Santas e Santos de 16 de agosto

16 DE AGOSTO: SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA DO AMPARO. Conforme o DIRETÓRIO DA LIGURGIA DA CNBB, DIA 16, na cidade de Teresina – NOSSA SENHORA DO AMPARO, padroeira municipal. SOLENIDADE.

Na Catedral de Palmeira dos Índios, NOSSA SENHORA DO AMPARO, Titular. SOLENIDADE.

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Solenidade de Nossa Senhora do Amparo, padroeira de Teresina e titular da Catedral de Palmeira dos Índios, Alagoas.

– Ver: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-nossa-senhora-do-amparo/36/102/

– Ver também: http://www.igreja-catolica.com/nossa-senhora/nossa-senhora-do-amparo.php

– Ver ainda: http://www.diocesedeamparo.org.br/index.php/2016/03/24/nossa-senhora-do-amparo-historia/

– Na Folhinha do Coração de Jesus de 2021, dia 31 de maio

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OUTRAS SANTAS E SANTOS DE 16 DE AGOSTO

1. Santo Es­têvão (também na Folhinha do Coração de Jesus), rei da Hun­gria, que, re­nas­cido pelo Bap­tismo e tendo re­ce­bido do papa Sil­vestre II a coroa do reino, im­pul­si­onou a pro­pa­gação da fé cristã entre os Hún­garos, or­ga­nizou a Igreja no seu reino e dotou-a de bens e mos­teiros, foi justo e pa­cí­fico no go­verno dos seus súb­ditos, até que, em Alba Regia, hoje Sze­kes­fehérvar, no dia da As­sunção, a sua alma subiu ao Céu. (†1038).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1038, o nascimento no céu de Santo Estêvão, rei da Hungria. Batizado pelo beneditino Santo Adalberto e casado com a irmã do imperador Santo Henrique II, foi coroado “Rei Apostólico” no ano 1000 pelo primeiro Papa francês, Silvestre II, antigo monge de Aurillac. De seu reinado data a conversão da Hungria ao cristianismo. (R).

– Ver “… Estêvão I, também conhecido como Rei Santo Estêvão (em húngaroSzent István király; em latimSanctus Stephanus; em eslovacoŠtefan I. ou Štefan Veľký; c. 975 – 15 de agosto de 1038), foi o último grão-príncipe dos húngaros entre 997 e 1000 ou 1001, e o primeiro rei da Hungria de 1000 ou 1001 até sua morte em 1038. O ano de seu nascimento é desconhecido, mas muitos detalhes de sua vida sugerem que nasceu em ou após 975 em Estrigônio. Ao nascer, adquiriu o nome pagão Vajk. A data do seu batismo também é incerta. Era o único filho do grão-príncipe Géza I e sua esposa Sarolta, progênie da relevante família dos giulas. Embora seus pais tenham sido batizados, Estêvão foi o primeiro membro de sua família a se tornar cristão devoto. Ele se casou com Gisela da Baviera, uma herdeira da imperial dinastia otoniana

… Ele viveu mais que todos os seus filhos. Morreu em 15 de agosto de 1038 e foi enterrado em sua nova basílica, construída em Székesfehérvár e dedicada à Virgem Maria. Sua morte causou guerras civis que duraram décadas. Foi canonizado pelo papa Gregório VII, junto com seu filho Emérico e o bispo Gerardo Sagredo, em 1083. Estêvão é um santo popular na Hungria e nos territórios vizinhos. Na Hungria, seu dia de festa (20 de agosto) é também feriado comemorativo da fundação do Estado…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%AAv%C3%A3o_I_da_Hungria

2.   Co­me­mo­ração de Santo Ar­sácio (Santo Alsácio, também na Folhinha do Coração de Jesus), que, no tempo do im­pe­rador Li­cínio, pro­fessou a fé cristã e, dei­xando a vida mi­litar, se re­tirou para a so­lidão em Ni­co­média; fi­nal­mente, va­ti­ci­nando a imi­nente des­truição da ci­dade, en­quanto orava en­tregou o seu es­pí­rito a Deus. († c. 358).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Nicomédia, no séc. IV, Santo Ursácio, cristão persa, que após ter confessado a fé durante a perseguição romana, abraçou a vida solitária (M).

