Santas e Santos de 27 de agosto

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Solenidade de NOSSA SENHORA DOS PRAZERES, titular da Catedral de Maceió, Alagoas. Ver “Padroeira de Maceió – conheça a história de Nossa Senhora dos Prazeres”: https://novoextra.com.br/noticias/alagoas/2018/08/38950-conheca-a-historia-de-nossa-senhora-dos-prazeres

– Ver também: https://www.google.com/search?q=Nossa+Senhora+dos+Prazeres+de+Macei%C3%B3&oq=Nossa+Senhora+dos+Prazeres+de+Macei%C3%B3&aqs=chrome..69i57j0l5.13793j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8

– Ver ainda, Os sete prazeres ou alegrias de Nossa Senhora

Nossa Senhora dos Prazeres é também conhecida como NOSSA SENHORA DAS SETE ALEGRIAS.  Os franciscanos foram os responsáveis por espalhar esta devoção mariana. Isto se deve ao fato de que as sete alegrias de Nossa Senhora foram descritas por um franciscano. Vamos conhecê-las:

Primeira alegria: a Anunciação

Foi quando o Anjo Gabriel anunciou à Virgem que ela conceberia e daria à luz o Filho de Deus. (Lc 1, 31)

Segunda alegria: a saudação de Isabel

Quando Maria visita Isabel e esta a saúda dizendo: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!” (Lc 1, 42)

Terceira alegria: o Nascimento de Jesus

Jesus nasce numa manjedoura e é visitado pelos pastores. (Lc 2, 1-20)

Quarta alegria: a visitação dos Reis Magos

A ciência e o poder terreno se curvam diante do Rei dos Reis. (Mt 2, 1-12)

Quinta alegria: o encontro com Jesus no Templo aos 12 anos

Após uma busca angustiante, Maria e José encontram com Jesus no Templo conversando com os doutores da Lei. (Lc 2, 41-52)

Sexta alegria: a aparição de Jesus Ressuscitado

Todos os Evangelhos relatam as aparições de Jesus logo após sua morte e ressurreição.

Sétima alegria: a coroação de Maria no céu

É o quinto Mistério Glorioso, quando, após ser assunta ao céu, Maria é coroada como Rainha do Céu e da Terra.

Oração a Nossa Senhora dos Prazeres

“Nossa Senhora dos Prazeres, nossa Mãe querida, lembrando-me de vossas grandes alegrias: a Anunciação do Senhor, a visita à vossa prima Santa Isabel, o Nascimento do Menino Deus, a adoração dos Magos ao vosso Divino Filho, o encontro de Jesus no templo, a Ressurreição de Cristo e a vossa gloriosa Assunção, queremos pedir a vossa intercessão por nós e pelas nossas famílias junto a Deus. Que Ele nos livre das doenças e dos perigos, do desemprego e da desunião. Nossa Senhora dos Prazeres, ajudai-nos a sermos bons seguidores do vosso adorado Filho, lendo e refletindo a Bíblia Sagrada, alimentando-nos de Jesus na Eucaristia e participando ativamente de nossa comunidade. Queremos viver o mandamento do amor para com todos e caminhar em nossa vida dentro da justiça, colaborando para a construção da paz e da fraternidade. Amém!”:  https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-nossa-senhora-dos-prazeres/42/102/#c

– Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_dos_Prazeres

  • Me­mória de Santa Mó­nica (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, ainda ado­les­cente foi dada em ca­sa­mento a Pa­trício e teve fi­lhos, entre os quais Agos­tinho, por cuja con­versão der­ramou muitas lá­grimas e elevou muitas preces a Deus e, quando se dis­punha a re­gressar para a África, em Óstia, na Itália, as­pi­rando pro­fun­da­mente às re­a­li­dades ce­lestes, deixou esta vida e partiu para a mo­rada eterna. († 387). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santa Mônica, que morreu em Óstia, em 387. Teve a consolação de ver seu marido pagão batizado um ano antes de sua morte, e Agostinho, “filho de suas lágrimas”, convertido e recebido pela Igreja C atólica (R). Ver páginas 82-87: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%208.pdf
  • Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mônica_de_Hipona

2.   Em Cápua, na Cam­pânia, re­gião da Itália, São Rufo, mártir. († s. III/IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia receberam a coroa do martírio os Santos Rufo, cristão de Cápua, na Campânia; e, no Oriente, Antusa, a jovem (também na Folhinha do Coração de Jesus, Santa Antusa Menor), que foi jogada num poço por haver se recusado a renegar Cristo (M).

