Santas e Santos de 17 de julho

1. Memória dos be­atos már­tires Inácio de Azevedo (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, e trinta e nove companheiros da Com­pa­nhia de Jesus, que se di­ri­giam para as mis­sões do Brasil numa nau cha­mada «São Tiago», quando foram as­sal­tados por um barco de pi­ratas e pas­sados ao fio da es­pada e golpes de lança em ódio à re­li­gião católica. São estes os seus nomes: Diogo de An­drade, pres­bí­tero; Gon­çalo Hen­ri­ques, diá­cono; An­tónio So­ares, Bento de Castro, João Fer­nandes, Ma­nuel Ál­vares, Fran­cisco Ál­vares, João de Mayorga, Es­têvão de Zu­rara, Afonso de Baena, Do­mingos Fer­nandes, outro João Fer­nandes, Aleixo Del­gado, Luís Cor­reia, Ma­nuel Ro­dri­gues, Simão Lopes, Ma­nuel Fer­nandes, Ál­varo Mendes, Pedro Nunes, Luís Ro­dri­gues, Fran­cisco de Ma­ga­lhães, Ni­colau Dinis, Gaspar Ál­vares, Brás Ri­beiro, An­tónio Fer­nandes, Ma­nuel Pa­checo, Pedro de Fon­toura, André Gon­çalves, Amaro Vaz, Diogo Pires, Marcos Cal­deira, An­tónio Cor­reia, Fer­nando Sán­chez, Gre­gório Es­cri­bano, Fran­cisco Pérez Godoy, João de Zafra, João de San Martin, Simão da Costa, re­li­gi­osos; e ainda João “Agre­gado” (isto é, que se lhes juntou). († 1570).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1570, o martírio do Bem-Aventurado Inácio de Azevedo e seus trinta e nove companheiros. Jesuíta português, mandado para as missões do Brasil, Inácio voltou à pátria para recrutar colaboradores. Na viagem de volta, o navio em que viajavam foi capturado por corsários anticatólicos, sendo todos os religiosos executados. Inácio de Azevedo morreu exortando seus companheiros à fé e dando testemunho de Cristo. Beatificados pelo papa Pio IX em 1854. (M).

– Conforme a Folhinha do Coração de Jesus, de 16/07/2012: 17/07: BVS. INÁCIO DE AZEVEDO E COMPS. Os santos que hoje celebramos fazem parte daquela multidão de homens e mulheres, muitos deles anônimos, que doaram suas vidas pelo anúncio da Boa-nova no Brasil. Inácio de Azevedo, português e ducado em Coimbra, tendo ouvido o apelo para a missão, entrou para a Companhia de Jesus aos 22 anos. Depois de exercer funções em Portugal, em 1570 ele e 87 companheiros foram enviados, em três navios, para a missão no Brasil. Durante a viagem, o navio em que viajava Inácio e outros 39 companheiros parou por causa da calmaria. Atacados por piratas, os jesuítas acabaram todos degolados e lançados ao mar. Mesmo sem terem chegado ao Brasil, podemos afirmar, que o sangue destes mártires regou as nossas terras, fazendo germinar nela a semente fecunda do anúncio do Reino. (Frei Sandro Roberto da Costa, OFM-Petrópolis/RJ)

Ver dia 15 de julho (Martirológio Romano): Co­me­mo­ração dos be­atos már­tires Inácio de Azevedo, pres­bí­tero, e trinta e nove companheiros da Com­pa­nhia de Jesus, que em Por­tugal se ce­le­bram no dia de­zas­sete deste mês. († 1570). Ver páginas 57-61: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também “Inácio de Azevedo de Ataíde Abreu e Malafaia, mais conhecido como Beato Inácio de Azevedo, foi um jesuíta português do século XVI. É um dos “Quarenta Mártires do Brasil“, beatificados pelo Papa Pio IX em 11 de Maio de 1854.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/In%C3%A1cio_de_Azevedo