3.   Em Sion, no ter­ri­tório de Va­lais, na Hel­vécia, hoje na Suíça, São Te­o­doro, pri­meiro bispo desta ci­dade, que, se­guindo o exemplo de Santo Am­brósio, de­fendeu a fé ca­tó­lica contra os ari­anos e re­cebeu com honras so­lenes as re­lí­quias dos már­tires de Agauno. († s. IV)

https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayAugust16.html

4*.   Na Bre­tanha Menor, na ho­di­erna França, Santo Ar­ma­gilo, eremita. († s. VI)

– Ver “… 570 São Armagillus, missionário galês, primo de São Sansão e São Cadfan”:  https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayAugust16.html

5*.   No ter­ri­tório de Le Mans, na Gália, hoje também na França, São Fram­baldo, monge, que se­guiu ora a vida so­li­tária ora a vida cenobítica. († c. 650)

6*.   Na flo­resta de Rennes, na Bre­tanha Menor, também na França, o Beato Ro­dolfo de la Fustaie, pres­bí­tero, fun­dador do mos­teiro de São Sulpício. († 1129).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Bretanha, no ano de 1129, São Raul de la Fustaie. Discípulo do Bem-Aventurado Roberto de Arbrissel, aparece como um dos emergentes do movimento monástico do séc. XI. Fundou o mosteiro duplo de Saint-Sulpice-la Forêt. (X)

7*.   Em Su­biaco, no Lácio, re­gião da Itália, o Beato Lou­renço, cha­mado Lo­ri­gado, que, tendo ma­tado um homem aci­den­tal­mente, de­cidiu ex­piar a sua pena com ex­trema aus­te­ri­dade e pe­ni­tência, vi­vendo so­li­ta­ri­a­mente na ca­verna de um monte. († 1243)

8.   Na Lom­bardia, também na Itália, São Roque (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, nas­cido em Mont­pel­lier, no Lan­guedoc, re­gião da França, ad­quiriu fama de san­ti­dade com a sua pi­e­dosa pe­re­gri­nação através da Itália, cui­dando os afec­tados pela peste. († c. 1379).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. XIV, São Roque. Originário de Montpellier lá morreu depois de ter exercido seus carismas miraculosos, na época em que a peste negra assolava a Europa (M).

– Ver páginas 13-14: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

– Ver também “… Roque de Montpellier (c. 1295 – 1327) é um santo da Igreja Católica Romana, protetor contra a peste e padroeiro dos inválidos, cirurgiões, e dos cães.[1] É também considerado por algumas comunidades católicas como protetor do gado contra doenças contagiosas. A sua popularidade, devido à intercessão contra a peste, é grande sendo padroeiro de múltiplas comunidades em todo o mundo católico e padroeiro de diversas profissões ligadas à medicina, santo protetor contra a peste, padroeiro dos inválidos, ao tratamento de animais e dos seus produtos e aos cães. A sua festa celebra-se a 16 de agosto”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Roque_de_Montpellier

9*.   Em Flo­rença, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato Ân­gelo Agos­tinho Mazzinghi, pres­bí­tero da Ordem dos Carmelitas. († 1438)

10♦.   Em Hagi, no Japão, o Beato Mel­chior Ku­magai Motonao, pai de fa­mília e mártir. († 1605)

11*.   Em Kioto, no Japão, o Beato João de Santa Marta, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores e mártir, que, en­quanto ia con­du­zido ao su­plício, pre­gava ao povo e can­tava o salmo “Lau­date Dó­minum, omnes gentes” (Louvai o Se­nhor, todas as nações). († 1618)