3.   Em Cítia de Tomis, hoje Cons­tança, na Ro­ménia, os santos már­tires Mar­ce­lino, tri­buno, e Ma­neia, es­posos, e João, seu filho, Se­ra­pião, clé­rigo, e Pedro, soldado. († c. s. IV)

4.   Em Bér­gamo, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Narno, con­si­de­rado o pri­meiro bispo desta cidade. († s. IV)

5.   Na Te­baida, no Egipto, São Pé­menes, abade, muito cé­lebre entre os ana­co­retas e do qual se re­ferem muitas má­ximas de sabedoria. († s. IV/V). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no deserto de Cétia, perto de 400, São Poimém, anacoreta, que foi um dos principais mestres da espiritualidade monástica egípcia. Ele admitiu, um dia, ter sido objeto de uma visão mística: “Eu estava, em espírito, com a Santa Maria, Mãe de Deus, chorando aos pés da Cruz, e queria chorar assim para sempre”. (M)

6.   Em Cou­se­rans, na Aqui­tânia, hoje na França, São Li­cério, bispo, de origem his­pâ­nica e dis­cí­pulo do bispo São Fausto de Riez, que pro­tegeu com as suas ora­ções a ci­dade da in­vasão dos Visigodos. († c. 540). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Couserans, perto de 540, a volta para Deus de São Liziário, um dos primeiros bispos da antiga cidade, que hoje é apenas uma aldeia na região de Ariège. Seu culto se espalhou pelo sul da França e pela Espanha, especialmente em Lérida. (M). Ver página 263: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

7.   Em Arles, na Pro­vença, também na ac­tual França, São Ce­sário, bispo, que, de­pois de ter le­vado vida mo­nás­tica na ilha de Lé­rins, com re­lu­tância re­cebeu o epis­co­pado. Pre­parou e co­ligiu ser­mões para as vá­rias fes­ti­vi­dades, des­ti­nados a serem lidos pelos pres­bí­teros na ca­te­quese ao povo, e es­creveu re­gras, tanto para ho­mens como para vir­gens, com a fi­na­li­dade de ori­entar a vida monástica. († 542). Ver 26 de agosto: Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 543, o nascimento no céu de São Cesáreo, monge de Lérins, eleito mais tarde, bispo de Arles. Fez-se o advogado da população galo-romana junto aos francos, presidiu importantes concílios provinciais e estimulou a instituição monástica redigindo duas regras, nas quais tenta uma síntese das tradições egípcia e agostiniana (F). Ver São Cesário, bispo de Arles,páginas 234-256: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

8.   Em Pavia, na Lom­bardia, re­gião da Itália, São João, bispo. († c. 825)

9*.   No mos­teiro de Pe­tershausen, que tinha fun­dado, na Suábia, ac­tu­al­mente na Ale­manha, o se­pul­ta­mento de São Ge­bardo, bispo de Constança. († 995)

10*.   No mos­teiro de Aulps, na Sa­vóia, ac­tu­al­mente na França, o pas­sa­mento de São Gua­rino, bispo de Sion, que, tendo sido monge de Mo­lesme no tempo de São Ro­berto, cons­truiu este ce­nóbio, que di­rigiu san­ta­mente e agregou à Ordem Cisterciense. († 1150). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1150, São Guerino, fundador e primeiro abade cisterciense de Hautecombe. Foi mais tarde eleito bispo a serviço da Igreja de Sion, no Valais. (X)

11*.   Em Lau­sana, na Suíça, Santo Amadeu, bispo, que, sendo monge de Cla­raval, foi de­sig­nado abade do ce­nóbio de Hau­te­combe e de­pois, eleito bispo, ins­truiu di­li­gen­te­mente os jo­vens, formou um clero pi­e­doso e casto e ce­le­brou na sua pre­gação a Virgem Santa Maria. († 1159)

12*.   Em Fo­linho, na Úm­bria, re­gião da Itália, o Beato Ân­gelo Cónti, pres­bí­tero da Ordem dos Ere­mitas de Santo Agos­tinho, in­signe pela sua pe­ni­tência, hu­mil­dade e pa­ci­ência pe­rante as ofensas. († 1312)

