Santas e Santos de 21 de março

1.   No Egipto, São Se­ra­pião, anacoreta (monge cristão ou eremita que vive em retiro, solitariamente, especialmente nos primeiros tempos do cristianismo). († data inc.).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na mesma época (séc. IV) o bem-aventurado Serapião, bispo de Thmuis, que foi expulso de sua Sé episcopal por causa da ortodoxia de sua fé. O célebre Eucológio, perpetuado sob seu nome, constitui um precioso documento da liturgia egípcia do séc. IV (M).

São Serapião de Tmuis. Ver “Serapião de Tmuis foi um monge egípcio de grande erudição e muito inteligente. Por certo período ele dirigiu a famosa Escola Catequética de Alexandria, mas renunciou de modo a ter mais tempo para as orações e reflexões. Lutou contra o macedonianismo e o arianismo. É considerado um santo e faleceu em 370… Acima de tudo São Serapião tornou-se conhecido por causa de um escrito sacramentário de sua autoria chamado Eucológio, que foi descoberto e publicado em 1899. Esta coleção de orações litúrgicas foi traduzido para várias línguas, inclusive o inglês, e era destinado primeiramente aos bispos. Não obstante, é muito usado pelo público em geral em todo o oriente e pela Igreja Copta.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Serapi%C3%A3o_de_Tmuis

– Ver também “santo do dia 21/03/2020: Ele foi gigante ao lado de Atanásio no combate ao arianismo e foi grande inimigo dos maniqueus (https://pt.wikipedia.org/wiki/Manique%C3%ADsmo). Escreveu um livro Contra os maniqueus, que Facundo de Ermiana erroneamente atribuiu a Atanásio.

Não parece, todavia, que seja de Serapião ou pelo menos não é de sua autoria a última redação do Eucológio (30 orações litúrgicas) importante para a liturgia egípcia do século IV. São Jerônimo, que dedicou um capítulo do seu Homens ilustres a Serapião, definindo-o escolástico pela sua ciência, nos informa que escreveu muitas cartas a várias pessoas. Diz-se que estava entre os cinco bispos que formaram uma comissão e foram ao imperador Constâncio II interceder por Atanásio. A missão fracassou e Serapião foi deposto da Sede pelos arianos. Morreu pouco depois de 362 e sua festa foi fixada em 20 de março – VER ABAIXO – no Martirológio Romano.”: https://www.paulus.com.br/portal/santo/sao-serapiao-de-thmuis-bispo/#.X6_HmchKhnI

– Ver “21 de marçoEsse bispo desempenhou suas funções como poucos, morrendo em 362. O Martirológio Romano indica o dia 21 de março para a veneração litúrgica de São Serapião de Thmius.

*Fonte: Pia Sociedade Filhas de São Paulo Paulinas https://www.paulinas.org.br  http://www.arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/sao-serapiao-de-thmuis

– Ver : https://books.google.com.br/books?id=AQ37vFgm_fwC&pg=PA74&lpg=PA74&dq=eucol%C3%B3gio+de+S%C3%A3o+Serapi%C3%A3o&source=bl&ots=JMlkdJJ3pY&sig=ACfU3U1ET3kzslIhRGv2ZLI82YzzsmO4mQ&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwifsOv9hYLtAhUxILkGHUJQDmw4ChDoATAEegQICRAC#v=onepage&q=eucol%C3%B3gio%20de%20S%C3%A3o%20Serapi%C3%A3o&f=false

– Ver ainda “… 370 ST SERAPION, BISPO DE THMUIS

Apelidado de “o Escolástico” por causa de seu aprendizado tanto no conhecimento sagrado quanto no secular, São Serapião presidiu por algum tempo a escola catequética de Alexandria; depois retirou-se para o deserto, onde se tornou monge e fez amizade com Santo António (Santo Antão), que ao morrer deixou-lhe uma das suas túnicas. Serapião foi retirado de seu retiro para ser colocado na sede episcopal de Thmuis, uma cidade do Baixo Egito, perto de Diospolis. Ele participou do Concílio de Sardica em 347, foi intimamente associado a Santo Atanásio na defesa da fé católica, e é dito por São Jerônimo ter sido banido pelo imperador Constâncio.
Ele informou Atanásio sobre a nova heresia macedônia que estava sendo propagada e as quatro cartas que Atanásio, do deserto onde estava escondido, escreveu a Serapião foram a primeira refutação expressa desse erro a ser publicada. São Serapião trabalhou com grande sucesso contra os arianos e os macedônios, e também compilou um excelente livro contra os maniqueus.
Ele escreveu várias cartas eruditas e um tratado sobre os títulos dos Salmos, que estão perdidos, mas para nós sua obra mais importante é o Euchologion, descoberto e publicado no final do século passado.
Sócrates diz que São Serapião fez um breve epigrama ou resumo da perfeição cristã que ele repetia muitas vezes

A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência.”

Acredita-se que ele tenha morrido no banimento, mas a data exata de sua morte não é conhecida.

Ver Acta Sanctorum, março, vol. iii; DCB., vol. IV, pág. 613 e CMII., pp. 154-155. Tem havido muita confusão nas entradas do martirológio. Há um breve relato da carreira de Serapião no prefácio do livreto do Bispo John Wordsworth, Bishop Serapion’s Prayerbook (1910), sendo uma tradução das orações de seu Euchologion.

Egito, também conhecido como Serapião de Arsinoc. Ele era originalmente um monge no deserto egípcio e companheiro de Santo Antônio (Santo Antão) que deixou em seu testamento o presente de dois mantos de pele de carneiro, um para Serapião e outro para Santo Atanásio. de Alexandria. Amigo íntimo de Atanásio, ele deu apoio ao patriarca contra os hereges arianos no Egito, especialmente depois de receber a nomeação como bispo de Thmuis, no Baixo Egito, no delta do Nilo. Por causa de seu apoio inequívoco a Atanásio e sua oposição ao arianismo, ele foi exilado por um tempo pelo ardente imperador ariano Constâncio II. Um erudito e teólogo brilhante, ele também foi o autor de uma série de escritos sobre a doutrina da divindade do Espírito Santo (dirigida ao imperador), o Euchologiurn (um sacramentário) e um tratado contra o maniqueísmo.
Serapion the Scholastic B (RM) (também conhecido como Serapion ou Sarapion of Thmuis)

Serapião era um monge egípcio de grande erudição e um intelecto penetrante. Por um tempo, ele dirigiu a famosa escola catequética de Alexandria, no Egito, mas renunciou para passar mais tempo em oração e exercícios penitenciais. Assim, cedo na vida foi discípulo de Santo Antônio no deserto. Ele também era um bom amigo e apoiador de Santo Atanásio, que nos conta em sua Vida de Santo Antônio que quando Serapião visitou Antônio, este frequentemente contava os eventos anteriores que estavam ocorrendo à distância no Egito. Após sua morte, Antônio deixou para Serapião uma de suas túnicas de cabelo.
Após sua consagração como bispo de Thmuis (perto de Diospolis) no delta do Nilo, Serapião tornou-se uma figura de destaque nos assuntos eclesiásticos. Ele era um vigoroso oponente do arianismo (o Filho não é consubstancial ao Pai) e um ávido defensor de Atanásio. Por essa postura, foi banido pelo imperador Constâncio e chamado confessor por São Jerônimo. Assim que surgiu a blasfêmia do macedonismo (macedonianismo), Serapião se opôs vigorosamente a essa negação da divindade do Espírito Santo e informou Atanásio, que escreveu contra ela em quatro cartas dirigidas a Serapião, em 359, enquanto Atanásio estava escondido no deserto.
Serapião também escreveu um excelente livro contra o maniqueísmo, no qual mostra que nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração, e que tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo. É, portanto, uma autocontradição pretender com os maniqueus que nossas almas são obra de Deus, mas nossos corpos do diabo, ou do princípio do mal. Ele também escreveu várias cartas eruditas e um tratado sobre os títulos dos Salmos, citados por São Jerônimo, mas que agora estão perdidos.
Acima de tudo, Serapião tornou-se o mais conhecido dos santos com este nome porque um sacramentário atribuído a ele, chamado Euchologion, foi descoberto e publicado em 1899. Esta coleção de orações litúrgicas, que foi traduzida para o inglês, destinava-se principalmente a o uso de um bispo. É valioso para o conhecimento do culto público primitivo no Egito
A pedido de Serapião, Atanásio compôs várias de suas obras contra os arianos. Uma carta endereçada a ele sobre a morte de Ário ainda existe. Tão grande era a opinião de Atanásio sobre Serapião que ele desejava que ele corrigisse ou acrescentasse a eles qualquer coisa que ele achasse que estava faltando.
Sócrates relata que Serapião deu um resumo de sua própria vida – uma REGRA RESUMIDA DA PERFEIÇÃO CRISTÃ – que ele repetia muitas vezes: “A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma por caridade, e os apetites irregulares pela abstinência e penitência”.
Serapião morreu no exílio (Attwater, Attwater2, Benedictines, Encyclopedia, Husenbeth)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop

– Ver também EM 30 DE OUTUBRO, SÃO SERAPIÃO BISPO DE ANTIOQUIA “… 211 São Serapião Bispo de Antioquia (190-211) Conhecido principalmente por seus escritos teológicos.
Destes, Eusébio (Hist. eccl., V, 19) menciona uma carta particular dirigida a Caricus e Pontius contra a heresia montanista (https://pt.wikipedia.org/wiki/Montanismo); um tratado dirigido a um certo Domninus, que em tempo de perseguição abandonou o cristianismo pelo erro da “vontade-adoração judaica” (Hist. eccl., VI, 12); uma obra sobre o Evangelho Docetico atribuída a São Pedro, na qual a comunidade cristã de Rhossus na Síria é advertida do caráter errôneo deste Evangelho. Estas foram as únicas obras de Serapião com as quais Eusébio estava familiarizado, mas ele diz que é provável que outras tenham existido em seu tempo. Ele dá dois pequenos extratos do primeiro e do terceiro.
Nota: São Serapião é comemorado no Martirológio Romano em 30 de outubro.]…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#211_St._Serapion_Bishop_of_Antioch

2.   Co­me­mo­ração dos santos már­tires de Alexandria, que, no tempo do im­pe­rador Cons­tâncio e do pre­feito Fi­lá­grio, dentro das igrejas in­va­didas por ari­anos e pa­gãos, foram mortos na Sexta-Feira da Paixão do Senhor. († 339). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. IV, o martírio de Vários Cristãos Egípcios, massacrados pelos arianos e pelos pagãos no dia da comemoração da Páscoa do Senhor. (M).

– Ver “em Alexandria, a festa de vários santos mártires, que, sob o imperador Constâncio e o prefeito Filagro, foram massacrados na igreja, no dia de Sexta-Feira Santa, numa irrupção de arianos e de pagãos. As santas virgens, escreveu Atanásio, foram tratadas. da maneira mais indigna, os monges tiveram os pés queimados, e os demais cristãos cruelmente tratados, vergastados e, afinal, atirados no cárcere. Atanásio, que escapou do motim, descreveu a cena numa carta encíclica em 339.)”, às páginas 203-204: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

3.   Em Lau­conne, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, o dia natal de São Lu­pi­cino, abade, que, com o seu irmão São Romão, se­guiu a ob­ser­vância da vida mo­nás­tica nos montes Jura. († 480)

– Na região lionesa, São Lupicínio, abade (também na Folhinha do Coração de Jesus), muito celebrado pela vida santa e a glória dos milagres. Irmão de Romano, a êle juntou-se na fundação de dois mosteiros, falecendo em 480. Enterrado em Lauconne, os beneditinos honram-no como santo de sua ordem. Ver página 204: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

4*.   Na Ir­landa, Santo Endeu, abade, que fundou na ilha de Aran um ce­nóbio tão cé­lebre que, pela sua fama, era cha­mada ilha dos Santos. († c. 542). Ver página 204: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

Ver Santo Enda de Aran “Santo Enda de Aran (em irlandêsÉannaÉinne) foi um rei e monge irlandês. É considerado um dos pais do monasticismo irlandês, junto de São Finnian de Clonard.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nicolau_de_Fl%C3%BCe

5.   Em Mon­te­cas­sino, na Itália, o dia natal de São Bento, abade (21 de março), cuja me­mória é ce­le­brada no dia onze de julho. († 547).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Monte Cassino, no ano da graça de 547, a morte do nosso Bem-Aventurado Pai São Bento. Nascido em Núrsia perto de 480, interrompeu os estudos que fazia em Roma, para dedicar-se à vida monástica. Depois de três anos passados na solidão em Subiaco, com o único desejo de “agradar somente a Deus”, fundou muitos mosteiros e escreveu a Regra dos Monges, na qual ensina seus discípulos como “glorificar a Deus em todas as coisas” (B).

Me­mória de São Bento, abade (dia 11 de julho), que, nas­cido em Núrsia, na Úm­bria, e edu­cado em Roma, ini­ciou a vida ere­mí­tica na re­gião de Su­biaco, con­gre­gando à sua volta muitos dis­cí­pulos; de­pois di­rigiu-se para Cas­sino, onde fundou o cé­lebre mos­teiro e compôs a Regra que se di­fundiu por tantas re­giões que ele pôde ser cha­mado o pa­tri­arca dos monges no Oci­dente. Morreu, se­gundo a tra­dição, no dia 21 de março. († 547).

= Ver mais sobre São Bento às páginas 188-202: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

* EM 11 DE JULHO: Me­mória de São Bento (também na Folhinha do Coração de Jesus), abade (11 de julho), que, nas­cido em Núrsia, na Úm­bria, e edu­cado em Roma, ini­ciou a vida ere­mí­tica na re­gião de Su­biaco, con­gre­gando à sua volta muitos dis­cí­pulos; de­pois di­rigiu-se para Cas­sino, onde fundou o cé­lebre mos­teiro e compôs a Regra que se di­fundiu por tantas re­giões que ele pôde ser cha­mado o pa­tri­arca dos monges no Oci­dente. Morreu, se­gundo a tra­dição, no dia 21 de Março. († 547). Em Mon­te­cas­sino, na Itália, o dia natal de São Bento, abade, cuja me­mória é ce­le­brada no dia onze de Julho. († 547)

– Ainda conforme o Martirológio Romano-Monástico (de 11 de julho), Solenidade de nosso Bem-Aventurado Pai São Bento. “Homem de vida venerável, deixou a casa e os bens paternos movido pelo desejo de agradar somente a Deus, e procurou o santo hábito do monaquismo. Escreveu uma Regra dos Monges notável pelo espírito de discernimento e clara pela linguagem” (São Gregório Magno), que fez dele o pai dos monges do Ocidente (R).

6.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, a paixão de São Tiago Confessor, que lutou ar­du­a­mente pelo culto das sa­gradas ima­gens e ter­minou a sua vida com um glo­rioso martírio. († c. 824)

7.   Em Va­lence, no ter­ri­tório de Vi­enne, na França, São João, bispo, an­te­ri­or­mente abade de Bon­ne­vaux, que so­freu muitas ad­ver­si­dades pela de­fesa da jus­tiça e ajudou com exímia ca­ri­dade os cam­po­neses, os po­bres e os mer­ca­dores ar­rui­nados pelas dívidas. († c.1145)

8.   Na re­gião mon­ta­nhosa de Ranft, perto de Sa­ch­seln, na Suíça, São Ni­colau de Flüe (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, cha­mado por ins­pi­ração ce­leste a uma con­dição de vida mais per­feita, se se­parou da es­posa e dos dez fi­lhos e foi viver num monte como ana­co­reta. Fa­moso pela du­rís­sima pe­ni­tência e iso­la­mento do mundo, apenas uma vez saiu da so­lidão, quando, pe­rante a ameaça da guerra civil, com uma breve exor­tação con­ci­liou os adversários. († 1487).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico de 25 de setembro, em 1487, São Nicolau de Flue.  Casado e pai de família, deixou aos cinquenta anos sua casa, esposa e seus filhos, de acordo com o conselho evangélico, pelo nome de Cristo. Por sua sabedoria e sua oração conseguiu salvar, um dia, a unidade e a independência dos cantões da Confederação Helvética, da qual mereceu ser proclamado o patrono celeste. (F).”.

Ver também páginas 390-411: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver ainda “Nicolau de Flüe (em alemãoNiklaus von FlüeFlueli21 de março de 1417 – Sachseln21 de março de 1487) foi um eremitaasceta e místico suíço. É considerado o santo padroeiro da Suíça e algumas vezes invocado como “Irmão Klaus”.

Foi canonizado em 1947 por Pio XII[1].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nicolau_de_Fl%C3%BCe

– Ver “1481 São Nicolau von Flue, eremita, figurapolítica suíça. Reconhecido por sua santidade e sabedoria “Bruder Klaus” (Irmão Klaus).

 Na aldeia de Ranft, perto de Sachseln, na Suíça, São Nicolau de Flue, um homem de família que se tornou um anacoreta (Os anacoretas eram monges ou ermitãos cristãos que viviam em retiro e solidão, especialmente nos primórdios do cristianismo, dedicando-se à oração e à escrita de liturgias, a fim de alcançar um estado de graça e pureza de alma pela contemplação), famoso por sua mais ardente penitência e desprezo pelo mundo, e conhecido pelos suíços como o pai da pátria. Ele foi contado entre os santos pelo Papa Pio XII.
Nascido perto de Sachseln, Cantão Obwalden, Suíça, ele recebeu seu nome do rio Flueli, que corria perto de sua cidade natal. Filho de um casal de camponeses, casou-se e teve dez filhos de sua esposa, Dorothea Wissling, e lutou heroicamente nas forças do cantão contra Zurique em 1439. Depois de servir como magistrado e conselheiro altamente respeitado, recusou o cargo de governador várias vezes. vezes e, em 1467, aos cinquenta anos e com o consentimento da esposa e da família, abraçou a vida de eremita, abandonando todo pensamento de atividade política. Nicholas passou a residir em uma pequena cela em Ranft, supostamente sobrevivendo por seus últimos dezenove anos inteiramente sem comida, exceto pela Santa Eucaristia. Reconhecido por sua santidade e sabedoria, ele era regularmente visitado por líderes cívicos, personagens poderosos.
 Através dos trabalhos de Nicolau, ele ajudou a incluir Friburgo e Soleure na Confederação Suíça em 1481, evitando assim a erupção de uma guerra civil potencialmente sangrenta. Uma das figuras religiosas mais famosas da história suíça, ele era conhecido carinhosamente como “Bruder Klaus”, e era muito venerado na Suíça. Foi canonizado formalmente em 1947. É considerado o santo padroeiro da Suíça.
São Nicolau de Flue (Suíça, 1417-1487) que recebeu várias visões da Virgem Maria…
  Um dia, o tentador pressionou Nicolau de Flue com mais força do que de costume, enquanto ele estava em profundo tormento. Nicolau voltou-se para Maria em oração:

Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado.”

Após esta efusão de seu coração, cheio de confiança na poderosa proteção da rainha do céu, o fervoroso eremita levantou-se, energizado com nova coragem, e sua tentação foi vencida. Depois, relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção. Diz-se mesmo que muitas vezes teve a sorte de contemplar Nossa Senhora e de receber visitas frequentes dela. www.medaille-miraculeuse.fr  …”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#St._Nicholas_von_Flue_Hermit_Swiss

9*.   Em Dor­chester, na In­gla­terra, o Beato Tomás Pilchard, pres­bí­tero e mártir, homem culto e afável, que, no rei­nado de Isabel I, foi con­de­nado ao su­plício da forca em ódio ao sa­cer­dócio. Com ele co­me­mora-se também Gui­lherme Pike, mártir, um car­pin­teiro, que no mesmo lugar e em dia des­co­nhe­cido, por ordem da mesma rainha foi cru­de­lis­si­ma­mente dis­se­cado por se ter re­con­ci­liado com a Igreja Romana. († 1591).

– Ver “Em Dorchester, na Inglaterra, o Beato Thomas (Thomas) Pilchard, sacerdote e mártir, homem culto e manso, que no tempo da Rainha Elizabeth I foi condenado à morte por ser padre. Também comemora o Beato William (William) Pike, um mártir, carpinteiro de profissão, que na mesma cidade e em dia desconhecido, sob a mesma rainha, foi despedaçado com grande crueldade por ter se reconciliado com a Igreja Romana.”: https://www.santopedia.com/santos/beato-tomas-pilchard

10*.   Em York, também na In­gla­terra, o Beato Ma­teus Flathers, pres­bí­tero e mártir, que tendo sido aluno do Co­légio dos In­gleses de Douai, no rei­nado de Jaime I foi di­la­ce­rado vivo pela sua fi­de­li­dade a Cristo. († 1608)

11.   Em Si­chuan, pro­víncia da China, a co­me­mo­ração de Santo Agos­tinho Zhao Rong, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a per­se­guição, foi preso e morto pelo nome de Cristo num dia in­certo de primavera. († 1815).

Ver 09 de julho: Agostinho Zhao Rong (1746-1815), um padre diocesano, foi considerado o primeiro mártir nativo chinês. O seu processo de conversão iniciou-se quando, em 1785, fez parte de um grupo de guardas que escoltou o prisioneiro e padre Gabriel-Taurin Dufresse a Pequim. Também contribuiu para a sua conversão o seu contacto com o padre Jean-Martin Moye, que foi beatificado em 1954. Posteriormente, foi baptizado e tornou-se padre, acabando por desenvolver a sua missão em Yunnan, junto da minoria étnica Yi ou Lolo. Foi preso e severamente torturado, acabando por morrer na prisão uns dias mais tarde, no dia 21 de Março de 1815, em Chengdu.[2][7]Os 120 Mártires da China, ou Agostinho Zhao Rong e 119 Companheiros, mártires na China, são mártires católicos da China e santos da Igreja Católica canonizados no dia 1 de Outubro de 2000 pelo Papa João Paulo II.

Entre 1648 e 1930, 87 chineses e 33 missionários ocidentais (incluindo sete religiosas) foram martirizados simplesmente por serem católicos e, em vários casos, pela sua recusa a apostatar. Muitos morreram no Levante dos Boxers (1899-1900), em que camponeses e ultra-nacionalistas chineses xenófobos mataram milhares de cristãos chineses, missionários e outros estrangeiros ocidentais. Na Igreja Católica, os 120 mártires chineses são lembrados todos os anos no dia 9 de Julho como uma memória facultativa.[1][2]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Os_120_M%C3%A1rtires_da_China

12*.   Em Ronco Scrívia, na Li­gúria, re­gião da Itália, Santa Be­ne­dita Cam­biágio Fras­si­nello, que de acordo com o es­poso re­nun­ciou à vida con­jugal e fundou o Ins­ti­tuto das Irmãs Be­ne­di­tinas da Pro­vi­dência, para a for­mação das jo­vens po­bres e abandonadas. († 1858)

– Ver “Em Benedita Cambiagio Frassinello (02/10/1791-21/03/1858) a Igreja nos mostra um exemplo de Santa, esposa, madre, religiosa e fundadora. Ela deixou-se conduzir pelo Espírito através da experiência matrimonial, a de educadora, e a de consagração religiosa, até fundar junto com o marido uma congregação que é o único caso na história da Igreja... Vive no matrimônio dois anos, e depois tem a alegria de realizar, em esse estado, o aspecto profundo e sublime da virgindade espiritual. De acordo com o marido, atraído pela santidade de Benedita, segue o ideal dela e moram juntos como irmãos… Preocupam-se com singular amor pela irmã Maria, gravemente doente de câncer intestinal e hospedada na casa deles. Benedita e José experimentam então uma maternidade e paternidade espirituais sobrenaturais, na fidelidade ao amor conjugal sublimado. Em 1825, quando Maria morre, João Batista Frassinello entra na comunidade religiosa dos Somascos e Benedita na comunidade das Irmãs Ursulinas de Capriolo. (Viveu) Amor conjugal exclusivamente consagrado a Deus… No dia 21 de março de 1858, Benedita morre santamente em Ronco Scrivia, no dia e hora por ela previstos. Ao redor dela acorre um grande número de pessoas para uma última manifestação de estima e chorar aquela que consideravam uma Santa.

Benedita pode ser proposta como modelo e intercessora:

– às pessoas consagradas: para imitar a Cristo no abandono a amorosa Providência;

– aos esposos: na total partilha para uma mais profunda maternidade e paternidade;

– aos jovens: Cristo fonte de alegria e ideal de vida;

– aos educadores: prevenir, compreender, abrir horizontes;

– às famílias que experimentam momentos de dificuldades: para que saibam aceitar as dificuldades quando obrigados a se mudar do lugar de origem; a acolher na família a doença e ajudar eles a morrer serenamente.”: https://www.vatican.va/news_services/liturgy/2002/documents/ns_lit_doc_20020519_benedetta_po.html

– Ver também “… Santa Benedetta Cambiagio Frasinello nasceu em 2 de outubro de 1791 em Langasco (Gênova), Itália; ela morreu em 21 de março de 1858 em Ronco Scrivia na Ligúria. Foi esposa, religiosa e fundadora.
Ela deixou o Espírito Santo guiá-la através da vida conjugal para o trabalho de educação e consagração religiosa.
Fundou uma escola para a formação de moças e também uma congregação religiosa, e fez ambos com a generosa colaboração de seu marido.
Isso é único nos anais da santidade cristã.

Benedetta foi pioneira em sua determinação de dar uma educação de alta qualidade às mulheres jovens, para a formação de famílias para uma “nova sociedade cristã” e para promover o direito das mulheres a uma educação completa.
Chamado ao casamento, depois à vida religiosa

De seus pais Benedetta recebeu uma formação cristã que enraizou nela a vida de fé. Sua família se estabeleceu em Pavia quando ela era menina. Aos 20 anos, Benedetta teve uma experiência mística que lhe deu um profundo desejo de uma vida de oração e penitência e de consagração a Deus. No entanto, em obediência aos desejos de seus pais, em 1816, ela se casou com Giovanni Frassinello e viveu a vida de casada por dois anos. Em 1818, movido pelo exemplo de sua santa esposa, Giovanni concordou que os dois deveriam viver castamente, “como irmão e irmã” e cuidar da irmã mais nova de Benedetta, Maria, que estava morrendo de câncer intestinal. Começaram a viver uma paternidade sobrenatural bastante singular na história da Igreja.
Congregação fundada pela esposa, que é sustentada pelo marido

Após a morte de Maria em 1825, Giovanni entrou para os Padres Somaschi fundados por São Jerônimo Emiliani, e Benedetta dedicou-se completamente a Deus na Congregação Ursulina de Capriolo. Um ano depois, ela foi forçada a sair por causa de problemas de saúde e retornou a Pavia, onde foi milagrosamente curada por São Jerônimo Emiliani. Recuperada a saúde, com a aprovação do Bispo, dedicou-se à educação das jovens. Benedetta precisava de ajuda para lidar com tal responsabilidade, mas seu próprio pai se recusou a ajudá-la. Dom Tosi de Pavia pediu a Giovanni que deixasse o noviciado de Somaschi e ajudasse Benedita a realizar seu trabalho apostólico. Juntos fizeram o voto de perfeita castidade nas mãos do bispo, e então iniciaram seu trabalho comum para promover a formação humana e cristã das meninas pobres e abandonadas da cidade. Seu trabalho educacional foi de grande benefício para Pavia. Benedetta tornou-se a primeira mulher a se envolver nesse tipo de trabalho. O governo austríaco a reconheceu como “Promotora da Educação Pública”.
Ela foi ajudada por jovens voluntárias a quem ela deu uma regra de vida que mais tarde recebeu a aprovação eclesiástica. Juntamente com a instrução, juntou-se à formação em catequese e em habilidades úteis como cozinhar e costurar, com o objetivo de transformar seus alunos em “modelos de vida cristã” e assim assegurar a formação das famílias.
Irmãs Beneditinas da Providência
A obra de Benedetta foi considerada pioneira para a época e foi contestada por algumas pessoas no poder e pela incompreensão dos clérigos
. Em 1838 entregou a instituição ao Bispo de Pavia. Juntamente com Giovanni e cinco companheiros, mudou-se para Ronco Scrivia, na região de Gênova. Lá eles abriram uma escola para meninas que foi um refinamento do que eles fizeram em Pavia.
Eventualmente, Benedetta fundou a Congregação das Irmãs Beneditinas da Providência. Em seu governo, ela enfatizou a educação das meninas. Ela incutiu o espírito de confiança ilimitada e abandono à Providência e de amor a Deus através da pobreza e da caridade. A Congregação cresceu rapidamente, pois realizou um serviço necessário. Benedetta foi capaz de orientar o desenvolvimento da Congregação até sua morte. Em 21 de março de 1858 ela morreu em Ronco Scrivia.
Seu exemplo é o da maternidade sobrenatural, mais coragem e fidelidade em discernir e viver a vontade de Deus.
Hoje as monjas beneditinas da Providência estão presentes na Itália, Espanha, Burundi, Costa do Marfim, Peru e Brasil. Estão ao serviço dos jovens, dos pobres, dos doentes e dos idosos. A fundadora também abriu uma casa da ordem em Voghera. Quarenta anos após a morte de Benedetta, o bispo separou esta casa do resto da Ordem. O nome foi mudado para os Beneditinos da Divina Providência que honram a memória da Fundadora…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#1858_Saint_Benedicta_Cambiagio

13♦.   Em Ato­to­nilco, perto de Gua­da­la­jara, re­gião de Ja­lisco, no Mé­xico, o Beato Mi­guel Gómez Loza, pai de fa­mília e mártir. († 1928).

– Ver “…vida intensa de Miguel Gomez Loza, leigo, altamente empenhada na Igreja… Corajoso, ousado, criativo, apaixonado, consistente e fiel. Não lhe custou progredir nas missões de responsabilidade dentro dos movimentos defensores da Igreja. Irmanado com o Beato Anacleto González, ambos lideraram a Associação Católica sendo referências irrepreensíveis ​​para jovens mexicanos… No dia 21 de março, em um lugar perto de Atotonilco, ele não conseguiu escapar ao cerco dos militares e foi fuzilado com tiros no peito e nas costas, junto com seu secretário Dionisio Vázquez. Antes destruiu a documentação que continha a identidade dos membros que compunham seu grupo. O Papa Bento XVI o beatificou no dia 20 de novembro de 2005 junto com outros mártires mexicanos, incluindo Anacleto.”: http://coisasdesantos.blogspot.com/2018/03/21-de-marco-beato-miguel-gomez-loza.html

– Ver também “Miguel Gomez Loza  (11 de agosto de 1888-21 de março de 1928) foi um líder dos Cristeros durante a Guerra Cristero da década de 1920 no México .”: https://historica.fandom.com/wiki/Miguel_Gomez_Loza

– Ver Os cristeros  “Os  Cristeros eram rebeldes católicos conservadores  que se levantaram contra o governo secular do México durante a Guerra Cristero de 1926-1929. O grito de guerra deles foi ¡Viva Cristo Rey! ¡Viva la Virgen de Guadalupe! (“Viva Cristo Rei ! Viva a Virgem de Guadalupe!”), E a maioria de seus soldados eram camponeses fortemente religiosos. Os Cristeros tinham como alvo os professores em ataques, já que eram culpados pelo ateusistema educacional do país. Os Cristeros tiveram muito sucesso durante a guerra, mas muitos deles foram massacrados pelo governo. O resultado final da guerra foi a ligeira flexibilização das leis anticlericais , embora algumas continuassem em vigor até 1992.”: https://historica.fandom.com/wiki/Cristeros

14. BEM-AVENTURADA SANTUCCIA TERREBOTTI, viúva (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver página 204: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “Beata Santuccia Terrebotti,
Festa: 21 de março
Nasceu em Gubbio, Umbria, Itália;
Morreu em 1305.
Santuccia casou-se e deu à luz uma filha que morreu jovem. Ela e o marido concordaram mutuamente em se separar e entrar na vida religiosa. Tornou-se beneditina em Gubbio e tornou-se abadessa. Com ela, a comunidade migrou para Santa Maria na Via Lata, no Caminho Juliano, em Roma. Lá ela inaugurou uma adesão mais estrita para viver a Regra Beneditina, embora as irmãs sejam geralmente chamadas de Servas de Maria, popularmente chamadas de Le Santuccie”: http://cherpushpum.blogspot.com/2019/11/blessed-santuccia-terrebotti.html

– Ver também “A Beata Santuccia Terre Botti nasceu em Gubbio, Umbria, Itália. Ela era casada e mãe de uma filha que morreu na infância. Ela e o marido concordaram em se separar, cada um entrando na vida religiosa. Santuccia tornou-se freira beneditina em Gubbio, Itália. Santuccia era a chefe das freiras de sua casa. Ela mudou sua comunidade para Santa Maria na Via Lata, a Via Iulia em Roma, Itália, onde viviam em estrita observância da Regra Beneditina e ficaram conhecidas como Servas de Maria ou Le Santucci.”: https://catholicreadings.org/saint-santuccia-terrebotti-saint-of-the-day-march-21/

– Ver A Beata Santuccia Terrebotti (-1305) “A Beata Santuccia Terrebotti nasceu em Gubbia, Unbria, Itália. Ela se casou e deu à luz uma filha que morreu muito jovem. Ela e o marido concordaram em se separar e ir para um convento, cada um por sua conta. Foi assim que Santuccia se tornou uma mulher beneditina em Gubbio e acabou sendo eleita abadessa lá. Sob sua liderança, a comunidade mudou-se para Santa Maria na Via Lata, na Via Iulia em Roma. Lá ela estabeleceu uma observância mais estrita da regra beneditina. Ela morreu em 1305. As irmãs são geralmente chamadas de Servas de Maria ou Le Santuccie .”: https://www.katolsk.no/biografier/historisk/sterrebo

– Ver também “… 1305 BD SANTUCCIA, MATRONA
A pitoresca cidade de Gubbio, na Úmbria, foi o berço de Santuccia TerrebottiEla se casou com um bom homem e eles tiveram uma filha, chamada Julia, que morreu jovemOs pais enlutados decidiram então retirar-se do mundo e dedicar o resto de seus dias a Deus na vida religiosa. Por algum tempo Santuccia governou uma comunidade de freiras beneditinas em Gubbio, mas ao receber a oferta dos edifícios que haviam sido ocupados pelos Templários na Via Juliana, ela se transferiu e suas irmãs para Roma. Lá ela inaugurou uma comunidade de freiras beneditinas que se autodenominavam Servas de Maria, mas eram popularmente conhecidas como Santuccie. O culto de Bd Santuccia nunca foi confirmado.

Ver Garampi, Memorie ecclesiastiche; Spicilegium Benedictinum (1898), vol. ii; e Acta Sanctorum, março, vol. iii.

Nasceu em Gubbio, Úmbria, Itália; Santuccia casou-se e teve uma filha que morreu jovem. Ela e seu marido concordaram mutuamente em se separar e entrar na vida religiosa. Tornou-se beneditina em Gubbio e tornou-se abadessa. Sob ela, a comunidade migrou para Santa Maria na Via Lata, na Via Juliana, em Roma. Lá ela inaugurou uma adesão mais rígida para viver a Regra Beneditina, embora as irmãs sejam geralmente chamadas de Servas de Maria, popularmente chamadas de Le Santuccie (Attwater2, Beneditinas)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#1305_Blessed_Santuccia_Terrebotti

15. Em Catânia, São Berilo (também na Folhinha do Coração de Jesus), ordenado bispo por São Pedro; morreu calmamente, em extrema velhice, após ter convertido grande número de infiéis. Ver página 205: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

16. Outras santas e Santos do dia 21 de março: págs. 188-205 (vol.5): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

Obs. Entra no Google chrome, mas não no edge.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 21 de março, ver também: 21 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 273-275: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

================

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

================

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

================

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

================

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

================

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

================

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

================

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

================

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

================

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

================

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

================

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

================

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

================

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

================

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

================

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

================

* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

================

* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

================

* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

================

* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

================

* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

================

* “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado.” (São Nicolau de Flue – 15 de março)

================

* A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….” (São Serapião de Thmuis 21 de março – conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

================

* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

================

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

================

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

================

“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

================

* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 20 de março

OBSERVAÇÃO:

20 de março costuma também ser o dia do EQUINÓCIO. Na astronomia, o equinócio é definido como o instante em que o Sol, em sua órbita aparente, como vista da Terra, cruza o equador celeste (a linha do equador terrestre projetada na esfera celeste). Há o EQUINÓCIO DA PRIMAVERA no hemisfério norte, e o EQUINÓCIO DO OUTONO no hemisfério sul

– Em 2022, o EQUINÓCIO DE OUTONO no BRASIL é dia 20 de março, às 12h33 (conforme também a Folhinha do Coração de Jesus)

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Equin%C3%B3cio

SANTAS E SANTOS DE 20 DE MARÇO

1.   Co­me­mo­ração de Santo Ar­quipo, com­pa­nheiro do após­tolo São Paulo, que o men­ciona nas suas epís­tolas a Fi­lémon e aos Colossenses. Ver “Arquipo (em latimArchippus; do grego para “mestre do cavalo”) foi um dos primeiros fiéis cristãos, mencionado brevemente no Novo Testamento na Epístola a Filêmon e aos Colossenses.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Arquipo

2.   Em An­ti­o­quia, na Síria, atualmente na Tur­quia, os santos Paulo, Ci­rilo e outro, mártires. († data inc.)

– Ver “… São Paulo e companheiros; Sete mártires na Síria, incluindo Cirilo e Eugênio.
 Na Síria, os santos mártires Paulo, Cirilo, Eugênio e outros quatro.
condenado à morte durante as perseguições romanas. Eles foram martirizados na Síria, embora quase nada mais se saiba sobre eles…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch20.html#St._Paul_and_Companions_Seven_martyrs_

3*.   Em Metz, na Gália Bél­gica, hoje na França, Santo Ur­bício, bispo. († c. 450)

– Ver “… 420 São Urbício Bispo de Metz França, evangelizador.
Um dos evangelizadores da região, foi patrono da expansão monástica que construiu uma igreja em honra de São Francisco de Nola, que se tornou Mosteiro de São Clemente. (Benedictinos)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch20.html#420_St._Urbitius_Bishop_of_Metz_France

4*.   Em Braga, ci­dade da Ga­lécia, hoje em Por­tugal, São Mar­tinho, bispo, oriundo da Pa­nónia, na ac­tual Hun­gria. A sua me­mória ce­lebra-se em Por­tugal, jun­ta­mente com a dos santos bispos Fru­tuoso e Ge­raldo, no dia cinco de Dezembro. († c. 579).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 580, São Martinho de Braga (também na Folhinha do Coração de Jesus). Originário da Panônia, atual Hungria, levou vida monástica na Palestina, de onde chegou à Península Ibérica. Eleito arcebispo de Braga, exerceu uma duradoura influência pastoral através de seus escritos, em particular a Pregação aos camponeses. (M).

