arnulfo de Metz, fundador da dinastia dos Arnulfianos, ancestral de Carlos Magno. Teve uma vida intrigante. Foi casado, depois eremita, Bispo de Metz. Santo Arnulfo é o santo padroeiro dos cervejeiros: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arnulfo_de_Metz

– Ver ainda: a curiosa história do Santo padroeiro dos cervejeitos…”No ano de 627, Santo Arnulfo, se retirou a um mosteiro perto de Remiremont na França onde morreu e foi enterrado, em 640. No ano seguinte, os cidadãos de Metz pediram que seu corpo fosse exumado e levado a cidade para enterrá-lo na Igreja local. Enquanto carregavam o corpo de volta, vários fiéis sentiram-se cansados, esgotados e pararam numa taberna para comprar cerveja. Ao entrar, descobriram com tristeza que só havia uma garrafa e tiveram que compartilhar. Surpreendentemente a garrafa nunca acabou e todos puderam beber a cerveja e matar sua sede. O milagre foi atribuído a São Arnulfo e é a razão pela qual a Igreja o considera o santo padroeiro dos cervejeiros”. Ver em:https://pt.churchpop.com/curiosa-historia-do-santo-patrono-dos-cervejeiros-santo-arnulfo-de-metz/

– Ver ainda a linda história do Santo Arnolfo, Bispo de Metz, com vários outros santos de sua família,   nas páginas 130-145: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

8.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, Santa Te­o­dósia, monja, que so­freu o mar­tírio por de­fender uma an­tiga imagem de Cristo que o im­pe­rador Leão, o Isáu­rico, or­de­nara re­mover da cha­mada Porta de Bronze do seu palácio. († s. VIII)

9.   Em Utrecht, na Gél­dria da Aus­trásia, ac­tu­al­mente na Ho­landa, São Fre­de­rico (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que foi exímio co­nhe­cedor da Sa­grada Es­cri­tura e se con­sa­grou com grande zelo à evan­ge­li­zação dos Frisões. († 838). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. IX, São Frederico, bispo de Utrecht. Foi assassinado por haver recriminado Luís o indulgente, por causa de sua má conduta, depois de ter sido ele próprio um modelo da lealdade, desapego e bondade (M).

10.   Em Ségni, no Lácio, re­gião da Itália, São Bruno, bispo, que tra­ba­lhou e so­freu muito pela re­no­vação da Igreja e, por isso, obri­gado a deixar a sua sede epis­copal, en­con­trou re­fúgio em Mon­te­cas­sino, ao qual pre­sidiu como abade tem­po­rário do mosteiro. († 1123)

11*.   Em Cra­cóvia, na Po­lónia, São Simão de Lipnica, pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, in­signe pre­gador e de­voto do nome de Jesus, que, im­pe­lido pela sua ca­ri­dade, en­con­trou a morte no cui­dado dos em­pes­tados moribundos. († 1482). Ver página 148: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

12*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato João Bap­tista de Bruxelas, pres­bí­tero de Li­moges e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, foi en­cer­rado na sór­dida ga­lera em ódio ao sa­cer­dócio, onde morreu con­su­mido pela enfermidade. († 1794)

13.   Em Nam Dinh, ci­dade do Ton­quim, hoje no Vi­etnam, São Do­mingos Ni­colau Dinh Dat, mártir, que, sendo sol­dado, cons­tran­gido a negar a fé cristã, de­pois de cruéis tor­turas calcou a cruz; mas ime­di­a­ta­mente ar­re­pen­dido, para ex­piar a culpa da apos­tasia, es­creveu ao im­pe­rador Minh Mang para que fosse de novo jul­gado como cristão e fi­nal­mente morreu estrangulado. († 1859)

14*.   Em Krys­to­nópil, na Ucrânia, a Beata Tar­císia (Olga Mackiv), virgem da Con­gre­gação das Irmãs Es­cravas de Maria Ima­cu­lada e mártir, que, em tempo da guerra, por ter de­fen­dido a fé pe­rante os per­se­gui­dores, al­cançou a dupla vi­tória da vir­gin­dade e do martírio. († 1944)

15. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cartago, no começo do séc. III, Santa Gudena, virgem e mártir. (M)

16. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no deserto de Nístria, no Egito, no séc. IV, São Pambo, discípulo de Santo Antão. Na hora de sua morte, declarou: “Jamais comi qualquer coisa que não tivesse ganho com o meu trabalho. Jamais disse algo que me tivesse causado arrependimento. E estou indo para Deus, mesmo antes de haver começado a servi-lo”! (M). Ver São Pambom, naspáginas 146-147: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

17. Outros santos do dia 18 de JULHO, páginas: 125-150: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

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OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 18 de julho, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/18_de_julho

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 555-557:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

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Santas e Santos de 17 de julho

Memória dos be­atos már­tires Inácio de Azevedo (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, e trinta e nove companheiros da Com­pa­nhia de Jesus, que se di­ri­giam para as mis­sões do Brasil numa nau cha­mada «São Tiago», quando foram as­sal­tados por um barco de pi­ratas e pas­sados ao fio da es­pada e golpes de lança em ódio à re­li­gião católica. São estes os seus nomes: Diogo de An­drade, pres­bí­tero; Gon­çalo Hen­ri­ques, diá­cono; An­tónio So­ares, Bento de Castro, João Fer­nandes, Ma­nuel Ál­vares, Fran­cisco Ál­vares, João de Mayorga, Es­têvão de Zu­rara, Afonso de Baena, Do­mingos Fer­nandes, outro João Fer­nandes, Aleixo Del­gado, Luís Cor­reia, Ma­nuel Ro­dri­gues, Simão Lopes, Ma­nuel Fer­nandes, Ál­varo Mendes, Pedro Nunes, Luís Ro­dri­gues, Fran­cisco de Ma­ga­lhães, Ni­colau Dinis, Gaspar Ál­vares, Brás Ri­beiro, An­tónio Fer­nandes, Ma­nuel Pa­checo, Pedro de Fon­toura, André Gon­çalves, Amaro Vaz, Diogo Pires, Marcos Cal­deira, An­tónio Cor­reia, Fer­nando Sán­chez, Gre­gório Es­cri­bano, Fran­cisco Pérez Godoy, João de Zafra, João de San Martin, Simão da Costa, re­li­gi­osos; e ainda João “Agre­gado” (isto é, que se lhes juntou). († 1570). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1570, o martírio do Bem-Aventurado Inácio de Azevedo e seus trinta e nove companheiros. Jesuíta português, mandado para as missões do Brasil, Inácio voltou à pátria para recrutar colaboradores. Na viagem de volta, o navio em que viajavam foi capturado por corsários anticatólicos, sendo todos os religiosos executados. Inácio de Azevedo morreu exortando seus companheiros à fé e dando testemunho de Cristo. Beatificados pelo papa Pio IX em 1854. (M). Conforme a Folhinha do Coração de Jesus, de 16/07/2012: 17/07: BVS. INÁCIO DE AZEVEDO E COMPS. Os santos que hoje celebramos fazem parte daquela multidão de homens e mulheres, muitos deles anônimos, que doaram suas vidas pelo anúncio da Boa-nova no Brasil. Inácio de Azevedo, português e ducado em Coimbra, tendo ouvido o apelo para a missão, entrou para a Companhia de Jesus aos 22 anos. Depois de exercer funções em Portugal, em 1570 ele e 87 companheiros foram enviados, em três navios, para a missão no Brasil. Durante a viagem, o navio em que viajava Inácio e outros 39 companheiros parou por causa da calmaria. Atacados por piratas, os jesuítas acabaram todos degolados e lançados ao mar. Mesmo sem terem chegado ao Brasil, podemos afirmar, que o sangue destes mártires regou as nossas terras, fazendo germinar nela a semente fecunda do anúncio do Reino. (Frei Sandro Roberto da Costa, OFM-Petrópolis/RJ)

Ver dia 15 de julho (Martirológio Romano): Co­me­mo­ração dos be­atos már­tires Inácio de Azevedo, pres­bí­tero, e trinta e nove companheiros da Com­pa­nhia de Jesus, que em Por­tugal se ce­le­bram no dia de­zas­sete deste mês. († 1570). Ver páginas 57-61: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/In%C3%A1cio_de_Azevedo

2.   Em Car­tago, na ho­di­erna Tu­nísia, o dia natal dos santos már­tires ci­li­tanos – Es­pe­rato, Narzal, Ci­tino, Ve­túrio, Félix, Aqui­lino, Le­tâncio, Ja­nuária, Ge­ne­rosa (também na Folhinha do Coração de Jesus), Véstia, Do­nata e Se­gunda – que, por ordem do procônsul Sa­tur­nino, de­pois de terem pro­fes­sado a sua fé em Cristo, foram en­cer­rados no cár­cere; no dia se­guinte, atados a um cepo, por per­se­ve­rarem fir­me­mente a de­clarar-se cris­tãos e a re­cusar prestar ho­me­nagem di­vina ao im­pe­rador, foram con­de­nados à morte; e en­quanto eram de­go­lados ao fio da es­pada, de jo­e­lhos una­ni­me­mente davam graças a Deus. († 180). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cartago, em 180, a paixão de Seis Cristãos, que segundo as atas de seu martírio, compareceram diante do procônsul, trazendo consigo os Livros Sagrados e as Cartas de São Paulo. “Honramos a César, mas adoramos somente a Deus”! (M). Ver páginas 95-99: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

