Santas e Santos de 18 de julho

      1. Co­me­mo­ração do Beato Bar­to­lomeu dos Mártires, bispo, que, nas­cido em Lisboa, na fre­guesia dos Már­tires, in­gressou na Ordem dos Pre­ga­dores e foi no­meado para a sede epis­copal de Braga, onde pôs em prá­tica as ori­en­ta­ções do Con­cílio de Trento, no qual par­ti­cipou efi­ci­en­te­mente. In­signe pela in­te­gri­dade da sua vida, em­pe­nhou-se com suma ca­ri­dade pas­toral em acudir às ne­ces­si­dades do seu re­banho e ilus­trou com só­lida dou­trina os seus nu­me­rosos es­critos. Fi­nal­mente, tendo re­nun­ciado ao mi­nis­tério epis­copal, re­tirou-se no Con­vento de Santa Cruz de Viana do Cas­telo, cons­truído por sua ini­ci­a­tiva, onde pros­se­guiu a vida aus­tera de sim­ples re­li­gioso, de­di­cado à oração, ca­ri­dade e es­tudo, e fa­leceu no dia 16 deste mês. († 1590)

– Ver “Bartolomeu Fernandes, filho de Domingos Fernandes e de sua mulher Maria Correia, nasceu no dia 3 de Maio de 1514, em Verdela, na freguesia dos Mártires, na região de Lisboa.[11] Veio duma família humilde e, até ao fim da sua vida, manteve-se fiel às suas origens. A sua infância foi marcada pelo seu fervor religioso.[4]A 6 de Julho de 2016, foi anunciado que o Papa Francisco decidiu canonizar o Beato D. Frei Bartolomeu dos Mártires através do processo de equipolência. A leitura solene do Decreto aconteceu em Braga, no dia 10 de Novembro de 2019.[33]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_dos_M%C3%A1rtires

2.   Na Via Ti­bur­tina, a nove mi­lhas de Roma, a co­me­mo­ração dos santos Sin­fo­rosa e sete com­pa­nheiros – Cres­cente, Ju­liano, Ne­mésio, Pri­mi­tivo, Jus­tino, Es­tacteu e Eu­génio – már­tires, que su­por­taram o mar­tírio com di­versos gé­neros de tor­tura, como ir­mãos em Cristo. († s. III-IV).

Em Tívoli, Santa Sinforosa, mulher de São Getúlio, mártir, e seus sete filhos, Crescêncio, Julião, Nemésio, Primitivo, Justino, Estácio (também na Folhinha do Coração de Jesus), e Eugênio. A mãe, por causa de sua constância insuperável, foi, sob o imperador Adriano, primeiramente, e por muito tempo, esbofeteada e pendurada pelos cabelos, e, por fim presa a uma grande pedra e precipitada ao rio; seus filhos, presos a postes e puxados com polias, receberam o martírio com diversos gêneros de morte. Seus corpos, que tinham sido levados a Roma, foram encontrados sob o pontificado de Pio IV na Igreja do Santo Anjo da Pescaria, título de um cardeal-diácono.

– Ver página 150: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver “… Sinforosa (em latimSymphorosa; m. c. 138) é uma santa que, de acordo com a tradição, foi martirizada com seus sete filhos em Tibur (moderna TivoliItália) no final do reinado do imperador romano Adriano (r. 117–138). Sua história é muito similar à de Santa Felicidade de Roma e é uma variação da história da mulher com sete filhos de II Macabeus…”: Sinforosa – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

3.   Em Milão, na Li­gúria, ac­tu­al­mente na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Ma­terno, bispo, que, res­ta­be­le­cida a li­ber­dade da Igreja, tras­ladou com grande so­le­ni­dade de Lódi para a sua ci­dade os corpos dos már­tires Nabor e Félix. († s. IV)

4.   Em Do­rós­toro, na Mésia, hoje Si­listra, na Bul­gária, Santo Emi­liano, mártir, que, in­di­fe­rente aosditos de Ju­liano o Após­tata e às ame­aças do seu vi­gário Ca­tu­lino, des­truiu o altar dos ídolos para im­pedir o sa­cri­fício e, por isso, ati­rado para uma for­nalha, re­cebeu a palma do martírio. († 362).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Durostorum, nos Bálcãs, no séc. IV, Santo Emiliano, soldado, que foi queimado vivo sob Juliano Apóstata, por ter derrubado altares pagãos. (M)

5.   Em Bréscia, na Ve­nécia, ac­tu­al­mente na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Fi­lastro, bispo, cuja vida e morte foram lou­vadas por São Gau­dêncio, seu sucessor. († c. 397).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto ee 395, São Filástrio (Filástrio), bispo de Bréscia. Inteiramente consagrado ao serviço de Deus e da Igreja, não teve nenhuma preocupação em relação à glória humana, e mostrava-se muito mais inclinado a reconciliar do que a repreender (M).

