Santas e Santos de 12 de dezembro

Nossa Se­nhora de Guadalupe (também na Folhinha do Coração de Jesus), no Mé­xico, cujo au­xílio ma­terno a grande mul­tidão do povo im­plora hu­mil­de­mente na co­lina de Te­peyac, perto da ci­dade do Mé­xico, onde ela apa­receu, sau­dando-a con­fi­a­da­mente como es­trela da evan­ge­li­zação dos povos e pro­tec­tora dos in­dí­genas e dos pobres. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Festa de Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira da América Latina. Em 1531, quando os missionários espanhóis haviam aprendido a língua dos indígenas para fins de evangelização, a Virgem Mãe de Deus apareceu ao neófito João Diogo e pediu-lhe que fosse erigido, naquele lugar próximo à capital do México, um santuário em sua honra. O bispo da diocese retardou  a resposta, para averiguar os fatos. Mas a Virgem Maria apareceu de novo a João Diogo e renovou o pedido. O bispo ordenou ao neófito que pedisse um sinal de que a ordem vinha da Mãe de Deus. Um dia, a caminho da casa de um tio enfermo, João Diogo viu a Virgem Maria que lhe disse que não se preocupasse com a doença do tio, pois ele estaria curado por sua intervenção, e colocando-lhe no manto belas flores recém-desabrochadas, apesar da aridez da região e do frio do inverno, recomendou-lhe que fosse até o bispo e abrisse o manto para que o sinal fosse reconhecido, conforme o pedido do prelado. João Diogo obedeceu, e ao chegar diante do bispo abriu o manto e despejou as flores, formando-se então no tecido uma linda pintura de Nossa Senhora, tal como ele a havia visto. A partir deste fato, a fama do milagre espalhou-se por toda a região e mais além. O santuário foi logo construído, e ao longo dos anos sofreu várias reformas e ampliações. O magnífico templo atual atrai devotos do México e de países distantes, que vão buscar o consolo que um filho experimenta junto à sua amorosa Mãe. (X). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_de_Guadalupe_(México)

– ou Nossa Senhora de Guadalupe (México) – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

NOSSA SENHORA DE GUADALUPE, no Mé­xico, cujo au­xílio ma­terno a grande mul­tidão do povo im­plora hu­mil­de­mente na co­lina de Te­peyac, perto da ci­dade do Mé­xico, onde ela apa­receu, sau­dando-a con­fi­a­da­mente como es­trela da evan­ge­li­zação dos povos e pro­tec­tora dos in­dí­genas e dos pobres. Nossa Senhora de Guadalupe que fez sua primeira aparição no ano de 1531 para o indígena Juan Diego (canonizado no ano de 2002 pelo Papa João Paulo II), enquanto caminhava para a cidade do México para participar de uma catequese. Nossa Senhora pediu para que Juan Diego pedisse ao Bispo para que fosse erguido um santuário para a honra e glória de Deus. Porém usando de prudência o bispo pediu um sinal de Nossa Senhora de Guadalupe para Juan, e então somente na terceira aparição seria concedido, que ocorreria quando o jovem indígena buscava um sacerdote para um tio doente e ouviu: “Escute, meu filho, não há nada que temer, não fique preocupado nem assustado; não tema esta doença, nem outro qualquer dissabor ou aflição. Não estou eu aqui, a seu lado? Eu sou a sua Mãe dadivosa. Acaso não o escolhi para mim e o tomei aos meus cuidados? Que deseja mais do que isto? Não permita que nada o aflija e o perturbe. Quanto à doença do seu tio, ela não é mortal. Eu lhe peço, acredite agora mesmo, porque ele já está curado. Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao Bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é meu embaixador e merece a minha confiança. Quando chegar diante dele, desdobre a sua “tilma” (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém, só em sua presença. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omita…” Então após o ocorrido no dia 12 de dezembro de 1531 o bispo viu as rosas e o milagre da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe que foi pintada prodigiosamente no manto de Juan Diego, que voltou para a capela e na capela em prantos pediu perdão a Virgem Santíssima. Uma linda confirmação deu-se quando Juan Diego fora visitar o seu tio, que sadio narrou: “Eu também a vi. Ela veio a esta casa e falou a mim. Disse-me também que desejava a construção de um templo na colina de Tepeyac e que sua imagem seria chamada de ‘Santa Maria de Guadalupe’, embora não tenha explicado o porquê”. Diante de tudo isso muitos se converteram e o santuário foi construído. O milagre de Nossa Senhora de Guadalupe é sua imagem que foi colocada em um tecido de cacto que costuma durar apenas em torno de 20 anos, mas este tecido perdura inteiro até hoje, durante quase 5 séculos, e durante os 16 primeiros anos o tecido ficou totalmente desprotegido e a imagem nunca foi retocada comprovada por peritos em química e pintura. O Papa Bento XIV Disse no ano de 1754: “Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros… uma Imagem estampada numa tela tão rala que através dela pode se enxergar o povo e a nave da Igreja… Deus não agiu assim com nenhuma outra nação”. Nossa Senhora de Guadalupe foi coroada no ano de 1875 pelo Papa Leão XIII, sendo declarada “Padroeira da América Latina” pelo Papa Pio XII no dia 12 de outubro de 1945, e em 1979 foi declarada “Mãe Santíssima” de toda a América Latina” pelo Papa João Paulo II em sua visita ao México. Conforme: https://www.nossasagradafamilia.com.br/conteudo/nossa-senhora-de-guadalupe.html

2.   Co­me­mo­ração dos santos már­tires de Ale­xan­dria Epí­maco e Ale­xandre, que, no tempo do im­pe­rador Décio, de­pois de longa prisão e vá­rios tor­mentos, foram quei­mados vivos por causa da sua fé em Cristo. Com eles so­freram o mar­tírio as santas Amo­nária, virgem, Mer­cúria, Di­o­nísia e ou­tras; te­mendo o juiz sentir-se ven­cido pela co­ragem das mu­lheres e re­ce­ando que, em­bora usasse contra elas os mais inau­ditos su­plí­cios, não con­se­guisse vencer a sua cons­tância, or­denou que fossem ime­di­a­ta­mente degoladas. († 250). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Alexandria, em 250, o martírio dos Santos Epímaco e Alexandre, que morreram queimados, cobertos de cal viva, dando assim o testemunho supremo de seu amor por Cristo. (M) Conforme o Martirológio Romano-Monástico, igualmente em Alexandria, na mesma época, as. Santas Mártires Amonária, Mercúria e Dionísia. Seu juiz, envergonhado por tortura-las sem resultado e por ser vencido por aquelas mulheres, mandou decapitá-las. (M)

3.   Na ilha de Chipre, Santo Es­pi­ridão, bispo, ver­da­deiro pastor das ove­lhas, cujos feitos ad­mi­rá­veis es­tavam na boca de todos. († c. 348)

4*.   Em Clo­nard, na Hi­bérnia, ac­tual Ir­landa, São Fi­niano, abade, que fundou muitos mos­teiros e foi pai e mestre de uma grande mul­tidão de monges. († 549). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 549, São Finiano, abade, fundador do célebre mosteiro de Clonard, que marca o início do grande período monástico e missionário na Irlanda. (X). Ver São Finnian, páginas 239-240: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Finnian_de_Clonard

– Ver “Finnian de Clonard foi um dos primeiros monges irlandeses, fundador e primeiro abade da Abadia de Clonard, possivelmente bispo da mesma diocese, e mestre dos Doze Apóstolos da Irlanda. Ao lado de Santo Enda de Aran, é considerado um dos pais do monasticismo na Irlanda.”: Finnian de Clonard – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

São Columba de Terryglass (na Wikipedia de 12 de dezembro). Ver “São Columba de Terryglass (Colum) (data da morte em 13 de dezembro de 552) foi filho de Ninnidh,[1] um descendente de Crinthainn, Rei de Leinster. Columba foi discípulo de Finnian de Clonard.[2] É também um dos Doze Apóstolos da Irlanda.[3]”: Columba de Terryglass – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

5*.   Em Quimper, na Bre­tanha Menor, na ho­di­erna França, São Co­ren­tino, ve­ne­rado como o pri­meiro bispo desta cidade. († s. VII/VIII). São Corentino, bispo. Ver páginas 241-242: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

6*.   Em Le Dorat, no ter­ri­tório de Li­moges, na Aqui­tânia, ac­tu­al­mente também na França, Santo Is­rael, pres­bí­tero e có­nego re­grante, que prestou grande ajuda ao bispo na pre­gação da pa­lavra de Deus. († 1014)

7*.   Em Neumünster, na re­gião do Hols­tein, na Ale­manha, o dia natal de São Vi­ce­lino (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo de Ol­den­burg, que se de­dicou to­tal­mente à evan­ge­li­zação dos Eslavos. († 1154)

8*.   Em Cél­loli, lo­ca­li­dade da Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato Bár­tolo Buonpedóni, pres­bí­tero, que, atin­gido pela lepra aos ses­senta anos, ob­teve dis­pensa da pa­ró­quia e, ves­tindo o há­bito da Ordem Ter­ceira de São Fran­cisco, se re­tirou numa le­pro­saria, onde atendia pa­ci­en­te­mente a todos os que ali se en­con­travam recluídos. († 1300)

9*.   Em Bástia, perto de Assis, na Úm­bria, re­gião da Itália, o Beato Con­rado de Óffida, pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, que amou e buscou a hu­mil­dade e a pri­mi­tiva po­breza da Ordem. († 1306). Ver páginas 243-245: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

10*.   Em Ná­poles, na Cam­pânia, também re­gião da Itália, a co­me­mo­ração do Beato Tiago Capócci, bispo, que, sendo ere­mita de Santo Agos­tinho, foi cha­mado a di­rigir a Igreja de Be­ne­vento e de­pois a de Ná­poles, ilu­mi­nando-as com a sua sa­be­doria, dou­trina e prudência. († 1308)

11.   Em Hué, no Anam, hoje no Vi­etnam, São Simão Phan Dac Hoa, mártir, que, sendo mé­dico e pai de fa­mília, in­signe pela ca­ri­dade para com os po­bres, foi apri­si­o­nado no tempo do im­pe­rador Minh Mang por ter dado hos­pe­dagem aos mis­si­o­ná­rios e, de­pois de so­frer longo tempo de ca­ti­veiro e fre­quentes fla­ge­la­ções, fi­nal­mente de­go­lado con­sumou o seu mar­tírio. († 1840)

12*.   Perto de Cra­cóvia, na Po­lónia, o Beato Pio Bartosik, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores Con­ven­tuais e mártir, que, du­rante a ocu­pação mi­litar da Po­lónia por um re­gime es­tran­geiro hostil a Deus, des­fa­le­cido pelas tor­turas no campo de con­cen­tração de Aus­chwitz, con­sumou o seu mar­tírio por Cristo. († 1941)

13. São Maxêncio (também na Folhinha do Coração de Jesus)

14. São Cury (também na Folhinha do Coração de Jesus)

15. Santo Artêmio e muitos outros mártires em Antioquia sob Juliano apóstata. Ver páginas 220-238: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

16. Santa Abra de Poitiers. Ver “Santa Abra (ca. 343 – 360) era a filha de Hilário de Poitiers e foi também reconhecida como santa… Nasceu antes que seu pai tivesse se convertido ao Cristianismo e feito bispo. Por conselho dele, ela fez voto de virgindade e se tornou freira. Durante o exílio de seu pai na Frígia, ela e a mãe permaneceram em Pictávio. Morreu logo após ele retornar em 360 e é festejada em 12 de dezembro.[1]”: Abra de Poitiers – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

