Santas e Santos de 09 de fevereiro

1.  Em Ale­xan­dria, no Egipto, a co­me­mo­ração de Santa Apo­lónia, também na Folhinha do Coração de Jesus.(No Martirológio Romano-Monástico, Santa Apolínea. São Dionísio de Alexandria conta que ela foi presa pelos pagãos durante uma agitação popular. Quebraram-lhe todos os dentes e depois ameaçaram jogá-la viva numa fogueira que eles haviam acendido, caso ela não renegasse sua fé. Mas ela, interiormente abrasada pelo fogo da caridade, lançou-se espontaneamente dentro das chamas – M), virgem e mártir, que, de­pois de muitos e cruéis tor­mentos in­fli­gidos pelos per­se­gui­dores, re­cu­sando-se a pro­ferir pa­la­vras sa­crí­legas, pre­feriu morrer quei­mada nas chamas a re­negar a fé.

É a padroeira dos dentistas. Algo mais sobre a história de Santa Apolônia:

Padroeira dos dentistas

Em meio às grandes torturas que sofreu sem negar sua fé, Santa Apolônia teve seus dentes arrancados por pedras afiadas. Mesmo sofrendo a dor lancinante de ter seus dentes quebrados, ela não renunciou à sua fé em Jesus Cristo. Ao ver sua firmeza na fé, os carrascos quebraram sua face com pancadas. Em seguida, foi condenada a morrer queimada. Depois de sua morte, seus dentes foram recolhidos e levados para vários mosteiros. Existe um dente e um pedaço de sua mandíbula no Mosteiro de Santa Apolônia em Florença, Itália.

Morte de Santa Apolônia

Depois de todos os sofrimentos pelos quais tinha passado, Santa Apolônia ainda reunia forças para mostrar a todos sua fé inabalável. Assim, mesmo amarrada, ela própria se jogou na fogueira onde morreria, dizendo que preferia a morte a renunciar sua fé em Cristo Jesus. Deus, porém, protegeu Santa Apolônia e ela escapou ilesa da fogueira. Muitos dos presentes se converteram ao presenciar este fato. Então os algozes lhe deram vários golpes de espada e lhe deceparam a cabeça. Santa Apolônia faleceu no ano de 249.

Reverência de Santo Agostinho

Mais tarde Santo Agostinho explicou que esse ato de Santa Apolônia foi inspirado pelo Espírito Santo, como um ato de coragem ao enfrentar todas as forças da época em nome de Jesus Cristo. Mais completo em:

https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-santa-apolonia/63/102/#c

– Ver páginas 119-120: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

– Ver também “Apolônia de Alexandria (português brasileiro) ou Apolónia de Alexandria (português europeu) (m. 249) fez parte de um grupo de virgens mártires que padeceram em Alexandria, no Egito, durante um levante local contra o cristianismo antes da perseguição de Décio. De acordo com a lenda, durante sua tortura teve todos os seus dentes violentamente arrancados ou quebrados. Por esta razão, é popularmente considerada como a padroeira dos dentistas e daqueles que sofrem de dor de dente ou outros problemas dentais.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Apol%C3%B4nia_de_Alexandria

2.   Também em Ale­xan­dria, a paixão de vá­rios santos mártires, que foram exe­cu­tados pelos ari­anos com di­versos gé­neros de morte, quando es­tavam na igreja a ce­le­brar os santos mis­té­rios. († s. IV) († s. IV)

3.   Em Le­mel­lefa, na África Se­ten­tri­onal, na ac­tual Ar­gélia, a co­me­mo­ração dos santos Primo e Do­nato (também na Folhinha do Coração de Jesus), diá­conos e már­tires, que foram mortos pelos he­reges na igreja, quando ten­tavam de­fender o altar. († c. 361)

4.   Num monte pró­ximo de Apa­meia, na Síria, São Marão (também na Folhinha do Coração de Jesus, São Maron), ere­mita, to­tal­mente con­sa­grado a uma ri­go­rosa pe­ni­tência e à vida in­te­rior. Junto do seu se­pulcro foi edi­fi­cado um cé­lebre mos­teiro, onde de­pois teve origem a co­mu­ni­dade cristã de­sig­nada com o seu nome. († c. 423). Ver “São Maron, foi um monge sírico-cristão do século V, o qual ficou mais conhecido após a sua morte por um movimento cristão que viria a ser conhecido como Maronitas.[2] Por esta razão, é considerado o fundador de uma Igreja católica oriental sui iuris, a Igreja Maronita. Maron, um amigo de São João Crisóstomo, foi também conhecido por seus trabalhos como missionário e suas técnicas de devoção a Deus.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maron_do_L%C3%ADbano

5*.   No mos­teiro de Llan­daff, na Câm­bria, ac­tual País de Gales, São Telo, bispo e abade, cujas obras ad­mi­rá­veis ce­le­bram muitas igrejas, tanto no País de Gales como na Cor­nu­alha e na Armórica. († 560)

6.   Em Ca­nosa, na Apúlia, re­gião da Itália, São Sa­bino, bispo, que foi amigo de São Bento e en­viado como le­gado da Sé Ro­mana a Cons­tan­ti­nopla, para de­fender a ver­da­deira fé contra a he­resia monofisita. († c. 566). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de Bari, no séc. VI, São Sabino, bispo. Segundo São Gregório Magno, era amigo de São Bento, que o amava em razão de sua santa vida. (M)

7.   Em Haut­mont, junto ao rio Sambre, no Hai­naut, na ac­tual França, o pas­sa­mento de Santo Ans­berto, que, de­pois de ter sido abade de Fon­te­nelle, ocupou a sede epis­copal de Rouen e foi exi­lado pelo prín­cipe Pepino. († c. 695). Ver: Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 692, Santo Ansberto. Renunciando a todas as honrarias da corte de Clotário III, preferiu seguir a Cristo sob a direção de São Vandrilo, abade de Fontenelle, a quem mais tarde veio a suceder. Eleito em seguida para a Sé episcopal de Ruão, acabou morrendo exilado, por motivos políticos, na abadia de Hautmont, na região do Hainaut (Bélgica). (M). Ver páginas 121-122: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

8*.   Na Ba­viera, na ac­tual Ale­manha, a co­me­mo­ração de Santo Altão, abade, na­tural da Ir­landa, que cons­truiu um mos­teiro nos bos­ques desta re­gião, mais tarde de­sig­nado com o seu nome. († s. VIII). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VIII, Santo Alton, monge irlandês. Com diversos companheiros explorou uma floresta doada por Pepino, o Breve, na Baviera, e depois construiu uma casa digna do serviço divino que conservou seu nome daí em diante: Altonmünster. (X)

9*.   Em Nó­cera Umbra, na Úm­bria, re­gião da Itália, São Rai­naldo, bispo, que foi monge ca­mal­du­lense na abadia de Fonte Avel­lana e, exer­cendo de­pois o mi­nis­tério epis­copal, con­servou fir­me­mente os há­bitos da vida monástica. († 1222)

10.   Em Dülmen, na Ale­manha, a Beata Ana Ca­ta­rina Emmerick, virgem da Ordem de Santo Agostinho. († 1824). Ver “Beata Anna Catarina Emmerich (em alemãoAnna Katharina EmmerichCoesfeld8 de setembro de 1774 – Dülmen9 de fevereiro de 1824) foi uma freira agostiniana, mística, visionária e arrebatada,[1] beatificada pelo Papa João Paulo II em 3 de outubro de 2004.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Anna_Catarina_Emmerich

11*.   Em Premiá de Mar, perto de Bar­ce­lona, na Es­panha, São Mi­guel (Fran­cisco Luís Fe­bres Cor­dero), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, que se de­dicou ao en­sino dos es­tudos li­te­rá­rios du­rante quase qua­renta anos em Cu­enca, no Equador, e, tras­la­dando-se de­pois para a Es­panha, viveu na sim­pli­ci­dade de co­ração e na per­feita ob­ser­vância da Regra. († 1910)

12.   Em Arandas, re­gião de Ja­lisco, no Mé­xico, o Beato Luís Magaña Servin, pai de fa­mília e mártir. († 1928)

13.   Em Gra­nada, na Es­panha, o Beato Le­o­poldo de Alpandeire (Fran­cisco Tomás Már­quez Sán­chez), re­li­gioso da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, que de­sem­pe­nhou du­rante muitos anos o ofício de esmoler. († 1956)

14. No mesmo dia, o martírio de santo Alexandre (também na Folhinha do Coração de Jesus) e de outros trinta e oito santos, coroados ao mesmo tempo. Conforme pág. 133: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

15. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Antioquia, na Síria, também no séc. III, São Nicéforo, que pediu para morrer no lugar de um padre apóstata, recebendo a coroa do martírio que o padre acabava de deixar escapar. (M). Ver páginas 126-128: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

16. São Bernardo de Scammaca, dominicano. Ver páginas 123-125: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

17. Bem-Aventurado Mariano Scott, abade e confessor. Ver páginas 129-130: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

18.Outros santos do dia 09 de fevereiro, páginas 119-133: VIDAS DOS SANTOS – 3.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 09 de fevereiro, ver ainda: 9 de fevereiro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 192-194:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, VOSSO FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

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SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

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“O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

Ver:

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Santas e Santos de 08 de fevereiro

1. São Je­ró­nimo Emiliano (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, de­pois de uma ju­ven­tude vi­ru­lenta e li­cen­ciosa, quando foi en­car­ce­rado pelos ini­migos se con­verteu a Deus. De­pois de­dicou-se to­tal­mente, com ou­tros com­pa­nheiros con­gre­gados na mesma in­tenção, a todas as ví­timas da mi­séria, so­bre­tudo aos ór­fãos e aos en­fermos; foi o início da Con­gre­gação dos Clé­rigos Re­grantes de So­masca. Ata­cado de­pois pela peste no con­tacto com esses do­entes, morreu em So­masca, perto de Bér­gamo, na Lom­bardia, re­gião da Itália. († 1537). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de Milão, em 1537, São Jerônimo Emiliano. Tocado de maneira es pecial pela miséria dos órfãos, das mulheres perdidas e das crianças abandonadas, fundou para socorrê-los a Congregação dos Somascos, a partir do nome da cidadezinha onde a congregação se originara. Morreu de peste que contraiu cuidando dos infelizes atingidos pelo mal. (R). Ver “Jerónimo Emiliano (em latimGerolamo EmilianiVeneza1481 — Somasca8 de fevereiro de 1537) é um santo da Igreja Católica.[1]É o fundador da Ordem dos Clérigos Regulares de Somasca, destinada a socorrer as crianças órfãs e as pobres.

Canonizado em 1767, foi nomeado pelo Papa Pio XI padroeiro dos órfãos e dos jovens abandonados.[2]

Sua festa é comemorada no dia 8 de fevereiro e em 20 de julho no calendário romano tradicional.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jer%C3%B3nimo_Emiliano

– Ver também: páginas 183-194: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

2. Santa Jo­se­fina Bakhita (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, que, sendo na­tural da re­gião de Darfur, no Sudão, foi rap­tada ainda cri­ança e, ven­dida vá­rias vezes nos mer­cados afri­canos de es­cravos, su­portou as as­pe­rezas cruéis da es­cra­vidão. Fi­nal­mente li­berta, tornou-se cristã e re­li­giosa em Ve­neza, com as Fi­lhas da Ca­ri­dade, e passou o resto da sua vida em Cristo, pres­tando au­xílio a toda a gente, em Schio, ci­dade da pro­víncia de Vi­cenza, na Itália. († 1947). Ver “O nome “Bakhita”, que significa “afortunada”, “sortuda” ou “bem-aventurada”, não lhe foi dado ao nascer mas lhe foi atribuído pelos raptores. Foi capturada e vendida por mercadores de escravos negros no mercado de El Obeid e de Cartum ao cônsul da Itália no Sudão, D. Calixto Legnani, que logo lhe deu uma carta de liberdade. No período de escravidão, Bakhita sofreu as humilhações, sofrimento físico, psicológico e moral dos escravos… Faleceu no convento canosiano de Schio, em 1947, com a idade de 78 anos; foi enterrada no começo na capela de uma família de Schio, os Gasparella, provavelmente na espera de um sepultamento definitvo no Templo da Sagrada família. E assim foi em 1969, quando o corpo encontrado incorrupto de Bakhita foi sepultados sob o altar da Igreja do mesmo convento.