3.   Em Amás­tris, na Pa­fla­gónia, na ho­di­erna Tur­quia, São Ja­cinto, mártir. († c. s. III)

4.   Em Se­vilha, na Bé­tica, pro­víncia da His­pânia, as santas Justa e Ru­fina, vir­gens, que, apri­si­o­nadas pelo go­ver­nador Di­o­ge­niano, de­pois de so­frerem cruéis su­plí­cios, pa­de­ceram o cár­cere, a fome e ou­tras tor­turas: Justa morreu no ca­ti­veiro; Ru­fina, por con­ti­nuar a pro­fissão de fé no Se­nhor, foi decapitada. († c. 287)

5.   Em Milão, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santa Mar­ce­lina (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, irmã de Santo Am­brósio, que em Roma, na ba­sí­lica dSão Pedro, re­cebeu do papa Li­bério o véu da con­sa­gração no dia da Epi­fania do Senhor. († s. IV f.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Milão, no séc. IV, Santa Marcelina. Recebeu o véu das virgens das mãos do papa Libério, na basílica de São Pedro, na Epifania de 353. Santo Ambrósio, seu irmão, dedicou-lhe o tratado De virginibus. (M). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelina_de_Roma

6.   Em Roma, na igreja si­tuada no monte Aven­tino, ce­lebra-se um homem de Deus cha­mado Aleixo (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, se­gundo a tra­dição, deixou a sua casa que era rica, para se fazer pobre e viver in­cog­ni­ta­mente de esmolas. († s. IV). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/17_de_julho

7.   Em Au­xerre, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, São Te­o­dósio, bispo. († s. VI)

8.   Em Pavia, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santo Enódio, bispo, que ce­le­brou nos seus hinos as me­mó­rias e tem­plos dos Santos e dis­tri­buiu ge­ne­ro­sa­mente os seus bens. († 521). Ver página 117: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Magno_F%C3%A9lix_En%C3%B3dio

9*.   Em Deurne, pró­ximo de An­tuérpia, no Bra­bante, re­gião da Aus­trásia, ac­tu­al­mente na Bél­gica, São Fre­de­gando, monge, pro­va­vel­mente pro­ce­dente da Ir­landa, que foi com­pa­nheiro de São Foilão e de ou­tros mis­si­o­ná­rios itinerantes. (†  s. VIII)

10*.   No mos­teiro de Win­chel­combe, na Mércia, re­gião da In­gla­terra, São Ke­nelmo, prín­cipe da Mércia, que é con­si­de­rado mártir. († c. 812). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Kenelm

11.   Em Roma, junto de São Pedro, São Leão IV, papa, de­fensor da ci­dade e apo­lo­gista do pri­mado de Pedro. († 855). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, São Leão IV. Inicialmente monge de São Martinho de Roma, foi eleito papa em 847. Conseguiu manter boa independência em relação ao poder imperial, para assim estender sua solicitude apostólica a toda a cristandade. (M). Ver páginas 100-116: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Le%C3%A3o_IV

12.   Em Stoc­kerau, no ter­ri­tório de Viena, na Ba­viera, ac­tu­al­mente na Áus­tria, São Co­lo­mano, de origem ir­lan­desa, que se fez pe­re­grino em nome de Deus; ao di­rigir-se para a Terra Santa, foi con­si­de­rado um espia ini­migo e, sus­penso de uma ár­vore, al­cançou a Je­ru­salém celeste. († 1012)

13*.   Em Nitra, junto ao rio Waag, nos montes Cár­patos, em ter­ri­tório da ac­tual Es­lo­vá­quia, os santos André ou Zo­e­rardo e Bento, ere­mitas, que, vindos da Po­lónia para a Hun­gria a pe­dido de Santo Es­têvão, se­guiram num ermo do monte Zobor uma vida de ri­go­rosa austeridade. († 1031 e 1034)

14.   Em Cra­cóvia, na Po­lónia, Santa Ed­viges, rainha, que, nas­cida na Hun­gria, re­cebeu o reino da Po­lónia e, tendo-se ca­sado com Ja­gue­lione, grão-duque da Li­tuânia, que re­cebeu no Bap­tismo o nome de La­dislau, com ele pro­pagou a fé ca­tó­lica na Lituânia. († 1399). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Edviges_da_Pol%C3%B3nia

15*.   Em Paris, na França, as be­atas Maria Ma­da­lena Clau­dina Li­doine (Te­resa de Santo Agos­tinho) e quinze companheiras, vir­gens do Car­melo de Compiègne e már­tires, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, por ob­ser­varem fi­el­mente a dis­ci­plina mo­nás­tica foram con­de­nadas à morte e, pe­rante o pa­tí­bulo, re­no­varam as pro­messas da fé bap­tismal e os votos religiosos.  São estes os seus nomes: Maria Ana Fran­cisca Bri­deau (São Luís), Maria Ana Pi­ed­court (Ana Maria de Jesus Cru­ci­fi­cado), Ana Maria Ma­da­lena Thouret (Car­lota da Res­sur­reição), Maria Cláudia Ci­priana Brard (Eu­frásia da Ima­cu­lada Con­ceição), Maria Fran­cisca Ga­briela de Croissy (Hen­ri­queta de Jesus), Maria Ana Ha­nisset  (Te­resa do Co­ração de Maria), Maria Ga­briela Trézel (Te­resa de Santo Inácio), Rosa Cris­tina de Neu­ville (Júlia Luísa de Jesus), Maria Anita Pelras (Maria Hen­ri­queta da Pro­vi­dência), Maria Ge­no­veva Meu­nier (Cons­tância), An­gé­lica Roussel (Maria do Es­pí­rito Santo), Maria Du­four (Santa Marta), Isabel Ju­lieta Vé­rolot (São Fran­cisco Xa­vier), Ca­ta­rina Soiron e Te­resa Soiron. († 1794). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Paris, no ano de 1784, o martírio de Dezesseis Carmelitas de Compiègne, que ofereceram suas vidas em holocausto “pela paz da Igreja e da França” (cf. Decreto de Beatificação, 1905 – X). Ver páginas 118-120:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Carmelitas_de_Compi%C3%A8gne

16.   Em Zhu­ji­a­xi­ezhuang, pró­ximo de Shen­zian, no Hebei, pro­víncia da China, São Pedro Liu Ziyu, mártir, que du­rante a per­se­guição de­sen­ca­deada pelos se­quazes da seita dos “Yihe­tuan”, apesar dos con­se­lhos dis­su­a­sivos dos amigos, per­ma­neceu firme na fé cristã e por isso foi tres­pas­sado ao fio da espada. († 1900)

17*.   Em Le­o­poldov, na Es­lo­vá­quia, o Beato Paulo Goj­dich (Pedro Goj­dich), bispo e mártir, que, sendo pastor dos fiéis no ter­ri­tório de Presov, du­rante o do­mínio dum re­gime hostil a Deus, foi en­car­ce­rado e su­portou tão graves tri­bu­la­ções que, de­pois de atrozes tor­turas, aco­lhendo fi­el­mente as pa­la­vras de Cristo, com uma co­ra­josa pro­fissão de fé passou à vida eterna. († 1960)

18. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VIII, Santa Teodósia, vítima da perseguição iconoclasta. Lutou contra o bispo Atanásio, patriarca intruso, que ocupara a Sé de São Germano, em Constantinopla (M).

19. Outros santos do dia 17 de JULHO, páginas: 95-124 http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 17 de julho, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/17_de_julho

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 552-555:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

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Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

Santas e Santos do dia 16 de julho

NOSSA SE­NHORA DO CARMO, que evoca o monte Car­melo, onde o pro­feta Elias re­con­duziu o povo de Is­rael ao culto do Deus vivo e, mais tarde, ali se re­ti­raram al­guns ere­mitas à pro­cura de so­lidão, cons­ti­tuindo uma ordem de vida con­tem­pla­tiva sob o pa­tro­cínio da Santa Mãe de Deus. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Festa de Nossa Senhora do Carmo (ou Nossa Senhora do Monte Carmelo). As Escrituras cantam a beleza do Carmelo, onde o Profeta Elias defendeu a pureza da fé de Israel no Deus vivo. No tempo das Cruzadas, alguns eremitas cristãos buscaram uma vida contemplativa sobre essa montanha sagrada, perto de Nazaré, onde a Virgem Maria havia vivido, “guardando a Palavra de Deus em seu coração”. (Cf.Liturgia das Horas, p. 1273). (R).NOSSA SENHORA DO MONTE CARMELO OU NOSSA SENHORA DO CARMO é o título dado à Maria, mãe de Jesus, em honra de sua função como padroeira da Ordem Carmelita. Os primeiros carmelitas eram eremitas que viviam no Monte Carmelo, na Terra Santa, entre o final do século XII e meados do século XIII. Eles construíram, no meio de seus eremitérios, uma capela que dedicaram à Santíssima Virgem.”. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Carmo