17. Outros santos do dia 12 de dezembro: págs. 220-248: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 12 de dezembro, ver ainda: 12 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 941-943:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

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Santas e Santos de 11 de dezembro

1. São Dâ­maso I (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, que, em tempos muito di­fí­ceis, reuniu nu­me­rosos sí­nodos para de­fender a fé de Ni­ceia contra os cismas e as he­re­sias, es­ti­mulou São Je­ró­nimo para tra­duzir em latim os li­vros sa­grados e honrou pi­e­do­sa­mente os se­pul­cros dos már­tires, ador­nando-os com suas ins­cri­ções em verso. († 384). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 384, o nascimento no céu de São Dâmaso, papa. Deu seu apoio ao patriarca de Alexandria, expulso pelos hereges. Confiou a São Jerônimo a tradução da Bíblia para o latim e desenvolveu o culto dos mártires romanos, ornando seus túmulos com inscrições em versos. (R). Ver páginas 200-210: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Dâmaso_I

– Ver “Dâmaso (em latimDamasusCivitas IgaeditanorumLusitânia305 — RomaItália11 de dezembro de 384) foi o 37.º Papa da Igreja Católica de 1 de Outubro de 366 até a data da sua morte.”: Papa Dâmaso I – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

2.   No ter­ri­tório de Amiens, na Gália Bél­gica, ac­tu­al­mente na França, os santos Vi­to­rico e Fus­ciano, mártires. († c. s. III). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no final do séc. III, o martírio dos Santos Vitórico e Fusciano, decapitados em Amiens, depois de haverem confirmado seu credo diante do juiz. (M). Ver página 217: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

3.   Em Pi­a­cenza, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, São Sa­bino, bispo, que con­verteu mul­ti­dões à fé em Cristo, fundou mos­teiros de vir­gens e de­fendeu ener­gi­ca­mente a ver­dade nicena. († c. s. IV). Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sabino_de_Placência

Ver “Sabino (320/330 – Placência11 de dezembro de 420) foi um bispo católico italiano. É também venerado como santo da Igreja Católica.”: Sabino de Placência – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

4.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, São Da­niel Estilita, pres­bí­tero, que, de­pois de viver no ce­nóbio e su­portar muitos tra­ba­lhos, se­guindo o exemplo de vida de São Si­meão per­ma­neceu no alto de uma co­luna até à morte, du­rante trinta e três anos e três meses, im­per­tur­bável ao frio, ao calor ou aos ventos. († 493). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no começo do séc. V, São Daniel Estilita, que, segundo a liturgia bizantina, “havia se tornado, ele próprio, uma coluna de paciência”. (M). Ver páginas 195-199: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf  

Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Daniel,_o_Estilita

– Ver “Santo Daniel, o Estilita (409 – 493) é um santo da Igreja OrtodoxaIgreja Católica e Igreja Católica Oriental.”: Daniel, o Estilita – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

5*.   No mos­teiro de Him­merod, perto de Tré­veris, na Ale­manha, o Beato David, monge, que, sendo débil de corpo, foi re­ce­bido em Cla­raval por São Ber­nardo, que de­pois o en­viou com ou­tros ir­mãos à Ale­manha para fundar um novo mos­teiro e aí se en­tregou dia e noite à oração e às boas obras. († 1179). Ver páginas 212-213: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

6*.   Em Sena, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato Franco Líppi, ere­mita da Ordem dos Car­me­litas, in­signe pela grande aus­te­ri­dade da sua vida. († 1292). Ver páginas 214-217: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

7*.   No ter­ri­tório de Ca­me­rino, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, re­gião da Itália, o Beato Hu­go­lino Magalótti (também na Folhinha do Coração de Jesus), ere­mita, da Ordem Ter­ceira de São Francisco. († 1373)

8 *.   Em Sant’Ân­gelo in Vado, também no Pi­ceno da Itália, o Beato Je­ró­nimo (Je­ró­nimo Ra­nuzzi), pres­bí­tero da Ordem dos Ser­vitas de Maria, que na so­lidão e no si­lêncio al­cançou a sa­be­doria da santidade. († c. 1468)

9 *.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os be­atos Mar­tinho Lum­breras Peralta e Mel­chior Sán­chez Pérez, pres­bí­teros da Ordem de Santo Agos­tinho e már­tires, os quais, logo que che­garam a esta ci­dade, foram apri­si­o­nados, lan­çados numa cela obs­cura e fi­nal­mente quei­mados vivos. († 1632)

10*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, o Beato Artur Bell, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores e mártir, que, no rei­nado de Carlos I, só pelo facto de ser sa­cer­dote, foi con­de­nado à pena ca­pital e so­freu o pa­tí­bulo de Tyburn. († 1643)

11 *.   Em El Saler, lo­ca­li­dade pró­xima de Va­lência, na Es­panha, a Beata Maria do Pilar Vil­la­longa Vilallba, virgem e mártir, que, du­rante a per­se­guição re­li­giosa, com o seu mar­tírio se­guiu os passos de Cristo. († 1936)

12♦.  Em Go­radze, na Bósna-Her­ze­go­vina, as be­atas María Julia Ivanisevic e quatro Companheiras, re­li­gi­osas pro­fessas do Ins­ti­tuto das Fi­lhas da Di­vina Ca­ri­dade e már­tires, que se em­pe­nhavam ar­do­ro­sa­mente ao apos­to­lado de âm­bito ecu­mé­nico, pas­toral e ca­ri­ta­tivo, até que, ata­cadas pela feroz vi­o­lência de mi­li­ci­anos e fi­nal­mente fu­zi­ladas, deram a vida pela sua in­tré­pida fi­de­li­dade a Cristo. São estes os seus nomes: Ber­ch­mana Lei­denix,  Kri­zina Bo­janac, An­tónia Fabjan e Ber­na­dete Banja. († 1941)

13♦.   Em La Al­dehuela, lo­ca­li­dade da re­gião de Ma­drid, na Es­panha, Santa Maria (Mirabilia) Ma­ra­villas Pidal y Chico de Guzmán (Ma­ra­vi­lhas de Jesus), virgem da Ordem das Car­me­litas Des­calças, que fundou vá­rios mos­teiros bem como cen­tros de as­sis­tência socio-ca­ri­ta­tiva, con­ci­li­ando a vida con­tem­pla­tiva com uma ge­ne­rosa caridade. († 1974)

14. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 342, São Bársabas, higúmeno, que por ter confessado a fé cristã diante do governador do rei dos persas, teve a cabeça cortada, juntamente com dez de seus monges. (M)

15. São Pedro de Sena,(na Folhinha do Coração de Jesus)

16. São Massona, bispo de Mérida. Ver página 211: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

17. Outros santos do dia 11 de dezembro: págs. 195-219: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

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OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 11 de dezembro, ver ainda: 11 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 939-941:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

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Santas e Santos de 10 de dezembro

NO VIDAS DOS SANTOS DE 10 DE DEZEMBRO, TRANSLAÇÃO (TRANSLADAÇÃO) DA SANTA CASA DE NAZARÉ. Ver páginas 168-189:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf  

Santa Casa de LoretoVer “… O Bem-aventurado Papa Pio IX escreveu na Carta Apostólica Inter Omnia, de 26 de agosto de 1852: “Entre todos os Santuários consagrados à Mãe de Deus, a Imaculada Virgem Maria, um se encontra no primeiro lugar e brilha com incomparável fulgor: a venerável e augustíssima Casa de Loreto… “Em Loreto venera-se aquela Casa de Nazaré, tão querida ao Coração de Deus, e que, fabricada na Galileia, foi mais tarde separada de suas bases e, pela força divina, trasladada além do mar, primeiro à Dalmácia e logo à Itália”… Por sua vez, o Sumo Pontífice Leão XIII escreveu no Breve Felix Nazarethana, de 23 de janeiro de 1894:“Compreendam todos, e em primeiro lugar os italianos, quão especial dom lhes foi concedido por Deus que, com suma providência, subtraiu prodigiosamente a Casa a um poder indigno [N.: refere-se aos muçulmanos] e com um expressivo ato de amor ofereceu-a a eles.”: Ciência confirma a Igreja: A transladação da Santa Casa de Nossa Senhora desde Nazaré até Loreto. Comprovações científicas surpreendentes. (cienciaconfirmaigreja.blogspot.com)

-Ver “O Santuário da Santa Casa de Loreto é um lugar de peregrinação católico situado no município italiano de Loreto. É considerado o mais importante da Itália. Foi construído perto da casa onde, segundo a tradição medieval, o Arcanjo Gabriel anunciou à Virgem…”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santuário_da_Santa_Casa_de_Loreto

– Ver ainda: A Santa Casa de Loreto (padrepauloricardo.org)

SANTAS E SANTOS DE 10 DE DEZEMBRO

1. No DIRETÓRIO DA LITURGIA DA CNBB de 2020, DIA 10 DE DEZEMBRO, BR. STA. JOANA FRANCISCA DE CHANTAL, RLG. M.FAC.

SANTA JOANA FRANCISCA DE CHANTAL: LEMBRADA DIAS 12/08; 21/08; 10/12/; 13/12

No mos­teiro da Vi­si­tação de Mou­lins, na França, o dia natal de Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal, cuja me­mória se ce­lebra no dia doze de agosto. No LITURGIA DAS HORAS celebra-se dia 10 de dezembro. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Moulins, na região do Bourbonnais, Santa Joana Francisca de Chantal. Viúva após oito anos de um feliz casamento, dedicou-se primeiro à educação de seus quatro filhos, e depois, sob a orientação de seu diretor espiritual, São Francisco de Sales, que a introduzira na “vida devota”, fundou a Ordem da Visitação de Santa Maria, em Annecy. (M)

– O LITURGIA DAS HORAS LEMBRA SANTA JOANA FRANCISCA DE CHANTAL NO DIA 10 DE DEZEMBRO. A MEMÓRIA DA LITURGIA DAS HORAS DESTE 10.12 LEMBRA SANTA JOANA FRANCISCA

.Ela explica o MARTÍRIO DE AMOR que poucos conhecem e menos pessoas vivem.

Das Memórias de Santa Joana Francisca, escritas por uma religiosa, sua secretária:

 (Françoise-Madeleine de Chaugy, Mémoires sur la vie et les vertus de Sainte J.-F. de Chantal, III, 3: 3ª ed., Paris 1853, p. 306-307) (Séc.XVII)

O amor é forte como a morte

Certo dia, Santa Joana disse estas fervorosas palavras, logo fielmente recolhidas: 

“Filhas diletíssimas, muitos dos nossos santos Padres e colunas da Igreja não sofreram o martírio; sabeis dizer-me por que razão?” Após a resposta de cada uma, disse a santa Madre: “Quanto a mim, creio que isto aconteceu assim, por haver outro martírio que se chama martírio de amor, em que Deus, conservando em vida seus servos e servas a fim de trabalharem para sua glória, os faz ao mesmo tempo mártires e confessores. Sei que, por disposição divina – acrescentou – as filhas da Visitação são chamadas a este martírio com o mesmo ardor que levou a afrontá-lo aquelas servas mais afortunadas. 

À pergunta de uma irmã sobre o modo como poderá se realizar este martírio, respondeu: “Abri-vos inteiramente à vontade de Deus e tereis a prova. O amor divino mergulha sua espada até o mais íntimo e secreto de nossas almas, e separa-nos de nós mesmas. Conheci uma alma a quem o amor separou de tudo quanto lhe agradava, como se o golpe dado pela espada de um tirano lhe tivesse separado o espírito do corpo”. 