Foi beatificada em 1992 e canonizada em Roma, pelo Papa João Paulo II, em outubro de 2000.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Josefina_Bakhita

3.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, a co­me­mo­ração de Santa Quinta ou Cointa, mártir, a quem os pa­gãos, no tempo do im­pe­rador Décio, qui­seram obrigar a adorar os ídolos; tendo ela fir­me­mente re­cu­sado, ataram-lhe os pés em ca­deias e, ar­ras­tando-a pelas praças da ci­dade, di­la­ce­raram-na num hor­rível suplício. († 249)

4.   Em Pavia, na Li­gúria, re­gião da Itália, São Ju­vêncio (também na Folhinha do Coração de Jesus) ou Evêncio, bispo, que tra­ba­lhou ar­du­a­mente pelo Evangelho. († 397)

5.   Co­me­mo­ração dos santos már­tires monges do mos­teiro de Die, em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, que, pela de­fesa da fé ca­tó­lica, ao le­varem cartas do papa Félix III contra Acácio, foram cru­el­mente assassinados. († c. 485)

6*.   Na Bre­tanha Menor, ac­tu­al­mente na França, São Ja­cuto, abade, con­si­de­rado como irmão dos santos Vin­valeu e Guet­noco, que cons­truiu junto ao mar um mos­teiro que de­pois foi de­sig­nado com o seu nome. († s. VI). Ver página 11: VIDAS DOS SANTOS – 3.pdf (obrascatolicas.com)

7.   Em Milão, na Lom­bardia, re­gião da Itália, o se­pul­ta­mento de Santo Ho­no­rato, bispo, que, pe­rante a imi­nente in­vasão dos Lom­bardos, salvou grande parte do povo, con­se­guindo re­fúgio em Génova. († c. 570)

8*.   Em Be­sançon, da Bor­gonha, ac­tu­al­mente na França, São Ni­cécio, bispo. († c. 610)

9.   Em Verdun, na Gália, também na ac­tual França, São Paulo, bispo, que, tendo abra­çado a vida mo­nás­tica, foi de­pois eleito bispo desta ci­dade, onde pro­moveu a dig­ni­dade do culto di­vino e a ob­ser­vância re­gular dos cónegos. († c. 647). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VII, São Paulo, bispo. Depois de ter exercido diversos cargos civis na corte de Clóvis II, e de em seguida ter levado vida monástica por algum tempo, foi chamado para o serviço da Igreja de Verdun, preocupando-se em assegurar uma vida digna a seu clero carente e em fazer observar o domingo por seus fiéis. (M). Ver páginas 111-113: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

10*.   Em Al­bano, no Lácio, re­gião da Itália, o Beato Pedro, de­no­mi­nado o Ígneo por ter pas­sado ileso pelo fogo, que foi monge de Va­lum­brosa e de­pois bispo de Al­bano, tra­ba­lhando ar­do­ro­sa­mente para re­novar a dis­ci­plina eclesiástica. († 1089). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1089, São Pedro, beneditino de Valumbrosa que, tornando-se bispo e cardeal, deu seguimento aos esforços de São Gregório Magno em combater a simonia e restabelecer a disciplina no clero. (M). Ver páginas 114-115: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

– Ver “Pedro Igneus foi um monge beneditino italiano da congregação das Vallombrosians, abade e bispo de Albano cardeal. Ele é muitas vezes referido como um membro da família Aldobrandini mas esta denominação familiares não é atestada nas fontes contemporâneas.”: Pedro Igneus – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

11.   Em Muret, no ter­ri­tório de Li­moges, na Aqui­tânia, re­gião da França, Santo Es­têvão, abade, fun­dador da Ordem de Grand­mont, que atri­buiu aos clé­rigos o louvor di­vino e a con­tem­plação, con­fi­ando a ad­mi­nis­tração das ta­refas tem­po­rais à ca­ri­dade dos ir­mãos leigos. († 1124). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1124, Santo Estevão de Muret, eremita, que esteve na origem da Ordem de Grandmont, no Limousin, cujas estruturas comunitárias eram direcionadas à vida solitária. Segundo seu biógrafo, “ele seguiu por suas palavras e atos o Evangelho de Cristo, que é a verdadeira e única Regra de vida”. (M). Ver páginas 108-110: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

12*.   Em Sa­vi­gliano, no Pi­e­monte, re­gião da Itália, a Beata Jo­se­fina Ga­briela Bonino, virgem, que fundou a Con­gre­gação re­li­giosa da Sa­grada Fa­mília de Na­zaré, para a edu­cação dos ór­fãos e a as­sis­tência aos en­fermos pobres. († 1906)

13. Conforme o Martirológio Romano-Monástico de 08 de fevereiro, em Roma, em 1213, São João de Matha. Nascido na Provença, estudou em Paris, onde recebeu formação sacerdotal, fundando depois a Ordem dos Trinitários para o resgate dos cativos cristãos (conforme Martirológio Romano-Monástico, M).Ver páginas 101-107: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

Ver 17 de dezembro: Em Roma, no monte Célio, São João da Mata (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, de origem fran­cesa, que fundou a Ordem da San­tís­sima Trin­dade para a Re­denção dos Cativos. († 1213). Ver “A festa, por decisão do papa Inocênc1o XI, celebra-se a 8 de fevereiro.” páginas 329-330: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

– Ver “Após a morte de seu amigo eremita (Felix de Valois), João retirou-se para Roma, onde faleceu em 17 de dezembro de 1213.[4]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jean_de_Matha

– Ver “João de Matha (23 de junho de 1160, Faucon-de-BarcelonnetteFrança – RomaItália, 17 de dezembro de 1213) foi um monge francês, fundador juntamente com São Félix de Valois, da Ordem da Santíssima Trindade (também conhecida como a Ordem Trinitária).[1]”: Jean de Matha – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver também “A Ordem dos Trinitários cresceu tanto que seu fundador teve de construir várias outras casas comunitárias, tamanha era a solicitação para o ingresso. João da Mata morreu santamente, no dia 17 de dezembro de 1213. O papa Inocêncio XI elevou à honra dos altares são João da Matha, cuja celebração foi estabelecida para o dia de sua morte.”: https://franciscanos.org.br/vidacrista/calendario/sao-joao-da-mata/#gsc.tab=0

14. No mesmo dia, em Roma, os santos mártires Paulo, Lúcio e Ciríaco (também na Folhinha do Coração de Jesus), conforme pág. 117: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

15. Outros santos do dia 08 de fevereiro, páginas 101-118: VIDAS DOS SANTOS – 3.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 08 de fevereiro, ver ainda: 8 de fevereiro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 190-192:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

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Santas e Santos de 07 de fevereiro

1. Festa das Cinco Chagas do Senhor, isto é, das fe­ridas que Cristo re­cebeu na cruz e ma­ni­festou aos Após­tolos de­pois da sua res­sur­reição, de­voção muito viva entre os por­tu­gueses desde os co­meços da na­ci­o­na­li­dade e con­fir­mada pelos Ro­manos pon­tí­fices, a partir de Bento XIV. Ver “Os estigmas são marcas manifestadas fisicamente mas que tradicionalmente são reputadas como tendo origem espiritual, e que alguns acreditam reproduzirem as cinco chagas de Jesus Cristo. Os estigmas podem tomar formas variadas, como úlceras, chagas, ferimentos, queimaduras, bolhas e lacerações, dentre outros, e normalmente são verificados em um dos cinco pontos do corpo pelos quais Jesus teria sido pregados à cruz: péspunhos e tórax. Enquanto festividade católica, em Portugal é realizada especialmente no dia 7 de Fevereiro.[1]

”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Estigma_(fen%C3%B4meno)

2.   Em Nola, na Cam­pânia, re­gião da Itália, São Má­ximo, bispo, que em tempo de per­se­guição di­rigiu a Igreja desta ci­dade e, de­pois de uma longa vida, morreu em paz. († s. III)

3.   Em Lâmp­saco, no He­les­ponto, na ac­tual Tur­quia, São Par­ténio, bispo, que, se­gundo a tra­dição, no tempo do im­pe­rador Cons­tan­tino Magno pro­pagou a fé pela pa­lavra e pelo exemplo da sua vida. († s. IV). Ver páginas 95-97: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

4.   No monte Sinai, São Moisés, que, de­pois de ter se­guido a vida so­li­tária no ermo, foi or­de­nado bispo a pe­dido de Máuvia, rainha dos Sar­ra­cenos, e con­se­guiu pa­ci­ficar aquela gente fe­ro­cís­sima e manter ilesa a vida dos cristãos. († c. 389). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Egito, perto de 389, São Moisés. Originário da Arábia, retirou-se para o deserto do monte Sinai. Elevado ao episcopado, contribuiu para a manutenção da paz entre seus concidadãos e os romanos. (M)

5.   Em Flo­rença, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, Santa Ju­liana, viúva. († s. IV)

6*.   Em Man­fre­dónia, na Apúlia, também re­gião da Itália, São Lou­renço, bispo. († c. 545)

7.   Em Lucca, na Etrúria, hoje na Tos­cana, também na Itália, o se­pul­ta­mento de São Ri­cardo (também na Folhinha do Coração de Jesus), pai dos santos Vi­ne­baldo e Val­burges, que morreu quando ia com seus fi­lhos em pe­re­gri­nação da In­gla­terra para Roma. († c. 720)

8.   Em Só­terum, na Fó­cida, re­gião da Grécia, São Lucas o Jovem, eremita. († 955). Ver página 98: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

9*.   Em Múccia, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, re­gião da Itália, o Beato Ri­cério (Rizziero), que foi dos pri­meiros e mais que­ridos dis­cí­pulos de São Francisco. († 1236)

10*.   Em Assis, na Úm­bria, também re­gião da Itália, o Beato An­tónio de Stroncone, re­li­gioso da Ordem dos Frades Menores. († 1461). Ver “Bem-Aventurado Antônio de Strocônio, franciscano”, páginas 91-92: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

11*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, o Beato Tomás Sherwood, mártir, que, sendo ne­go­ci­ante de te­cidos, se di­rigiu para Douai a fim de se pre­parar para o sa­cer­dócio; mas quando re­gressou a Lon­dres para as­sistir ao seu pai en­fermo e idoso, ao passar por uma rua, foi con­du­zido ao mar­tírio, no rei­nado de Isabel I. († 1578). Ver página 98: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

12*.   Em Au­benas, no Vi­viers, re­gião da França, os be­atos már­tires Tiago Sales, pres­bí­tero, e Gui­lherme Saltmouche, re­li­gioso, ambos da Com­pa­nhia de Jesus, que, por for­ta­le­cerem o povo na fé ca­tó­lica com a sua pre­gação, de­pois de ter sido to­mada a ci­dade pelos hu­gue­notes, foram cha­ci­nados num do­mingo, di­ante do povo, por causa da sua fé. († 1593)

13*.   Em Ná­poles, na Cam­pânia, re­gião da Itália, Santo Egídio Maria de São José (Fran­cisco Pon­tillo), re­li­gioso da Ordem dos Frades Me­nores, que todos os dias pedia es­mola ao povo pelas ruas da ci­dade com ex­trema hu­mil­dade, re­tri­buindo com pa­la­vras de consolação. († 1812)

14.   Em Changsha, ci­dade do Hunan, pro­víncia da China, São João de Triora (Fran­cisco Maria Lân­trua), pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores e mártir, que, após cruéis tor­mentos de longo ca­ti­veiro, foi morto por enforcamento. († 1816)

15*.   Em Paris, na França, a Beata Ro­sália (Joana Maria Rendu), virgem das Fi­lhas da Ca­ri­dade, que, vi­vendo numa casa dos su­búr­bios mais po­bres da­quela ci­dade, por ela trans­for­mada em re­fúgio dos in­di­gentes, se em­pe­nhou in­can­sa­vel­mente em vi­sitar os po­bres nos seus do­mi­cí­lios, pro­mover a paz em tempo de guerra civil e es­ti­mular muitos, so­bre­tudo os jo­vens e os ricos, ao exer­cício da caridade. († 1856)

16*.   Também em Paris, a Beata Maria da Providência (Eu­génia Smet), virgem, que fundou o Ins­ti­tuto de Irmãs Au­xi­li­a­doras das Almas do Purgatório. († 1871)

17*.   Em Roma, o Beato Pio IX, papa, que, pro­cla­mando cla­ra­mente a ver­dade de Cristo, que in­ti­ma­mente viveu, ins­ti­tuiu muitas sedes epis­co­pais, pro­moveu o culto da Virgem Santa Maria e con­vocou o Con­cílio Ecu­mé­nico Va­ti­cano I. († 1878)