Ver também páginas 184-185: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver ainda “Martinho de Dume ou Martinho de Braga (Panónia, c.510/5 – Braga, 579/80), também conhecido como Martinho DumienseMartinho Bracarense ou Martinho da Panónia, foi um bispo de Braga e de Dume considerado santo pela Igreja Católica e pela Igreja Ortodoxa.[1] Martinho nasceu na Panónia, actual Hungria, no século VI. É conhecido como o “apóstolo dos suevos“, por ser considerado o maior responsável pela sua conversão do arianismo ao catolicismo. Também é conhecido por nominar os dias da semana em língua portuguesa.[2]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Martinho_de_Dume

VER 05 DE DEZEMBRO

5.   Na ilha de Farne, na Nor­túm­bria, na ac­tual In­gla­terra, o pas­sa­mento de São Cut­berto, bispo de Lin­dis­farne, que no seu mi­nis­tério pas­toral res­plan­deceu pela mesma di­li­gência an­te­ri­or­mente de­mons­trada no mos­teiro e no ermo, e con­se­guiu con­ci­liar pa­ci­fi­ca­mente a aus­te­ri­dade e modo de viver dos Celtas com os cos­tumes romanos. († 687).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Inglaterra, no ano da graça de 687, o retorno para Deus de São Cutberto. Tendo entrado para o mosteiro de Melrose, de tradição irlandesa, foi mandado para a abadia de Lindisfarne, de observância beneditina e de rito romano. Apóstolo infatigável, foi convocado para o episcopado, cujas funções logo deixou para retornar à vida solitária. (M).

Ver também às páginas 168-170: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf 

– Ver também “Cuteberto (em inglês: Cuthbert) (c. 634 – 20 de março de 687) ou São Cuteberto foi um mongebispo e eremita associado aos monastérios de Melrose e Lindisfarne no Reino da Nortúmbria no Nordeste da Inglaterra.[1] Depois de sua morte, ele se tornou um dos mais importantes santos medievais do norte da Inglaterra, sendo considerado o santo patrono da região e sua festa litúrgica é celebrada em 20 de março.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cuteberto

– Ver ainda “… Cuthbert foi o Apóstolo das Terras Baixas, famoso por seu vigor e bom humor; ele ultrapassou seus companheiros monges em visitar os postos avançados mais solitários e perigosos de cabana em cabana de Berwick a Solway Firth para levar as Boas Novas de Cristo. Abnegadamente, ele entrou nas casas dos atingidos pela peste. E ele era o mais adorável dos santos. Sua paciência e humildade persuadiram os monges relutantes de Lindisfarne a adotar a Regra Beneditina.
Ele é especialmente atraente para nós hoje porque era um homem muito observador, interessado nos hábitos de pássaros e animais. De fato, as Ilhas Farne, que serviram de eremitério para os monges de Durham, são agora um santuário de pássaros e vida selvagem apropriadamente sob a proteção de Cuthbert. Em seu próprio tempo, ele era famoso como um operador de milagres em nome de Deus. Em uma ocasião, ele curou o bebê moribundo de uma mulher com um beijo.
Pequenas conchas encontradas apenas em sua Ilha Farne são tradicionalmente chamadas de Contas de São Cuthbert, e dizem que os marinheiros foram feitas por ele. Esta tradição está incorporada no Marmion de Sir Walter Scott.
As amplas fontes de sua vida e caráter mostram um homem de extraordinário encanto e habilidade prática, que atraiu as pessoas profundamente pela beleza da santidade.
Seu culto é lembrado em nomes de lugares, como Kirkcudbright (Galloway), Cotherstone (Yorkshire), Cubert (Cornwall), e mais de 135 dedicações de igrejas na Inglaterra, bem como 17 adicionais na Escócia. Uma capela na cripta de Fulda foi dedicada a ele em sua consagração (Attwater, Attwater2, Benedictines, Bentley, Colgrave, D’Arcy, Delaney, Encyclopedia, Fitzpatrick, Gill, Montague, Montalembert2, Moran, Skene, Tabor, Webb) …”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch20.html#687_St._Cuthbert_biographer_Saint_Bede

6.   No mos­teiro de Fon­te­nelle, na Nêus­tria, ac­tu­al­mente na França, a de­po­sição de São Vul­frano, que, sendo monge, foi eleito bispo de Sens e se de­dicou a levar ao povo dos Fri­sões a men­sagem evan­gé­lica; fi­nal­mente, re­gressou ao mos­teiro de Fon­te­nelle, onde morreu em paz. († c. 700).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, cerca do ano de 700, São Wulfrano. Filho de um oficial do exército de Clóvis II, abandonou a corte após a morte de seu pai e doou suas terras à abadia de Fontenelle. Em 628 foi nomeado para a Sé episcopal de Sens, de onde partiu para evangelizar a Frísia, onde obteve a conversão do chefe local. (M). Ver também sobre São Volfrão àspáginas 181-183: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também páginas 233-237, São Vulfran e São Vilibrodo: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

– Ver São Wulfram de Fontenelle ou São Wulfram de Sens (também Vuilfran, Wulfrann , Wolfran , latim : Wulframnus Francês : Vulfran ou Vulphran ; c. 640–20 de março de 703) foi o arcebispo de Sens . Sua vida foi registrada onze anos após sua morte pelo monge Jonas de Fontenelle. Wulfram of Sens “… São Wulfram de Fontenelle ou São Wulfram de Sens (também Vuilfran, Wulfrann , Wolfran , latim: Wulframnus Francês : Vulfran ou Vulphran ; c. 640–20 de março de 703) foi o arcebispo de Sens . Sua vida foi registrada onze anos depois de sua morte pelo monge Jonas de Fontenelle . No entanto, parece haver pouco consenso sobre as datas precisas da maioria dos eventos durante sua vida ou post mortem…”: Wulfram of Sens:

https://pt.abcdef.wiki/wiki/Wulfram_of_Sens  ou

https://pt.qaz.wiki/wiki/Wulfram_of_Sens

https://pt.qaz.wiki/wiki/Wulfram_of_Sens 

7.   Co­me­mo­ração de São Ni­cetas, bispo de Apo­lónia, na Ma­ce­dónia, que foi exi­lado pelo im­pe­rador Leão o Ar­ménio por de­fender o culto das sa­gradas imagens. († 733).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Oriente, no ano do Senhor de 783, São Niceta, bispo, que morreu no exílio por ter defendido a doutrina das santas imagens. (M)

8.   Na laura de São Sabas, na Pa­les­tina, a paixão dos santos vinte monges, que du­rante a in­cursão dos Sar­ra­cenos mor­reram su­fo­cados pelo fumo na igreja da Mãe de Deus. († 797)

9*.   Em Sena, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato Am­brósio Sansedóni, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, dis­cí­pulo de Santo Al­berto Magno, que, apesar da sua emi­nente sa­be­doria e pre­gação, pro­cedeu sempre com a maior sim­pli­ci­dade para com todos. († 1287).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1286, o Bem-Aventurado Ambrósio, da Ordem dos Pregadores. Depois de ter seguido em Paris e em Colônia as lições de Santo Alberto Magno, percorreu a Alemanha pregando a doutrina cristã, morrendo em Sena, na Toscana. (M).

Ver também às páginas 171-178: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

10.    Em Praga, na Boémia, ac­tu­al­mente na Ché­quia, São João Ne­po­mu­ceno, pres­bí­tero e mártir, que, pela de­fesa da Igreja so­freu a per­sis­tente per­se­guição do rei Ven­ceslau IV e, de­pois de muitos tor­mentos e atro­ci­dades, foi lan­çado vivo ao rio Mol­dávia. († 1393).

– Ver: No ano da graça de 1383, o martírio de São João Nepomuceno (também na Folhinha do Coração de Jesus de 16 de maio). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1383, o martírio de São João Nepomuceno. Originário da Boêmia, exerceu seu ministério sacerdotal em Praga. Foi aprisionado e depois atirado no rio Moldava por ter se recusado a violar o segredo da confissão. (M).

Ver págs. 379-392: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%208.pdf

– Ver: https://www.youtube.com/watch?v=4zeIgMzGmtE

Ver também em 16 de maio São João Nepomuceno (em checo Jan Nepomucký e alemão Johann von Nepomuk) é um dos santos nacionais da Boémia. Segundo uma lenda foi pregador na corte de Venceslau IV em Praga e confessor da rainha sua mulher, mas, ao negar a divulgar os segredos das confissões dela foi morto, depois de ter sido torturado e lançado ao Rio Vltava.

Tornou-se assim o primeiro mártir do selo da confissão e o patrono contra calúnias, devido à maneira de sua morte.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Nepomuceno

11*.   Em Mântua, na Lom­bardia, re­gião da Itália, o Beato Bap­tista Spag­nóli, pres­bí­tero da Ordem dos Car­me­litas, que res­ta­be­leceu a paz entre os prín­cipes e re­formou a sua Ordem, da qual foi no­meado, contra o seu de­sejo, su­pe­rior geral. († 1516).

– Ver: “Battista Mantovano (em latimBaptista Spagnuoli Mantuanus), também Johannes Baptista Spagnolo, foi um religioso carmelita católico italiano.” Battista Mantovano – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

Ver também 17 de abril

12*.   Em Flo­rença, na Etrúria, ac­tu­al­mente na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato Hi­pó­lito Ga­lan­tíni, que fundou a Ir­man­dade da Dou­trina Cristã e tra­ba­lhou ar­do­ro­sa­mente na for­mação ca­tequé­tica dos po­bres e dos humildes. († 1619).

Ver também páginas 179-180: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

13*.   Em Ernée, lo­ca­li­dade do ter­ri­tório de Mayenne, na França, a Beata Joana Verón, virgem e mártir, que se en­tregou ao cui­dado das cri­anças e dos en­fermos e, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, por ter ocul­tado sa­cer­dotes aos per­se­gui­dores, foi morta ao fio da espada. († 1794)

14*.   Em Tar­ra­gona, na Es­panha, o Beato Fran­cisco de Jesus Maria e José (Fran­cisco Palau Quer), pres­bí­tero da Ordem dos Car­me­litas Des­calços, que no seu mi­nis­tério su­portou graves per­se­gui­ções e, acu­sado in­jus­ta­mente, foi man­dado para a ilha de Ibiza e aí aban­do­nado a si mesmo du­rante vá­rios anos. († 1872).

Beato Francisco Palau. Ver também 07 de novembro. Ver “Francisco de Jesus Maria José Palau y Quer foi um sacerdote carmelita espanhol fundador de duas congregações de irmãs carmelitas. Foi beatificado pelo Papa João Paulo II no dia 24 de abril de 1988.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Francisco_Palau

– Ver “Foi beatificado a 24 de Abril de 1988 e a sua festa litúrgica celebra-se a 7 de Novembro.”: http://www.carmelitas.pt/site/santos/santos_ver.php?cod_santo=58

15.   Em Bilbau, no País Basco, re­gião da Es­panha, Santa Maria Jo­sefa do Co­ração de Jesus (Maria Jo­sefa Sancho de Guerra), virgem, fun­da­dora da Con­gre­gação das Irmãs Servas de Jesus, que ori­entou es­pe­ci­al­mente para o cui­dado dos en­fermos e dos pobres. († 1912)

16*.   Em L’viv, na Ucrânia, São José Bilczewski, bispo, que se de­dicou com ar­dente ca­ri­dade à edi­fi­cação dos cos­tumes e à for­mação dou­trinal do clero e do povo e, no tempo da guerra, so­correu por todos os meios os po­bres e os necessitados. († 1923).

– Ver “…José Bilczewski (em ucraniano Йосип Більчевський), (Wilamowice26 de abril de 1860 – Lviv20 de março de 1923), foi um Arcebispo católico da cidade de Lviv. Ucraniano, foi professor de teologia da Universidade de Lviv e reitor da mesma. Desde 2005, é venerado como santo na Igreja Católica Apostólica Romana”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/J%C3%B3zef_Bilczewski

– Ver Józef Bilczewski, Arcebispo-Metropolitano do Rito Católico Romano de Lviv Em 12de abril de 1959, o Arcebispo Eugeniusz Baziak emitiu um decreto em Cracóvia sobre a beatificação do Servo de Deus Józef Bliczewski”: Arcebispo de Lviv Józef Bilczewski (lwow.com.pl)

– Ver também, para entender RÚSSIA e UCRÂNIA, artigo “RUSSIFICAÇÃO DA UCRÂNIA (tradução da Google)”: https://wikicro.icu/wiki/Russification_of_Ukraine#In_modern-day_Ukraine

17. Em Amiso na Paflagônia, as sete santas mulheres, Alexandra (também na Folhinha do Coração de Jesus), Claudia, Eufrásia, Matrona, Juliana, Eufêmia, Teodósia (também na Folhinha do Coração de Jesus, Teodósio)que sofreram a morte pela fé. Foram seguidas de duas outras mulheres, Santa Derfuta e sua irmã.

Ver página 187: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “…Alexandra, Caldia & Comps. MM (RM)
Alexandra, Caldia, Euphrasia, Matrona, Juliana, Euphemia, Theodosia, Derphuta e uma irmã de Derphuta
eram todas mulheres cristãs de Amisus, Paphlagonia, queimadas até a morte sob Diocleciano (Benedictines).
As Santas Virgens Mártires Alexandra, Claudia, Euphrasia, Matrona, Juliania, Euphemia e Theodosia foram presas na cidade de Amisa (na região costeira do Mar Negro) durante a perseguição contra os cristãos sob o imperador Maximiano Galério (305-311). Sob interrogatório, eles confessaram sua fé e foram submetidos a torturas cruéis por isso. Os malfeitores os açoitaram e os espancaram com varas e cortaram seus peitos. Depois disso, eles foram suspensos e rasgadas com ganchos afiados. Finalmente, as santas virgens foram queimadas vivas em um forno em brasa (+ 310) …”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch20.html#300_St._Alexandra_and_Companions

18. Santa Alexandra de Roma.Alexandra teria sido a esposa do imperador Diocleciano e uma cristã em segredo. Quando ele ordenou que São Jorge fosse torturado, ela teria ido até a arena e se curvado perante o santo, professando abertamente sua fé. O imperador ficou transtornado com o ato da esposa e com os muitos que se converteram ao testemunharem os milagres e a paciente resiliência de Jorge, ordenando que ambos fossem decapitados. Alexandra aceitou serenamente sua sentença e rezava enquanto os guardas a levavam para o local de sua execução. No caminho, ela pediu para descansar um momento e os guardas permitiram. Encostada na parede de um edifício, ela silenciosamente entregou sua alma para Deus e faleceu em 21 de abril de 303. Dois dias depois, São Jorge foi decapitado”.

– Ver 23 de abril. Obs. Tem ligação com São Jorge (23 de abril). Ver “Alexandra de Roma (Αλεξάνδρα) foi uma santa cristã conhecida como a esposa do imperador romano Diocleciano na obra “Martírio de São Jorge”. Ela é também chamada de “Priscila” ou “Prisca“, uma identificação com Prisca, a imperatriz-consorte de Diocleciano.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alexandra_de_Roma

19. Beato Francisco Palau. Ver também 07 de novembro.

– Ver “Francisco de Jesus Maria José Palau y Quer; foi um sacerdote carmelita espanhol fundador de duas congregações de irmãs carmelitas. Foi beatificado pelo Papa João Paulo II no dia 24 de abril de 1988.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Francisco_Palau

– Ver “Foi beatificado a 24 de Abril de 1988 e a sua festa litúrgica celebra-se a 7 de Novembro.”: http://www.carmelitas.pt/site/santos/santos_ver.php?cod_santo=58

20. Outras santas e Santos do dia 20 de março: págs. 168-187 (vol.5): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

Obs. Entra no Google chrome, mas não no edge.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 20 de março, ver também: 20 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 270-273: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch20.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! : http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

================

“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 19 de março

1. So­le­ni­dade de São José (também na Folhinha do Coração de Jesus), es­poso da San­tís­sima Virgem Maria, homem justo, da des­cen­dência de David, que exerceu a missão de pai do Filho de Deus, Jesus Cristo, o qual quis ser cha­mado filho de José e lhe foi sub­misso como um filho a seu pai. A Igreja ve­nera com es­pe­cial honra como seu pa­trono aquele que o Se­nhor cons­ti­tuiu chefe da sua família. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Solenidade de São José, membro da casa de Davi, esposo de Maria Santíssima, suscitado por Deus para zelar como um pai pelo Menino Jesus. (R). 

Ver mais sobre São José às páginas 141-155: 

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “São JoséJosé de NazaréJosé, o Carpinteiro ou São José Operário[1] foi, segundo o Novo Testamento, o esposo da Virgem Maria e o pai adotivo de Jesus.[2][3] O nome José é a versão lusófona do hebraico Yosef (יוסף), por meio do latim Iosephus. Descendente da casa real de David, é venerado como Santo pelas igrejas ortodoxaanglicana e católica, que o celebra como seu padroeiro universal. A liturgia luterana também dedica um dia ― 19 de março ― à sua memória, sob o título de “Tutor de Nosso Senhor”. Operário, é tido como “Padroeiro dos Trabalhadores”, e, pela fidelidade a sua esposa e dedicação paternal a Jesus, como “Padroeiro das Famílias”, emprestando seu nome a muitas igrejas e lugares ao redor do mundo.

José é venerado como São José na Igreja CatólicaIgreja OrtodoxaIgreja Ortodoxa OrientalAnglicanismo e Luteranismo [4].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Jos%C3%A9

– Ver também “… José, Esposo de Maria (RM )
19 de março – Festa de São José, Esposo da Virgem Maria!

Bênçãos sobre São José!
Bênçãos sobre ti, coração amoroso de Maria, por todo o carinho que tens pelo grande São José!
Bênçãos sobre seu nobre coração para sempre, São José, por todo o amor que teve e terá eternamente por Jesus e Maria, por todos os cuidados que prestou às necessidades do Filho e da Mãe e por todas as dores e angústias que sofreu por seus sofrimentos, desprezo e maus tratos, que os viu receber em nome de pessoas ingratas!

Grande São José, nós te oferecemos nossos corações; liga-os aos teus e aos de Jesus e Maria.
Implore-lhes que tornem esta união inviolável e eterna.
 (São João Eudes) …

JOSÉ, ESPOSO DE MARIA (RM)
Na Judéia, aniversário de São José, esposo da Santíssima Virgem Maria, Confessor e Padroeiro da Igreja Universal. O Papa Pio IX, cedendo aos desejos e orações de todo o mundo católico, declarou-o Patrono da Igreja Universal.
SÃO JOSÉ, MARIDO DE NOSSA SENHORA
Segundo o Martirológio Romano, 19 de março é “o aniversário [celestial] de São José, esposo da Santíssima Virgem Maria e confessor, a quem o Sumo Pontífice Pio IX, concordando com os desejos e orações de todo o mundo católico, proclamou patrono da Igreja Universal”.

A história de sua vida, diz Butler, não foi escrita por homens, mas suas principais ações, por meio dos evangelistas inspirados, são registradas pelo próprio Espírito Santo. O que é dito nos evangelhos a respeito dele é tão familiar que dispensa comentários. Ele era de descendência real e sua genealogia foi estabelecida para nós por São Mateus e por São Lucas. Ele era o protetor do bom nome de Nossa Senhora, e nesse caráter de necessidade, o confidente dos segredos do Céu, e ele era o pai adotivo de Jesus, encarregado da orientação e sustento da sagrada família, e responsável em certo sentido pela educação dele que, embora divino, gostava de chamar-se “o filho do homem”. Foi o ofício de José que Jesus aprendeu, foi sua maneira de falar que o menino terá imitado, foi a ele que Nossa Senhora parecia investir com plenos direitos paternos quando disse sem qualificação: “Teu. pai e eu te procurávamos tristes”. Não é de admirar que o evangelista tenha adotado sua frase e nos diga, em conexão com os incidentes que acompanharam a apresentação do Menino no Templo, que “Seu pai e sua mãe estavam maravilhados com as coisas que foram ditas a respeito dele”.

No entanto, nosso conhecimento positivo sobre a vida de São José é muito restrito, e a “tradição” consagrada nos evangelhos apócrifos deve ser declarada totalmente inútil. Podemos supor que ele foi prometido a Maria sua noiva com as formalidades prescritas pelo ritual judaico, mas a natureza desse cerimonial não é claramente conhecida, especialmente no caso dos pobres; e que José e Maria eram pobres é provado pela oferta de apenas um par de rolas na purificação de Maria no Templo. Por essa mesma pobreza, a história da competição de doze pretendentes pela mão de Maria, das varas por eles depositadas aos cuidados do Sumo Sacerdote e dos portentos que distinguiam a vara de José do resto, mostra-se bastante improvável. Os detalhes fornecidos no chamado “Protoevangelium”, no “Evangelho do Pseudo-Mateus”, na “História de José, o Carpinteiro”, etc., são em muitos aspectos extravagantes e inconsistentes entre si. 

Devemos nos contentar em conhecer os fatos simples de que, quando a gravidez de Maria entristeceu seu marido, seus temores foram acalmados por uma visão angelical, que ele foi novamente avisado por anjos – primeiro para buscar refúgio no Egito e depois para retornar à Palestina – que ele estava presente em Belém quando Nosso Senhor foi colocado na manjedoura e os pastores vieram adorá-lo, que ele estava presente também quando o Menino foi colocado nos braços de Santo Simeão e, finalmente, que ele compartilhou a dor de sua esposa pela perda de seu Filho e sua alegria quando O encontraram debatendo com os doutores no Templo. O mérito de São José resume-se na frase que “era um homem justo”, ou seja, um homem piedoso.

Embora São José agora seja especialmente venerado em conexão com as orações oferecidas pela graça de uma morte feliz, esse aspecto da devoção popular ao santo demorou a obter reconhecimento. O Rituale Romanum, emitido pela autoridade em 1614, embora faça ampla provisão de formulários antigos para a ajuda dos doentes e moribundos, em nenhum lugar – a ladainha não excetuada – introduz qualquer menção ao nome de São José.

São citados muitos exemplos do Antigo Testamento, apela-se a Nossa Senhora, é claro, e há referências a São Miguel, SS. Pedro e Paulo, e até a Santa Tecla, mas São José é preterido, e só recentemente a omissão foi reparada. O que torna este silêncio ainda mais notável é o fato de que o relato da morte de São José no apócrifo “História de José, o Carpinteiro” (https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxrcmlweXRvbmlhbm9qYXJ2aXN8Z3g6NzQwN2YzMTY3ZTk1YTJhNQ) parece ter sido muito popular na igreja oriental e ter sido o verdadeiro ponto de partida do interesse despertado pelo santo. Além disso, é aqui que encontramos a primeira sugestão de qualquer coisa na natureza de uma celebração litúrgica. 

O reconhecimento agora universalmente concedido a São José no Ocidente é comumente dito ter sido derivado de fontes orientais, mas o assunto é muito obscuro.

De qualquer forma, é digno de nota que a “História de José, o Carpinteiro” foi quase certamente escrita em grego, embora agora seja conhecida por nós apenas através de traduções coptas e árabes. Neste documento é feito um relato muito completo da última doença de São José, de seu temor aos juízos de Deus, de sua autocensura e dos esforços feitos por Nosso Senhor e Sua Mãe para consolá-lo e facilitar sua passagem para o próximo mundo, e das promessas de proteção na vida e na morte feitas por Jesus aos que deveriam fazer o bem em nome de José. É fácil entender que tais supostas promessas terão causado uma profunda impressão em pessoas simples, muitas das quais sem dúvida acreditavam que carregavam consigo uma garantia divina de cumprimento. Em todos os períodos da história do mundo encontramos tais extravagâncias desenvolvendo-se de mãos dadas com grandes movimentos populares de devoção. A maravilha parece ser que por quase mil anos não encontramos vestígios reconhecíveis, tanto no Oriente como no Ocidente, de qualquer grande resposta a tal apelo. 

O Dr. L. Stern, uma alta autoridade, que se interessou muito por este documento, acreditava que o original grego da “História de José, o Carpinteiro” poderia ser tão antigo quanto o século IV, mas esta estimativa de sua antiguidade, como o Padre Paul Peeters pensa, é provavelmente excessivo.

No que diz respeito ao Ocidente e a certas referências irlandesas, o padre Paul Grosjean conclui (ver bibliografia abaixo) que a mais antiga menção explícita de São José sobre 19 de março que temos está em um manuscrito preservado em Zurique (Rh. 30, 3); este martirológio, de Rheinau, é do século VIII, e teve origem no norte da França ou na Bélgica. As referências no Martirológio de Tallaght e no Felire de Oengus, escreve o padre Grosjean, são testemunhas concordantes (dependendo um do outro) de uma tradição continental, a da cópia ou abreviação do “Martirológio de Jerônimo” que os escritores usaram; e essa tradição é ainda atestada, um pouco mais tarde, por duas abreviações do Hieronymianum de Reichenau e uma de Reims.

A ideia de que os irlandeses Culdees celebraram uma festa de São José em 19 de março é equivocada. O Felire é de fato obra de um Culdee, mas não é um calendário: é um poema devocional que comemora certos santos cujos nomes são tomados arbitrariamente, dia a dia, de um martirológio abreviado de origem continental, com suplementos para a Irlanda. A evidência de Oengus é muito valiosa, pois atesta a presença dos nomes dos santos que ele menciona no documento que usou; mas um martirológio não é um calendário litúrgico, e não nos permite concluir que tal ou tal santo foi celebrado em tal e tal dia em Tallaght ou em algum outro mosteiro irlandês.

Essas primeiras referências foram um ponto de partida para desenvolvimentos futuros, mas só vieram lentamente. 

No primeiro Missal Romano impresso (1474) não ocorre nenhuma comemoração de São José, nem seu nome aparece mesmo no calendário. Encontramos uma missa em sua homenagem em Roma pela primeira vez em 1505, embora um Breviário Romano de 1482 lhe atribua uma festa com nove lições. Mas em certas localidades e sob a influência de professores individuais, um culto notável tinha começado muito antes disso. Provavelmente, as peças de mistério em que um papel de destaque era frequentemente atribuído a São José contribuíram de alguma forma para esse resultado. 

Bd Herman, um Premonstratense que viveu na segunda metade do século XII, tomou o nome de Joseph e acreditou ter recebido a garantia de sua proteção especial. Santa Margarida de Cortona, Bd Margarida de Città di Castello, Santa Brígida da Suécia e São Vicente Ferrer parecem ter prestado uma honra particular a São José em suas devoções particulares. No início do século XV, escritores influentes como o cardeal Peter d’Ailly, John Gerson e São Bernardino de Siena abraçaram calorosamente sua causa,

A alegação que foi feita de que os Carmelitas introduziram a devoção do Oriente é bastante desprovida de fundamento; O nome de São José não é mencionado em nenhum lugar no “Ordinarium” de Sibert de Beka, e embora o primeiro breviário carmelita impresso (1480) tenha reconhecido sua festa, isso parece ter sido adotado a partir do uso já aceito na Bélgica, onde este breviário foi estabelecido em tipo. O capítulo carmelita de 1498 realizado em Nîmes foi o primeiro a dar autorização formal a esta adição ao calendário da ordem.
   Mas a partir de então a devoção se espalhou rapidamente, e não há dúvida de que o zelo e o entusiasmo demonstrados pela grande Santa Teresa pela causa de São José produziram uma profunda impressão na Igreja em geral. 

Em 1621, o Papa Gregório XV fez da festa de São José um feriado obrigatório e, embora isso tenha sido posteriormente revogado na Inglaterra e em outros lugares, não houve diminuição até o nosso tempo na seriedade e na confiança de seus inúmeros clientes. O número de igrejas agora dedicadas em sua honra e as muitas congregações religiosas tanto de homens como de mulheres que levam seu nome são uma evidência impressionante do fato.

A vasta literatura devocional que gira em torno do culto de São José não chama a atenção aqui. Do ponto de vista histórico, devemos nos contentar em nos referir ao Acta Sanctorum, março, vol. iii, e a uma pequena seleção de ensaios modernos dos quais o melhor parece ser o de J Seitz, Die Verehrung des hi. Joseph in ihrer geschichtlichen Entwicklung Us sum Konzil von Treat dargestellt (1908). Veja também três artigos na Revue Benedictine de 1897; Canon Lucot, St Joseph Etude historique soy son culte (1875) Pf ülf in the Stimmen aus Maria Laach,1890, pp. 137-161, 282-302 Leclercq em DAC., vol. vii e o Cardeal LE Dubois, São José (1927), na série “Les Saints”. Sobre as festas celebradas em honra do santo ver especialmente FG Holweck, Calendarium Festorum Del et Del Matris (1925), p. 448. O Homem Mais Próximo de Cristo (1944 ). pelo Pe. FL Filas é uma excelente obra popular, bem documentada. De sancto Joseph Quaestionès biblicae (1945) de U. Holzmeister é um resumo muito útil da história e da tradição. A última palavra até agora sobre o assunto das primeiras referências litúrgicas é do Pe. P. Grosjean, em Analecta Bollandiana, volume lxxii (1954) fasc. 4, “Notes d’hagiographie Celtique”, no. 26. Meus agradecimentos são devidos ao Pe Grosjean por uma cópia antecipada deste artigo.

século 1; declarado patrono da Igreja Universal pelo Papa Pio IX;

em 1870, patrono dos trabalhadores pelo Papa Bento XV;

patrono da justiça social pelo Papa Pio XI; 

nome acrescentado ao cânon da Missa por João XXIII em 1962; 

segunda festa em São José Operário em 1º de maio. 

Como pode um homem verdadeiramente virtuoso falhar em alguma coisa? Em que situação ele não será poderoso; em que estado de pobreza ele não será rico; em que obscuridade ele não será brilhante; em que inação ele não será diligente; em que em que enfermidade não será vigoroso; em que fraqueza não será forte; em que solidão não será acompanhado? …

“Lembremo-nos de que os santos não eram de natureza mais excelente que a nossa, mas eram mais ordeiros e regulares: que não eram isentos de pecados, mas que se esforçavam para corrigir suas faltas”. (Santo Ambrósio em De Joseph).
Tudo o que se sabe sobre José é encontrado nos Evangelhos (principalmente Mateus 1-2, mas também em Lucas 1-2). Mateus representa amplamente o ponto de vista de José, enquanto as narrativas da infância em Lucas parecem vir de Maria. 
Descendente da linhagem real de Davi, São José foi esposo da Bem-Aventurada Virgem Maria, que defendeu seu bom nome, e pai adotivo e protetor do Deus que o criou, mas que quis ser conhecido por toda a vida como filho de Joseph. Ele cuidou da educação de Jesus e lhe ensinou seu ofício de carpintaria ou construção. A decepção de José ao saber da gravidez de Maria foi aplacada por uma visão angelical, e ele recebeu mais duas visões: uma dizendo-lhe para buscar refúgio no Egito para escapar da perseguição de Herodes, e a segunda, para retornar à Palestina.

 São José assumiu perfeitamente as responsabilidades de um pai. Um sonho lhe disse que o rei Herodes planejava matar o menino Jesus.
José levou Maria e Jesus à noite para o Egito e assim salvou a vida do Salvador. Ele manteve a criança escondida do filho de Herodes para o caso de ele também ter feito mal a Jesus.

José estava com Maria no estábulo em Belém quando Jesus nasceu (Devido à sua profissão, quem sabe ele teria preparado o cocho – manjedoura – de Jesus ao nascer). Ele estava cuidando da mãe e do filho quando os pastores e os magos vieram adorá-lo. Ele levou Maria e Jesus a Jerusalém para apresentá-lo a Deus no Templo.

Ele compartilhou as ansiedades de Maria por seu filho quando Jesus foi dado como perdido, após sua visita ao Templo quando ele tinha 12 anos.
Depois disso, não se ouve mais falar de José no Novo Testamento, exceto em Lucas 4:22, onde ele é nomeado como o pai de Jesus. Ele não é mencionado como estando presente na crucificação, fato que persuadiu muitos artistas a retratá-lo como um homem velho que presumivelmente havia morrido quando Jesus tinha trinta e poucos anos. Os poucos detalhes bíblicos dão a impressão de um homem justo, gentil, digno e equilibrado, pronto para agir, mas discreto. O apócrifo Protoevangelium de Tiago afirma que ele era um homem velho quando Jesus nasceu, mas isso parece improvável quando se considera o fato de que ele criou Jesus e cumpriu os deveres familiares.
… A veneração especial a José começou no Oriente, onde a História apócrifa de José, o Carpinteiro, desfrutou de grande popularidade nos séculos V a VII. A partir do século XVII, levou à devoção a José por todos aqueles que desejavam uma morte feliz, porque a História conta que José tinha medo da morte e cheio de autocensura, mas foi confortado pelas palavras de Maria e Jesus, que prometeram proteção e vida a todos os que fazem o bem em nome de José.
As entradas de martirológios no Ocidente datam do século VIII (Rheinau) e um pouco mais tarde martirológios irlandeses. O hino métrico irlandês do século IX Félire de Saint Aengus menciona uma comemoração, mas não foi até o século 15 que a veneração de São José se espalhou no Ocidente, quando sua festa foi introduzida no calendário romano em 1479.

  Os breviários carmelitas de 1480 comemoram sua festa, assim como o breviário romano de 1482 e o missal romano de 1505.

A noção de José como o pai adotivo de Jesus incendiou a imaginação da Igreja medieval. São João Crisóstomo apontou para as ansiedades de José como um padrão das provações de todos os cristãos – aliviados como são pela intervenção de Deus. Santos Vincent Ferrer (m. 1419), Bridget da Suécia (d. 1373) e Bernardino de Siena (d. 1444) todos propagaram sua devoção, parcialmente em reação às peças de mistério medievais, nas quais ele é o canal para o alívio cômico.

No século 15, o clérigo francês Jean Gerson escreveu doze poemas em sua homenagem.

Santa Teresa de Ávila o escolheu como o santo prático que deveria ser padroeiro dos frades e freiras carmelitas descalças [veja seu hino, Vá a José].
O Papa Gregório XV fez de sua festa um dia de obrigação, mas isso não é amplamente observado hoje.
Em Quanquam pluries (1889 – < https://rumoasantidade.com.br/carta-enciclica-quamquam-pluries/ >), o Papa Leão XIII declarou José um modelo para os pais de família e confirmou que sua santidade estava atrás apenas da da Santíssima Virgem.
Em 1989, o Papa João Paulo II emitiu Redemptoris custos (Guardião do Redentor –

< https://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/apost_exhortations/documents/hf_jp-ii_exh_15081989_redemptoris-custos.html >) (Attwater, Attwater2, Benedictines, Bentley, Delaney, Encyclopedia, Farmer, Filas, Rondet, White).

  São José é geralmente retratado como um homem idoso segurando uma vara de flores com o Menino Jesus em seus braços ou levando-o na mão (este emblema também está associado a São José de Arimatéia).

De acordo com uma lenda antiga, Maria e as outras virgens do Templo foram ordenadas a voltar para suas casas e se casar. Quando a Santíssima Virgem recusou, os anciãos oraram por orientação e uma voz do santuário os instruiu a chamar os homens solteiros da Casa de Davi. De acordo com a voz, o sacerdote Zacharius instruiu os homens reunidos a deixar seus cajados no altar do templo durante a noite. Nada aconteceu. Então Zacharius incluiu em seguida os dos viúvos, incluindo José. Quando a vara de José foi encontrada na manhã seguinte, em flor (“a flor da vara de Jessé”), foi-lhe dito que tomasse a Santíssima Virgem como esposa e a guardasse para o Senhor (Appleton, Tabor). Muitas vezes a haste de floração é substituída por um talo de lírios (Appleton).
Às vezes ele pode ser mostrado (1) com o Menino Jesus, duas pombas em uma gaiola e um lírio; (2) com o Menino Jesus e um lírio; (3) em cenas com a Sagrada Família; (4) com ferramentas de carpinteiro; (5) como o anjo lhe aparece em sonho; (6) trabalhando na carpintaria com o menino Jesus perto dele; ou (7) morrendo, apoiado por Cristo e a Virgem (Roeder).

Como chefe da Sagrada Família, São José é o patrono da Igreja Universal, dos padres, da oposição ao comunismo ateu (foi operário), dos trabalhadores, dos incrédulos (casou-se com Maria apesar da gravidez), de uma morte feliz ( ele teria morrido antes de Jesus e Maria), Áustria, Boêmia, Canadá, México, Bélgica, Peru, Rússia, Vietnã do Sul, missões aos chineses (Sandoval, Branco), bursers, procuradores (Fazendeiro), bem como de carpinteiros, confeiteiros (Nápoles), moribundos, engenheiros, a família, casais, caçadores de casas, pioneiros e viajantes (Roeder).

Ele é invocado em caso de dúvida, hesitação ou quando procura uma casa (Roeder).
Uma novena de orações a São José, bem como suas Sete Alegrias e Dores e várias aspirações podem ser encontradas na homepage de São Patrício http://www.saintpatrickdc.org.
O site da Tradição Católica contém outras orações e imagens de São José.

São José

A Bíblia faz o maior elogio a José: ele era um homem “justo”. A qualidade significava muito mais do que fidelidade no pagamento de dívidas. Quando a Bíblia fala de Deus “justificando” alguém, isso significa que Deus, o Todo-Santo ou “justo”, transforma uma pessoa de modo que o indivíduo compartilha de alguma forma da própria santidade de Deus e, portanto, é realmente “certo” para Deus. para amá-lo. Em outras palavras, Deus não está jogando, agindo como se fôssemos amáveis ​​quando não somos.

Ao dizer que José era “justo”, a Bíblia significa que ele estava completamente aberto a tudo o que Deus queria fazer por ele.
Ele se tornou santo abrindo-se totalmente a Deus. O resto podemos facilmente supor. Pense no tipo de amor com que ele cortejou e conquistou Maria e a profundidade do amor que eles compartilharam durante o casamento.
Não é nenhuma contradição da santidade viril de José que ele decidiu se divorciar de Maria quando ela ficou grávida.