Percebemos que falara de si mesma. Tendo outra irmã indagado quanto tempo duraria esse martírio, explicou: “Desde o momento em que nos entregamos a Deus sem reservas, até o fim da vida. No entanto, isto só diz respeito às pessoas magnânimas, que, renunciando completamente a si mesmas, são fiéis ao amor; os fracos e inconstantes no amor, nosso Senhor não os leva pelos caminhos do martírio, mas deixa-os viver a passos lentos, para que não se afastem dele; pois nunca força a livre vontade”. 

Quando, por fim, lhe foi perguntado se este martírio de amor poderia ser igualado ao martírio do corpo, respondeu: “Não nos preocupemos com a questão da igualdade, muito embora eu julgue que um não ceda ao outro, porque o amor é forte como a morte (Ct 8,6). E ainda porque os mártires de amor sofrem dores mil vezes mais agudas conservando a vida para cumprir a vontade de Deus, do que se tivessem de dar mil vidas para testemunhar a sua fé, o seu amor e a sua fidelidade”. († 1641)

2.   Em Mé­rida, na Lu­si­tânia, ac­tu­al­mente na Es­panha, Santa Eu­lália, virgem e mártir, que, se­gundo a tra­dição, sendo ainda jovem, não he­sitou em ofe­recer a vida por Cristo. († c. 304). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Estremadura, no começo do séc. IV, as Santas Eulália e Júlia, virgens, que foram, ainda jovens, martirizadas com extrema violência. (M). Ver “Santa Eulália e mais os Santos Justo e Pastor… Dois jovens irmãos, Justo e Pastor, achavam-se na escola. Um tinha treze anos, o outro sete. Assim que souberam da chegada do perseguidor, deixaram os livros de lado e correram a ver o que ia ele fazer… Chamando a atenção do governador e  vindo este a saber que pertenciam à família cristã e que estavam dispostos a sofrer, … Daciano, sem entranhas, ordenou que os chicoteassem. Tal ordem foi executada com violência, com requintes de crueldade, mas os dois irmãos, encorajando-se mutuamente, suportaram com heroísmo o martírio. E Daciano, para encobrir a vergonha, fez com que ambos fossem decapitados fora da cidade.” páginas 165-167… Ver também página 193 Santa Júlia; http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Eulália_de_Mérida  

– Ver “Segundo o escritor cristão Prudêncio, na sua obra Peristephanon,[3] Eulália seria uma virgem cristã muito devota, com idade entre 12 e 14 anos, cuja mãe fora sequestrada em sua própria casa em 304 por causa da exigência de que todos os cidadãos romanos deveriam realizar sacrifícios aos deuses romanos durante a perseguição de Diocleciano”: Eulália de Mérida – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

3.   Em Roma, no ce­mi­tério de Trasão, junto à Via Sa­lária Nova, Santo Mauro ou Amaro, mártir, que o papa São Dâ­maso ce­lebra como uma cri­ança ino­cente, a quem os tor­mentos não con­se­guiram afastar da fé. († c. s. IV)

4.   Em An­cira, na Ga­lácia, hoje An­cara, na Tur­quia, São Ge­melo (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir. († c. s. IV)

5.   Em Roma, junto de São Pedro, São Gre­gório III (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, que fo­mentou a pre­gação do Evan­gelho aos Ger­manos e, em opo­sição aos ico­no­clastas, adornou as igrejas da Urbe com sa­gradas imagens. († 741). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano de 741, o Bem-Aventurado Gregório III, papa de origem síria, que para manifestar sua reprovação à iconoclastia multiplicou a decoração das basílicas romanas. (M).

São Gregório III, Papa. Ver “Gregório III, natural da Síria, data de nascimento desconhecida, morto também em data incerta (novembro ou dezembro de 741),[1] foi Papa e líder mundial do Cristianismo, eleito por aclamação em 11 de fevereiro de 731, durante o funeral do seu antecessor Gregório II e consagrado em 18 de março de 731.[2][1][3]”: Papa Gregório III – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

6*.   No mos­teiro de São Ni­colau de Vi­o­to­rito, na Ca­lá­bria, re­gião da Itália, São Lucas, bispo de Ísola di Cappo Riz­zuto, que tra­ba­lhou in­can­sa­vel­mente pelo bem do povo e na for­mação dos monges. († 1114)

7*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, os santos már­tires Ed­mundo Gennings, pres­bí­tero, e Sui­tuno Wels, que, du­rante a cruel per­se­guição da rainha Isabel I, con­de­nados à pena ca­pital – o pri­meiro por ser sa­cer­dote e o se­gundo por lhe ter dado aco­lhi­mento –, foram pen­du­rados à porta da sua casa e tor­tu­rados até à morte. († 1591)

8.   Também em Lon­dres, os santos Po­li­doro Plasden e Eus­tácio White, pres­bí­teros, e os be­atos Brian Lacy, João Mason e Sídnei Hogdson, már­tires, que no mesmo ano so­freram os mesmos su­plí­cios em Ty­burn, uns porque eram sa­cer­dotes que en­traram na In­gla­terra, ou­tros porque lhes pres­taram auxílio. († 1591)

9.   Também em Lon­dres, de­za­nove anos de­pois, São João Roberts, da Ordem de São Bento, e o Beato Tomás Somers, pres­bí­teros e már­tires, que, no rei­nado de Jaime I, con­de­nados por serem sa­cer­dotes, foram en­for­cados, tendo abra­çado os mal­fei­tores la­drões sub­me­tidos ao mesmo patíbulo. († 1610). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Tyburn, perto de Londres, em 1610, o martírio do Bem-Aventurado João Roberts. Convertido ao catolicismo por ocasião de uma viagem a Paris, e entrando logo depois nos beneditinos de Compostela, voltou ao seu país natal para lá reanimar o monaquismo, sendo depois condenado à decapitação por ter afirmado que fora da Igreja não há salvação. (X) 

10*.   Em Turim, na Itália, o Beato Marcos An­tónio Durando, pres­bí­tero da Con­gre­gação das Mis­sões, que fundou a Con­gre­gação das Irmãs de Jesus Na­za­reno, para prestar as­sis­tência aos en­fermos e aos jo­vens abandonados. († 1880)

11*.   Em Vallés, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Va­lência, na Es­panha, o Beato Gon­çalo Viñes Masip, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a per­se­guição, con­su­maram o com­bate por Cristo. († 1936)

12*.   Em Pi­ca­dero de Pa­terna, lo­ca­li­dade da mesma pro­víncia da Es­panha, os be­atos már­tires An­tónio Martin Hernández, pres­bí­tero, e Agos­tinho Garcia Calvo, re­li­gioso, ambos da So­ci­e­dade Sa­le­siana, que, du­rante a mesma per­se­guição, pela fé em Cristo re­ce­beram a es­tola da glória. († 1936)

13. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano do Senhor de 314, São Melquiades (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, que teve a alegria de ver se encerrar a era das perseguições, e pôde reorganizar a vida da comunidade cristã logo após o Edito de Milão. (M). Ver página190 (São Melcíades): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

14. São Tomás, abade. Ver páginas 191-192: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

DIA 10 DE DEZEMBRO, PRIMEIRA OBSERVAÇÃO: THOMAS MERTON (MORTO EM 10 DE DEZEMBRO DE 1968 AOS 53 ANOS). Ver “Thomas Merton (Prades31 de janeiro de 1915 – Bangcoc10 de dezembro de 1968) foi um escritor católico do século XX. Monge trapista da Abadia de GethsemaniKentucky, ele foi um poetaactivista social e estudioso de religiões comparadas. Escreveu mais de setenta livros, a maioria sobre espiritualidade, e também foi objecto de várias biografias. Dentre as principais características de Thomas Merton pode-se citar sua defesa do pacifismo e do ecumenismo[1]”: Thomas Merton – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver ainda “Thomas Merton nasceu na França, em 1915. Após ficar órfão, ainda jovem, frequentou alguns colégios internos na França e na Inglaterra. Aluno brilhante, recebeu uma bolsa de estudos para a Universidade de Cambridge, porém, Merton não aproveitou muito a oportunidade. Afundado em festas e bebedeiras, acabou engravidando uma jovem. Após um acordo entre as famílias, Merton foi levado para os EUA…. Merton dedicou-se a falar basicamente sobre justiça social, espiritualidade e diálogo inter-religioso. Seus conselhos foram silenciados em dezembro de 1968, justamente na data do aniversário de sua entrada no mosteiro de Getsêmani. Merton faleceu em um estranho acidente elétrico em Bangkok.”: Biografia de Thomas Merton – Pensador

– Ver ainda “…A luta contínua de Merton com o ego e a ambição, ao mesmo tempo em que desejava sinceramente uma vida mais simples, orante e eremítica, dialoga com as motivações conflitantes que todos enfrentamos nas tomadas de decisão”: Por que se interessar por Thomas Merton hoje? – Instituto Humanitas Unisinos – IHU

– Ver também “As pessoas sempre vão embora enquanto outras chegam” (confessor de Thomas Merton). “… Padre Matthew Kelty (foto) deixou este mundo em paz, ao meio-dia do dia 18 de fevereiro. Ele havia sido o último confessor que Thomas Merton teve. E, como se isso não bastasse para garantir uma discussão mais aprofundada, ele também era um padre gay que `saiu do armário` aos 90 anos. Não veremos novamente tão cedo tipos de monges como esse.”: O dom dos gays. Aos 96 anos, morre o confessor de Thomas Merton – Instituto Humanitas Unisinos – IHU

* SEGUNDA OBSERVAÇÃO:TEÓLOGO KARL BARTH (morto em 10 de dezembro de 1968 aos 82 anos). Ver “Karl Barth (/bɑːrt/; Alemão:[baʀt]; 10 de maio de 1886 – 10 de dezembro de 1968) foi um teólogo reformado suíço que é muitas vezes considerado o maior teólogo protestante do século XX. Sua influência expandiu-se muito além do domínio acadêmico, chegando a incorporar a cultura,  o que levou a Barth ser apresentado na capa da revista Time em 20 de abril de 1962.[1]”: Karl Barth – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

14. Outros santos do dia 10 de dezembro: págs. 165-194: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 10 de dezembro, ver ainda: 10 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 937-939:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

Santas e Santos de 09 de dezembro

1. São João Diogo Cuauhtlatoatzin, de origem in­dí­gena, homem de fé pu­rís­sima, que, pela sua hu­mil­dade e fervor, con­se­guiu que se edi­fi­casse um san­tuário em honra de Nossa Se­nhora de Gua­da­lupe, na co­lina de Te­peyac, perto da ci­dade do Mé­xico, onde ela lhe tinha apa­re­cido e ele des­cansou no Senhor. († 1548). VER 03 de junho, São Juan Diego Cuauhtlatoatzim, na Folhinha do Coração de Jesus). Sua festa, conforme algumas fontes é 09 de dezembro.

– Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Juan_Diego_Cuauhtlatoatzin e https://santo.cancaonova.com/santo/sao-juan-diego-cuauhtlatoatzin/

– Também ver https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-sao-juan-diego-cuauhtlatoatzin/429/102/#c

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Juan_Diego_Cuauhtlatoatzin

– Ver “São Juan Diego (também grafado João Diego e João DiogoCuauhtlatoatzin (c. 1474, Tlayacac, México – Tenochtitlan30 de maio de 1548) foi um índio mexicano da tribo nahua, a quem a Vírgem Maria apareceu, mais tarde sendo consagrada como Nossa Senhora de Guadalupe no monte Tepeyac, localizado a noroeste da Cidade do México, no dia 9 de Dezembro de 1531. Sua mulher se chamava María Lúcia e faleceu no ano de 1529, tendo se casado e celebrado o matrimônio cristão com Juan Diego. Pelos relatos, uma “Senhora do Céu” apareceu a Juan Diego, identificou-se como a Mãe do Verdadeiro Deus, instruiu-o a dizer ao bispo que construísse um templo no lugar, e deixou sua própria imagem impressa milagrosamente em seu tilma, um tecido de pouca qualidade (feito a partir do cacto), que deveria se deteriorar em 15 anos mas que não mostra sinais de deterioração até ao presente, desafiando qualquer explicação científica sobre a sua origem. Em ampliações da face de Nossa Senhora, os Seus olhos, na imagem gravada, parecem refletir o que estava à sua frente em 1531: Juan Diego, e o bispo. O assunto tem sido objeto de inúmeras investigações científicas. É venerada no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e a sua festa é celebrada em 12 de Dezembro. Juan Diego faleceu no dia 30 de maio de 1548, aos setenta e quatro anos, de morte natural. Foi beatificado em 1990, e canonizado em 2002, tornando-se o primeiro santo católico indígena americano.”: Juan Diego Cuauhtlatoatzin – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

2.   Em To­ledo, na His­pânia, Santa Le­o­cádia (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem e mártir, in­signe pelo tes­te­munho da fé em Cristo. († c. 304). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto do ano de 305, Santa Leocádia, virgem, padroeira da cidade de Toledo. Vários documentos litúrgicos dão-lhe o título de “Confessora de Cristo”. (M). Ver página 162: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Leocádia_de_Toledo

– Ver “Leocadia de Toledo ou Santa Leocádia foi uma mulher espanhola venerada pela Igreja como santa, que morreu virgem e mártir.”: Leocádia de Toledo – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

3.   Em Pavia, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Siro, pri­meiro bispo da cidade. († s. IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no meio do séc. IV, São Ciro, bispo, que fundou a Igreja de Pavia. (M)

4.   Em Na­zi­anzo, na Ca­pa­dócia, na ho­di­erna Tur­quia, Santa Gor­gónia (também na Folhinha do Coração de Jesus), mãe de fa­mília, que foi filha de Santa Nona e irmã de São Gre­gório o Teó­logo e de São Ce­sário; o pró­prio São Gre­gório es­creveu sobre as suas virtudes. († c. 370). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Oriente, Santa Gorgônia, irmã de São Gregório Nazianzeno. Batizada somente no final de sua vida, foi no entanto uma mãe de família exemplar, sempre animada pela busca e pelo desejo de Deus. (M). Ver página 163: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

5.   No mos­teiro de Ge­nouillac, junto de Pé­ri­gueux, na Gália, ac­tu­al­mente na França, São Ci­priano, abade, ilustre pela de­di­cação aos enfermos. († s. VI). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VI, São Cipriano, abade, que foi um dos primeiros santos do Périgord. (M)

6♦.   Em Yat­sushiro, no Japão, os be­atos Simão Ta­keda Gohyoe, Joana Takeda, Inês Takeda, Ma­da­lena Mi­nami e Luís Minami, mártires. († 1603)

7*.   Junto ao rio Meno, na Ba­viera, re­gião da Ale­manha, o Beato Li­bório Wagner, pres­bí­tero e mártir, homem de exímia ca­ri­dade, que co­roou com o der­ra­ma­mento do seu sangue a as­sis­tência pas­toral, tanto de ca­tó­licos como de ir­mãos separados. († 1631)

8.   Em Gray, na Bor­gonha, hoje na França, onde se tinha aco­lhido ao ser exi­lado, o pas­sa­mento de São Pedro Fourier, pres­bí­tero, que es­co­lheu para o seu mi­nis­tério e cuidou ad­mi­ra­vel­mente a pa­ró­quia pau­pér­rima de Mat­tain­court, na Lo­rena, res­taurou os Có­negos Re­grantes do Nosso Sal­vador e fundou o Ins­ti­tuto das Ca­no­nisas Re­grantes de Nossa Se­nhora, para se de­di­carem à edu­cação gra­tuita das meninas. († 1640). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Mattaincourt, em 1640, na diocese de Toul, São Pedro Fourrier, sacerdote. Após brilhantes estudos feitos no colégio dos jesuítas de Pont-à-Mousson, onde se ligou por amizade com os futuros reformadores dos premonstratenses e dos beneditinos da Lorena, entrou para a Congregação dos Cônegos Regulares, à qual dedicou sua vida, e criou com a Bem-Aventurada Alice Leclera a Congregação educadora das Cônegas de Nossa Senhora. (M). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pedro_Fourier

– Ver “Pedro Fourier (em francêsPierre Fourier) foi um religioso e reformador canonizado pela Igreja Católica. Foi o fundador da Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Também fundou, junto com Madre Alix, sua paroquiana, a Congregacion de Notre Dame, no Brasil, Congregação de Nossa Senhora – Cônegas de Santo Agostinho no natal de 1597. Foi beatificado em 29 de janeiro de 1730 pelo Papa Bento XIII e canonizado em 27 de maio de 1897 pelo Papa Leão XIII.[1] Sua data festiva no calendário litúrgico é o dia 9 de dezembro.[2]”: Pedro Fourier – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

9*.   Em Mo­ri­cone, na Sa­bina, hoje no Lácio, re­gião da Itália, o Beato Ber­nardo Maria de Jesus (César Sil­ves­trélli), pres­bí­tero da Con­gre­gação da Paixão, que, eleito para su­pe­rior geral, se em­pe­nhou di­li­gen­te­mente no seu in­cre­mento e difusão. († 1911)

10*.   Em Llombay, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Va­lência, na Es­panha, o Beato José Ferrer Esteve, pres­bí­tero da Ordem dos Có­negos Re­grantes das Es­colas Pias e mártir, que foi fu­zi­lado em ódio ao sacerdócio. († 1936)

11*.   Em Pi­ca­dero de Pa­terna, também na pro­víncia de Va­lência, os be­atos Re­ca­rdo de los Rios Fabregat, Ju­lião Ro­drí­guez Sánchez e José Gi­ménez López, pres­bí­teros da So­ci­e­dade Sa­le­siana e már­tires, que, du­rante a per­se­guição contra a fé, con­su­maram glo­ri­o­sa­mente o com­bate por Cristo, que, du­rante a per­se­guição contra a fé, con­su­maram glo­ri­o­sa­mente o com­bate por Cristo. († 1936)

12♦.   Em Bar­ce­lona, na Es­panha, o Beato Agápio José (José Luís Car­reras Comas), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e mártir, que pa­deceu o mar­tírio na mesma per­se­guição contra a fé. († 1936)

13. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, derramaram seu sangue por Cristo os Santos Mártires Pedro, Sucesso, Turno e outros Vinte Cristãos Africanos. (M)

14. São Basiano (também na Folhinha do Coração de Jesus)

15. SANTOS HIPARCO, FILOTEU, JAIME, PARAGRO, HABIDE, ROMANO E LOLIANO, mártires de Samosata. Ver “Tirados dos atos sinceros, escritos em caldaico por um sacerdote que foi testemunha ocular dos sofrimentos dos santos e publicados por Estêvão Assemani.”, páginas 152-160:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

16. Santa Valéria, virgem e mártir. Ver “…Santa Valéria enquadra-se entre os mártires que, de cabeça cortada, toma-a nas mãos…e a entrega a São Marcial…” pág. 161: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

17. Outros santos do dia 09 de dezembro: págs. 152-164: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 09 de dezembro, ver ainda: 9 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 935-937:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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Santas e Santos de 08 de dezembro

So­le­ni­dade da Ima­cu­lada Con­ceição da Virgem Santa Maria, que, ver­da­dei­ra­mente cheia de graça e ben­dita entre as mu­lheres, em atenção ao nas­ci­mento e morte sal­ví­fica do Filho de Deus, desde o pri­meiro ins­tante da sua Con­ceição foi pre­ser­vada de toda a culpa ori­ginal, por sin­gular pri­vi­légio de Deus, como foi de­fi­nido so­le­ne­mente neste dia pelo papa Pio IX, como ver­dade dog­má­tica re­ce­bida por an­tiga tradição. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria (também na Folhinha do Coração de Jesus). Este dogma, solenemente promulgado em 1854, proclama que a Mãe de Deus, “no primeiro instante de sua concepção, por um privilégio especial, e tendo em vista os méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada de toda mácula do pecado original”. (R). –

– Ver “A Imaculada Conceição ou Nossa Senhora da Conceição é, segundo o dogma católico, a concepção da Virgem Maria sem mancha (em latimmacula) do pecado original. O dogma diz que, desde o primeiro instante de sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque ela estava cheia de graça divina. A Igreja Católica também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado.[1]”: Imaculada Conceição – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver Bula Ineffabilis Deus de Pio IX “…A declaração dogmática é expressada da seguinte forma[1]: …”A doutrina que sustenta que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante da sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, essa doutrina foi revelada por Deus, e por isto deve ser crida firme e inviolavelmente por todos os fiéis.” (Doctrinam, quæ tenet, beatissimam Virginem Mariam in primo instanti suæ conceptionis fuisse singulari omnipotentis Dei gratia et privilegio, intuitu meritorum Christi Iesu Salvatoris humani generis, ab omni originalis culpæ labe præservatam immunem, esse a Deo revelatam atque idcirco ab omnibus fidelibus firmiter constanterque credendam.)”: Ineffabilis Deus – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver “Dogma da Imaculada Conceição”: Bula – Ineffabilis Deus Papa Pio IX (slideshare.net)

– Ver páginas 112-118: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf    

– Ver também págs. 120-150, incluindo a “Bula Inefabillis Deus” de Pio IX (08/12/1854) que proclama o dogma da Imaculada Conceição e a aparição a Santa Bernadete em Lourdes, em 25 de março de 1858 (págs. 148-150:

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Imaculada_Conceição

2.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, a co­me­mo­ração de São Ma­cário, mártir, que, no tempo do im­pe­rador Décio, sendo in­ci­tado pelo juiz com muitas pa­la­vras para que ne­gasse a Cristo, com maior cons­tância ele pro­fessou a fé e por isso foi quei­mado vivo. († 250). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Alexandria, no ano do Senhor de 205, São Macário, “mártir de origem líbia, verdadeiramente Bem-Aventurado, por seu nome como pelabênção de Deus. Preferiu ser queimado vivo a apostatar da fé” (Eusébio). (M)

3.   Santo Eutiquiano (também na Folhinha do Coração de Jesus de 07 de dezembro). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano do Senhor de 283, Santo Euticiano, papa, que governou a Igreja durante um longo período de paz. Foi o último bispo de Roma a ser enterrado na célebre catacumba de Calixto. (M). Também 08 de dezembro. Em Roma, no ce­mi­tério de Ca­listo, junto à Via Ápia, o se­pul­ta­mento de Santo Eu­ti­quiano, papa. († 283). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Eutiquiano

– Ver “Papa Eutiquiano (em latimEutychianus ou Eutychius) foi papa de 4 de janeiro de 275 até 7 de dezembro de 283. Nasceu em Luni[1] e governou a Igreja durante oito anos. Ordenou que os mártires fossem cobertos pela “dalmática“, parecida com o manto dos Imperadores Romanos, hoje vestimentas dos diáconos nas cerimônias solenes. Instituiu a bênção da colheita nos campos. Morreu em 7 de dezembro de 283 e está sepultado na Catacumba de São Calisto, na Via Ápia. Sua festa acontece no dia 8 de dezembro.”: Papa Eutiquiano – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

4.   Em Tré­veris, na Gália Bél­gica, na ac­tual Ale­manha, Santo Eu­cário, con­si­de­rado o pri­meiro bispo desta cidade. († s. III). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. III, Santo Eucário (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo de Treves, que foi o primeiro a evangelizar esta importante cidade romana. (M).