Ver “Pio IX, nascido Giovanni Maria Mastai-Ferretti (Senigália13 de maio de 1792 – Roma7 de fevereiro de 1878), foi Papa entre 16 de junho de 1846 e 7 de fevereiro de 1878. É o segundo pontificado mais longo da história depois de São Pedro. Foi beatificado em 3 de setembro de 2000, pelo Papa João Paulo II. Foi o primeiro Papa da história a ser fotografado.[1]

Foi o 2º Papa a nascer no dia 13 de maio; o outro foi Papa Inocêncio XIII. Seu papado ficou marcado pela destituição dos chamados Estados Eclesiásticos, pois Pio IX comandava o Trono de Roma quando os revoltosos empreendiam o Risorgimento, que levou à unificação da Itália como Estado Nacional, comandado pelo rei Vittorio Emanuele II.[1]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Pio_IX

18.   Em Parma, na Itália, a Beata Ana Maria Adórni, viúva, fun­da­dora da Con­gre­gação das Servas de Maria Ima­cu­lada e do Ins­ti­tuto do Bom Pastor de Parma. († 1893)

19*.   Em Pont de Mo­lins, lo­ca­li­dade pró­xima de Ge­rona, na Es­panha, os be­atos már­tires An­selmo Polanco, bispo de Te­ruel, e Fi­lipe Ripoll, pres­bí­tero, que, des­pre­zando pro­messas e ame­aças, re­cu­saram fir­me­mente afastar-se da fi­de­li­dade à Igreja. († 1939)

20*.   Perto de Cra­cóvia, na Po­lónia, o Beato Adal­berto Nierychlewski, pres­bí­tero da Con­gre­gação de São Mi­guel e mártir, que, du­rante a ocu­pação mi­litar da sua pá­tria por um re­gime mi­litar hostil à dig­ni­dade hu­mana e à re­li­gião, foi de­por­tado para o campo de ex­ter­mínio de Aus­chwitz, por causa da sua fé em Cristo, e morreu pros­trado pelos tor­mentos a que foi submetido. († 1942)

21*.   No campo de con­cen­tração de An­garsk, na Si­béria, re­gião da Rússia, o Beato Pedro Verhun, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a per­se­guição re­li­giosa, per­ma­ne­cendo fiel até à morte al­cançou a vida eterna. († 1957)

22. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Frígia, Santo Adauco, mártir, que, pertencendo a uma ilustre família da Itália, foi pelos imperadores elevado a quase tôdas as dignidades do império, mas não exitou em opor-se a eles no domínio da fé (M) e ainda exercia as funções de questor, quando, em defesa da fé, foi honrado com a coroa do martírio. Conf. Págs. 99-100:

Clique para acessar o VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

23. Na Heracléia, no Ponto (conforme Martirológio Romano-Monástico), no ano da graça de 319, São Teodoro, mártir. General do exército imperial, era cristão, e segundo o depoimento de São Gregório de Nissa, não temia deixar que isso transparecesse. Foi condenado a sofrer o suplício do fogo, depois de ter incendiado o templo da deusa Amaséia. Seu culto conheceu grande extensão no Oriente (M). Ver páginas 93-94: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

Ver “Teodoro de Heracleia, dito Estratelata (“General”), também conhecido como Teodoro de Euceta, foi um mártir e um santo militar venerado com o título de Grande Mártir na Igreja OrtodoxaIgreja Católica do Oriente e na Igreja Católica Romana. Há muita confusão entre ele e São Teodoro de Amásia e é possível de fato que ambos sejam a mesma pessoa cujas lendas depois divergiram em duas tradições separadas[2].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Teodoro_de_Heracleia

24. Santa Coleta (também na Folhinha do Coração de Jesus)

25. Santa Eugênia Smet (também na Folhinha do Coração de Jesus)

26. São Ricardo, rei da Inglaterra, pai de três santos. Conforme VIDAS DOS SANTOS, na Toscana, festa de São Ricardo, rei da Inglaterra, pai de três santos: Vinebaldo, Vilibaldo e Valburga. Casado com uma parenta de São Bonifácio, contemporâneo do rei Ina, seguiu o exemplo daquele príncipe, deixando-se seduzir pelas peregrinações de devoção. Morrendo sübitamente na Itália (722), foi enterrado na igreja de São Fridiano, onde se deram numerosos milagres. Ver página 97: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

27. Outros santos do dia 07 de fevereiro, páginas 73-100: VIDAS DOS SANTOS – 3.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 07 de fevereiro, ver ainda: 7 de fevereiro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 187-189:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, VOSSO FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

Santas e Santos de 06 de fevereiro

Neste dia 06 de fevereiro lembramos muitas SANTAS E SANTOS, alguns com história muito bonitas. Além dos mártires japoneses, destacamos a jovem SANTA DOROTÉIA (n° 4 abaixo) e SÃO MATEUS CORREA (n° 14), padre que morreu devido a não contar segredo de confissão.

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1. Me­mória dos santos Paulo Miki (também na Folhinha do Coração de Jesus) e com­pa­nheiros[1], már­tires em Na­ga­sáki, no Japão. Agra­vando-se a per­se­guição contra os cris­tãos, foram presos, ator­men­tados e con­de­nados à pena ca­pital oito pres­bí­teros ou re­li­gi­osos da Com­pa­nhia de Jesus e da Ordem dos Frades Me­nores, pro­ce­dentes da Eu­ropa ou na­tu­rais do Japão, e de­zas­sete leigos. Todos eles, também os ado­les­centes, foram cru­ci­fi­cados por serem cris­tãos, ma­ni­fes­tando a sua ale­gria por terem a graça de morrer de modo se­me­lhante ao de Cristo. São estes os seus nomes: João de Goto Soan, Tiago Kisai, re­li­gi­osos da Com­pa­nhia de Jesus; Pedro Bap­tista Blás­quez, Mar­tinho da As­censão Aguirre, Fran­cisco Blanco, pres­bí­teros da Ordem dos Frades Me­nores; Fi­lipe de Jesus de las Casas, Gon­çalo Garcia, Fran­cisco de São Mi­guel de la Pa­rilla, re­li­gi­osos da mesma Ordem; Leão Ka­ra­suma, Pedro Su­ke­jiro, Cosme Ta­keya, Paulo Iba­raki, Tomé Dangi, Paulo Su­zuki, ca­te­quistas; Luís Iba­raki, An­tónio, Mi­guel Ko­zaki e Tomé, seu filho, Bo­a­ven­tura, Ga­briel, João Ki­nuya, Ma­tias, Fran­cisco de Meako, Jo­a­quim Sa­ka­ki­bara, Fran­cisco Adaucto, neófitos. († 1597). Anotações de 05 de fevereiro: Em Na­ga­sáki, no Japão, a paixão dos santos Paulo Miki e vinte e cinco companheiros, már­tires, cuja me­mória se ce­lebra amanhã. († 1597). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de São Paulo Miki e seus vinte e cinco companheiros, religiosos e leigos, crucificados em Nagasaki em 1597, cerca de quarenta anos depois da missão de São Francisco Xavier. Sempre perdoando seus carrascos e rezando pelo Japão, Paulo proclamou do alto de sua cruz, que “o único caminho para a salvação era o dos cristãos”. (R)Ver OS MÁRTIRES DO JAPÃO, páginas 17-36: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

– Ver “Os vinte e seis mártires do Japão (日本二十六聖人 Nihon Nijūroku Seijin?) foram um dos vários grupos de Mártires do Japão. Trata-se de um grupo de cristãos que foram crucificados na cidade japonesa de Nagasaki em 5 de Fevereiro de 1597, por ordem de Toyotomi Hideyoshi,[1][2] durante a perseguição ao cristianismo promovida pelo Xogunado de Tokugawa, na época em que este dominou o Japão.[3] Foram beatificados em 1627 e canonizados em 1862.[1]

O missionário português Luís Fróis descreveu o martírio dos cristãos ordenado por Toyotomi Hideyoshi no seu último livro Relacion del martirio de los 26 cristianos crucificados em Nagasaki el Febrero de 1597. Este foi escrito sob a tremenda impressão do cruel acontecimento, terminado cinco semanas após as execuções, e quatro meses da morte do autor.

Este acontecimento é hoje lembrado pelo monumento e museu destinados pela cidade de Nagasaki à memória dos mártires.[4]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Os_26_M%C3%A1rtires_do_Jap%C3%A3o

– Ver também Paulo Miki Paulo Miki foi um religioso jesuíta e um dos mártires do Japão, filho de um renomado militar, membro de uma família samurai da província de Harima, foi catequista, ingressou na Companhia de Jesus ordenando-se sacerdote, e ficou conhecido como excelente pregador e orador.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paulo_Miki

2.   Em Ar­vena, na Aqui­tânia, hoje Cler­mont-Fer­rand, na França, Santo An­to­liano, mártir. († s. III)

3.   Em Emessa, hoje Homs, na Síria, a co­me­mo­ração de São Sil­vano, bispo e mártir, que, de­pois de pre­sidir a esta Igreja du­rante qua­renta anos, por fim, no tempo do im­pe­rador Ma­xi­mino, foi lan­çado às feras e re­cebeu a palma do mar­tírio, jun­ta­mente com o diá­cono Lucas e o leitor Mócio. († c. 235/238)

4.   Em Ce­sa­reia da Ca­pa­dócia, hoje Kay­seri, na Tur­quia, Santa Do­ro­teia (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, e São Teó­filo, es­tu­dante, mártires. († c. s. IV). Ver “Santa Dorotéia, virgem e mártir e Santo Teófilo, mártir”, páginas 66-69: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

– Ver “Doroteia de Cesareia foi uma jovem capadócia, conhecida por oferecer sua virgindade a Deus e por este motivo fora perseguida e martirizada. Também conhecida pela devoção popular como a santa das flores. Nobre, muito rica e bem educada, Doroteia viveu em Cesareia, capital da província romana da Capadócia e foi, segundo a lenda, martirizada por ser cristã no ano de 304, vítima das perseguições de Diocleciano. Ela e Teófilo são mencionados no Martirológio Romano como mártires de Cesaréia na Capadócia, com um dia de festa em 6 de fevereiro.[1]… Ela é considerada a padroeira dos jardineiros. Em sua festa (6 de fevereiro) as árvores são abençoadas em alguns lugares. [3]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Doroteia_de_Cesareia

5*.   Em Ar­dagh, na Ir­landa, São Melo, bispo. († 488). Ver “Na Irlanda, os Santos Mel, Melchior, Múnio e Rioch, quatro irmãos irlandeses, confessores, que, querem alguns, foram sobrinhos de São Patrício, o imenso apóstolo da Irlanda. Mel, favorecido com o dom da profecia, predisse a grandeza e a santidade de Santa Brigida, a de Kildare. Melchior viveu sempre ao lado Mel. Munio foi bispo de Forgney e Rioch abade de Inisbofinde, no condado de Longford. (Fins do século V)”, na página 70: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

6.   Em Arras, na Gália Bél­gica, ac­tu­al­mente na França, São Gastão (São Vedasto) (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que, en­viado por São Re­mígio, bispo de Reims, para aquela ci­dade de­vas­tada, ca­te­quisou o rei Clóvis, res­ta­be­leceu a Igreja e di­rigiu-a du­rante cerca de qua­renta anos e levou a bom termo a obra de evan­ge­li­zação dos povos ainda pa­gãos da­quela região. († c. 540). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na mesma ocasião, São Gastão, bispo. Catequista de Clóvis e filho espiritual de São Remígio, aproveitou os quarenta anos de seu episcopado para efetivar a evangelização das populações pagãs da Flandres e do Artois. Um mosteiro foi construído mais tarde sobre o seu túmulo e deu origem à cidade de Arras. (M)

7.   Em Elnon, também na Gália Bél­gica, na ac­tual Bél­gica, Santo Amando, bispo de Ma­as­tricht, que anun­ciou a pa­lavra de Deus a muitas pro­vín­cias e povos até às re­giões dos Es­lavos e, fi­nal­mente, ter­minou a sua vida ter­rena num mos­teiro que construíra. († c. 679). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, Santo Amândio. Nascido na Aquitânia, partiu depois de alguns anos de vida solitária para evangelizar a Flandres e o Brabante (na Bélgica), onde, tornando-se bispo, fundou vários mosteiros. Veio a morrer perto de 680 em um deles, que mais tarde tomou seu nome, (M). Ver páginas 60-65: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