Sobre São Simão Stock e o Escapulário de Nossa Senhora do Carmo (Ver 16 de maio) ver:” São Simão Stock foi um frade carmelita inglês, que viveu no século XIII, e morreu em Bordeaux. Foi Prior Geral da Ordem dos Carmelitas. Segundo uma tradição católica, Nossa Senhora do Monte Carmelo apareceu-lhe numa visão e entregou-lhe o escapulário como sinal de sua proteção. É vastíssima a iconografia a seu respeito. Sua festa é celebrada no dia 16 de Maio.”

 a. https://pt.wikipedia.org/wiki/Escapul%C3%A1rio_de_Nossa_Senhora_do_Carmo

b. https://www.acidigital.com/Maria/vcarmen/escapulario.htm

– 16 de maio:  Em Bor­déus, na Gas­conha, na ho­di­erna França, São Simão Stock, pres­bí­tero, que, de­pois de ter sido ere­mita na In­gla­terra, in­gressou na Ordem dos Car­me­litas, da qual foi ad­mi­rável su­pe­rior, tor­nando-se cé­lebre pela sua sin­gular de­voção à Virgem Maria. († 1265). Ver “…No ano de 1251, numa visão, Nossa Senhora apareceu-lhe, e, depositando-lhe entre as mãos o escapulário, revelou-lhe que os que morressem trazendo-o consigo certamente escapariam das penas do inferno.”, página 402: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%208.pdf

– Ver páginas 91-92: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– VER DIA 16 DE MAIO, SÃO SIMÃO STOCK:” Em Bor­déus, na Gas­conha, na ho­di­erna França, São Simão Stock, pres­bí­tero, que, de­pois de ter sido ere­mita na In­gla­terra, in­gressou na Ordem dos Car­me­litas, da qual foi ad­mi­rável su­pe­rior, tor­nando-se cé­lebre pela sua sin­gular de­voção à Virgem Maria. († 1265). Ver “…No ano de 1251, numa visão, Nossa Senhora apareceu-lhe, e, depositando-lhe entre as mãos o escapulário, revelou-lhe que os que morressem trazendo-o consigo certamente escapariam das penas do inferno.”, página 402: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%208.pdf

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sim%C3%A3o_Stock

– Sobre o Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, ver:

 a. https://pt.wikipedia.org/wiki/Escapul%C3%A1rio_de_Nossa_Senhora_do_Carmo

b. https://www.acidigital.com/Maria/vcarmen/escapulario.htm

– Ver ainda: ORDEM DO CARMO: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_do_Carmo

– EREMITAS DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA DO MONTE CARMELO: https://pt.wikipedia.org/wiki/Eremitas_da_Bem-Aventurada_Virgem_Maria_do_Monte_Carmelo

2.   Em Anas­ta­sió­polis, na Ga­lácia, na ho­di­erna Tur­quia, Santo An­tíoco, mártir, irmão de São Platão. († s. III-IV)

3.   Em Se­baste, na an­tiga Ar­ménia, hoje Sivas, na Tur­quia, Santo Ate­nó­genes, co­re­pís­copo e mártir, que deixou aos dis­cí­pulos um hino sobre a di­vin­dade do Es­pí­rito Santo e morreu quei­mado vivo por Cristo. († c. 305). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no começo do séc. IV, Santo Atenogênio, bispo de Sebaste, na Armênia, que foi queimado vivo junto com dez de seus discípulos. Segundo São Basílio, ele compusera um hino no qual proclamava a divindade do Espírito Santo (M).

4*.   Em Jersey, ilha do Mar do Norte, Santo He­lério, ere­mita, que, se­gundo a tra­dição, so­freu o mar­tírio às mãos de piratas. († s. VI)

5*.   Em Ma­as­tricht, no Bra­bante, re­gião da Aus­trásia, ac­tu­al­mente na Ho­landa, os santos Mo­nulfo e Gon­dulfo, bispos. († s. VI/VII)

6.   Em Saintes, no Hai­naut, na ac­tual França, os santos már­tires Rei­nilde, virgem, Gri­mo­aldo e Gon­dulfo, que, se­gundo a tra­dição so­freram o mar­tírio às mãos de salteadores. († c. 680)

7.   Em Cór­dova, na An­da­luzia, re­gião da Es­panha, São Si­se­nando, diá­cono e mártir, que foi de­go­lado pelos Mouros por causa da sua fé em Cristo. († 851). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Córdova, em 851, São Sisenando, diácono, cognominado “o Santíssimo Levita”, que proclamou Cristo pelo sacrifício sangrento de sua vida diante do islamismo (M). Ver página 85: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

8*.   No mos­teiro de Chi­emsee, na Ba­viera, re­gião da ac­tual Ale­manha, a Beata Ir­men­garda, aba­dessa, que, desde tenra idade aban­donou o fausto do pa­lácio real e se en­tregou ao ser­viço de Deus, le­vando con­sigo muitas com­pa­nheiras vir­gens para se­guirem o Cordeiro. († 866)

9*.   A paixão do Beato Simão da Costa, re­li­gioso da Com­pa­nhia de Jesus e o úl­timo dos már­tires da nau «São Tiago», que na vés­pera deste dia foram as­sas­si­nados em ódio à Igreja. († 1570)

10*.   Em Viana do Cas­telo, no mos­teiro da Santa Cruz, em Por­tugal, o Beato Bar­to­lomeu dos Mártires, bispo de Braga, cuja me­mória em Por­tugal se ce­lebra no dia de­zoito deste mês. († 1590). Ver páginas 86-87: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

11*.   Em Warwich, na In­gla­terra, os be­atos João Sugar, pres­bí­tero, e Ro­berto Grissold, már­tires, que foram con­de­nados à morte no rei­nado de Jaime I – o pri­meiro por ter en­trado na In­gla­terra como sa­cer­dote, o se­gundo por tê-lo aju­dado – e, ator­men­tados com duros su­plí­cios, al­can­çaram a palma do martírio. († 1604)

12*.   Em Cu­nhaú, ci­dade pró­xima de Natal, no Brasil, os be­atos André de Soveral, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus, e Do­mingos Carvalho, már­tires, que du­rante a ce­le­bração da Missa com um nu­me­roso grupo de fiéis, foram do­lo­sa­mente re­tidos na igreja e bar­ba­ra­mente assassinados. († 1645). Ver sua festa litúrgica no dia 03 de outubro.

– Ver também PROTOMÁRTIRES DO BRASIL, MÁRTIRES DA FÉ. Morte: 16 de julho de 1645 e 3 de outubro de 1645 em Engenho de Cunhaú (Canguaretama) e Comunidade Uruaçú (São Gonçalo do Amarante). Veneração por Igreja Católica. Beatificação: 5 março de 2000Praça de São PedroVaticano por São João Paulo II. Canonização 15 de Outubro de 2017Vaticano por Papa Francisco. Principal templo: Capela dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu. Festa litúrgica: 3 de outubro. Padroeiro do estado do Rio Grande do Norte: https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rtires_de_Cunha%C3%BA_e_Urua%C3%A7u

MORTOS EM CUNHAÚ EM 16 DE JULHO DE 1645 (festa litúrgica em 03 de outubro)

  • Padre André de Soveral
  • Domingos Carvalho

 MORTOS EM URUAÇU EM 3 DE OUTUBRO DE 1645

  • Padre Ambrósio Francisco Ferro
  • Mateus Moreira
  • Antônio Vilela e sua filha
  • José do Porto
  • Francisco de Bastos
  • Diogo Pereira
  • João Lostão Navarro
  • Antônio Vilela Cid
  • Estêvão Machado de Miranda e duas filhas
  • Vicente de Souza Pereira
  • Francisco Mendes Pereira
  • João da Silveira
  • Simão Correia
  • Antônio Baracho
  • João Martins e sete companheiros
  • Manuel Rodrigues Moura e sua esposa
  • uma filha de Francisco Dias ” em: https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rtires_de_Cunha%C3%BA_e_Urua%C3%A7u

e https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mártires_de_Cunhaú_e_Uruaçu

–  Ver: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-41568388

–  Ver: http://www.vatican.va/news_services/liturgy/libretti/2017/20171015-libretto-canonizzazione.pdf

– Ver reportagem do UOL de 15/10/2017 : https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2017/10/15/papa-canoniza-30-brasileiros.htm

– Ver na Folha de São Paulo em 02/04/2017: “…. MASSACRES

Os crimes foram registrados em 1645, durante a dominação holandesa no Nordeste do país, e tiveram como alvos as duas únicas comunidades paroquiais que existiam na região.

O episódio é descrito pelo monsenhor Francisco de Assis Pereira no livro “Beato Mateus Moreira e seus Companheiros Mártires”.

Segundo a narrativa, os crimes foram praticados em um contexto de perseguição religiosa em que os invasores holandeses, que eram calvinistas, não admitiam a prática da religião católica.

Os algozes teriam sido soldados holandeses e índios comandados por um alemão, a serviço da Holanda e identificado como Jacó Rabe.

As chacinas deixaram cerca de 150 vítimas, mas só 30 foram identificadas.

