Santas e Santos de 12 de agosto

Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal (também na Folhinha do Coração de Jesus), re­li­giosa. Do seu ma­tri­mónio cristão teve seis fi­lhos, que educou na pi­e­dade; de­pois da morte do es­poso, sob a di­recção de São Fran­cisco de Sales, per­correu ve­loz­mente o ca­minho da per­feição e de­dicou-se às obras de ca­ri­dade, es­pe­ci­al­mente para com os po­bres e os en­fermos. Fundou a Ordem da Vi­si­tação de Santa Maria, que também di­rigiu sa­bi­a­mente. Morreu em Mou­lins, nas mar­gens do rio Al­lier, pró­ximo de Ne­vers, na França, no dia 13 de Dezembro. († 1641). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, de 10 de dezembro, em Moulins, na região de Bourbonnais, Santa Joana Francisca de Chantal. Viúva após oito anos de um feliz casamento, dedicou-se primeiro à educação de seus quatro filhos, e depois, sob a orientação de seu diretor espiritual, São Francisco de Sales, que a introduziu na “vida devota”, fundou a Ordem da Visitação de Santa Maria, em Annecy. (M).

–  Sobre Santa Joana Francisca de Chantal: no mos­teiro da Vi­si­tação de Mou­lins, na França, o dia natal de Santa Joana Fran­cisca Fré­miot de Chantal, cuja me­mória se ce­lebra no dia doze de Agosto.

O Liturgia das Horas lembra Santa Joana Francisca de Chantal no dia 10 de dezembro.

A memória da liturgia das horas, no ofício das leituras, segunda leitura, lembra Santa Joana Francisca. Ela explica o que é o MARTÍRIO DE AMOR que poucos conhecem e menos pessoas vivem.

Das Memórias de Santa Joana Francisca, escritas por uma religiosa, sua secretária:

 (Françoise-Madeleine de Chaugy, Mémoires sur la vie et les vertus de Sainte J.-F. de Chantal, III, 3: 3ª ed., Paris 1853, p. 306-307) (Séc.XVII)

O amor é forte como a morte  

Certo dia, Santa Joana disse estas fervorosas palavras, logo fielmente recolhidas: 

“Filhas diletíssimas, muitos dos nossos santos Padres e colunas da Igreja não sofreram o martírio; sabeis dizer-me por que razão?” Após a resposta de cada uma, disse a santa Madre: “Quanto a mim, creio que isto aconteceu assim, por haver outro martírio que se chama martírio de amor, em que Deus, conservando em vida seus servos e servas a fim de trabalharem para sua glória, os faz ao mesmo tempo mártires e confessores. Sei que, por disposição divina – acrescentou – as filhas da Visitação são chamadas a este martírio com o mesmo ardor que levou a afrontá-lo aquelas servas mais afortunadas. 

À pergunta de uma irmã sobre o modo como poderá se realizar este martírio, respondeu: “Abri-vos inteiramente à vontade de Deus e tereis a prova. O amor divino mergulha sua espada até o mais íntimo e secreto de nossas almas, e separa-nos de nós mesmas. Conheci uma alma a quem o amor separou de tudo quanto lhe agradava, como se o golpe dado pela espada de um tirano lhe tivesse separado o espírito do corpo”. 

Percebemos que falara de si mesma. Tendo outra irmã indagado quanto tempo duraria esse martírio, explicou: “Desde o momento em que nos entregamos a Deus sem reservas, até o fim da vida. No entanto, isto só diz respeito às pessoas magnânimas, que, renunciando completamente a si mesmas, são fiéis ao amor; os fracos e inconstantes no amor, nosso Senhor não os leva pelos caminhos do martírio, mas deixa-os viver a passos lentos, para que não se afastem dele; pois nunca força a livre vontade”. 

Quando, por fim, lhe foi perguntado se este martírio de amor poderia ser igualado ao martírio do corpo, respondeu: “Não nos preocupemos com a questão da igualdade, muito embora eu julgue que um não ceda ao outro, porque o amor é forte como a morte (Ct 8,6). E ainda porque os mártires de amor sofrem dores mil vezes mais agudas conservando a vida para cumprir a vontade de Deus, do que se tivessem de dar mil vidas para testemunhar a sua fé, o seu amor e a sua fidelidade”. 

2.   Em Ca­tânia, na Si­cília, ac­tu­al­mente re­gião da Itália, Santo Euplo, mártir, que, du­rante a per­se­guição do im­pe­rador Di­o­cle­ciano, se­gundo a tra­dição, foi me­tido no cár­cere pelo go­ver­nador Cal­vi­siano por ter sido en­con­trado com o livro dos Evan­ge­lhos nas mãos; in­ter­ro­gado vá­rias vezes, glo­riou-se de ter o Evan­gelho no co­ração e por isso foi fla­ge­lado até à morte. († 304). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Catânia, na Sicília, no começo do séc. IV, o martírio de Santo Euplúsio, diácono. Ao governador que o intimava a sacrificar aos ídolos, respondeu: “Sacrifico de boa vontade, mas ofereço a mim mesmo a Cristo Deus: nada de melhor tenho para lhe oferecer”! A seguir, depois de diversas torturas, foi colocado sobre seu pescoço o Evangelho que trazia consigo ao ser aprisionado, e finalmente foi decapitado. (M). No VIDAS DOS SANTOS Santo Euplio, nas páginas 391-393: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

3.   Em Ni­co­média, na Bi­tínia, hoje Izmit, na Tur­quia, os santos Ani­ceto e Fócio, mártires. († s. IV)

4*.   Em Kil­lala, na Ir­landa, São Mu­re­dach, bispo. († c. s. V)

5*.   Também na Ir­landa, no mos­teiro que re­cebeu o seu nome, Santa Lélia, virgem. († s. V)

6.   Em Bréscia, na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santo Her­cu­lano, bispo. († s. VI). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VI, Santo Herculano, consagrado bispo a serviço da Igreja de Bréscia (M).

7.   Em Lé­rins, ilha da Pro­vença, ac­tu­al­mente na França, os santos már­tires Por­cário, abade, e muitos ou­tros monges, que, se­gundo a tra­dição foram mortos pelos Sarracenos. († c. s. VIII). Ver páginas 389-390: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

8*.   Em Ruthin, no País de Gales se­ten­tri­onal, o Beato Carlos Me­ehan, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores e mártir, na­tural da Ir­landa, que foi preso ao passar por aquele país em di­recção à sua pá­tria e, con­de­nado à morte por ter en­trado como sa­cer­dote no ter­ri­tório sob o do­mínio do rei Carlos II, foi en­for­cado e es­quar­te­jado, assim al­can­çando a palma do martírio. († 1679)

9*.   Em Roma, o Beato Ino­cêncio XI, papa, que di­rigiu sa­bi­a­mente a Igreja, em­bora atri­bu­lado por duros so­fri­mentos e tribulações. († 1689)

10*.   Num sór­dido barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Pedro Jar­rige de la Mo­rélie de Puyredon, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a vi­o­lenta per­se­guição contra a Igreja, ex­posto sem in­ter­rupção à ar­dente ir­ra­di­ação solar, morreu por Cristo. († 1794)