– Ver “Santo Amândio ou Amândio de Maastricht é um santo da Igreja Católica. De linhagem nobre, nasceu em 584, na região de Nantes, e faleceu em 679, em Elnon, atual Saint-Amand-les-Eaux. Foi eremitamissionário na Flandres e bispo de Tongres –Maastricht.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santo_Am%C3%A2ndio

8*.   Na re­gião de Ton­gres, no Bra­bante da Aus­trásia, ac­tu­al­mente também na Bél­gica, Santa Ré­nula ou Rei­nilde, aba­dessa do mos­teiro de Eike. († s. VIII)

9.   Em Pa­les­trina, no Lácio, re­gião da Itália, São Gua­rino, bispo, cé­lebre pela sua aus­te­ri­dade de vida e amor aos pobres. († 1159). Ver “Guarino ou Guarinus (Guarino Foscari ou Fuscari) (n. Bolonha, f. 6 de fevereiro de 1158) foi um Agostiniano da Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, cardeal-sobrinho, e cardeal-bispo de Palestrina entre dezembro de 1144[1] e a data da sua morte. Como santo, a Igreja Católica festeja-o no dia 6 de fevereiro.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Guarino_da_Palestrina

10*.   Em Skara, na Suécia, São Bri­nolfo Algotsson, bispo, ilustre pela sua ci­ência e de­di­cação à Igreja. († 1317). Ver “Brinolfo Algotsson ( c.  1240-1248 – 6 de fevereiro de 1317) foi um prelado católico romano sueco e teólogo que serviu como bispo de Skara de 1278 até sua morte. [1] [2] Ele era descendente de nobres e estudou por quase duas décadas em Paris na faculdade antes de retornar à sua terra natal como reitor e cônego antes de sua nomeação episcopal. [3] Ele foi diligente em seu trabalho na reforma da educação das escolas e na reorganização geral de sua sé episcopal. [2] [1] [4] Ele foi forçado a um breve exílio (com seu pai e alguns irmãos presos ou mortos naquela época), mas foi capaz de continuar seu trabalho após seu retorno. [1]”: https://en.wikipedia.org/wiki/Brinolfo_Algotsson

11*.   Em Ná­poles, na Cam­pânia, re­gião da Itália, o Beato Ân­gelo de Fúrci, pres­bí­tero da Ordem de Santo Agos­tinho, in­signe no zelo pelo reino de Deus. († 1327). Ver “Angelo da Furci ( Furci , 1246 – Nápoles , 6 de fevereiro de 1327 ) foi um agostiniano italiano , prior provincial de Nápoles, é venerado como beato pela Igreja Católica que celebra sua memória litúrgica em 6 de fevereiro.”:

https://it.wikipedia.org/wiki/Angelo_da_Furci

12.   Em Ângri, perto de Sa­lerno, também na Cam­pânia, Santo Afonso Maria Fusco, pres­bí­tero, que se de­dicou ao mi­nis­tério das mis­sões ru­rais, à for­mação dos jo­vens, es­pe­ci­al­mente dos po­bres e dos ór­fãos, e fundou a Con­gre­gação das Irmãs de São João Baptista. († 1910).

– Ver “Seu testemunho é uma fonte de vida e de graças, de modo particular para as suas Irmãs espalhadas hoje em quatro Continentes.

No dia 12 de fevereiro de 1976, o Papa Paulo VI reconheceu suas virtudes heróicas e o Papa João Paulo II, no dia 7 de outubro de 2001, proclamando-o beato o entrega como exemplo aos sacerdotes e o indica a todos como educador e protetor, especialmente dos pobres e dos necessitados.”: https://www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_20011007_beat-alfonso-fusco_po.html

13*.   Em Ri­volta d’Adda, no ter­ri­tório de Cre­mona, na Itália, o Beato Fran­cisco Spinelli, pres­bí­tero, que, su­pe­rando pa­ci­en­te­mente muitas e pro­lon­gadas di­fi­cul­dades, fundou e di­rigiu a Con­gre­gação das Irmãs Ado­ra­doras do San­tís­simo Sacramento. († 1913). Ver “… Envolto numa imensa fama de santidade, morreu no dia 6 de fevereiro de 1913, sendo sepultado na Casa Mãe das Adoradoras, em Cremona, Itália. O papa João Paulo II, declarou Francisco Spinelli, Beato, em 1992, indicando sua festa para o mesmo dia da sua morte.”: http://www.arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/francisco-spinelli

14.   Em Du­rando, ci­dade do Mé­xico, São Ma­teus Correa, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a per­se­guição de­sen­ca­deada contra a Igreja, se re­cusou a obe­decer à ordem de re­velar o se­gredo de con­fissão e por isso re­cebeu a coroa do martírio. († 1927). Ver “MATEUS CORREA MAGALLANES, nasceu em Tepechitlán, diocese de Zacatecas – México, no dia 22 de Julho de 1866.
Em 1881 ingressa no Seminário de Zacatecas e em 1893 é ordenado sacerdote. Durantes muitos anos foi capelão de diferentes lugares da sua diocese, até que em 1926 veio para Valparaíso.
Aqui corria um Manifesto da Acção Católica que recolhia assinaturas para pedir ao Congresso a anulação das leis anticatólicas.
Entretanto chegou a Valparaíso um general que ao saber do que estava a acontecer, mandou comparecer à sua presença o Padre CORREA, e depois de o interrogar mandou-o ir para Zacatecas, a fim de ficar detido como sedicioso. Aqui é interrogado pelo juiz do distrito que o solta por não se provar qualquer delito  contra ele. Regressado à sua paróquia, aqui continua a exercer o seu ministério, com renovado empenho.
Pouco depois é novamente preso e enviado para a cidade de Durango. Aqui é interrogado pelo mesmo general que antes o tinha detido, o qual lhe ordena que confesse um grupo de rebeldes que iam ser fuzilados, e acrescentando que com ele já se veria o que ia fazer. O Padre MATEUS confessou aqueles cristãos e animou-os a bem morrer. No fim  aproximou-se o general e quis obrigar o Padre MATEUS a que lhe dissesse aquilo que os rebeldes lhe tinham confessado. Como ele recusou a fazê-lo, o general mandou-o fuzilar imediatamente: «Pode fazê-lo – disse o Padre CORREA – mas o senhor sabe que um sacerdote deve guardar o segredo da confissão… Estou disposto a morrer“. No dia 6 de fevereiro os soldados levaram-no para um  lugar solitário e aí o mataram.”: https://saopauloevidasdesantos.blogspot.com/2019/02/n-3-7-4-1-serie-de-2019-037-santos-de.html

15. No deserto de Gaza, na Palestina, no séc. VI, os Santos Barsanúfio e João (conforme Martirológio Romano-Monástico), anacoretas (pessoa que escolhe viver recolhida, afastada do convívio social; monge), que deixaram um grande número de bilhetes de direção espiritual. Depois deles, São Doroteu aparece também, por suas obras místicas, como um dos doutores do monaquismo. Seu discípulo, São Dositeu, foi admirável por sua docilidade no serviço da enfermaria do mosteiro e também por sua paciência na doença que o matou (M)

16. Santo Vedast ou Vaast, bispo de Arras. Ver páginas 55-59: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

– Ver “Vedast ou Vedastus , também conhecido como Saint Vaast (em flamengo , normando e Picard ) ou Saint Waast (também em Picard e Valão ), Saint Gaston em francês e Foster em inglês (falecido por volta de  540 ) foi um dos primeiros bispos na França reino.

No início do século VI, São Remigius , bispo de Reims , aproveitou a boa vontade da monarquia franca para organizar a hierarquia católica no norte da Gália. Ele confiou a diocese de Arras e a diocese de Cambrai a Vedast, que foi o professor de Clovis após a vitória de Tolbiac e ajudou na conversão do rei franco. “: https://en.wikipedia.org/wiki/Vedast

17. Outros santos do dia 06 de fevereiro, páginas 55-72: VIDAS DOS SANTOS – 3.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 06 de fevereiro, ver ainda: 6 de fevereiro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 184-186:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, VOSSO FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

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Santas e Santos de 05 de fevereiro

1. Me­mória de Santa Águeda (Ágata), virgem e mártir, que, em Ca­tânia, na Si­cília, ainda jovem, no furor da per­se­guição con­servou através do mar­tírio a pu­reza do corpo e a in­te­gri­dade da fé, dando tes­te­munho de Cristo Senhor. († c. 251). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santa Águeda (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, martirizada em Catânia no séc. III. Pelo poder do Espírito Santo triunfou sobre uma perseguição que havia provocado muitas apostasias ao seu redor. Vários prodígios tornaram-na célebre na Sicília e em Roma. (R). Ver páginas 9-10: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

-Ver “Águeda de CatâniaÁgueda de Palermo ou Águeda da Sicília, também conhecida como Ágata (em italianoAgata; em sicilianoAgata; em latimAgatha; em grego clássico: Αγαθη; romaniz.: AgatheCatânia ou Palermoc. 235?[1] – Catânia5 de fevereiro de 251) foi uma virgem e mártir das tradições cristãs do século III. Segundo seus “atos” era oriunda duma família rica de Catânia ou Palermo e teria vivido quando sua cidade era controlada pelo consular Quinciano. Foi martirizada por ele durante a perseguição do imperador Décio (r. 251–253). Sua festa litúrgica é celebrada aos 5 de fevereiro.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81gueda_de_Cat%C3%A2nia

2.   No Ponto, ter­ri­tório da ac­tual Tur­quia, a co­me­mo­ração de vá­rios santos mártires na per­se­guição do im­pe­rador Ma­xi­miano: uns sub­mer­gidos em chumbo der­re­tido, ou­tros ator­men­tados com canas agudas por entre as unhas e a carne e com muitos e re­pe­tidos su­plí­cios, me­re­ceram do Se­nhor a palma e a coroa de glória por tão ilustre martírio. († s. III f.). Ver página 54: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

3.   Em Vi­enne, na Gália Li­o­nense, na ac­tual França, Santo Avito, bispo, cuja fé e ac­ti­vi­dade pas­toral, no tempo do rei Gon­de­baldo, de­fendeu as Gá­lias da he­resia ariana. († 518). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 525, o Bem-Aventurado Avito, bispo de Vienne. Por sua doutrina e personalidade, reconduziu os gauleses à verdade e à unidade católicas, livrando-os do erro ariano. (M). Ver páginas 11-16: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

– Ver “Ávito (em latimAlcimus Ecdicius Avitus ou Avitus Viennensis) foi um poeta latino e um arcebispo de Vienne, na Gália romana. Ele nasceu numa proeminente família senatorial galo-romana e era parente do imperador romano Ávito[2]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81vito_de_Vienne

4.   Em Sa­biona, na Récia, no ac­tual Alto Ádige, re­gião da Itália, São In­ge­nuíno, que foi o pri­meiro bispo desta sede. († c. 605). Em Seben, na Vindelícia São Genuino (também na Folhinha do Coração de Jesus), Conf. Pág. 54:

Clique para acessar o VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

5*.   Na Lu­cânia, hoje na Ba­si­li­cata, re­gião da Itália, São Lucas, abade se­gundo os Pa­dres Ori­en­tais, que ob­servou uma in­tensa vida mo­nás­tica, pri­mei­ra­mente na Si­cília, sua terra natal; de­pois em vá­rios lu­gares por causa da in­vasão dos Sar­ra­cenos; fi­nal­mente, morreu perto de Ar­mento, no mos­teiro dos Santos Elias e Anas­tásio de Car­none, por ele fundado. († 995)

6*.   Em Roma, no mos­teiro de São Ce­sário, São Sabas o Jovem, monge, que, com o seu irmão Ma­cário, du­rante a in­cursão dos Sar­ra­cenos, pro­pagou in­can­sa­vel­mente a vida ce­no­bí­tica nas re­giões da Ca­lá­bria e da Lucânia. († 995)

7.   Em Bres­sa­none, no ter­ri­tório de Trento, hoje Tren­tino – Alto Ádige, re­gião da Itália, a co­me­mo­ração de Santo Al­buíno, bispo, que trans­feriu para esta ci­dade a sede epis­copal de Sabiona. († 1005/1006)