– Ver 15 de julho

2.   Em Car­tago, na ho­di­erna Tu­nísia, o dia natal dos santos már­tires ci­li­tanos – Es­pe­rato, Narzal, Ci­tino, Ve­túrio, Félix, Aqui­lino, Le­tâncio, Ja­nuária, Ge­ne­rosa (também na Folhinha do Coração de Jesus), Véstia, Do­nata e Se­gunda – que, por ordem do procônsul Sa­tur­nino, de­pois de terem pro­fes­sado a sua fé em Cristo, foram en­cer­rados no cár­cere; no dia se­guinte, atados a um cepo, por per­se­ve­rarem fir­me­mente a de­clarar-se cris­tãos e a re­cusar prestar ho­me­nagem di­vina ao im­pe­rador, foram con­de­nados à morte; e en­quanto eram de­go­lados ao fio da es­pada, de jo­e­lhos una­ni­me­mente davam graças a Deus. († 180).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cartago, em 180, a paixão de Seis Cristãos, que segundo as atas de seu martírio, compareceram diante do procônsul, trazendo consigo os Livros Sagrados e as Cartas de São Paulo. “Honramos a César, mas adoramos somente a Deus”! (M).

– Ver “os doze mártires cilitanos de Cartago” às páginas 95-99: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

3.   Em Amás­tris, na Pa­fla­gónia, na ho­di­erna Tur­quia, São Ja­cinto, mártir. († c. s. III)

– Ver “… Em Amastris em Paphlagonia, São Jacinto, mártir, que morreu na prisão depois de muito sofrimento, sob o prefeito Castrito. Jacinto de Paphlagonia M (RM). Jacinto é um mártir de Amastris, Paphlagonia, condenado à morte por ter derrubado uma árvore consagrada a um ídolo (Beneditinos).”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJuly17.html

4.   Em Se­vilha, na Bé­tica, pro­víncia da His­pânia, as santas Justa e Ru­fina, vir­gens, que, apri­si­o­nadas pelo go­ver­nador Di­o­ge­niano, de­pois de so­frerem cruéis su­plí­cios, pa­de­ceram o cár­cere, a fome e ou­tras tor­turas: Justa morreu no ca­ti­veiro; Ru­fina, por con­ti­nuar a pro­fissão de fé no Se­nhor, foi decapitada. († c. 287)

5.   Em Milão, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santa Mar­ce­lina (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, irmã de Santo Am­brósio, que em Roma, na ba­sí­lica dSão Pedro, re­cebeu do papa Li­bério o véu da con­sa­gração no dia da Epi­fania do Senhor. († s. IV f.).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Milão, no séc. IV, Santa Marcelina. Recebeu o véu das virgens das mãos do papa Libério, na basílica de São Pedro, na Epifania de 353. Santo Ambrósio, seu irmão, dedicou-lhe o tratado De virginibus. (M).

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelina_de_Roma

6.   Em Roma, na igreja si­tuada no monte Aven­tino, ce­lebra-se um homem de Deus cha­mado Aleixo (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, se­gundo a tra­dição, deixou a sua casa que era rica, para se fazer pobre e viver in­cog­ni­ta­mente de esmolas. († s. IV).

– Ver “…Santo Aleixo, de acordo com a lenda, era o filho único duma rica família romana. No dia do seu casamento fugiu de Roma e viveu como mendigo em Edessa, até um dia no qual foi milagrosamente apontado como “homem de Deus”. Fugiu da consequente fama, e voltou para Roma, onde não foi reconhecido. Foi-lhe permitido como a um pobre viver sob as escadas da sua própria casa. Apenas depois da sua morte descobriu-se a sua identidade.[1]…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/17_de_julho

7.   Em Au­xerre, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, São Te­o­dósio, bispo. († s. VI)

– Ver “… 516 – São Teodósio Bispo de Auxerre, França, por volta de 507. Pouco se sabe sobre seu mosteiro. Teodósio de Auxerre B (RM). Bispo de Auxerre, França, de cerca de 507 a 516 (beneditinos).”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJuly17.html

8.   Em Pavia, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santo Enódio, bispo, que ce­le­brou nos seus hinos as me­mó­rias e tem­plos dos Santos e dis­tri­buiu ge­ne­ro­sa­mente os seus bens. († 521).