Para serem declarados beatos e posteriormente santos, três elementos são considerados, segundo a igreja: as virtudes em grau heroico, a fama de santidade e a realização de possíveis milagres.

“Mas o papa autorizou um processo mais simples, dispensando milagres, tendo em vista a antiguidade do martírio”, diz o arcebispo de Natal.

A Igreja não exige comprovação de milagres para a canonização, mas ao menos 5.000 cartas foram enviadas à arquidiocese atribuindo a eles “graças alcançadas”.” – https://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/04/1872002-papa-francisco-pode-canonizar-vitimas-de-massacre-no-rn.shtml

13*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, os be­atos Ni­colau Sa­vouret, da Ordem dos Frades Me­nores Con­ven­tuais, e Cláudio Bé­guignot, da Ordem Car­tu­siana, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, en­car­ce­rados na sór­dida ga­lera em ódio ao seu sa­cer­dócio, pe­re­ceram con­su­midos pela enfermidade. († 1794)

14*.   Em Orange, na França, as be­atas Amada de Jesus (Maria Rosa de Gordon) e seis companheiras, vir­gens e már­tires, que, na mesma re­vo­lução, tendo-se re­cu­sado a aban­donar a vida re­li­giosa, foram con­de­nadas à morte e re­ce­beram com ale­gria a palma do martírio. São estes os seus nomes: Maria de Jesus (Mar­ga­rida Te­resa Cha­ransol), São Jo­a­quim (Maria Ana Bé­guin-Royal), São Mi­guel (Maria Ana Doux), Santo André (Maria Rosa Laye), Do­ro­teia do Co­ração de Maria  (Do­ro­teia Ma­da­lena Júlia de Jus­ta­mond) e Ma­da­lena do San­tís­simo Sa­cra­mento (Ma­da­lena Fran­cisca de Justamont). († 1794)

15.   No ter­ri­tório de Saint-Sau­veur-le-Vi­comte, na Nor­mandia, re­gião da França, Santa Maria Ma­da­lena Postel (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, que, na mesma per­se­guição, pe­rante a ex­pulsão dos sa­cer­dotes, prestou todo o gé­nero de au­xílio aos en­fermos e aos fiéis e, es­ta­be­le­cida a paz, fundou a Con­gre­gação das Fi­lhas da Mi­se­ri­córdia para a for­mação cristã das me­ninas pobres. († 1846). Ver páginas 88-90: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

16.   Em Lu­jiapo, lo­ca­li­dade pró­xima de Qinghe, no Hebei, pro­víncia da China, os santos Lang Yangzhi, ca­te­cú­mena, e Paulo Lang Fu, seu filho, már­tires, que, du­rante a per­se­guição dos «Yihe­tuan», porque a mãe se de­clarou cristã, con­su­maram o mar­tírio por Cristo na sua casa de­vo­rada pelas chamas. († 1900)

17. Na localidade de Zhangjiaji em Hebei Ningjin, Santa Teresa Zhang Hezhi, que durante a mesma perseguição,  pega em um pagode, recusou-se a adorar a divindade do lugar e foi lancinada com seus dois filhos com uma lança.

18. Santo Hilarino (também na Folhinha do Coração de Jesus). Santo Hilarino, monge, que tendo sido preso com São Donato, durante a perseguição de Juliano e recusando-se a sacrificar, foi tratado a golpes de porrete, e terminou o martírio em Arezzo, na Toscana, de onde suas relíquias foram levadas a Óstia. Ver pág. 94: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

19. Santa Rainelda, virgem e mártir no Brabante. Ver página 83: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

20. Santo Eustáquio, bispo de Antioquia. Ver página 84: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver: Santo Eustácio: https://pt.wikipedia.org/wiki/Eust%C3%A1cio_de_Antioquia

21. Outros santos do dia 16 de JULHO, páginas: 67-94 http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 16 de julho, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/16_de_julho

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 549-552:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

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Santas e Santos de 15 de julho

Me­mória do se­pul­ta­mento de São Bo­a­ven­tura (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo de Al­bano, na Itália, e doutor da Igreja, in­signe pela sua dou­trina, san­ti­dade de vida e emi­nente ac­ti­vi­dade ao ser­viço da Igreja. Di­rigiu com suma pru­dência, como mi­nistro geral, a Ordem dos Me­nores, se­gundo o es­pí­rito de São Fran­cisco. Soube aliar nos seus nu­me­rosos es­critos a am­pli­tude da eru­dição com o ardor da pi­e­dade. Quando tra­ba­lhava na pre­pa­ração do Con­cílio de Lião II, me­receu passar à bem-aven­tu­rada visão de Deus. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de São Boaventura. Tendo entrado na Ordem dos Frades Menores, foi durante muito tempo professor na Universidade de Paris, onde, discípulo da escola agostiniana, expôs “o itinerário da alma para Deus”. Mais tarde, eleito Geral da Ordem, conseguiu conciliar as exigências de uma vida evangélica com o mínimo de instituições necessárias a uma família religiosa em expansão. Morreu como cardeal-bispo de Albano, durante a realização do Concilio de Lião, em 1274 e foi cognominado “Doutor Seráfico”. (R). Seráfico: semelhante a Serafim: anjo pertencente ao primeiro dos nove coros celestiais da hierarquia mais elevada. Conforme: https://pt.aleteia.org/2017/01/31/conhecendo-a-hierarquia-dos-anjos-e-suas-respectivas-funcoes/  – Ver também: “os que estão mais próximos de Deus”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Serafim. – Ver ainda: Espírito celeste da primeira hierarquia dos anjos, na Bíblia e na teologia cristã (Houaiss)Ver páginas 09-25: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf   († 1274) – Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Boaventura

2.   Em Porto Ro­mano, perto do ac­tual Fiu­mi­cino, na Itália, os santos Eu­trópio, Zó­sima e Bo­nosa, mártires. († data inc.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Porto, perto de Roma, o martírio de Santo Eutrópio e de suas irmãs, Santas Zózima e Bonosa. (M)

3.   Em Car­tago, ac­tu­al­mente na Tu­nísia, junto à Via cha­mada dos Ci­li­tanos, na ba­sí­lica de Fausto, o se­pul­ta­mento de São Félix, bispo de Ti­biuca e mártir, que, res­pon­dendo à ordem do pro­cu­rador Mag­ni­liano para que lan­çasse ao fogo os li­vros da Es­cri­tura, de­clarou que pre­feria ser quei­mado ele mesmo em vez da Es­cri­tura di­vina, e ime­di­a­ta­mente foi morto à es­pada pelo procônsul Anulino. († 303)

4.   Também em Car­tago, a co­me­mo­ração dos santos Ca­tu­lino, diá­cono e mártir, em cuja honra Santo Agos­tinho pregou um sermão ao povo, e ou­tros már­tires cujos corpos re­pousam na ba­sí­lica de Fausto. († 303). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, em Cartago, o Bem-Aventurado Catulino, diácono, junto com um grupo de quatro mártires. (M)

5.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, os santos már­tires Fi­lipe e dez crianças. († c. s. IV)

6.   Na ilha de Té­nedo, no He­les­ponto, junto ao ac­tual es­treito de Dar­da­nelos, Santo Abu­démio, mártir. († s. IV)

7.   Em Ní­sibe, na Me­so­po­tâmia, hoje Nu­saybin, na Tur­quia, São Tiago, pri­meiro bispo desta ci­dade, que par­ti­cipou no Con­cílio de Ni­ceia, go­vernou em paz o seu povo e o de­fendeu dos ata­ques dos ini­migos da fé. († 338). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Mesopotâmia, no ano do Senhor de 338, o retorno para Deus de São Tiago. Célebre asceta, foi mestre espiritual de Santo Efrém. Ao tornar-se bispo, propagou o Evangelho e fundou a Igreja da Nisíbia. Santo Atanásio de Alexandria louvou seu zelo no combate ao arianismo (M). Ver página 51: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

8*.   Em Ro­er­mond, no Bra­bante, re­gião da Aus­trásia, ac­tu­al­mente na Ho­landa, São Ple­quelmo, bispo, que, oriundo da Nor­túm­bria, anun­ciou a muitos as ri­quezas de Cristo. († c. 713)

9*.   No mos­teiro de Ans­bach, na Fran­cónia, ac­tu­al­mente na Ale­manha, São Gum­berto, abade, que fundou este ce­nóbio na sua herdade. († c. 790)

10.   Na Tes­sália, re­gião da Grécia, o pas­sa­mento de São José, bispo de Tes­sa­ló­nica, irmão de São Te­o­doro Es­tu­dita, que, du­rante a vida de monge, compôs nu­me­rosos hinos e, pro­mo­vido de­pois ao epis­co­pado, su­portou muitas e ás­peras ad­ver­si­dades por de­fender a dis­ci­plina ecle­siás­tica e o culto das sa­gradas ima­gens contra a he­resia ico­no­clasta; fi­nal­mente foi re­le­gado para a Tes­sália, onde morreu de fome. († 832)