12*.   Em Ko­kura, também no Japão, os be­atos már­tires Simão Bo­kusai Kyota, ca­te­quista, e Ma­da­lena Bo­kusai Kyota, es­posos, Tomé Gen­goro e Maria, também es­posos, e Tiago seu filho, ainda cri­ança, que, por ordem do go­ver­nador Yet­sundo, foram todos cru­ci­fi­cados de ca­beça para baixo em ódio ao nome de Cristo. († 1620)

13*.   Num sór­dido barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato João Bap­tista Ménestrel, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, foi con­de­nado à ga­lera por causa do seu sa­cer­dócio e, in­fec­tado por chagas pu­tre­factas, con­sumou o seu martírio. († 1794)

14.   Em Fan­ji­azhuang, po­vo­ação pró­xima de Wu­jiao, no Hebei, pro­víncia da China, Santa Rosa Fan Hui, virgem e mártir, que, na per­se­guição de­sen­ca­deada pelos se­quazes da seita dos “Yihe­tuan”, es­pan­cada e cheia de fe­ridas, foi lan­çada ao rio ainda com vida. († 1900)

15*.   Em Bar­ce­lona, na Es­panha, a Beata Petra de São José (Ana Jo­sefa Pérez Flo­rido), virgem, que se de­dicou di­li­gen­te­mente à as­sis­tência dos an­ciãos aban­do­nados e fundou a Con­gre­gação das Irmãs Mães dos Desamparados. († 1906)

16*.   Em Dénia, na pro­víncia de Ali­cante, também na Es­panha, o Beato Plá­cido Garcia Gilaber, re­li­gioso da Ordem dos Frades Me­nores e mártir, que con­sumou egre­gi­a­mente o seu com­bate por Cristo. († 1936)

17*.   Em Be­ni­cassim, lo­ca­li­dade pró­xima de Cas­tellón, também na Es­panha, o Beato Hen­rique Garcia Beltran, diá­cono da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos e mártir, que pelo mar­tírio se tornou par­ti­ci­pante na vi­tória de Cristo. († 1936)

18*.   Em Pi­cas­sent, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Va­lência, também na Es­panha, o Beato Ga­briel María de Benifayó (José Maria San­chis Mompó), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ter­ciá­rios Ca­pu­chi­nhos de Nossa Se­nhora das Dores, que, opri­mido pela vi­o­lência dos ini­migos da Igreja, foi ao en­contro do Senhor. († 1936)

19♦.   Em Po­zo­blanco, perto de Cór­dova, também na Es­panha, o Beato An­tónio Ro­drí­guez Blanco, pres­bí­tero da di­o­cese de Cór­dova e mártir, que pa­deceu o mar­tírio na mesma per­se­guição contra a fé. († 1936)

20♦.   Em Fu­ente el Fresno, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Ciudad Real, também na Es­panha, os be­atos már­tires Vítor Chu­millas Fernández, pres­bí­tero, e de­za­nove companheiros da Ordem dos Frades Me­nores, que, du­rante a vi­o­lenta per­se­guição contra a Igreja, em ódio à re­li­gião foram con­du­zidos à glória celeste. São estes os seus nomes: Mar­tinho Lo­zano Tello, Ju­lião Navio Co­lado, Do­mingos Alonso de Frutos, Be­nigno Prieto del Pozo, Ân­gelo Her­nández-Ra­nera de Diego, pres­bí­teros; Vi­cente Ma­jadas Má­laga, Va­lentim Díez Serna, Tiago Maté Cal­zada, Sa­tur­nino Rio Rojo, Rai­mundo Te­jado Li­brado, Mar­ce­lino Ove­jero Gómez, José de Vega Pe­draza, José Ál­varez Ro­drí­guez, Fre­de­rico Her­rera Ber­mejo, Félix Ma­roto Mo­reno, An­tónio Ro­drigo Antón, André Ma­jadas Má­laga, Anas­tásio Gon­zález Ro­drí­guez, Afonso Sán­chez Her­nández-Ra­nera, religiosos. († 1936)

21. Conforme o Martirológio Romano-Monástico (de 16 de agosto), São Diomedes, médico. No começo do séc. IV, martirizado em Nicéia e venerado em Constantinopla (M). São Diomedes de Tarso.