As palavras importantes da Bíblia são que ele planejou fazer isso “silenciosamente” porque ele era “um homem justo, mas não desejava expô-la à vergonha” (Mateus 1:19).
O homem justo foi obediente a Deus de forma simples, alegre e sincera – ao casar-se com Maria, ao dar o nome de Jesus, ao pastorear o precioso casal para o Egito, ao trazê-los para Nazaré, no número indeterminado de anos de fé e coragem silenciosas.

Comentário: A Bíblia não nos diz nada sobre José nos anos após o retorno a Nazaré, exceto o incidente de encontrar Jesus no Templo (ver Lucas 2:41–51). Talvez isso possa significar que Deus quer que percebamos que a família mais santa era como qualquer outra família, que as circunstâncias da vida para a família mais santa eram como as de cada família, de modo que quando a natureza misteriosa de Jesus começou a aparecer, as pessoas não podiam acreditar que ele veio de uma origem tão humilde: “Ele não é filho do carpinteiro? A mãe dele não se chama Maria…?” (Mateus 13:55a). Era quase tão indignado quanto “Pode vir alguma coisa boa de Nazaré?” (João 1:46b).

Citação: “Ele foi escolhido pelo Pai eterno como o fiel guardião e protetor de seus maiores tesouros, a saber, seu divino Filho e Maria, esposa de José. Cumpriu esta vocação com total fidelidade até que finalmente Deus o chamou, dizendo: ‘Servo bom e fiel, entra na alegria do teu Senhor’” (S. Bernardino de Sena ).

19 de março – São José

Ele carregava o maior segredo em seu coração

Depois do da Santíssima Virgem, já houve na terra um olhar mais simples e mais amoroso do que o do humilde carpinteiro, quando olhou para Jesus? (…)
Ele carregava o maior segredo em seu coração, o da Encarnação redentora; ainda não havia chegado a hora de revelá-lo. Os judeus não entenderiam, não teriam acreditado; muitos deles esperavam um Messias temporal coberto de glória, e não um pobre Messias, sofrendo por nós… O pobre artesão tinha em sua casa o Verbo de Deus feito carne, tinha o Desejo das nações, anunciado pelos profetas, e ele não diria uma palavra. Ele foi testemunha desse mistério e o saboreou secretamente, mantendo-se em silêncio.
Contemplar assim exigia a maior abnegação…, quando se lembrou das palavras de Simeão: “Esta criança será um sinal de contradição”, e as palavras que foram ditas a Maria: “Quanto a você, uma espada traspassará seu peito.”
A aceitação do mistério da Redenção pelo sofrimento apareceu a José como o doloroso consumo do mistério da Encarnação, e ele precisou de toda a generosidade do seu amor para oferecer a Deus, como sacrifício supremo, o Menino Jesus e sua Santa Mãe, a quem ele amava incomparavelmente mais do que sua própria vida.
(Padre Reginald Garrigou-Lagrange (1877 – 1964)In: La Préeminence de saint Joseph sur tout autre saint, La Vie Spirituelle, t.19…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch19.html#Joseph_Husband_of_Mary_RM_

– Ver ainda: HISTÓRIA DE JOSÉ O CARPINTEIRO – APÓCRIFO: https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxrcmlweXRvbmlhbm9qYXJ2aXN8Z3g6NzQwN2YzMTY3ZTk1YTJhNQ

– Ver Carta Encíclica QUAMQUAM PLURIES: https://rumoasantidade.com.br/carta-enciclica-quamquam-pluries/

 – Ver Exortação apostólica REDEMPTORIS CUSTOS: https://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/apost_exhortations/documents/hf_jp-ii_exh_15081989_redemptoris-custos.html

– Ver PAPA FRANCISCO E CATEQUESES SOBRE SÃO JOSÉ: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2022-02/papa-francisco-catequeses-sao-jose.html

– Ver do PAPA FRANCISCO: CARTA APOTÓLICA PATRIS CORDI (COM CORAÇÃO DE PAI), POR OCASIÃO DO 150º ANIVERSÁRIO DA DECLARAÇÃO DE SÃO JOSÉ
COMO PADROEIRO UNIVERSAL DA IGREJA, dedicando 2021 como ANO DE SÃO JOSÉ (08 de dezembro de 2020): https://www.vatican.va/content/francesco/pt/apost_letters/documents/papa-francesco-lettera-ap_20201208_patris-corde.html

2.   Em Spo­leto, na Úm­bria, re­gião da Itália, São João, abade de Pár­rano, que ori­entou como pai um grande nú­mero de servos de Deus. († s. VI). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, São João, abade, originário da Síria, veio a fixar-se em Pinna nos Abruzos, onde construiu um mosteiro que dirigiu por quarenta anos. Seus dons sobrenaturais tornaram-no célebre em sua época (M)

3*.   Em Pavia, na Lom­bardia, também re­gião da Itália, o Beato Is­nardo de Chiampo, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, que fundou nesta ci­dade um con­vento da sua Ordem. († 1244)

4*.   Em Sena, na Etrúria, hoje na Tos­cana, também re­gião da Itália, o Beato André Galleráni, que vi­sitou e con­fortou so­li­ci­ta­mente os en­fermos e os atri­bu­lados e con­gregou vá­rios com­pa­nheiros na as­so­ci­ação dos Ir­mãos da Mi­se­ri­córdia, para que, como leigos sem votos, se de­di­cassem ao ser­viço dos po­bres e dos enfermos. († 1251)

5*.   Em Ca­me­rino, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, também re­gião da Itália, o Beato João Bu­rálli de Parma, pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, que o papa Ino­cêncio IV en­viou como de­le­gado aos Gregos, para pro­curar res­ta­be­lecer a sua co­mu­nhão com os Latinos. († 1289). Ver mais sobre o Beato João Burali de Parma às páginas 156-161: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

6*.   Em Pavia, na Lom­bardia, igual­mente re­gião da Itália, a Beata Si­bi­lina Biscóssi, virgem, que, fi­cando cega aos doze anos, passou ses­senta e cinco anos re­clusa numa cela con­tígua à igreja da Ordem dos Pre­ga­dores, ilu­mi­nando com a sua luz in­te­rior muitas pes­soas que a ela acorriam. († 1367). Ver também às páginas 162-163: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

7*.   Em Vi­cenza, no Vé­neto, também re­gião da Itália, o Beato Marcos de Már­chio de Montegallo, pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, que, para so­correr a in­di­gência dos po­bres, criou a obra de­no­mi­nada Monte de Piedade. († 1496). Ver também às páginas 164-165: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

8.   Em Mo­nis­trol de Mon­serrat, na lo­ca­li­dade da pro­víncia de Bar­ce­lona, na Es­panha, o Beato Félix José (José Trilla Lastra), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a Igreja, foi morto em ódio à religião. († 1936)

9*.   Perto de Mu­nique, ci­dade da Ba­viera, na Ale­manha, o Beato Nar­ciso Turchan, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores e mártir, que, da Po­lónia, sub­me­tida a um ne­fasto re­gime, foi de­por­tado por causa da sua fé para o campo de con­cen­tração de Da­chau, onde morreu vi­ti­mado pelas torturas. († 1942)

10*.   Em Mauthausen, na Áus­tria, o Beato Mar­celo Callo, mártir, que, vindo ainda jovem de Rennes, ci­dade da França, du­rante a guerra con­for­tava com o es­tí­mulo fer­vo­roso da fé os seus com­pa­nheiros de ca­ti­veiro, exaustos por tão duros tra­ba­lhos for­çados, e por isso foi morto num campo de extermínio. († 1945)

11. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no começo do século IV, São Pancrácio. Romano de nascimento, era cristão e tinha um cargo importante na corte de Diocleciano, quando apostatou por influência do imperador. As orações de sua mãe e de suas irmãs levaram-no depressa ao arrependimento e ele declarou heroicamente ter recuperado a sua fé. Por isso, foi decapitado (M).

12. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VII, os Santos Landoaldo, sacerdote, e Amâncio, Diácono, que foram enviados pelo Papa São Martinho I para evangelizar a região de Flandres (M).

13. No mesmo dia, em Sorrento, os santos mártires Quinto, Quintila, (também na Folhinha do Coração de Jesus), Quartila e Marcos, com nove outros. Ver à página 166: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

14. No mesmo dia, Santo Apolônio (também na Folhinha do Coração de Jesus)e Leôncio, conforme o Martirológio da Editora Permanência.

15. Outras santas e Santos do dia 19 de março: págs. 141-167 (vol.5): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

Obs. Entra no Google chrome, mas não no edge.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 19 de março, ver também: 19 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 268-270: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch19.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

================

“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 18 de março

1. São Ci­rilo (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo de Je­ru­salém e doutor da Igreja, que, tendo so­frido muitos ul­trajes dos ari­anos por causa da fé e ex­pulso vá­rias vezes da sua sede epis­copal, expôs ad­mi­ra­vel­mente aos fiéis a recta dou­trina, a Es­cri­tura e os santos mis­té­rios com ho­mi­lias e catequeses. († c. 386/387).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 386, o nascimento no céu de São Cirilo de Jerusalém, bispo e Doutor da Igreja. Inicialmente encarregado de preparar os catecúmenos, que introduzia nos mistérios cristãos, trabalhou em favor da verdade e da unanimidade da Igreja no I Concílio Ecumênico de Constantinopla. (R).

Ver mais sobre São Cirilo às páginas 108-127: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “Cirilo de Jerusalém foi o bispo da Igreja de Jerusalém, em sucessão ao bispo Máximo III, entre 350 e 386, com várias interrupções por conta da controvérsia ariana. Ele é venerado como santo pela Igreja CatólicaIgreja Ortodoxa e pela Comunhão Anglicana. Em 1883, Cirilo foi declarado Doutor da Igreja pelo papa Leão XIII.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cirilo_de_Jerusal%C3%A9m

– Ver ainda “… 386 SÃO CIRILO, Arcebispo de Jerusalém e Doutor da Igreja.

Foi a sorte de São Cirilo de Jerusalém, um homem de disposição gentil e conciliadora, viver em um tempo de amarga controvérsia religiosa. O Duc de Broglie o caracteriza como “formando a extrema direita do Semi-Arianismo, tocando na ortodoxia, ou a extrema esquerda da ortodoxia, beirando o Semi-Arianismo, mas não há nada herético nele.”, e Newman o descreve com mais precisão quando diz: “Ele parece ter medo da palavra Homoousios’ (consubstancial), ter sido avesso aos amigos de Atanásio e aos arianos, ter permitido a tirania do último, ter participado da reconciliação geral e, por fim, tanto na vida como na morte, ter recebido honras da Igreja que, apesar de quaisquer objeções que possam ser feitas, aparecem,  (Prefácio à tradução das Catequeses de Cirilo, p. ii).

Obs. HOMOOUSIOS, conforme < https://pt.wikipedia.org/wiki/Consubstancialidade >: “… O termo consubstancialidade é o correspondente ao termo grego ὁμοούσιος (homoousios), termo original que designa essa realidade. Este termo provém da junção de ὁμός (homos’)’, que significa “o mesmo”, e ούσιος (ousios), proveniente de οὐσία (ousía), que significa substância ou essência. Assim, o termo tem o sentido de “da mesma substância, com a mesma essência”.

O correspondente em latim é consubstantialis, do qual deriva o termo em português, consubstancial. No entanto, podemos entender que tal tradução não exprime perfeitamente o sentido do termo grego. O vocábulo latino é composto por cum e substantia. Ora, cum, com o sentido de “com”, simultaneidade, não exprime rigorosamente o mesmo que o grego homos. Do mesmo modo, substantia pode não corresponder perfeitamente a ousía, na medida em que cada um dos termos pressupõe determinado sistema ontológico, que varia conforme a cultura em que se insere…

O conceito de homoousios foi também aplicado ao Espírito Santo, para exprimir a sua relação com o Pai e o Filho: a mesma essência divina, sem divisão. No entanto, enquanto que o Filho é gerado, o Espírito Santo existe por processão.

O termo é também aplicado à simultaneidade das três pessoas, que constituem uma só substância…”


Se ele não nasceu em Jerusalém (cerca de 315), certamente foi criado lá, e seus pais, que provavelmente eram cristãos, deram-lhe uma excelente educação. Adquiriu um amplo conhecimento do texto da Sagrada Escritura, do qual fez grande uso, algumas de suas instruções consistindo quase inteiramente em passagens bíblicas conectadas e entrelaçadas entre si. Ele parece ter sido ordenado sacerdote pelo bispo de Jerusalém, São Máximo, que tinha em tão alta consideração suas habilidades que o encarregou do importante dever de instruir os catecúmenos. Suas palestras catequéticas foram proferidas por vários anos – aquelas para os illuminandi, ou candidatos ao batismo, que ocorre na basílica da Santa Cruz de Constantino, geralmente chamada de Martírio, e aqueles aos recém-batizados sendo dados durante a semana da Páscoa na circular Anastasis ou igreja da Ressurreição. Eles foram entregues sem livro, e os dezenove discursos catequéticos que chegaram até nós são talvez os únicos que já foram escritos. Eles são mais valiosos por conterem uma exposição dos ensinamentos e rituais da Igreja em meados do século IV, e são considerados “o exemplo mais antigo existente de qualquer coisa na forma de um sistema formal de teologia”. Encontramos neles também interessantes alusões à descoberta da cruz, à proximidade da rocha que fechava o Santo Sepulcro,

As circunstâncias em que Cirilo sucedeu São Máximo na sé de Jerusalém são obscuras. Temos duas histórias registradas por seus oponentes, mas são bastante inconsistentes entre si, e São Jerônimo, responsável por uma delas, parece ter sido preconceituoso contra ele. Em todo caso, é certo que São Cirilo foi devidamente consagrado pelos bispos de sua província, e se o ariano Acácio, que era um deles, esperava encontrar nele uma ferramenta flexível, estava fadado ao desapontamento. O primeiro ano de seu episcopado foi marcado por um fenômeno físico que causou grande impressão na cidade, e do qual ele enviou um relato ao imperador Constâncio em uma carta que foi preservada. Sua autenticidade foi questionada, mas o estilo é sem dúvida dele e, embora possivelmente interpolado, resistiu a críticas adversas. A carta diz

“Nos dias de maio, por volta da hora terceira, uma grande cruz luminosa apareceu nos céus, logo acima do Gólgota, chegando até o monte sagrado das Oliveiras, vista não por uma ou duas pessoas, mas clara e evidentemente pelo cidade inteira. Esta não era, como se poderia pensar, uma aparência extravagante e passageira, mas continuou várias horas seguidas, visível aos nossos olhos e mais brilhante que o sol. Toda a cidade, penetrada de temor e alegria por este portento, correu imediatamente para a igreja, todos a uma só voz louvando a nosso Senhor Jesus Cristo, o único Filho de Deus”.

Não muito tempo depois da ascensão de Cirilo, começaram a surgir mal-entendidos entre ele e Acácio, principalmente sobre a precedência e jurisdição de suas respectivas sedes, mas também sobre questões de fé, pois Acácio agora estava imbuído da heresia ariana completa. Cirilo manteve a prioridade de sua sé como possuidora de um “trono apostólico”, enquanto Acácio, como metropolita de Cesaréia, reivindicou o controle sobre ela e apontou para um cânon do Concílio de Nicéia que dizia: “Uma vez que um costume e uma antiga tradição obteve que o bispo de Aelia [Jerusalém] deve receber honra, deixe-o ocupar o segundo lugar, sendo o metropolitano [de Cesareia] assegurado em sua própria dignidade”. O desacordo aumentou para abrir o conflito e, finalmente, Acácio convocou um pequeno conselho de bispos de seu próprio partido, para o qual Cirilo foi convocado, mas diante do qual ele se recusou a comparecer. À acusação de contumácia (extrema obstinação; insistência, pertinácia, teimosia…) foi acrescentada a de ter vendido propriedades da igreja durante uma fome para aliviar os pobres. Isso ele certamente fez, como também foi feito por Santo Ambrósio, Santo Agostinho e muitos outros grandes prelados, que foram considerados plenamente justificados. No entanto, a reunião lotada o condenou e ele foi expulso de Jerusalém. Dirigiu-se a Tarso, onde foi hospitaleiramente recebido por Silvano, o bispo semi-ariano, e onde permaneceu aguardando o julgamento de um recurso que enviara a um tribunal superior. Dois anos depois de seu depoimento, o apelo foi apresentado ao Concílio de Selêucia, formado por semi-arianos, arianos e pouquíssimos membros do partido estritamente ortodoxo — todos do Egito. O próprio Cirilo sentou-se entre os semi-aríamos, o melhor deles fez amizade com ele e o apoiou durante seu exílio. Acácio fez uma violenta exceção à sua presença e partiu com raiva, embora logo tenha retornado e tenha tido um papel importante nos debates subsequentes. Seu partido, no entanto, estava em minoria, e ele próprio foi deposto, enquanto Cirilo foi justificado e reintegrado.

Acácio então, indo para Constantinopla, persuadiu o imperador Constâncio a convocar outro concílio. Novas acusações foram feitas além das antigas, e o que particularmente irritou o imperador foi a informação de que uma vestimenta de brocado de ouro apresentada por seu pai Constantino a Macário para administrar o batismo havia sido vendida, e havia sido vista e reconhecida em um comediante que se apresentava nas tábuas de um teatro. Acácio triunfou e obteve um segundo decreto de exílio contra Cirilo dentro de um ano de sua reivindicação. Mas com a morte de Constâncio em 361, seu sucessor Juliano chamou de volta todos os bispos que seu antecessor havia expulsado, e Cirilo voltou para sua sé com o resto.

Comparativamente, poucos martírios marcaram o reinado do Apóstata, que reconheceu que o sangue dos mártires é a semente da Igreja e que procurou por outros meios mais insidiosos desacreditar a religião que havia abandonado. Um dos esquemas que ele desenvolveu foi a reconstrução do Templo de Jerusalém para falsificar a profecia de nosso Senhor, que havia predito sua ruína permanente e total. Os historiadores da igreja Sócrates, Teodoreto e outros discorrem em grandes detalhes sobre a tentativa feita por Juliano de reconstruir o Templo e apelar ao sentimento nacional dos judeus para promover esse esquema. Gibbon e outros agnósticos mais modernos zombam do registro de ocorrências sobrenaturais, os terremotos, as bolas de fogo visíveis, as paredes em colapso, etc., que levou ao abandono do empreendimento, mas mesmo Gibbon é constrangido a admitir que a história desses prodígios é confirmada não apenas por escritores cristãos como São João Crisóstomo e Santo Ambrósio, mas, “por mais estranho que possa parecer, pela irrepreensível testemunho de Amiano Marcelino, o soldado filosófico”, e um pagão. São Cirilo, somos informados, observou com calma os vastos preparativos feitos para a reconstrução do Templo e profetizou que fracassaria.

Em 367 São Cirilo foi banido pela terceira vez, tendo Valente decretado a expulsão de todos os prelados lembrados por Juliano, mas por volta da data da ascensão de Teodósio ele foi finalmente reintegrado e desfrutou de posse imperturbável de sua sé nos últimos oito anos de sua vida. Ele ficou angustiado em seu retorno ao encontrar Jerusalém dilacerada por cismas e conflitos partidários, invadida por heresia e manchada por crimes terríveis. O Concílio de Antioquia, ao qual ele pediu ajuda, enviou-lhe São Gregório de Nissa, que, no entanto, não pôde fazer muito e logo partiu, deixando para a posteridade em seu “Aviso contra as peregrinações” uma descrição muito colorida da moral de a cidade santa neste período.

Em 381, tanto Cirilo quanto Gregório estiveram presentes no grande Concílio de Constantinopla – o segundo concílio ecumênico – e o bispo de Jerusalém nesta ocasião tomou seu lugar como metropolita com os patriarcas de Alexandria e Antioquia. Nesta reunião, o Credo Niceno foi promulgado em sua forma alterada, e Cirilo, que o subscreveu com os demais, aceitou o termo “Homoousios”, que passou a ser considerado a palavra de teste da ortodoxia. Sócrates e Sozomeno descreveram isso como um ato de arrependimento. Por outro lado, na carta escrita pelos bispos que estiveram em Constantinopla ao Papa São Dâmaso, Cirilo é exaltado como alguém que, em vários momentos, foi um defensor da verdade ortodoxa contra os arianos; e toda a Igreja Católica, ao incluí-lo entre seus doutores (em 1882) confirma a teoria de que ele havia sido, desde o início, um daqueles que Atanásio chama de “irmãos, que significam o que queremos dizer e apenas divergem sobre a palavra”. Acredita-se que ele tenha morrido em 386 com quase setenta anos, após um episcopado de trinta e cinco anos, dezesseis dos quais foram passados ​​no exílio

Dos escritos de São Cirilo, os únicos que sobreviveram são as Conferências Catequéticas, um sermão sobre o tanque de Betesda, a carta ao imperador Constâncio e três pequenos fragmentos.

Nosso conhecimento da vida e obra de São Cirilo deriva principalmente dos historiadores da Igreja e dos escritos de seus contemporâneos. A Acta Sanctorum, março, vol. ii, e especialmente Dom Touttée em seu prefácio à edição beneditina deste padre, reuniram as referências mais notáveis. Veja também os artigos dedicados a São Cirilo na Patrologia de Bardenhewer , o DCB. e o DTC. O prefácio de JH Newman à tradução dos Discursos Catequéticos ainda é valioso; ver também o texto e a tradução publicados pelo Dr. FL Cross em 1952. Há um excelente esboço de São Cirilo em A. Fortescue’s Greek Fathers (1908), pp. 150-168.

A vida de Cirilo começou alguns anos antes do arianismo (a heresia de que Jesus não era divino ou um em ser com o Pai) e ele viveu para ver sua supressão e condenação no final de sua vida. No meio, ele foi vítima de muitas das lutas de poder que ocorreram.

Sabemos pouco sobre o início da vida de Cirilo. Os historiadores estimam que ele nasceu por volta de 315 e que foi criado em Jerusalém. Ele fala sobre a aparência dos locais da Natividade e do Santo Sepulcro antes de serem “melhorados” por mãos humanas como se ele fosse uma testemunha. Tudo o que sabemos de sua família é que seus pais provavelmente eram cristãos e ele parecia se importar muito com eles. Ele exortou os catecúmenos a honrar os pais “por mais que possamos retribuir, nunca poderemos ser para eles o que eles como pais foram para nós”. Sabemos que ele também tinha uma irmã e um sobrinho, São Gelásio , que se tornou bispo e santo.

Ele fala como alguém que pertencia a um grupo chamado Solitários.

Estes eram homens que viviam em suas próprias casas nas cidades, mas praticavam uma vida de completa castidade, ascetismo e serviço.

Depois de ser ordenado diácono e depois sacerdote, seu bispo São Máximo respeitava-o o suficiente para encarregá-lo da instrução dos catecúmenos. Ainda temos essas palestras catequéticas de Cirilo que foram escritas por alguém da congregação. Ao falar de tantos mistérios, Cirilo antecipou a pergunta: “Mas alguém dirá: Se a substância divina é incompreensível, por que então você fala dessas coisas? até mesmo tomar com moderação o que me convém? Porque com olhos tão constituídos como os meus não posso receber todo o sol, não devo olhar para ele o suficiente para satisfazer minhas necessidades? Ou ainda, porque entrei em um grande jardim, e não pode comer todo o suprimento de frutas, você quer que eu vá embora com fome?  …

Quando Máximo morreu, Cirilo foi consagrado bispo de Jerusalém. Por ser apoiado pelo bispo ariano de Cesaréia, Acácio, os ortodoxos criticaram a nomeação e os arianos pensaram que tinham um amigo. Ambas as facções estavam erradas, mas Cirilo acabou no meio.
Quando a fome atingiu Jerusalém, os pobres pediram ajuda a Cirilo. Cirilo, vendo os pobres morrendo de fome e sem dinheiro, vendeu alguns dos bens das igrejas. Isso foi algo que outros santos, incluindo Ambrósio e Agostinho, fizeram e provavelmente salvou muitas vidas. Havia rumores, no entanto, de que algumas das vestimentas acabaram como roupas para atores.
Na verdade, a causa inicial do desentendimento entre Acácio e Cirilo foi território e não crenças. Como bispo de Cesaréia, Acácio tinha autoridade sobre todos os bispos da Palestina. Cirilo argumentou que sua autoridade não incluía Jerusalém porque Jerusalém era uma “sé apostólica” – uma das sedes originais estabelecidas pelos apóstolos. Quando Cirilo não compareceu aos concílios que Acácio convocou, Acácio o acusou de vender bens da igreja para arrecadar dinheiro e o baniu.

Cyril ficou em Tarso enquanto esperava por um apelo. Constâncio convocou um concílio onde o apelo deveria ocorrer. O concílio consistia em bispos ortodoxos, arianos e semi-arianos. Quando Acácio e sua facção viram que Cirilo e outros bispos ortodoxos exilados estavam presentes, exigiram que os bispos perseguidos saíssem. Acácio saiu quando a demanda não foi atendida. Os outros bispos convenceram Cirilo e os outros a ceder a este ponto porque não queriam que Acácio tivesse motivos para negar a validade do concílio. Acácio voltou, mas partiu novamente para sempre quando seu credo foi rejeitado – e se recusou a voltar até mesmo para dar testemunho contra seu inimigo Cirilo. O resultado do concílio foi o Acácio e os outros bispos arianos foram condenados. 

Este não foi o fim dos problemas de Cirilo porque Acácio levou sua história ao imperador – embelezando-a com detalhes de que era um presente do imperador que foi vendido a uma dançarina que morreu vestindo o manto. Isso provocou um novo sínodo dirigido por Acácio, que agora o baniu novamente com base no que alguns bispos de Tarso fizeram enquanto Cirilo estava lá.
Este exílio durou até Julian se tornar imperador e reconvocar todos os bispos exilados, ortodoxos ou arianos. Alguns disseram que isso era para exacerbar a tensão na Igreja e aumentar seu poder imperial. Então Cirilo voltou para Jerusalém. Quando Acácio morreu, cada facção nomeou seu próprio substituto para Cesaréia. Cirilo nomeou seu sobrinho Gelásio – o que pode parecer nepotismo, exceto que todas as fontes ortodoxas falaram da santidade de Gelásio. Um ano depois, tanto Cirilo quanto Gelásio foram expulsos da Palestina novamente quando o cônsul do novo imperador reverteu a decisão de Juliano.
Onze anos depois, Cirilo foi autorizado a voltar para encontrar uma Jerusalém destruída por heresia e conflitos. Ele nunca foi capaz de colocar as coisas completamente direito. Ele participou do Concílio em Constantinopla em 381, onde o Credo Niceno e a ortodoxia triunfaram e o arianismo foi finalmente condenado. Cyril recebeu justiça no mesmo Conselho que o limpou de todos os rumores anteriores e o elogiou por travar “uma boa luta em vários lugares contra os arianos”.

Cirilo teve oito anos de paz em Jerusalém antes de morrer em 386, com cerca de setenta anos.

RESUMO

São Cirilo, Arcebispo de Jerusalém, nasceu em Jerusalém no ano 315 e foi criado na estrita piedade cristã. Ao atingir a maioridade, tornou-se monge e, no ano de 346, tornou-se presbítero. No ano 350, com a morte do arcebispo Máximo, sucedeu-o no trono episcopal de Jerusalém.
Como Patriarca de Jerusalém, São Cirilo lutou zelosamente contra as heresias de Ário e Macedônio. Ao fazê-lo, ele despertou a animosidade dos bispos arianos, que procuravam tê-lo deposto e banido de Jerusalém.
Houve um portento milagroso em 351 em Jerusalém: na terceira hora do dia da festa de Pentecostes, a Santa Cruz apareceu nos céus, brilhando com uma luz radiante. Estendia-se do Gólgota acima do Monte das Oliveiras. São Cirilo relatou este presságio ao imperador ariano Constâncio (351-363), esperando convertê-lo à Ortodoxia.
O herege Acácio, deposto pelo Concílio de Sardica, foi anteriormente o Metropolita de Cesareia, e colaborou com o imperador para remover São Cirilo. Uma fome intensa atingiu Jerusalém, e São Cirilo gastou toda a sua riqueza em caridade. Mas como a fome não diminuiu, o santo penhorou utensílios da igreja e usou o dinheiro para comprar trigo para os famintos. Os inimigos do santo espalharam um rumor escandaloso de que tinham visto uma mulher na cidade dançando em trajes clericais. Aproveitando-se desse boato, os hereges expulsaram à força o santo.

O santo encontrou abrigo com o bispo Silvanus em Tarso. Depois disso, um Concílio local em Selêucia, no qual havia cerca de 150 bispos, entre eles São Cirilo. O herege Metropolita Acácio não quis permitir que ele tomasse assento, mas o Conselho não consentiu com isso. Acácio saiu do Concílio e, diante do imperador e do patriarca ariano Eudóxio, denunciou tanto o Concílio quanto São Cirilo. O imperador mandou prender o santo.

Quando o imperador Juliano, o Apóstata (361-363) subiu ao trono, ele revogou todos os decretos anti-ortodoxos de Constâncio, aparentemente por piedade. São Cirilo voltou para seu próprio rebanho. Mas depois de um certo tempo, quando Juliano se tornou seguro no trono, ele abertamente apostatou e renunciou a Cristo. Ele permitiu que os judeus começassem a reconstruir o Templo de Jerusalém que havia sido destruído pelos romanos, e até lhes forneceu parte dos fundos para a construção do tesouro do Estado.

São Cirilo predisse que as palavras do Salvador sobre a destruição do Templo até suas próprias pedras (Lucas 21:6) sem dúvida aconteceriam, e a intenção blasfema de Juliano não daria em nada. Logo houve um terremoto tão poderoso, que até mesmo a fundação solidamente estabelecida do antigo Templo de Salomão mudou em seu lugar, e o que havia sido reconstruído caiu e se desfez em pó. Quando os judeus retomaram a construção, um fogo desceu do céu e destruiu as ferramentas dos trabalhadores. Grande terror apoderou-se de todos. Na noite seguinte, o sinal da cruz apareceu nas roupas dos judeus, que eles não puderam tirar de forma alguma.
Após esta confirmação celestial da predição de São Cirilo, eles o baniram novamente, e o trono do bispo foi ocupado por São Ciríaco. Mas São Ciríaco (Ver 08 de agosto) logo sofreu a morte de um mártir (28 de outubro).
Após a morte do imperador Juliano em 363, São Cirilo retornou à sua Sé, mas durante o reinado do imperador Valente (364-378) foi exilado pela terceira vez. Foi somente sob o santo imperador São Teodósio, o Grande (379-395) que ele finalmente retornou à sua atividade arquipastoral. Em 381 São Cirilo participou do Segundo Concílio Ecumênico, que condenou a heresia de Macedônio e afirmou o Símbolo da Fé de Nicéia-Constantinopla (Credo).
As obras de São Cirilo incluem vinte e três instruções
(dezoito são catequéticas, destinadas aos que se preparam para o batismo, e cinco são para os recém-batizados) e dois discursos sobre temas evangélicos: “Sobre o paralítico” e “sobre a transformação da água em Vinho em Caná.”
No centro das Instruções Catequéticas está uma explicação detalhada do Símbolo da Fé. O santo sugere que um cristão inscreve o Símbolo da Fé nas “tábuas do coração”.
“Os artigos da fé”, ensina São Cirilo, “não foram escritos por inteligência humana, mas contêm tudo o que há de mais importante em todas as Escrituras, em um único ensinamento de fé. Assim como o grão de mostarda contém toda a sua abundância de ramos dentro de seu pequeno núcleo, assim também a Fé em suas várias declarações combina todos os ensinamentos piedosos do Antigo e do Novo Testamento”.
 18 de março de 2010 São Cirilo de Jerusalém (315?-386) 
As crises que a Igreja enfrenta hoje podem parecer menores quando comparadas à heresia ariana, que negava a divindade de Cristo e ameaçava superar a cristandade no século IV. Cirilo seria apanhado na controvérsia, acusado (mais tarde) de arianismo por São Jerônimo, e finalmente justificado tanto pelos homens de seu tempo quanto por ser declarado Doutor da Igreja em 1822. Educado, sobretudo nas Escrituras, foi ordenado sacerdote pelo bispo de Jerusalém e encarregado de catequizar durante a Quaresma os que se preparavam para o Batismo e no tempo pascal os recém-batizados. Suas catequeses permanecem valiosas como exemplos do ritual e da teologia da Igreja em meados do século IV.
Há relatos conflitantes sobre as circunstâncias de ele se tornar bispo de Jerusalém. É certo que foi validamente consagrado pelos bispos da província. Como um deles era um ariano, Acácio, era de se esperar que sua “cooperação” se seguisse. O conflito logo surgiu entre Cirilo e Acácio, bispo da sede rival vizinha de Cesaréia. Cirilo foi convocado para um conselho, acusado de insubordinação e de vender propriedades da Igreja para socorrer os pobres. Provavelmente, no entanto, uma diferença teológica também estava envolvida. Ele foi condenado, expulso de Jerusalém e mais tarde justificado, não sem alguma associação e ajuda de semi-arianos. Metade de seu episcopado foi passado no exílio (sua primeira experiência foi repetida duas vezes). Ele finalmente voltou para encontrar Jerusalém dilacerada pela heresia, cisma e conflito, e arruinado com o crime. Mesmo São Gregório de Nissa, enviado para ajudar, partiu em desespero.
Ambos foram ao (segundo ecumênico) Concílio de Constantinopla, onde foi promulgada a forma alterada do Credo Niceno. Cirilo aceitou a palavra consubstancial (isto é, de Cristo e do Pai). Alguns diziam que era um ato de arrependimento, mas os bispos do Concílio o elogiavam como defensor da ortodoxia contra os arianos. Embora não seja amigo do maior defensor da ortodoxia contra os arianos, Cirilo pode ser contado entre aqueles a quem Atanásio chamou de “irmãos, que significam o que queremos dizer, e diferem apenas sobre a palavra [consubstancial]”.

Comentário: Aqueles que imaginam que a vida dos santos é simples e plácida, intocada pelo sopro vulgar da controvérsia, fica rudemente chocado com a história. No entanto, não deve ser surpresa que os santos, na verdade todos os cristãos, experimentem as mesmas dificuldades que seu Mestre. A definição da verdade é uma busca interminável e complexa, e bons homens e mulheres têm sofrido a dor tanto da controvérsia quanto do erro. Bloqueios intelectuais, emocionais e políticos podem retardar pessoas como Cirilo por um tempo. Mas suas vidas como um todo são monumentos à honestidade e coragem.

Citação: “Não é só entre nós, marcados com o nome de Cristo, que a dignidade da fé é grande; todos os negócios do mundo, mesmo aqueles fora da Igreja, são realizados pela fé. Pela fé, as leis do casamento unem em união pessoas que eram estranhas umas às outras. Pela fé, a agricultura se sustenta; pois um homem não suporta o trabalho envolvido a menos que acredite que colherá uma colheita. Pela fé, os homens do mar, confiando-se a uma pequena embarcação de madeira, trocam o elemento sólido da terra pelo movimento instável das ondas. Não apenas entre nós isso é verdade, mas também, como eu disse, entre os que estão fora do redil. Pois, embora não aceitem as Escrituras, mas promovam certas doutrinas próprias, ainda assim eles as recebem pela fé” (Catequese V).