11.   Em Ná­poles, na Cam­pânia, re­gião da Itália, Santo Ata­násio, bispo, que, de­pois de ter so­frido muito da parte do seu ímpio so­brinho Sérgio, foi ex­pulso da sua sede epis­copal e, con­su­mido pelas tri­bu­la­ções, em Vé­roli, ter­ri­tório dos Hér­nicos, no Lácio, subiu à mo­rada celeste. († 872). Ver páginas 55-56: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

12.   Em Kiev, na Rússia, ac­tu­al­mente na Ucrânia, São Vla­dimir, prín­cipe, que re­cebeu no Bap­tismo o nome de Ba­sílio e tra­ba­lhou di­li­gen­te­mente para di­fundir a ver­da­deira fé entre os povos que governava. († 1015). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Rússia, no ano da graça de 1015, São Vladimir. Neto de Santa Olga, recebeu o batismo com seu povo em Quiev e dedicou-se desde então a construir um estado cristão cuja benéfica influência fez-se sentir por diversas gerações. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vladimir_I_de_Quieve

13*.   Em Rat­ze­burgo, no Hols­tein, na ac­tual Ale­manha, Santo An­suero, abade e mártir, que, com ou­tros vinte e oito monges, foi ape­dre­jado até à morte pelos Vendos, amo­ti­nados contra os pre­ga­dores da fé cristã. († 1066)

14*.   Em Västeras, na Suécia, São David, bispo, que, de na­ci­o­na­li­dade in­glesa, de­pois de ter sido foi monge de Cluny, dali partiu para con­verter os Su­ecos a Cristo e, já an­cião, morreu pi­e­do­sa­mente no mos­teiro que fundara. († c. 1082)

15*.   Em Breslau, na Si­lésia, ac­tu­al­mente na Po­lónia, o Beato Ceslau, pres­bí­tero dos pri­meiros ir­mãos da Ordem dos Pre­ga­dores, que tra­ba­lhou pelo reino de Deus na Si­lésia e nou­tras re­giões da Polónia. († 1242)

16*.   Em Mon­ca­liéri, lo­ca­li­dade do Pi­e­monte, re­gião da Itália, o Beato Ber­nardo, mar­grave de Baden, que foi sur­pre­en­dido pela morte quando se di­rigia para o Ori­ente a fim de de­fender os povos cris­tãos de­pois da con­quista de Cons­tan­ti­nopla pelos inimigos. († 1458)

17*.   Co­me­mo­ração dos be­atos már­tires Inácio de Azevedo, pres­bí­tero, e trinta e nove companheiros da Com­pa­nhia de Jesus, que em Por­tugal se ce­le­bram no dia de­zas­sete deste mês. († 1570). Ver páginas 57-61: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Ver também dia 17 de julho: Co­me­mo­ração dos be­atos már­tires Inácio de Azevedo, pres­bí­tero, e trinta e nove companheiros da Com­pa­nhia de Jesus, que se di­ri­giam para as mis­sões do Brasil numa nau cha­mada «São Tiago», quando foram as­sal­tados por um barco de pi­ratas e pas­sados ao fio da es­pada e golpes de lança em ódio à re­li­gião católica. São estes os seus nomes: Diogo de An­drade, pres­bí­tero; Gon­çalo Hen­ri­ques, diá­cono; An­tónio So­ares, Bento de Castro, João Fer­nandes, Ma­nuel Ál­vares, Fran­cisco Ál­vares, João de Mayorga, Es­têvão de Zu­rara, Afonso de Baena, Do­mingos Fer­nandes, outro João Fer­nandes, Aleixo Del­gado, Luís Cor­reia, Ma­nuel Ro­dri­gues, Simão Lopes, Ma­nuel Fer­nandes, Ál­varo Mendes, Pedro Nunes, Luís Ro­dri­gues, Fran­cisco de Ma­ga­lhães, Ni­colau Dinis, Gaspar Ál­vares, Brás Ri­beiro, An­tónio Fer­nandes, Ma­nuel Pa­checo, Pedro de Fon­toura, André Gon­çalves, Amaro Vaz, Diogo Pires, Marcos Cal­deira, An­tónio Cor­reia, Fer­nando Sán­chez, Gre­gório Es­cri­bano, Fran­cisco Pérez Godoy, João de Zafra, João de San Martin, Simão da Costa, re­li­gi­osos; e ainda João “Agre­gado” (isto é, que se lhes juntou). († 1570)

18.   Em Campi Sa­len­tina, na Apúlia, re­gião da Itália, São Pom­pílio Maria Pirróti, pres­bí­tero da Ordem dos Clé­rigos Re­grantes das Es­colas Pias, in­signe pela aus­te­ri­dade da sua vida. († 1766). Ver páginas 62-63: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

19*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na costa ma­rí­tima da França, o Beato Mi­guel Ber­nardo Marchand, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, por causa do seu sa­cer­dócio foi de­por­tado de Ruão para a prisão na esquá­lida ga­lera, onde morreu con­su­mido pela enfermidade. († 1794)

20.   Em Nam Dinh, ci­dade do Ton­quim, ac­tu­al­mente no Vi­etnam, São Pedro Nguyen Ba Tuan, pres­bí­tero e mártir, que, preso pela sua fi­de­li­dade a Cristo no tempo do im­pe­rador Minh Mang, morreu de fome no cárcere. († 1838)

21*.   Em Paris, na França, a Beata Ana Maria Javouhey, virgem, que fundou a Con­gre­gação das Irmãs de São José de Cluny para o cui­dado dos en­fermos e a for­mação cristã da ju­ven­tude fe­mi­nina, obra que di­fundiu nas terras de missão. († 1851)

22.   Em My Tho, pro­víncia da Co­chin­china, ac­tu­al­mente no Vi­etnam, Santo André Nguyen Kim Thong Nam (Nam Thuong), mártir, que, no tempo do im­pe­rador Tu Duc, por ser ca­te­quista, foi en­car­ce­rado e de­pois en­viado para o exílio, obri­gado a ca­mi­nhar preso com ca­deias e car­re­gando uma trave, até que, fi­nal­mente, con­sumou du­rante a vi­agem o seu martírio. († 1855)

23*.   Em Bi­elsk Po­dlaski, po­vo­ação da Po­lónia, o Beato An­tónio Beszta-Borowski, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a guerra, foi preso pelos ini­migos da fé cristã e fu­zi­lado, mor­rendo por Cristo. († 1943)

24. Santa Justa (também na Folhinha do Coração de Jesus)

25. Santa Rosália (também na Folhinha do Coração de Jesus). Em Palermo, a descoberta do corpo de Santa Rosália, virgem que, sob o pontificado de Urbano VIII, tendo sido encontrado milagrosamente, livrou a Sicilia da peste, no ano do jubileu (ver 4 de setembro, pág. 38: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2016.pdf ).

– Ver também: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

26. Santo Hen­rique (também na Folhinha do Coração de Jesus de 13 de julho, Santo Henrique II), im­pe­rador dos Ro­manos, que, jun­ta­mente com sua es­posa, Santa Cu­ne­gundes, se em­pe­nhou na re­no­vação da vida da Igreja e na pro­pa­gação da fé cristã em toda a Eu­ropa; ani­mado por di­li­gente zelo mis­si­o­nário, ins­ti­tuiu muitas sedes epis­co­pais e fundou mos­teiros. Morreu neste dia em Grone, pró­ximo de Göttingen, na Fran­cónia, na ac­tual Alemanha. († 1024). Em Bamberg, na Baviera, no ano graça de 1024, o nascimento no cốu de Santo Henrique II, imperador. Grande admirador de Cluny e da literatura romana, ofereceu dotes a igrejas e mosteiros pobres, e ajudou nas reform as monásticas de Gorze e de São Maximino de Treves. Santo Henrique é o padroeiro celeste dos oblatos beneditinos. (R).  Ver páginas 38-50: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

OBSERVAÇÃO: Em Bamberg, a morte de Santo Henrique I, imperador dos romanos e confessor: com Santa Cunegunda, sua esposa, guardou a castidade perpétua. A Santo Estêvão, rei da Hungria, fez com que abraçasse, com quase todo o reino, a fé católica. Celebra-se-lhe a festa a 15 deste mês. Ver página 466: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_II_do_Sacro_Imp%C3%A9rio_Romano-Germ%C3%A2nico

Ver também dia 13 de julho.

27. São Barhadbesaba, mártir. Ver páginas 52-54: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

28. 15 DE JULHO (EM ALGUNS LUGARES) FESTA DA DISPERSÃO DOS APÓSTOLOS. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Dispers%C3%A3o_dos_ap%C3%B3stolos

– Ver também: https://en.wikisource.org/wiki/Catholic_Encyclopedia_(1913)/Dispersion_of_the_Apostles

29. Outros santos do dia 15 de JULHO, páginas: 38-66 http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 15 de julho, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_julho

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 545-549:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA.