11.   Em Nam Dinh, ci­dade do Ton­quim, hoje no Vi­etnam, os santos már­tires Tiago Dô Mai Nam My, pres­bí­tero, An­tónio Nguyen Dich, agri­cultor, e Mi­guel Hguyen Huy My, mé­dico, que, no tempo do im­pe­rador Minh Mang, de­pois de cruéis su­plí­cios, foram de­ca­pi­tados por serem cris­tãos. († 1838)

12*.   Em Hor­na­chu­elos, vila pró­xima de Cór­dova, na Es­panha, a Beata Vi­tória Díez y Bustos de Molina, virgem e mártir, que exerceu o ofício de pro­fes­sora no Ins­ti­tuto Te­re­siano e, du­rante a vi­o­lenta per­se­guição contra a Igreja, pro­clamou a sua fé cristã e so­freu o mar­tírio, en­quanto exor­tava os ou­tros a se­guir o mesmo caminho. († 1936)

13*.   Em Val­de­moro, pró­ximo de Ma­drid, também na Es­panha, o Beato Flávio (Ati­lano Di­o­nísio Argüeso Gon­zález), re­li­gioso da Ordem de São João de Deus e mártir, que, na mesma per­se­guição, foi morto em ódio à fé cristã. († 1936)

14*.   Em Bar­bastro, pró­ximo de Hu­esca, no ter­ri­tório de Aragão, também na Es­panha, os be­atos Se­bas­tião Calvo Martínez, pres­bí­tero, e cinco companheiros, már­tires, re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Mis­si­o­ná­rios Fi­lhos do Ima­cu­lado Co­ração de Maria, que, na mesma per­se­guição, ter­mi­naram vi­to­ri­osos o glo­rioso combate. Estes são os seus nomes: Pedro Cu­nill Pa­drós, José Pavón Bueno, Ni­cásio Si­erra Ucar, pres­bí­teros; Ven­ceslau Claris Vi­lar­regut, sub­diá­cono; Gre­gório Chi­rivás La­cambra, religioso. († 1936)

15*.   Em Tar­ra­gona, também na Es­panha, o Beato An­tónio Pe­rulles Estivill, pres­bí­tero da Ir­man­dade de Sa­cer­dotes Ope­rá­rios Di­o­ce­sanos e mártir, que, na mesma vi­o­lenta per­se­guição, con­sumou na rua o seu martírio. († 1936)

16♦.   Em Fu­en­carral, na ci­dade de Ma­drid, também na Es­panha, o Beato Bo­a­ven­tura Garcia Paredes, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir na mesma per­se­guição religiosa. († 1936)

17♦.   Em Pu­ente del Ar­zo­bispo, pró­ximo de To­ledo, também na Es­panha, o Beato Do­mingos Sán­chez Lázaro, pres­bí­tero da di­o­cese de To­ledo e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição, pela per­se­ve­rança na fé me­receu con­fi­gurar-se com Cristo. († 1936)

18♦.   Em Vil­lacañas, pró­ximo de To­ledo, também na Es­panha, o Beato Fran­cisco Ma­queda López, can­di­dato ao pres­bi­te­rado e mártir, que, du­rante a per­se­guição, su­portou por amor de Cristo todas as ad­ver­si­dades até al­cançar a palma celeste. († 1936)

19*.   Em Da­chau, pró­ximo de Mu­nique da Ba­viera, na Ale­manha, os be­atos Flo­riano Stepniak, da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, e José Straszewski, pres­bí­teros e már­tires, que, du­rante a in­vasão mi­litar da Po­lónia, mor­reram no campo de con­cen­tração en­ve­ne­nados numa câ­mara de gás. († 1942)

20*.   Em Pla­negg, também pró­ximo de Mu­nique da Ba­viera, na Ale­manha, o Beato Carlos Leisner, pres­bí­tero do Mo­vi­mento Apos­tó­lico de Shöns­tatt e mártir, que, ainda diá­cono, por causa da sua pú­blica pro­fissão de fé e in­can­sável zelo apos­tó­lico, foi me­tido no cár­cere e, or­de­nado sa­cer­dote no campo de con­cen­tração de Da­chau, de­pois de ter saído em li­ber­dade, morreu de­vido aos tor­mentos so­fridos no cativeiro. († 1945)

21. Conforme VIDAS DOS SANTOS, em Faléria, na Toscana, martírio de São Graciliano e de Santa Felicíssima, virgem, que foram, primeiro, rudemente maltratados na bôca com pedras, por terem confessados a fê, e enfim, perecendo pela espada, obtiveram a palma do martírio, que tinham ardentemente desejado.  São Graciliano e Santa Felicíssima (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver página 385: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

22. Santa Hilária (também na Folhinha do Coração de Jesus). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Augsburg, no séc. IV, Santo Hilário, que morreu no fogo com Suas Três Criadas por ter renegado o culto a Vênus e confessado sua fé na divindade de Cristo. Sua filha, Santa Afna, havia sofrido o mesmo suplício poucos dias antes (M).

23. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 462, Santo Eusébio, Bispo de Milão, que levantou das ruínas sua cidade episcopal, que fora saqueada por Átila e seus hunos. (M)

24. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Síria, o martírio dos Santos Macário e Juliano. (M).

25. Outros santos do dia 12 de agosto: págs. 389-394, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 11 de agosto

Me­mória de Santa Clara (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, a pri­meira das Damas Po­bres da Ordem dos Me­nores, que, se­guindo o ca­minho es­pi­ri­tual de São Fran­cisco, abraçou em Assis uma vida aus­tera, mas rica de obras de ca­ri­dade e pi­e­dade. Amou tanto a po­breza que nunca mais quis se­parar-se dela, nem se­quer na ex­trema in­di­gência e na enfermidade. († 1253). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santa Clara, virgem e abadessa, adormecida no Senhor em 1253. Contagiada pelo ideal de São Francisco, abandonou a segurança familiar para seguir a “Senhora Pobreza”. Obteve, também para a Ordem que acabara de fundar no convento de São Damião de Assis, o privilégio de nada possuir, para bastar-se com o Único necessário. (R). Ver páginas 346-388: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Clara_de_Assis

2.   Em Co­mana, no Ponto, hoje Gu­menek, na Tur­quia, Santo Ale­xandre, cha­mado o Car­vo­eiro, bispo, que, pas­sando da sua emi­nente eru­dição na fi­lo­sofia à ci­ência da hu­mil­dade cristã, foi ele­vado por São Gre­gório o Tau­ma­turgo à sede epis­copal desta Igreja, que ilus­trou não s ó com a pre­gação, mas também com o mar­tírio con­su­mado nas chamas da fogueira. († s. III). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em meados do séc. III, o martírio de Santo Alexandre, filósofo. Por espírito de mortificação havia se tornado carvoeiro, mas foi escolhido por São Gregório Taumaturgo para ser bispo de Comano, no Ponto (M). Ver páginas 331-333: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

3.   Em Roma, no ce­mi­tério “Ad Duas Lauros”, junto à Via La­bi­cana, São Ti­búrcio, mártir, cujos lou­vores foram ce­le­brados pelo papa São Dâmaso. († s. III-IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no cemitério chamado “Entre os Dois Loureiros”, São Tibúrcio, mártir do séc. III, cujo culto é documentado desde o séc. V (M).