São Cirilo, um grande asceta e um campeão da Ortodoxia, morreu no ano 386”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch18.html#386_St._Cyril_of_Jerusalem_Bishop_seeing

2.   Co­me­mo­ração de Santo Ale­xandre, bispo e mártir, que, tendo vindo da Ca­pa­dócia para Je­ru­salém, exerceu o mi­nis­tério pas­toral nesta Ci­dade Santa, fundou uma ex­ce­lente bi­bli­o­teca e abriu uma es­cola. Mais tarde, du­rante a per­se­guição do im­pe­rador Décio, quando já bri­lhavam os ca­belos brancos da sua ve­ne­randa ve­lhice, foi con­du­zido a Ce­sa­reia da Pa­les­tina e aí so­freu o mar­tírio pela fé em Cristo. († c. 250). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Palestina, Santo Alexandre. Discípulo de Clemente de Alexandria. Antes de ser nomeado pastor da Igreja de Jerusalém, recebeu Orígenes e ordenou-o presbítero, tendo mais tarde morrido na prisão, sob a perseguição de Décio. (M). Ver página 140: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “Alexandre de Jerusalém (m. 249[1] ou 251[2][3]) foi um clérigo do século III que esteve ativo nas províncias orientais do Império Romano. Nativo da Capadócia, mudou-se em data desconhecida para Alexandria, onde estudaria ao lado de Orígenes. Tempos depois iria para sua cidade natal, onde tornar-se-ia bispo.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alexandre_de_Jerusal%C3%A9m

3.   Em Lucca, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, São Frig­diano, bispo, na­tural da Ir­landa, que con­gregou clé­rigos num mos­teiro, para be­ne­fício do povo des­viou o curso do rio Sér­chio, tor­nando mais fértil a terra, e con­verteu à fé ca­tó­lica os Lom­bardos que ti­nham in­va­dido a região. († c. 588). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VI, São Fridiano, monge irlandês. De volta de uma peregrinação à Roma, foi nomeado bispo a serviço da Igreja de Lucca, na Toscana. (M). Ver também sobre São Fridiano, à pág. 130: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

4.   Em Tours, ci­dade da Nêus­tria, ac­tu­al­mente na França, São Le­o­bardo, que viveu re­cluso numa pe­quena cela pró­xima do mos­teiro de Mar­mou­tier, onde res­plan­deceu pela sua ad­mi­rável abs­ti­nência e humildade. († c. 593)

5.   Em Sa­ra­goça, na His­pânia Tar­ra­co­nense, São Bráulio, bispo, que ajudou Santo Isi­doro, de quem foi grande amigo, a res­taurar a dis­ci­plina ecle­siás­tica em toda a His­pânia e foi seu digno su­cessor na eloquência e sabedoria. († 651)

6.   Perto de Wa­reham, lo­ca­li­dade da In­gla­terra, Santo Edu­ardo, rei dos In­gleses, do­lo­sa­mente as­sas­si­nado ainda jovem pelos servos da madrasta. († 978). Ver também sobre Santo Eduardo, às páginas 131-133: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “Eduardo, o Mártir (c. 962 – 18 de março de 978) foi o Rei dos Ingleses de 975 até seu assassinato. Era o filho mais velho do rei Edgar mas não seu herdeiro reconhecido. Após a morte do rei, a liderança da Inglaterra foi contestada, com alguns apoiando a reivindicação de Eduardo e outros apoiando seu irmão mais novo Etelredo, reconhecido como o filho legítimo de Edgar. Eduardo foi escolhido como rei e coroado por seus principais apoiadores do clero, os arcebispos Dunstan e Osvaldo de Worcester.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Eduardo,_o_M%C3%A1rtir

7.   Em Mântua, na Lom­bardia, re­gião da Itália, o pas­sa­mento de Santo An­selmo, bispo de Lucca, fi­de­lís­simo à Sé Ro­mana, que, no con­flito sobre as in­ves­ti­duras, res­ti­tuiu ao papa Gre­gório VII o anel e o bá­culo pas­toral que re­lu­tan­te­mente re­ce­bera do im­pe­rador Hen­rique IV e, ex­pulso da sua sede pelos có­negos que re­cu­savam a vida comum, foi en­viado à Lom­bardia como le­gado do papa, que en­con­trou nele um va­lioso colaborador. († 1086). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1086, a volta para Deus de Santo Anselmo. Recolhido a um mosteiro beneditino pouco depois de sua sagração episcopal, trabalhou por sua oração e seus esforços para restabelecer a paz perturbada pelo imperador. (M). Ver também sobre Santo Anselmo às páginas 134-135: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

8.   Em Cá­gliari, na Sar­denha, São Sal­vador Gri­o­nesos de Horta, re­li­gioso da Ordem dos Frades Me­nores, que se tornou um hu­milde ins­tru­mento de Cristo para sal­vação dos corpos e das almas. († 1567)

9*.   Em Len­castre, na In­gla­terra, os be­atos João Thules, pres­bí­tero, e Ro­gério Wrenno, oriundos do mesmo con­dado, már­tires de Cristo no rei­nado de Jaime I. († 1616)

10*.   No mos­teiro de Saint-Sau­veur-le-Vi­comte, na Nor­mandia, re­gião da França, a Beata Marta (Amata Le Bou­teiller), virgem das Irmãs das Es­colas Cristãs da Mi­se­ri­córdia, que, ani­mada pela sua plena con­fi­ança em Deus, de­sem­pe­nhou sempre com inal­te­rável pa­ci­ência os ofí­cios mais humildes. († 1883)

11♦.   Em Flo­rença, na Itália, a Beata Ce­les­tina da Mãe de Deus (Maria Ana Do­náti), virgem, fun­da­dora da Con­gre­gação das Fi­lhas Po­bres de São José de Calasans. († 1925)

12. São Trófimo e Santo Eucárpio, mártires. No Martirológio Romano-Monástico, na Nicomédia, no séc. IV, os Santos Trófimo e Eucarpo. Soldados pagãos, tinham sido mandados perseguir os cristãos. Convertidos no trajeto pela caridade exemplar destes, foram também condenados ao suplício do fogo (M).Ver sua história às páginas 128-129: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

13. Em 707, São Tetrico, abade do Mosteiro de Saint-Germain, em Auxerre. Tornado Bispo daquela cidade, realçou a dignidade do Ofício Divino em sua catedral (Conforme Martirológio Romano-Monástico – X).

14. No mesmo dia, em Augsburgo, São Narciso (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, o primeiro que pregou o evangelho aos grisões, indo_ em seguida a Espanha, tendo, depois, em Girona, feito inúmeras conversões. Recebeu a palma do martírio juntamente com o diácono Félix, quando do imperador Diocleciano, em 307. Ver página 138: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

15. Na Folhinha do Coração de Jesus, São Cristiano.

– Ver “… Além do fato de que ele foi abade do primeiro mosteiro cisterciense já estabelecido na Irlanda, praticamente nada pode ser afirmado com certeza sobre Bd Christian, também chamado Christian O’Conarchy ou Giolla Criost Ua Condoirche. As várias tradições e lendas são confusas e conflitantes. De acordo com. alguns relatos, ele nasceu em Bangor em Ulster, e Colgan diz que ele era o discípulo e depois o arquidiácono de São Malaquias de Armagh, e que provavelmente acompanhou esse prelado em uma visita a Roma, permanecendo em Claraval em seu caminho para lá. Ele parece ter sido um dos quatro discípulos que ficaram em Claraval na viagem de volta para casa e que receberam o hábito do próprio São Bernardo. Ao retornar à Irlanda, St Malachy estava ansioso para introduzir a Ordem Cisterciense em seu país, e em sua incitação Donough O’Carroll começou a construir Mellifont. Malaquias solicitou ao fundador um superior e alguns monges para iniciar a nova fundação, e São Bernardo enviou Christian e vários irmãos franceses em 1142.

Alguns escritores dizem que o abade Christian se tornou bispo de Lismore e legado papal para a Irlanda. Um antigo analista irlandês anônimo anota o ano de 1186 como a data da morte de Christian, o ilustre prelado de Lismore, “ex-legado da Irlanda, emulador das virtudes que viu e ouviu de seu santo pai São Bernardo e do Sumo Pontífice, o venerável Eugênio, com quem estava no noviciado em Clairaval”.

Ver Colgan, Acta Sanctorum Hiberniae e LIS., vol. iii, pág. 839…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch18.html#1186_Bl._Christian_Abbot_of_the_first

16. Outras santas e Santos do dia 18 de março: págs. 108-140 (vol.5): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

Obs. Entra no Google chrome, mas não no edge.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 18 de março, ver também: 18 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 266-268: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch18.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

================

“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 17 de março

1. São Pa­trício (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que, ainda jovem, foi le­vado pri­si­o­neiro da Bre­tanha para a Ir­landa. Tendo re­cu­pe­rado a li­ber­dade, quis abraçar o es­tado cle­rical e re­gressou à mesma ilha, onde, eleito bispo, anun­ciou com grande zelo o Evan­gelho ao povo e or­ga­nizou com fir­meza a sua Igreja, até que, em Down, ci­dade da Ir­landa, ador­meceu no Senhor.

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 461, o nascimento no céu de São Patrício. Após um período monástico em Lérins, e depois em Axerre, voltou para evangelizar a Irlanda. Lá fundou a Igreja de Armagh, que se tornou o centro religioso daquela ilha tão fértil em santidade. Sua memória é venerada em Downpatrick, no condado de Ulster. (R).

– Conforme a Folhinha do Coração de Jesus de 15.03.2012, 17/03: SAO PATRICIO. Nascido na Inglaterra em 386, com 16 anos o jovem Patrício for sequestrado e levado como escravo para a Irlanda. Nos seis anos em que que lá viveu, aprendeu a língua e os costumes célticos. Tendo fugido e retornado à casa, alimentando o desejo de retornar à ilha para evangelizar seus habitantes, ordenou-se sacerdote e, após inúmeras peripécias, em 433 for enviado pela Santa Sé como bispo e missionário dos irlandeses. Os relatos da atuação de Patrício são marcados pelos elementos típicos do imaginário da cultura das tribos celtas, como eventos milagrosos, visões, profecias e disputas com os feiticeiros pagãos Patrício pregou o evangelho, construiu inúmeros mosteiros e batizou muitos habitantes da ilha. Conhecido como o Apóstolo da Irlanda, morreu a 17 de março de 493. (Frei Sandro Roberto da Costa, OFM-Petrópolis-RJ). Ver também às págs. 93-96: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf  († 461)

– Ver também “Patrício da IrlandaApóstolo da Irlanda ou Saint Patrick (em inglêsPatrick; em latimPatricius) (Banwen – 17 de março de 493, Irlanda), foi um missionário cristão, depois bispo e santo padroeiro da Irlanda, juntamente com Santa Brígida de Kildare e São Columba.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Patr%C3%ADcio_da_Irlanda

2.   A co­me­mo­ração de nu­me­rosos santos már­tires em Alexandria, no Egipto, que, no tempo do im­pe­rador Te­o­dósio, quando crescia o nú­mero de cris­tãos, foram presos pelos ado­ra­dores de Se­rápis e, como re­cu­sassem fir­me­mente adorar o ídolo, foram cru­el­mente assassinados. († c. 392)

– Ver “… 390 OS MÁRTIRES DO SERAPIS

Teófilo, arcebispo de Alexandria (o mesmo que mais tarde marcou a queda de São João Crisóstomo) obteve um rescrito do imperador Teodósio autorizando-o a converter um templo de Dionísio em uma igreja cristã. Este processo levou a tumultos, no decurso dos quais muitos foram mortos nas ruas. Os insurgentes estabeleceram seu quartel-general no grande templo de Serápis, de onde fizeram incursões e apreenderam vários cristãos, a quem tentaram induzir a oferecer sacrifício a Serápis, e diante de sua recusa os levaram a uma morte cruel.
O imperador expressou sua admiração por aqueles que receberam a coroa do martírio e, para não desonrar seu triunfo, perdoou seus assassinos; mas ele ordenou a destruição de todos os templos pagãos no Egito. Quando sua carta foi lida em Alexandria, os pagãos abandonaram o templo de Serápis, e o ídolo, derrubado, foi lançado no fogo. A população foi informada de que, se fosse tocada, os céus cairiam e a terra voltaria ao caos, mas assim que perceberam que nenhum julgamento terrível se seguiu à sua destruição, muitos pagãos abraçaram o cristianismo. Duas igrejas foram construídas no local do templo de Serápis: um dos edifícios mais famosos do mundo antigo.

Os relatos fornecidos por Teodoreto, Rufino e outros historiadores da igreja primitiva foram extraídos e anotados no Acta Sanctorum, março, vol. ii. Para um relato vívido da cena no Serapeum, ver DCB., vol. IV, pág. 1000. Parece não ter havido culto eclesiástico, mas uma entrada foi acrescentada ao Martirológio Romano por Barônio…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch17.html#390_Martyrs_of_Seramis_RM_Nothing

3.   Em Cha­lons-sur-Saône, na Bor­gonha da Gália, na ac­tual França, Santo Agrí­cola, bispo, que go­vernou esta Igreja du­rante quase dez lus­tros e a con­so­lidou com vá­rios concílios. († 580)

4.   Em Ni­velles, no Bra­bante, ac­tu­al­mente na Bél­gica, Santa Ger­trudes, aba­dessa, que, nas­cida de uma fa­mília muito ilustre, re­cebeu do bispo Santo Amando o sa­grado véu das vir­gens e di­rigiu com sa­be­doria o mos­teiro cons­truído por sua mãe, man­tendo-se sempre as­sídua à lei­tura da Sa­grada Es­cri­tura e per­se­ve­rante na aus­te­ri­dade das vi­gí­lias e do jejum.

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Brabante belga, Santa Gertrudes de Nivelle. Filha do administrador do palácio de Pepino de Landen, recebeu o véu das virgens consagradas das mãos de Santo Amândio e fundou um mosteiro nas terras de seu pai, onde morreu em 659, aos trinta e três anos de idade, configurada ao Cristo por seus sofrimentos. (M).

Ver também páginas 97-102: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf  († 659

– Ver também “Gertrude de NivellesOSB (Landen626 – Nivelles17 de março de 659) é uma santa brabantina, da família dos pipinidas. Foi monja, fundadora e primeira abadessa de Nivelles (hoje na Bélgica), padroeira da cidade de Nivelles. A sua festa litúrgica é em 17 de Março: nesse dia a sua imagem é levada em procissão pelas ruas de Nivelles.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gertrudes_de_Nivelles

– Ver ainda “… Gertrude de Nivelles, Abadessa OSB (RM) Nasceu em Landen em 626; morreu em Nivelles em 659. Santa Gertrudes era a filha mais nova do Beato Pepino de Landen e da Beato Itta. Sua irmã Begga também é contada entre os santos.
Desde cedo dedicou-se à vida religiosa.
Com a morte de Pepino em 639 e a conselho de Santo Amando de Maastricht, Itta construiu um mosteiro duplo em Nivelles, onde mãe e filha se aposentaram. Gertrude foi nomeada abadessa quando foi julgada com idade suficiente (cerca de 20 anos). Embora ainda muito jovem, cumpria bem suas responsabilidades com a ajuda da mãe. Gertrude era conhecida por sua hospitalidade aos peregrinos e seu incentivo e generosas beneficências aos monges missionários irlandeses. Ela deu terras a São Foillan , irmão de São Fursey , nas quais ele construiu o mosteiro de Fosses. Ela também ajudou o irlandês Saint Ultan em seus esforços de evangelização.
Aos 30 anos (656), Gertrude renunciou ao cargo em favor de sua sobrinha, Saint Wilfetrudis, porque ela estava enfraquecida por suas muitas austeridades. Ela passou o resto de seus dias estudando as Escrituras e fazendo penitências. Gertrude é outra das místicas medievais que foi dotada de visões e, como Santa Catarina de Sena, morreu com a significativa idade de 33 anos – a idade de Nosso Senhor em Sua morte. O culto de Santa Gertrudes tornou-se amplamente difundido nas Terras Baixas, países vizinhos e Inglaterra. Um corpo considerável de folclore se reuniu em torno de seu nome. Santa Gertrudes é nomeada no martirológio de São Beda (Attwater, Benedictines, Delaney, Encyclopedia, Farmer).
Na arte, Gertrudes é uma abadessa com ratos (representando as almas do purgatório a quem tinha grande devoção) a comandar o seu bordão pastoral. Às vezes, ela é mostrada (1) segurando um mouse grande; (2) girar ou segurar uma roca; ou (3) com um gato perto dela (Roeder). Ainda em 1822, oferendas de ratos de ouro e prata foram deixadas em seu santuário em Colônia (Fazendeiro).
Santa Gertrudes é a padroeira dos jardineiros porque o bom tempo em seu dia de festa significava que era hora de começar o plantio da primavera. Seu patrocínio aos viajantes vem de sua hospitalidade para com eles (Delaney). Os peregrinos costumavam beber um estribo em sua homenagem antes de partir. Como extensão, ela também foi invocada como padroeira daqueles que haviam morrido recentemente, que popularmente deveriam experimentar uma jornada de três dias para o outro mundo. Supunha-se que eles passaram a primeira noite sob os cuidados de Gertrudes, e a segunda sob os cuidados de São Miguel Arcanjo. Ela é invocada contra ratos e camundongos (Fazendeiro)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch17.html#659_St._Gertrude_of_Nivelles_Benedictine

5.   Na ilha de Chipre, São Paulo (também na Folhinha do Coração de Jesus, Paulo de Constantinopla), monge e mártir, que, por de­fender o culto das sa­gradas ima­gens, foi lan­çado às chamas. († c. 770).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na ilha de Chipre, no ano da graça de 760, o martírio de São Paulo, que foi atirado ao fogo por ter defendido a necessidade das santas imagens no culto cristão. (M)

6*.   Em Mo­dugno, perto de Bári, na Apúlia, re­gião da Itália, o Beato Con­rado, que levou vida ere­mí­tica na Pa­les­tina, ha­bi­tando até à morte numa mi­se­rável gruta. († c. 1154)

7.   Em Olo­mouc, lo­ca­li­dade da Mo­rávia, na ac­tual Ché­quia, São João Sarkander, pres­bí­tero e mártir, que, sendo pá­roco de Ho­lesov e re­cu­sando re­velar se­gredos da con­fissão, foi con­de­nado ao su­plício da roda e en­cer­rado ainda com vida no cár­cere, onde morreu um mês depois. († 1620).

– Ver “São João Sarkander, em checo e polaco Jan Sarkander, foi um sacerdote católico da Morávia.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Sarkander

8.   Na re­gião dos Hu­rões, no Ca­nadá, a paixão de São Ga­briel Lalemant, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus, que, de­pois de ter di­fun­dido com grande zelo Á glória de Deus no idioma do povo, foi vi­o­len­ta­mente tor­tu­rado por ado­ra­dores dos ídolos com cru­de­lís­simos su­plí­cios. A sua me­mória ce­lebra-se no dia onze de Ou­tubro, jun­ta­mente com a dos seus companheiros. († 1649).

– Ver: MÁRTIRES DO CANADÁ, DIAS 16 DE MARÇO, 26 DE SETEMBRO, 18, 19 DE OUTUBRO E 08 DE DEZEMBRO.

10♦.   Em Ca­tumbi, no Brasil, a Beata Maria Bár­bara da San­tís­sima Trin­dade (Bár­bara Maix), virgem, fun­da­dora da Con­gre­gação das Irmãs do Ima­cu­lado Co­ração de Maria. († 1873).

Ver em 06 de novembro: Bem-Aventurada Bárbara Maix (também na Folhinha do Coração de Jesus). “ Bem-Aventurada Bárbara Maix ICM (Maria Bárbara da Santíssima Trindade) (Viena27 de junho de 1818 — Rio de Janeiro17 de março de 1873) foi uma religiosa austríaca fundadora da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria. Foi beatificada no dia 6 de novembro de 2010 no Ginásio Gigantinho em Porto Alegre

Bárbara Maix faleceu na cidade do Rio de Janeiro, no bairro do Catumbi, onde morava com quatro religiosas numa casa emprestada. Era de saúde frágil, sofria da asma e de problemas cardíacos. No dia 17 de março de 1873, sentiu-se mal após a missa, e acompanhada por uma religiosa, sentou-se em sua cadeira de braços onde muitas vezes passava as noites nos momentos de crise, e faleceu com um sorriso nos lábios, um sorriso de paz. Tinha 54 anos, sua fé foi imbatível. Deixou o perdão como herança, e a todos o perfume da sua santidade…

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bárbara_Maix

Soube renunciar a si mesma, carregou a cruz das provações e perseguições, viveu a caridade no seguimento de Jesus, no espírito das primeiras comunidades cristãs, servindo a todos, especialmente aos mais necessitados. (Padre Geraldo Barbosa)”.

11*.   Em Má­laga, na Es­panha, o Beato João Ne­po­mu­ceno Zegri y Moreno, pres­bí­tero, que con­sa­grou o seu mi­nis­tério ao ser­viço da Igreja e das almas e, para me­lhor pro­curar a glória de Deus Pai em Cristo, fundou a Con­gre­gação das Irmãs da Ca­ri­dade de Nossa Se­nhora das Mercês. († 1905)

12. São José de Arimatéia (também na Folhinha do Coração de Jesus) confessor. Ver sua história às páginas 103-104: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “José de Arimateia, assim conhecido por ser de Arimateiacidade da Judeia, foi, segundo os Evangelhos canônicos, um homem rico, senador e membro do Sinédrio, o colégio dos mais altos magistrados do povo judeu e que formava a suprema magistratura judaica. A Bíblia relata que ele era discípulo de Cristo, mesmo que secretamente (João 19:38).”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Arimateia

– Ver também “…São José de Arimatéia, o conselheiro (Lc 23,50) que, depois da crucificação, pediu o corpo de Cristo a Pôncio Pilatos. Em Jerusalém, São José de Arimatéia, nobre senador e discípulo de nosso Senhor, que desceu seu corpo da cruz e o sepultou em seu novo sepulcro.
… Nós nada sabemos autenticamente de São José de Arimatéia além do que está registrado nos Evangelhos. Ele é mencionado por todos os quatro evangelistas e aprendemos deles que ele era um discípulo de nosso Senhor, mas “em segredo, por medo dos judeus”. Ele era “um conselheiro, um homem bom e justo”. Ele não havia participado da votação do Sinédrio contra Jesus e “ele mesmo estava procurando o reino de Deus”. As cenas ao lado da cruz parecem ter lhe dado coragem, então “ele foi ousadamente a Pilatos e implorou pelo corpo de Jesus”. Atendendo ao seu pedido, comprou linho fino e, envolvendo o corpo nele, o depositou em um sepulcro escavado na rocha e no qual “nunca ninguém havia sido sepultado”. A história não tem mais a nos contar sobre José, mas os evangelhos apócrifos, originalmente conhecido como “Atos de Pilatos”, contém outras referências; mas de um rei lendário.

A mais surpreendente das lendas associadas ao nome de José de Arimatéia é muito posterior. Supôs-se ao mesmo tempo que William de Malmesbury em seu Do Antiquitate Glastoniensis Ecclesiae (c .1130) já estava familiarizado com a história da vinda deste Joseph para Glastonbury. Isso, no entanto, tem se mostrado um erro. Foi só mais de um século depois que um capítulo de outra mão, incorporando essa ficção, foi prefixado ao livro de William. Aqui, finalmente, somos informados de que, quando São Filipe, o Apóstolo, estava pregando o evangelho na Gália, ele estava acompanhado por José de Arimatéia, que era seu discípulo devoto. São Filipe enviou para a Inglaterra doze dos clérigos de sua companhia e os colocou todos sob a direção de José. O rei da Grã-Bretanha a quem eles se dirigiam não aceitou seus ensinamentos cristãos, mas deu-lhes uma ilha, Yniswitrin, mais tarde conhecida como Glastonbury, no meio dos pântanos, e ali, por ordem do arcanjo Gabriel, construíram uma igreja de paus em honra de Nossa Senhora, trinta e um anos depois da paixão de Jesus Cristo e quinze depois da assunção da Santíssima Virgem. Este conto, antes do final do século XIV, encontra-se muito desenvolvido na história da abadia de John of Glastonbury. João nos informa que, além dos doze discípulos de São Filipe, nada menos que cento e cinquenta outras pessoas, homens e mulheres, vieram da França para a Grã-Bretanha para espalhar o evangelho, e que, por ordem de nosso Senhor, todos eles atravessaram o mar carregados de camisa de José, filho de José de Arimatéia, na noite da ressurreição de nosso Salvador, e chegou à terra pela manhã. Eles foram posteriormente presos pelo “rei de Gales do Norte”, mas, ao ser libertado, São José, Josephes e dez outros foram autorizados a ocupar a ilha de Yniswitrin, que aqui é identificada não apenas com Glastonbury, mas também com Avalon. Aqui, como dito anteriormente, foi construída a capela de paus, e no devido tempo foi enterrado São José de Arimatéia.

Nem em Beda, Gildas, Nennius, Godofredo de Monmouth, o autêntico Guilherme de Malmesbury nem qualquer outro cronista por mil e cem anos encontramos qualquer vestígio da suposta vinda de José de Arimatéia a Glastonbury. Nem mesmo na lenda apresentada por John de Glastonbury por volta do ano 1400 é feita menção ao Santo Graal, embora isso seja tão conspicuamente associado a Joseph e seu filho Josephes nos romances do Graal. Por outro lado, muito é feito pelos escritores posteriores de Glastonbury de duas galhetas de prata que Joseph supostamente trouxe consigo, uma contendo o sangue e a outra o suor de nosso Salvador. Mas quando essa lenda ganhou circulação no final do século XIV, foi entusiasticamente adotada como uma espécie de credencial nacional, e nos Concílios de Constança (1417) e de Basileia (1434) os representantes ingleses reivindicaram precedência com base no fato de que a Grã-Bretanha havia aceitado o ensino do cristianismo antes de qualquer outro país do Ocidente. De qualquer forma, pode-se dizer que a alegação não era menos fundamentada do que a feita pela França em virtude da chegada das SS. Maria Madalena, Marta e Lázaro para a Provença, ou pelos espanhóis em razão da pregação do evangelho na Espanha pelo apóstolo São Tiago.

Um relato admirável desse exemplo de criação de mitos medievais foi publicado por Dean J. Armitage Robinson em Two Glastonbury Legends (1926),no qual são fornecidas referências bibliográficas completas. A sóbria exposição dos fatos da história feita pelo erudito escritor é particularmente valiosa em vista da massa de ficções extravagantes obtidas pela escrita automática – não menos perniciosa porque os escritores que as produziram as imprimiram, sem dúvida, de boa fé – com as quais o país foi inundado após a publicação de Gate of Remembrance, de Bligh Bond, em 1958. Ver também o Acta Sanctorum , março, vol. ii; artigos de Henry Jenner em Pax, no. 48 (1916), pp. 125 seq., e pelo Pe Thurston em The Month, julho de 1931, pp. 43 seq. e TD Kenrick, Antiguidade Britânica (1950).

O conselheiro (Lc 23,50) que, após a crucificação, pediu o corpo de Cristo a Pôncio Pilatos e providenciou um sepultamento adequado para Cristo.
Uma figura imensamente popular no folclore cristão, José foi denominado no Novo Testamento o “homem virtuoso e justo” (Lc 23:50) e o homem “que estava esperando o reino de Deus” (Mc 15:43). Descrito como …. secretamente discípulo de Jesus por medo dos judeus, [ele] perguntou a Pilatos se ele poderia remover o corpo de Jesus. E Pilatos o permitiu” (Mc 15,42-47). De acordo com o Evangelho apócrifo de Nicodemos, ele ajudou a estabelecer a comunidade de Lida. 

Ele também foi uma figura proeminente nas lendas que cercam o Santo Graal, aparecendo no romance de Robert de Barron no início do século XIII, Joseph d’Arirnathea, no De Antiquitate Glastoniensis Ecclesiae, de William de Malmesbury, e no famoso Morte D’Arthur, de Thomas Mallory; O conto de William de Almesbury relata a chegada de Joseph à Inglaterra com o Santo Graal e a construção da primeira igreja na ilha de Glastonbury; a passagem sobre José, no entanto, foi acrescentada no século XIII.
José de Arimatéia (RM) século I. Lemos sobre José de Arimatéia, o “nobre conselheiro”, em todos os quatro Evangelhos (Mateus 27:57-61; Marcos 15:43-46; Lucas 23:50-56; e João 19:38-42).

Tal como acontece com muitas das figuras bíblicas, inúmeras lendas se acumularam em torno de seu nome nos últimos anos.
São José era um membro rico do conselho do templo e um seguidor secreto de Jesus porque temia a perseguição de oficiais judeus. Ele assistiu à crucificação, e a lenda diz que ele pegou o sangue de Jesus enquanto estava pendurado na cruz. (O que se diz ser o Sacro Catino em que José capturou o sangue de Cristo na crucificação está em San Lorenzo, Gênova, Itália.) José persuadiu Pôncio Pilatos a deixá-lo ter o corpo de Jesus, envolveu-o em linho e ervas e colocou em um túmulo esculpido em uma rocha na encosta de uma colina, um túmulo que ele havia preparado para si mesmo.
A tradição posterior embelezou esse relato para acrescentar que José era um parente distante de Jesus, que obtinha sua riqueza das minas de estanho na Cornualha, que ele visitava de tempos em tempos.

Uma versão conta a história do Jesus adolescente acompanhando José em uma dessas visitas. Este é o pano de fundo do poema “Jerusalém“, de William Blake (1757-1827):
“E aqueles pés nos tempos antigos andaram sobre as montanhas verdes da Inglaterra? E o santo Cordeiro de Deus nas pastagens agradáveis ​​da Inglaterra foi visto?
E o semblante divino brilhou sobre nossas colinas nubladas? E Jerusalém foi construída aqui entre aqueles moinhos satânicos escuros?
Traga-me meu arco de ouro ardente! Traga-me minhas flechas de desejo! Traga-me minha lança! Ó nuvens, desdobrem-se! Traga-me minha carruagem de fogo! Não cessarei de lutar mentalmente,
Nem minha espada dormirá em minha mão, Até que tenhamos construído Jerusalém na terra verde e agradável da Inglaterra”
.
Esta versão continua a dizer que, após a Crucificação, São José voltou à Cornualha, trazendo consigo o cálice da Última Ceia, conhecido como Santo Graal. O Santo Graal foi escondido e desempenhou um papel importante na história popular da Inglaterra no grande épico nacional sobre o Rei Arthur e seus cavaleiros que, sem sucesso, procuram encontrá-lo.

Ao chegar a Glastonbury, ele plantou seu cajado, que se enraizou e floresceu em um espinheiro. Este é o Espinho Sagrado, que floresce no Natal.
O rei Carlos I atraiu o capelão católico romano de sua esposa ao observar que, embora o papa Gregório tivesse proclamado uma reforma do calendário, o espinho de Glastonbury ignorou o decreto do papa e continuou a florescer no dia de Natal de acordo com o antigo calendário. Um dos soldados de Cromwell derrubou o Thorn porque era uma relíquia da superstição. Dizem-nos que ele foi cegado por um dos espinhos quando caiu. Uma árvore supostamente cultivada a partir de um corte do Thorn original sobrevive hoje em Glastonbury (e as árvores propagadas a partir dele ficam nos terrenos da Catedral em Washington, DC, e presumivelmente em outros lugares) e as folhas são vendidas em todas as lojas turísticas em Glastonbury .
Não foi até meados do século 13 que a lenda aparece dizendo que Joseph acompanhou São Filipe para a Gália para pregar e foi enviado por ele para a Inglaterra como líder de 12 missionários. Diz-se que a empresa, inspirada no arcanjo Gabriel, construiu uma igreja de pau-a-pique em homenagem à Virgem Maria em uma ilha chamada Yniswitrin, dada a eles pelo rei da Inglaterra. A igreja eventualmente evoluiu para a Abadia de Glastonbury em Somerset. Supostamente Joseph morreu lá, foi enterrado na ilha e curas milagrosas funcionaram em seu túmulo. Este local de enterro é improvável.

Há algum mérito nas lendas de São José? Talvez.

O estanho, um ingrediente essencial do bronze, era altamente valorizado nos tempos antigos, e os navios fenícios importavam estanho da Cornualha .
Não é irracional acreditar que alguns cristãos judeus do primeiro século possam ter sido investidores no comércio de estanho da Cornualha. O cristianismo se firmou na Grã-Bretanha muito cedo, talvez, em parte, por causa do comércio de estanho. Se assim for, então os primeiros cristãos britânicos teriam uma tradição de que foram evangelizados por um rico cristão judeu. Tendo esquecido seu nome, eles podem ter consultado as Escrituras e descoberto que José e São Barnabé se encaixam na descrição. Como grande parte da vida de Barnabé já foi descrita pelos Atos dos Apóstolos, tornando-o um candidato improvável, apenas José ficou.

Assim, os cristãos que buscavam uma conexão imediata com seu Senhor, agarraram-se a Joseph como seu evangelizador (Attwater, Benedictines, Bentley, Delaney, Encyclopedia, Robinson, White).
Na arte, São José é retratado como um homem muito velho, carregando um pote de unguento ou um cajado florido ou um par de galhetas de altar (contendo o sangue e o suor de Jesus) (Branco). Ele pode ser mostrado tomando a coroa de espinhos do Cristo morto. Outras vezes, ele é mostrado com a mortalha e a coroa de espinhos, um espinheiro ao lado dele ou uma caixa de especiarias (Roeder).
Ele é venerado em Glastonbury e patrono dos coveiros e agentes funerários (Roeder, White)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch17.html#St._Joseph_of_Arimathea_The_councillor

13. Santa Withburga, virgem. Ver sua história às páginas 105-106: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver “Wihtburh (ou Withburga ) (morreram 743) foi um East Anglia santo, princesa e abadessa que foi, possivelmente, uma filha de Anna of East Anglia , situada na atual Inglaterra. Ela fundou um mosteiro em Dereham, em Norfolk . Uma história tradicional diz que a Virgem Maria enviou um casal de veados para fornecer leite para seus trabalhadores durante a construção do mosteiro. Supõe-se que o corpo de Withburga não estava corrompido quando foi descoberto meio século após sua morte: mais tarde foi roubado por ordem do abade de Ely . Uma fonte apareceu no local do túmulo vazio do santo em Dereham.: https://en.wikipedia.org/wiki/Wihtburh

14. Santo Ambrósio de Alexandria. Ver “Ambrósio de Alexandria (antes de 212 – ca. 250) foi um amigo do teólogo cristão Orígenes. Ambrósio foi atraído pela fama de Orígenes como professor e visitou a Escola Catequética de Alexandria em 212. Inicialmente, um gnóstico valentiano e marcionista, Ambrósio, através dos ensinamentos de Orígenes eventualmente rejeitou o Gnosticismo e se tornou um companheiro constante de seu mestre[1] foi ordenado diácono segundo São Jerônimo[2] e Eusébio.[3]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ambr%C3%B3sio_de_Alexandria

15. Santo Aleixo, de acordo com a lenda, era o filho único duma rica família romana. No dia do seu casamento fugiu de Roma e viveu como mendigo em Edessa, até um dia no qual foi milagrosamente apontado como “homem de Deus”. Fugiu da consequente fama, e voltou para Roma, onde não foi reconhecido. Foi-lhe permitido como a um pobre viver sob as escadas da sua própria casa. Apenas depois da sua morte descobriu-se a sua identidade.[1]..

O seu nome fica no Martirológio Romano, onde em 17 de julho diz: “Em Roma, numa igreja no monte Aventino, celebra-se sob o nome de Aleixo um homem de Deus, que, como relata-se na tradição, abandonou a sua casa rica para tornar-se pobre e pedir esmolas não reconhecido”.[3]

Na Catholic Encyclopedia Johann Peter Kirsch diz: “Talvez a única base para a história seja o fato de que em Edessa certo piedoso asceta viveu a vida dum mendigo e mais tarde foi venerado como um santo.”[1]

Na Igreja ortodoxa a festa de Aleixo é em 17 de março. O seu nome é muito popular entre os ortodoxos: entre os muitos batizados com o seu nome (em grego Alexios ou Alexis, em ruso Alexei) estão cinco imperadores bizantinos…”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aleixo_de_Roma

– Ver “… Santo Aleixo; mirra perfumada fluiu de relíquias sagradas curando os enfermos… Nascido em Roma na família do piedoso e amante da pobreza Euphemianus e Aglais. O casal ficou sem filhos por muito tempo e orava constantemente ao Senhor para que lhes concedesse um filho.

E o Senhor consolou o casal com o nascimento de seu filho Alexis

… Aos seis anos de idade a criança começou a ler e estudou com sucesso as ciências mundanas, mas foi com particular diligência que leu a Sagrada Escritura. Quando jovem, começou a imitar seus pais: jejuava rigorosamente, distribuía esmolas e, por baixo de suas roupas finas, usava secretamente um cilício. Desde cedo ardia dentro dele o desejo de deixar o mundo e servir a Deus. Seus pais, no entanto, tinham arranjado para Alexis se casar com uma noiva bonita e virtuosa.
Na noite de núpcias, Alexis deu a ela seu anel e seu cinto (que eram muito valiosos) e disse: “Guarde essas coisas, amada, e que o Senhor esteja conosco até que Sua graça nos forneça algo melhor”. Saindo secretamente de casa, ele embarcou em um navio para a Mesopotâmia.

…Chegando à cidade de Edessa, onde foi preservado o Ícone do Senhor “Não-feito-à-mão” (16 de agosto), Alexis vendeu tudo o que tinha, distribuiu o dinheiro aos pobres e passou a morar perto da igreja da Santíssima Theotokos sob um pórtico. O santo usava uma parte das esmolas que recebia para comprar pão e água e o restante distribuía aos idosos e enfermos. Todos os domingos recebia os Santos Mistérios.
Os pais procuraram o desaparecido Alexis em todos os lugares, mas sem sucesso. Os servos enviados por Eufémio também chegaram a Edessa, mas não reconheceram o mendigo sentado no pórtico como seu senhor. Seu corpo estava murcho pelo jejum, sua beleza desapareceu, sua estatura diminuiu.

O santo os reconheceu e deu graças ao Senhor por ter recebido esmolas de seus próprios servos.
A mãe inconsolável de Santo Alexis se confinou em seu quarto, rezando incessantemente por seu filho. Sua esposa também sofreu com seus sogros.
St Alexis morou em Edessa por dezessete anos. Certa vez, a Mãe de Deus falou ao sacristão da igreja onde o santo morava: “Conduza à Minha igreja aquele Homem de Deus, digno do Reino dos Céus. Sua oração sobe a Deus como incenso aromático, e o Espírito Santo repousa nele.” O sacristão começou a procurar por tal homem, mas não conseguiu encontrá-lo por muito tempo. Então ele orou à Santíssima Theotokos, implorando a Ela para esclarecer sua confusão. Novamente uma voz do ícone proclamou que o Homem de Deus era o mendigo que estava sentado no pórtico da igreja.
O sacristão encontrou Santo Alexis e o trouxe para a igreja. Muitos o reconheceram e começaram a elogiá-lo. O santo embarcou secretamente em um navio com destino à Cilícia, com a intenção de visitar a igreja de São Paulo em Tarso. Mas Deus ordenou o contrário. Uma tempestade levou o navio para o oeste e atingiu a costa da Itália. O santo viajou para Roma e decidiu morar em sua própria casa.

Sem ser reconhecido, pediu humildemente permissão ao pai para se instalar em algum canto de seu pátio. Eufêmio colocou Alexis em uma cela especialmente construída e deu ordens para alimentá-lo de sua mesa.
Morando na casa dos pais, o santo continuou a jejuar e passou dia e noite em oração. Ele humildemente suportou insultos e zombarias dos servos de seu pai. A cela de Alexis ficava em frente às janelas de sua esposa, e o asceta sofria terrivelmente ao ouvi-la chorar. Somente seu amor incomensurável por Deus ajudou o santo a suportar esse tormento. Santo Alexis morou na casa de seus pais por dezessete anos e o Senhor lhe revelou o dia de sua morte. Então o santo, pegando papel e tinta, escreveu certas coisas que só sua esposa e seus pais saberiam. Ele também lhes pediu que o perdoassem pela dor que lhes causara.
No dia da morte de Santo Aleixo em 411, o arcebispo Inocêncio (402-417) estava servindo a liturgia na presença do imperador Honório (395-423). Durante os cultos, uma voz foi ouvida do altar: “Vinde a mim, todos os que estais cansados ​​e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mt.11:28). Todos os presentes caíram no chão aterrorizados.

A Voz continuou: “Na sexta-feira de manhã, o Homem de Deus sai do corpo; faça-o orar pela cidade, para que você permaneça tranquilo.” Eles começaram a procurar por toda Roma, mas não encontraram o santo. Quinta-feira à noite o Papa estava servindo a Vigília na Igreja de São Pedro.   Ele pediu ao Senhor que lhes mostrasse onde encontrar o Homem de Deus.