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

Santas e Santos de 14 de julho

São Ca­milo de Léllis (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, que, nas­cido em Teano, nos Abruzos, re­gião da Itália, já desde a sua ado­les­cência se­guiu a vida mi­litar e fre­quentou os ví­cios do mundo; fi­nal­mente con­ver­tido, de­dicou-se fer­vo­ro­sa­mente ao ser­viço dos en­fermos no hos­pital dos in­cu­rá­veis, como se fossem o pró­prio Cristo e, or­de­nado sa­cer­dote, lançou em Roma os fun­da­mentos da Con­gre­gação dos Clé­rigos Re­grantes Mi­nis­tros dos Enfermos. († 1614). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano da graça de 1614, o nascimento no céu de São Camilo de Lellis. Arruinado pelo vício do jogo, foi convertido pelo exemplo dos Capuchinhos, e encontrou por ocasião de uma estada em um hospital sua verdadeira vocação. Fundou a Companhia dos Servidores dos Enfermos, cujos membros são chamados, desde então, de Camilianos. (R)

Conforme a Folhinha do Coração de Jesus de 13/07/2008: CARISMA CAMILIANO. São Camilo de Lellis (1550-1614) é o santo padroeiro dos doentes dos hospitais e dos profissionais da saúde. É conhecido como um dos santos da caridade na História da Igreja. Seu exemplo é uma inspiração para nós no cuidado dos doentes e sofredores, num mundo tecnicizado e sem alma. Ficou célebre seu grito, juntos aos profissionais da saúde de então, e que não perdeu sua atualidade: “colocar mais coração nas mãos”. Ou seja, a competência profissional (mãos) tem que estar junto com a competência humana (coração). Isto é humanizar! O cuidado tem como medida a sensibilidade feminina do cuidar quando diz: “Desejamos, com a graça de Deus, servir a todos os enfermos com aquele amor que uma mãe amorosa cuida de seu único filho enfermo”. (Pe. Leo Pessini, Camiliano – pessini@scamilo.cdu.br).

Conforme a Folhinha do Coração de Jesus de 13/07/2010, no dia 14 de julho a Igreja lembra São

Camilo de Lellis (1550-1614), proclamado como o santo protetor dos doentes e profissionais da saúde. Destacamos alguns pensamentos que não perderam sua atualidade ao longo dos séculos. “Os doentes que assistimos um dia nos levarão a contemplar a face de Deus”. “O que fazes pelos doentes, deves fazê-lo por amor”. “Nós que trabalhamos com os doentes, não devemos ter inveja de ninguém, pois Deus nos confiou a melhor parte da caridade”. “Enquanto as mãos fazem o seu trabalho, os ouvidos devem estar abertos para acolher suas ordens e seus desejos, a língua deve estar pronta para exortá-lo a ter paciência e o coração para interceder a Deus com ele”, “Mais coração

nas mãos, irmão”. (Pe. Leo Pessini, Camiliano – pessini@scamilo.edu.br).

Conforme a Folhinha do Coração de Jesus de 13/07/2012: CARISMA CAMILIANO. A missão profética da vida camiliana, herdada de São Camilo (1550–1614), consiste em denunciar tudo o que atenta contra a vida e a saúde humana. Entre outras situações mencionamos: os atentados contra a dignidade e a integridade dos mais fracos, humildes e vulneráveis da sociedade; a injusta e iníqua distribuição de recursos de saúde; os mecanismos e estruturas que impedem aos mais pobres de chegar à mesa da vida e da saúde. Este compromisso exige um esforço sério para promover uma nova cultura da saúde, mostrando que o Evangelho vivido é a melhor fonte de saúde proposta por Cristo e confiada à Igreja como dom e missão. Esta é a profecia da nova saúde, que não exclui ninguém e que aponta para um horizonte de plenitude de vida! (Leo Pessini, Camiliano – pessini@saocamilo-sp.br). Ver páginas 125-129: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Camilo_de_Lellis

2.   Em Bréscia, na Ve­nécia, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santo Op­ta­ciano, bispo, que subs­creveu a carta si­nodal sobre a fé ca­tó­lica a res­peito da En­car­nação, en­viada por Eu­sébio, bispo de Milão, ao papa São Leão. († s. V). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. V, Santo Optaciano, bispo de Bréscia. Assinou a Carta Sinódica de Eusébio de Milão dirigida ao papa São Leão, na qual todos os bispos da Itália do norte se comprometeram a defender a fé católica sobre a Encarnação. (M)

3*.   Em Soig­nies, no Bra­bante da Aus­trásia, ac­tu­al­mente na Bél­gica, São Vi­cente ou Ma­del­gário, que, com o as­sen­ti­mento da es­posa Santa Val­de­trudes, abraçou a vida mo­nás­tica e, se­gundo a tra­dição, fundou dois mosteiros. († c. 677)

4.   Em De­venter, na Frísia, ac­tu­al­mente na Ho­landa, São Mar­quelmo, pres­bí­tero e monge, de origem in­glesa, que desde a in­fância foi dis­cí­pulo de São Vi­li­brordo e seu com­pa­nheiro nos tra­ba­lhos de evangelização. († c. 775). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, próximo a 775, São Marquelmo, sacerdote e discípulo de São Vilibrordo, que pregou o Evangelho nos Países Baixos. (M)

5*.   Em Stary Kins­perk, pró­ximo de Eger, na Boémia, ac­tu­al­mente na Ché­quia, o Beato Cros­nato, mártir, que, de­pois da morte da es­posa e do filho, aban­donou a corte do rei para en­trar no ce­nóbio dos Pre­mons­tra­tenses em Teplá e, ao de­fender os di­reitos do mos­teiro, foi feito pri­si­o­neiro e aban­do­nado até morrer de fome. († 1217)

6*.   Em Ve­rona, no Vé­neto, re­gião da Itália, Santa Tos­cana, que, de­pois da morte do es­poso, deu todos os seus bens aos po­bres e se de­dicou in­can­sa­vel­mente, na Ordem de São João de Je­ru­salém, ao cui­dado dos enfermos. († 1343/1344)

7*.   Em Fo­linho, na Úm­bria, também re­gião da Itália, a Beata An­ge­lina de Marsciano (dia 13 de julho na Folhinha do Coração de Jesus), que, ao ficar viúva, se con­sa­grou to­tal­mente, du­rante mais de cin­quenta anos, ao ser­viço de Deus e do pró­ximo e deu início à ordem re­li­giosa das Ter­ciá­rias Fran­cis­canas de clau­sura, para se de­dicar à edu­cação da ju­ven­tude feminina. († 1435)

8*.   Em Va­lência, na Es­panha, o Beato Gaspar de Bono (também na Folhinha do Coração de Jesus, Gaspar de Bene) pres­bí­tero da Ordem dos Mí­nimos, que aban­donou as armas dos prín­cipes ter­renos para servir a Cristo Rei e go­vernou as casas da pro­víncia es­pa­nhola da Ordem com zelo, pru­dência e caridade. († 1604). Ver páginas 31-32: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

9.   Em Lima, no Peru, São Fran­cisco So­lano (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores, que, para a sal­vação das almas, per­correu por toda a parte as

re­giões da Amé­rica do Sul e, com a sua pa­lavra e o seu tes­te­munho, en­sinou aos in­dí­genas e aos pró­prios co­lonos es­pa­nhóis a no­vi­dade da vida cristã. († 1610). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1610, São Francisco Solano, franciscano espanhol, que foi missionário junto aos indígenas da América Latina. (M). Ver páginas 291-298: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Solano_(santo)

10*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, o Beato Ri­cardo Langhorne, mártir, in­signe ju­rista, que, acu­sado fal­sa­mente de cons­pi­ração, no rei­nado de Carlos II, foi con­de­nato à morte e en­tregou a alma a Deus no pa­tí­bulo de Tyburn. († 1679). Ver páginas 33-34: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

11*.   Em Ce­recca-Ghe­baba, lo­ca­li­dade da Etiópia, o Beato Ghebre Mi­guel, pres­bí­tero da Con­gre­gação da Missão e mártir, que, pro­cu­rando sempre a ver­da­deira fé no es­tudo e na oração, fi­nal­mente en­trou na uni­dade da Igreja ca­tó­lica; por isso, so­freu du­rante treze meses o cár­cere e ca­mi­nhadas for­çadas im­pe­lido por sol­dados, com os pés presos com ca­deias, até que morreu con­su­mido pelas in­ces­santes fla­ge­la­ções, pela sede e pela fome. († 1855)

12.   Em Nan­gong, ci­dade do Hebei, pro­víncia da China, São João Wang Guixin, mártir, que, du­rante a per­se­guição dos “Yihe­tuan”, re­cusou man­char-se com uma pe­quena men­tira que lhe pou­pava a vida ter­rena e morreu por Cristo. († 1900)

13.  Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no meio do séc. III, Santo Héraclas. Bispo, passou a maior parte de sua vida ensinando. Primeiro sob a direção de Orígenes em sua escola de Alexandria, e depois como pastor daquela cidade por dezesseis anos. (M). Ver página 27-28: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9raclas_de_Alexandria

14. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 350, São Félix, primeiro bispo de Como. Mesmo sendo a evangelização pouco avançada e clero pouco numeroso, conseguiu ganhar para Cristo a maioria dos habitantes, graças a um trabalho incessante. (M). Ver página 26: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

15. Bem-aventurado Humberto de Romanos. Ver páginas 29-30: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

16. Santo Adeodato de Cantuária. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Adeodato_de_Cantu%C3%A1ria

17. Santa Catarina Tekakwitha ou Kateri Tekakwitha, indígena mohawk. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Kateri_Tekakwitha