4.   Também em Roma, a co­me­mo­ração de Santa Su­sana (também na Folhinha do Coração de Jesus), a cujo nome, ce­le­brado entre os már­tires nos an­tigos me­mo­riais, foi de­di­cado a Deus no sé­culo VI uma ba­sí­lica no tí­tulo de Gaio junto das Termas de Diocleciano. († data inc.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na mesma época, o martírio de Santa Susana, decapitada por causa de sua fé dentro de sua própria casa que, no séc. VI, foi convertida em Igreja dedicada à santa (M). Ver página 337: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Susana_de_Roma

5.   Em Assis, na Úm­bria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, São Ru­fino, que é con­si­de­rado o pri­meiro bispo desta ci­dade e mártir. († c. s. IV)

6*.   Em Be­ne­vento, na Cam­pânia, também re­gião da Itália, São Cas­siano, bispo. († s. IV)

7.   Em Évreux, na Gália, hoje na França, São Tau­rino, que é ve­ne­rado como pri­meiro bispo desta cidade. († c. s. V). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. IV, São Taurino, evangelizador e primeiro bispo de Evreux. A abadia que mais tarde tomou seu nome contribuiu para difundir seu culto (M).

8*.   Na Ir­landa, Santa Atracta, aba­dessa, que, se­gundo a tra­dição, re­cebeu das mãos de São Pa­trício o véu das virgens. († s. V)

9.   Na pro­víncia de Va­léria, hoje na Úm­bria, re­gião da Itália, Santo Equício, abade, que, como es­creve o papa São Gre­gório Magno, pela sua san­ti­dade foi pai de muitos mos­teiros e, onde quer que che­gasse, abria a fonte da Sa­grada Escritura. († a. 571). Ver páginas 334-336: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

10.   Em Cam­brai, na Aus­trásia, ac­tu­al­mente na França, São Gau­ge­rico, bispo, in­signe pela sua pi­e­dade e ca­ri­dade para com os po­bres, que foi or­de­nado diá­cono por Mag­ne­rico de Tré­veris e, eleito de­pois para a sede epis­copal de Cam­brai, exerceu o mi­nis­tério du­rante trinta e nove anos. († c. 625). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 625, São Gério, bispo de Cambrai e apóstolo do Brabante. Construiu uma capela, berço da cidade de Bruxelas, a qual conservou a estátua de seu primitivo fundador no pórtico de sua prefeitura gótica. Tornou-se célebre por haver libertado vários prisioneiros (X). Ver páginas 338-339: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

11*.   Em Arles, na Pro­vença, também na ac­tual França, Santa Rus­tí­cola, aba­dessa, que di­rigiu san­ta­mente as monjas du­rante quase ses­senta anos. († 632). Ver páginas 340-341: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

12*.   Em Glou­cester, na In­gla­terra, os be­atos João Sandys e Es­têvão Rowsham, pres­bí­teros, e Gui­lherme Lam­pley, al­faiate, már­tires, que, no rei­nado de Isabel I, em­bora em dias di­versos e não co­nhe­cidos, so­freram os mesmos su­plí­cios por Cristo. († 1586, 1587, 1588)

13*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato João (Tiago Jorge Rhem), pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir, que, en­cer­rado du­rante a per­se­guição contra a fé no sór­dido cár­cere, exor­tava à es­pe­rança os seus com­pa­nheiros de ca­ti­veiro du­ra­mente atri­bu­lados, até que ele pró­prio, atin­gido por uma do­ença in­cu­rável, morreu por Cristo. († 1794)

14♦.   Em Milão, na Itália, o Beato Luís Birághi, pres­bí­tero da di­o­cese de Milão, fun­dador da Con­gre­gação das Irmãs de Santa Marcelina. († 1879)

15*.   Em Agul­lent, po­vo­ação do ter­ri­tório de Va­lência, na Es­panha, o Beato Ra­fael Afonso Gu­tiérrez, mártir, pai de fa­mília, que, du­rante a vi­o­lenta per­se­guição contra a fé, der­ramou o seu sangue por Cristo. Com ele co­me­mora-se também o beato mártir Carlos Díaz Gandia, que, na mesma lo­ca­li­dade e no mesmo dia, venceu o com­bate da fé e al­cançou a vida eterna. († 1936)

16*.   Em Prat de Compte, po­vo­ação pró­xima de Tar­ra­gona, também na Es­panha, o Beato Mi­guel Do­mingos Cendra, re­li­gioso da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir, que, na mesma per­se­guição, me­receu re­ceber a su­blime palma do martírio. († 1936)

17*.   Nos con­fins do Ti­bete, o Beato Mau­rício Tornay, pres­bí­tero e mártir, có­nego re­gular da Con­gre­gação dos Santos Ni­colau e Ber­nardo de Mont-Joux, que anun­ciou ar­do­ro­sa­mente o Evan­gelho na China e no Ti­bete e foi as­sas­si­nado pelos ini­migos em ódio ao nome de Cristo. († 1949)

18. Santa Lélia, na Folhinha do Coração de Jesus.

19. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na diocese de Meaux, no ano da graça de 684, Santa Gilberta, abadessa de Jouarre, que repousa na magnífica cripta merovíngia daquele mosteiro. (X).

20. São Geraldo de Gallinaro, cavaleiro. Ver páginas 342-345: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

21. Outros santos do dia 11 de agosto: págs. 331-388, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 10 de agosto

Festa de São Lou­renço (também na Folhinha do Coração de Jesus), diá­cono e mártir, que, de­se­jando acom­pa­nhar o papa Sisto também no mar­tírio, como re­fere São Leão Magno, ao re­ceber a ordem de en­tregar o te­souro da Igreja, mos­trou ao ti­rano os po­bres ali­men­tados e ves­tidos com os bens re­ce­bidos em es­mola; três dias de­pois do mar­tírio de Sisto, su­perou as chamas pela sua fé em Cristo, e os ins­tru­mentos do seu su­plício con­ver­teram-se em in­síg­nias do seu triunfo. O seu corpo foi se­pul­tado em Roma, no lugar cha­mado Campo Ve­rano, no ce­mi­tério que re­cebeu o seu nome. († 258). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, festa de São Lourenço, diácono, martirizado em Roma no ano de 258. Preso juntamente com o Papa Xisto II e outros diáconos da Igreja Romana, Lourenço foi provisoriamente poupado na esperança de que fornecesse informações sobre a fortuna da comunidade cristã. Foi queimado vivo quando declarou que não tinha outros além dos pobres que a Igreja tinha tomado sob seus cuidados (R). Ver páginas 302-307: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf  

2.   Co­me­mo­ração dos santos már­tires, que em Ale­xan­dria, no Egipto, du­rante a per­se­guição do im­pe­rador Va­le­riano, no tempo do pre­feito Emi­liano, de­pois de terem su­por­tado di­versas e re­fi­nadas tor­turas por longo tempo, al­can­çaram com vá­rios gé­neros de morte a coroa do martírio. († 257)