Depois da Liturgia, a Voz foi ouvida novamente no templo: “Procurai o Homem de Deus na casa de Eufémio”. Todos correram para lá, mas o santo já estava morto. Seu rosto brilhou como o rosto de um anjo, e sua mão apertou o papel, e eles não conseguiram pegá-lo. Eles colocaram o corpo do santo em um catre, coberto com mantas caras. O Papa e o Imperador ajoelharam-se e voltaram-se para o santo, como a um ainda vivo, pedindo-lhe que lhe abrisse a mão.   E o santo ouviu sua oração. Quando a carta foi lida, a esposa e os pais do justo veneraram em lágrimas suas relíquias sagradas.

 O corpo do santo foi colocado no centro da cidade. O imperador e o papa levaram o corpo do santo para a igreja, onde permaneceu por uma semana inteira, e depois foi colocado em uma cripta de mármore. Uma mirra perfumada começou a fluir das relíquias sagradas, concedendo cura aos enfermos.

As veneráveis ​​relíquias de Santo Aleixo, o Homem de Deus, foram enterradas na igreja de São Bonifácio. As relíquias foram descobertas no ano de 1216.
A Vida de Santo Aleixo, o Homem de Deus, sempre foi muito popular na Rússia…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch17.html#411_St_Alexis_fragrant_myrrh_flowed_from

– VER DIA 17 DE JULHO:

– Em Roma, na igreja si­tuada no monte Aven­tino, ce­lebra-se um homem de Deus cha­mado Aleixo (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, se­gundo a tra­dição, deixou a sua casa que era rica, para se fazer pobre e viver in­cog­ni­ta­mente de esmolas. († s. IV).

16. Outras santas e Santos do dia 17 de março: págs. 93-107 (vol.5): VIDAS DOS SANTOS – 5.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 17 de março, ver também: 17 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 264-266: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch17.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

================

“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 16 de março

1.   Em Aqui­leia, na Ve­nécia, ac­tu­al­mente no Friúli, re­gião da Itália, os santos Hi­lário, bispo, e Ta­ciano, (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártires. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Aquiléia, no final do séc. 1lI, os mártires Santos Hilário e Taciano, diáconos, que participaram dos sofrimentos de Cristo pelo suplício do cavalete. (M).

– Ver também páginas 81-82 : http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf  († data inc.)

2.   Em Se­lêucia, na Pérsia, hoje no Iraque, São Papas, oriundo da Li­caónia, que, pela fé em Cristo, de­pois de muitos tor­mentos con­sumou a sua vida ter­rena com o martírio. († s. IV)

3.   Em Ana­zarbo, na Ci­lícia, ac­tu­al­mente na Tur­quia, São Ju­lião, mártir, que, sob o go­verno do pre­feito Mar­ciano, de­pois de lon­ga­mente tor­tu­rado, foi en­cer­rado num saco com ser­pentes e lan­çado ao mar. († s. IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. IV, a paixão de São Julião. Filho de um senador da Cilicia, foi admitido entre os ministros da Igreja, mas sofreu, aos dezoito anos, diversas torturas por haver se recusado a sacrificar aos falsos deuses, e por ter confessado a verdade que é Cristo. Foi, finalmente, costurado dentro de um saco cheio de serpentes, e depois atirado ao mar. (M). Ver “São Julião de Anazarbus (também conhecido como Julião da Cilícia e Julião de Tarsus) é um mártir do séc. IV canonizado pela Igreja Católica. Filho de um senador foi preso aos 18 anos de idade (?) por ser cristão, durante as perseguições de Diocleciano. Diz-se que resistiu, primeiro, a tormentos e que foi submetido, depois, a um período em que tentaram pervertê-lo por métodos suaves. Durante o período de um ano terá sido conduzido por vilas e aldeias da região da Cilicia, para que os pagãos zombassem dele. Mas nada o demoveu de sua fidelidade a Jesus Cristo. Foi, por fim, lançado ao mar, dentro de um saco de areia com serpentes venenosas e escorpiões. O mar levou o seu corpo até Alexandria onde foi sepultado antes de ser levado para Antioquia.[1]”; https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Juli%C3%A3o_de_Anazarbo

4*.   Na re­gião de Ar­tois, na Nêus­tria, no ter­ri­tório da ac­tual França, Santa Eu­sébia, aba­dessa de Hamay-sur-la-Scarpe, que, de­pois da morte do pai, se con­sa­grou com sua santa mãe Ric­trudes à vida mo­nás­tica e, ainda ado­les­cente, foi eleita aba­dessa para su­ceder à sua avó, Santa Gertrudes.

– Ver também páginas 83-84: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf  († c. 680)

5.   Em Co­lónia, na Ale­manha, Santo He­ri­berto, bispo, que, sendo chan­celer do im­pe­rador Otão III, foi eleito contra a sua von­tade para a sede epis­copal, onde ilu­minou in­fa­ti­ga­vel­te­mente o clero e o povo com o exemplo das suas vir­tudes, às quais exor­tava também com a sua pregação. († 1021). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano de Senhor de 1021, Santo Heriberto. Filho do conde de Worms, estudou na abadia de Gorze, perto de Metz. Nomeado mais tarde para a Sé episcopal de Colônia, foi um conselheiro respeitado pelos imperadores Otão e Henrique. (M)

6*.   Em Vi­cenza, na Ve­nécia, ac­tu­al­mente no Vé­neto, re­gião da Itália, o Beato João Sórdi ou Cac­ci­a­fronte, bispo e mártir, que, sendo abade, foi con­de­nado ao exílio por causa da sua fi­de­li­dade ao Papa; eleito de­pois bispo de Mântua e trans­fe­rido fi­nal­mente para a sede epis­copal de Vi­cenza, morreu pela li­ber­dade da Igreja, tres­pas­sado à es­pada por um sicário. († 1181). Ver página 90: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

7*.   Em York, na In­gla­terra, os be­atos João Amias e Ro­berto Dalby, pres­bí­teros e már­tires, que, no rei­nado de Isabel I, con­de­nados à morte por causa do sa­cer­dócio, se di­ri­giram com ale­gria para o su­plício da forca. († 1589)

8.   Na re­gião dos Hu­rões, no Ca­nadá, a paixão de São João de Brébeuf, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que, en­viado da França para as mis­sões entre os Hu­rões, de­pois de muitos tra­ba­lhos mis­si­o­ná­rios e tri­bu­la­ções, foi cru­de­lis­si­ma­mente tor­tu­rado pelos pa­gãos do lugar e morreu he­roi­ca­mente por Cristo. A sua me­mória ce­lebra-se no dia onze de Ou­tubro, jun­ta­mente com a dos seus companheiros. († 1649). No domínio do Canadá, os Santos Mártires João de Brebeuf, Gabriel Lalemant (17 de março), Antônio Daniel (também na Folhinha do Coração de Jesus de 16 de março), Carlos Garnier (também na Folhinha do Coração de Jesus de 16 de março) e Natal Chabanel, Sacerdotes da Companhia de Jesus, os quais, na missão dos Hurões, neste e em outros dias, depois de muitos trabalhos e crudelíssimos tormentos, morreram valorosamente por Cristo (conforme Martirológio, Editora Permanência). Ver página 91: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– MÁRTIRES DO CANADÁ (VER TAMBÉM 26 DE SETEMBRO, 18 E 19 DE OUTUBRO E 08 DE DEZEMBRO). Os santos már­tires João de Brébeuf, Isaac Jogues, pres­bí­teros e com­pa­nheiros (também na Folhinha do Coração de Jesus), da Com­pa­nhia de Jesus, no dia em que São João de la Lande, re­li­gioso, foi as­sas­si­nado pelos pa­gãos do lugar em Os­ser­nenon, hoje Au­ri­es­ville, nos Es­tados Unidos da Amé­rica do Norte, onde, al­guns anos antes, tinha al­can­çado a coroa do mar­tírio São Re­nato Goupil. Neste dia são também ve­ne­rados con­jun­ta­mente os seus santos com­pa­nheiros Ga­briel Lalemant, An­tónio Daniel, Carlos Garnier e Natal Chabanel, que, no ter­ri­tório ca­na­diano, em dias di­versos, mor­reram már­tires, de­pois de muitos tra­ba­lhos na missão entre os Hu­rões para anun­ciar o Evan­gelho de Cristo aos povos desta região. († 1642-1649). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no meio do séc. XVII, o martírio dos Santos Isaac Jogues, João de Brébeuf, René Goupil e outros cinco missionários jesuítas, cruelmente mortos pelos índios iroqueses, quando levavam ao Canadá o Evangelho. (R). Registrado em 18 de outubro: Em Os­ser­nenon, po­vo­ação do Ca­nadá, a paixão de Santo Isaac Jo­gues, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que foi feito es­cravo pelos in­dí­genas, que lhe cor­taram os dedos e fi­nal­mente o ma­taram com golpes de ma­chado na ca­beça. A sua me­mória ce­lebra-se amanhã, jun­ta­mente com a dos seus companheiros. († 1646). Ver página 316: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2018.pdf

– Ver também: Mártires do Canadá. Ver “Os Mártires canadenses, conhecidos também como Mártires norte-americanos ou Mártires da Nova França, eram oito missionários jesuítas de Sainte-Marie among the Hurons que foram torturados e mártirizados em várias datas entre 1642 e 1649 no Canadá, na região que hoje é Ontário do Sul e Upstate New York, durante a guerra entre os iroquois (particularmente os mohawk) e os hurões. Os mártires são São René Goupil (1642),[1] Santo Isaac Jogues (1646),[2] São Jean de Lalande (1646),[3] Santo Antoine Daniel (1648),[4] São Jean de Brébeuf (1649),[5] São Noël Chabanel (1649),[6] São Charles Garnier (1649)[6] e São Gabriel Lalemant (1649).[5]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rtires_canadenses

– Ver também “… 1642-49 Mártires da América do Norte (RM) Todos nascidos na França
No território do Canadá, os Santos João de Brébeuf, Gabriel Lalemant, Anthony Daniel, Charles Garnier e Noel Chabanel
, sacerdotes da Companhia de Jesus, que na missão dos Hurons, neste e em outros dias, depois de muitos trabalhos e muitas tormentos cruéis, sofreu bravamente a morte por Cristo, morreu 1642-49; canonizado em 1930. A principal festa do calendário romano é 26 de setembro; no entanto, os jesuítas comemoram seis padres (Antony Daniel, Charles Garnier, Gabriel Laleman, Isaac Jogues, John de Brébeuf e Noel Chabanel) e dois irmãos leigos (John Lalande e René Goupil) em 16 de março, encontraram suas mortes nas mãos dos Iroqueses, os inimigos mortais dos Hurões. Os iroqueses foram animados por um ódio amargo aos missionários, a quem submeteram a torturas indescritíveis antes de matá-los. Mais informações e biografias de cada um são apresentadas para sua festa principal (Attwater, Benedictines, Parkman, Wynne).”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch16.html#1642-49_North_American_Martyrs_RM_All

9. No sé. IV, Santo Abraão. Ordenado padre, converteu a Cristo uma comunidade pagã, perto de Edessa. Depois deste sucesso apostólico, retirou-se para o deserto, onde viveu como eremita. Santo Efrém teceu-lhe louvores (Conforme Martirológio Romano Monástico – M). Ver também: Santo Abraão, ermitão¸e Santa Maria, sua sobrinha, penitente, nas páginas 66-80: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver ainda: http://santoseanjoseetc.blogspot.com/2015/03/dia-16-de-marco-santo-abraao-eremita-e.html

10. Em Assis, a Bem-Aventurada Benedita, virgem que entrou no convento de São Damião, dirigido por Santa Clara, a quem sucedeu em 1253, dando o exemplo de constante observância da regra e de uma estrita pobreza  (Conforme Martirológio Romano Monástico – M).

– Ver “… 1260 Benedicta, Clarissa V
Sucedeu Santa Clara como abadessa das Clarissas em Assis (Gill)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch16.html#1260_Benedicta_Poor_Clare_V

11. Em 1915, o Bem-Aventurado Plácido Riccardi, monge beneditino de São Paulo-Fora-dos-Muros que exerceu uma grande irradiação apostólica através de sua vida de oração (Conforme Martirológio Romano Monástico – X).

12. Bem-Aventurado Torello de Poppi, ermitão e confessor. Ver páginas 85-87: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver “… 1282 BD TORELLO
A cidade de Poppi no Casentino foi o local de nascimento de Bd Torello, que sob os cuidados dos pais passou uma juventude quase irrepreensível. Após a morte de seu pai, porém, ele foi levado para maus caminhos, até que um dia, quando estava jogando boliche com alguns de seus companheiros dissolutos, um galo voou de um galinheiro e, empoleirado em seu braço, cantou três vezes – como se para acordá-lo do sono do pecado. Torello ficou paralisado de espanto, convencido de que aquilo era um aviso divino.
 Então ele procurou o abade de San Fedele, a cujos pés ele derramou sua confissão e de quem recebeu absolvição e bons conselhos. Torello então deixou Poppi, e vagou para a floresta por oito dias. Por fim, chegou a uma grande rocha, sob a qual permaneceu por mais oito dias, alimentando-se de ervas e três pãezinhos que levara consigo. Sobre aquela pedra ele resolveu construir para si um eremitério para servir a Deus pelo resto de sua vida e, portanto, voltou a Poppi para distribuir aos pobres todos os seus bens, exceto o pouco necessário para realizar seu plano. Ele comprou um pequeno terreno perto da rocha para um jardim e construiu uma cabana grande o suficiente para contê-lo, e lá ele viveu uma vida muito penitente. Ele usava ao lado de sua pele uma roupa de pele de porco meio raspada com cerdas tão espinhosas que cortavam sua carne. Ele se permitia apenas três horas de sono, e muitas vezes passava dois dias sem comer, enquanto sua comida comum consistia em quatro onças de pão e um pouco de água. Seu modo de vida estava escondido de todos, exceto de um amigo escolhido. Contra as tentações, ele dilacerava seu corpo até que o sangue fluísse e ficasse em água fria até tremer com ataques de calafrios. A idade avançada e a doença o obrigaram a comer mais e a misturar um pouco de vinho com a água que bebia. A morte o alcançou aos oitenta anos quando ele se ajoelhou em oração; ele havia passado mais de cinquenta anos em seu eremitério. Muitos milagres foram atribuídos a Torello – notadamente o resgate de um menino de um lobo e a domesticação do lobo, que depois dormia na entrada do eremitério. Bd Torello às vezes é reivindicado como vallombrosano e às vezes como franciscano, mas, embora tenha tomado o hábito de penitente do abade de Poppi, não pertencia a nenhuma ordem. Seu cultus foi aprovado pelo Papa Bento XIV ( 1740-1758 ).
O texto de uma curta Vida latina de Torello está impresso na Acta Sanctorum , março, vol. ii. Além disso, no século XVIII, quando seu culto foi confirmado, vários esboços biográficos foram publicados em italiano ou latim por Maccioni, Soldani, Cirnatti, Bellogrado e outros…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch16.html#1281_Blessed_Torello_of_Poppi_OSB_Vall.

13. Bem-aventurado José Brochero (também na Folhinha do Coração de Jesus), nascido em 16 de março de 1840 e morto em 26 de janeiro de 1914. Conforme: https://www.encontrocomcristo.com.br/america-latina-tera-mais-um-santo-o-argentino-jose-brochero/ .

– Ver também: https://noticias.cancaonova.com/mundo/america-latina-tera-mais-um-santo-o-argentino-jose-brochero/

Ver ainda “São José Gabriel del Rosario Brochero (Santa Rosa de Río Primero16 de março de 1840 — Villa Cura Brochero26 de janeiro de 1914) foi um padre católico argentino que sofreu com a lepra ao longo de sua vida. Ele é conhecido por seu extensivo trabalho com os pobres, os necessitados e os doentes.[1] Ele é afetuosamente conhecido como “o padre gaúcho” e o “padre cowboy“.

Ele foi beatificado em 14 de setembro de 2013 após uma cura atribuída a ele ter sido reconhecida como um milagre. O cardeal Angelo Amato – em nome do Papa Francisco – presidiu a cerimônia de beatificação. Outro milagre sob investigação foi reconhecido em 2016 e uma data para a canonização foi aprovada numa reunião de cardeais em 15 de março de 2016: 16 de outubro de 2016.[2]

A canonização ocorreu em 16 de outubro de 2016[3].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Gabriel_del_Rosario_Brochero

14. Santo Abão de Magheranoidhe. Ver também 27 de outubro: Santo Abão de Margheranoidhe. Ver “Abão de Magheranoidhe (também chamado de Abbán ou Abão de Murneave ou de Murnevincirca 570 – 16 de março de 620) é um santo da tradição irlandesa. Foi associado inicialmente com Mag Arnaide (Moyarney ou Adamstowncondado de Wexford, perto de New Ross) e com Cell Abbáin (Killabbancondado de Laois).[2] Seu culto esteve, contudo, também ligado a outras igrejas em outros locais da Irlanda, juntamente com o de sua suposta irmã GobnaitFesta litúrgica em 16 de março e 27 de outubro”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ab%C3%A3o_de_Magheranoidhe

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ab%C3%A3o_de_Magheranoidhe

15. Outras santas e Santos do dia 16 de março: págs. 66-92 (vol.5): VIDAS DOS SANTOS – 5.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 16 de março, ver também: 16 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 263-264: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch16.html

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

================

“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 15 de março

1. Em Pário, no He­les­ponto, na ac­tual Tur­quia, São Me­nigno, pi­so­eiro, que, se­gundo a tra­dição, so­freu o mar­tírio no tempo do im­pe­rador Décio. († c. 250).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Helesponto, sob o imperador Décio, o martírio de São Menigno. Tintureiro de profissão, serviu com todas as suas capacidades aos seus irmãos cristãos, antes de ser ele mesmo condenado à morte por ter rasgado os editos de perseguição. (M)

2.   Em Roma, São Za­ca­rias, papa, que sus­teve a ve­e­mência da in­vasão dos Lom­bardos, in­dicou aos Francos o justo go­verno, dotou de igrejas os povos da Ger­mânia e as­se­gurou a união com a Igreja Ori­ental, go­ver­nando a Igreja de Deus com grande sa­be­doria e prudência. († 752)

– São Zacarias, papa:  Ver mais sua história às páginas 29-43: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

3.   Em Cór­dova, ci­dade da An­da­luzia, re­gião da Es­panha, Santa Le­o­crícia (na Folhinha do Coração de Jesus, Santa Leocrécia) virgem e mártir, des­cen­dente de fa­mília moura, que aderiu se­cre­ta­mente à fé de Cristo e, tendo sido presa com Santo Eu­lógio (ver 11 de março), quatro dias de­pois do mar­tírio deste santo foi de­go­lada e emi­grou para a glória eterna. († 859)

– Ver 11 de março: Santo Eulógio

– Ver Mártires de Córdova (Os mártires de Córdova foram quarenta e oito mártires cristãos que viviam no emirado muçulmano do Alandalus (na Península Ibérica) no século IX. Suas hagiografias descrevem em detalhes as suas execuções provocadas principalmente pela busca, de forma deliberada, de penas capitais por violação da Xaria em Alandalus. Os martírios, estimulados por Eulógio de Córdova, ocorreram entre 851 e 859. Com umas poucas exceções, os cristãos provocaram a execução ao fazerem declarações públicas sobre temas escolhidos especialmente para provocar o martírio: alguns foram até autoridades muçulmanas para denunciar Maomé ou o Islã (o que era blasfêmia), outros, possivelmente os nascidos de casamentos entre muçulmanos e cristãos, publicamente declaravam sua fé no cristianismo e eram assim acusadas de apostasia[1].): Mártires de Córdova – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver também “Os Mártires Cristãos de Córdoba e o uso político da Blasfêmia”: https://historiaislamica.com.br/martires-de-cordova/

4*.   Perto de Burgos, ci­dade de Cas­tela, também re­gião da Es­panha, São Si­se­buto, abade de São Pedro de Cardeña. († 1086)

5.   Em York, na In­gla­terra, o Beato Gui­lherme Hart, pres­bí­tero e mártir, que, or­de­nado no Co­légio In­glês de Roma, re­gressou à pá­tria e, no rei­nado de Isabel I, por ter per­su­a­dido al­gumas pes­soas a abraçar a fé ca­tó­lica, foi en­for­cado e estripado. († 1583)

6.   Em Paris, na França, Santa Luísa de Marillac (também na Folhinha do Coração de Jesus), viúva, que ori­entou com o seu exemplo o Ins­ti­tuto das Fi­lhas da Ca­ri­dade na as­sis­tência aos in­di­gentes, dando re­a­li­zação per­feita à obra de­li­neada por São Vi­cente de Paulo. († 1660).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Em Paris, no ano de 1660, Santa Luísa de Marillac, esposa e mãe de família cristã, que decidiu consagrar sua vida aos cuidados dos pobres, depois de ter enviuvado. São Vicente de Paulo foi seu diretor espiritual e ajudou-a a fundar a Companhia das Filhas da Caridade, que segundo a vontade de seus fundadores, “não teria outra clausura que as salas de seus hospitais”. (M).

– Ver “…Luísa de Marillac (em francêsMme. Louise de Marillac Le Gras – 15 de agosto de 1591 a 15 de março de 1660, 68 anos) foi a co-fundadora, com Vicente de Paulo, das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo.[1]…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADsa_de_Marillac

Ver também páginas 51-55:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “Luísa de Marillac (em francêsMme. Louise de Marillac Le Gras) foi a co-fundadora, com Vicente de Paulo, das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo.[1]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADsa_de_Marillac

– Ver ainda “… 1660 ST LOUISA DE MARILLAC, VIÚVA, CO-FUNDADORA DAS Irmãs Vicentinas DE CARIDADE
Para o leitor moderno deve parecer estranho que essa mulher valente, que havia sido esposa e mãe antes de consagrar sua viuvez ao serviço de Deus, fosse mais conhecida por seus contemporâneos como Mademoiselle Le Gras, Le Gras nem mesmo sendo sua donzela. nome, mas o nome de seu marido. O título Madame, no entanto, na França do século XVII, era dado apenas a grandes damas da alta nobreza, e Louisa de Marillac, embora bem-nascida e casada com um importante funcionário a serviço da rainha, não era da categoria a quem esse elogio foi feito. Seu pai, Louis de Marillac, era um cavalheiro do interior de linhagem antiga, e os irmãos de seu pai, depois de se tornarem famosos, tornaram-se ainda mais célebres na história como as trágicas vítimas do ressentimento do cardeal Richelieu.

Louisa, nascida em 1591 (15 de agosto), perdeu a mãe ainda criança, mas teve uma boa educação em parte graças às freiras de Poissy, a quem foi confiada durante algum tempo, e em parte à instrução pessoal de sua própria pai, que, no entanto, morreu quando ela tinha pouco mais de quinze anos. Ela havia desejado ser uma irmã capuchinha, mas seu então confessor, ele próprio capuchinho, a dissuadiu porque sua saúde era muito frágil. No final, um marido adequado foi encontrado para ela e ela consentiu em se casar com Antony Le Gras, um homem que parecia destinado a uma carreira distinta. Um filho nasceu para eles, e seus doze anos de vida de casada foram bastante felizes, exceto que em pouco tempo seu marido adoeceu de uma doença prolongada na qual ela cuidou dele com muita devoção. Infelizmente, ela foi tentada a considerar essa visita como um castigo por sua própria infidelidade à graça; e essas ansiedades de consciência tornaram-se ocasião de longos períodos de aridez e dúvida. Foi, no entanto, uma boa sorte para ela conhecer São Francisco de Sales, que passou alguns meses em Paris durante o ano de 1619. Dele recebeu a mais sábia e simpática orientação. Mas Paris não era sua casa e, embora a confiasse aos cuidados espirituais de seu discípulo favorito, Monsenhor Le Camus, bispo de Belley, as visitas deste à capital eram raras e passíveis de serem um tanto incertas…

Pouco antes da morte de seu marido, Louisa fez um voto de não se casar novamente, mas de se dedicar inteiramente ao serviço de Deus, e isso foi seguido um pouco mais tarde por uma estranha iluminação espiritual na qual ela sentiu suas dúvidas dissipadas e foi dado a entender que havia um grande trabalho que ela foi chamada a fazer no futuro sob a orientação de um diretor com quem ela nunca havia falado. 

O estado de saúde de seu marido há muito era desesperador. Ele morreu em 1625, mas antes disso ela já havia conhecido “M. Vicente”, como era então chamado o santo sacerdote conhecido por nós agora como São Vicente de Paulo, e ele, embora mostrando relutância no início, acabou consentindo em atuar como seu confessor. São Vicente estava neste momento organizando suas “Confrarias da Caridade”, com o objetivo de remediar a terrível miséria e ignorância que ele havia encontrado entre o campesinato em distritos rurais. Com seu maravilhoso tato e zelo, logo pôde contar com a ajuda de várias senhoras (a quem chamou de Damas de Caridade)e associações foram formadas em muitos centros que, sem dúvida, produziram muito bem. No entanto, a experiência mostrava que, para que esse trabalho fosse realizado sistematicamente e fosse desenvolvido na própria Paris, era necessária uma boa ordem e um suprimento abundante de ajudantes. As aristocráticas damas de caridade, por mais zelosas que fossem, não dispunham de tempo suficiente de seus outros deveres e, em muitos casos, não tinham força física para atender às exigências que lhes eram feitas. Para cuidar e cuidar dos pobres, cuidar de crianças abandonadas e lidar com homens de fala áspera, os recrutas mais úteis eram geralmente os de condição humilde, acostumados às dificuldades. Mas eles precisavam de supervisão e orientação de alguém que respeitassem plenamente e que tivesse o tato de conquistar seus corações e mostrar-lhes o caminho pelo exemplo.

Chegando aos poucos para conhecer melhor Mile Louisa Le Gras, São Vicente descobriu que tinha à mão o instrumento de que precisava. Ela tinha uma inteligência clara, coragem inabalável, uma resistência maravilhosa apesar da saúde frágil e, talvez o mais importante de tudo, a prontidão para se apagar completamente, percebendo que o trabalho era totalmente para Deus e não para sua glória. Talvez nunca um empreendimento religioso maior ou mais duradouro foi iniciado com menos sensacionalismo do que a fundação daquela sociedade que foi inicialmente conhecida pelo nome de Filhas da Caridade” (Fillet de la Charité), que agora conquistou o respeito de homens das crenças mais divergentes em todas as partes do mundo. 

Foi somente após cerca de cinco anos de associação pessoal com Mile Le Gras que M. Vincent, que sempre foi paciente para cumprir o bom tempo de Deus, enviou esta alma devota em maio de 1629 para fazer o que poderíamos chamar de uma visita à “Caridade” de Montmirail. Este foi o precursor de muitas missões semelhantes, e apesar de muitos problemas de saúde, dos quais o próprio São Vicente não era de modo algum negligente, sua adjunta, com todo o seu auto sacrifício temerário, não sucumbiu. 

Silenciosamente, porém, e muito gradualmente, à medida que as atividades se multiplicavam, tanto nos atalhos de Paris como no campo, a necessidade de ajudantes robustos se fez sentir. Havia muitas meninas e viúvas da classe camponesa que estavam prontas para dar a vida a esse trabalho, mas muitas vezes eram rudes e bastante analfabetos. Para obter os melhores resultados foi necessário orientação e tato. As próprias energias de Vicente já estavam esgotadas ao máximo, sendo a maior parte de seu tempo necessariamente dedicado à sua companhia de padres de missão. Além disso, grande parte do trabalho das “Caridades” tinha necessariamente que ser feito por mulheres, e para organizar e supervisionar esse trabalho era preciso uma mulher que conhecesse bem os instrumentos dos quais dependia.

Por isso, em 1633, uma espécie de centro de treinamento ou noviciado foi estabelecido na então chamada Rue des Fossés-Saint-Victor. Esta era a moradia fora de moda que Mile Le Gras havia alugado para si mesma após a morte do marido, e agora ela dava hospitalidade aos primeiros candidatos que foram aceitos para o serviço dos doentes e pobres, quatro pessoas simples cujos nomes não foram registrados. Estes, com Louisa como sua diretora, formaram o grão de mostarda que cresceu na organização mundial conhecida como as Irmãs da Caridade de São Vicente de Paulo.

A expansão foi rápida. Logo ficou evidente que alguma regra de vida e alguma garantia de estabilidade eram desejáveis. Luísa há muito desejava vincular-se a este serviço por voto, mas São Vicente, sempre prudente e contente em esperar por uma manifestação clara da vontade de Deus, refreou seu ardor. Em 1634 seu desejo foi satisfeito; e isso abriu naturalmente o caminho para um escrutínio de toda a situação e das possibilidades do futuro, São Vicente tinha agora total confiança em sua filha espiritual, e foi ela quem esboçou algo da natureza de uma regra de vida que deveria ser seguido pelos membros de sua associação. A substância deste documento constitui o cerne da observância religiosa das Irmãs da Caridade até os dias de hoje. Mas, embora tenha sido um grande avanço, o reconhecimento das Irmãs da Caridade como instituto de monjas ainda estava muito distante. 

O próprio São Vicente insistiu que nunca havia sonhado em fundar uma ordem religiosa. Foi Deus quem fez tudo. Essas pobres almas, como ele muitas vezes as lembrava, devem considerar-se nada mais que mulheres cristãs que dedicam suas energias ao serviço dos doentes e dos pobres. “Seu convento”, disse ele, “será a casa dos enfermos; sua cela, um quarto alugado; a sua capela, a igreja paroquial; o seu claustro, as ruas da cidade ou as enfermarias do hospital; seu recinto, obediência; sua grade, o lar de Deus; teu véu, santa modéstia.” 

Se nos dias atuais a corneta branca e o vestido cinza a que suas filhas permaneceram fiéis durante quase três séculos atraem ao mesmo tempo a atenção de qualquer multidão, isso se deve apenas ao abandono moderno do traje camponês de épocas passadas . Nas cidades da Normandia e da Bretanha, não muito tempo atrás, os toucados de linho branco das mulheres do campo eram tais que uma Irmã de Caridade que se extraviara entre elas não seria facilmente distinguível… São Vicente, o inimigo de toda pretensão, relutava em que suas filhas reivindicassem até mesmo aquela distinção e respeito que se ligam ao hábito religioso daqueles que são consagrados a Deus

Foi somente em 1642 que ele permitiu que quatro membros da companhia fizessem votos anuais de pobreza, castidade e obediência, e somente em 1655 – embora esse atraso se devesse principalmente a causas políticas e acidentais – que o Cardeal de Retz, Arcebispo de Paris, despachou de Roma a aprovação formal da companhia e a colocou definitivamente sob a direção da própria congregação de padres de São Vicente.

Enquanto isso, as boas obras das Filhas da Caridade se multiplicaram rapidamente. Os pacientes do grande hospital parisiense do Atel-Dieu passaram em grande parte sob seus cuidados, o tratamento brutal de uma criança abandonada levou São Vicente a organizar um asilo para enjeitados e, apesar do analfabetismo de muitos de seus próprios recrutas, o associados viram-se compelidos a empreender o ensino de crianças. Em todos esses desenvolvimentos, Mile Le Gras havia suportado a parte mais pesada do fardo. Ela havia dado um exemplo maravilhoso em Angers ao assumir os cuidados de um hospital terrivelmente negligenciado. A tensão foi tão grande que, apesar da devoção de suas Filhas da Caridade, ela sofreu um grave colapso, que a princípio foi relatado, mas incorretamente, como um caso de infecção por peste. 

Em Paris, ela mesma cuidou da peste durante um surto da epidemia e, apesar de sua constituição delicada, sobreviveu à provação. Suas frequentes viagens, exigidas pelos deveres de seu cargo, teriam tentado a resistência dos mais robustos, mas ela estava sempre à mão quando sua presença era necessária, cheia de esperança e criando à sua volta uma atmosfera de alegria e paz. 

Como podemos aprender de suas cartas a São Vicente e outros, duas coisas apenas a incomodavamuma era o respeito e a veneração com que via suas visitas acolhidas, a outra era sua ansiedade pelo bem-estar espiritual do filho Michael. Com todas as suas ocupações, ela nunca o esqueceu. 

O próprio São Vicente ficou de olho em Michael e ficou convencido de que o jovem era um bom sujeito, mas sem muita estabilidade de caráter. Ele não tinha vocação para o sacerdócio, como sua mãe esperava, mas casou-se e parece ter levado uma vida boa e edificante até o fim. Ele veio, com sua esposa e filho para visitar sua mãe em seu leito de morte e ela os abençoou com ternura. Era o ano de 1660, e São Vicente tinha oitenta anos e estava muito doente. Ela teria dado muito para ver esse pai amado mais uma vez, mas esse consolo lhe foi negado. No entanto, sua alma estava em paz, o trabalho de sua vida havia sido maravilhosamente abençoado, e ela fez o sacrifício sem reclamar, dizendo aos que estavam ao seu redor que ela estava feliz por ainda ter essa única privação que ela poderia oferecer a Deus. O peso do que, naqueles últimos dias, ela disse às suas irmãs enlutadas foi sempre este:

Sede diligentes no serviço aos pobres . . . amem os pobres, honrem-nos, meus filhos, como vocês honrariam o próprio Cristo”. 

Santa Luísa de Marillac morreu em 15 de março de 1660, e São Vicente a seguiu apenas seis meses depois. Foi canonizada em 1934.

Não existe fonte mais valiosa para o biógrafo de Santa Luísa do que a Vie de Saint Vincent de Paul, do padre P. Coste, juntamente com a correspondência e os discursos do santo que foram anteriormente recolhidos e publicados pela diligência do mesmo editor cuidadoso. Algum valor também se atribui à Vie de Mile 1e Gras, que foi apresentada por M. Gobillon em 1676, e a três outras de data mais moderna, a da Condessa de Richemont em 1882, a de Mons Baunard em 1898 e a de B. de Broglie na série “Les Saints” (Eng. trad., 1933). Um esboço leve, mas atraente, embora nem sempre preciso, foi escrito por Kathleen O’Meara sob o título de A Heroine of Charity, e há outros relatos populares de MV Woodgate (1942) e da irmã M. Cullen. Todas as vidas de São Vicente de Paulo aqui mencionadas em 19 de julho necessariamente incluem muitas informações sobre Santa Luísa.

RESUMO:

Louise de Marillac nasceu provavelmente em Ferrieres-en-Brie perto de Meux, França, em 12 de agosto de 1591 (15 de agosto, conforme Wikipedia). Ela foi educada pelas freiras dominicanas em Poissy. Ela desejava tornar-se freira, mas a conselho de seu confessor, casou-se com Antony LeGras, um oficial a serviço da rainha, em 1613.
Após a morte de Antony em 1625, ela conheceu São Vicente de Paulo, que se tornou seu conselheiro espiritual. Ela dedicou o resto de sua vida a trabalhar com ele. Ela ajudou a dirigir suas Senhoras da Caridade em seu trabalho de cuidar dos doentes, dos pobres e dos negligenciados.
Em 1633 ela montou um centro de treinamento, do qual foi Diretora em sua própria casa, para candidatos que procuravam ajudar em seu trabalho. Este foi o início das Irmãs (ou Filhas, como Vicente preferia) da Caridade de São Vicente de Paulo (embora não tenha sido formalmente aprovada até 1655). Ela fez seus votos em 1634 e atraiu um grande número de candidatos. Ela escreveu uma regra para a comunidade e, em 1642, Vincent permitiu que quatro dos membros fizessem votos. A aprovação formal colocou a comunidade sob Vincent e sua Congregação das Missões, com Louise como Superiora. Ela viajou por toda a França estabelecendo suas Irmãs em hospitais, orfanatos e outras instituições. Na época de sua morte em Paris, em 15 de março, a Congregação tinha mais de quarenta casas na França. Desde então, eles se espalharam por todo o mundo. Ela foi canonizada pelo Papa Pio XI em 1934, e foi declarada Padroeira dos Assistentes Sociais pelo Papa João XXIII em 1960.
Louise de Marillac, Viúva (RM) Nasceu em Ferrières-en-Brie (perto de Meaux), Auvergne, França, em 12 de agosto de 1591; morreu em Paris, França, em 15 de março de 1660beatificado em 1920; canonizado pelo Papa Pio XI em 1934; declarada padroeira dos assistentes sociais pelo Papa João XXIII em 1960.

São Vicente de Paulo, quando realizou missões conduzidas por seus sacerdotes, esforçou-se para criar o apostolado leigo das (mulheres) Servas dos Pobres e dos (masculinos) Auxiliares de os Pobres pelos serviços dos pobres e doentes em todas as suas paróquias. Suas múltiplas ocupações tornaram impossível para o santo supervisionar e dirigir pessoalmente esses numerosos grupos de caridade.
São Vicente encontrou na pessoa de Louise de Marillac seu melhor instrumento para a direção das mulheres. Louise era uma mulher do mais alto status social – um tio paterno era marechal da França, outro era garde des sceaux – e bem-educada pelas freiras dominicanas de Poissy após a morte precoce de sua mãe. Seu pai morreu quando ela tinha 15 anos. A conselho de seu confessor, Luísa decidiu não se juntar às freiras capuchinhas e, em 1613, aos 22 anos, casou-se com Antoine Le Gras, secretário de Maria de Médici. Seu marido, um homem piedoso e nobre, permitiu que ela fizesse todo o bem que seu coração bondoso a impelia nas favelas e nos cortiços da miséria, e a protegeu nos círculos da sociedade que se sentiam ultrajados por suas atividades. Após sua morte em 1625, ela se dedicou à educação de seu filho,

Quando ele superou sua tutela, ela viveu inteiramente para obras de caridade cristã. Louise conheceu St. Vincent antes da morte de seu marido, e ele concordou em se tornar seu confessor. Ele estava tentando organizar mulheres ricas e devotas para ajudar os pobres e doentes em condições muitas vezes terríveis. Logo ficou claro que muitas dessas senhoras, embora bem-intencionadas, eram incapazes de enfrentar a feiura e o sofrimento da pobreza e da doença. O trabalho prático de cuidar dos doentes em suas próprias casas, cuidar de crianças negligenciadas e lidar com maridos e pais muitas vezes rudes era melhor realizado por mulheres de status social semelhante ao dos principais sofredores. Louise, ele percebeu, era feita de material mais duro.
As damas aristocráticas eram mais adequadas à tarefa igualmente necessária de angariar fundos e tratar da correspondência. Luísa foi a exceção. Nela Vicente viu uma mulher de mente clara, grande coragem, resistência e autoanulação. Em 1629, a fim de testar sua avaliação, ele enviou Louise para fazer uma visita à “Caridade” de Montmirail que ele havia fundado. Ela passou no teste e, apesar da saúde instável, Louise fez muitas outras missões desse tipo.
Vicente escolheu Louise para treinar e organizar meninas e viúvas, principalmente das classes camponesas e artesãs, na casa que Louise alugou na rue des Fossé-Saint-Victor em Paris, começando em 1633 com quatro camponesas. Ela treinou grupos de mulheres para atendimento ambulatorial de doentes. Luísa queria traçar uma regra de vida, mas São Vicente a convenceu a esperar um sinal de Deus. Vicente não pretendia iniciar uma ordem religiosa. As irmãs, disse ele, devem considerar-se simplesmente como cristãs devotadas aos doentes e pobres: “o vosso convento será a casa dos doentes, a vossa cela um quarto alugado, a vossa capela, a igreja paroquial, a vossa grelha o temor de Deus, o vosso véu modéstia.