5.   Co­me­mo­ração de São Pa­tápio, so­li­tário, que, oriundo da Te­baida, viveu em Cons­tan­ti­nopla, no bairro das Bla­quernas, e foi se­pul­tado no mos­teiro dos Egípcios. († s. V/VI). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Constantinopla, no séc. VI, São Patápios, eremita. Diversos milagres testemunham a profundidade de sua vida monástica, fielmente vivida. (M)

6.   Nos montes Vosgos, na Bor­gonha, ac­tu­al­mente na França, São Ro­ma­rico, abade, que, sendo es­cu­deiro do rei Te­o­de­berto, se re­tirou para o mos­teiro de Lu­xeuil e de­pois fundou um ce­nóbio em pro­pri­e­dade sua, a que ele pró­prio presidiu. († 653). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Remiremont, nos Vosges, no ano da graça de 653, São Romário (também na Folhinha do Coração de Jesus). Cortesão do rei da Austrásia, foi convertido à vida monástica por São Columbano e entrou em Luxeuil. Daí, fundou um novo centro de oração e apostolado, que mais tarde tomou seu nome. (M). Ver página 119: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

7*.   Em Vaux-de-Cernay, na re­gião de Paris, São Te­o­baldo de Marliaco, abade da Ordem Cis­ter­ci­ense, que pres­tava aos ir­mãos os ser­viços mais humildes. († 1247)

8♦.     Em Ku­ma­moto, ci­dade do Japão, o Beato João Mi­nami Gorozaemon, pai de fa­mília e mártir. († 1603)

9.   No On­tário, pro­víncia do Ca­nadá, a paixão de São Natal Chabanel, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que, tendo feito o voto a Deus de per­ma­necer até à morte na sua que­rida missão entre os Hu­rões, quando ca­mi­nhava pelo bosque com um após­tata, foi morto por ele em ódio à fé. A sua me­mória ce­lebra-se no dia de­za­nove de Ou­tubro jun­ta­mente com a dos seus companheiros. († 1649)

10*.   Em Lima, no Peru, Santa Nar­cisa de Jesus Mar­tillo Moran, virgem, que, tendo fi­cado sem os pais e des­pro­vida de sus­tento, de­pois de muitas ad­ver­si­dades foi re­ce­bida na hos­pe­daria de um ce­nóbio, onde viveu em oração con­tínua e em ás­pera penitência. († 1869)

11*.   Em Pi­ca­dero de la Pa­terna, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Va­lência, na Es­panha, o Beato José Maria Zabal Blasco, mártir, que, sendo pai de fa­mília, du­rante a per­se­guição contra a fé, venceu com a for­ta­leza de Cristo os su­plí­cios do seu martírio. († 1936)

12*.   No campo de con­cen­tração de Da­chau, perto de Mu­nique da Ba­viera, re­gião da Ale­manha, o Beato Luís Liguda, pres­bí­tero da So­ci­e­dade do Verbo Di­vino e mártir, que, en­car­ce­rado na Po­lónia in­va­dida du­rante a guerra, foi cru­el­mente as­sas­si­nado pelos guardas da prisão, con­fes­sando a fé em Cristo Se­nhor até à morte. († 1942)

13. São Clemente de Ocrida (na Wikipedia de 08 de dezembro, dizendo que sua festa litúrgica é 27 de julho e 25 de novembro (calendário gregoriano) e 9 de agosto e 8 de dezembro (calendário juliano)) “Clemente de Ocrida (em antigo eslavo eclesiástico: Климє́нтъ Охрїдьскъ; em búlgaro: Свети Климент Охридски), também conhecido como Clemente de Ohrid, foi um escritor e estudioso búlgaro reconhecido como santo pelo seu papel como missionário entre os eslavos.[6][7][8][9][10] Ele foi o mais importante discípulo dos irmãos e santos Cirilo e Metódio e é geralmente associado aos dois como criador do alfabeto glagolítico, um antecessor do alfabeto cirílico, especialmente por tê-los tornado popular entre os eslavos recém-cristianizados. Ele foi o fundador da Escola Literária de Ocrida e é considerado como o patrono da educação e da língua por algumas nações eslavas. Além disso, ele é também considerado como sendo o primeiro bispo da Igreja Ortodoxa Búlgara,[11][12] um dos sete apóstolos do Império Búlgaro, o padroeiro da Macedónia do Norte, da cidade de Ocrida[3] e da Igreja Ortodoxa Macedônica.[4]”: Clemente de Ocrida – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

14. Outros santos do dia 08 de dezembro: págs. 112-151: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 08 de dezembro, ver ainda: 8 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 933-935:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

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Santas e Santos de 07 de dezembro

Me­mória de Santo Am­brósio (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo de Milão e doutor da Igreja, que des­cansou no Se­nhor na noite santa da Páscoa de quatro de Abril, mas é ve­ne­rado neste dia, em que, ainda ca­te­cú­meno, foi eleito para di­rigir esta cé­lebre sede epis­copal, quando exercia o ofício de pre­feito da ci­dade. Ver­da­deiro pastor e mestre dos fiéis, exer­citou de modo sin­gular a ca­ri­dade para com todos, de­fendeu va­lo­ro­sa­mente a li­ber­dade da Igreja e a recta dou­trina da fé contra os ari­anos e ins­truiu na pi­e­dade o povo com os seus co­men­tá­rios e hinos sagrados. († 397). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santo Ambrósio, bispo e Doutor da Igreja. Era alto funcionário romano em Milão, e ainda catecúmeno, quando foi eleito bispo por aclamação do povo cristão, sendo consagrado em 7 de dezembro de 374. Pôs então seus talentos de orador a serviço do Evangelho, com o cuidado de promover a liturgia cristã e a virgindade consagrada e defender a justiça social e a liberdade da Igreja em face ao poder imperial. (R). Ver páginas 77-107: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

Ver também dia 04 de abril: Em Milão, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, o se­pul­ta­mento de Santo Am­brósio, bispo, que no dia de Sá­bado Santo foi ao en­contro de Cristo triun­fante. A sua me­mória ce­lebra-se a sete de De­zembro, dia da sua ordenação. († 397)

– Ver “Aurélio Ambrósio (em latimAurelius Ambrosius; ca. 340 – Mediolano4 de abril de 397), mais conhecido como Ambrósio, foi um arcebispo de Mediolano (moderna Milão) que se tornou um dos mais influentes membros do clero no século IV. Ele era prefeito consular da Ligúria e Emília, cuja capital era Mediolano, antes de tornar-se bispo da cidade por aclamação popular em 374. Ambrósio era um fervoroso adversário do arianismo. Tradicionalmente atribui-se a Ambrósio a promoção do canto antifonal, um estilo no qual um lado do coro responde de forma alternada ao canto do outro, e também a composição do Veni redemptor gentium, um hino natalino.”: Ambrósio – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

2.   Em Spo­leto, na Úm­bria, re­gião da Itália, São Sa­bino, ve­ne­rado como bispo e mártir. († c. 300)

3.   Na Síria, Santo Ate­no­doro, mártir, que, se­gundo a tra­dição, no tempo do im­pe­rador Di­o­cle­ciano e do go­ver­nador Elêusio, foi tor­tu­rado pelo fogo e ou­tros su­plí­cios e fi­nal­mente con­de­nado à pena ca­pital; mas, tendo o algoz caído por terra, ne­nhum outro ousou tomar a es­pada para o de­golar, e ele ador­meceu no Se­nhor em oração. († c. 304)

4.   Em Teano, na Cam­pânia, re­gião da Itália, Santo Ur­bano, bispo. († s. IV)

5.   Na Pa­les­tina, São João o Silencioso ou He­si­caste, que, re­nun­ci­ando ao epis­co­pado de Co­lónia, na an­tiga Ar­ménia, viveu como monge na laura de São Sabas, em ser­viço hu­milde dos ir­mãos e em aus­tera so­lidão e silêncio. († 558)

6.   Em Fa­re­mou­tiers, no ter­ri­tório de Meaux, na Gália, hoje na França, Santa Fara (também na Folhinha do Coração de Jesus), aba­dessa, que, de­pois de ter go­ver­nado o mos­teiro du­rante muitos anos, foi fi­nal­mente as­so­ciada ao coro das vir­gens que se­guem o Cor­deiro de Deus. († 657)

7.   No On­tário, es­tado do Ca­nadá, a paixão de São Carlos Garnier, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que foi gra­ve­mente fe­rido numa in­cursão de pa­gãos quando ele der­ra­mava a água do Bap­tismo sobre os ca­te­cú­menos e morreu a golpes de ma­chado. A sua me­mória ce­lebra-se a de­za­nove de Ou­tubro, jun­ta­mente com a dos ou­tros companheiros. († 1649)

8.   Em Sa­vona, no li­toral da Itália, Santa Maria Jo­sefa Ros­sello (Be­ne­dita Ros­sello), virgem, que fundou o Ins­ti­tuto das Fi­lhas de Nossa Se­nhora da Mi­se­ri­córdia e se con­sa­grou to­tal­mente à sal­vação das almas, con­fi­ando só em Deus. († 1880). Ver páginas 109-110: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

– Ver também: https://en.wikipedia.org/wiki/Maria_Giuseppa_Rossello

VER TAMBÉM 03 DE OUTUBRO: SANTA MARIA JOSEFA

9. Santo Eutiquiano (também na Folhinha do Coração de Jesus). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano do Senhor de 283, Santo Euticiano, papa, que governou a Igreja durante um longo período de paz. Foi o último bispo de Roma a ser enterrado na célebre catacumba de Calixto. (M)

10. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, receberam a palma do martírio, durante os sécs. IV e V, os Santos Policarpo e Teodoro, no Oriente; bem como Servo, na África. (M). Ver página 110: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)

11. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Irlanda, São Buto, abade. O mosteiro mais importante que dirigiu, e que é um dos mais antigos centros de oração daquele país, tomou mais tarde o seu nome. (X)

12. São Martinho, abade. Ver página 108: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf  

13. Outros santos do dia 07 de dezembro: págs. 77-111: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 07 de dezembro, ver ainda: 7 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 931-933:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

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Santas e Santos de 06 de dezembro

São Ni­colau (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo de Mira, na Lícia, na ho­di­erna Tur­quia, ilustre pela sua san­ti­dade e pela sua in­ter­cessão ante o trono da di­vina graça. († s. IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. IV, São Nicolau, bispo de Mira, na Ásia Menor, contemporâneo do I Concílio Ecumênico de Nicéia. Conforme uma tradição, ele salvou a vida de três oficiais romanos, injustamente condenados à morte pelo imperador, e dava o dote a várias moças pobres, destinadas à desonra. O culto a este grande taumaturgo, venerado no mesmo dia pelos orientais, espalhou-se pelo Ocidente no séc. XI, após a trasladação de suas relíquias para Bari, na Itália meridional. (R). Ver páginas 56-66: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nicolau_de_Mira

– Ver “São Nicolau de Mira, dito Taumaturgo, também conhecido como São Nicolau de Bari, é o santo padroeiro da Rússia, Grécia e da Noruega. É o patrono dos guardas noturnos na Armênia e dos coroinhas na cidade de Bari, na Itália, onde estariam sepultados seus restos…  De São Nicolau, bispo de Mira (Lícia) no século IV, há um grande número de relatos e histórias, mas é difícil distinguir o que é autêntico e o que são lendas, que germinaram sobre este santo, cuja imagem foi tardiamente relacionada e transformada no ícone do Natal, chamado de Papai Noel (português brasileiro) ou Pai Natal (português europeu) um velhinho corado de barba branca, trazendo nas costas um saco cheio de presentes. Nos Estados Unidos e Canadá e na maior parte dos países anglófonos é conhecido como Santa ClausFather Christmas ou St. Nicholas.”: Nicolau de Mira – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