6.   Em For­lim­pó­puli, na ac­tual Emília-Ro­manha, também re­gião da Itália, São Ru­filo (Ruffillo), bispo, que é con­si­de­rado o pri­meiro a go­vernar esta Igreja e ter con­du­zido a Cristo todo o povo rural deste território. († s. V)

7.   Em Metz, na Aus­trásia, ac­tu­al­mente na França, Santo Ar­nolfo, ou Arnul (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que foi con­se­lheiro de Da­go­berto, rei da Aus­trásia, e de­pois, re­nun­ci­ando ao cargo, se re­tirou para a vida ere­mí­tica nos montes Vosgos. († 640).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 640, Santo Arnoldo. Inicialmente conselheiro do rei da Austrásia, foi depois encarregado da Igreja de Metz, e retirou-se, finalmente, para a solidão dos Vosges, onde foi chamado para cuidar dos leprosos. (M).

– Ver também Arnulfo de Métis ou Metz (c. 13 de agosto de 582 — ca. 18 de julho de 640) foi um nobre franco que teve grande influência nos reinos merovíngios como bispo, sendo depois venerado como santo. Ele também é conhecido pelo seu nome anglicizado, Arnoldo. Foi o 27º Bispo de Métis. Governou na prática com Pepino de Landen o reino da Austrásia, e depois tornou-se um eremita perto do mosteiro do Monte Habend, fundado por seu amigo Romarico.

É o fundador da dinastia dos Arnulfianos, aliada dos Pipínidas. Pai de Ansegisel, avô de Pepino de Herstal, tetravô de Carlos Magno, é o ancestral da Dinastia Carolíngia. Santo cristão, é celebrado localmente a 18 de julho.

Arnulfo parece ser uma das personalidades mais atraentes do reino da Austrásia: muito influente politicamente, bispo de Métis com imensa reputação, eremita religioso. Vida muito ocupada e muito intensa, pode ser muito interessante para o historiador, pois abrange três dimensões essenciais da época: Poder na sociedade, na igreja e no sagrado.[1]

O que se sabe é que Arnulfo com toda a probabilidade nasceu em uma família franca da alta nobreza. Ainda jovem foi enviado para ser educado na corte, sob a tutela de Gondulfomordomo do palácio no reinado de Teodeberto II (595-612). Suas habilidades foram reconhecidas, sendo nomeado conde palatino e doméstico, um cargo de alto escalão. Em data incerta casou com uma dama da alta nobreza, que fontes tardias chamam de Doda, com quem teria os filhos Ansegisel, casado com Begga, e Clodulfo, bispo de Métis.[3][4]

… Santo Arnulfo é o santo padroeiro dos cervejeiros Lorenos. Pouco depois da sua morte, os seus restos mortais foram trazidos de Remiremont para Métis. Chegados perto de Champigneulles (ou de Nossoncourt de acordo com outras versões da lenda), aqueles que relatam faltar a cerveja oram a São Arnulfo para ter algo para comer. As suas preces foram atendidas quando eles encontraram milagrosamente cerveja nos seus barris vazios…: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arnulfo_de_Metz

– Ver ainda: a curiosa história do Santo padroeiro dos cervejeiros… “No ano de 627, Santo Arnulfo, se retirou a um mosteiro perto de Remiremont na França onde morreu e foi enterrado, em 640. No ano seguinte, os cidadãos de Metz pediram que seu corpo fosse exumado e levado a cidade para enterrá-lo na Igreja local. Enquanto carregavam o corpo de volta, vários fiéis sentiram-se cansados, esgotados e pararam numa taberna para comprar cerveja. Ao entrar, descobriram com tristeza que só havia uma garrafa e tiveram que compartilhar. Surpreendentemente a garrafa nunca acabou e todos puderam beber a cerveja e matar sua sede. O milagre foi atribuído a São Arnulfo e é a razão pela qual a Igreja o considera o santo padroeiro dos cervejeiros”. Ver em:https://pt.churchpop.com/curiosa-historia-do-santo-patrono-dos-cervejeiros-santo-arnulfo-de-metz/