18. Outros santos do dia 14 de JULHO, páginas: 09-37 http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 14 de julho, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_julho

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 542-544-:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

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OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

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Ver:

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Santas e Santos de 13 de julho

13  DE JULHO: NOSSA SENHORA DA ROSA MÍSTICA. Ver: “’’Oração, Penitência, Reparação. Sou a Mãe de Jesus e a Mãe de todos vós!’. Nossa Senhora nas aparições a Pierina Gilli, na Itália. Nossa Senhora Rosa Mística é o título atribuído à Virgem Maria, mãe de Jesus, a partir das suas inúmeras aparições, decorridas entre 1947 e 1984, nas localidades de Montichiari e Fontanelle, na Itália, à vidente Pierina Gilli. De acordo com os relatos, a Santíssima Virgem teria aparecido vestida de branco, primeiramente com três espadas cravadas no peito e depois com três rosas substituindo as espadas: uma rosa era branca, simbolizando a oração; outra rosa era vermelha, simbolizando o sacrifício; e a outra rosa era amarela, simbolizando a penitência. O principal tema abordado por Nossa Senhora nestas aparições foi as vocações sacerdotais e religiosas, e a necessidade de oração para que os religiosos do mundo inteiro possam cumprir a sua missão evangelizadora e que sejam, de fato, instrumentos do amor de Deus.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_da_Rosa_M%C3%ADstica

– Ver também: https://blog.cancaonova.com/tododemaria/a-mensagem-de-nossa-senhora-rosa-mistica/

– Ver: https://definicao.net/significado-de-rosa-mistica/

– Ver ainda: https://pt.aleteia.org/2015/10/20/invocar-maria-como-rosa-mistica-foi-aprovado-pela-igreja/

1. Santo Hen­rique (também na Folhinha do Coração de Jesus de 13 de julho, Santo Henrique II), im­pe­rador dos Ro­manos, que, jun­ta­mente com sua es­posa, Santa Cu­ne­gundes, se em­pe­nhou na re­no­vação da vida da Igreja e na pro­pa­gação da fé cristã em toda a Eu­ropa; ani­mado por di­li­gente zelo mis­si­o­nário, ins­ti­tuiu muitas sedes epis­co­pais e fundou mos­teiros. Morreu neste dia em Grone, pró­ximo de Göttingen, na Fran­cónia, na ac­tual Alemanha. († 1024). Em Bamberg, na Baviera, no ano graça de 1024, o nascimento no cốu de Santo Henrique II, imperador. Grande admirador de Cluny e da literatura romana, ofereceu dotes a igrejas e mosteiros pobres, e ajudou nas reform as monásticas de Gorze e de São Maximino de Treves. Santo Henrique é o padroeiro celeste dos oblatos beneditinos. (R).  Ver páginas 38-50: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

OBSERVAÇÃO: Em Bamberg, a morte de Santo Henrique I, imperador dos romanos e confessor: com Santa Cunegunda, sua esposa, guardou a castidade perpétua. A Santo Estêvão, rei da Hungria, fez com que abraçasse, com quase todo o reino, a fé católica. Celebra-se-lhe a festa a 15 deste mês. Ver página 466: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

Ver também dia 15 de julho.

2.   Co­me­mo­ração de Santo Es­dras, sa­cer­dote e es­criba, que, no tempo de Ar­ta­xerxes, rei dos Persas, re­gres­sando da Ba­bi­lónia para a Ju­deia, con­gregou o povo dis­perso e se em­pe­nhou com grande di­li­gência para que a lei do Se­nhor fosse in­ves­ti­gada, posta em prá­tica e en­si­nada em Israel. Ver páginas 418-436: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

3.   Co­me­mo­ração de São Silas, que, des­ti­nado pelos Após­tolos, jun­ta­mente com os santos Paulo e Bar­nabé, à Igreja dos gen­tios, cheio da graça de Deus, exerceu in­can­sa­vel­mente o mi­nis­tério da pre­gação do Evangelho. Ver páginas 446-456: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

4.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, São Se­ra­pião, mártir, que, no tempo do im­pe­rador Se­vero e do pre­feito Áquila, foi quei­mado vivo e assim al­cançou a coroa do martírio. († c. 212). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Alexandria, no começo do séc. III, São Serapião, mártir. “Interrogado sobre sua religião, respondeu com voz livre e clara que era cristão” (do Sinaxário grego). (M)

5.   Em Quios, ilha da Grécia, no Mar Egeu, Santa Mi­rope, mártir. († s. III/IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na mesma época, na ilha de Quio, no mar Egeu, o martírio de Santa Miropa. (M)

6.   Em Fi­lo­mélio, na Frígia, na ho­di­erna Tur­quia, os santos már­tires Ale­xandre e trinta sol­dados, que, se­gundo a tra­dição, so­freram o mar­tírio no tempo de Magno, pre­feito de An­ti­o­quia da Pisídia. († s. IV)

7.   Em Albi, na Aqui­tânia, ac­tu­al­mente na França, o pas­sa­mento de Santo Eu­génio, bispo de Car­tago, glo­rioso pela sua fé e sua vir­tude, que so­freu o exílio du­rante a per­se­guição dos Vândalos. († 501). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 505, Santo Eugênio, bispo de Cartago. Por não ceder às exigências dos hereges do rei vândalo, foi exilado para o Languedoc, onde morreu como confessor da fé. (M). Ver páginas 392-417: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

8.   Na Bre­tanha Menor, também na ac­tual França, São Tu­riavo, abade do mos­teiro de Dol e bispo. († s. VII/VIII). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Bretanha, São Turião, abade, que foi sagrado bispo da Igreja de Dol, no séc. VI ou VII. (M)

9*.   Em Gé­nova, na Li­gúria, re­gião da Itália, o Beato Jaime de Vorágine, bispo, da Ordem dos Pre­ga­dores, que, para pro­mover a vida cristã no povo, propôs nos seus es­critos muitos exem­plos de virtude. († 1298)

10*.   Em Norwich, na In­gla­terra, o Beato Tomás Tunstal, pres­bí­tero da Ordem de São Bento e mártir, que, no rei­nado de Jaime I, por ter en­trado na In­gla­terra como sa­cer­dote, foi con­de­nado à morte e sus­penso no patíbulo. († 1616)

11*.   Num sór­dido barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, os be­atos Luís Ar­mando José Adam, da Ordem dos Frades Me­nores Con­ven­tuais, e Bar­to­lomeu Jar­rige de la Mo­rélie de Biars, pres­bí­teros e már­tires, que, na per­se­guição de­sen­ca­deada contra a Igreja, foram con­de­nados, como sa­cer­dotes ca­tó­licos, à prisão na ga­lera, onde mor­reram atin­gidos pelo con­tágio da en­fer­mi­dade, ví­timas da sua ca­ri­dade para com os com­pa­nheiros de cativeiro. († 1794)

12*.   Em Orange, na Pro­vença, re­gião da França, as be­atas Ma­da­lena da Mãe de Deus (Isabel Verchière) e cinco com­pa­nheiras, vir­gens e már­tires na mesma revolução. São estes os seus nomes: Maria da Anun­ci­ação (Te­resa Hen­ri­quina Faurie), Santo Aleixo (Ana An­dreia Mi­nutte), São Fran­cisco (Maria Ana Lam­bert), Santa Fran­cisca (Maria Ana De­peyre)  e São Ger­vásio (Maria Anas­tásia de Roquart). († 1794)

13.   Em Chau Doc, ci­dade da Co­chin­china, ac­tu­al­mente no Vi­etnam, São Ma­nuel Lê Van Phung, mártir, pai de fa­mília que, em­bora de­tido no cár­cere, não cessou de exortar os fi­lhos e fa­mi­li­ares à ca­ri­dade para com os per­se­gui­dores e, fi­nal­mente, foi de­ca­pi­tado por ordem do im­pe­rador Tu Duc. († 1859)

14.   Em Bú­drio, na Fla­mínia, hoje na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, Santa Clélia Barbiéri, virgem, que se de­dicou à for­mação es­pi­ri­tual da ju­ven­tude fe­mi­nina e fundou a Con­gre­gação das Mí­nimas de Nossa Se­nhora das Dores, con­sa­grada prin­ci­pal­mente à for­mação hu­mana e cristã das me­ninas po­bres e indigentes. († 1870)

15*.   Em Ga­le­azza Pé­poli, perto de Bo­lonha, também na Itália, o Beato Fer­nando Maria Bacciliéri, pres­bí­tero, que as­sistiu com grande di­li­gência o povo que lhe foi con­fiado e fundou a Con­gre­gação das Servas de Maria, para ajudar as fa­mí­lias po­bres e es­pe­ci­al­mente para a for­mação da ju­ven­tude feminina. († 1893)

16.   Em Lang­ziqiao, pró­ximo de Hengshui, no Hebei, pro­víncia da China, São Paulo Liu Jinde, mártir, homem de avan­çada idade, que, du­rante a per­se­guição de­sen­ca­deada pelos “Yihe­tuan”, sendo o único cristão que per­ma­neceu na­quela po­vo­ação, foi ao en­contro dos per­se­gui­dores com o ro­sário e o livro de ora­ções na mão e os saudou de modo cristão, pelo que foi ime­di­a­ta­mente assassinado. († 1900)

17.   Em Nan­gong, ci­dade do Hebei, também pro­víncia da China, São José Wang Guiji, mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição dos “Yihe­tuan”, re­jei­tando a ten­tação de salvar a vida com uma pe­quena men­tira que lhe su­ge­riam, pre­feriu a morte glo­riosa por Cristo. († 1900)

18. Na cidade de Angostura em Colômbia, Beato Mariano Jesus Euse Hoyos, sacerdote, que era famoso pela simplicidade e a integridade da vida e dedicou-se à oração, estudos e formação cristã das crianças.