Finalmente assegurado da dedicação de Louise, Vicente permitiu que ela elaborasse uma regra em 1634; essencialmente, esta regra que foi formalmente aprovada em 1655 é a regra usada ainda hoje. Os votos são feitos apenas por um ano e renovados. Louise fez seus votos em 1634, e em 1642, as quatro primeiras candidatas foram professas como Irmãs da Caridade de São Vicente de Paulo em 1638. O próprio Vicente preferia o nome, Filhas da Caridade. A aprovação formal colocou a comunidade sob Vicente e sua Congregação da Missão com Louise como sua superiora até sua morte.
Esta irmandade, segundo os desejos de São Vicente, foi realizar a ideia que animara seu amigo, São Francisco de Sales, ao criar esta fundação – a ideia de uma comunidade religiosa sem clausura para todas as tarefas evangélicas do mundo, especialmente em favor dos pobres, doentes e crianças pequenas.
São Vicente abriu um orfanato e as irmãs ensinaram as crianças. Eles também assumiram o comando do Hôtel-Dieu em Paris. Louise estabeleceu outros orfanatos e hospitais, cuidou de vítimas da peste em Paris, reformou um hospital negligenciado em Angers e supervisionou toda a atividade da ordem, apesar de sua saúde frágil. Ela viajou por toda a França fundando mais de 40 casas filhas (incluindo uma em Madagascar e outra na Polônia) e instituições de caridade. Pouco antes de sua morte, ela exortou suas irmãs a serem diligentes em servir os pobres “e a honrá-los como o próprio Cristo”. No momento de sua morte, os pobres doentes foram atendidos em suas casas em 26 paróquias parisienses, centenas de mulheres receberam abrigo e outras coisas boas. Essas irmãs da caridade realizaram um bem imensurável em todas as partes do mundo através de seu amor abnegado por seus semelhantes. (Attwater, Benedictines, Calvet, Encyclopedia, Farmer, Schamoni, White).
Na arte, Santa Luísa é retratada com o hábito original da ordem – uma túnica de lã cinza com um grande cocar ou corneta de linho branco, o traje habitual das camponesas da Bretanha no século XVII. Ela é a padroeira dos assistentes sociais (Branco).

http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch15.html#1660_St._Louise_de_Marillac_Sisters_of

REVISÃO
Santa Luísa de Marillac (falecida em 1660)
Luísa, nascida perto de Meux, França, perdeu sua mãe quando ainda era criança, seu amado pai quando tinha apenas 15 anos. Seu desejo de se tornar freira foi desencorajado por seu confessor, e um casamento foi arranjado. Desta união nasceu um filho. Mas ela logo se viu cuidando de seu amado marido durante uma longa doença que finalmente levou à sua morte.
Louise teve a sorte de ter um conselheiro sábio e simpático, São Francisco de Sales, e depois seu amigo, o bispo de Belley, França. Ambos os homens estavam disponíveis para ela apenas periodicamente. Mas, por uma iluminação interior, ela entendeu que deveria empreender uma grande obra sob a orientação de outra pessoa que ainda não conhecia. Este foi o santo padre M. Vicente, mais tarde conhecido como São Vicente de Paulo.
A princípio, ele relutou em ser seu confessor, ocupado como estava com suas “Confrarias de Caridade“. Os membros eram damas aristocráticas de caridade que o ajudavam a cuidar dos pobres e cuidar de crianças abandonadas, uma necessidade real do dia. Mas as senhoras estavam ocupadas com muitas de suas próprias preocupações e deveres. Seu trabalho precisava de muito mais ajudantes, especialmente aqueles que eram camponeses e, portanto, próximos dos pobres e que pudessem conquistar seus corações. Ele também precisava de alguém que pudesse ensiná-los e organizá-los.
Somente depois de um longo período de tempo, à medida que Vicente de Paulo se familiarizou mais com Louise, ele percebeu que ela era a resposta às suas orações. Ela era inteligente, discreta e tinha força física e resistência que desmentiam sua contínua saúde frágil. As missões que ele a enviou acabaram levando quatro moças simples a se juntarem a ela. Sua casa alugada em Paris tornou-se o centro de treinamento para os aceitos para o serviço dos doentes e pobres. O crescimento foi rápido e logo houve necessidade de uma chamada regra de vida, que a própria Luísa, sob a orientação de Vicente, elaborou para as Irmãs da Caridade de São Vicente de Paulo (embora ele preferisse “Filhas” da Caridade).
Ele sempre foi lento e prudente em suas relações com Louise e o novo grupo. Ele disse que nunca teve a ideia de começar uma nova comunidade, que era Deus quem fazia tudo. “Seu convento”, disse ele, “será a casa dos doentes; sua cela, um quarto alugado; sua capela, a igreja paroquial; seu claustro, as ruas da cidade ou as enfermarias do hospital”. Seu vestido era para ser o das camponesas. Só anos depois é que Vicente de Paulo finalmente permitiu que quatro das mulheres fizessem votos anuais de pobreza, castidade e obediência. Levou ainda mais anos até que a empresa fosse formalmente aprovada por Roma e colocada sob a direção da própria congregação de padres de Vicente.
Muitas das jovens eram analfabetas e foi com relutância que a nova comunidade assumiu o cuidado de crianças abandonadas. Louise estava ocupada ajudando sempre que necessário, apesar de sua saúde debilitada. Ela viajou por toda a França, estabelecendo seus membros da comunidade em hospitais, orfanatos e outras instituições. Quando ela morreu, em 15 de março de 1660, a congregação tinha mais de 40 casas na França. Seis meses depois, São Vicente de Paulo a seguiu na morte.
Louise de Marillac foi canonizada em 1934 e declarada padroeira dos assistentes sociais em 1960.
Comentário:
Nos dias de Louise, servir às necessidades dos pobres era geralmente um luxo que só as damas finas podiam pagar. Seu mentor, São Vicente de Paulo, sabiamente percebeu que as mulheres de origem camponesa poderiam alcançar os pobres de forma mais eficaz, e as Irmãs da Caridade nasceram sob sua liderança. Hoje essa Ordem continua a cuidar dos doentes e idosos e a dar refúgio aos órfãos. Muitos de seus membros são assistentes sociais trabalhando sob o patrocínio de Louise. O resto de nós deve compartilhar sua preocupação com os desfavorecidos…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch15.html#1660_St._Louise_de_Marillac_Sisters_of

7.   Em Viena, na Áus­tria, São Cle­mente Maria Hofbauer (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero da Con­gre­gação do San­tís­simo Re­dentor, que tra­ba­lhou ad­mi­ra­vel­mente na pro­pa­gação da fé em terras lon­gín­quas e na re­forma da dis­ci­plina ecle­siás­tica e, pelos seus dotes ex­cep­ci­o­nais de ta­lento e vir­tudes, per­su­adiu muitas pes­soas in­signes nas ci­ên­cias e nas artes a ade­rirem à Igreja. († 1820).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1820, São Clemente-Maria Hofbauer. Sacerdote da Congregação do Santíssimo Redentor, propagou seu Instituto na Polônia, onde abriu diversas casas. Depois das guerras napoleônicas e prussianas, fixou-se em Viena, Áustria, onde suas notáveis pregações atraíam toda a elite intelectual da cidade. (M).

Ver também páginas 56-61: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “Clemente Maria Hofbauer (25/12/1751 – 15/03/1820,68 anos), conhecido também pelo seu nome moraviano de Pavel Dvorák, foi um eremita, religioso e santo canonizado pela Igreja Católica. É considerado o segundo fundador da Congregação do Santíssimo Redentor.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Clemente_Maria_Hofbauer

– Ver ainda “… SÃO CLEMENTE MARIA H0FBAUER às vezes chamado de segundo fundador dos Redentoristas, porque foi ele quem primeiro plantou a congregação de Santo Afonso Liguori ao norte dos Alpes. A ele é devido o crédito adicional de ter feito mais do que qualquer outro indivíduo para provocar o colapso do “josefinismo” … (conforme < https://pt.wikipedia.org/wiki/Josefismo >: …Josefismo ou Josefinismo Foi uma teoria política introduzida durante o reinado de José II do Sacro Imperador Romano-Germânico que alterou as relações que até então existiam entre a Igreja Católica e os territórios dos Habsburgos.[1] De acordo com esta visão, a Igreja só teria potestade moral sobre os fiéis, e, em consequência, as questões de caráter secular no território austríaco – incluída aí a administração da própria Igreja – deveriam ficar submetidas às leis e autoridades do Estado. Também se suprimiram as isenções e dispensas outorgadas pelo papa no território austríaco porque se considerava que afetavam a soberania do próprio monarca…),

… aquela contraparte austríaca do cristianismo que tratava os eclesiásticos como funcionários do Estado e sujeitos ao controle secular. Nascido em 1751 na Morávia, São Clemente, cujo nome de batismo era João, foi o nono dos doze filhos de um pastor e açougueiro que mudou seu sobrenome eslavo Dvorak, para o equivalente alemão Hofbauer

… Desde criança, o menino ansiava por ser padre, mas a pobreza o impedia e, aos quinze anos, ele foi aprendiz de padeiro. Mais tarde, foi empregado na padaria do mosteiro premonstratense de Bruck, onde seu auto sacrifício durante um período de fome lhe rendeu o favor do abade, que lhe permitiu seguir as aulas da escola latina ligada à abadia. Após a morte do abade, o jovem viveu como solitário, até que o decreto do imperador José contra as ermidas o obrigou a retomar seu antigo ofício, desta vez em Viena. Daquela cidade fez duas peregrinações a Roma, em companhia de seu amigo Pedro Kunzmann, e na segunda vez obteve permissão do bispo Chiaramonti de Tivoli (Papa Pio VII) para se estabelecerem como eremitas na sua diocese. Dentro de alguns meses, no entanto, ele percebeu que seu trabalho seria o de um missionário, não um solitário, e ele retornou a Viena…

Ele não tinha os meios para prosseguir os estudos necessários para o sacerdócio, pagos não só por ele, mas também por seu amigo Thaddeus Hübl. Como a Universidade de Viena estava manchada com o ensino racionalista, eles voltaram para Roma, e ali, muito atraídos pelos Redentoristas, ambos buscaram admissão no noviciado. O próprio Santo Afonso, que ainda estava vivo na época, alegrou-se muito quando soube dos recém-chegados do norte, prevendo o estabelecimento de sua congregação na Áustria.

Os dois amigos foram professos e ordenados em 1785, tendo Clemente já então com 34 anos. Eles então foram enviados de volta a Viena, mas como o imperador José II, não satisfeito com a derrubada dos jesuítas, já havia suprimido várias centenas de mosteiros pertencentes a outras ordens, era inútil pensar em fazer uma nova fundação lá. Ele foi então encarregado por seus superiores para iniciar uma missão na Curlândia, e partiu para o norte com Thaddeus Hübl. No caminho, São Clemente encontrou seu velho amigo Emmanuel Kunzmann, que continuava morando na ermida de Tivoli, mas estava então em peregrinação. O encontro deles parecia providencial. Kunzmann logo decidiu se juntar aos outros dois como um irmão leigo, e se tornou o primeiro noviço redentorista a ser recebido ao norte dos Alpes. Em Varsóvia, o núncio papal colocou à sua disposição a igreja de São Beno. Havia vários milhares de católicos alemães na cidade que, desde a supressão dos jesuítas, não tinham padre que conhecesse sua língua. Na ansiedade de manter os redentoristas, o núncio escreveu a Roma e obteve o adiamento da missão na Curlândia em vista do trabalho a ser feito em Varsóvia. Começaram seus trabalhos na mais extrema pobreza: não tinham camas, e os padres dormiam sobre a mesa enquanto o Irmão Emmanuel descansava em uma cadeira. Pediram emprestados os utensílios de cozinha e, como o irmão leigo não sabia cozinhar, Clemente foi obrigado a ajudá-lo. Nos primeiros dias eles pregavam nas ruas, mas quando o governo proibiu sermões ao ar livre, eles permaneceram em St Benno’s, que se tornou o centro de uma missão contínua. Entre os anos de 1789 e 1808, o trabalho de São Clemente e seus irmãos foi extraordinário: cinco sermões eram pregados todos os dias, três em polonês e dois em alemão, pois embora o trabalho de São Clemente fosse principalmente com os alemães, ele desejava ajudar a todos, e o trabalho entre os poloneses recebeu um grande impulso após a recepção do primeiro noviço polonês, John Podgorski. A igreja de Santa-Cruz-nos-Campos foi entregue a Clemente e servida de St Benno’s. Vários protestantes foram trazidos para a igreja, e São Clemente foi particularmente bem-sucedido na conversão de judeus. Além deste ministério apostólico, o santo homem também realizou uma grande obra social

… As guerras constantes deixaram as classes mais baixas em grande miséria, e a condição de muitas das crianças era lamentável. Para sustentá-los, ele abriu um orfanato perto de St Benno e recolheu esmolas para seu sustento

Em uma de suas expedições de mendicância, um homem que estava jogando cartas em uma taverna respondeu ao seu apelo cuspindo em seu rosto. São Clemente, implacável, disse: “Isso foi um presente para mim pessoalmente; agora, por favor, deixe-me ter algo para meus pobres filhos”: o homem que o insultou depois tornou-se um de seus penitentes regulares. 

Também foi fundada uma escola para meninos, enquanto confrarias e outras associações ajudaram a garantir a permanência do bom trabalho assim iniciado. À medida que sua comunidade aumentava, ele começou a enviar missionários e a estabelecer casas na Curlândia, bem como na Polônia, Alemanha e Suíça – mas todas elas acabaram sendo abandonadas, devido às dificuldades da época. 

Depois de vinte anos de trabalho árduo, São Clemente teve que desistir de seu trabalho também em Varsóvia, em consequência do decreto de Napoleão suprimir as ordens religiosas. No ano anterior, o santo havia perdido seu querido amigo padre Hübl, que havia morrido de tifo contraído quando dava os últimos sacramentos a alguns soldados italianos. Um agente da polícia arriscou sua vida para avisar os Redentoristas de sua expulsão iminente. 

Eles estavam, portanto, preparados para a visita oficial quando chegou em 20 de junho de 1808, e se renderam sem demora. Eles foram levados para a fortaleza de Cüstrin nas margens do Oder e ali presos; mas tal era sua influência sobre seus companheiros de prisão e sobre as pessoas de fora que costumavam se aglomerar ao redor da prisão para ouvir os hinos dos redentoristas, que as autoridades decidiram não os manter lá para que sua presença não causasse muitas conversões. Foi decidido que a comunidade deveria ser desmembrada e que cada membro deveria retornar ao seu país natal. São Clemente, porém, decidiu instalar-se em Viena, na esperança de ali fundar uma casa religiosa em caso de revogação das leis de José II, e depois de grandes dificuldades, incluindo outra prisão na fronteira austríaca, conseguiu chegar a a cidade onde ele deveria viver e trabalhar nos últimos doze anos de sua vida.

No início, ele trabalhou em silêncio, ajudando no bairro italiano, mas em pouco tempo o arcebispo o nomeou capelão das freiras ursulinas e reitor da igreja pública anexa ao convento. Lá ele estava livre para pregar, ouvir confissões e cumprir todos os deveres sacerdotais, e logo deste centro um novo vigor foi infundido na vida religiosa de Viena. Seu confessionário foi assediado não só pelos pobres e simples, mas também por ministros de Estado e professores universitários. 

Como observa um de seus biógrafos: “Pela pura força sem ajuda de sua santidade, ele, um homem a quem a oportunidade de adquirir qualquer coisa como ampla cultura intelectual havia sido negada, ganhou tal ascendência nas mentes de seus contemporâneos que passou a ser considerado um oráculo de sabedoria por líderes de pensamento tanto no mundo da política quanto no mundo das letras.” 

Na verdade, foi São Clemente Maria Hofbauer e seus amigos e penitentes, um dos quais o príncipe Ludwig da Baviera, os principais responsáveis ​​por derrotar no Congresso de Viena a tentativa de criar uma igreja nacional alemã independente do papa

O santo se interessou por especialidade na difusão da boa literatura, mas talvez seu trabalho de coroação tenha sido o estabelecimento de um colégio católico, que provou ser um benefício inestimável para Viena, fornecendo muitos padres e monges, bem como leigos bem instruídos que depois ocuparam cargos importantes em cada carreira cívica. Durante toda a sua vida, São Clemente teve uma grande devoção aos doentes, a quem ele adorava visitar, e diz-se que esteve presente em dois mil leitos de morte. 

Ele foi convocado para ricos e pobres, e nunca recusou um chamado. Ele era um amigo particularmente bom para os monges católicos armênios mekhitaristas que haviam chegado a Viena não muito tempo antes; e em suas relações com os protestantes foi muito ajudado por perceber que, como escreveu em uma carta ao padre Perthes em 1820, “Se a Reforma na Alemanha cresceu e se manteve não foi por meio de hereges e filósofos, mas por meio de homens que verdadeiramente aspiravam à religião interior, apesar de todas as suas boas obras e espírito público.”

São Clemente era objeto de frequente perseguição por parte dos partidários do “josefinismo”, e a polícia o vigiava incansavelmente. Eles relataram em 1818 que, “O pietismo e o fanatismo estão se tornando cada vez mais a moda do dia. O confessionário, porém, é o fator decisivo para manter viva essa moda”; e parece que seu trabalho como confessor e diretor foi a principal fonte da influência que fez de São Clemente Hofbauer o “apóstolo de Viena”. Uma vez que ele foi proibido de pregar, e seus oponentes, após o fracasso de suas tentativas no Congresso de Viena, acusaram-no de ser um espião que relatava a Roma tudo o que era feito no Império. O chanceler austríaco pediu que ele fosse expulso, mas Francisco I ouviu um relato tão bom de Clemente do arcebispo e do Papa Pio VII, que ele não apenas proibiu qualquer aborrecimento dos Redentoristas, mas em uma entrevista com o santo falou encorajador da perspectiva de um reconhecimento legal de sua congregação.

Os dois grandes objetivos do santo estavam agora praticamente alcançados, a fé católica estava mais uma vez em ascensão, e sua amada congregação estava prestes a ser firmemente plantada em solo alemão. Ele não viveu para ver a real realização de suas esperanças, mas estava perfeitamente satisfeito. “Os assuntos da congregação não serão resolvidos até depois da minha morte”, disse ele. “Apenas tenha paciência e confie em Deus. Mal terei dado meu último suspiro quando teremos casas em abundância.” A profecia estava prestes a ser cumprida. 

Perto do fim, em 1819, São Clemente sofria de uma complicação de doenças, mas trabalhou duro como sempre. Em 9 de março, ele insistiu em caminhar por uma tempestade de neve e vento para cantar uma missa de réquiem pela alma da princesa Jablonowska, que o ajudou muito quando ele morava em Varsóvia. Ele quase desmaiou no altar e, ao voltar para casa, foi para a cama, da qual não deveria mais se levantar. Lá, seis dias depois, deu seu último suspiro na presença de muitos de seus amigos. Toda Viena lotou as ruas para homenageá-lo quando seu corpo foi carregado por doze de seus mais queridos discípulos para a catedral através das grandes portas, que só eram abertas em ocasiões solenes. Em 1909 foi canonizado.

Existem excelentes biografias em alemão de A. Innerkofler, M. Meschler e M Haringer (esta última foi traduzida para o inglês por Lady Herbert de Lea), mas a melhor é a de J. Hofer, Der heilige Klemens Maria Hofbauer Ein Lebensbild (1921 ). Muitas informações podem ser obtidas da Vida de Santo Afonso Liguori, do Pe. H. Castle, e há relatos ingleses do Pe. OR Vassall-Phillips e do Pe. J. Carr. Ver também um artigo de WC Breitenfeld em The Tablet, 5 de janeiro de 1952, pp. 7-9, e E. Hosp, Der hl. KM Hofbauer (1951).

REVISÃO:

Ele nasceu em 26 de dezembro de 1751, em Taswitz, Morávia, o nono filho de um açougueiro e sua esposa e foi batizado João. Seu nome de família era originalmente Dvorak, mas foi alterado para o alemão Hofbauer. Ele foi aprendiz de padeiro em sua juventude, e mais tarde se tornou um eremita perto de Bruck, na Áustria. Como parte de suas chamadas políticas josefinistas, o imperador austríaco José II aboliu os eremitérios, e Clemente foi para Viena, onde ele e um amigo, Peter Kunzmann, receberam permissão do bispo Chiaramonti de Tivoli, Itália, para morar em um eremitério. O bispo Chiaramonti mais tarde se tornou o papa Pio VII.
Depois de estudar na universidade de Viena, Áustria, e em Roma, Clemente e outro amigo, Thaddeus Hubl, entraram na Ordem Redentorista e foram ordenados em 1785. Eles estavam estacionados em Viena, mas o Imperador José II fechou fundações religiosas, então eles foram enviados para Courtland. Peter Kunzmann juntou-se a Clemente como irmão leigo, e os três foram enviados à Igreja de São Beno em Varsóvia, Polônia, para iniciar duas décadas de trabalho missionário. Clemente pregou, construiu orfanatos e escolas e estabeleceu uma vasta presença redentorista na cidade. Napoleão suprimiu todas as instituições religiosas, e Clemente e os Redentoristas foram presos em 1808, cada um então exilado em sua própria terra natal. Clemente foi para Viena, onde se tornou capelão das Ursulinas e pároco da paróquia adjacente. Tornou-se conhecido por sua santidade e zelo. Fundou um colégio católico e começou a reformar e revitalizar a fé católica da Áustria e da Alemanha. O príncipe Rupert da Baviera ajudou Clemente a derrotar um movimento para estabelecer uma Igreja nacional alemã. Clemente também lutou contra o Josefinismo e estava prestes a ser expulso da Áustria por sua oposição a tal controle secular, quando, surpreendentemente, o sucessor do imperador José, o imperador Francisco I, o defendeu. Clemente morreu em Viena em 15 de março. Ele foi canonizado em 1909. 

Clemente Maria Hofbauer, C.SS.R. (RM) (John Dvorák) Nascido em Tasswitz, Morávia, 26 de dezembro de 1751; morreu em Viena, Áustria, 15 de março de 1820; canonizado em 1909 por Pio X, que o nomeou patrono de Viena em 1914.
“Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembra-te das tuas antigas misericórdias, volta os teus olhos compassivos para a vinha plantada com a tua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações a Ti e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da tua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Teu santo serviço até ao fim, para que vivamos contigo e morramos em Ti.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-me viver por Ti e morrer por Ti. Amém.” –(São Clemente-Maria Hofbauer)
REVISÃO:

John Dvorák era o mais novo dos nove filhos de um açougueiro tcheco e de uma mãe alemã. Seu pai mudou o nome da família do morávio Dvorák para o alemão Hofbauer. John foi criado em uma família humilde e piedosa. Como aprendiz de padeiro e depois como padeiro jornaleiro, como servo no Premonstratense Klosterbruck e como estudante, ele se esforçou para se aproximar de seu objetivo constante: o sacerdócio. No entanto, nem ele nem sua família podiam arcar com o custo de educá-lo para o serviço à Igreja.
Incapaz de atingir seu objetivo do sacerdócio, ele se tornou um eremita. Quando o imperador José II aboliu os eremitérios na Áustria, Hofbauer tornou-se padeiro em Viena.

Em peregrinação a Roma, recebeu o hábito de eremita das mãos do bispo Chiaramonti de Tivoli, futuro papa Pio VII, que mudou o nome de João para Clemente. Assim, tornou-se novamente um eremita com um amigo, Peter Kunzmann, mas descobriu que era mais adequado para uma vida ativa do que para um recluso. Um dia depois da missa, Hofbauer fez amizade com duas senhoras que concordaram em pagar seus estudos na Universidade de Viena e em Roma.
Durante esta segunda peregrinação a Roma, Hofbauer e seu amigo, Thaddeus Hubl, conheceram a ordem redentorista e entraram nela em 1784, enquanto Santo Afonso Ligório ainda estava vivo. Naquela época Hofbauer adotou o nome de Maria.
Em 1785, ele e Hubl foram ordenados
; e, após dois anos de estudos adicionais, foram enviados a Viena para fundar uma casa redentorista, mas sob o regime de José II foi impossível fundar um mosteiro no Império Austro-Húngaro. Durante toda a vida de Clemente, a influência do Iluminismo e o erastianismo antipapal de José II estavam no auge. Assim, os dois amigos foram enviados para a Curlândia.
(Conforme < https://es.wikipedia.org/wiki/Erastianismo >: … O sistema protestante que afirma a superioridade do Estado sobre a Igreja , defendido pelo teólogo suíço Thomas Lieber , denominado “Erasto” ou “Erastus”, no século XVI , é conhecido pelo nome de Erastianismo .

Erasto, professor de medicina na Universidade de Heidelberg , era seguidor de Ulrich Zwingli e oponente de Calvino durante o patrocínio dos protestantes por Frederico III do Palatinado . Ao contrário do que afirmava o calvinismo , Erasto sustentava que o Estado tinha poder sobre a ordem religiosa exceto em caso de excomunhão , em sua obra Explanatio gravissimae quaestionis utrum excommunicatio, quatenus religionem intelligentes et amplexantes, a sacramentorum usu, propter admissum facinus arcet, mandato divino nitatur, an excogitata sit ab hominibus, comumente chamado de “Sessenta e cinco teses”, composto em 1568 , mas publicado postumamente na Inglaterra em 1589 .

As ideias do Erastianismo, que herdou parte do pensamento de Marsílio de Pádua , foram parcialmente assimiladas à Confissão de Fé de Westminster e influenciaram profundamente Thomas Hobbes , que as reformulou em sua obra Leviathan , e Richard Hooker em seu Of the Lawes of Ecclesiastical Politie...).

… No caminho, o velho amigo de Clement, Kunzmann, juntou-se a eles como irmão leigo. A pedido do núncio papal, foram para Varsóvia, na Polônia, e, em 1787, fundaram a primeira casa redentorista além dos Alpes. O trabalho incansavelmente zeloso de Hofbauer em Varsóvia de 1787 a 1808 na igreja nacional alemã de Saint Benno foi profundamente eficaz, embora tenha sido um pouco retardado pelas guerras napoleônicas. Cinco vezes por dia ele e seus companheiros pregavam em polonês e alemão. Durante sua estada na Polônia, ele estabeleceu outras casas, iniciou muitas empresas de caridade e educacionais (incluindo uma escola gratuita para 350 crianças pobres e uma escola secundária), pregou tão bem que judeus e protestantes foram convertidos,
Em 1808, o governo francês o removeu e prendeu com seus companheiros na fortaleza de Kuestrin, e depois de quatro semanas cada um foi enviado para sua terra natal. Assim, Hofbauer acabou voltando para Viena, onde passou os últimos 12 anos de sua vida plantando firmemente o Instituto Redentorista em terras germânicas. Seu trabalho levou ao estabelecimento da ordem na Bélgica, Irlanda, Inglaterra e na Commonwealth. Hofbauer, o propagador da Ordem do Santíssimo Redentor ao norte dos Alpes, é venerado por sua ordem como segundo fundador.
Em Viena, o santo tornou-se o centro de um grupo de românticos alemães, que deram um impulso decisivo ao século XIX. A este círculo pertenciam homens como Adam von Mueller, Friedrich von Schlegel e Zacharias Werner. O santo não teve vantagem de nascimento ou educação geral, mas ganhou uma grande reputação de sabedoria em assuntos religiosos e sociais.

Ele trabalhou discretamente no bairro italiano e mais tarde foi capelão de freiras ursulinas e reitor de sua igreja. Mais uma vez, ele se tornou amplamente conhecido como pregador e diretor de almas. O confessionário de Hofbauer estava lotado não apenas de gente humilde, que o venerava como o pai dos pobres, mas também de homens e mulheres do mais alto escalão, influentes funcionários do governo, estadistas do Congresso de Viena, importantes estudiosos e artistas.
Em Viena, Hofbauer fundou um colégio católico e tornou-se enormemente influente na revitalização da vida religiosa das nações alemãs. Hofbauer e o príncipe Rupert da Baviera até frustraram um plano no Congresso de Viena para estabelecer uma Igreja alemã independente do papado. Clemente também lutou contra todo o conceito de Josefinismo, que é a dominação secular da Igreja e hierarquia pelo governante secular. Hofbauer foi acusado pelo chanceler austríaco de ser um espião romano, mas o arcebispo de Viena o apoiou, sabendo do valor da contribuição de Hofbauer para o renascimento católico, então o imperador Francisco I proibiu sua expulsão.
Em 1819, ele estava mortalmente doente de várias doenças. Ele morreu no ano seguinte depois de participar do funeral de um notável benfeitor. Seu funeral na Catedral de Santo Estêvão de Viena foi assistido por milhares de pessoas. Logo depois, a causa pela qual ele havia trabalhado por muito tempo, a fundação de casas redentoristas na Áustria, tornou-se uma realidade. 

Seu amigo Werner disse que conhecia apenas três homens de energia sobre-humana – Napoleão, Goethe e Clement Hofbauer (Attwater, Benedictines, Bentley, Delaney, Encyclopedia, Farmer, Hofer, Schamoni)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch16.html#1820_St._Clement_Mary_Hofbauer_second

– Também: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch15.html#1830_St._Clement_Maria_Hofbauer

8♦.   Em Ma­drid, na Es­panha, o Beato Pio Conde Conde, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir, que du­rante a per­se­guição reli­giosa, foi fu­zi­lado em ódio ao sacerdócio. († 1936)

9*.   Em Pr­zemysl, na Po­lónia, o Beato João Adal­berto Balicki, pres­bí­tero, que exerceu di­versas ac­ti­vi­dades apos­tó­licas em favor de todo o povo de Deus, em­pe­nhando-se par­ti­cu­lar­mente no anúncio do Evan­gelho e na as­sis­tência às jo­vens errantes. († 1948)

10*.   Em Vi­edma, na Ar­gen­tina, o beato Ar­té­mides Zátti, re­li­gioso da So­ci­e­dade de São Fran­cisco de Sales, que, ani­mado pelo seu grande zelo mis­si­o­nário, partiu para as inós­pitas terras da Pa­ta­gónia e passou toda a sua vida no hos­pital desta ci­dade, acu­dindo com in­can­sável mag­na­ni­mi­dade, pa­ci­ência e hu­mil­dade às ne­ces­si­dades dos indigentes. († 1951)

11. No Egito, São Nicandro, condenado à morte sob Diocleciano por ter recolhido, piedosamente, corpos de mártires (conforme Martirológio Romano-Monástico – M).

12. Em Tessalônica, no ano da graça de 304, Santa Matrona, serva cristã que foi submetida a rudes flagelações por sua senhora, por haver confessado a divindade de Cristo (conforme Martirológio Romano-Monástico – M). Ver também nas págs. 47-48: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

13. SAO LONGUINHO “15/03: SÃO LONGUINHO (também na Folhinha do Coração de Jesus). Acredita-se ser o soldado que transpassou o peito de Jesus (ver Jo 9.31-34), ou, conforme Mt 28,54, Mc 15,39s e Lc 23,47s, o centurião romano que, vendo os fenômenos que ocorreram na morte de Jesus, exclamou: “verdadeiramente este é o filho de Deus!” Teria então deixado a vida militar, seguindo a Cristo. Muitas das notícias relativas a ele se prendem a várias tradições nem sempre fidedignas. A respeito é bom lembrar dois livros apócrifos: o Evangelho de Nicodemos, e o Atos de Pilatos. Diz uma lenda que Longuinho (ou Longino) teria pregado o Evangelho em Cesaréia e em vários outros lugares. Por fim, foi pregar em Mântua (Itália), onde também teria sofrido o martírio”. (Antônio Angonese – Petrópolis/RJ-Folhinha do Coração de Jesus de 14/03/2006-verso). Ver sua história nas páginas 44-46: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “Longino (do latim Longinus), também popularmente referido como Longuinho, é um santo da Igreja Católica.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Longino

14. São Probo, bispo e confessor. Ver págs. 49-50 http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

15. Santo Especioso, confessor. Ver “Santo Especioso nasceu em Roma, e foi um dos primeiros, com o irmão Gregório, a ir se colocar debaixo da regra de São Bento.” páginas 62: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

16. BEM-AVENTURADOS MONALDO DE ANCONA, FRANCISCO DE PETRILLO E ANTÔNIO DE MILÃO. Ver “Todos os três bem-aventurados acima citados, franciscanos, pertenceram à ordem dos irmãos menores, e, na Armênia, pregaram o Evangelho com grandes frutos, aos sarracenos, na cidade de Arzenga.” páginas 63-64: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “… 1286 São Monaldo de Ancona, mártir franciscano com os missionários Antônio de Milão e Francisco de Fermo na Armênia…”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch16.html

17. Santo Aristóbulo da Bretanha. Ver “Santo Aristóbulo, um dos Setenta Apóstolos, era irmão de São Barnabus (11 de junho) e proclamou o Evangelho na Grã-Bretanha, onde morreu em paz. Ele também é comemorado em 16 de março.”: Apostle Aristobulus of the Seventy – Orthodox Church in America (oca.org)

– Ver também “Aristóbulo da Britânia[nota a], dito Apóstolo da Britânia, foi um judeu cipriota, posteriormente um santo, e um dos Setenta Discípulos. Junto com UrbanoAmpliatoEstácioApeles e Narciso, ele foi um ajudante de Santo André. Ele é considerado tradicionalmente como o primeiro bispo da Britânia.

Tamanho era o apelo do apóstolo Aristóbulo entre os celtas britões que uma região inteira foi batizada em sua homenagem: Arwystli, que depois se tornou um pequeno reino medieval e continua até hoje como sendo um distrito (cantref) no condado de Powys, no País de Gales.”: Aristóbulo da Britânia – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver também “… Aristolubus M (RM) século I. Diz-se que Santo Aristolubo foi um dos 72 discípulos comissionados por nosso Senhor Jesus para pregar a vinda do Reino. São Paulo o menciona em Romanos 16:11. Ele foi identificado com Zebedeu, o pai dos “filhos do Trovão”, Santos Tiago e João. Diz a lenda que após a Ressurreição de Jesus, ele evangelizou a Grã-Bretanha e morreu como mártir (os beneditinos) …”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch16.html#1st_v._St._Aristobulus_Martyred_disciple

18. Outras santas e Santos do dia 15 de março: págs. 29-65 (vol.5): VIDAS DOS SANTOS – 5.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 15 de março, ver também: 15 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 261-262: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch16.html

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

================

“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 14 de março

1.   Em Pidna, na Ma­ce­dónia, Santo Ale­xandre, mártir. († c. 390).

– Ver página 26 “Em Pydna, na Macedônia, Santo Alexandre, mártir. Sob o imperador Maximiano, proclamou a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo com uma coragem que nada poderia quebrantar. Decapitado, Deus conferiu-lhe ao corpo a virtude de curar as doenças mais variadas (ano 310).”: VIDAS DOS SANTOS – 5.pdf (obrascatolicas.com)

2.   Em Milão, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Lá­zaro, bispo. († s. V)

3.   Em Char­tres, na Gália, hoje na França, São Le­o­bino, bispo. († c. 557)

– Ver “… 558 ST LEOBINUS, OU LUBIN, Bispo DE CHARTRES
Os pais de St Lubin eram camponeses no campo perto de Poitiers, e desde a infância ele foi colocado para trabalhar nos campos. Quando menino, ele estava ansioso para aprender, e sua sede de conhecimento aumentando com os anos, ele foi para um mosteiro – provavelmente Noailles – onde foi empregado em tarefas domésticas. Seu trabalho o ocupava o dia todo, e ele era obrigado a fazer a maior parte de seus estudos à noite, protegendo sua lâmpada o melhor que podia, porque os monges reclamavam que a luz perturbava seu sono. Pela humildade e perseverança ele avançou no conhecimento religioso até alcançar um lugar de honra na casa. De alguma forma, porém, ele entrou em contato com São Carilef, e provavelmente foi por sugestão dele que Lubin procurou o eremita São Avito.

Depois de várias desventuras, Lubin se estabeleceu por cinco anos em uma abadia perto de Lyon, até que em uma guerra entre os francos e os borgonheses o mosteiro foi invadido e os monges fugiram, deixando apenas Lubin e um velho para trás. Os invasores, que pretendiam saquear, tentaram descobrir pelo velho onde os tesouros estavam escondidos, e ele os encaminhou para St Lubin. Como não puderam obter dele nenhuma informação, recorreram à tortura — amarrando uma corda em volta da cabeça e apertando-a. Depois disso, eles amarraram seus pés e o mergulharam, de cabeça, no rio, mas, não conseguindo fazê-lo divulgar qualquer coisa, acabaram o deixando para morrer. Ele se recuperou, no entanto, e com dois companheiros voltou para Le Perche, onde São Avito o recebeu em seu mosteiro. Após a morte de São AvitoLubin novamente viveu a vida de um eremita. O bispo Aetherius de Chartres o nomeou abade de Brou e o elevou ao sacerdócio. Ele parece ter achado suas responsabilidades muito onerosas e desejava deixar o cargo e se tornar um simples monge em Lérins, mas São Cesário, a quem seu próprio bispo o enviou para pedir conselhos, disse-lhe que voltasse para Brou e não deixasse seu povo. como ovelhas sem pastor. Ele obedeceu, mas logo após seu retorno foi promovido para suceder Aetherius como bispo de Chartres. Ele trouxe várias reformas e continuou a ser muito famoso por seus milagres. 