– Ver ainda a linda história do Santo Arnolfo, Bispo de Metz, com vários outros santos de sua família,   nas páginas 130-145: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

8.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, Santa Te­o­dósia, monja, que so­freu o mar­tírio por de­fender uma an­tiga imagem de Cristo que o im­pe­rador Leão, o Isáu­rico, or­de­nara re­mover da cha­mada Porta de Bronze do seu palácio. († s. VIII)

– Ver “… Teodósia de Constantinopla foi uma freira e mártir cristã considerada uma das mártires iconoclastas mais conhecidas e polêmicas da igreja ortodoxa porem pouco conhecida pelos cristãos católicos.[1]”: Teodósia de Constantinopla – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

9.   Em Utrecht, na Gél­dria da Aus­trásia, ac­tu­al­mente na Ho­landa, São Fre­de­rico (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que foi exímio co­nhe­cedor da Sa­grada Es­cri­tura e se con­sa­grou com grande zelo à evan­ge­li­zação dos Frisões. († 838).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. IX, São Frederico, bispo de Utrecht. Foi assassinado por haver recriminado Luís o indulgente, por causa de sua má conduta, depois de ter sido ele próprio um modelo da lealdade, desapego e bondade (M).

10.   Em Ségni, no Lácio, re­gião da Itália, São Bruno, bispo, que tra­ba­lhou e so­freu muito pela re­no­vação da Igreja e, por isso, obri­gado a deixar a sua sede epis­copal, en­con­trou re­fúgio em Mon­te­cas­sino, ao qual pre­sidiu como abade tem­po­rário do mosteiro. († 1123)

– Ver “…Bruno de Segni (em latimBruno Astensis) é um santo católico italiano que foi abade de Monte Cassino e bispo de Segni… Suas obras são principalmente exegéticas e seu “Libellus de symoniacis”, escrita antes de 1109, é importante por sua discussão sobre o significado de simonia e principalmente por revelar a atitude de Bruno sobre os sacramentos dispensados por um padre simoníaco.

Bruno morreu em Segni em 18 de julho de 1123 e foi canonizado por Lúcio III em 1181.

”: Bruno de Segni – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

11*.   Em Cra­cóvia, na Po­lónia, São Simão de Lipnica, pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, in­signe pre­gador e de­voto do nome de Jesus, que, im­pe­lido pela sua ca­ri­dade, en­con­trou a morte no cui­dado dos em­pes­tados moribundos. († 1482).

– Ver página 148: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

12*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato João Bap­tista de Bruxelas, pres­bí­tero de Li­moges e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, foi en­cer­rado na sór­dida ga­lera em ódio ao sa­cer­dócio, onde morreu con­su­mido pela enfermidade. († 1794)

13.   Em Nam Dinh, ci­dade do Ton­quim, hoje no Vi­etnam, São Do­mingos Ni­colau Dinh Dat, mártir, que, sendo sol­dado, cons­tran­gido a negar a fé cristã, de­pois de cruéis tor­turas calcou a cruz; mas ime­di­a­ta­mente ar­re­pen­dido, para ex­piar a culpa da apos­tasia, es­creveu ao im­pe­rador Minh Mang para que fosse de novo jul­gado como cristão e fi­nal­mente morreu estrangulado. († 1859)

14*.   Em Krys­to­nópil, na Ucrânia, a Beata Tar­císia (Olga Mackiv), virgem da Con­gre­gação das Irmãs Es­cravas de Maria Ima­cu­lada e mártir, que, em tempo da guerra, por ter de­fen­dido a fé pe­rante os per­se­gui­dores, al­cançou a dupla vi­tória da vir­gin­dade e do martírio. († 1944)

15. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cartago, no começo do séc. III, Santa Gudena, virgem e mártir. (M)