8*.   Em Co­lónia, na Lo­ta­ríngia, hoje na Ale­manha, Santa Ade­laide (também na Folhinha do Coração de Jesus), pri­meira aba­dessa do mos­teiro de Vil­lich, na qual in­tro­duziu a Regra de São Bento e, pos­te­ri­or­mente, aba­dessa também do mos­teiro de Santa Maria de Co­lónia, onde morreu. († 1015). Ver “Adelaide de Vilich (c. 970 – Colônia, Alemanha, 5 de fevereiro de 1015) foi uma Abadessa de Vilich. Era filha de Megingoz de Brunharinger, Conde de Gueldres, e de Gerberga de Metzgau, sendo, portanto, neta de Carlos, o Simples, Rei dos Francos Ocidentais.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Adelaide_de_Vilich

9.   Em Na­ga­sáki, no Japão, a paixão dos santos Paulo Miki e vinte e cinco companheiros, már­tires, cuja me­mória se ce­lebra amanhã. († 1597). Ver OS MÁRTIRES DO JAPÃO, páginas 17-36: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Os_26_M%C3%A1rtires_do_Jap%C3%A3o

10*.   Em Laval, na França, a Beata Fran­cisca Mézière, virgem e mártir, que se de­dicou à edu­cação das cri­anças e ao cui­dado dos en­fermos e, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, foi as­sas­si­nada em ódio à fé. († 1794)

11*.   Em Roma, a Beata Isabel Ca­nóri Mora, mãe de fa­mília, que, de­pois de ter so­frido du­rante muito tempo, com in­ven­cível ca­ri­dade e pa­ci­ência, a in­fi­de­li­dade do es­poso, as an­gús­tias eco­nó­micas e as cruéis hos­ti­li­dades dos pa­rentes, ofe­receu a vida ao Se­nhor pela con­versão, sal­vação, paz e san­ti­fi­cação dos pe­ca­dores, agre­gando-se à Ordem Ter­ceira da San­tís­sima Trindade. († 1825). Ver “Isabel Canori Mora (Roma21 de novembro de 1774 – Roma5 de fevereiro de 1825) foi uma mãe de família italiana, visionária, mística, profetisa e e terceira trinitarista beatificada pelo Papa João Paulo II em 1994. Sua festa é no dia 5 de fevereiro.”: Isabel Canori Mora – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

12.   Em Val­ti­er­villa, lo­ca­li­dade do Mé­xico, São Jesus Méndez, pres­bí­tero e mártir, que morreu pelo reino de Cristo na per­se­guição mexicana. († 1928).

– Ver “Jesús Méndez Montoya nasceu em Tarímbaro, Mich. (Arquidiocese de Morelia), em 10 de junho de 1880. Foi vigário de Valtierrilla, Gto. (Arquidiocese de Morelia). 

Um padre que sabia fazer tudo por todos, não poupou meios para intensificar a vida cristã entre seus paroquianos. Ele ficava longas horas no confessionário onde os cristãos vinham em busca de conversão ou com anseios por maior perfeição por causa de seus sábios conselhos. 

Morava com famílias pobres, era catequista e guia para os trabalhadores e camponeses; e um professor de música regular que formou um bom coro para as celebrações. 

Em 5 de fevereiro de 1928, as forças federais entraram para sufocar um pequeno grupo de cristeros e depois foram para a casa onde o padre Jesús se escondeu, tentando salvar um cibório com hostias consagradas. Descoberto pelos soldados, ele pediu-lhes um momento para consumir o Santíssimo Sacramento e foi lhe concedido. Então, com gentileza, ele foi até uma de suas irmãs e disse:

“É a vontade de Deus. Deixe a sua vontade ser feita”. 

Os soldados o levaram alguns metros para fora do átrio do templo e o sacrificaram com três tiros. 

O sacerdote que se aproveitou de seu conhecimento humano e seu conhecimento de Deus para fazer Jesus ser amado, com seu sangue proclamou seu grande amor por Cristo Rei.”: https://coisasdesantos.blogspot.com/2019/02/05-de-fevereiro-sao-jesus-mendez-montoya.html

13. São Filipe de Jesus. Ver “Filipe de Jesus, em castelhano Felipe de Jesús, foi um missionário franciscano mártir no Japão. Foi canonizado pelo Papa Pio IX, englobado no grupo d’Os 26 Mártires do Japão e o o primeiro santo nascido no território que hoje é o México[1].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Filipe_de_Jesus

– Ver também: Os 26 Mártires do Japão – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

14. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, a volta para Deus de São Bertulfo, abade. Nascido na Germânia de pais pagãos, impulsionado pelo desejo de se fazer cristão foi para o Artois, na França, onde recebeu o batismo e depois construiu um mosteiro nas terras de Renty. (X). Na Bélgica, São Bertulfo, nascido na Alemanha, quando do reinado de São Sigisberto, rei da Austrásia. Filho de pais ainda pagãos, resolveu deixar tudo o que fôsse do mundo, e passou à França, onde Santo Omer, apóstolo daquele país, ainda vivia. Batizado, recebeu a tonsura clerical. A reputação do conde Wamberto e da espôsa o levou às terras de Renty, tcrnando-se intendente da casa daqueles benfeitores. Morto Wamberto, herdou-lhe Bertulfo as terras de Renty, onde erigiu um mosteiro. Modêlo do religioso, morreu em 705, como abade, edificando todcs os membros da comunidade. Conf. pág. 52:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

15. Santa Ágata Hildegarda, viúva, desaparecida em 1024. Ver página 53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

16. Patriarca Jacó. Ver páginas 37-51: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

17. São Gonçalo Garcia. Está incluso também nos MÁRTIRES DO JAPÃO. Ver nº 9 acima e memória amanhã. Ver “S. Gonçalo Garcia (Baçaim1556 – Nagasaki5 de fevereiro de 1597) nasceu em Baçaim, na Índia portuguesa, filho de pai português e mãe indiana. Foi canonizado pela Igreja Católica em 1862, por decisão do Papa Pio IX. Pertencente à ordem dos franciscanos, foi executado no Japão a mando de Toyotomi Hideyoshi.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Gon%C3%A7alo_Garcia

– Ver também: Os 26 Mártires do Japão – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

18. Outros santos do dia 05 de fevereiro, páginas 9-54: VIDAS DOS SANTOS – 3.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 04 de fevereiro, ver ainda: 4 de fevereiro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 182-184:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

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Santas e Santos de 04 de fevereiro

1. Me­mória de São João de Brito, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que, em Oriur, lo­ca­li­dade do reino do Ma­ravá, na Índia, de­pois de ter con­ver­tido muitos à fé, adap­tando-se à vida e cos­tumes dos as­cetas da­quela re­gião, co­roou a sua vida com um glo­rioso martírio. († 1693). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1693 o martírio do Bem-Aventurado João de Brito, jesuíta português, apóstolo das Índias Orientais. (M). Ver “João Heitor de Brito[1] (LisboaSão Cristóvão e São Lourenço1 de Março de 1647 — OriurÍndia4 de Fevereiro de 1693) foi um missionário jesuíta português e mártir, frequentemente chamado de “O São Francisco Xavier Português”. Foi canonizado em 22 de Junho de 1947, pelo Papa Pio XII… A 14 de Maio de 1982, aquando da Eucaristia celebrada pelo Papa João Paulo II no Parque Eduardo VII, em Lisboa, aquele disse: “Como não lembrar o exemplo de São João de Brito, jovem lisboeta que, deixando a vida fácil da corte, partiu para a Índia, a anunciar o Evangelho da salvação aos mais pobres e desprotegidos, identificando-se com eles e selando a sua fidelidade a Cristo e aos irmãos com o testemunho do martírio?”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_de_Brito

2.   Em Roma, nas Ca­ta­cumbas junto à Via Ápia, Santo Eu­tí­quio, mártir, que, tor­tu­rado du­rante muito tempo sem comer e sem dormir, foi fi­nal­mente pro­jec­tado num pre­ci­pício, ven­cendo pela fé em Cristo todas as cru­el­dades do tirano. († data inc.)

3.   Em Perga, na Pan­fília, ac­tu­al­mente na Tur­quia, os santos Pa­pias, Di­o­doro e Clau­diano, mártires. († s. III)

4.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, a paixão dos santos már­tires Fi­leias, bispo, e Fi­lo­romo, tri­buno mi­litar, que, du­rante a per­se­guição do im­pe­rador Décio, sem atender às exor­ta­ções dos pa­rentes e amigos para salvar a vida, apre­sen­tando o pes­coço à de­ca­pi­tação, me­re­ceram do Se­nhor a palma do martírio. († s. IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Egito, no séc. IV, a paixão dos Santos Filéias e Filóromo. Filéias, bispo de Thmuis, foi preso durante a perseguição de Diocleciano e levado para Alexandria. Durante o interrogatório, um oficial do Império chamado Filómoro, cheio de admiração pelo acusado, protestou contra a insistência dos juízes em querer fazê-lo apostatar. Foi pronunciada contra os dois a pena capital. (M). Ver páginas 418-420: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

5.   Em Pe­lúsio, no Egipto, Santo Isi­doro, pres­bí­tero, cé­lebre pela sua sa­be­doria, que, des­pre­zando o mundo e suas ri­quezas, pre­feriu imitar a vida de João Bap­tista no de­serto, to­mando o há­bito da vida monástica. († c. 449). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Egito, perto de 450, Santo Isidoro de Pelusa, monge e sacerdote, que renunciou ao mundo e a uma rica herança para imitar a vida de S. João Batista no deserto. (M). Ver “Isidoro de Pelúsio nasceu na província romana do Egito em uma proeminente família de Alexandria. Ele se tornou um asceta e se mudou para uma montanha perto da cidade de Pelúsio, na tradição dos Padres do Deserto.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Pel%C3%BAsio

6*.   Em Châ­te­audun, perto de Char­tres, na Gália, hoje na França, o pas­sa­mento de Santo Aven­tino, bispo, que tinha ocu­pado a sede epis­copal de Chartres. († c. 511)

7.   Em Troyes, na Gália Li­o­nense, hoje também na França, Santo Aven­tino, que é ve­ne­rado como au­xi­liar do bispo São Lopo. († c. 537)

8.   Em Mo­gúncia, ci­dade da Fran­cónia, hoje na Ale­manha, São Ra­bano Mauro, bispo, que, cha­mado do mos­teiro de Fulda à sede epis­copal de Mo­gúncia, foi pre­lado exímio na ci­ência, hábil na eloquência e agra­dável a Deus, nada omi­tindo que pu­desse fazer para glória de Deus. († 856). Ver “Rábano Mauro[1] (em latim(H)R(h)abanus MaurusMogúnciaca. 780 — WinkelRheingau4 de fevereiro de 856) foi um abade nos mosteiros beneditinos de Fulda e Mogúncia durante o período da renascença carolíngia do século IX. Era apoiante do imperador Lotário I e de Ermengarda de Tours.

É o autor do famoso hino Veni Creator Spiritus, que é entoado nas Festas do Espírito Santo, nas ordenações sacerdotais e episcopais, durante os conclaves, nas missas votivas ao Espírito Santo e também nas coroações do culto das Irmandades do Divino Espírito Santo nos Açores.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/R%C3%A1bano_Mauro

9*.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, São Ni­colau Stu­dita, monge, que, vá­rias vezes exi­lado por causa do culto das sa­gradas ima­gens, fi­nal­mente foi no­meado he­gú­meno do mos­teiro Stú­dion e aí des­cansou em paz. († 868)

10. Em Sem­pringham, na In­gla­terra, São Gil­berto (memória dia 04 de fevereiro no Martirológio Italiano e no Martirológio Romano-Monástico. Na Folhinha do Coração de Jesus é dia 16 de fevereiro), pres­bí­tero, que, com a apro­vação do papa Eu­génio III, fundou uma Ordem mo­nás­tica com dupla ob­ser­vância, a saber, a Regra de São Bento para as monjas e a Regra de Santo Agos­tinho para os clérigos. († 1189). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, tinha laços de amizade com São Bernardo e São Tomás Becket. M. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Inglaterra, no ano do Senhor de 1190, São Gilberto, sacerdote fundador dos cônegos regulares de Semprimgham. Tinha laços de amizade com São Bernardo e com São Tomás Becket. (M). Ver página 425: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

– Ver também: https://comeceodiafeliz.com.br/santo/sao-gilberto-de-sempringham

11.   Em Bourges, na Aqui­tânia, ac­tu­al­mente na França, Santa Joana de Valois (também na Folhinha do Coração de Jesus), rainha da França, que, de­pois de ter sido de­cla­rado nulo o ma­tri­mónio com o rei Luís XII, se con­sa­grou a Deus, ve­nerou com sin­gular de­voção a Cruz e fundou a Ordem das Anun­ci­adas, em honra da Anun­ci­ação à Virgem Maria. († 1505).