3*.   Em Dun­blane, na Es­cócia, São Blano, bispo. († s. VI). Ver São Blain, página 308: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

4*.   Em Al­camo, na Si­cília, re­gião da Itália, o Beato Ar­cân­gelo de Ca­la­ta­fíni Piacentíni, pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, in­signe pela aus­te­ri­dade da sua vida e pelo amor à solidão. († 1460)

5*.   Em Iki, ci­dade do Japão, o Beato Agos­tinho Ota, re­li­gioso da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que por Cristo foi degolado. († 1622)

6*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, os be­atos Cláudio José Jouf­fret de Bonnefont, da So­ci­e­dade de São Sul­pício, Fran­cisco Fran­çois, da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos, e Lá­zaro Ti­ersot, da Ordem Car­tu­siana, pres­bí­teros e már­tires, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, en­cer­rados na sór­dida ga­lera, por causa do sa­cer­dócio con­su­maram o seu martírio. († 1794)

7*.   No lugar cha­mado El Saler, pró­ximo de Va­lência, na Es­panha, o Beato José To­ledo Pel­licer, pres­bí­tero e mártir, que, ple­na­mente con­fi­gu­rado com Cristo, Sumo Sa­cer­dote, a quem fi­el­mente ser­vira, O imitou com o triunfo do martírio. († 1936)

8*.   Em Va­lência, também na Es­panha, o Beato João Mar­to­rell Sória, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir, que so­freu o mar­tírio na mesma per­se­guição. Com ele é também co­me­mo­rado o Beato mártir Pedro Me­so­nero Ro­drí­guez, re­li­gioso da mesma So­ci­e­dade, que, em Vedat de Tor­rent, po­vo­ação do ter­ri­tório de Va­lência, em dia des­co­nhe­cido deu tes­te­munho de Cristo, co­roado com o martírio. († 1936)

9*.   No campo de con­cen­tração de Da­chau, pró­ximo de Mu­nique da Ba­viera, na Ale­manha, os be­atos Fran­cisco Dr­zewi­ecki, da Con­gre­gação da Pe­quena Obra da Di­vina Pro­vi­dência, e Edu­ardo Grzy­mala, pres­bí­teros e már­tires, na­tu­rais da Po­lónia, que, du­rante a de­vas­tação da sua pá­tria em tempo de guerra, foram de­por­tados para uma prisão es­tran­geira pelos per­se­gui­dores da fé e, en­ve­ne­nados pela ina­lação de gás mor­tí­fero, foram ao en­contro de Cristo. († 1942)

10. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cartago, as Santas Bassa, Paula e Agatóica, que consagraram sua virgindade a Cristo pelo martírio (M).

11. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no séc. VI, São Deodato (também na Folhinha do Coração de Jesus, São Deusdedit), sapateiro. Segundo São Gregório, ele distribuía no sábado tudo quanto havia ganho na semana precedente (M).

12. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 1135, Santo Hugo de Montagu, monge de Cluny. Foi eleito abade de Saint-Germain de Auxerre, e depois bispo da cidade. Favoreceu a então nascente Ordem Cisterciense (M). Conforme VIDAS DOS SANTOS, um dos biógrafos nos diz que Santo Hugo meditava sem cessar estas palavras de São Jerônimo: Mihi oppidum carcer, solitudo, paradisus est, ou seja: “Para mim, uma cidade é uma prisão, a solidão um paraíso”. Ver páginas 328-329: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

13. Nossa Senhora das Mercês e Santa Mercês, na Folhinha do Coração de Jesus. Conforme VIDAS DOS SANTOS, na Espanha, aparição da bem-aventurada Virgem Maria, para que se instituísse, sob o nome de Nossa Senhora das Mercês, a ordem da Redenção dos cativos. Ver dia 24 de setembro. Ver: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

14. Santo Arígio, arcebispo. Ver páginas 309-310: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

15. Santa Filomena. Ver páginas 311-328: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

 16. Outros santos do dia 10 de agosto: págs. 302-330, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 09 de agosto

Santa Te­resa Be­ne­dita da Cruz (Edite Stein, também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem da Ordem das Car­me­litas Des­calças e mártir, que, nas­cida e edu­cada na re­li­gião ju­daica, de­pois de ter en­si­nado fi­lo­sofia du­rante al­guns anos entre nu­me­rosas tri­bu­la­ções, re­cebeu no Bap­tismo uma vida nova em Cristo, pros­se­guindo-a sob o véu das vir­gens con­sa­gradas, até que, sob um ne­fasto re­gime hostil à dig­ni­dade hu­mana e cristã, foi exi­lada e en­car­ce­rada no campo de con­cen­tração de Aus­chwitz, pró­ximo de Cra­cóvia, na Po­lónia, onde foi morta numa câ­mara de gás. († 1942). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1942, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia ocupada, a Bem-Aventurada Irmã Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), carmelita. Filósofa de origem judia, converteu-se ao catolicismo e entrou para o Carmelo. Foi beatificada pelo Papa João Paulo II em 1º de maio de 1987. (M).

– Canonizada em 11 de outubro de 1998 pelo Papa João Paulo II (Santo). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Edith_Stein  e também: https://www.google.com/search?q=Santa+Teresam´zk+Benedita+da+Cruz&oq=Santa+Teresa+Benedita+da+Cruz&aqs=chrome..69i57j0l5.6473j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8

2.   Em Roma, no ce­mi­tério de São Lou­renço, junto à Via Ti­bur­tina, São Romão, mártir. († c. 258)

3*.   No mos­teiro de Achonry, na Ir­landa, São Nateu (também na Folhinha do Coração de Jesus),, bispo e abade. († s. VI)

4*.   Em Kil­more, também na Ir­landa, São Fe­dli­mino, bispo. († c. s. VI)

5.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, a co­me­mo­ração dos santos mártires, que, se­gundo a tra­dição, foram mortos por ter de­fen­dido uma an­tiga imagem do Sal­vador co­lo­cada na Porta de Bronze, que o im­pe­rador Leão o Isáu­rico man­dara destruir. († c. 729). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Constantinopla, no séc. VIII, os Santos Juliano, Mariano e outros oito mártires, que depois de inúmeros tormentos foram mortos pela espada, por terem defendido o culto das santas imagens. (M).