– Ver “São Diomedes (Diomede) de Tarso (morte entre 298 e 311 d.C.) é um santo e mártir do Cristianismo, um dos chamados Santos não mercenários (língua grega Άγιοι Ανάργυροι) [1]. Nascido em Tarso, foi médico e um zeloso evangelizador que foi preso e decapitado sob o poder de Diocleciano em Niceia (hoje IznikTurquia. Há uma lenda que “conta que quando sua cabeça foi levada ao imperador, todos os presentes foram cegados e que somente depois de seu corpo ter sido devolvido aos seus e esses oraram, a visão daqueles foi recuperada”.[2]

Seu dia festivo é 16 de agosto e há um afresco dele no monastério sérvio de Hilandar (em Monte Atos). As Ilhas Diomedes têm seu nome derivado desse santo. Vitus Bering localizou essas ilhas em 16 de agosto de 1728, dia em que a Igreja Ortodoxa Russa celebra a memória de São Diomedes.

… Há outro São Diomedes, que é celebrado em 2 de setembro. Ele e Juliano, Felipe, Teodoro, Eutiquiano, Hesíquio, Leônidas, Filadelfo, Menálipo e Pantágapes foram martirizados em data e local desconhecidos. Todos foram executados de várias formas, tendo sido crucificados, mortos por afogamento, pela fogueira, decapitação….”:

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Diomedes_de_Tarso

22. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 401, a volta para Deus do Bem-Aventurado Simpliciano, que soube conservar para a Sé Episcopal de Milão o mesmo prestígio que lhe fora dado por seu predecessor Santo Ambrósio (M).

– Ver “… Simpliciano (em latimSimplicianus) sucedeu Santo Ambrósio como bispo de Milão (então chamada Mediolano) em 397. Ele já era velho quando foi consagrado. Ele é considerado o responsável pela conversão de Santo Agostinho, que o elogiou por sua erudição e zelo, e também de Santo Alípio. Ele teria recontado a história de Mário Vitorino, um retórico, e seu batismo e conversão ao cristianismo públicos num tempo em que os cristãos foram expulsos das salas de aula pelo édito do imperador romano Valente. A história ajudou Agostinho a realmente se converter[2]….”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Simpliciano_de_Mil%C3%A3o

23. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 532, Santo Armel. Originário das Ilhas Britânicas, foi viver como eremita no lugar que mais tarde tomou o seu nome Ploërmel. (M).

24. São Jacinto, da Ordem de São Domingos. Conforme o Martirológio Romano-Monástico de 17 de agosto, no ano da graça de 1257, a volta para Deus de São Jacinto (também na Folhinha do Coração de Jesus). Depois de ter estudado em Cracóvia, tomou o hábito dos frades pregadores em Roma, do próprio São Domingos. Fundou a província dominicana da Polônia, e estendeu seu apostolado para a Rússia e a Prússia. (M).

Ver páginas 9-12: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf  

25. Imagem de Edessa: De acordo com a lenda cristã, a Imagem de Edessa é um sudário, tal como o Sudário de Turim, transformado numa relíquia sagrada, na forma de um retângulo de tecido, sobre o qual uma imagem milagrosa do rosto de Jesus está impresso – o primeiro ícone (“imagem”)[a]. É também uma das imagens classificadas como acheiropoieta (“não feitas pelas mãos“)[1]

… Na Igreja Ortodoxa, a imagem é conhecida como Mandílio (em latimMandylium; em grego: μανδήλιον; romaniz.: Mandylion) sagrado, uma palavra em grego medieval e que não é utilizada em nenhum outro contexto. O Ceramídio é o nome de um “título sagrado” impresso junto com a face de Cristo e milagrosamente transferido através do contato com o Mandílio.

A Igreja Ortodoxa festeja-se este ícone em 16 de agosto, data do translado de Edessa (atual Edessa (Mesopotâmia), na Turquia) para Constantinopla.

” Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem_de_Edessa

– Ver também “… 944 – Ícone “não-feito-por-mãos” de Nosso Senhor Jesus Cristo. Transferência de Edessa para Constantinopla. Eusébio, em sua HISTÓRIA DA IGREJA (I: 13), relata que quando o Salvador estava pregando, Abgar governava em Edessa. Ele foi atacado por todo o corpo com lepra. Relatos dos grandes milagres operados pelo Senhor se espalharam por toda a Síria ( Mt.4: 24 ) e chegaram até Abgar. Sem ter visto o Salvador, Abgar acreditava Nele como o Filho de Deus. Ele escreveu uma carta pedindo-Lhe que viesse e o curasse.

Ele enviou com esta carta à Palestina seu próprio pintor de retratos, Ananias, e o encarregou de pintar uma imagem do Mestre Divino.
Ananias chegou a Jerusalém e viu o Senhor rodeado de gente. Ele não foi capaz de se aproximar Dele por causa da grande multidão de pessoas ouvindo a pregação do Salvador. Em seguida, ele subiu em uma rocha alta e tentou pintar o retrato do Senhor Jesus Cristo à distância, mas não teve sucesso. O Salvador o viu, chamou-o pelo nome e deu-lhe uma breve carta para Abgar, na qual elogiava a fé desse governante.

Ele também prometeu enviar Seu discípulo para curá-lo de sua lepra e guiá-lo para a salvação.
Então o Senhor pediu que água e um pano fossem levados a ele. Ele lavou Seu rosto, secando-o com o pano, e Seu semblante divino foi impresso nele. Ananias pegou o pano e a carta do Salvador para Edessa. Reverentemente, Abgar pressionou o objeto sagrado em seu rosto e ele recebeu cura parcial. Apenas um pequeno vestígio da terrível aflição permaneceu até a chegada do discípulo prometido pelo Senhor. Ele era São Tadeu, Apóstolo dos Setenta (21 de agosto), que pregou o Evangelho e batizou Abgar e todo o povo de Edessa. Abgar colocou o guardanapo sagrado em uma moldura de ouro adornada com pérolas e colocou-o em um nicho sobre os portões da cidade.

No portal acima do ícone, ele escreveu as palavras: “Ó Cristo Deus, ninguém que espera em Ti seja envergonhado.

Por muitos anos, os habitantes mantiveram o costume piedoso de curvar-se diante do ícone “não-feito-por-mãos”, quando eles saíam dos portões. Mas um dos bisnetos de Abgar, que mais tarde governou Edessa, caiu na idolatria. Ele decidiu retirar o ícone da muralha da cidade. Em uma visão, o Senhor ordenou ao Bispo de Edessa que escondesse Seu ícone. O bispo, vindo à noite com seu clero, acendeu uma lâmpada diante dela e a emparedou com uma tábua e com tijolos.
Muitos anos se passaram e as pessoas se esqueceram disso. Mas no ano 545, quando o imperador persa Chozroes I sitiou Edessa e a posição da cidade parecia sem esperança, o Santíssimo Theotokos apareceu ao Bispo Eulabius e ordenou-lhe que removesse o ícone do nicho selado, e isso salvaria a cidade de o inimigo. Tendo aberto o nicho, o bispo encontrou o Ícone “não-feito-por-mãos”: na frente dele estava queimando a lâmpada, e sobre a placa que fechava no nicho, uma cópia do ícone era reproduzida.