19♦.   Em Ni­e­mowicze, perto de Grodno, na Po­lónia, hoje na Bi­e­lor­rúsia, a Beata Ma­riana Biernacka, viúva e mártir. († 1943)

20*.   Em São João de Porto Rico, o Beato Carlos Ma­nuel Ro­drí­guez Santiago, que se de­dicou in­ten­sa­mente à re­forma da sa­grada li­turgia e à di­fusão da fé entre os jovens. († 1963)

21. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VII, antes da nossa era, o Profeta Joel (também na Folhinha do Coração de Jesus), que anunciou “o dia do Senhor”, realizado em Pentecostes peoa efusão do Espírito Santo (M). Ver páginas 437-445: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

21. Santa Angelina de Marsciano, na Folhinha do Coração de Jesus. Ver dia 14 de julho no Martirológio Italiano e neste blog.

22. Santo Estêvão, confessor. Ver páginas 457-458: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

23. Santa Sara, virgem. Ver páginas 459-460: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

24. Santa Golindouch, mártir. Ver páginas 461-465: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

25. Santa Mildreda. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mildreda

26. Santa Teresa de Jesus dos Andes (Santa Teresa dos Andes). Padroeira dos jovens das América Latina. Ver “Foi beatificada pelo Papa João Paulo II, no dia 3 de abril de 1987, em Santiago do Chile. Foi canonizada pelo mesmo Papa João Paulo II, na Basílica de São Pedro, no dia 21 de março de 1993, e por ele proposta como um modelo para a juventude. É a primeira flor de santidade da nação chilena e do Carmelo da América Latina.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Teresa_dos_Andes

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Teresa_de_los_Andes

27. Outros santos do dia 13 de JULHO, páginas 392-466:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf – Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 13 de julho, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/13_de_julho

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 539-542:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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Santas e Santos de 12 de julho

1.   Em An­cira, na Ga­lácia, hoje An­cara, na Tur­quia, a co­me­mo­ração dos santos Proclo e Hi­la­rião, már­tires, no tempo do im­pe­rador Tra­jano e do pre­feito Máximo. († s. II)

2.   Em Aqui­leia, na Ve­nécia, hoje no Friúli, re­gião da Itália, os santos For­tu­nato e Her­má­goras, mártires. († s. III)

3.   Em Milão, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, também re­gião da Itália, os santos Nabor e Félix, már­tires, que, sendo sol­dados ori­gi­ná­rios da Mau­ri­tânia, da ho­di­erna Ar­gélia, conta-se que so­freram o mar­tírio em Lódi du­rante a per­se­guição de Ma­xi­miano e foram se­pul­tados em Milão. († c.304). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Milão, no séc. IV, o martírio dos irmãos Nabor e Félix, soldados de origem africana. (M). Ver página 386: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

4.   Em Fano, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, também re­gião da Itália, São Pa­ter­niano, bispo. († s. IV)

5.   Em Lião, na Gália, ac­tu­al­mente na França, São Vi­ven­cíolo, bispo, que, pro­mo­vido da es­cola do mos­teiro de Santo Eu­gendo ao epis­co­pado, in­citou a pre­sença de clé­rigos e leigos no Con­cílio de Epaone, para que o povo co­nhe­cesse me­lhor as normas pontificais. († c.523). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 525, São Vivenciolo, bispo de Liao, que por seu exemplo e pela convocação de um concílio regional, convidou seus fiéis a levarem uma vida de acordo com sua fé. (M). Ver página 387: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vivenc%C3%ADolo

6.   Em Pas­sig­nano, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, São João Gual­berto, abade, que, ainda sol­dado de Flo­rença, per­doou por amor de Cristo ao as­sas­sino do seu irmão e de­pois tomou o há­bito mo­nás­tico; mas, as­pi­rando a uma vida mais aus­tera, es­ta­be­leceu em Va­lum­brosa os fun­da­mentos duma nova fa­mília monástica. († 1073). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano de 1073, o nascimento no céu de São João Gualberto. Depois de ter poupado a vida do assassino de seu irmão, por amor a Cristo, este oficial florentino tomou o hábito beneditino e mais tarde fundou um novo ramo da Ordem em Valumbrosa, cujo exemplo de pobreza e de vida fraterna exerceu uma feliz influência sobre o decadente clero de sua época. (B). Ver páginas 382-385: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Gualberto

7*.   No mos­teiro de Cava de’ Tir­réni, na Cam­pânia, também re­gião da Itália, São Leão I, abade, que so­correu os po­bres com o tra­balho das suas pró­prias mãos e os pro­tegeu dos poderosos. († 1079). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mosteiro de La Cava, em 1079, São Leão, abade. (X)

8*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, o Beato David Gunston, mártir, que, sendo ca­va­leiro da Ordem de São João de Je­ru­salém, porque negou a au­to­ri­dade do rei Hen­rique VIII nos as­suntos es­pi­ri­tuais, foi en­for­cado no pa­tí­bulo em Southwark. († 1541)

9.   Também em Lon­dres, São João Jones (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores e mártir, que, oriundo do País de Gales, abraçou a vida re­li­giosa na França e, no rei­nado de Isabel I, foi con­de­nado à morte por ter en­trado da In­gla­terra como sa­cer­dote e con­sumou o mar­tírio sus­penso na forca. († 1598)

10*.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os be­atos Ma­tias Araki e sete companheiros, már­tires, que so­freram o mar­tírio por Cristo.  Estes são os seus nomes: Pedro Ara­kiyori Cho­bioye e Su­sana, es­posos; João Ta­naka e Ca­ta­rina, es­posos; João Nagai Naisen e Mó­nica, es­posos, e seu filho Luís, criança. († 1626)

11*.   Em Orange, na Pro­vença, re­gião da França, as be­atas Rosa de São Fran­cisco Xavier (Ma­da­lena Te­resa Tal­lien), Marta do Bom Anjo (Maria Cluse), Maria de Santo Henrique (Mar­ga­rida Ele­onor de Jus­ta­mond) e São Bernardo (Joana Maria de Ro­millon), vir­gens e már­tires, que du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa re­ce­beram a palma do martírio. († 1794)

12.   Em Nam Dinh, ci­dade do Ton­quim, ac­tu­al­mente no Vi­etnam, São Cle­mente Inácio Del­gado Ce­brian, bispo e mártir, que, de­pois de cin­quenta anos de pre­gação do Evan­gelho, foi preso por ordem do im­pe­rador Minh Mang por causa da sua fé em Cristo e morreu no cár­cere de­pois de muitos sofrimentos. († 1838)

13.   Na pro­víncia de Nihn Binh, também no Ton­quim, Santa Inês Lê Thi Thành (De), mártir, mãe de fa­mília, que, apesar de su­jeita a du­rís­simas tor­turas por ter ocul­tado em sua casa um sa­cer­dote, re­cusou ab­jurar a sua fé e morreu no cár­cere, no tempo do im­pe­rador Thieu Tri. († 1841)

14.   Na pro­víncia de Nghê An, no Anam, também no ac­tual Vi­etnam, São Pedro Khanh, pres­bí­tero e mártir, que, re­co­nhe­cido entre os ta­be­liães como cristão, foi en­car­ce­rado du­rante seis meses e, de­pois de vãos in­tentos para o fazer ab­jurar a fé, fi­nal­mente foi de­go­lado por ordem do im­pe­rador Thieu Tri. († 1842)

15. São Luís Martin (também na Folhinha do Coração de Jesus).

16. Santa Epifânia (também na Folhinha do Coração de Jesus). Em Lentini, na Sicília, Santa Epifânia, que morreu depois de ter os seios cortados sob o imperador Diocleciano e o governador Tertilo. Ver página 391: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

17. Bem-Aventurado André, menino mártir. Ver páginas 388-389: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

18. Santa Zélia Guérin (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver Santos Luís Martin e Zélia Guérin (pais de Santa Teresinha do Menino Jesus): https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Martin_e_Z%C3%A9lia_Gu%C3%A9rin

19. Santa Verônica de Jerusalém. Ver:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ver%C3%B4nica_de_Jerusal%C3%A9m

20. São Jasão de Tarso. Ver página 389: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf

Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jas%C3%A3o_de_Tarso

21. Outros santos do dia 12 de JULHO, páginas 382-391:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2012.pdf – Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

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OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 12 de julho, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/12_de_julho

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004

ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 536-538:  Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

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MUITO OBRIGADO!

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