– Ver página 117: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também “Magno Felix Enódio (em latimMagnus Felix Ennodius) ou simplesmente Santo Enódio foi bispo de Pavia, polígrafo, retórico e poeta latino. Era neto do procônsul da África Félix Enódio.[1]. Ele é considerado um santo, com festa no dia 17 de julho.[2]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Magno_F%C3%A9lix_En%C3%B3dio

9*.   Em Deurne, pró­ximo de An­tuérpia, no Bra­bante, re­gião da Aus­trásia, ac­tu­al­mente na Bél­gica, São Fre­de­gando, monge, pro­va­vel­mente pro­ce­dente da Ir­landa, que foi com­pa­nheiro de São Foilão e de ou­tros mis­si­o­ná­rios itinerantes. (†  s. VIII)

– Ver “… Também conhecido como Fregaut de Dorne, este monge e abade de Kerkelodor, perto de Antuérpia, foi santo por ter sido um companheiro irlandês de São Foillan, o que é improvável. É mais provável que ele fosse um colega de trabalho de São Willibrord. Seu dia de festa é celebrado com uma procissão anual do Santíssimo Sacramento para comemorar uma praga que parou por sua intercessão há 400 anos. Fredegand é venerado em toda a Bélgica e no nordeste da França (Beneditinos, Montague).”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJuly17.html

10*.   No mos­teiro de Win­chel­combe, na Mércia, re­gião da In­gla­terra, São Ke­nelmo, prín­cipe da Mércia, que é con­si­de­rado mártir. († c. 812).

– Ver “… São Kenelm foi um santo anglo-saxão, venerado em toda a Inglaterra medieval e mencionado nos Contos de Cantuária (o conto do sacerdote de Nun, em que o cozinheiro Chaunteecleer tenta demonstrar a realidade dos sonhos proféticos para sua esposa Pertelote). Guilherme de Malmesbury, escrevendo no século XII, relatou que “não havia lugar na Inglaterra a que mais peregrinos viajassem do que a Winchcombe no dia da festa de Kenelm”…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Kenelm

– Ver “… De acordo com uma lenda popular da Idade Média, Kenelm tinha sete anos quando seu pai, o rei Kenulf (Coenwulf) da Mércia, morreu e ele subiu ao trono. Sua irmã Quendreda (Cynefrith ou Quoenthryth) subornou seu tutor, Ascebert, para matá-lo na floresta de Clent para que ela pudesse reivindicar o trono. Ascebert sim, mas quando o corpo foi descoberto e guardado em Winchcombe em Gloucestershire, todos os tipos de maravilhas aconteceram em seu túmulo. Todos os três são números reais, mas Kenelm não morreu aos sete anos e pode até ter morrido antes de seu pai. É certo que viveu até a adolescência e pode ter sido morto em batalha (Attwater, Benedictines, Delaney, Encyclopedia). Na arte, São Kenelm é retratado como um jovem príncipe com uma haste em flor. A imagem também pode conter uma pomba com uma letra na boca (Roeder). Ele foi altamente homenageado na Inglaterra durante a Idade Média como um santo e mártir, e ainda é venerado em Gloucester e Winchcombe, onde suas relíquias estão consagradas (Enciclopédia, Roeder)…” http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJuly17.html

11.   Em Roma, junto de São Pedro, São Leão IV, papa, de­fensor da ci­dade e apo­lo­gista do pri­mado de Pedro. († 855).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, São Leão IV. Inicialmente monge de São Martinho de Roma, foi eleito papa em 847. Conseguiu manter boa independência em relação ao poder imperial, para assim estender sua solicitude apostólica a toda a cristandade. (M).