Depois que uma procissão da igreja com o ícone “não-feito-por-mãos” fez o circuito das muralhas da cidade, o exército persa retirou-se.
No ano de 630 os árabes apreenderam Edessa, mas não impediram a veneração do Santo Guardanapo, cuja fama se espalhou por todo o Oriente. No ano de 944, o imperador Constantino Porfirogenitos (912-959) queria transferir o ícone para Constantinopla e pagou por ele um resgate ao emir da cidade. Com grande reverência, o Ícone do Salvador “não-feito-por-mãos” e a carta que Ele havia escrito a Abgar, foram levados a Constantinopla pelo clero.
Em 16 de agosto, o ícone do Salvador foi colocado na igreja de Tharossa do Santíssimo Theotokos. Existem várias tradições a respeito do que aconteceu depois com o “não-feito-por-mãos”. De acordo com um, os cruzados fugiram com ele durante seu governo em Constantinopla (1204-1261), mas o navio no qual o objeto sagrado foi levado, pereceu nas águas do Mar de Mármora.
Segundo outra tradição, o “não-feito-por-mãos” foi transportado por volta de 1362 para Gênova, onde é preservado em um mosteiro em homenagem ao Apóstolo Bartolomeu. É sabido que o Ícone “não-feito-por-mãos” repetidamente deu de si mesmo impressões exatas. Um deles, chamado “On Ceramic”, foi impresso quando Ananias escondeu o ícone em uma parede a caminho de Edessa; outro, impresso em uma capa, acabou na Geórgia. Possivelmente, a variação de tradições sobre o ícone original “não-feito-por-mãos” deriva da existência de várias impressões exatas.
Durante o tempo da heresia iconoclasta, aqueles que defendiam a veneração dos ícones, tendo seu sangue derramado por ícones sagrados, cantavam o Tropário ao Ícone “não-feito-por-mãos”. Como prova da validade do Ícone-Veneração, o Papa Gregório II (715-731) enviou uma carta ao imperador bizantino, na qual ele apontava a cura do Rei Abgar e a permanência do Ícone não feito por mãos em Edessa como um fato comumente conhecido. O Ícone “não-feito-por-mãos” foi colocado nos estandartes do exército russo, defendendo-os do inimigo. Na Igreja Ortodoxa Russa é um costume piedoso para um crente, antes de entrar no templo, ler o ícone do Salvador não feito à mão, junto com outras orações.
De acordo com o prólogo, existem quatro ícones conhecidos do Salvador “não-feito-por-mãos”:
em Edessa, do Rei Abgar (16 de agosto) o Kamuliano, – São Gregório de Nissa (10 de janeiro) escreveu sobre sua descoberta, enquanto de acordo com São Nicodemos da Montanha Sagrada (14 de julho), o ícone Kamuliano apareceu no ano 392, mas tinha na aparência um ícone da Mãe de Deus (9 de agosto); no tempo do Imperador Tibério (578-582), St Mary Syncletike (11 de agosto) foi curada em azulejos de cerâmica (16 de agosto)
A festa da transferência do ícone “não-feito-por-mãos”, feita junto com a festa posterior da Dormição (15 de agosto), eles chamam o terceiro ícone salvador acima, o “Salvador em pano de linho“. A reverência particular desta festa na Igreja Ortodoxa Russa também é expressa na iconografia, e o Ícone “não-feito-por-mãos” foi um dos mais amplamente distribuídos…”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayAugust16.html

26. Outros santos do dia 16 de agosto: págs. 9-20, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes , muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 16 de agosto, ver ainda: 16 de agosto – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

BIBLIOGRAFIA:

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi eCaterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS  637-641: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livrariaon line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayAugust16.html

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Virgem Maria, socorra-nos, proteja-nos

São José, Anjos e Santos, intercedam por nós! Obrigado! Amém!

PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA PARA LUTAR COM ENTUSIASMO

E FORÇA DE VONTADE,

POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO,

MESMO EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS E ESPINHOSAS,

PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ

DE BONS COSTUMES E SANTIDADE!

LIVRA-NOS DA CERVIZ DURA E DO CORAÇÃO EMPEDERNIDO!

EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!

AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DESANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

“O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

“Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

“Ó meu Deus, “sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro). Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

“Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo,na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

“Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível.

(conforme: Saint of the Day (lngplants.com)

ou

Saint of the Day May 20 (lngplants.com)

“…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!

* PAI, ABRACE-NOS! JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS UNA!

MÃEZINHA MARIA, VELE POR NÓS!

EM NOME DE JESUS, PAI! AMÉM!

* Ver o blog https://vidademartiressantasesantos.blog/E

MUITO OBRIGADO!

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