2.   Em Roma, a co­me­mo­ração de Santa Asela, virgem, que, se­gundo o tes­te­munho de São Je­ró­nimo, viveu até ao fim dos seus dias en­tregue aos je­juns e à oração. († d. 385). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no final do séc. IV, Santa Asela, virgem, discípula de São Jerônimo. Em uma cidade tão tumultuada, levava uma vida recolhida, só saindo para visitar os túmulos dos mártires e dar apoio às comunidades religiosas romanas. (M). Ver páginas 75-76: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

 3.   Na África Se­ten­tri­onal, a co­me­mo­ração dos santos már­tires, que, du­rante a per­se­guição dos Vân­dalos no tempo de Hu­ne­rico, rei ariano, pela de­fesa da fé ca­tó­lica so­freram gra­vís­simos e inu­me­rá­veis su­plí­cios. Neste grupo, são dignos de me­mória Di­o­nísia e seu filho Ma­jó­rico, o qual, de tenra idade e apa­vo­rado pelas tor­turas, mas for­ta­le­cido pelos olhares e exor­ta­ções de sua mãe, se tornou o mais co­ra­joso de todos e en­tregou a sua alma no meio dos tor­mentos.  Entre eles: os santos Emílio, mé­dico, Da­tiva, Leôncia, Tércio, Bo­ni­fácio de Si­bida, Sérvio, Vitória. († s. V). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na África, no ano de 484, o martírio de Santa Denise (ou Dionisia) e seus Companheiros. A seu filho São Majórico, que estava sendo cruelmente flagelado pelos arianos, ela recomendou “que se lembrasse que eles haviam sido batizados em nome da Santíssima Trindade, na Igreja Católica, que era sua Mãe”. (M). Ver páginas 67-71: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

4*.   Em Bréscia, na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santo Obício, que, sendo mi­litar de ca­va­laria, se con­verteu a Deus, abraçou uma vida de pe­ni­tência e dis­tri­buiu os seus bens para uti­li­dade de todos. († 1204)

5*.   Em Gra­nada, na Es­panha, o beato mártir Pedro Pascoal (também na Folhinha do Coração de Jesus, Pedro Pascásio), bispo de Jaen, da Ordem das Mercês, o qual, quando vi­si­tava a sua grei para a exortar à de­fesa da fé, foi cap­tu­rado pelos Mouros e morreu no cárcere. († 1300). Na Andaluzia, no ano da graça de 1300, a paixão do Bem-Aventurado Pedro Pascoal, que foi inicialmente abade de um mosteiro perto de Braga, em Portugal, e depois bispo de Granada. Caiu nas mãos dos sarracenos quando “visitava sua diocese e reconfortava seus fiéis na defesa da fé e de sua pátria” (cf. Carta do papa Bonifácio VIII). (M). Ver página 72-74: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

6.   Em Hai Duong, ci­dade do Ton­quim, hoje no Vi­etnam, São José Nguyen Duy Khang, mártir, que, sendo ca­te­quista e com­pa­nheiro nas vi­a­gens do santo bispo Je­ró­nimo Her­mo­silla, foi com ele cap­tu­rado na per­se­guição do im­pe­rador Tu Duc e de­pois fla­ge­lado, en­car­ce­rado e fi­nal­mente degolado. († 1861)

7♦.   Na Es­panha, a co­me­mo­ração dos már­tires es­pa­nhóis do sé­culo XX.

8*.   Em Pi­ca­dero de Pa­terna, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Va­lência, na Es­panha, a Beata Luísa Maria Frias Cañizares, virgem e mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a Igreja, al­cançou a re­com­pensa eterna pelo com­bate da fé. († 1936)

9♦.     Em Gua­da­la­jara, também na Es­panha, os be­atos Mi­guel La­saga Carazo, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana e com­pa­nheiros már­tires, que na mesma per­se­guição re­li­giosa con­su­maram vi­to­ri­o­sa­mente o com­bate da fé. São estes os seus nomes: Es­têvão Váz­quez Alonso, Flo­rêncio Ro­drí­guez Guemes, He­li­o­doro Ramos Garcia, João Lou­renço Lar­ra­gueta Garay, Pas­coal de Castro Her­rera, Vir­gílio Edreira Mos­quera, re­li­gi­osos da So­ci­e­dade Salesiana. († 1936)

10♦.   Em Bu­ca­rest, na Ro­ménia, o Beato João Scheffler, bispo de Statu Mare e mártir, que foi per­se­guido por um re­gime hostil à re­li­gião e à dig­ni­dade hu­mana, até morrer na prisão. (†1952)

11. Santa Leôncia, também na Folhinha do Coração de Jesus de 2020.

12. Outros santos do dia 06 de dezembro: págs. 56-76: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 06 de dezembro, ver ainda: 6 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 930-931:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

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Santas e Santos de 05 de dezembro

1. Me­mória dos santos Mar­tinho de Dume, Fru­tuoso e Ge­raldo, bispos de Braga, em Portugal.

Mar­tinho de Dume, oriundo da Pa­nónia, da ac­tual Hun­gria, homem de grande eru­dição, ocupou a sede epis­copal de Dume e de­pois a de Braga. Graças ao seu zelo apos­tó­lico e à sua pre­gação, os Su­evos aban­do­naram a he­resia ariana e abra­çaram a fé ca­tó­lica. Em­pe­nhou-se com ardor na er­ra­di­cação dos cos­tumes da ido­la­tria, in­clu­sive lin­guís­ticos, como na de­sig­nação cristã dos dias da se­mana, e es­creveu im­por­tantes opús­culos, no­me­a­da­mente de ori­en­tação moral, ca­tequé­tica, pas­toral e de vida mo­nás­tica. Com a sua vir­tude e sa­be­doria, diz Santo Isi­doro de Se­vilha, a Igreja flo­resceu na Ga­lécia. Morreu no dia 20 de Março.

Fru­tuoso, de nobre fa­mília vi­si­gó­tica, de­pois de ter sido monge e fun­dador de ce­nó­bios, foi eleito bispo de Dume e fi­nal­mente no­meado bispo me­tro­po­li­tano de Braga pelos Pa­dres do Con­cílio X de To­ledo, go­ver­nando si­mul­ta­ne­a­mente com suma pru­dência esta Igreja e os seus mos­teiros. A sua san­ti­dade e labor apos­tó­lico es­ten­deram-se a toda a pe­nín­sula ibé­rica. Morreu no dia 16 de Abril.

Ge­raldo ou Gerardo, na­tural da Gália, pro­fessou no mos­teiro de Moissac, de onde passou para To­ledo; de­pois foi eleito bispo de Braga, onde exerceu grande ac­ti­vi­dade na re­or­ga­ni­zação da di­o­cese, na pro­moção da vida mo­nás­tica, na re­forma li­túr­gica e pas­toral, na re­cons­trução de igrejas, bem como na apli­cação da dis­ci­plina ecle­siás­tica. Morreu neste dia 5 de De­zembro, na lo­ca­li­dade de Bornes, quando fazia as vi­sitas pas­to­rais nessa dis­tante região. († c. 579; c. 665; 1108). Ver páginas 51-52: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

2.   Em Ta­bessa, na Nu­mídia, na ac­tual Ar­gélia, a paixão de Santa Cris­pina de Tagore (também na Folhinha do Coração de Jesus), mãe de fa­mília, que, no tempo dos im­pe­ra­dores Di­o­cle­ciano e Ma­xi­miano, porque se re­cusou sa­cri­ficar aos ídolos, por ordem do procônsul Ano­lino foi degolada. († 304). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Numídia, no ano do Senhor de 304, o martírio de Santa Crispina. Diante de seus juízes, confessou que não havia “jamais sacrificado aos falsos deuses, e só queria sacrificar ao verdadeiro Deus e a Nosso Senhor Jesus Cristo, seu Filho, que nasceu e sofreu”. Após a leitura da sentença de morte, fez o sinal da cruz, inclinou a cabeça e foi decapitada. (M). Ver páginas 45-49: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

3.   Perto de Je­ru­salém, São Sabas, abade, que, nas­cido na Ca­pa­dócia, se re­tirou para o de­serto da Ju­deia, onde ins­ti­tuiu um novo es­tilo de vida ere­mí­tica em sete mos­teiros, que se cha­maram lauras, nas quais os ere­mitas se reu­niam sob a di­recção de um su­pe­rior. Viveu du­rante muitos anos na Grande Laura, pos­te­ri­or­mente de­sig­nada com o seu nome, res­plan­de­cendo pelo exemplo da san­ti­dade e lu­tando ar­du­a­mente pela fé de Calcedónia. († 532). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de Jerusalém, em 532, o nascimento no céu de São Sabas, cognominado “a pérola do Oriente”. Fundador e higúmeno do mosteiro que mais tarde tomou seu nome, foi um dos principais organizadores do monaquismo palestino. Seu culto foi introduzido em Roma por seus filhos, expulsos pelos persas e árabes no séc. VII. (B). Ver páginas 25-35: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sabas,_o_Santificado

– Ver “Sabas, o Santificado (Mázaca439 – Lavra de São Sabas5 de dezembro de 532) foi um eremita dos séculos V-VI. Oponente assumido dos monofisistas e dos origenistas, Sabas tentou dissuadir os imperadores bizantinos (Anastácio I Dicoro em 511 e Justiniano I em 531) contra eles. A ele é atribuído a autoria do Típico de São Sabas (Typicon S. Sabae), um regulamento para o Culto Divino, embora ainda haja controvérsias.[1]”: Sabas, o Santificado – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

4.   No ce­nóbio de São Pedro de Aquara, na Lu­cânia, hoje na Cam­pânia, re­gião da Itália, São Lú­cido, monge. († c. 938)

5.   Em Mântua, na Lom­bardia, também re­gião da Itália, o Beato Bar­to­lomeu Fánti, pres­bí­tero da Ordem dos Car­me­litas, que, pela sua pa­lavra e exemplo, es­ti­mulou o co­ração dos fiéis ao santo amor de Deus e à de­voção fi­lial a Maria, Mãe de Deus. († 1495)

6.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, São João Almond, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante mais de dez anos exerceu clan­des­ti­na­mente o mi­nis­tério pas­toral, até que, no rei­nado de Jaime I, por causa do seu sa­cer­dócio foi en­for­cado em Ty­burn, não dei­xando de dar es­molas mesmo no patíbulo. († 1612)

7*.   Em Scwerin, ci­dade da re­gião de Mec­klen­burg, na Ale­manha, o pas­sa­mento do Beato Ni­colau Stensen, bispo ti­tular de Ti­ció­polis, que, oriundo da Di­na­marca, foi um dos mais no­tá­veis in­ves­ti­ga­dores das ci­ên­cias na­tu­rais; mas, abra­çando a fé ca­tó­lica, quis servir a Deus ao ser­viço da ver­dade e foi or­de­nado pres­bí­tero e de­pois bispo, de­sen­vol­vendo com grande zelo a sua missão na Eu­ropa setentrional. († 1683)

8*.   Em Turim, na Itália, o Beato Fi­lipe Rináldi, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana, que se de­dicou à pro­pa­gação da fé em terras de missão. († 1931)

9♦.   Em Gua­da­la­jara, na Es­panha, o Beato Luís Mar­tínez Alvarellos, re­li­gioso da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir, que, no tempo de per­se­guição re­li­giosa, en­frentou glo­ri­o­sa­mente o com­bate por Cristo. († 1936)