– Ver “Joana de Valois ou Santa Joana de França (em francêsJeanne) (Nogent-le-Roi23 de abril de 1464 — Bourges4 de fevereiro de 1505), foi filha de França nascida de Luís XI e de Carlota de Saboia. Ela era irmã de Carlos VIII. Se tornou rainha de França como esposa de Luís XII.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Joana_de_Valois,_Duquesa_de_Berry

12*.   Em Durham, na In­gla­terra, o Beato João Speed, mártir, que, no rei­nado de Isabel I, con­de­nado à morte por causa do au­xílio pres­tado aos sa­cer­dotes, me­receu a coroa do martírio. († 1594)

13.   Em Ama­trice, nos Abruzos, hoje no Lácio, re­gião da Itália, São José de Leonessa, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, que so­correu os cris­tãos ca­tivos em Cons­tan­ti­nopla e, de­pois de so­frer cruéis tor­mentos por ter anun­ciado o Evan­gelho no pró­prio pa­lácio do sultão, re­gressou à pá­tria e de­dicou-se à causa dos pobres. († 1612). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1612, São José de Leonessa (também na Folhinha do Coração de Jesus, São José de Leonissa), capuchinho. Dedicava-se aos prisioneiros e trabalhadores forçados de Constantinopla quando foi banido pelos turcos. Consagrou seus últimos vinte anos de vida à pregação na Úmbrja. sua província natal. (M). Ver páginas 413-415: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

14. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 888, São Ramberto (também na Folhinha do Coração de Jesus, São Remberto), sucessor de Santo Oscar na Sé episcopal de Bremen. Por ocasião das invasões normandas, não hesitou em vender os vasos sagrados de sua igreja para resgatar alguns de seus fiéis que haviam sido capturados. (M). Ver São Remberto, Arcebispo de Bremen, páginas 411-412: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

–  Ver “Rimberto – nascido na Flandres em 830, falecido em Bremen em 888 – foi arcebispo de Hamburgo-Bremen de 865 até à sua morte em 888.[1]. Acompanhou Ansgário na sua segunda viagem missionária à Suécia, e visitou, mais tarde, como arcebispo, a Suécia e a Dinamarca.[2][3]. Sucedeu a Ansgário no cargo de arcebispo de Hamburgo-Bremen em 865.[4] Escreveu a Vida de Ansgário por volta de 875, uma biografia de Ansgário de Hamburgo, baseada nos testemunho do próprio Ansgário e de Vitmar.[5][6][7].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Rimberto_de_Hamburgo

15. Santo André Corsino, bispo de Fiésole na Toscana. Ver páginas 402-410: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

– Ver, na Wikipedia de 09 de fevereiro, “Santo André Corsini (Florença30 de Novembro de 1301 – Fiesole6 de Janeiro de 1374) foi um religioso carmelita italiano. Abraçou a vida religiosa em sua cidade natal. Exerceu a função de provincial na província carmelita da Toscana. Em 13 de Outubro de 1349 foi nomeado bispo de Fiesole pelo Papa Clemente VI. Distinguiu-se pelo zelo apostólico, prudência e amor em relação aos pobres. Foi canonizado em 29 de Abril de 1629. Teve um de Seus Parentes sendo Papa, descentende de seu irmão o Papa Clemente XII (1730 – 1740).”: André Corsini – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver também “Andrew Corsini”: Patron Saints Index: Saint Andrew Corsini (archive.org)

– Ver ainda “…Foi sepultado na igreja dos Carmelitas de Florença, onde suas relíquias podem ser veneradas, ainda hoje. Santo André Corsini é o padroeiro da cidade de Florença e a Igreja designou o dia 04 de fevereiro para a sua festa litúrgica.”: http://www.arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/santo-andre-corsini

16. Santa Verônica que enxugou o rosto de Jesus. Ver páginas 416-417: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

17. São Teófilo, o penitente. Ver a lenda sobre ele e Nossa Senhora que o salvou do mal. Páginas 421-423: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf 

18. Outros santos do dia 04 de fevereiro, páginas 402-426: VIDAS DOS SANTOS – 2.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 04 de fevereiro, ver ainda: 4 de fevereiro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 179-181:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, VOSSO FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

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Santas e Santos de 03 de fevereiro

1. São Brás, bispo e mártir, que pa­deceu pela fé cristã em Se­baste, na an­tiga Ar­ménia, hoje Sivas, na Tur­quia, sob o man­dato do im­pe­rador Licínio. († c. 320). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no final das grandes perseguições romanas, o martírio de São Brás (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo de Sebaste, na Armênia. Grande taumaturgo, obteve da misericórdia divina a cura de diversas misérias humanas, pela invocação do Nome de Cristo. (R). Ver páginas 394-399: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

– Ver ““Ficou conhecido porque retirou, após uma breve oração, um espinho da garganta de uma criança. Por esse motivo, é padroeiro das doenças da garganta e, no dia de sua celebração a 3 de fevereiro, nas cidades da EspanhaCampanário (Ribeira Brava), Arco da Calheta, Calheta (Madeira) e algumas da América Latina, as mães levam os filhos para benzerem a garganta.[1]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Br%C3%A1s_de_Sebaste

2. Santo Óscar (ou Ans­cário), bispo de Ham­burgo e de­pois também de Bremen, na Sa­xónia, ac­tu­al­mente na Ale­manha, que, tendo sido monge de Corbie, foi le­gado do papa Gre­gório IV nas mis­sões de toda a Es­can­di­návia; anun­ciou o Evan­gelho a mul­ti­dões de pes­soas e es­ta­be­leceu a Igreja de Cristo na Di­na­marca e na Suécia, su­pe­rando com grande for­ta­leza de ânimo nu­me­rosas di­fi­cul­dades, até que, em Bremen, des­cansou dos seus trabalhos. († 865). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 865, Santo Oscar ou Anscário (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo de Bremen e Hamburgo. Inicialmente monge beneditino em Corbio e depois em Corwey, na Saxônia, foi chamado a fundar a Igreja de Cristo em território dinamarquês e sueco, merecendo por isso o título de “Apóstolo dos Escandinavos”. (R). Ver Santo Ansgar, páginas 365-387: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf 

– Ver “Ansgário foi como missionário à Dinamarca em 826, missionando nas cidades víquingues de Hedeby e Ribe, e depois à Suécia em 830, onde se estabeleceu na cidade viquingue de Birka. Reinava então um rei chamado Biorno (Björn), que o recebeu amigavelmente e o autorizou a celebrar missa e pregar a religião cristã.[5][6] Após o seu regresso da Escandinávia em 831, foi nomeado em 834 bispo da Arquidiocese de Hamburgo-Brema, vocacionada para a missão de evangelizar os dinamarqueses, suecos, eslavos e bálticos. Foi designado legado pontifício à Dinamarca e Suécia pelo Papa Gregório IV Fez uma segunda viagem a Birka como missionário em 851, quando lá reinava um rei chamado Olavo (Olof).[7][8]“: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ansg%C3%A1rio_de_Hamburgo

3.   Em Je­ru­salém, a co­me­mo­ração dos santos Si­meão, an­cião justo e pi­e­doso, e Ana, viúva e pro­fe­tiza, que no dia em que o Me­nino Jesus foi le­vado ao templo para ser apre­sen­tado se­gundo o cos­tume da lei de Moisés, O me­re­ceram saudar como o Mes­sias e Sal­vador, es­pe­rança e re­denção de Israel.

4.   Em Car­tago, na ho­di­erna Tu­nísia, São Ce­le­rino, leitor e mártir, que, atri­bu­lado no cár­cere com açoites e ca­deias e ou­tros tor­mentos, pro­fessou in­ven­ci­vel­mente a fé em Cristo, se­guindo o exemplo da sua avó Ce­le­rina (também na Folhinha do Coração de Jesus) já an­te­ri­or­mente co­roada com o mar­tírio, do seu tio pa­terno Lou­renço e de seu tio ma­terno Inácio, os quais, tendo sido antes sol­dados no exér­cito, se tor­naram sol­dados do ver­da­deiro Deus e, com a sua glo­riosa paixão, al­can­çaram as palmas e co­roas do Senhor. († s. III). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. III, São Celerino, confessor da fé. Encarcerado em Roma, lá suportou fome e sede durante dezenove dias. Libertado, voltou para Cartago, onde foi ordenado diácono por São Cipriano. (M). Ver página 401: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

5*.   Em Poi­tiers, na Aqui­tânia, hoje na França, São Leónio, pres­bí­tero, que, se­gundo a tra­dição, foi dis­cí­pulo de Santo Hilário. († s. IV)

6.   Em Gap, ci­dade da Pro­vença, ac­tu­al­mente na França, os santos Te­rídio e Re­médio, bispos. († s. IV-V)

7.   Em Lião, na Gália Li­o­nense, também na ac­tual França, São Lu­pi­cino, bispo, no tempo da per­se­guição de­sen­ca­deada pelos Vândalos. († s. V f.)

8*.   No mos­teiro de Celles, no Hai­nault, na ac­tual Bél­gica, Santo Ade­lino, pres­bí­tero e abade. († c. 696)

9*.   Em Chester, Mércia, re­gião da In­gla­terra, Santa Ve­re­burga, aba­dessa de Ely, que fundou muitas casas de vida religiosa. († c. 700). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Verburga

10*.   Em Me­er­becke, no Bra­bante, hoje na Bél­gica, Santa Ber­linda, virgem, que nesta ci­dade se con­sa­grou à vida re­li­giosa de po­breza e caridade. († s. IX-X)

11*.   No mos­teiro cis­ter­ci­ense de Froid­mont, no ter­ri­tório de Be­au­vais, na França, a co­me­mo­ração do Beato He­li­nando, monge, que era um cé­lebre tro­vador e se en­tregou de­pois à vida hu­milde e oculta no claustro. († d. 1320)

12*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, o Beato João Nélson, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que, por ter ne­gado o poder su­premo de Isabel I nas ques­tões es­pi­ri­tuais, foi con­de­nado à pena ca­pital e morreu en­for­cado na praça de Tyburn. († 1578)

13*.   Em Lyon, na França, Santa Maria de Santo Inácio (Cláu­dina Thé­venet), virgem, que, mo­vida pelo ardor da ca­ri­dade e for­ta­leza de ânimo, fundou a Con­gre­gação das Irmãs de Jesus e Maria, des­ti­nada à for­mação cristã das jo­vens, so­bre­tudo das mais pobres. († 1837)

14*.   Em Bourg-Saint-An­déol, no ter­ri­tório de Vi­viers, na França, a Beata Maria Ana Rivier, virgem, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, quando ti­nham sido ex­tintas todas as Or­dens e Con­gre­ga­ções re­li­gi­osas, fundou a Con­gre­gação das Irmãs da Apre­sen­tação de Maria para ins­truir na fé o povo cristão. († 1838)

15*.   Na po­vo­ação de Steyl, na Ho­landa, a Beata Maria He­lena Stollenwerk, virgem, que co­la­borou com Santo Ar­naldo Janssen na fun­dação da Con­gre­gação das Mis­si­o­ná­rias Servas do Es­pí­rito Santo e, de­pois de ter dei­xado a função de su­pe­riora, se en­tregou com grande fervor de alma à ado­ração perpétua. († 1900)

16.   Em Da­chau, perto de Mu­nique, na Ale­manha, o Beato Aloísio Andritzki, pres­bí­tero e mártir, as­sas­si­nado du­rante o do­mínio de um re­gime hostil a Deus e à dig­ni­dade humana. († 1943)

17. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 576, São Lourenço, bispo de Spoleto, cognominado “o Iluminador”, pois devolvia miraculosamente a visão a numerosos cegos. Pelo final de sua vida, abandonou suas funções episcopais e fundou o mosteiro de Farfa, onde veio ele mesmo partilhar a vida dos monges. (X). Ver página 399: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