6*.   Em Pa­lena, na Ca­lá­bria, ac­tu­al­mente nos Abruzos, re­gião das Itália, o Beato Falco, eremita. († s. X/XI)

7*.   Em Flo­rença, na Etrúria, ac­tu­al­mente na Tos­cana, também re­gião da Itália, o Beato João de Salerno, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, que fundou o con­vento de Santa Maria No­vella e lutou co­ra­jo­sa­mente contra os he­reges patarinos. († c. 1242). Ver página 291: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

8*.   No monte de Verna, também na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato João de Fermo, pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, que viveu na so­lidão, mor­ti­fi­cando o corpo com je­juns e um ad­mi­rável es­pí­rito de penitência. († 1322). Ver João de Fermo ou João de Auvergne, páginas 273-288: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

9*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, o Beato Ri­cardo Bere, pres­bí­tero e mártir, que, por ter per­ma­ne­cido fiel ao Ro­mano Pon­tí­fice e de­fen­dido o ma­tri­mónio cristão, por ordem do rei Hen­rique VIII, morreu por ter per­ma­ne­cido fiel ao Ro­mano Pon­tí­fice e de­fen­dido o ma­tri­mónio cristão, jun­ta­mente com os seus con­frades da Car­tuxa desta ci­dade, ex­te­nuado pelas inu­manas con­di­ções do cár­cere su­por­tadas du­rante muito tempo e pela fome. († 1537)

10*.   Num sór­dido barco-prisão, an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Cláudio Ri­chard, pres­bí­tero da Ordem de São Bento e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, por ser sa­cer­dote, foi ar­re­ba­tado do mos­teiro de Moyen-Mou­tier e en­car­ce­rado na ga­lera, onde morreu con­ta­giado pela en­fer­mi­dade dos seus com­pa­nheiros de prisão a quem pres­tava assistência. († 1794)

11*.   Em Sa­la­manca, na Es­panha, Santa Cân­dida Maria de Jesus (Joana Jo­sefa Ci­pí­tria), virgem, que fundou a Con­gre­gação das Fi­lhas de Jesus, para co­la­borar na obra da edu­cação cristã das crianças. († 1912)

12♦.   Em Mo­lokai, ilha do ar­qui­pé­lago do Hawai, Santa Ma­riana Cope de Mo­lokai (Bár­bara Kobb), virgem das Irmãs da Ordem Ter­ceira de São Fran­cisco de Si­ra­cusa, que se de­dicou com ex­tra­or­di­nária ge­ne­ro­si­dade ao ser­viço dos le­prosos, ali­ando o cui­dado fí­sico à ins­trução e con­forto espiritual. († 1918)

13*.   Em Bar­bastro, na Es­panha, o Beato Flo­ren­tino Asêncio Bar­roso, bispo e mártir, que, fu­zi­lado pelos mi­li­ci­anos du­rante a vi­o­lenta per­se­guição contra a Igreja, com o seu sangue deu tes­te­munho da fé que in­ces­san­te­mente pre­gava ao povo que lhe foi confiado. († 1936)

14*.   Em Bar­ce­lona, também na Es­panha, os be­atos Rúben de Jesus (Rúben López Aguilar) e seis com­pa­nheiros, re­li­gi­osos da Ordem de São João de Deus e már­tires, que, na mesma per­se­guição, as­sas­si­nados em ódio à vida re­li­giosa, foram ao en­contro do Se­nhor. Os seus nomes são: Artur (Luís Ayala Niño), João Bap­tista (José Ve­lás­quez Pe­láez), Eu­génio Afonso (An­tónio Ra­mírez Sa­lazar), Es­têvão (Ga­briel Maya Gu­tiérrez), Melquíades (Rai­mundo Ra­mírez Zu­luaga), Gaspar (Luís Mo­desto Páez Perdono). († 1936)

15*.   Em Azanuy, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Hu­esca, também na Es­panha, os be­atos Faus­tino Oteiza Segura, pres­bí­tero, e Flo­ren­tino Fi­lipe Naya, re­li­gi­osos da Ordem dos Clé­rigos Re­grantes das Es­colas Pias e már­tires, que, na mesma per­se­guição, mor­reram por Cristo. († 1936)

16*.   Em Argés, lo­ca­li­dade pró­xima de To­ledo, também na Es­panha, o Beato Gui­lherme Plaza Her­nández, pres­bí­tero da Ir­man­dade dos Sa­cer­dotes Ope­rá­rios e mártir, que foi morto no mesmo dia e no mesmo combate. († 1936)

17*.   Em Car­cai­xent, lo­ca­li­dade pró­xima de Va­lência, também na Es­panha, o Beato Ger­mano Maria (José Maria Gar­ri­gues Her­nández), pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos e mártir, que, na vi­o­lenta per­se­guição contra a fé cristã, venceu os su­plí­cios cor­po­rais com a sua pre­ciosa morte. († 1936)

18♦.   Em Villa de Don Fra­dique, perto de To­ledo, também na Es­panha, o Beato Fran­cisco López-Gasco Fer­nández Largo, pres­bí­tero da di­o­cese de To­ledo e mártir, as­sas­si­nado em ódio ao sacerdócio. († 1936)

19♦.   Em Ma­drid, também na Es­panha, o Beato José Maria Ce­laya Badiola, re­li­gioso da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir, que, na mesma per­se­guição, der­ramou o seu sangue por Cristo. († 1936)

20♦.   Em Bar­ce­lona, também na Es­panha, o Beato Lou­renço Gabriel (José Fi­gueras Rey), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e mártir, que, na mesma per­se­guição, aco­lhendo fi­el­mente as pa­la­vras de Cristo, passou da morte à vida gloriosa. († 1936)

21♦.   Em Bran­de­burgo, na Ale­manha, o Beato Fran­cisco Jägerstätter, mártir, as­sas­si­nado du­rante a opressão de um re­gime hostil à re­li­gião e à dig­ni­dade humana. († 1943)

22. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1067, São Maurílio. Foi inicialmente monge na abadia de Fécamp. Retirou-se a seguir para a Itália, para viver como eremita próximo ao monge Gerberto, futuro abade de São Vandrilo. Por seus méritos, foi escolhido como abade de Santa Maria de Florença, mas logo abandonou aquela comunidade de monges indisciplinados para retornar a Fécamp, sendo eleito arcebispo de Rouen em 1054 (X). Ver páginas 289-290: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

23. Na Folhinha do Coração de Jesus, São Rústico.Em Verona, os santos mártires Firmo e Rústico, no tempo do Imperador Maximiano. Ver página 301: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

24. Outros santos do dia 09 de agosto: págs. 234-301, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 08 de agosto

Me­mória de São Do­mingos de Gusmão (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, có­nego de Osma, ci­dade da pro­víncia de Sória, na Es­panha, que hu­mil­de­mente se de­dicou ao mi­nis­tério da pre­gação nas re­giões per­tur­badas pela he­resia dos Al­bi­genses e viveu vo­lun­ta­ri­a­mente nas pri­va­ções da po­breza, fa­lando sempre com Deus ou de Deus. De­se­joso de en­con­trar uma nova forma de pro­pagar a fé, fundou a Ordem dos Pre­ga­dores, para re­novar na Igreja a forma de vida apos­tó­lica, man­dando aos seus ir­mãos que se de­di­cassem ao ser­viço do pró­ximo com a oração, o es­tudo e o mi­nis­tério da pa­lavra. Morreu em Bo­lonha, ci­dade da Itália, no dia seis de Agosto. († 1221).