10*.   Perto de Mu­nique, na Ba­viera, re­gião da Ale­manha, o Beato Nar­ciso Putz, pres­bí­tero e mártir, que, des­ter­rado da Po­lónia ocu­pada por um re­gime es­tran­geiro du­rante a guerra, foi le­vado para o campo de con­cen­tração de Da­chau, onde morreu con­su­mido por cruéis tormentos. († 1942)

11. São Nicécio, ou São Niziero (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver páginas 36-44:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

– Em 01 de outubro: Em Tré­veris, na Re­nânia da Aus­trásia, no ter­ri­tório da ac­tual Ale­manha, São Ni­cécio, bispo, que, se­gundo o tes­te­munho de São Gre­gório de Tours, era ve­e­mente na pre­gação, ter­rível na re­pre­ensão, con­sis­tente no en­sino. So­freu o exílio no tempo de Clo­tário, rei dos Francos. († 561). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nic%C3%A9cio_de_Tr%C3%A9veris

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico,o séc. VI, São Niziero, bispo de Treves. Conselheiro dos reis da Austrásia, sofreu o exílio por ter censurado os monarcas por seus erros. (M)

12. São Dalmácio (também na Folhinha do Coração de Jesus).Ver página 55: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)

13. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, receberam a coroa do martírio Santo Anastácio, no Oriente; e os Bem-Aventurados Júlio, Pótano, Félix e Grato, na África. (M)

14. Conforme o Martirológio Romano-Monástico,No séc. IX, na Frígia, São João, bispo, que durante sua vida e depois de sua morte beneficiou aquela região, (M)

15. São Basso, bispo e mártir. Ver página 50: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf  

16. BEM-AVENTURADOS NICOLAU TAVILICH, DEODATO ARIBERTO, ESTÊVÃO DE CUNEO E PEDRO DE NARBONA, FRANCISCANOS, mártires. Ver páginas 53-54: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

17. Outros santos do dia 05 de dezembro: págs. 25-55: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

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Sobre 05 de dezembro, ver ainda: 5 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 928-930:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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Santas e Santos de 04 de dezembro

1. São João Da­mas­ceno (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero e doutor da Igreja, in­signe pela sua san­ti­dade e dou­trina, que lutou ar­do­ro­sa­mente com a sua pa­lavra e seus es­critos contra o im­pe­rador Leão, o Isáu­rico, em de­fesa do culto das sa­gradas ima­gens e, tor­nando-se monge na laura de São Sabas, perto de Je­ru­salém, compôs hinos sa­grados e ali morreu. O seu corpo foi se­pul­tado neste dia. († c. 749). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 749, o nascimento no céu de São João Damasceno, presbítero e Doutor da Igreja. Por ter defendido o culto das santas imagens, teve que deixar a corte do califa árabe de Damasco. Entrou então para o mosteiro de São Sabas, perto de Jerusalém, onde escreveu, em particular, um tratado sobre a fé ortodoxa dos Padres gregos. Ele aparece também como um dos principais defensores da tradição mariana da Igreja. (M) Ver VIDA DE SÃO BRÁS escrita por São João Damasceno em páginas 112-149: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%208.pdf

– Ver:  https://pt.m.wikipedia.org/wiki/João_Damasceno

– Ver “João Damasceno ou João de Damasco (em grego: Ἰωάννης ὁ Δαμασκηνός; romaniz.: Iōannēs ho Damaskēnos; em latimIohannes Damascenus675 – 4 de dezembro de 749), dito Crisórroas (Chrysorrhoas; “boca de ouro”), foi um monge e sacerdote sírio. Nascido e criado em Damasco, morreu em seu mosteiroMar Saba, perto de Jerusalém.[2] Um polímata cujos interesses incluíam direitoteologia e música, algumas fontes afirmam que serviu como administrador-chefe do califa de Damasco antes de sua ordenação.[3][4]”: João Damasceno – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

2.   Co­me­mo­ração de Santa Bár­bara (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, se­gundo a tra­dição, foi virgem e mártir em Ni­co­média, na ac­tual Turquia. († data inc.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, Santa Bárbara, ilustre mártir cujo culto foi amplamente difundido desde o séc. V tanto no Oriente como no Ocidente. Uma antiga tradição, que relata como seu carrasco foi fulminado por um raio, está na origem da devoção popular que a invoca contra os riscos de morte súbita causada pelo fogo ou pela eletricidade. (M). Ver páginas 20-22: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

– Ver:  https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bárbara_de_Nicomédia

– Ver também “Bárbara de Nicomédia (Nicomédiac. 280 – Nicomédiac. 317) foi uma virgem mártir do século III comemorada como santa cristã na Igreja Católica Romana, na Igreja Ortodoxa e na Igreja Anglicana. Em Portugal e no Brasil, tornou-se popular a devoção à Santa Bárbara, invocada como protetora por ocasião de tempestadesraios e trovões, dando origem à expressão “Só se lembram de Santa Bárbara quando troveja“. Ela é comemorada no dia 4 de dezembro de cada ano.”: Bárbara de Nicomédia – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver “DISCURSO DO PAPA JOÃO PAULO II A UM GRUPO DE MARINHEIROS MILITARES ITALIANOS  NO DIA DE SANTA BÁRBARA”: À um grupo da Marinha Militar Italiana pelo dia da padroeira Santa Bárbara (4 de dezembro de 2002) | João Paulo II (vatican.va)

– Ver ainda “Conheça a história de Santa Bárbara e Iansã”: Globoplay

– Ver ainda: “Esta artigo aborda  os  hábitos  alimentares na  festa  centenária  de  Santa  Bárbara,  que  acontece anualmente   em   Salvador,   na   Bahia,   no   dia   04  de  

dezembro.”: Vista do O acará de Iansã na festa de Santa Bárbara (usp.br)

– Ver também “Santa Bárbara, 4 de dezembro – Contra febre, morte súbita ou decorrente de tempestade.”: Catorze santos auxiliares – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

3.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, Santo Hé­ra­clas, bispo, dis­cí­pulo de Orí­genes, seu co­la­bo­rador e su­cessor na es­cola ca­tequé­tica, que ad­quiriu ex­tra­or­di­nária fama e de­pois foi eleito para di­rigir esta sede episcopal. († 247/249)

4.   Em Se­bas­topol, no Ponto, na ho­di­erna Tur­quia, São Me­lécio, bispo, que, em­bora já fa­moso pela sua eru­dição, foi ainda mais emi­nente pela sua vir­tude e in­te­gri­dade de vida. († s. IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Ponto, no séc. IV, São Melécio, bispo. Homem de grande experiência e vasta cultura, foi cognominado por seus companheiros de mocidade “o mel da Ática”, sendo considerado por Santo Atanásio e São Basílio como grande defensor da divindade do Verbo em face do arianismo. (M)

5.   Em Bo­lonha, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, São Félix, bispo, que tinha sido diá­cono com Santo Am­brósio na Igreja de Milão. († 431/432). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 431, São Félix, bispo, que dirigiu e santificou a Igreja de Bolonha durante mais de trinta anos. (M)

6*.   Em Vi­enne, na Gália Li­o­nense, na ac­tual França, Santo Apro, pres­bí­tero, que, dei­xando a sua pá­tria, cons­truiu para si uma pe­quena cela e se­guiu a vida so­li­tária e penitente. († s. VII)

7*.   No ter­ri­tório de Bourges, na Aqui­tânia, também na ho­di­erna França, São Si­gi­rano ou Si­rano, monge, pe­re­grino e abade de Longoret. († s. VII)

8*.   Em Le Mans, na Nêus­tria, hoje também na França, Santa Adraílde ou Ada, aba­dessa do mos­teiro de Santa Maria. († d. 692). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VII, Santa Ada, abadessa. Foi de Soissons para Le Mans para implantar a Regra de São Bento no mosteiro de Santa Maria, fundado por São Pavino. (X)

9*.   No mos­teiro de Ellwangen, na Ba­viera, re­gião da Ale­manha, São Sola ou Sualo, pres­bí­tero e eremita. († 794)

10.   Em Po­li­boto, na Frígia, na ho­di­erna Tur­quia, São João, cha­mado o Taumaturgo, bispo, que se em­pe­nhou in­ten­sa­mente contra o de­creto do im­pe­rador Leão o Ar­ménio a favor do culto das sa­gradas imagens. († s. IX)

11.   No mos­teiro de Si­eg­burg, na Re­nânia, re­gião da Ale­manha, Santo Anónio, bispo de Co­lónia, homem de exímio ta­lento, que, du­rante o rei­nado do im­pe­rador Hen­rique IV, teve uma ac­tu­ação de grande pres­tígio, tanto na Igreja como nos as­suntos civis e, para au­mentar a fé e a pi­e­dade, fo­mentou a cons­trução de muitas igrejas e mosteiros. († 1075). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Santo Annon, bispo de Colônia, fundador de cinco mosteiros, em particular o de Siegeburg. (X). Ver “Anno II (c. 1010 — Siegburg4 de dezembro de 1075) foi Arcebispo de Colônia de 1056 a 1075… Foi canonizado em 1183 pelo Papa Lúcio III. Foi fundador e co-fundador de mosteiros (MichaelsbergGrafschaft e Affligem) e um construtor de igrejas. Defendeu o celibato clerical e introduziu uma disciplina rigorosa em vários mosteiros. Era um homem de grande energia e capacidade, cuja ação em reconhecer Alexandre II foi da maior importância para Henrique IV e para a Alemanha. Anno foi o protagonista de duas importantes obras literárias: Vita Annonis, escrita em latim, e Annolied, em alto-alemão médio.”: Anno II – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

12.   Em Sa­lis­bury, na In­gla­terra, Santo Os­mundo, bispo, que, acom­pa­nhando o rei Gui­lherme, se tras­ladou da Nor­mandia para a In­gla­terra, e, pro­mo­vido ao epis­co­pado, ce­le­brou a de­di­cação da igreja ca­te­dral e pro­moveu a ad­mi­nis­tração da di­o­cese e a dig­ni­dade do culto divino. († 1099)

13.   Em Parma, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, São Ber­nardo (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que, sendo monge, pro­curou sempre a vida de per­feição, como car­deal o bem da Igreja e como bispo a sal­vação das almas. († 1133). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1133, São Bernardo Umberti, monge e depois abade geral de Valumbrosa. Nomeado legado pontificio na Lombardia, e finalmente bispo de Parma, deu provas das maiores qualidades de liderança, sem jamais perder seus hábitos de simplicidade monástica. (M)

14*.   Em Sena, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato Pedro Pectinário, re­li­gioso da Ordem Ter­ceira de São Fran­cisco, in­signe pela sua pe­cu­liar ca­ri­dade para com os po­bres e os en­fermos, bem como pela sua vida de hu­mil­dade e silêncio. († 1289)

15*.   Em Edo, lo­ca­li­dade do Japão, os be­atos már­tires Fran­cisco Gálvez, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores, Je­ró­nimo de Ângelis, pres­bí­tero, e Simão Yempo, re­li­gioso, ambos da Com­pa­nhia de Jesus, que foram quei­mados vivos em ódio à fé. († 1622/1623). Ver página 24: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)

16♦.   Em Tó­quio, no Japão, o Beato João Hara Mondo, re­li­gioso da Ordem Ter­ceira de São Fran­cisco e mártir. († 1623)

17*.   Em Co­lónia, na Re­nânia da Prússia, hoje na Ale­manha, o beato Adolfo Kolping, pres­bí­tero, que, ar­den­te­mente so­lí­cito para com os tra­ba­lha­dores e a jus­tiça so­cial, fundou uma as­so­ci­ação de jo­vens ope­rá­rios e a di­fundiu em muitos lugares. († 1865)