18. São Justo Ukon Takayama. Ver Justo Takayama Ukon高(takayama Hikogorō (高ののの彦郎) e também conhecido como Dom Justo Takayama (1552 – 3 ou 5 de fevereiro de 1615) foi um daimyō e samuraicatólico japonês que viveu durante o período Sengoku… Sua causa para a santidade começou quando ele foi declarado servo de Deus. Relatos em 2014 indicaram que ele seria beatificado em algum momento de 2015, mas o Papa Francisco mais tarde aprovou em 21 de janeiro de 2016; a celebração da beatificação ocorreu em 7 de fevereiro de 2017 em Osaka com o Cardeal Angelo Amato presidindo a beatificação em nome do papa. [5]”:

– Ver também: https://en.wikipedia.org/wiki/Dom_Justo_Takayama

19. Bem-aventurado Oderico, franciscano, missionário na China. Ver páginas 388-391: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

20. Bem-aventurado Nicolau de Longobardi, mínimo.er páginas 392-393: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

21. Santo Arão, o ilustre. Ver “Arão, o Ilustre foi um monge cristão da Mesopotâmia. Nascido no século IV em Sarug, Osroena, foi discípulo de Santo Eugênio. Fundou dois mosteiros nas proximidades Malatya, na atual Turquia. É venerado na Igreja Ortodoxa Síria, sendo celebrado na segunda-feira de Pentecostes, em 3 de fevereiro, em 22 de outubro e em 23 de maio. Arão é incluído no “Martirológio Sírio de Rabban Silba“: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ar%C3%A3o,_o_Ilustre

22. Outros santos do dia 03 de fevereiro, páginas 365-401: VIDAS DOS SANTOS – 2.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 03 de fevereiro, ver ainda: 3 de fevereiro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 177-179:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, VOSSO FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

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Santas e Santos de 02 de fevereiro

VER TAMBÉM 02 DE FEVEREIRO NA IGREJA ORTODOXA

“Todas as comemorações fixas abaixo são comemoradas no dia 15 de fevereiro pelas igrejas ortodoxas sob o Velho Calendário. No dia 2 de fevereiro do calendário civil, as igrejas sob o Velho Calendário celebram as comemorações listadas no dia 20 de janeiro.”: 2 de fevereiro na Igreja Ortodoxa – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

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1. FESTA DA APRE­SEN­TAÇÃO DO SENHOR (também na Folhinha do Coração de Jesus), pelos gregos cha­mada Hy­pa­pante: qua­renta dias de­pois do Nas­ci­mento do Se­nhor, Jesus foi le­vado ao templo por Maria e José, cum­prindo ex­ter­na­mente a lei mo­saica, mas na ver­dade indo ao en­contro do seu povo crente e exul­tante, como luz para se re­velar às na­ções e glória do seu povo Israel. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no quadragésimo dia depois do Natal, a Apresentação do Senhor no Templo de Jerusalém, onde a Imaculada Mãe de Deus veio com seu filho a Luz do mundo, ao encontro da esperança secular de Israel. (R). Ver “A Apresentação de Jesus no Templo, festividade litúrgica celebrada no dia 2 de fevereiro, celebra um episódio da infância de Jesus. Na Igreja Ortodoxa e em algumas Igrejas Católicas Orientais, ela é uma das doze Grandes Festas, e é por vezes chamada de Hypapante (literalmente “Encontro”, em grego); outros nomes tradicionais são Dia de Nossa Senhora das Candeias, ou da Candelária, ou da Purificação da Virgem Maria. Na Igreja Católica Romana, esta festividade religiosa é uma das mais importantes, realizada entre a Festa da Conversão de São Paulo, no dia 25 de janeiro, e a Festa do Trono de São Pedro, no dia 22 de fevereiro. No rito latino da Igreja Católica, a Apresentação de Jesus no Templo é o quarto Mistério Gozoso do Santo Rosário. Com a reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, esta festividade tem sido referida como a festa da Apresentação do Senhor.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Apresentação_de_Jesus_no_Templo

1.1. A PURIFICAÇÃO DA SANTA VIRGEM: ver páginas 348-354: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf.

Ver “A origem da devoção à Senhora da Luz tem os seus começos na festa da apresentação do Menino Jesus no Templo e da purificação de Nossa Senhora, quarenta dias após o nascimento de Cristo (sendo celebrada, portanto, no dia 2 de Fevereiro). De acordo com a lei mosaica, as parturientes, após darem à luz, ficavam impuras, devendo inibir-se de visitar o Templo de Jerusalém até quarenta dias após o parto; nessa data, deviam apresentar-se diante do sumo-sacerdote a fim de apresentar o seu sacrifício (um cordeiro e duas pombas ou duas rolas) e, assim, purificar-se. Desta forma, São José e a Santíssima Virgem Maria apresentaram-se diante de Simeão para cumprir o seu dever. Este, depois de lhes ter revelado maravilhas acerca do filho que ali lhe traziam, teria-lhes proferido a Profecia de Simeão«Agora, Senhor, deixa partir o vosso servo em paz, conforme a Vossa Palavra. Pois os meus olhos viram a Vossa salvação que preparastes diante dos olhos das nações: Luz para aclarar os gentios e glória de Israel, vosso povo» (Lucas 2:29-33).

Com base na festa da apresentação de Jesus/purificação da Virgem, nasceu a festa de Nossa Senhora da Purificação; do cântico de São Simeão (conhecido pelas suas primeiras palavras em latim: o Nunc dimittis), que promete que Jesus será a luz que irá aclarar os gentios, nasce o culto em torno de Nossa Senhora da Luz/das Candeias/da Candelária, cujas festas eram, geralmente, celebradas com uma procissão de velas, a relembrar o fato.”: Nossa Senhora da Luz – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

1.2. LEMBRAMOS NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS, OU DA CANDELÁRIA, OU DA LUZ:  Nossa Senhora da Luz (também chamada de Nossa Senhora das Candeias, ou Nossa Senhora da Candelária, ou Nossa Senhora da Apresentação ou Nossa Senhora da Purificação) é um título mariano pelos quais a Igreja Católica venera a Santíssima Virgem Maria. Sob essas designações, é particularmente cultuada em Portugal e Brasil apesar de o surgimento do culto ter sido nas Ilhas Canárias, na Espanha.[1]

É sincretizada nas religiões afro-brasileiras da Bahia com a orixá Oxum juntamente com Nossa Senhora dos Prazeres.[2].  

Nossa Senhora da Luz era tradicionalmente invocada pelos cegos (como afirma o padre António Vieira no seu “Sermão do Nascimento da Mãe de Deus”: “Perguntai aos cegos para que nasce esta celestial Menina, dir-vos-ão que nasce para Senhora da Luz […]“), e tornou-se particularmente cultuada em Portugal a partir do início do século XV; segundo a tradição, deve-se a um português, Pedro Martins, muito devoto de Nossa Senhora, que teria descoberto uma imagem da Mãe de Deus por entre uma estranha luz, no sítio de Carnide, no termo de Lisboa. Aí, se fundou, de imediato, um convento e igreja a ela dedicada, que conheceu grande incremento devido à acção mecenática da infanta D. Maria de Portugal, Duquesa de Viseu, filha do rei D. Manuel I e sua terceira esposa, D. Leonor de Habsburgo.

A partir daí, a devoção à Senhora da Luz cresceu e, com a expansão do Império Português, também se dilatou pelas regiões colonizadas, com especial destaque para o Brasil, onde é a santa padroeira da cidade de Curitiba, capital do Paraná (veja-se a lenda de Nossa Senhora da Luz), Santo Amaro/BahiaGuarabira/ParaíbaCandelária/Rio Grande do SulPinheiro Machado/Rio Grande do SulItu/São PauloIndaiatuba/São PauloCorumbá/Mato Grosso do Sul e em Nonoai/Rio Grande do Sul. Em Juazeiro do Norte, no Ceará, em Matriz da Luz/São Lourenço de Mata/PE, onde se encontra umas das igrejas mais antigas do Brasil (1540), ocorre, todos os anos, uma grande romaria em sua homenagem. ”.Estudo mais completo em:

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_da_Luz

1.3. A FESTA DE NAVEGANTES em Porto Alegre é a maior festa religiosa da cidade brasileira de Porto Alegre, e homenageia Nossa Senhora dos Navegantes (também na Folhinha do Coração de Jesus) e seu sincretismo afro-brasileiro. É realizada no dia 2 de fevereiro de cada ano.

Originalmente constava de uma procissão fluvial, com embarcações que singravam o Lago Guaíba desde o cais do porto, levando a imagem da santa do centro da cidade até a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes. Hoje, por determinação impeditiva da Capitania dos Portos, a procissão é terrestre, levando a imagem desde a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, no centro da cidade, até a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes.

Conforme: https://pt.wikipedia.org/wiki/Festa_de_Navegantes_em_Porto_Alegre

Também em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_dos_Navegantes

– Ver “Nossa Senhora dos Navegantes é um título dado a Mãe de Jesus, Maria.

A fé e a designação Nossa Senhora dos Navegantes têm início no século XV, com a navegação dos europeus, especialmente com os portugueses[1]. As pessoas que viajavam pelo mar pediam proteção à Nossa Senhora para retornarem aos seus lares. Maria era vista como protetora das tempestades e demais perigos que o mar e os rios ofereciam.

A primeira estátua foi trazida de Espanha junto com os navegadores. [2] Pedro Álvares Cabral trazia em sua nau capitânia uma imagem de Nossa Senhora da Boa Esperança, sendo levada até a Índia, onde uma capela em sua homenagem foi erguida e ali ficou até o século XVII sob a guarda de franciscanos e sob mantença de descendentes de Cabral. Atualmente, a imagem está na Igreja da Sagrada Família, em BelmontePortugal.

Nossa Senhora dos Navegantes é também conhecida pelo nome de Nossa Senhora das Candeias, Nossa Senhora da Boa Viagem; Nossa Senhora da Boa Esperança e Nossa Senhora da Esperança.[5]

Em Pelotas, no estado do Rio Grande do Sul, a imagem de Nossa Senhora dos Navegantes vai até o Porto de Pelotas. Antes do encerramento da festividade católica acontece um dos momentos mais marcantes da festa de Nossa Senhora dos Navegantes em Pelotas, que em 2009 chegou à 78ª edição.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_dos_Navegantes

Ver também: “A festa é especialmente celebrada em cidades litorâneas

A sua festa é celebrada no dia 2 de fevereiro. Especialmente nas cidades litorâneas, que têm muitos pescadores e se usa muito o transporte marítimo, a devoção a Virgem Maria sob este título é muito popular, atraindo milhares de peregrinos em suas festas.

A devoção a Nossa Senhora dos Navegantes é associada popularmente a Iemanjá. Entretanto, a primeira, que é uma devoção católica, não tem nenhuma relação com a segunda, a não ser que as suas festas são comemoradas no mesmo dia, 2 de fevereiro.