CONFORME ANOTAÇÕES DE 06 DE AGOSTO: Em Bo­lonha, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, o dia natal (aniversário da morte) de São Do­mingos de Gusmão, pres­bí­tero, cuja me­mória se ce­lebra no dia oito deste mês. († 1221). No Martirológio Romano-Monástico, de 08 de agosto, memória de São Domingos de Gusmão, sacerdote, morto em Bolonha no dia 06 de agosto de 1221. Originário da Província de Burgos, na Espanha, tomou aos vinte e oito anos o hábito dos cônegos regulares de Osma. Após ter esta estabelecido um convento de religiosas em Prouille, perto de Toulouse, fundou nesta cidade a Ordem Mendicante dos Frades Pregadores, para a difusão, através da pregação, da verdade contemplada e aprofundada pelos estudos Teológicos. (R). Conforme o Martirológio Romano e o Martirológio Romano Italiano de 08 de agosto, memória de São Domingos de Gusmão, presbítero, cónego de Osma, cidade da província de Sória, na Espanha, que humildemente se dedicou ao ministério da pregação nas regiões perturbadas pela heresia dos Albigenses e viveu voluntariamente nas privações da pobreza, falando sempre com Deus ou de Deus. Desejoso de encontrar uma nova forma de propagar a fé, fundou a Ordem dos Pregadores, para renovar na Igreja a forma de vida apostólica, mandando aos seus irmãos que se dedicassem ao serviço do próximo com a oração, o estudo e o ministério da palavra. Morreu em Bolonha, cidade da Itália, no dia seis de Agosto. Ver VIDAS DOS SANTOS: págs. 94-123: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver também, a prática e a instituição do Santo Rosário por São Domingos, às páginas 109-123: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver ainda “Palavras de João Paulo II sobre o Rosário”: https://www.acidigital.com/rosario/papa.htm                                                                               e ainda “O Rosário do Papa João Paulo II incluindo os mistérios luminosos”:  http://www.derradeirasgracas.com/2.%20Segunda%20P%C3%A1gina/As%20Devo%C3%A7%C3%B5es/3.%20ORA%C3%87%C3%95ES%20GERAIS/O%20Ros%C3%A1rio%20do%20papa%20Jo%C3%A3o%20Paulo%20II.htm

– e mais, a CARTA APOSTÓLICA ROSARIUM VIRGINIS MARIAE”: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/apost_letters/2002/documents/hf_jp-ii_apl_20021016_rosarium-virginis-mariae.html

OBSERVAÇÃO: SÃO JOÃO PAULO II ERA DOMINICANO.

1. BEM-AVENTURADA JOANA DE ASA, mãe de São Domingos de Gusmão. Ver páginas 219-220: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

2.   Em Al­bano, na Via Ápia, a quinze mi­lhas da ci­dade de Roma, os santos Se­gundo, Car­pó­foro, Vi­to­rino e Se­ve­riano, mártires. († s. III f.-IV in.)

3.   Em Roma, na milha sé­tima da Via Os­ti­ense, os santos Ci­ríaco, Largo, Cres­cen­ciano, Mémia, Ju­liana e Es­me­raldo, mártires. († s. IV in.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, na Via Óstia, o martírio dos Santos Ciríaco, Largo, Crescenciano, Mêmia, Juliana e Esmaragdo. (M). Ver páginas 214-216: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

4.   Em Tarso, na Ci­lícia, na ac­tual Tur­quia, a paixão de São Ma­rinho, an­cião de Ana­zarbo, que, no tempo do im­pe­rador Di­o­cle­ciano e do go­ver­nador Lí­sias, foi de­go­lado, e o seu corpo, por ordem do pre­feito, lan­çado ao pasto das feras. († c. 303-311). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no começo do séc. IV, o martírio de São Marino. (M)

5.   Em Milão, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santo Eu­sébio, bispo, que tra­ba­lhou as­si­du­a­mente para manter a ver­da­deira fé e re­cons­truiu a igreja ca­te­dral des­truída pelos Hunos. († c. 462)

6.   Em Vi­enne, na Gália Li­o­nense, hoje na França, São Se­vero, presbítero. († c. s. V)

7*.   Em Bor­déus, na Aqui­tânia, também na ac­tual França, São Mú­mulo, abade de Fleury. († 678). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VII, São Leodebaldo, fundador e primeiro abade de Fleury sur-Loire, juntamente coom São Mamolo, seu sucessor, que transferiu de Monte Cassino para a França os corpos de São Bento e de Santa Escolástica, conforme uma antiga lenda não comprovada. (X)

8.   Em Cí­zico, no He­les­ponto, na ac­tual Tur­quia, Santo Emi­liano (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que por de­fender o culto das sa­gradas ima­gens su­portou muitos tor­mentos da parte do im­pe­rador Leão e morreu no exílio. († s. IX). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Helesponto, Santo Emiliano, bispo de Cisíquia, morto no exílio por ter recusado a intervenção imperial em assunto religioso. (M)

9*.   No mos­teiro de Götweig, na Áus­tria, Santo Alt­mano, bispo de Passau, que fundou nu­me­rosas co­mu­ni­dades de clé­rigos com a regra de Santo Agos­tinho, res­taurou a dis­ci­plina do clero e por de­fender a li­ber­dade da Igreja morreu no exílio, ex­pulso da sua sede pelo im­pe­rador Hen­rique IV. († 1091). Ver Santo Almano, páginas 217-218: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

10*.   Em Gal­lese, pró­ximo de Vi­terbo, na Tos­cana, hoje no Lácio, re­gião da Itália, São Fa­mião, ere­mita, na­tural de Co­lónia, que dis­tri­buiu os seus bens pelos po­bres e, de­pois de vá­rias pe­re­gri­na­ções, morreu neste lugar com o há­bito cisterciense. († c. 1150)

11*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, o Beato João Felton, mártir, que, por ter afi­xado pu­bli­ca­mente a bula de ex­co­mu­nhão pro­cla­mada pelo papa São Pio V contra a rainha Isabel I, foi cru­el­mente es­quar­te­jado junto à ca­te­dral de São Paulo e, in­vo­cando o nome de Jesus, con­sumou glo­ri­o­sa­mente o seu martírio. († 1570)

12*.   Em York, também na In­gla­terra, o Beato João Fin­gley, pres­bí­tero e mártir, que, no mesmo rei­nado de Isabel I, foi con­de­nado à morte e en­for­cado por ser sa­cer­dote. Com ele co­me­mora-se também o Beato Ro­berto Bid­ken­dike, mártir, que, no mesmo tempo mas em dia e ano in­certos, pa­deceu os mesmos tor­mentos por se ter re­con­ci­liado com a Igreja católica. († 1586)

13.   Em Xi­xi­a­odun, perto de Xi­nhe­xian, no Hebei, pro­víncia da China, São Paulo Ke Tingzhu, mártir, que, sendo di­ri­gente de uma al­deia de cris­tãos, du­rante a per­se­guição de­sen­ca­deada pelos se­quazes da seita dos “Yihe­tuan”, foi es­quar­te­jado, membro após membro, dando aos ou­tros cris­tãos um lu­mi­noso exemplo de cons­tância na pro­fissão da fé. († 1900)

14*.   Em Za­mora, na Es­panha, Santa Bo­ni­fácia Ro­drí­guez de Castro, virgem, que, ar­den­te­mente em­pe­nhada na pro­moção cristã e so­cial das mu­lheres através da oração e do tra­balho, fundou a Con­gre­gação das Servas de São José, se­gundo o mo­delo da Sa­grada Fa­mília de Nazaré. († 1905)