Ver páginas 100-116: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também “Leão IV (em latimLeo IV) foi consagrado papa em 10 de Abril de 847. Morreu em 17 de julho de 855.

Nasceu em Roma, onde foi educado no Mosteiro de São Martinho. Era monge beneditino. Fortificou com altas muralhas a colina do Vaticano e a zona em torno da basílica de S. Pedro, que tinha sido saqueada pelos sarracenos, criando a “Cidade Leonina“. A fim de obter maior protecção consagrou imperador Luis II, o Jovem. Confirmou aos venezianos o direito de eleger o Doge.

Foi o primeiro pontífice que pôs data nos documentos oficiais…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Le%C3%A3o_IV

12.   Em Stoc­kerau, no ter­ri­tório de Viena, na Ba­viera, ac­tu­al­mente na Áus­tria, São Colmano, de origem ir­lan­desa, que se fez pe­re­grino em nome de Deus; ao di­rigir-se para a Terra Santa, foi con­si­de­rado um espia ini­migo e, sus­penso de uma ár­vore, al­cançou a Je­ru­salém celeste. († 1012).

– Ver página 172 (VIDAS DOS SANTOS DE 13 DE OUTUBRO): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2018.pdf

– Ver também “São Colmano da Irlanda. Colmano era um monge originário da Irlanda, talvez a partir de uma linhagem real. Ao fazer uma peregrinação a Jerusalém, passando por Stockerau, a cerca de 20 quilômetros de Viena, sendo acusado de ser um espião, foi preso. Como ele não falava alemão, não podia defender-se, e foi enforcado juntamente com outros ladrões.”:http://fraternidadesaogilberto.blogspot.com/2013/07/sao-colmano-da-irlanda.html

13*.   Em Nitra, junto ao rio Waag, nos montes Cár­patos, em ter­ri­tório da ac­tual Es­lo­vá­quia, os santos André ou Zo­e­rardo e Bento, ere­mitas, que, vindos da Po­lónia para a Hun­gria a pe­dido de Santo Es­têvão, se­guiram num ermo do monte Zobor uma vida de ri­go­rosa austeridade. († 1031 e 1034)

14.   Em Cra­cóvia, na Po­lónia, Santa Ed­viges, rainha, que, nas­cida na Hun­gria, re­cebeu o reino da Po­lónia e, tendo-se ca­sado com Ja­gue­lione, grão-duque da Li­tuânia, que re­cebeu no Bap­tismo o nome de La­dislau, com ele pro­pagou a fé ca­tó­lica na Lituânia. († 1399).

– Ver “Edviges de Anjou (em húngaroHedvig, em polonêsJadwigaBuda, entre 3 de outubro de 1373 e 18 de fevereiro de 1374 – Cracóvia17 de julho de 1399) foi rei[1] da Polônia a partir de 1384 e grã-duquesa da Lituânia a partir de 18 de fevereiro de 1386 até 1392. Filha de Luís Irei da Hungria e da Polônia e de Isabel Kotromanic da Bósnia, sucedeu seu pai em 1382 na Polônia, enquanto sua irmã Maria herdou o trono da Hungria.[2] O nome “Edviges” tem várias versões, como Jadvyga em lituanoJadwiga em polacoHedvig em húngaroHedwig em alemão ou Hedvigis em latim…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Edviges_da_Pol%C3%B3nia