13*.   Em Le­o­minster, na In­gla­terra, o Beato Ro­gério Cadwal­lador, pres­bí­tero e mártir, que, de­pois de or­de­nado sa­cer­dote e ser fa­moso pela sua grande sa­be­doria em Val­la­dolid, na Es­panha, exerceu o mi­nis­tério clan­des­ti­na­mente na sua pá­tria du­rante de­zas­seis anos; fi­nal­mente, no rei­nado de Jaime I, foi con­de­nado por causa do sa­cer­dócio e, de­pois de cruéis tor­mentos, morreu no su­plício do patíbulo. († 1610)

14*.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os be­atos Fran­cisco de Santa Maria, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores, e ca­torze com­pa­nheiros, már­tires, que, por ordem do pre­feito da ci­dade Kawachi Dono, so­freram o mar­tírio em ódio ao nome de Cristo. São estes os seus nomes: Bar­to­lomeu Laurel e An­tónio de São Fran­cisco, re­li­gi­osos da Ordem dos Frades Me­nores; Gaspar Vaz e Maria, es­posos; Ma­da­lena Kiyota, viúva; Caio Jiyemon, Fran­cisca, Fran­cisco Ku­ru­bioye, Fran­cisco Kuhioye, Luís Matsuo Soyemon, Mar­tinho Gómez, Tomás Wo Jinyemon, Lucas Kiyemon e Mi­guel Kizayemon. († 1627)

15.   Em Usk, ci­dade do País de Gales, São David Lewis, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que, or­de­nado sa­cer­dote em Roma, ce­le­brou clan­des­ti­na­mente os sa­cra­mentos e prestou au­xílio aos po­bres na sua pá­tria du­rante mais de trinta anos, até que, no rei­nado de Carlos II, por causa do sa­cer­dócio foi sus­penso no patíbulo. († 1679)

16*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, os be­atos már­tires João Bap­tista de Souzy, pres­bí­tero, e Ul­rico (João Bap­tista Guil­laume), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, már­tires, que, na per­se­guição contra a Igreja, foram en­car­ce­rados em con­di­ções de­su­manas e, afec­tados pela fome e graves en­fer­mi­dades, mor­reram por Cristo. († 1794)

17*.   Em Re­a­ding, na In­gla­terra, o Beato Do­mingos da Mãe de Deus Barberi, pres­bí­tero da Con­gre­gação da Paixão, que, de­di­cando-se di­li­gen­te­mente à causa da uni­dade dos cris­tãos, aco­lheu muitos na Igreja católica. († 1849)

18*.   Em Pi­cas­sent, lo­ca­li­dade do ter­ri­tório de Va­lência, na Es­panha, o Beato Fer­nando Gon­zález Añon, pres­bí­tero e mártir, que, no tempo da per­se­guição, me­receu passar à fe­li­ci­dade eterna. († 1936)

19*.   Na es­trada de Go­della para Bé­tera, na mesma re­gião da Es­panha, o Beato Rai­mundo Marti So­riano, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição contra a fé cristã, der­ramou o seu sangue por Cristo. († 1936)

20♦.   Em Ma­drid, também na Es­panha, os be­atos José Maria López Car­rillo e Pedro Ibañez Alonso, pres­bí­teros da Ordem dos Pre­ga­dores e már­tires, que na mesma per­se­guição foram co­ro­ados com o su­premo tes­te­munho de Cristo. († 1936)

21*.   Em San Se­bas­tian, também na Es­panha, a Beata Maria do Pilar Iz­qui­erdo Albero, virgem, que, atri­bu­lada du­rante muito tempo pela po­breza e graves en­fer­mi­dades, serviu a Deus no amor ac­tivo para com os po­bres e os aflitos e, para lhes prestar as­sis­tência, fundou a Obra Mis­si­o­nária de Jesus e Maria. († 1945)

22. Santa Eulália (também na Folhinha do Coração de Jesus). No VIDAS DOS SANTOS, perto de Lentini, na Sicília, Santa Eutália, virgem: porque cristã, foi degolada por Sermiliano, seu irmão, indo-se, assim, para o celeste Espôso (época desconhecida ). Ver página266: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

23. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 680, a ordenação episcopal de São Siágrio, bispo de Autun, de quem vários discípulos foram escolhidos para o episcopado. Foi objeto de especial estima por parte do Papa São Gregório Magno. (M)

24. Santo Eunuco da Rainha da Etiópia. Ver páginas 257-259: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

25. São Pastor ou Pemen. Ver páginas 260-262: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%bri2015.pdf

26. Bem-Aventurado Gabriel Maria. Ver páginas 264-265: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

 27. Outros santos do dia 27 de agosto: págs. 232-267, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.