18.   Em Ve­rona, na Itália, São João Calábria, pres­bí­tero, que fundou a Con­gre­gação dos Po­bres Servos e das Servas da Di­vina Providência. († 1954). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/João_Calábria

Ver em 08 de outubro: SÃO JOÃO CALÁBRIA: Nasceu em 8 de outubro de 1873, em Verona, Itália. Muito preocupado com os necessitados, desde o início cultivou o hábito de visitar os doentes, desdobrando-se também na catequese das crianças abandonadas. Fundou a Congregação dos Pobres Servos da Divina Providência e devido às necessidades funda o ramo feminino da Obra, as Pobres Servas da Divina Providência. A orientação básica que costumava repetir era muito simples, como foi toda a sua vida: “Sejamos evangelhos vivos”. Faleceu no dia 4 de dezembro de 1954, quando ofereceu sua vida no lugar da do Papa Pio XII, que na ocasião também estava doente. Quando este recebeu a notícia da morte de padre Calábria, cuja vida acompanhou e admirava, assim o definiu: era um “campeão de evangélica caridade”. Foi canonizado pelo papa João Paulo II em 1999. Ver também “São João Calábria (Verona8 de outubro de 1873 – Verona4 de dezembro de 1954) nasceu em Verona no dia 8 de outubro de 1873, sétimo e último filho de Luís Calábria, sapateiro, e de Ângela Foschio, empregada doméstica e mulher de grande fé, educada pelo Servo de Deus Pe. Nicolau Mazza, em seu Instituto para meninas pobres… Canonizado em 18 de abril de 1999 pelo Papa João Paulo II”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Cal%C3%A1bria

– Ver “Morreu em 4 de dezembro de 1954, foi beatificado pelo Santo Padre João Paulo II em Verona, no dia 17 de abril de 1988, e canonizado pelo mesmo Papa em 18 de abril de 1999, em Roma. A festa litúrgica de São João Calábria é comemorada em 8 de outubro.”: História de São João Calábria (pobresservos.org.br)

– Ver também “Morreu no dia 4 de dezembro de 1954. Na vigília, porém, fez o seu último gesto de caridade: ofereceu a sua vida ao Senhor pelo papa Pio XII, que estava agonizando. Deus aceitou sua oferta: Pe. João Calábria morreu e o Papa, misteriosa e repentinamente recuperou a saúde e viveu por mais quatro anos. O mesmo Pontífice, desconhecendo o último gesto de oferta do Pe. Calábria, mas profundo conhecedor de toda a sua vida, recebendo a notícia de sua morte, em um telegrama de pêsames à Congregação, definiu-o “campeão de evangélica caridade “. O Pe. João Calábria foi beatificado pelo papa João Paulo II no dia 17 de abril de 1988.”:

http://www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_19990418_giovanni-calabria_po.html

– Ver em 04 de dezembro: Em Ve­rona, na Itália, São João Calábria, pres­bí­tero, que fundou a Con­gre­gação dos Po­bres Servos e das Servas da Di­vina Providência. († 1954). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/João_Calábria

19. Na Igreja Ortodoxa Oriental, São Clemente de Alexandria. Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Clemente_de_Alexandria

– Ver “Clemente de Alexandria ou Tito Flávio Clemente (Atenas (?), c. 150 – Palestina215) foi um escritor, teólogoapologista cristão grego nascido em Atenas… Clemente de Alexandria é tido como santo na Igreja Ortodoxa e entre os católicos orientais. Na Igreja Católica Apostólica Romana, porém, não houve canonização.”: Clemente de Alexandria – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver também: https://www.google.com/search?q=s%C3%A3o+clemente+de+alexandria&oq=s%C3%A3o+clemente+de+alexandria&aqs=chrome..69i57j0l2.7265j0j8&sourceid=chrome&ie=UTF-8

20. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Mesopotâmia, perto do ano de 400, São Marutas, bispo. Nomeado por duas vezes embaixador de Roma junto à corte da Pérsia, aproveitou para reorganizar a Igreja daquele país e recolher as atas dos mártires persas. (M). Ver também mais São Sahag e Mesrob páginas 16-19: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

21. Ver em 25 de outubro. Em Pécs, na Hun­gria, Santo Amaro, bispo, que, tendo sido mestre de re­tó­rica du­rante quase toda a sua vida, se fez monge e de­pois foi abade do mos­teiro de São Martinho. († 1070). Conforme o Martirológio Romano-Monástico de 04 de dezembro no ano do Senhor de 1070, São Mauro, monge beneditino de Pannohalma, eleito bispo de Pécs, na Hungria. (X). Ver “São Maurício de Pécs ou Mór ( húngaro : Mór pécsi püspök ) foi o primeiro prelado conhecido que nasceu no Reino da Hungria . Ele foi abade da Abadia Beneditina de Pannonhalma entre cerca de 1029 e 1036, e bispo de Pécs do ano 1036 até sua morte por volta do ano 1075. Ele escreveu a Lenda dos Santos Bento e André Zorard , dois eremitas que viveram na região de Nitra em a Eslováquia dos dias modernos . O próprio culto de Maurus foi confirmado pelo Papa Pio IX em 1848. São Maurício de Pécs – https://pt.qaz.wiki/wiki/Saint_Maurus_of_P%C3%A9cs”: São Maurício de Pécs – Saint Maurus of Pécs – qaz.wiki

OBS. NO VIDA DOS SANTOS de 04 de dezembro, São Pedro Crisólogo – páginas 9-15, (cuja memória é 30 de julho. Na Folhinha do Coração de Jesus, São Crisólogo, dia 02 de dezembro)

22. Outros santos do dia 04 de dezembro: págs. 09-24: VIDAS DOS SANTOS – 21.pdf (obrascatolicas.com)            

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 04 de dezembro, ver ainda: 4 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 925-928:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

Santas e Santos de 03 de dezembro

Me­mória de São Fran­cisco Xa­vier (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus, evan­ge­li­zador das Ín­dias, que, nas­cido em Na­varra, foi um dos pri­meiros com­pa­nheiros de Santo Inácio. Mo­vido pelo ar­dente de­sejo de pro­pagar o Evan­gelho, anun­ciou di­li­gen­te­mente Cristo a inu­me­rá­veis povos da Índia, das Mo­lucas e ou­tras ilhas, e de­pois no Japão, con­ver­tendo muitos à fé; fi­nal­mente morreu na ilha de San­choão, con­su­mido pela en­fer­mi­dade e pela fadiga. († 1552). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de São Francisco Xavier, sacerdote da Companhia de Jesus. Originário de Navarra, fez parte do grupo dos primeiros companheiros de Santo Inácio de Loyola, em Paris. Enviado a evangelizar as Indias, anunciou a Boa Nova naquela região durante dez anos e batizou milhares de pagãos Chegou depois ao Ceilão e ao Japão, e morreu em 1552, no momento em que se preparava para ir à China. Novo Apóstolo dos Gentios, foi proclamado Patrono Celeste das Missões Católicas. Seu corpo repousa em Goa, na India. (R). Ver páginas 387-395: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Francisco_Xavier

– Ver “São Francisco Xavier, nascido Francisco de Jasso Azpilicueta Atondo y Aznáres (Xavier7 de abril de 1506 — Sanchoão3 de dezembro de 1552), foi um missionário católico do padroado português e apóstolo navarro (basco-navarro),pioneiro e cofundador da Companhia de Jesus. A Igreja Católica Romana considera que tenha convertido mais pessoas ao Cristianismo do que qualquer outro missionário desde São Paulo, merecendo o epíteto de “Apóstolo do Oriente”.”: Francisco Xavier – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

2.   Co­me­mo­ração de São So­fo­nias (também na Folhinha do Coração de Jesus), pro­feta, que, nos dias de Jo­sias, rei de Judá, anun­ciou a ruína dos ím­pios no dia da ira do Se­nhor e for­ta­leceu os po­bres e in­di­gentes na es­pe­rança da salvação. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no final do séc. VI antes de Cristo, o Profeta Sofonias. Em reação contra a dominação assíria que pervertia o reino de Judá, anunciou o “dia do Senhor”, cataclismo universal que deveria marcar o fim de uma era de pecado ea restauração do povo de Deus a partir de um “resto”. (M). Ver páginas 396-402: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

3.   Em Tânger, na Mau­ri­tânia, ac­tu­al­mente em Mar­rocos, São Cas­siano, mártir. († c. 300). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. III de nossa era, em Tânger, São Cassiano, mártir. Segundo o texto de sua paixão, ele ficou de tal modo indignado com a condenação injusta de um cristão, que se demitiu de sua função de escrivão do tribunal, sendo por isso imediatamente encarcerado. (M). Ver páginas 403-404: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

4.   Em Win­chester, na In­gla­terra, o se­pul­ta­mento de São Bi­rino (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, en­viado à Grã-Bre­tanha pelo papa Ho­nório, foi o pri­meiro bispo de Dor­chester e di­fundiu com grande di­li­gência o anúncio da sal­vação entre os Sa­xões ocidentais. († c. 650). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 649, São Birino, missionário, enviado à Inglaterra pelo papa Honório I. Lá batizou o rei de Wessex, evangelizou os súditos saxões e criou a Sé episcopal de Dorchester. (M)

5.   Em Chur, ci­dade da Récia, na Hel­vécia, hoje na Suíça, São Lúcio, eremita. († s. VI/VII).

6*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, o Beato Edu­ardo Coleman, mártir, que, por ter abra­çado a fé ca­tó­lica, que fal­sa­mente acu­sado de cons­pi­ração contra o rei Carlos II, por ter abra­çado a fé ca­tó­lica, foi en­for­cado em Ty­burn e, ainda com vida, esquartejado. († 1678)

7*.   Em Trento, na re­gião do Vé­neto, na Itália, o Beato João Ne­po­mu­ceno De Tschiderer, bispo, que ad­mi­nis­trou esta Igreja com evan­gé­lico ardor de fé e trato cor­dial e, em tempo de tri­bu­lação, deu à sua grei um ad­mi­rável tes­te­munho de amor. († 1860)

8♦.   Em Pa­ra­cu­ellos del Ja­rama, lo­ca­li­dade pró­xima de Ma­drid, na Es­panha, os be­atos Fran­cisco Fer­nández Es­co­sura e Ma­nuel San­tiago Santiago, re­li­gi­osos da Ordem dos Pre­ga­dores e már­tires, que, du­rante a per­se­guição re­li­giosa, foram mortos em ódio à fé cristã. († 1936)

9♦.   Em Li­nares, perto de Jaén, na An­da­luzia, re­gião da Es­panha, o Beato Ma­nuel Lo­zano Garrido (“Lolo”), fiel leigo, que soube ir­ra­diar com o seu exemplo e es­critos o amor de Deus e a gran­deza de alma, mesmo entre as mo­lés­tias que o ti­veram su­jeito a uma ca­deira de rodas du­rante quase vinte e oito anos e no final da vida também perdeu a vista, mas con­se­guiu con­ti­nuar a ga­nhar os co­ra­ções para Cristo com ale­gria se­rena e inquebrantável. († 1971)

10. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 340, São Mirocles, bispo de Milão. Santo Ambrósio declarou ter recebido dele, como herança, uma Igreja próspera. (M)

11. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de Sena, na Toscana, no ano de 1181, a volta para Deus de São Galgano. Após ter passado por uma juventude desordenada, converteu-se e retirou-se para um eremitério, onde terminou seus dias em rigorosa penitência. (M)

12. Outros santos do dia 03 de dezembro: págs. 387-405: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XX – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 03 de dezembro, ver ainda: 3 de dezembro – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 924-925:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

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MUITO OBRIGADO!

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