– Ver “… 203 – Santa Gundenis Virgem mártir de Cartago. Ela morreu na perseguição de Septimius Severnus... Por ordem do procônsul Ruffinus, ela foi em quatro momentos diferentes esticada na cremalheira da fé em Cristo, horrivelmente lacerada com ganchos de ferro, por muito tempo confinada em uma prisão imunda e, finalmente,passada à espada. Gundenis de Cartago VM (RM). martirizada sob o reinado de Septímio Severo em Cartago (Beneditinos, Enciclopédia) …”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJuly18.html

16. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no deserto de Nístria, no Egito, no séc. IV, São Pambo, discípulo de Santo Antão. Na hora de sua morte, declarou: “Jamais comi qualquer coisa que não tivesse ganho com o meu trabalho. Jamais disse algo que me tivesse causado arrependimento. E estou indo para Deus, mesmo antes de haver começado a servi-lo”! (M).

– Ver São Pambom, naspáginas 146-147: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

17. São Bartolomeu de las Casas (na Wikipedia de 18 de julho). “… Morreu aos noventa e dois anos de idade no Convento Dominicano de Atocha, no dia 17 de julho de 1566, em Madri, Espanha. Muito querido do povo mexicano, seu nome, hoje, é lembrado como um dos maiores humanistas e missionários da história do cristianismo…”: http://arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/bartolomeu-de-las-casas

– Ver também “… Conhecido em português como Frei Bartolomeu de las Casas (em espanhol: Fray Bartolomé de las Casas),[1] era filho de um modesto comerciante de Tarifa, na Andaluzia. Participou da segunda viagem de Cristóvão Colombo. Havia feito estudos de latim e de humanidades em Salamanca. Partiu para a ilha de Hispaniola ou La Española na expedição de Nicolás de Ovando, em 1502 ou 1503, chegando em 15 de abril. Como a maioria, Bartolomeu estava motivado pelo espírito aventureiro e explorador de riquezas, logo se adaptando ao estilo de vida dos colonizadores. No início, aceitou o ponto de vista convencional quanto à exploração da mão de obra indígena e também participou dos ataques contra as tribos e a escravização dos nativos em plantações…

… Muito querido do povo mexicano, seu nome hoje é lembrado como um dos maiores humanistas e missionários da História do Cristianismo

… … Em 1547, partiu da América para não mais voltar. Regressou à Espanha, continuando, ali, a defesa dos índios, onde corrigiu e publicou seus escritos, todos se contrapondo à política colonial. Porém suas ideias foram contestadas na América e também na Espanha

Se recolheu ao convento de São Gregório, em Valladolid.

( VER CONTROVÉRSIA DE VALLADOLID: “…A Controvérsia de Valladolid (1550–1551), tal como ficou conhecido, foi o primeiro debate moral na história europeia encetado para discutir os direitos humanos e o tratamento de povos indígenas pelos conquistadores europeus, na sequência de inúmeras denúncias de maltratos pelos missionários Dominicanos… O frade dominicano e bispo de ChiapasBartolomeu de las Casas, na altura considerado muito polémico, argumentou que os ameríndios eram homens livres na sua ordem natural, apesar das suas práticas de antropofagia e outros costumes semelhantes, merecendo a mesma consideração dos colonizadores.[6] Opondo-se a essa visão estavam vários estudiosos, teólogos e padres, incluindo o humanista Juan Ginés de Sepúlveda, que argumentou numa linha aristotélica que a superioridade [do homem branco europeu] garantia o direito de dispor de terras e povos, acrescentando que “o sacrifício humano de inocentes, o canibalismo e outros crimes contra a natureza” praticados pelos índios eram inaceitáveis ​​e deveriam ser suprimidos por qualquer meio possível, incluindo a guerra.[7]… ”: Controvérsia de Valladolid – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org) …)

Nessa cidade tiveram lugar importantes discussões de 1550 a 1551 entre ele e Juan Ginés de Sepúlveda, o amputado (VER “Sua posição frente à colonização da América, aceita pela alta cúpula de Roma, causou um sério conflito não só na ordem dominicana como também na Igreja Católica de modo geral. As teses de Ginés conflitava com a de outro intelectual domenicano, o Frei Bartolomé de Las Casas, que defendia um processo de colonização pacifico das Américas e que considerava os indígenas americanos filhos especiais de Deus que deviam ser protegidos. O conflito de teses entre os dois foi responsável por várias leis e medidas espanholas no tocante a colonização. Algumas das bases do direito internacional moderno surgiram destas discussões, como a noção de “Guerra Justa” de Ginés.”: Juan Ginés de Sepúlveda – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org) …) sobre a legitimidade da conquista, saindo vitorioso o segundo.