Participou do Quinto Concílio de Orleans e do Segundo Concílio de Paris, falecendo em 14 de março de 558, após uma longa doença.  disse-lhe para voltar para Brou e não deixar seu povo como ovelhas sem pastor…

The Ancient Life of St Leobinus foi editado por B. Krusch em MGH., Auct. Antiguidade., vol. iv, parte 2, pp. 73-82, como um apêndice às obras de Venâncio Fortunato, que em certa época se acreditava ter sido o autor. O P. A. Poncelet considera que a biografia em sua forma atual não pode ser anterior a meados do século IX. Ver Analecta Bollandiana, vol. xxiv (1905), pp. 25-31, e p. 82. Cf. Duchesne, Fastes Episcopaux, vol. ii, pág. 422, e o Acta Sanctorum, março, vol. ii…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch14.html#556_Leobinus_priest_abbot_of_BrouLubin

4.   Em Que­dlin­burg, na Sa­xónia, na ac­tual Ale­manha, Santa Ma­tilde (também na Folhinha do Coração de Jesus), es­posa fi­de­lís­sima do rei Hen­rique, a qual, in­signe pela sua hu­mil­dade e pa­ci­ência, se de­dicou ge­ne­ro­sa­mente à as­sis­tência aos po­bres e à fun­dação de hos­pi­tais e mosteiros.

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Halberstadt, na Saxônia, no ano do Senhor de 968, Santa Matilde, imperatriz da Germânia. Consagrou sua vida às obras de caridade e fundou cinco mosteiros. (M).

– Ver mais sobre a história de Santa Matilde às páginas 09-20: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf  († 968)

– Ver também “Matilde de Ringelheim (c. 895 — 14 de março[1] de 968) é uma santa católica, conhecida como Santa Matilde.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Matilde_de_Ringelheim

– Ver ainda “… 968 ST MATILDA, Viúva, descendente do célebre Widukind que liderou os saxões em sua longa luta contra Carlos Magno, Santa Matilda era filha de Dietrich, um conde da Vestefália, e de Reinhild, um descendente da casa real dinamarquesa. A menina, que nasceu por volta do ano 895, foi confiada aos cuidados de sua avó paterna, abadessa do convento de Erfurt. Aqui, não muito longe de sua casa, Matilda foi educada e cresceu até a feminilidade, superando todas as suas companheiras, nos dizem, em beleza, piedade e erudição. No devido tempo, ela se casou com o filho do duque Otto da Saxônia, Henry, chamado “o Fowler” por causa de seu gosto por falcoaria: a união foi excepcionalmente feliz, e Matilda sempre exerceu uma influência saudável e restritiva sobre o marido. Logo após o nascimento de seu filho mais velho Otto, três anos após o casamento, Henrique sucedeu ao ducado de seu pai e, quando, no início do ano de 919, o rei Conrado morreu sem filhos, ele foi elevado ao trono alemão. Foi realmente bom para ele que ele fosse um soldado capaz, pois sua vida foi de guerra – na qual ele foi singularmente bem-sucedido.

Pelo próprio Henrique e seus súditos, seus sucessos foram atribuídos tanto às orações da rainha quanto às suas próprias proezas. Ao longo de sua vida manteve a humildade que a distinguira quando menina, e no palácio real viveu quase como uma religiosa. Para sua corte e seus servos, ela parecia menos uma rainha e amante do que uma mãe amorosa, e ninguém em aflição jamais se dirigia a ela em vão. Seu marido raramente verificava sua liberal esmola ou mostrava irritação com suas práticas piedosas, tendo total confiança em sua bondade e confiando nela em todas as coisas. Depois de vinte e três anos de casamento, o rei Henrique morreu de um ataque apoplético em 936. Matilde tinha ido à igreja para derramar sua alma em oração por ele ao pé do altar quando foi anunciado a ela que ele havia falecido.

De Henrique e Matilde nasceram cinco filhos: Otão, depois imperador, Henrique, o Briguento, São Bruno, posteriormente arcebispo de Colônia, Gerberga, que se casou com Luís IV, rei da França, e Edwiges, mãe de Hugo Capeto. Embora tivesse sido o desejo de Henrique que seu filho mais velho Otão o sucedesse, Matilda favoreceu seu filho mais novo Henrique e persuadiu alguns nobres a votar nele, mas Otão foi escolhido e coroado. Não querendo desistir de suas reivindicações, Henrique levantou uma rebelião contra seu irmão, mas vendo-se derrotado, processado pela paz, foi perdoado por Otão e, por intercessão de Matilde, foi feito duque da Baviera. A rainha estava agora vivendo uma vida de auto abnegação quase completa, suas joias foram para ajudar os pobres, enquanto suas recompensas eram tão generosas que despertavam críticas. Seu filho Otto a acusou de ter um tesouro escondido e de desperdiçar as receitas da coroa: ele a chamou para prestar contas de tudo o que ela gastou e colocou espiões para vigiar seus movimentos e suas doações. A parte mais amarga de seu sofrimento foi a descoberta de que seu favorito Henry estava ajudando e incentivando seu irmão. Ela suportou tudo com paciência invencível, comentando, com um toque de humor patético, que era um consolo saber que seus filhos estavam unidos – embora fosse apenas na perseguição a si mesma. “Eu suportaria de bom grado tudo o que eles pudessem fazer contra mim se isso os mantivesse juntos – desde que eles pudessem fazer isso sem pecado”, ela teria dito. ele a chamou para prestar contas de tudo o que ela havia gasto e colocou espiões para observar seus movimentos e suas doações…

Para satisfazê-los, Matilda cedeu a herança aos filhos e retirou-se para a residência de campo onde havia nascido. Mas assim que ela se foi, o duque Henrique adoeceu e o desastre começou a cair sobre o estado. Em geral, achava-se que esses infortúnios se deviam ao tratamento dispensado à mãe, e a esposa de Otto, Edith, o convenceu a pedir perdão e restaurar tudo o que ele havia tirado dela. Matilda perdoou livremente os dois filhos e voltou à corte, onde retomou suas obras de misericórdia. Mas, embora Henrique tivesse parado de persegui-la, sua conduta continuou a causar-lhe grande tristeza. Ele novamente se revoltou contra Otto e depois puniu uma insurreição de seus próprios súditos bávaros com uma crueldade quase incrível; nem mesmo os bispos foram poupados. Em 955, quando Matilde o viu pela última vez, ela profetizou sua morte próxima e implorou que ele se arrependesse antes que fosse tarde demais. A notícia de que ele havia morrido, que chegou pouco depois, quase a prostrou e cortou um dos últimos laços que a prendiam à terra.

Ela começou a construir um convento em Nordhausen e fez outras fundações em Quedlinburg, em Engern e também em Poehlen, onde estabeleceu um mosteiro para homens. Que Otão não mais se ressentiu por ela gastar sua própria renda em obras religiosas é evidente pelo fato de que, quando foi a Roma para ser coroado imperador, deixou o reino sob seus cuidados.

A última vez que Matilda participou de uma reunião de família foi em Colônia, na Páscoa de 965. De lá veio também o imperador Otto, “o Grande”, e seus outros filhos e netos sobreviventes. Após essa aparição, ela praticamente se aposentou do mundo, passando seu tempo em uma ou outra de suas fundações, principalmente em Nordhausen. Assuntos urgentes a chamaram para Quedlinburg quando uma febre da qual ela sofria por algum tempo piorou gradualmente e ela percebeu que estava morrendo. Ela chamou Richburga, que como dama de companhia a ajudara em suas instituições de caridade e agora era abadessa de Nordhausen. Segundo a tradição, a rainha procedeu a uma escritura de doação de tudo o que havia em seu quarto, até que lhe disseram que não havia mais nada além do linho que deveria servir de lençol. “Dê isso ao bispo William de Mainz”, disse ela designando seu neto. “Ele vai precisar primeiro.” Ele realmente morreu, muito repentinamente, doze dias antes da morte de sua avó em 14 de março de 968. O corpo de Matilde foi enterrado ao lado do marido em Quedlinburg, e ela foi venerada localmente como uma santa desde o momento de sua morte.

O MGH contém o melhor texto das duas vidas antigas de Santa Matilde – a mais antiga em Scriptores, vol. x, pp. 575-382, o mais recente em Scriptores, vol. iv, pp. 283-302. Mais informações podem ser obtidas dos cronistas e cartas contemporâneas. Ver também a Acta Sanctorum, março, vol. ii; L. Claro, Die oi. Mathilde; L. Zöpf, Die Heiligenleben im 10 Jahrhundert; e LE Hallberg, Ste Mathilde.

Matilda era filha do Conde Dietrich da Vestfália e Reinhild da Dinamarca. Ela também era conhecida como Mechtildis e Maud. Ela foi criada por sua avó, a abadessa do convento de Eufurt. Matilda casou-se com Henrique, o Passarinheiro, filho do duque Otão da Saxônia, no ano de 909. Ele sucedeu seu pai como duque no ano de 912 e em 919 sucedeu o rei Conrado I ao trono alemão.
Ela era conhecida por sua piedade e obras de caridade. Ela ficou viúva no ano de 936 e apoiou a reivindicação de seu filho Henrique ao trono de seu pai. Quando seu filho Otto (o Grande) foi eleito, ela o convenceu a nomear Henrique Duque da Baviera depois que ele liderou uma revolta malsucedida. Ela foi severamente criticada por Otto e Henry pelo que eles consideravam suas obras de caridade extravagantes. Ela renunciou sua herança a seus filhos e se retirou para sua casa de campo, mas foi chamada à corte pela intercessão da esposa de Otto, Edith. Quando Henrique novamente se revoltou, Otão reprimiu a insurreição no ano de 941 com grande crueldade. Matilda censurou Henrique quando ele começou outra revolta contra Otão no ano de 953 e por sua crueldade em suprimir uma revolta de seus próprios súditos; naquela época ela profetizou sua morte iminente. Quando ele morreu em 955, ela se dedicou à construção de três conventos e um mosteiro, foi deixada no comando do reino quando Otão foi a Roma em 962 para ser coroado imperador (muitas vezes considerado como o início do Sacro Império Romano) e passou a maior parte dos anos de declínio de sua vida no convento de Nordhausen que ela havia construído. Ela morreu no mosteiro de Quedlinburg em 14 de março e foi enterrada lá com Henry.
Matilda da Saxônia
, Rainha, Viúva (RM) (também conhecida como Mathildis, Maud, Mechtildis) nasceu em Engern, Vestfália, Alemanha, c. 895; morreu em Quedlinburg, 14 de março de 968.
Santa Matilde é outra que nos mostra a possibilidade de viver no mundo e chegar ao estado de perfeição cristã. Não é fácil, especialmente no início, porque há tantas distrações deliciosas que excitam os sentidos e alimentam o ego. Mas quando a alma se familiariza com Deus e forma um relacionamento, ela tem fome e sede de mais do Seu amor. Assim, a oração fervorosa, a meditação sagrada e a leitura de livros piedosos são mais necessárias para os que vivem no mundo do que para os religiosos professos, por causa das contínuas distrações. Em meio à pompa, pressa e divertimentos de uma corte, Santa Matilda se entregou à santa contemplação com tal seriedade que, embora nunca tenha negligenciado nenhum dever, sua alma foi elevada ao céu.
Santa Matilde era filha do Conde Dietrico (Teodorico) da Vestfália e Reinhild da Dinamarca. Desde muito cedo, seus pais a colocaram sob os cuidados de sua avó, Maud, abadessa do mosteiro de Eufurt, que renunciou ao mundo por sua viuvez. Matilda apreciou a vida de oração e leitura espiritual. Como todas as jovens, ela aprendeu a habilidade refinada do bordado. Ela permaneceu no convento até que seus pais a casaram com Henrique, filho do duque Otão da Saxônia, em 909 (algumas vitae empurram todas as datas para casamento e coroação em vários anos).
Seu marido, chamado Fowler, por seu gosto pelo esporte popular de falcoaria, tornou-se duque da Saxônia com a morte de seu pai, em 912. Com a morte de Conrado I em 919, foi eleito rei da Alemanha. Ele era um príncipe piedoso e vitorioso, e muito terno com seus súditos. Sua solicitude em aliviar seus impostos os preparou para servir seu país em suas guerras às suas próprias custas, embora ele recompensasse generosamente seu zelo após suas expedições, que sempre foram acompanhadas com sucesso.

Enquanto ele por suas armas refreava a insolência dos húngaros e dinamarqueses, e ampliava seus domínios acrescentando-lhes a Baviera, Matilda conquistava vitórias domésticas sobre seus inimigos espirituais, mais dignas de um cristão e muito maiores aos olhos do céu. Ela nutriu as preciosas sementes de devoção e humildade em seu coração pela oração e meditação assíduas; e, não contente com o tempo que o dia oferecia para esses exercícios, empregava parte da noite da mesma maneira. Quanto mais próxima a visão que ela tinha das vaidades mundanas, mais claramente ela descobria seus vazios e perigos e suspirava ao ver homens perseguindo tais bolhas para a perda de suas almas; pois, sob um belo exterior, eles não contêm nada além de veneno e amargura.
Era seu prazer visitar e confortar os doentes e aflitos, servir e instruir os pobres e mostrar caridade aos prisioneiros, obtendo sua liberdade se a justiça o permitisse ou aliviando seu sofrimento com esmolas liberais. Seu marido, edificado por seu exemplo, concordava com ela em todos os empreendimentos piedosos.
Após vinte e sete anos de casamento, Matilda e Henrique foram separados por sua morte em 936. Durante sua última doença, Matilda foi à igreja para derramar sua alma em oração por ele ao pé do altar. Assim que ela entendeu, pelas lágrimas e gritos do povo, que ele havia expirado, ela chamou um sacerdote que estava jejuando, para oferecer o santo sacrifício por sua alma; e ao mesmo tempo cortou as jóias que ela usava e as deu ao padre como garantia de que ela renunciava a partir daquele momento à pompa do mundo.
Ela teve três filhos (uma fonte diz cinco); Otto, depois imperador; Henrique, duque da Baviera, conhecido como “o briguento”; e São Bruno, arcebispo de Colônia. Henry era o mais adequado para suceder seu pai, mas Otto, o mais velho, foi eleito. Otão foi coroado rei da Alemanha em 937. Matilde, na disputa entre seus dois filhos mais velhos pela coroa eleita, favoreceu seu filho do meio, Henrique, uma falta que ela expiou com severas aflições e penitências. Quando Otão (o Grande) foi eleito, ela o convenceu a nomear Henrique duque da Baviera depois que ele liderou uma revolta malsucedida.
Esses dois filhos conspiraram para despojá-la de seu dote, sob a acusação injusta de que ela havia desperdiçado as receitas do Estado com os pobres. Essa perseguição foi longa e cruel, especialmente porque veio das mãos de seus preciosos filhos. Ela se retirou para sua casa de campo, mas mais tarde foi chamada de volta à corte por insistência da esposa de Otto, Edith. Os príncipes errantes se reconciliaram com ela e lhe devolveram tudo o que haviam tomado. Ela então se tornou mais liberal em suas esmolas do que nunca.
Quando Henrique novamente se revoltou, Otão reprimiu a insurreição em 941 com grande crueldade. Matilda censurou Henrique quando ele começou outra revolta contra Otão em 953 e por sua crueldade em suprimir uma revolta de seus próprios súditos; naquela época ela profetizou sua morte iminente. No entanto, o testemunho de seu filho Henry é poderoso. Ele disse a ela: “Oh, minha querida, em todas as coisas você nos deu excelentes conselhos: quantas vezes você mudou a iniquidade em justiça.”

Após a morte de Henrique em 955, ela se dedicou à construção de muitas igrejas e quatro casas religiosas, incluindo Engern, Pöhlde em Brunswick (onde manteve 3.000 monges), Quedlinburg na Saxônia (onde enterrou seu marido) e Nordhausen, onde se aposentou em seus últimos anos. Quando ela terminou os edifícios, Quedlinburg tornou-se seu retiro habitual. Após suas vitórias sobre os boêmios e lombardos, Matilda governou o reino quando Otão foi a Roma em 962 para ser coroado imperador, que é frequentemente considerado o início do Sacro Império Romano.
Durante o último de seus 32 anos de viuvez, Matilda entrou em um dos conventos que havia fundado em Nordhausen. Ela se dedicou totalmente às suas devoções e às obras de misericórdia. Era seu maior prazer ensinar os pobres e ignorantes a rezar, como ela havia ensinado a seus servos. Em sua última doença, ela fez sua confissão a seu neto William, o arcebispo de Mentz, que morreu doze dias antes dela, a caminho de casa. Ela novamente fez uma confissão pública diante dos padres e monges do lugar, recebeu pela segunda vez os últimos sacramentos, e deitada em um pano de saco com cinzas na cabeça. Seu corpo permanece em Quedlinburg, onde ela está enterrada ao lado de seu marido. Os beneditinos a veneram como um de seus oblatos.
Para encontrar a bem-aventurança que Matilda encontrou, é necessário renunciar a prazeres vãos para abrir horas preciosas para exercícios devocionais. Talvez todos nós possamos acelerar nossa jornada em direção à santidade nesta Quaresma, abrindo mão de uma hora diária de televisão para gastar em oração ou estudo das Escrituras ou voluntariando-se para ajudar os menos afortunados. O tempo é um bem mais precioso; use-o com sabedoria (Attwater, Benedictines, Bentley, Delaney, Encyclopedia, Husenbeth)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch14.html#968_St._Matilda_piety_charitable_works

5*.   No ter­ri­tório de Fulda, na Ale­manha, Santa Pau­lina, religiosa. († 1107)

– Ver “… 107 Paulina de Zell fundou a abadia dupla de Zell, OSB. Viúva (AC)
Morreu em Münsterschwarzach, Alemanha. Após a morte de seu marido, a princesa alemã Paulina e seu filho, Werner, fundaram a dupla abadia de Zell, conhecida como Paulinzelle (Benedictines)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch14.html#1107_Paulina_of_Zell_founded_the_double

6*.   Em Liège, na Lo­ta­ríngia, ac­tu­al­mente na Bél­gica, a Beata Eva de Mont-Cornillon, re­clusa junto do mos­teiro de São Mar­tinho, que, jun­ta­mente com Santa Ju­liana, pri­o­resa do mesmo ce­nóbio, se em­pe­nhou muito para que o papa Ur­bano IV ins­ti­tuísse a so­le­ni­dade do Corpo de Cristo. († c. 1265)

7*.   Em Pa­lermo, na Si­cília, re­gião da Itália, o Beato Tiago Cus­mano, pres­bí­tero, que fundou o Ins­ti­tuto Mis­si­o­nário dos Servos e das Servas dos Po­bres e foi emi­nente pela sua ex­tra­or­di­nária ca­ri­dade para com os in­di­gentes e os enfermos. († 1888)

8♦.   Em Ná­poles, na Itália, a Beata María Jo­se­fina de Jesus Cru­ci­fi­cado (Jo­se­fina Cat­tanea), monja da Ordem das Car­me­litas Descalças. († 1948)

09. No século IV, São Leão, bispo. Segundo uma inscrição em seu túmulo, erigido por uma piedosa romana, ele declarava “ter obtido a graça de guardar fielmente o rebanho de Cristo” (Conforme Martirológio Romano-Monástico – M).

10. No fim do séc. V, os Santos Pedro e Afrodísio (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártires africanos que atestaram por sua morte a divindade de Cristo, diante dos vândalos (Conforme Martirológio Romano-Monástico – M).

11. No mesmo dia (14 de março), foram contados entre os Bem-Aventurados Odo, abade de Battle, na Inglaterra, no séc. XII; e Vicente, cisterciense polonês, eleito bispo de Cracóvia, no séc. XIII (Conforme Martirológio Romano-Monástico – X).

12. Santo Eutíquio (também na Folhinha do Coração de Jesus). Em Carras, na Mesopotâmia, Santo Eutíquio, patrício, e seus companheiros, massacrados por causa da fé, por Evelido, rei dos árabes. Ver também pág. 27: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver também “… 741 ST EUTYCHIUS, OU EUSTATHIUS, MÁRTIR

DURANTE o reinado do imperador Leão, o Isaurian, quando o império estava sendo atacado e seriamente ameaçado pelas forças invasoras do Islã, a perseguição veio quase igualmente de ambos os lados. Por um lado, o imperador era um oponente tão determinado do culto das imagens sagradas que os fiéis ortodoxos eram continuamente submetidos à prisão e ao exílio, enquanto, por outro lado, o ódio fanático dos árabes era dirigido contra todos os cristãos, e suas vitórias sobre os romanos tendiam a ser celebradas por um novo holocausto de vítimas. Eutíquio ou Eustathius, filho de um patrício, foi feito prisioneiro com muitos outros pelos árabes. Ele foi levado e mantido por muitos meses em cativeiro, até que o califa, quando outra expedição sua contra os cristãos sofreu reveses, ficando enfurecido, vingou-se dos prisioneiros. Por se recusar a abjurar a fé cristã, Eutíquio foi morto em Carras, na Mesopotâmia, com vários companheiros – talvez na fogueira – depois de suportar torturas horríveis. Diz-se que suas relíquias fizeram muitos milagres.

Veja o Anti Sanctorum, março, vol. ii, onde o breve relato é baseado inteiramente na Cronografia de Teófanes…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch14.html#741_Eutychius_Eustathius_and

13. Bem-Aventurado Pedro de Monticello, confessor. Ver “Vejamos o que nos contam, com aquela sua linguagem peculiaríssima, os Fioretti “canções de gesta dos cavaleiros tabulae rotundae”.” às páginas 21-26: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

14. SANTO ANTÔNIO DE CATEGERÓ. MEMÓRIA EM 14 DE MARÇO. Ver “… Entrou na glória no dia 14 de março de 1550 em Noto na Sicilia. Antônio de Categeró ensina-nos a praticar a caridade e a viver com humildade.”: https://marcioreiser.blogspot.com/2011/03/santo-antonio-de-categero-ofs.html
A. Mesmo não reconhecido como santo pelo Vaticano, São Antônio de Categeró ainda é mantido no altar pela fé popular. Confira sua história contada por Oswaldo Faustino. Ver: https://revistaraca.com.br/o-santo-negro-antonio-de-categero/
– Ver também “Por ocasião de um aprisionamento que o fez escravo, foi levado à Sicília, para trabalhar em galeras. Vendido como trabalhador escravo a João Landavula (camponês dos arredores de Noto), transformou-se em pastor. Detentor de alma sincera, grande retidão de caráter e agudeza de espírito, aproximou-se da fé em Cristo. Muito disciplinado, sabia controlar seu corpo a ponto de vencer as fraquezas. O que se pode perceber da descrição do caráter do bem-aventurado Santo Antônio de Categeró é que o seu ascetismo foi responsável pela superação das condições sociais adversas. Quando conquistou liberdade, dedicou-se totalmente ao trabalho em hospitais (cuidar dos doentes) e à vida religiosa (homem de orações) o que o levou a ingressar para a Ordem Terceira de São Francisco e, por fim, optou por uma vida contemplativa como grande eremita no deserto. Sua morte deu-se no dia 14 de março de 1549.”:
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Antônio_de_Categeró
– VER DIA O8 DE JANEIRO: “15. SANTO ANTÔNIO DE CATEGERÓ (também na Folhinha do Coração de Jesus):

B. Foi um escravo que se tornou santo. Nasceu na Cirenáica, uma região do norte da África, no fim do século XV. Na terra natal praticou a religião chamada Islamismo, que foi fundada por Maomé. Depois, capturado como escravo, foi levado para a ilha da Sicília, sul da Itália. Aí foi vendido para um senhor cristão. Naquele tempo o escravo era comprado por um valor equivalente ao valor de dois cavalos. Muito bom e humilde, Antônio era chamado de Tio António. Foi instruído pelos patrões sobre a vida e a missão de Jesus Cristo. Desse conhecimento de Jesus passou a amar o nosso Salvador e pediu para ser batizado. Tornou-se cristão. Não foi, porém, um cristão comum, muito menos, um cristão relaxado. Praticava a lei de Deus com todo o fervor. Amava a Deus, procurando estar sempre com Ele por meio da oração. Procurava conhecer também a palavra de Deus na Bíblia. Orava muito, até durante a noite. Sempre se confessava e recebia Jesus na comunhão. Como a vontade de Deus é amemos também nossos irmãos, ele amava realmente o próximo.
Primeiramente, era muito trabalhador, cumprindo sempre as ordens de seu patrão, que o encarregou de cuidar das ovelhas. Depois, tinha amor pelos pobres. Pedia ao povo da cidade onde morava, a cidade de Noto, esmolas, e distribuía pelos pobres, alimento e roupas. Ajudava aos pobres também distribuindo leite e queijo das ovelhas. Uma vez o patrão o proibiu de dar leite e queijo para os pobres. António obedeceu. Então a produção diminuiu bastante. O patrão viu que ia tomar prejuízo. Mandou então que António continuasse a atender os pobres. E as ovelhas continuaram a produzir como antes, para alegria do patrão. Deus deu a António o dom de fazer milagres, de modo especial de curar pessoas.Muitos o procuravam para alcançar a saúde. Antônio humilde, dizia que ele não passava de um simples escravo do Senhor Jesus, só Deus tem poder de curar. Impunha as mãos aos enfermos, rezava e Deus curava. Depois de sua morte continuou a fazer muitos milagres. Até hoje temos testemunhas de muitas pessoas que alcançaram grandes graças por intercessão de Santo António de Categeró. Conforme:

http://arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/santo-antonio-de-categero

C. Questionamento sobre Santo Antônio de Categeró:  

Em sínteseSanto Antônio de Categeró não consta do catálogo dos Santos da Igreja Católica; terá sido um franciscano africano do século XVI. Parece não ter existido. — É estranho que uma denominação cristã oriental (siriana), separada da Igreja Católica, e a Igreja Brasileira façam a propaganda da devoção a esse Santo (que não era oriental nem brasileiro), atraindo fiéis católicos com promessa de milagres, com orações e novenas. Que interesses estão subjacentes a este tipo de propaganda piedosa? 

Têm-se espalhado folhetos que divulgam a devoção a “Santo Antônio de Categeró”, cujo santuário seria a igreja paroquial de Nossa Senhora da Anunciação, da Igreja Católica Ortodoxa Siriana, no Rio de Janeiro. A população católica se vê perplexa diante desses panfletos, pois tal Santo é tido como grande taumaturgo, mas é desconhecido na Tradição da Igreja. Vejamos o que a respeito dizem os impressos de propaganda e o que se pode pensar a respeito. Conforme:

http://www.pr.gonet.biz/kb_read.php?num=751&head=1

D. BEATO ANTONIO ETÍOPE OU SANTO ANTÔNIO DE CATEGERÓ. Conforme:

http://categero.org.br/1-manifestacoes-da-fe/a-vida-de-categero-textos/resumo-da-vida-de-categero/

Na atormentada história da Europa da primeira metade do século XVI, encontramos a vida de Antônio, o Etíope. Nascido em Barco de Cirene (Líbia) de família maometana, religião que ele professou até que, por um acidente providencial, foi capturado e deportado para a Sicília, em Siracusa. Foi comprado como escravo por um agricultor de Avola, um certo John Landanula (ou Landolina) que lhe confiou seu rebanho. John percebeu que aquele seu servo era bastante inteligente, de coração sincero, de índole nobre, honesta, e respeitosa…

E. A HISTÓRIA DE CATEGERÓ EM 5 FASES:

O país (Brasil) passa a ser o pólo irradiador da devoção do beato Antônio de Categeró, no Brasil, António de Noto, em Portugal; e Antònio Etíope, na Itália. Conforme:

http://categero.org.br/2014/01/categero-a-historia-em-5-fases/

Ainda: http://categero.org.br/

16. GRANDE HOMEM (SANTO??) ALBERT EINSTEIN.

– Ver “… nasceu em 14 de março de 1879; com Deus em 18 de abril de 1955…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein

– Ver também “… Einstein nascido em 14 de março de 1879
Bill Federer http://www.AmericanMinute.com/&nbsp;
Einstein “Meu relacionamento com o povo judeu tornou-se meu vínculo humano mais forte.”
Quando perguntado “Você aceita a existência histórica de Jesus?”, Einstein respondeu:
Inquestionavelmente! Ninguém pode ler os Evangelhos sem sentir a presença real de Jesus.  Sua personalidade pulsa em cada palavra. Nenhum mito é preenchido com tal vida.”

Albert Einstein nasceu na Alemanha em 14 de março de 1879. Começou a aprender cálculo sozinho aos 14 anos.
Com doutorado pela Universidade de Zurique, Einstein escreveu artigos sobre energia eletromagnética, relatividade e mecânica estatística.
Einstein previu que um raio de luz de uma estrela distante pareceria se curvar ao passar perto do Sol.
Quando um eclipse confirmou isso, o London Times publicou a manchete, em 7 de novembro de 1919, “Revolução na ciência – Nova teoria do Universo – Ideias newtonianas derrubadas”.
Em 1921, Albert Einstein ganhou o Prêmio Nobel de Física.
Descrevendo a teoria da relatividade, Albert Einstein disse:
“Quando um homem se senta com uma garota bonita por uma hora, parece um minuto. Mas deixe-o sentar em um fogão quente por um minuto – e é mais do que qualquer hora. Isso é relatividade.”
A primeira visita de Einstein aos Estados Unidos foi para arrecadar fundos para a Universidade Hebraica de Jerusalém.
Em sua terceira visita, 1932, ele assumiu um cargo na Universidade de Princeton.
Quando o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores assumiu o controle da Alemanha, proibiu os judeus de ocupar cargos oficiais ou ensinar nas universidades. O ministro da propaganda nazista Joseph Goebbels proclamou que “o intelectualismo judeu está morto” e queimou livros de autores judeus, incluindo as obras de Einstein.
O poeta judeu Heinrich Heine escreveu profeticamente em 1822:

Onde eles queimam livros, eles vão, no final, queimar seres humanos também.” Um exemplo atual disso foi relatado no artigo do Breitbart News “ISIS queima livros nas bibliotecas de Mosul” (5 de fevereiro de 2015):
“O Estado Islâmico … invadiu a Biblioteca Central de Mosul para destruir todos os livros não islâmicos. ‘Estes os livros promovem a infidelidade e apelam à desobediência a Alá”, anunciou um militante aos moradores. “Assim serão queimados.” Militantes atacaram a biblioteca da Universidade de Mossul. Eles queimaram livros didáticos de ciência e cultura na frente dos alunos.”
Comentando sobre a redistribuição da riqueza, Albert Einstein afirmou:

“Estou absolutamente convencido de que nenhuma riqueza do mundo pode ajudar a humanidade a avançar, mesmo nas mãos do mais dedicado trabalhador desta causa. O exemplo de indivíduos grandes e puros é a única coisa que pode nos levar a pensamentos e ações nobres… Alguém pode imaginar Moisés, Jesus ou Gandhi armados com os sacos de dinheiro de Carnegie?”
Einstein permaneceu nos Estados Unidos, tornando-se cidadão em 1940.
A teoria da relatividade de Einstein, E=MC2, é a base para a aplicação da energia atômica. Seu aviso de que os nazistas poderiam criar a bomba atômica levou o presidente Franklin D. Roosevelt a criar o Projeto Manhattan.
“Meu relacionamento com o povo judeu se tornou meu vínculo humano mais forte.”
O 99º elemento da tabela periódica, descoberto logo após sua morte em 1955, foi chamado de “einstênio”.
Albert Einstein foi citado no The New York Times, em 9 de novembro de 1930, dizendo: 
Eu afirmo que a experiência religiosa cósmica é a força motriz mais forte e nobre por trás da pesquisa científica.”

Albert Einstein afirmou: “Deus Todo-Poderoso não joga dados.” E “Diante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos“. Conforme registrado por Helen Dukas em Albert Einstein, The Human Side (Princeton University Press, 1981, p. 66), Einstein afirmou: “Minha religiosidade consiste em uma humilde admiração pelo espírito infinitamente superior que se revela no pouco que nós, com nossa compreensão fraca e transitória, podemos compreender a realidade. A moralidade é da mais alta importância – mas para nós, não para Deus.”
Einstein afirmou em uma entrevista publicada no livro de GS Viereck Glimpses of the Great, 1930:

Eu absolutamente não sou ateu… O problema envolvido é muito grande para nossas mentes limitadas. Estamos na posição de uma criança entrando em uma enorme biblioteca cheia de livros em muitas línguas. A criança sabe que alguém deve ter escrito aqueles livros. Não sabe como. Não entende as línguas em que são escritos. A criança suspeita vagamente de uma ordem misteriosa na disposição dos livros, mas não sabe o que é. Isso, parece-me, é a atitude até mesmo do ser humano mais inteligente em relação a Deus. Vemos o universo maravilhosamente organizado e obedecendo a certas leis, mas apenas entendemos vagamente essas leis.”
Walter Isaacson citou Einstein no artigo “Einstein and Faith”, Time 169, 5 de abril de 2007, 47):

Os ateus fanáticos… são como escravos que ainda estão sentindo o peso de suas correntes que jogaram fora após dura luta. São criaturas que – em seu rancor contra o tradicional ‘ópio do povo’ – não podem suportar a ‘música das esferas’.”
A referência de Einstein à “música das esferas” é um conceito religioso usado durante o período medieval-renascentista para descrever uma ressonância orbital dos planetas. Johannes Kepler, que descobriu as leis do movimento planetário, escreveu em The Harmonies of the World, 1619:
“Santo Pai, guarda-nos na concórdia do nosso amor uns pelos outros, para que sejamos um, assim como Tu és com Teu Filho, Nosso Senhor, e com o Espírito Santo, e como pelos mais doces laços de harmonias Tu tens fez todas as Tuas obras uma, e que a partir da concórdia de Teu povo, o corpo de Tua Igreja pode ser edificado na Terra, como Tu ergueste os próprios céus de harmonias”.
O professor de Yale, Benjamin Silliman, que fundou o American Journal of Science and Arts em 1818, declarou:

A relação da geologia, assim como da astronomia, com a Bíblia, quando ambas são bem compreendidas, é a de perfeita harmonia… harmonia apareça.”
 De acordo com o príncipe Hubertus (Ronald W. Clark, Einstein: The Life and Times, Nova York: World Publishing Company, 1971, p. 425), Einstein disse:
Em vista de tal harmonia no cosmos que eu, com minha limitada capacidade humana, mente, sou capaz de reconhecer, ainda existem pessoas que dizem que Deus não existe. Mas o que realmente me deixa com raiva é que eles me citam para apoiar tais pontos de vista.”
Einstein escreveu a M. Berkowitz, 1950, (William Hermanns, Einstein and the Poet. In Search of the Cosmic Man, Brookline Village MA: Branden Books, 1983, p. 60):
Deus’ é um mistério: Mas um mistério. Não tenho nada além de admiração quando observo as leis da natureza. Não há leis sem um legislador, mas como é esse legislador? Certamente não como um homem engrandecido.”
Embora não acreditando em um Deus pessoal, The Saturday Evening Post, 26 de outubro de 1929, publicou a entrevista de George Sylvester Viereck com Albert Einstein. Quando perguntado “Até que ponto você é influenciado pelo cristianismo”, Einstein respondeu:
“Quando criança, recebi instrução tanto na Bíblia quanto no Talmude. Sou judeu, mas sou fascinado pela figura luminosa do Nazareno.”
Quando perguntado: “Você já leu o livro de Emil Ludwig sobre Jesus”, Einstein respondeu:
“O Jesus de Emil Ludwig é superficial. Jesus é colossal demais para a caneta de fraseadores, por mais astuto que seja.
Nenhum homem pode descartar o cristianismo com um bon mot! (observação espirituosa).”
Quando perguntado “Você aceita a existência histórica de Jesus”, Einstein respondeu:
“Inquestionavelmente! Ninguém pode ler os Evangelhos sem sentir a presença real de Jesus. Sua personalidade pulsa em cada palavra. Nenhum mito é preenchido com tal vida.”

O Fine Hall da Universidade de Princeton inscreveu as palavras de Albert Einstein acima da lareira: “Raffiniert ist der Herr Gott, aber Boshaft ist er nicht”. (Deus é inteligente, mas não desonesto) …”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch14.html#Einstein_born_MARCH_14_1879

17. Outras santas e Santos do dia 14 de março: págs. 09-28 (vol.5): VIDAS DOS SANTOS – 5.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 14 de março, ver também: 14 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 260: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch14.html

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

================

“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 13 de março

1.   Em Ni­co­média, na Bi­tínia, hoje Izmit, na ac­tual Tur­quia, os santos már­tires Ma­ce­dónio, pres­bí­tero, Pa­trícia, sua es­posa, e Mo­desta (também na Folhinha do Coração de Jesus), sua filha. († data inc.)

2.   Em Her­mó­polis, no Egipto, São Sa­bino, mártir, que, de­pois de pa­decer muitos tor­mentos, morreu lan­çado ao rio. No Egito, durante a perseguição de Diocleciano, São Sabino, que depois de haver suportado cruéis sofrimentos por causa de Cristo, foi jogado no Rio Nilo (Conforme Martirológio Romano-Monástico – M). († s. IV)

3.   Na Pérsia, no ac­tual Irão, Santa Cris­tina (também na Folhinha do Coração de Jesus) mártir, que, de­pois de ter sido ver­gas­tada com azor­ra­gues, con­sumou o mar­tírio no tempo de Cós­roas, rei dos Persas. († 559)

4*.   Em Poi­tiers, na Aqui­tânia, na ho­di­erna França, São Pi­êncio, bispo, que prestou grande au­xílio a Beata Ra­de­gundes na fun­dação de cenóbios. († s. VI)

5.   Em Se­vilha, na His­pânia, São Le­andro, bispo, irmão dos santos Isi­doro, Ful­gêncio e Flo­ren­tina, o qual, pela sua pre­gação e so­li­ci­tude, con­verteu o povo dos Vi­si­godos da im­pi­e­dade ariana à fé ca­tó­lica, com o au­xílio do seu rei Recaredo. († c. 600)

6*.   No mos­teiro de No­va­lesa, junto ao Mon­ce­nísio, no vale de Susa, ac­tu­al­mente no Pi­e­monte, re­gião da Itália, Santo El­drado, abade, grande pro­motor do culto di­vino, que re­formou o sal­tério e fez cons­truir novas igrejas. († c. 840)

7.   Em Cór­dova, na An­da­luzia, re­gião da Es­panha, a paixão dos santos Ro­drigo, (também na Folhinha do Coração de Jesus) pres­bí­tero, e Sa­lomão, már­tires: o pri­meiro, por se ter re­cu­sado a acre­ditar que Maomé era ver­da­dei­ra­mente o pro­feta en­viado pelo Om­ni­po­tente, foi me­tido no cár­cere, onde en­con­trou Sa­lomão, que algum tempo antes ade­rira à re­li­gião ma­o­me­tana, e ambos con­su­maram o seu glo­rioso com­bate, sendo degolados. († 857).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Córdova, no ano do Senhor de 857, o martírio dos Santos Rodrigo e Salomão. Convertido do islamismo, Rodrigo foi traído por seu irmão, que continuava muçulmano. Levado para a prisão, ali encontrou um cristão de nome Salomão, que tendo uma vez apostatado, havia feito seu retorno para o Cristo. (M).