Iemanjá é um orixá feminino do Candomblé, da Umbanda e de outras crenças afro-brasileiras, que é comemorada também nos dias 15 de agosto e 8 de dezembro, datas marianas, talvez para associá-la a Nossa Senhora.”: https://formacao.cancaonova.com/nossa-senhora/devocao-nossa-senhora/a-verdadeira-devocao-a-nossa-senhora-dos-navegantes/

1.4. NOSSA SENHORA DO DESTERRO (festa celebrada em vários locais e datas)

– Em Agrestina, PE, FESTA DE NOSSA SENHORA DO DESTERRO em 02 de fevereiro. Ver: http://www.agrestina.pe.gov.br/noticias/20/01/2020/festa-de-nossa-senhora-do-desterro-chega-a-sua-98-edicao-em-agrestina-pe

– Em Florianópolis, festa em 17 de fevereiro: https://www.gaudiumpress.org/content/23861-Florianopolis-celebra-sua-padroeira-Nossa-Senhora-do-Desterro

https://historiadenossasenhora.wordpress.com/2013/08/20/nossa-senhora-do-desterro/

– Ver também: https://web.archive.org/web/20150901221051/http://www.cruzterrasanta.com.br/historia/nossa-senhora-do-desterro

Ver ainda “Nossa Senhora do Desterro[1] é um título católico dado à Santíssima Virgem Maria. Representa a fuga da Sagrada Família para o Egito. Por isso, também é conhecida como Nossa Senhora da Fuga. É muito venerada na Itália como a “Madonna degli Emigrati“, sendo padroeira daqueles que foram obrigados a deixar sua pátria para se refugiarem ou a fim de procurar trabalho no estrangeiro.”: Nossa Senhora do Desterro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org) e https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Desterro (festa litúrgica em 02 de abril). Também: http://www.comamor.com.br/desterro.htm

– Ver festa em Paudalho-PE-16 de fevereiro: https://www.paudalho.pe.gov.br/portal/festa-de-nossa-senhora-do-desterro-chega-a-sua-70a-edicao-em-paudalho/

– Ver: https://www.facebook.com/events/656280881443640/?active_tab=discussion (festa em 17 de fevereiro)

1.5. AINDA LEMBRADA EM ARAPIRACA E OUTROS LUGARES: NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO: No Martirológio Romano-Monástico de 26 de abril. Padroeira de Igrejas e uma Diocese no Brasil. Um pouco de sua história: “Nossa Senhora do Bom Conselho (em latim Mater boni consilii) é uma das invocações da Virgem Maria. Com a mesma intenção ela é chamada de Mãe do Bom ConselhoNossa Senhora de Escodra (na Albânia)Nossa Senhora dos Bons Serviços e Santa Maria do Paraíso. Esta devoção está centrada num ícone da Virgem atualmente exposto em GenazzanoItália, na Igreja de Nossa Senhora do Bom Conselho… O Papa Leão XIII, por um decreto do dia 22 de abril de 1903, adicionou à ladainha lauretana a invocação Mater Boni Consilii, ora pro nobis.[1] O papa Pio XII colocou seu papado sob a proteção da Virgem do Bom Conselho. A festa de Nossa Senhora do Bom Conselho também é realizada no Brasil na cidade de Granito Pernambuco, do dia 23 de janeiro (dia do hasteamento da bandeira) até o dia 2 de fevereiro ( encerramento da festa)”. Ver: 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Bom_Conselho

https://udayton.edu/imri/mary/o/our-lady-of-good-counsel.php

https://www.a12.com/academia/artigos/nossa-senhora-do-bom-conselho-26-de-abril

https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-nossa-senhora-do-bom-conselho/368/102/

Padroeira de Arapiraca, Alagoas – festa em 02 de fevereiro: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Igreja_de_Nossa_Senhora_do_Bom_Conselho

https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_de_Nossa_Senhora_do_Bom_Conselho (Arapiraca, Alagoas): https://arapiraca.7segundos.com.br/noticias/2019/10/24/152394/concatedral-do-bom-conselho-e-a-historia-da-fe-do-povo-arapiraquense.html

1.6. NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA, na Wikipedia em 02 de fevereiro. Ver “Nossa Senhora da Oliveira, ou simplesmente Senhora da Oliveira, é uma das invocações marianas ligadas à veneração pela Paixão de Cristo. Entre muitas outras localidades, é orago da Fajã de Cima (em Ponta DelgadaAçores), da Oliveira do Castelo (Guimarães), do Sobral da Abelheira (Mafra) e da vila de Tortosendo no concelho da Covilhã, onde segundo a lenda Nossa Senhora apareceu sobre uma Oliveira dando a uma menina paraplégica uma roca de fiar, a imagem de Nossa Senhora se venera na Igreja Matriz de Tortosendo onde tem lugar a sua festa no 1º Domingo de Setembro.

Conforme informações da Mitra da Diocese de Oliveira, a FESTA DE NOSSA SENHORA DE OLIVEIRA é dia 15 de agosto.

Existe a Igreja de Nsa. Sra. da Oliveira, no Distrito de Oliveira dos Campinhos, no município de Santo Amaro (Bahia), Bahia. Concluída a construção na segunda metade do século XVIII, por volta de 1770. Tombada pelo IPHAN, sob nº 788 do livro de história, em 24/06/1942.”: Nossa Senhora da Oliveira – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver também: Festa de Nossa Senhora da Oliveira – Pesquisa Google

2.   Em Or­leães, na Gália Li­o­nense, hoje na França, São Flós­culo, bispo. († c. 500)

3.   Em Can­tuária, na In­gla­terra, São Lou­renço, bispo, que go­vernou esta Igreja de­pois de Santo Agos­tinho e a en­gran­deceu muito, con­ver­tendo à fé o rei Edvaldo. († 619). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 619, São Lourenço, primeiro sucessor de S. Agostinho na Sé episcopal de Cantuária. (M). Ver “Lourenço de Cantuária (em latimLaurentius[1]) foi o segundo arcebispo de Cantuária entre 604 e 619. Foi um dos membros da primeira missão gregoriana enviada da Itália para a Britânia para cristianizar os anglo-saxões e convertê-los de seu paganismo, embora a data de sua chegada seja disputada. Foi consagrado arcebispo pelo seu predecessor Agostinho de Cantuária ainda em vida, para assegurar uma transição suave do cargo. Em seu mandato como arcebispo, ele tentou sem sucesso resolver as diferenças doutrinárias da Igreja com os bispos britânicos locais, correspondendo-se com eles sobre os pontos de discórdia. Lourenço enfrentou também uma crise com a morte do rei Etelberto de Câncio, quando o seu sucessor inicialmente abandonou o cristianismo, mas terminou se reconvertendo. Após a sua morte, Lourenço foi reverenciado como santo”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lourenço_de_Cantuária

4.   Em Würz­burg, na Aus­trásia, ac­tu­al­mente na Ale­manha, São Bur­cardo, bispo, oriundo da In­gla­terra, que foi or­de­nado por São Bo­ni­fácio como pri­meiro bispo desta cidade. († 754)

5*.   Em Flo­rença, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato Simão Fi­dáti de Cássia, pres­bí­tero da Ordem dos Ere­mitas de Santo Agos­tinho, que pelas suas pa­la­vras e es­critos con­duziu muitos à vida cristã mais perfeita. († 1348)

6*.   Em Susa, no Pi­e­monte, também re­gião da Itália, o Beato Pedro Cam­biano de Ruffia, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir, que foi cru­el­mente as­sas­si­nado no claustro pelos he­reges em ódio à Igreja. († 1365)

7.   Em Prato, na Etrúria, hoje na Tos­cana, também re­gião da Itália, Santa Ca­ta­rina de Rícci (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem da Ordem Ter­ceira Re­gular de São Fran­cisco, que se em­pe­nhou di­li­gen­te­mente na re­no­vação da vida re­li­giosa e se en­tregou à me­di­tação con­tínua dos mis­té­rios da Paixão de Jesus Cristo, dos quais teve fre­quentes ex­pe­ri­ên­cias místicas. († 1590). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Toscana, em 1590, a volta para Deus de Santa Catarina. prioresa dominicana de Ricci, que colaborou por correspondência com os santos Pio V, Carlos Borromeu e Maria Madalena de Pazzi no grande movimento reformador do séc. XVI. (M

8.   Em Bor­déus, na França, Santa Joana de Lestonnac (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, ainda ado­les­cente, re­cusou sempre os con­vites e ten­ta­tivas da mãe para se afastar da Igreja ca­tó­lica e, de­pois da morte do es­poso, ori­entou com sa­be­doria a edu­cação dos cinco fi­lhos. Fundou a So­ci­e­dade das Fi­lhas de Nossa Se­nhora, à imi­tação da Com­pa­nhia de Jesus, para fo­mentar a for­mação cristã da ju­ven­tude feminina. († 1640)

9*.   Em Roma, São Ni­colau de Langobárdi (João Bap­tista Sággio), re­li­gioso da Ordem dos Mí­nimos, que de­sem­pe­nhou hu­milde e san­ta­mente o ofício de porteiro. († 1709)

10*.   Em Ge­naz­zano, no Lácio, re­gião da Itália, o Beato Es­têvão Bellesíni, pres­bí­tero da Ordem de Santo Agos­tinho, que, em tempos di­fí­ceis per­ma­neceu fiel à Ordem per­se­guida, de­di­cando-se à edu­cação das cri­anças, à pre­gação e ao tra­balho pastoral. († 1840)

11.   Em Hanoi, no Ton­quim, hoje no Vi­etnam, São João Teó­fano Vénard, pres­bí­tero da So­ci­e­dade das Mis­sões Es­tran­geiras de Paris e mártir, que, de­pois de seis anos de tri­bu­la­ções e tra­ba­lhos em mi­nis­tério clan­des­tino, fi­nal­mente en­cer­rado numa jaula e con­de­nado à morte no tempo do im­pe­rador Tu Duc, foi se­re­na­mente ao en­contro do martírio. († 1861). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1861, o Bem-Aventurado Teofânio Venard, sacerdote da Sociedade das Missões Estrangeiras, originário da diocese de Poitiers. Preso depois de oito anos de apostolado clandestino no Tonkin, Indochina (atual Vietnam), sofreu uma dura detenção de vários meses e foi decapitado por causa de sua fé aos trinta e um anos. (X). Ver páginas 360-362: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

12*.   Em Dern­bach, na Re­nânia, re­gião da Ale­manha, a Beata Maria Ca­ta­rina Kasper, virgem, que fundou o Ins­ti­tuto das Po­bres Servas de Jesus Cristo, para ser­virem o Se­nhor nos pobres. († 1898)

13.   Em Plancy, ci­dade da França, o Beato Luís Brisson, pres­bí­tero da di­o­cese de Troyes, que fundou as duas con­gre­ga­ções, das das Irmãs Oblatas e dos Oblatos de São Fran­cisco de Sales. († 1908)

14*.   Em Milão, na Itália, o Beato André Carlos Ferrári, bispo, que va­lo­rizou a tra­dição re­li­giosa do seu povo e abriu novos ca­mi­nhos, para dar a co­nhecer ao mundo a men­sagem de Cristo e a ca­ri­dade da Igreja. († 1921). Ver “O beato Andrea Ferrari (13 de agosto de 1850 – 2 de fevereiro de 1921) – mais tarde adotando o nome do meio ” Carlo ” – foi um prelado católico romano italiano que serviu como cardeal e como arcebispo de Milão de 1894 até sua morte.[1][2] Ferrari era um pastor e teólogo bem conceituado que liderou duas dioceses antes de ser nomeado para a prestigiada arquidiocese milanesa, que liderou até sua morte. Mas ele foi posteriormente acusado de Modernismo, que levou a uma relação tensa com o Papa Pio X, que mais tarde se reconciliou com a Ferrari em 1912.[3][4][5] A causa de sua canonização se abriu após sua morte em 1963 e ele se tornou um servo de Deus . Ele foi nomeado Venerável em 1975, e o papa João Paulo II o beatificou em 1987.[2][1]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/André_Carlos_Ferrari

15*.   Em Ve­rona, também na Itália, a Beata Maria Do­mingas Mantováni, virgem, que fundou, jun­ta­mente com o Beato José Nas­cim­béni, pres­bí­tero, o Ins­ti­tuto das Ir­mã­zi­nhas da Sa­grada Fa­mília, do qual foi a pri­meira su­pe­riora, ser­vindo com pro­funda hu­mil­dade, por amor de Cristo, os po­bres, os ór­fãos e os enfermos. († 1934)

16. Ainda em Roma, os santos mártires Fortunato, Feliciano (também na Folhinha do Coração de Jesus), Firmo e Cândido. Conf. Pág.364:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

17. No mesmo dia, em Roma, o martírio de Santo Aproniano (também no Martirológio Romano-Monástico) verdugo que, ainda pagão, e tirando da prisão São Sisino para o levar à presença do prefeito Laodício, ouviu estas palavras proferidas por uma voz descida do céu: Vinde, abençoados de meu Pai, possuí o reino que vos foi preparado desde a criação do mundo! Creu imediatamente, e recebeu o batismo, e perseverando depois em confessar Nosso Senhor, foi condenado à decapitação. Conforme pág. 354:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

18. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cesaréia da Palestina, São Cornélio, centurião romano, que foi batizado pelo Apóstolo Pedro. (M). Ver páginas 355-359: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%202.pdf

 Ver também “Cornélio, dito Cornélio, o Centurião, era o nome do primeiro gentio, ou seja, não judeu e incircunciso. Cornélio era oficial do exército romano, um centurião, ou seja, um oficial responsável por comandar uma centúria, a unidade básica das legiões romanas, dando ordens que deveriam ser prontamente obedecidas pelos soldados. Cornélio vivia em Cesareia, onde tinha a sua própria casa. Seu nome romano sugere que talvez tenha pertencido a uma família nobre na cidade imperial.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cornélio,_o_Centurião

19. Outros santos do dia 02 de fevereiro, páginas 348-364: VIDAS DOS SANTOS – 2.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 02 de fevereiro, ver ainda: 2 de fevereiro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 174-176:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, VOSSO FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/