15*.   Em Paris, na França, as be­atas Maria Ma­da­lena Clau­dina Li­doine (Te­resa de Santo Agos­tinho) e quinze companheiras, vir­gens do Car­melo de Compiègne e már­tires, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, por ob­ser­varem fi­el­mente a dis­ci­plina mo­nás­tica foram con­de­nadas à morte e, pe­rante o pa­tí­bulo, re­no­varam as pro­messas da fé bap­tismal e os votos religiosos.  São estes os seus nomes: Maria Ana Fran­cisca Bri­deau (São Luís), Maria Ana Pi­ed­court (Ana Maria de Jesus Cru­ci­fi­cado), Ana Maria Ma­da­lena Thouret (Car­lota da Res­sur­reição), Maria Cláudia Ci­priana Brard (Eu­frásia da Ima­cu­lada Con­ceição), Maria Fran­cisca Ga­briela de Croissy (Hen­ri­queta de Jesus), Maria Ana Ha­nisset  (Te­resa do Co­ração de Maria), Maria Ga­briela Trézel (Te­resa de Santo Inácio), Rosa Cris­tina de Neu­ville (Júlia Luísa de Jesus), Maria Anita Pelras (Maria Hen­ri­queta da Pro­vi­dência), Maria Ge­no­veva Meu­nier (Cons­tância), An­gé­lica Roussel (Maria do Es­pí­rito Santo), Maria Du­four (Santa Marta), Isabel Ju­lieta Vé­rolot (São Fran­cisco Xa­vier), Ca­ta­rina Soiron e Te­resa Soiron. († 1794).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Paris, no ano de 1784, o martírio de Dezesseis Carmelitas de Compiègne, que ofereceram suas vidas em holocausto “pela paz da Igreja e da França” (cf. Decreto de Beatificação, 1905 – X).

– Ver páginas 118-120:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também “…Carmelitas de Compiègne ou Mártires Carmelitas de Compiègne ou Mártires de Compiègne, ou, na sua forma portuguesa, de Compienha, são dezesseis religiosas do Carmelo de Compiègne assassinadas por revolucionários franceses do Comitê de Salvação Pública que as levaram à guilhotina por ódio à religião, no segundo período do Terror da Revolução Francesa, no dia 17 de julho de 1794, no local hoje denominado “Place de la Nation”, na época “Place du Trône Renversé”…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Carmelitas_de_Compi%C3%A8gne

16.   Em Zhu­ji­a­xi­ezhuang, pró­ximo de Shen­zian, no Hebei, pro­víncia da China, São Pedro Liu Ziyu, mártir, que du­rante a per­se­guição de­sen­ca­deada pelos se­quazes da seita dos “Yihe­tuan”, apesar dos con­se­lhos dis­su­a­sivos dos amigos, per­ma­neceu firme na fé cristã e por isso foi tres­pas­sado ao fio da espada. († 1900)

17*.   Em Le­o­poldov, na Es­lo­vá­quia, o Beato Paulo Goj­dich (Pedro Goj­dich), bispo e mártir, que, sendo pastor dos fiéis no ter­ri­tório de Presov, du­rante o do­mínio dum re­gime hostil a Deus, foi en­car­ce­rado e su­portou tão graves tri­bu­la­ções que, de­pois de atrozes tor­turas, aco­lhendo fi­el­mente as pa­la­vras de Cristo, com uma co­ra­josa pro­fissão de fé passou à vida eterna. († 1960)

18. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VIII, Santa Teodósia, vítima da perseguição iconoclasta. Lutou contra o bispo Atanásio, patriarca intruso, que ocupara a Sé de São Germano, em Constantinopla (M).

19. Outros santos do dia 17 de JULHO, páginas: 95-124 http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 17 de julho, ver ainda: 17 de julho – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

BIBLIOGRAFIA:

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 552-555: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

7. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJuly17.html 

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Virgem Maria, socorra-nos, proteja-nos

São José, Anjos e Santos, intercedam por nós! Obrigado! Amém!

PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A  MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A SUA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, SEU FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

OBSERVAÇÃO:

MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE   SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES.

ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

“O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

“Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

“Ó meu Deus, “sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.”  (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro). Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”,
mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível.

(conforme: Saint of the Day (lngplants.com)

ou

Saint of the Day May 20 (lngplants.com)

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: Meios de se preparar para uma boa morte …: Na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado...”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!

PAI, ABRACE-NOS! JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO! DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS UNA! MÃEZINHA MARIA, VELE POR NÓS! EM NOME DE JESUS, PAI! AMÉM!

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