– Ver também São Rodrigo e São Salomão de Córdova nas páginas 418-419: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

– Ver também “Rodrigo de Córdova (? – Cabra13 de março de 857) é um santo venerado nas Igrejas Católica e Ortodoxa. Faz parte dos mártires de Córdova, grupo de cristãos moçárabes condenados à morte por sua fé durante os reinados de Abderramão II e Maomé I no Emirado de Córdova. Segundo a tradição, Rodrigo era um sacerdote em Cabra e tinha dois irmãos, um muçulmano e outro sem religião, atuando frequentemente como mediador das disputas dos dois.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Rodrigo_de_C%C3%B3rdova

8.   Em Ca­me­rino, no Pi­ceno, na ac­tual re­gião das Marcas, na Itália, Santo An­so­vino, bispo. († 868)

– Ver também “… 840 ST ANSOVINUS, BISPO, DE CAMERINO.
ST Ansovinus nasceu em Camerino na Úmbria, mas nenhum detalhe de sua infância foi preservado. Após sua ordenação ao sacerdócio, retirou-se para um local solitário em Castel-Raimondo, perto de Torcello, onde logo adquiriu fama de santidade e milagres. Acreditava-se mesmo que ao chegar à igreja atravessava o rio com a sua capa que lançava na água, e que, quando os raios do sol o ofuscavam enquanto oferecia o santo sacrifício, pendurava o purificador de linho no ar e sombreava seus olhos. O imperador Luís, o Piedoso, quando na Itália o escolheu como seu confessor, e ratificou sua eleição para a sé de Camerino. O santo, porém, não queria aceitar a dignidade, e quando ele consentiu, foi com a condição de que não se esperasse que ele fornecesse soldados para o exército imperial. Embora tal serviço militar fosse comum nos estados feudais e semifeudais, ele o considerava inadequado e contrário à lei da Igreja.

Ansovinus provou ser um pastor sábio e prudente. Ele não só era liberal com os pobres, mas em épocas de escassez ele administrava todos os recursos à sua disposição com tal sagacidade que era capaz de aliviar os sofrimentos dos necessitados. De fato, foi dito que quando ele esvaziava completamente um celeiro, ele era sobrenaturalmente reabastecido. O santo tinha o dom de curar e foi fundamental na cura de muitos doentes. Ele estava em Roma quando foi acometido de uma forma de febre que ele e os que o cercavam reconheceram como provável que fosse fatal. Apesar dos protestos de seus amigos, ele insistiu em voltar para casa para morrer entre seu próprio povo. Levaram o doente para o seu cavalo, e quando o animal o viu, aquele estranho instinto que as criaturas mudas muitas vezes possuem o impeliu a se ajoelhar para permitir que seu mestre montasse. Ansovinus chegou a Camerino e pôde dar uma última bênção e receber o viático antes de expirar silenciosamente.

Um milagre singular com o qual ele é creditado vale a pena relatar, mesmo que apenas para explicar o atributo comumente relacionado a Santo Ansovino. Ele estava a caminho de Roma para ser consagrado quando ele e seus amigos chegaram a Narni, onde ficaram para se refrescar. Pediram vinho, e o estalajadeiro trouxe. Ansovinus, percebendo que tinha sido regado, protestou com o homem, que respondeu rudemente que eles podiam pegar ou largar – era tudo o que eles conseguiriam. O santo então pediu copos, mas o estalajadeiro disse que ele só fornecia vinho e que os visitantes deveriam trazer seus próprios copos. Então Santo Ansovino tirou a capa e disse ao anfitrião para colocar o vinho no capuz. Ele assim o fez, sob protesto, e o capuz reteve o vinho, enquanto a água com que havia sido misturado se esvaiu.

A vida impressa na Acta Sanctorum, março, vol. ii, que pretende ter sido escrito por um certo Eginus não menos de um século após a morte do santo, é um documento prolixo e pouco convincente que consiste principalmente em milagres. Mas o culto de Santo Ansovino é reconhecido, e seu nome está inscrito no Martirológio Romano. Ver também M. Santoni, Cultus di Sant’Ansovino (1883).

Ansovinus de Camerino B (RM) Nasceu em Camerino, Itália; Ansovinus era um eremita em Castel Raimondo perto de Torcello que foi consagrado bispo de Camerino. Ele aceitou o cargo com a condição de que sua sede fosse isenta do serviço de recrutamento de soldados, então imposto à maioria dos bispos na qualidade de senhores feudais (Benedictines, Encyclopedia). Santo Ansovino é retratado como um bispo com um celeiro perto dele. Ele também pode ser mostrado com frutas e produtos da horta (Roeder). Ele é venerado em Camerino, é o patrono dos jardineiros e é invocado para boas colheitas (Roeder)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch13.html#840_St._Ansovinus_Bishop_sanctity_and

9*.   No mos­teiro de Cava de’ Tir­réni, na Cam­pânia, também re­gião da Itália, o Beato Pedro II, abade. († 1208)

– Ver “… 1208 Beato Pedro II de Cava “inimigo de todos os litígios” OSB Abbot (AC)
cultus confirmado em 1928. De 1195 até sua morte, Pedro foi o abade do Mosteiro de Cava perto de Salerno. Ele é descrito como “um inimigo de todos os litígios” (Benedictines)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch13.html#1208_Blessed_Peter_II_of_Cava_an_enemy

10*.   Em Ox­ford, na In­gla­terra, o Beato Ag­nelo de Pisa, pres­bí­tero, que, en­viado por São Fran­cisco à França e de­pois à In­gla­terra, aí ins­ti­tuiu a Ordem dos Me­nores e pro­moveu as ci­ên­cias sagradas. († c. 1236/1275).

Bem-aventurado Agnelo de Pisa: ver sua história nas págs. 420-421: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

11*.   Em Ernée, no ter­ri­tório de Mayenne, na França, a Beata Fran­cisca Tréhet, virgem da Con­gre­gação da Ca­ri­dade e mártir, que se de­dicou com grande so­li­ci­tude à ins­trução das cri­anças e ao cui­dado dos en­fermos e, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, mor­rendo ao fio da es­pada, con­sumou o seu mar­tírio por Cristo. († 1794)

12♦.   SANTA DULCE DOS POBRES: dia 13 de agosto (também na Folhinha do Coração de Jesus). No Diretório Litúrgico 2019, BEM-AVENTURADA DULCE LOPES PONTES, 13 de agosto, religiosa, beatificada em 22/05/2011 e canonizada em 13/10/2019. Ver “A data litúrgica para ela será o dia 13 de agosto.”: https://www.opovo.com.br/noticias/brasil/2019/07/01/igreja-proclamara-a-santa-dulce-dos-pobres.html

– Ver também “Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes (Salvador26 de maio de 1914 — Salvador, 13 de março de 1992), conhecida como Irmã Dulcecanonizada com o título de Santa Dulce dos Pobres, foi uma religiosa católica brasileira. Por suas ações humanitárias de caridade e assistência aos desfavorecidos, ficou também conhecida como o anjo bom da Bahia.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3_Dulce 

– Ver ainda: https://www.google.com/search?q=Santa+Dulce+dos+pobres&oq=Santa+Dulce+dos+pobres&aqs=chrome..69i57j0l4.3806j0j8&sourceid=chrome&ie=UTF-8

– Na Baía, ci­dade do Brasil, a Beata Dulce Lopes Pontes (Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes), virgem da Con­gre­gação das Irmãs Mis­si­o­ná­rias da Ima­cu­lada Con­ceição da Mãe de Deus, que de­dicou to­tal­mente mais de cin­quenta anos da sua vida ao ser­viço do pró­ximo, es­pe­ci­al­mente aos mais ca­ren­ci­ados e ao ope­ra­riado, fun­dando em seu favor vá­rias obras, entre as quais, o Hos­pital Santo An­tónio, o Centro Edu­ca­tivo Santo An­tónio, a União Ope­rária São Fran­cisco, o Centro Ope­rário da Baía. († 1992)

– Conforme o Martirológio Romano (Secretariado Nacional de Liturgia, nº 1 abaixo) de 13 de março, na Baía, ci­dade do Brasil, a Beata Dulce Lopes Pontes (Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes), virgem da Con­gre­gação das Irmãs Mis­si­o­ná­rias da Ima­cu­lada Con­ceição da Mãe de Deus, que de­dicou to­tal­mente mais de cin­quenta anos da sua vida ao ser­viço do pró­ximo, es­pe­ci­al­mente aos mais ca­ren­ci­ados e ao ope­ra­riado, fun­dando em seu favor vá­rias obras, entre as quais, o Hos­pital Santo An­tónio, o Centro Edu­ca­tivo Santo An­tónio, a União Ope­rária São Fran­cisco, o Centro Ope­rário da Baía. († 1992)

 – Mais sobre a Beata Irmã Dulce:

a. “…No dia 22 de maio de 2011, Irmã Dulce foi beatificada em Salvador, e passou a ser reconhecida como “Bem-Aventurada Dulce dos Pobres”. A Solene Eucaristia de Beatificação foi presidida pelo enviado especial do Papa Bento XVI, Dom Geraldo Majella Agnelo, arcebispo emérito de Salvador. Mesma ocasião em que o dia 13 de agosto se tornou, oficialmente, a data da celebração de sua festa litúrgica, que é comemorada em Salvador, e em pelo menos 28 igrejas e capelas de outros estados.Contudo, sua festa litúrgica é celebrada em 13 de março nessa denominação (wikipedia)…”.  Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3_Dulce

b.O dia 13 de agosto foi instituído pelo Vaticano como a data de celebração da festa litúrgica de Irmã Dulce. Desde a beatificação da religiosa, em 2011, a data foi escolhida porque foi nesse mesmo dia, em 1933, na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus (em Sergipe), que Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, aos 19 anos de idade, recebia o hábito e adotava, em homenagem à sua mãe, o nome de Irmã Dulce.”. Ver: https://www.camilianos.org.br/interatividade/noticias/noticias-da-igreja/homenagens-a-irma-dulce-marcam-o-mes-de-agosto/arcanjo

– Ver “Com Irmã Dulce, Brasil tem 37 santos e 51 beatos; conheça alguns deles”: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/10/com-irma-dulce-brasil-tera-37-santos-e-51-beatos-conheca-alguns-deles.shtml?origin=folha
– Ver “Nesta quinta-feira, 13, comemora-se o Dia Litúrgico da Santa Dulce dos Pobres, um ano após a canonização de Irmã Dulce. Por conta da pandemia do novo coronavírus, a programação festiva conta com diversos eventos que vão acontecer de forma online, tanto no YouTube quanto no Instagram das Obras Sociais Irmãs Dulce (Osid).”: http://atarde.uol.com.br/bahia/salvador/noticias/2135537-comemoracoes-de-santa-dulce-acontecem-de-forma-online-nesta-quinta

13. No ano da graça de 828, São Nicéforo, patriarca de Constantinopla, que colocou sua autoridade a serviço da doutrina relativa às santas imagens, promulgada em Nicéia por ocasião do VII Concílio Ecumênico (Conforme Martirológio Romano-Monástoco – M).

– Ver também nas páginas 416-417: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

– Ver ainda “na Wikipedia de 02 de junho: Nicéforo I de Constantinopla (em grego: Νικηφόρος Α΄; romaniz.: Nikēphoros I) foi um escritor cristão durante do Império Bizantino e o patriarca de Constantinopla entre 12 de abril de 806 até 13 de março de 815.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nic%C3%A9foro_I_de_Constantinopla

– Ver também dia 02 de junho: Junto ao Bós­foro, na Propôn­tide, ac­tu­al­mente na Tur­quia, o pas­sa­mento de São Ni­cé­foro, bispo de Cons­tan­ti­nopla, acér­rimo de­fensor das tra­di­ções pa­ternas, que se opôs te­naz­mente ao im­pe­rador ico­no­clasta Leão o Ar­ménio, em favor do culto das ima­gens sa­gradas; ex­pulso da sede epis­copal, foi afas­tado por longo tempo para um mos­teiro, de onde partiu se­re­na­mente ao en­contro do Senhor. († 629)

14. Na Tebaida, perto de 412, Santa Eufrásia (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem. Quando alcançou a idade de decidir sobre sua própria vida, escolheu viver numa comunidade religiosa onde sua mãe a havia colocado, esperando casá-la. Colocou sua rica herança à disposição dos pobres (Conforme Martirológio Romano-Monástoco – M).

– Ver mais sobre a história de Santa Eufrásia, ou Eupráxia nas páginas 391-415: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

15. Na Sabóia, no séc. IX, Santo Heraldo, abade. Nascido perto de Aix-en-Provence, dirigiu uma comunidade que servia de asilo instalado no Monte Cénis (Conforme Martirológio Romano-Monástico – M).

16. Outras santas e santos do dia 13 de março, páginas 391-424: VIDAS DOS SANTOS – 4.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 13 de março, ver também: 13 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 258-259: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7.  

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

================

“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 12 de março

1. Em Te­bessa, na Nu­mídia, na ac­tual Ar­gélia, São Ma­xi­mi­liano, mártir, que, sendo filho do mi­litar ve­te­rano Vítor e re­cru­tado também para o exér­cito, res­pondeu ao procônsul Diónio que, na sua qua­li­dade de cristão, não lhe era per­mi­tido servir como sol­dado e, por re­cusar o ju­ra­mento mi­litar, foi morto ao fio da espada. († 295). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 295, perto de Cartago, São Maximiliano, jovem cristão martirizado aos vinte e um anos, “por ter se recusado a usar as insignias militares, alegando já usar o sinal de Cristo, Filho do Deus vivo”. (M)

– Ver mais sobre a história de São Maximiliano às páginas 383-386: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

– Ver também “São Maximiliano de Tébessa (ou Maximiliano da Numídia) é um santo cristão e mártir nascido no ano de 274.[1] Pela profissão de militar de seu pai, Fabio Victor, foi obrigado a seguir a carreira militar aos 21 anos. Perante o procônsul da Numídia Deão Cásio, recusou ser soldado devido a sua condição de cristão. Foi condenado à morte por decapitação em 12 de março de 295, na cidade de Thavaste (agora Tébessa, Argélia).[2] Tem sido engrandecida a figura de são Maximiliano como o primeiro objetor de consciência.[3]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maximiliano_de_T%C3%A9bessa

2.   Em Ni­co­média, na Bi­tínia, hoje Izmit, na Tur­quia, a co­me­mo­ração dos santos már­tires Mig­dónio, pres­bí­tero, Eu­génio, Má­ximo, Dona, Mar­dónio, Pedro, Es­ma­ragdo e Hi­lário, que foram su­fo­cados um cada dia, para ate­mo­rizar os outros. († 303)

3.   Também em Ni­co­média da Bi­tínia, a paixão de São Pedro, mártir, ca­ma­reiro-mor do im­pe­rador Di­o­cle­ciano, que por ter la­men­tado pu­bli­ca­mente os su­plí­cios ex­ces­sivos dos már­tires, por ordem do mesmo im­pe­rador foi co­lo­cado no meio deles, de­pois sus­penso no ar e fla­ge­lado du­rante muito tempo e fi­nal­mente as­sado a fogo lento numa grelha. Do­roteu e Gor­gónio, também ca­ma­reiros do rei, que re­cla­maram contra o su­ce­dido, so­freram se­me­lhantes tor­mentos e por fim foram enforcados. († 303)

– Ver mais sobre a história de São Pedro da Nicomédia às páginas 387-388: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

4.   Em Roma, no ce­mi­tério de Pon­ciano “ad Ursum Pi­le­atum”, o se­pul­ta­mento de Santo Ino­cêncio I (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, que de­fendeu São João Cri­sós­tomo, con­fortou São Je­ró­nimo e aprovou Santo Agostinho. († 417).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico (deste dia 12 de março), em 417, o sepultamento de Santo Inocêncio I, papa. Estendeu a solicitude da Igreja Romana ao Oriente, defendendo São João Crisóstomo quando de sua expulsão da Sé de Constantinopla; e à África, apoiando Santo Agostinho contra a heresia donatista, Na Itália, teve que enfrentar a invasão dos visigodos. (M)

VER EM 28 DE JULHO: Em Roma, São Vítor I, papa, afri­cano, que es­ta­be­leceu que o dia da Páscoa fosse ce­le­brado em toda a Igreja no do­mingo a se­guir à Páscoa judaica. († c. 200).

Ver tambémVÍTOR I foi o décimo quarto papa da Igreja Católica Apostólica Romana entre (datas aproximadas) 189 e 199.[1] Vítor nasceu na província romana de Tunísia; esta notícia é bastante certa, pois na Catedral Católica de Tunes, à esquerda do altar, tem um mosaico com o rosto dele. De seu pai sabe-se somente que se chamava Félix.

Vítor I estabeleceu que qualquer tipo de água, quer seja de um rio, mar ou outras fontes, pode ser utilizada no batismo, no caso de faltar água benta. Outra contribuição importante foi que Vítor tomou partido do estabelecimento do domingo (em substituição do sábado) como dia sagrado, em memória da ressurreição de Cristo, embora a prática só se tornasse universal no Primeiro Concílio de Niceia.

Foi Vítor I quem determinou que a Páscoa seria celebrada sempre neste dia da semana, excomungando todos os bispos que se opuseram à mudança. O Primeiro Concílio de Niceia (325) confirmou sua decisão. É também sua a decisão de realizar as Missas em latim em vez de grego. Além disso, tornou herética a doutrina do adocionismo no ano de 190.[2]

Pensa-se que Vítor tenha sido martirizado durante o reinado de Septímio Severo. Seu dia é celebrado pela Igreja Católica em 28 de julho.”:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_V%C3%ADtor_I

Ver A CONTROVÉRSIA DA PÁSCOA “…Controvérsia da Páscoa é um termo utilizado para descrever um conjunto de controvérsias relacionadas com a data apropriada para se celebrar o feriado cristão da Páscoa. Até agora, a disputa teve quatro fases distintas e ainda não está completamente resolvida… Por volta de 195, Vítor tentou excomungar os quartodecimanos (Quartodecimanismo – do Vulgata latinaquarta decima citada em «No primeiro mês, aos quatorze dias do mês, à tardinha, é a Páscoa de YHWH…» (Levítico 23:5[1] significando “quatorze” – se refere ao costume de alguns cristãos antigos de celebrar o feriado da Pessach – Páscoa judaica – começando na véspera do dia 14 de Nisan – ou Abib no calendário da Bíblia hebraica -, cujo crepúsculo é conhecido biblicamente como a “Passagem do Senhor”.), transformando a diferença de práticas em uma controvérsia completa…

… O segundo estágio da controvérsia sobre a Páscoa se centrou no Primeiro Concílio de Niceia, realizado em 325 dC…

… 3ª FASE: este sistema britânico-irlandês, pela evidência nos deixada pelo venerável Beda, fixava a Páscoa no domingo que estivesse no período de sete dias entre o décimo-quarto e o vigésimo dia do mês lunar, de acordo com um ciclo de 84 anos[4]. Estas datas limite (14-luna e 20-luna) foram confirmados por São Columbano[5]

… 4ª FASE: Em 1997, o Conselho Mundial de Igrejas propôs uma reforma do método[9] num encontro em Alepo, na Síria: a Páscoa seria definida como sendo o primeiro domingo após a primeira lua cheia astronômica posterior ao equinócio vernal como determinado no meridiano de Jerusalém. A reforma seria implementada a partir de 2001, uma vez que naquele as datas da Páscoa no ocidente e no oriente coincidiram. Porém, até outubro de 2010 ela ainda não havia sido implementada…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Controv%C3%A9rsia_da_P%C3%A1scoa

Ver “São Vítor, Papa e Mártir e Santo Inocêncio I, Papa… Africano de nascimento, Vítor, foi eleito Papa depois da morte de Santo Eleutério, acontecida em 193 e mostrou-se digno sucessor de São Pedro… O papa Santo Inocêncio morreu a 12 de março de 417, e teve por sucessor Zózimo que foi igualmente um santo…” às páginas 384-395 (do dia 28 de julho): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

Conforme o Martirológio Romano-Monástico (DESTE DIA 28 DE JULHO), em Roma, no ano do Senhor de 417, Santo Inocêncio I, papa. Tomou energicamente a defesa de São João Crisóstomo, expulso de Constantinopla, e apoiou Santo Agostinho na luta contra os donatistas, na África, contribuindo assim para a sobrevivência e a união da Igreja em época difícil que assistiu ao desmoronamento do Império Romano.

– Ver também: PAPA INOCÊNCIO I: “O Papa São Inocêncio I (em latimInnocentius I) foi um papa eleito em 22 de dezembro de 401 e faleceu dia 12 de março de 417.

Um dos mais ferrenhos defensores, na Igreja primitiva, das prerrogativas da Sé Apostólica em questão de doutrina e disciplina eclesiástica, Inocêncio I era, na verdade, filho de Anastácio I. É o primeiro caso de um filho suceder o pai no pontificado.[1][2] Foi durante o seu pontificado que São Jerônimo terminou a revisão da tradução latina da Bíblia conhecida como Vulgata Latina, em 404.

Tendeu a unificar a Igreja ocidental em torno da “praxis romana”, estabelecendo a observância dos ritos romanos no Ocidente, o catálogo do livros canônicos e as regras monásticas. Enfrentou a heresia de Pelágio da Britânia, tendo ratificado a condenação deste e de Celestino; defendeu São João Crisóstomo. Durante seu pontificado, Roma foi saqueada pelos visigodos de Alarico I. Conseguiu que o imperador Flávio Honório proibisse as lutas de gladiadores…”

https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Inoc%C3%AAncio_I#cite_note-2

– Ver “… Papa Inocêncio: foi ele que estabeleceu a uniformidade que as várias Igrejas devem ter com a doutrina apostólica romana. Além disso, estratificou em forma e conteúdo a doutrina dos sacramentos da penitência, da unção dos enfermos, do batismo e do casamento.
Durante o seu pontificado difundia-se a heresia pelagiana, condenada no ano 416 pelos concílios regionais de Melevi e de Cartago, convocados por iniciativa de santo Agostinho e com aprovação do papa Inocêncio I, que formalmente sentenciou Pelágio e seu discípulo Celestio.
O papa Inocêncio I morreu no dia 28 de julho de 417 (informação diferente da wikipedia que diz que ele morreu em 12 de março de 417), sendo sepultado no cemitério de Ponciano, na Via Portuense, em Roma…”: http://arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/santo-inocencio-i

5.   Em Saint-Pol-de-Léon, na Bre­tanha Ar­mó­rica, hoje na França, São Paulo Aureliano, pri­meiro bispo desta cidade. († s. VI).

– Ver página 388: VIDAS DOS SANTOS – 4.pdf (obrascatolicas.com)

– Ver também “… O manuscrito mais antigo (século X) da Vida de São Paulo Aureliano, de Wrmonoc, foi impresso por C. Cuissard na Revue Celtique, vol. v (1883), pp. 417-458; um manuscrito posterior (século XI-XII) é impresso em Analecta Bollandiana, vol. i (1882), pp. 209-258.  Veja também vol. ii, pp. 191-194. A melhor e mais completa discussão sobre o assunto é do Cônego G.   H. Doble, São Paulo de Léon (1941), onde são traduzidas as partes mais importantes da Wrmonoc vita ; cf. artigo do mesmo escritor, “São Paulino de Gales”, em Laudate, Julho de 1941. Ver também LBS., vol. iv, pp. 75-86 e F. Duine, Sources hagiographiques … de Bretagne, pp. 58-61.

Provavelmente de ascendência romano-galesa, ele era filho de um chefe local galês. Ele estudou com St. Illtyd no mosteiro de Ynys Byr e, segundo a tradição, recebeu permissão para se tornar um eremita. Ordenado, ele, no entanto, reuniu em torno de si um grupo de seguidores e adquiriu tal reputação de bondade que um rei da Bretanha lhe pediu que pregasse a fé cristã a seus súditos. Paul navegou para Caldey Island na Bretanha logo depois e fundou um mosteiro em PorzPol na ilha de Quessant. Mais tarde, ele se estabeleceu e seus seguidores em Ouismor. Lá, apesar de suas objeções, ele foi nomeado bispo, embora finalmente tenha recebido permissão para renunciar depois de vários anos e se aposentar em Batz. Ele tinha fama de ser capaz de realizar milagres…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch12.html#573_St._Paul_Aurelian_Welsh_bishop_able

6.   Em Roma, junto de São Pedro, o se­pul­ta­mento de São Gre­gório Magno, papa, cuja me­mória se ce­lebra a três de Se­tembro, dia da sua ordenação. († 604).

– Conforme anotações de 03 de setembro, Me­mória de São Gre­gório Magno (também na Folhinha do Coração de Jesus, Gregório I), papa e doutor da Igreja. De­pois de ter en­trado na vida mo­nás­tica, exerceu a missão de le­gado pon­ti­fício a Cons­tan­ti­nopla e foi eleito neste dia para a Sede Ro­mana; exerceu a missão de con­ci­li­ador em as­suntos tem­po­rais e atendeu como servo dos servos às suas fun­ções sa­gradas. Pro­cedeu como bom pastor no go­verno da Igreja, no cui­dado dos po­bres, na pro­moção da vida mo­nás­tica e es­pe­ci­al­mente na con­so­li­dação e pro­pa­gação da fé em toda a parte; es­creveu muitas obras ex­ce­lentes sobre te­o­logia moral e te­o­logia pas­toral. Morreu no dia doze de Março. († 604).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano da graça de 590, a ordenação episcopal de São Gregório Magno, papa e doutor da Igreja. Após ter exercido a função de prefeito de Roma, levou vida monástica em sua casa no Monte Célio. Chamado pelo povo Romano para assumir a direção da Igreja, dedicou-se a ela com zelo, codificando textos e cantos litúrgicos e exortando tanto por sua palavra como por seus escritos. Por seus “Diálogos”, particularmente, favoreceu o monaquismo ao popularizar a vida de São Bento e mereceu ser cognominado “Dialogós” pelos gregos. (R)

– Ver mais da história de São Gregório Magno nas págs. 368-374: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

– Ver também “Papa Gregório I (em latimGregorius I; originalmente Gregório Anício, em latim: Gregorius Anicius), conhecido como São GregórioGregório Magno ou Gregório, o Grande[2] foi papa entre 3 de setembro de 590 e sua morte, em 12 de março de 604. É conhecido principalmente por suas obras, mais numerosas que as de seus predecessores.[3] Gregório é também conhecido como Gregório, o Dialogador na Ortodoxia por causa de seus “Diálogos” e é por isso que seu nome aparece em algumas obras listado como “Gregório Dialogus”. Foi o primeiro papa a ter sido monge antes do pontificado.

Gregório é reconhecido como um Doutor da Igreja e um dos Padres latinos. É também venerado como santo por católicosortodoxosanglicanos e alguns luteranos. Foi canonizado assim que morreu, por aclamação popular, como era o costume.[4] O reformador protestante João Calvino admirava Gregório e declarou em seus “Institutos” que ele teria sido o “último bom papa”.[5]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Greg%C3%B3rio_I

VER 03 DE SETEMBRO

7.   Em Si­griana, lo­ca­li­dade da Bi­tínia, na ac­tual Tur­quia, no mos­teiro de Campo Grande, o se­pul­ta­mento de São Teó­fanes, o Cronógrafo, que, sendo muito rico se fez pobre monge e, por de­fender o culto das sa­gradas ima­gens, foi en­car­ce­rado por ordem do im­pe­rador Leão o Ar­ménio du­rante dois anos e de­pois de­por­tado para a Sa­mo­trácia, onde, exausto com tantas tri­bu­la­ções, en­tregou o es­pí­rito a Deus. († 817).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Samotrácia, no ano 817, São Teofânio, monge que sofreu o exílio por ter defendido com sua cloqüência e seu saber a doutrina referente ao culto das santas imagens. (M).

Ver São Teófano em 09 de setembro, páginas 114-115: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2016.pdf

– Ver também “Teófanes, o Confessor (em latimTheophanes Confessor; em grego medieval: Θεοφάνης Ομολογητής; Constantinoplac.760 – Samotrácia12 de março de 817 ou 818) foi um aristocratacronista e monge asceta bizantino. Ele é venerado em 12 de março na Igreja Católica e na Igreja Ortodoxa (25 de março naquelas igrejas que usam o calendário juliano).”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Te%C3%B3fanes,_o_Confessor

– Ver também páginas 388-389: VIDAS DOS SANTOS – 4.pdf (obrascatolicas.com)

8*.   Em Win­chester, na In­gla­terra, Santo El­fego, bispo, que tinha sido monge e tra­ba­lhou muito para a res­tau­ração da vida cenobítica. († 951)

– Ver também “… St. Alphege, Bispo, profeta, monge creditado por ajudar a restaurar o monaquismo na Inglaterra chamado de “o Velho” ou “o Calvo“. Também conhecido como Elphege, ele era o bispo de Winchester, na Inglaterra. Lá ele ordenou St. Dunstan. Um profeta sagrado, Alphege é creditado por ajudar a restaurar o monaquismo na Inglaterra.
… antigamente 19 de abril. Antes de ser elevado à dignidade de bispo de Winchester em 935, Alphege era um monge ou eremita. Ele persuadiu muitos outros a entrar na vida monástica, incluindo seus parentes São Dunstan e São Ethelwold, ambos os quais ele ordenou ao sacerdócio no mesmo dia.
Sua festa ainda é mantida em Winchester e Saint Albans (Benedictines, Farmer) …”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch12.html#951_ST_ALPHEGE_BISHOP_OF_WINCHESTER

9*.   Em San Ge­mi­niano, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, a Beata Fina ou Se­ra­fina, virgem, que desde tenra idade su­portou com in­ven­cível pa­ci­ência uma longa e grave en­fer­mi­dade, con­fi­ando só em Deus. († 1253).

– Ver página 389: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

– Ver “Santa Josefina ou Santa Serafina, também conhecida por Santa Fina (San Gimignano1238 – San Gimignano12 de março de 1253) foi uma vítima expiatória a Deus que, por cinco anos, se viu pregada ao leito com o corpo em corrupção e na mais extrema pobreza. À sua morte, muitos milagres ocorreram.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Serafina_de_S%C3%A3o_Geminiano

10*.   Em Arezzo, também na Etrúria, ac­tu­al­mente na Tos­cana, re­gião da Itália, a Beata Jus­tina Fran­cúcci Bézzoli, virgem da Ordem de São Bento e reclusa. († 1319).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, o Bem-Aventurado Rústico, segundo sucessor de São João Gualberto em Valumbrosa, no final do séc. XI. E a Bem-Aventurada Justina, eremita, que adormeccu no Senhor em 1319 em Arezzo, na Toscana (Itália). (X)

– Ver também “… 1319 Bem-aventurada Justina Bezzoli. Doenças e sofrimentos de muitos tipos foram curados através das orações de Bd Justina, e ainda mais maravilhosos milagres de cura foram realizados após sua morte… É também conhecida como Beata Francuccia. Nasceu em Arezzo, Itália; cultus confirmado em 1890. Aos 13 anos, Francuccia entrou no mosteiro beneditino de São Marcos em sua cidade natal e tomou o nome de Justina. Depois de um tempo mudou-se para o Convento de Todos os Santos. Por um tempo ela viveu como reclusa em Civitella antes de retornar à comunidade de Todos os Santos (Benedictines, Encyclopedia)…
JUSTINA DE Arezzo, cujo nome no mundo parece ter sido Francuccia Bizzoli, tinha apenas treze anos quando entrou no convento beneditino de São Marcos em Arezzo. Quando as monjas transbordaram para o convento de Todos os Santos, ela as acompanhou e continuou a viver lá por muitos anos, sempre avançando nos caminhos da santidade. Em seguida, ela deixou o convento com a permissão de seus superiores e foi para uma cela perto de Civitella, onde se juntou a uma santa anacoreta chamada Lúcia. Esta cela era tão estreita e baixa que ambas não podiam ficar de pé nela. Quando Lúcia adoeceu, Justina cuidou dela dia e noite por mais de um ano sem abrir mão de nenhuma de suas devoções e austeridades. Após a morte de Lúcia, Justina ficou sozinha na cela, apesar dos lobos que uivavam e pulavam no telhado, até que ela desenvolveu uma dolorosa afecção dos olhos que terminou em cegueira total. Ela foi então levada do eremitério de volta a Arezzo, onde ela e várias outras irmãs viveram em grande abnegação e da meia-noite ao meio-dia serviram a Deus em oração ininterrupta. Doenças e sofrimentos de muitos tipos foram curados através das orações de Bd Justina, e milagres ainda mais maravilhosos de cura foram realizados após sua morte. Ela morreu em 1319 e doenças e sofrimentos de muitos tipos foram curados através das orações de Bd Justina e milagres ainda mais maravilhosos de cura foram realizados após sua morte… Seu cultus foi aprovado em 1890 ( Leão XIII 1878-1903 ).

Tudo o que sabemos de Bd Justina está contido na curta vida impressa na Acta Sanctorum , março, vol. II…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch12.html#1319_Blessed_Justina_Bezzoli_moved_to

11*.   Em Re­ca­náti, no Pi­ceno, ac­tu­al­mente nas Marcas, também re­gião da Itália, o Beato Je­ró­nimo Gherardúcci, pres­bí­tero da Ordem dos Ere­mitas de Santo Agos­tinho, que tra­ba­lhou pela paz e con­córdia entre os povos. († c. 1369)

12.   Em Guiyang, ci­dade da pro­víncia de Guangxi, na China, São José Zhang Dapeng, mártir, que, tendo re­ce­bido a luz da fé, pouco de­pois de ser bap­ti­zado abriu as portas aos mis­si­o­ná­rios e ca­te­quistas e so­correu de todas as formas os po­bres, os en­fermos e as cri­anças, até ao dia em que foi con­du­zido ao su­plício da cruz, onde der­ramou lá­grimas de ale­gria por ter sido con­si­de­rado digno de morrer por Cristo. († 1815)

13*.   Em Cra­cóvia, na Po­lónia, a Beata Ân­gela Salawa, virgem da Ordem Ter­ceira de São Fran­cisco, que, de­ci­dindo passar toda a vida no ser­viço do­més­tico, viveu hu­mil­de­mente entre as servas, e em ex­trema po­breza partiu deste mundo ao en­contro do Senhor. († 1922)

14*.   Em San­remo, na Li­gúria, re­gião da Itália, São Luís Orione, pres­bí­tero, que fundou a Pe­quena Obra da Di­vina Pro­vi­dência, para au­xílio dos jo­vens e de todos os marginados. († 1940).

– Ver “Luís Orione, nascido Luigi Orione, (Pontecurone23 de junho de 1872 — Sanremo12 de março de 1940) foi um sacerdote católico italiano proclamado santo pelo Papa João Paulo II em 2004Canonizado em 16 de maio de 2004. Festa litúrgica: 12 de março”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Orione

– Ver também 16 de maio

– São Luiz Orione (na Folhinha do Coração de Jesus de 16 de maio).

– Ver também “Dê-nos, Ó Maria, uma grande alma, um grande e magnânimo coração, que alcança todas as tristezas e lágrimas.”: http://www.donorione.org/

– Ver ainda “… 1940 B. Luigi Orine apóstolo da Misericórdia servo do pobre fundador.
Fundou os Filhos da Divina Providência, as Irmãzinhas Missionárias da Caridade, as Irmãs Sacramentadas Cegas e os Eremitas de Santo Alberto. Em 1936, Dom Orione, como era chamado, abriu uma Casa da Providência em Cardiff. País de Gales. Ele morreu em San Remo, Itália, em 12 de março, e foi beatificado em 1980…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch12.html#1940_Bl._Luigi_Orine_apostle_of_Mercy

15. São Finéias, Sumo Sacerdote do Antigo Testamento: ver sua história às páginas 375-382: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%204.pdf

16. São Bernardo de Cápua, também na Folhinha do Coração de Jesus.Ver “São Bernardo voou para o céu em 12 de março de 1109.”: http://www.santiebeati.it/dettaglio/90573

17. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 572, São Pólo, monge do País de Gales que pregou o Evangelho e difundiu o monaquismo na costa francesa. Fundou a Sé episcopal de Léon, na Bretanha. (X)

18. São Simão, o novo Teólogo. Ver “Simão o Novo Teólogo é o último dos três santos da igreja Ortodoxa que teve o título de “Teólogo” (os outros dois são João, o Apóstolo e Gregório de Nazianzo), embora o seu título de “Novo”, provavelmente para distingui-lo de Simeão Estudita (assim chamado por ser um monge do Mosteiro de Estúdio), seu contemporâneo e futuro abade. Simeão era um poeta que encarna a tradição mística hesicasta. Ele escreveu que os seres humanos podem e devem experimentar Deus diretamente (a chamada theoria). Suas obras influenciaram a controvérsia hesicasta do século XIV. Seu discípulo mais famoso foi Nicetas Estetatos, seu assistente de células que também escreveu a sua vida.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sim%C3%A3o,_o_Novo_Te%C3%B3logo

18. Outros santas e santos do dia 12 de março, páginas 368-390: VIDAS DOS SANTOS – 4.pdf (obrascatolicas.com)

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 12 de março, ver também: 12 de março – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 255-257: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch12.html

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio,lembrado em 10 de fevereiro)

* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém!: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

================

“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!