15*.   Em Sydney, na Aus­trália, Santa Maria da Cruz (Maria He­lena Mac­Killop), virgem, que fundou a Con­gre­gação das Irmãs de São José e do Sa­grado Co­ração e a di­rigiu entre muitas tri­bu­la­ções e adversidades. († 1909)

16*.   Em Póggio a Caiano, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, a Beata Maria Mar­ga­rida (Maria Ana Rosa Caiáni), virgem, que fundou o Ins­ti­tuto Fran­cis­cano das Irmãs Mí­nimas do Sa­grado Co­ração, para a ins­trução da ju­ven­tude e a as­sis­tência aos enfermos. († 1921)

17*.   No lugar cha­mado El Saler, perto de Va­lência, na Es­panha, o Beato An­tónio Sil­vestre Moya, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a fé, pelo seu in­que­bran­tável tes­te­munho de Cristo al­cançou vi­to­ri­o­sa­mente o reino celeste. († 1936)

18*.   Em Va­lência, também na Es­panha, as be­atas Maria do Me­nino Jesus (María Jo­sefa An­tonia Bal­dillou y Bullit) e com­pa­nheiras, vir­gens do Ins­ti­tuto das Fi­lhas de Maria das Es­colas Pias e már­tires, que, na mesma per­se­guição, de­pois de so­frer a vi­o­lência dos ini­migos da Igreja, foram glo­ri­o­sa­mente ao en­contro de Cristo, seu Esposo. São estes os seus nomes: Apre­sen­tação da Sa­grada Fa­mília (Pas­co­a­lina Gallén y Marti), Maria Luísa de Jesus (Maria Luísa Giron y Ro­mera), Car­mela de São Fi­lipe Néri (Na­zária Gómez y Le­zaun) e Cle­mência de São João Bap­tista (An­tónia Riba y Mestres). († 1936)

19♦.   Em San An­dréu de Pa­lomar, na Ca­ta­lunha, também na Es­panha, o Beato An­tero Mateo Garcia, pai de fa­mília e mártir, que, sendo pai de fa­mília, du­rante a mesma per­se­guição foi re­ce­bido na glória do Senhor. († 1936)

20♦.   Em Villat de Olalla, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Cu­enca, também na Es­panha, os be­atos e már­tires Cruz La­plana y Laguna, bispo de Cu­enca e Fer­nando Español Berdié, pres­bí­tero da mesma di­o­cese, que, na mesma per­se­guição, me­receu re­ceber a su­blime palma do martírio. († 1936)

21♦.   Em Tra­ver­seras, na Ca­ta­lunha, também na Es­panha, os be­atos Di­o­nísio Luís (Ma­teus Mo­linos Co­loma) e Le­o­nardo José (José Maria Ara­gonês Mateu), re­li­gi­osos, re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e már­tires na mesma per­se­guição contra a fé cristã. († 1936)

22♦.   Em Fu­ente el Fresno, perto de Ciudad Real, também na Es­panha, o Beato Fi­lipe José (Pedro João Ál­varez Pérez), da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e már­tires, que con­sumou egre­gi­a­mente o seu com­bate por Cristo. († 1936)

23♦.   Em Val­li­rana, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Bar­ce­lona, também Es­panha, as be­atas Maria do Carmo Za­ra­goza Za­ra­goza e Maria Rosa Adrover Marti (An­tónia Adrover Marti), vir­gens da Con­gre­gação das Do­mi­ni­canas de Santa Ca­ta­rina de Sena e már­tires, que, na mesma per­se­guição, com­ba­tendo pela fé em Cristo Es­poso, al­can­çaram a re­com­pensa eterna. († 1936)

24♦.   Em Ma­drid, também na Es­panha, o Beato Ni­colau de la Torre Merino, re­li­gioso da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir. († 1936)

25*.   Em Gusen, lo­ca­li­dade da Ale­manha, o Beato Vla­di­miro Las­kowski, pres­bí­tero e mártir, que, em tempo da guerra, foi de­por­tado por causa da sua fé para este campo de con­cen­tração e, atroz­mente tor­tu­rado, al­cançou a glória do martírio. († 1940)

26. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano do Senhor de 1546, o BemAventurado Pedro Fabre (ou Lefèvre). Originário de Savóia, era o único membro de língua francesa no grupo fundador da Companhia de Jesus. Recrutou diversas vocações na Itália, na Alemanha e na Espanha. (X). Ver páginas 221-223: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

27. São Miro (também na Folhinha do Coração de Jesus). Conforme VIDAS DOS SANTOS, em Creta, São Miro, bispo, afamado por seus milagres. Ver página 233: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf 

28. No “VIDAS DOS SANTOS”, Santo Hormisdas e outros Mártires, na Pérsia. Ver páginas 210-213: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

29. SANTOS AUXILIADORES: Conforme o VDAS DOS SANTOS, eis os Santos Auxiliadores: 1. São Jorge, acompanhado do dragão, que cura enfermidades dartrosas (afecções cutâneas); 2. São Brás, representado com dois círios cruzados, que livra os devotos dos males da garganta; 3. Santo Erasmo, curador de males e de dores de estômago; 4. São Pantaleão, invocado na depauperação (empobrecer, perder a força física); 5. São Cristóvão, aquele que leva nos ombros a Jesus Menino, protetor dos viajantes, livrando-os dos desastres, da morte súbita, das tempestades e dos raios; 6. São Dionísio, o que caminha levando nas mãos -a própria cabeça, preserva o fiel da possessão diabólica; 7.São, Ciríaco, o diácono, poderoso também contra os assaltos do demônio, é curador dos males dos olhos; 8. Santo Acácio, cercado de espinhos, é invocado nas dores de cabeça; 9. Santo Eustáquio, lembrado nos incêndios, preserva-nos do fogo eterno; 10. São Gil, também Egídio, abade beneditino, sempre representado com uma cabra, traz a paz aos loucos, aos que são tomados de pânico e aos medrosos da escuridão e sinistro silêncio das noites; 11. Santa Margarida, a do dragão e da cruz, invocada contra males dos rins e pelas gestantes; 12, Santa Bárbara, invocada nos temporais, contra os raios, também, como São Cristóvão, preserva-nos da morte súbita. É padroeira dos matemáticos, dos artilheiros e dos bombeiros; 13. Santa Catarina, a sábia conselheira dos filósofos, dos advogados e dos pensadores. Ver páginas 224-225: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

30. NOSSA SENHORA, MEDIADORA DE TODAS AS GRAÇAS. Ver páginas 225-230: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