Naquelas discussões Bartolomeu:

  1. defendeu a tese de que todos os homens, são criados à imagem de Deus e, portanto, a escravidão deveria ser rejeitada, enquanto que Sepúlveda defendeu a doutrina aristotélica da escravidão natural;
  2. defendeu a tese de que o Imperador do Império Espanhol não poderia ser considerado dono das propriedades dos indivíduos mas somente seu governante político, portanto, as nações indígenas deveriam ter relativa autonomia, mas deveriam se submeter ao Império Espanhol por meio do pagamento de tributos, recebendo em troca proteção;
  3. apresentou argumentos contra a tese de Sepúlveda, que considerava os indígenas bárbaros e selvagens, apresentando uma tipologia de quatro diferentes tipos de bárbaros, que foi considerada um dos primeiros ensaios de “etnologia comparada”;
  4. refutou a tese de que os “pecados contra a natureza” e a “infidelidade” seriam causas para uma “guerra justa” contra os índios, pois procurava entender as suas manifestações culturais como uma forma de religiosidade que só poderia ser modificada com o tempo e persuasão, mas nunca pela força;
  5. sustentou que o único modo para a evangelização dos indígenas seria a pregação pacífica e que seria justa a guerra dos índios contra a violência dos conquistadores.[3]

Em 1552, suas obras foram censuradas e proibidas para a leitura. Havia renunciado a seu bispado, antes de morrer aos 92 anos de idade no Convento Dominicano de Atocha, em Madri, no dia 17 de julho de 1566.”: Bartolomeu de las Casas – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver ainda: https://www.youtube.com/watch?v=VGk7K6LZsAc

18. Santa Marinha (Mariña) de Águas SantasMarinha de Águas Santas, também conhecida como Santa Marinha (em galegoSanta Mariña de Augas Santas, em castelhanoMarina de Aguas SantasBracara Augusta ou Balcagia119 — Águas Santas, 18 de janeiro de 139) foi uma virgem mártir do século II.[1] É venerada como santa pela Igreja Católica e a sua festa litúrgica é celebrada a 18 de julho.[2]… Na Inglaterra, é conhecida como Uncumber (não oprimida), em holandês como Ontkommer (libertada), e em alemão como Kümmernis (aflita ou ansiosa). Na Itália e Galiza é conhecida por Liberata, em Espanha por Librada (libertada), e na França por Débarras (libertada). Na cidade espanhola de Siguença, é por vezes confundida com a Santa Liberata, uma das irmãs de Santa Marinha de Águas Santas, cuja festa litúrgica também é celebrada a 20 de julho.[7] É considerada a padroeira das mulheres malcasadas. Na Inglaterra, é conhecida como Uncumber (não oprimida), em holandês como Ontkommer (libertada), e em alemão como Kümmernis (aflita ou ansiosa). Na Itália e Galiza é conhecida por Liberata, em Espanha por Librada (libertada), e na França por Débarras (libertada). Na cidade espanhola de Siguença, é por vezes confundida com a Santa Liberata, uma das irmãs de Santa Marinha de Águas Santas, cuja festa litúrgica também é celebrada a 20 de julho.[7] É considerada a padroeira das mulheres malcasadas…”: Marinha de Águas Santas – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

19. Outros santos do dia 18 de JULHO, páginas: 125-150 http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 18 de julho, ver ainda: 18 de julho – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

BIBLIOGRAFIA:

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 555-557: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

7. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJuly18.html 

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Virgem Maria, socorra-nos, proteja-nos

São José, Anjos e Santos, intercedam por nós! Obrigado! Amém!

PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A  MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A SUA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, SEU FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

OBSERVAÇÃO:

MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE   SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES.

ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

“O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

“Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

“Ó meu Deus, “sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.”  (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro). Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”,
mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível.

(conforme: Saint of the Day (lngplants.com)

ou

Saint of the Day May 20 (lngplants.com)

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: Meios de se preparar para uma boa morte …: Na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado...”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!

PAI, ABRACE-NOS! JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO! DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS UNA! MÃEZINHA MARIA, VELE POR NÓS! EM NOME DE JESUS, PAI! AMÉM!

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https://vidademartiressantasesantos.blog/

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