31. Outros santos do dia 08 de agosto: págs. 210-233, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 07 de agosto

Me­mória dos santos Sisto II (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, e companheiros, már­tires. O papa São Sisto, quando ce­le­brava os santos mis­té­rios e en­si­nava aos ir­mãos os man­da­mentos ce­lestes, por força do edito do im­pe­rador Va­le­riano foi ines­pe­ra­da­mente preso pelos sol­dados e de­go­lado no dia seis de Agosto; com ele so­freram o mar­tírio quatro diá­conos, que foram se­pul­tados com o pon­tí­fice em Roma, no ce­mi­tério de Ca­listo, junto à Via Ápia. No mesmo dia também os santos Aga­pito e Fe­li­cís­simo, seus diá­conos, pa­de­ceram o mar­tírio no ce­mi­tério de Pre­tex­tato, onde também foram se­pul­tados. († 258). Anotação de 06 de agosto: Em Roma, junto à Via Ápia, no ce­mi­tério de Ca­listo, a paixão de São Sisto II, papa, e seus com­pa­nheiros (dia 07 de agosto, também na Folhinha do Coração de Jesus), cuja me­mória se ce­lebra amanhã. († 258). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, de 07 de agosto, em 258, São Xisto II, papa, vítima do segundo edito do imperador Valeriano contra os cristãos. Segundo um testemunho de seu tempo, foi preso enquanto celebrava a liturgia juntamente com quatro diáconos, no cemitério de Calixto, em Roma. (R). Ver, no VIDAS DOS SANTOS, São Sixto, Papa Santos Felicíssimo, Agapito e Companheiros: quatro Diáconos, Janeiro, Magno, Vicente e Estêvão e outros dois, Felicíssimo e Agapito. Um sétimo, Lourenço, foi morto alguns dias depois. Ver páginas 187-189: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

São Ca­e­tano de Thiene (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, que em Ná­poles, na Cam­pânia, re­gião da Itália, se de­dicou pi­e­do­sa­mente a obras de ca­ri­dade, es­pe­ci­al­mente em favor dos en­fermos in­cu­rá­veis, pro­moveu as­so­ci­a­ções para a for­mação re­li­giosa dos leigos e ins­ti­tuiu os Clé­rigos Re­grantes para a re­no­vação da Igreja, re­co­men­dando aos seus dis­cí­pulos a norma de imitar a pri­mi­tiva vida apostólica. († 1547). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Nápoles, no ano de 1547, a volta para Deus de São Caetano de Thiene, sacerdote. Fundou, junto com João Pedro Caraffa, o futuro Papa Paulo IV, uma congregação de clérigos regulares conhecidos como Teatinos, chamados a viver na comunhão fraterna e no ministério apostólico. Contribuiu assim com o recrudescimento católico italiano do século XVI. (R). Ver páginas 193-205: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

3.   Em Augs­burgo, na Récia, ac­tu­al­mente na Ale­manha, Santa Afra, mártir, que, con­ver­tida de uma vida de pe­cado à fé cristã, se­gundo se narra, ainda não bap­ti­zada foi lan­çada ao fogo por dar tes­te­munho de Cristo. († 304). Ver dia 05 de agosto: . Santa Afra e seus companheiros. Ver páginas 156-161: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

4.   Em Arezzo, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, São Do­nato, o se­gundo bispo desta sede, do qual o papa São Gre­gório Magno louva a vir­tude e a efi­cácia da oração. († s. IV)

5.   Em Cha­lons, na Gália Bél­gica, hoje na França, São Do­na­ciano, bispo. († s. IV)

6.   Em Ruão, também na Gália Bél­gica, hoje na França, São Vi­trício (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que, ainda sol­dado, por ter dei­xado o exér­cito no tempo do im­pe­rador Ju­liano para se­guir a Cristo, foi sub­me­tido pelo tri­buno a muitas tor­turas e con­de­nado à morte; mas, al­can­çando a li­ber­dade, de­pois de ter sido con­sa­grado bispo, con­duziu à fé cristã as fo­gosas po­pu­la­ções dos Mo­rinos e dos Nér­vios, na Gália Setentrional. († c. 410). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. V, São Vitrício, amigo de São Martinho. Missionário nas regiões de Artois e de Flandres, organizou as primeiras paróquias rurais da diocese de Rouen, da qual foi bispo. (M)

7*.   Em Be­sançon, na Bor­gonha, também na ac­tual França, São Do­nato, bispo, que compôs uma Regra para as Vir­gens se­gundo os en­si­na­mentos dos santos Bento, Co­lum­bano e Cesário. († d. 658)

8*.   No ter­ri­tório da Ve­nécia, hoje na re­gião do Vé­neto, na Itália, o Beato Jordão Forsaté, abade, que fundou mos­teiros em Pádua e, não tendo po­dido, apesar de todos os es­forços, evitar a ruína da sua pá­tria, foi para o exílio onde viveu de modo ir­re­pre­en­sível e, dei­xando ad­mi­rável exemplo de vir­tude con­su­mada e de sa­be­doria, ador­meceu pi­e­do­sa­mente no Senhor. († c. 1248)

9*.   Em Mes­sina, na Si­cília, re­gião da Itália, Santo Al­berto dégli Abbáti, pres­bí­tero da Ordem dos Car­me­litas, que pela sua pre­gação con­verteu muitos ju­deus a Cristo e, du­rante o cerco da ci­dade, foi in­ter­me­diário providente. († c. 1306/1307). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Sicília, no ano do Senhor de 1306, Santo Alberto, sacerdote carmelita, que por sua palavra e por seus milagres operou inúmeras conversões, sobretudo entre os judeus. (M).

10*.   Em Sas­so­fer­rato, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, também re­gião da Itália, o Beato Al­berto, monge da Ordem dos Ca­mal­du­lenses, in­signe pela sua vida aus­tera e pela fiel ob­ser­vância da Regra. († 1350)

11*.   Em L’Áquila, no ter­ri­tório dos Ves­tinos, também na ho­di­erna Itália, o Beato Vi­cente, re­li­gioso da Ordem dos Me­nores, ilustre pela sua hu­mil­dade e es­pí­rito de profecia. († 1504)

12*.   Em Gondar, na Etiópia, os be­atos Aga­tân­gelo de Vendôme (Fran­cisco Nourry) e Cas­siano de Nantes (Gon­çalo Vaz Lopes-Neto de Nantes), pres­bí­teros da Ordem dos Frades Me­nores Ca­pu­chi­nhos e már­tires, que, na Síria, Egipto e Etiópia pro­cu­raram re­con­ci­liar os cris­tãos se­pa­rados com a Igreja ca­tó­lica; mas, por ordem do rei da Etiópia, foram sus­pensos das ár­vores com os seus pró­prios cor­dões fran­cis­canos e fi­nal­mente ape­dre­jados até à morte. († 1638)

13*.   Em Len­castre, na In­gla­terra, os be­atos Mar­tinho de São Félix (João Wo­od­cock), da Ordem dos Frades Me­nores, Edu­ardo Bamber e Tomás Whi­taker, pres­bí­teros e már­tires, que, por serem sa­cer­dotes e en­trarem nos do­mí­nios do rei Carlos I, so­freram o su­plício da forca. († 1646)

14*.   Em York, também na In­gla­terra, o Beato Ni­colau Post­gate, pres­bí­tero e mártir, que, no rei­nado de Carlos II, que por ser sa­cer­dote e ter exer­ci­tado clan­des­ti­na­mente o seu mi­nis­tério entre os po­bres du­rante cerca de cin­quenta anos, foi sus­penso no patíbulo. († 1679)

15*.   Em Gorka Du­chowna, ci­dade pró­xima de Poznam, na Po­lónia, o Beato Ed­mundo Bo­ja­nowski, que se de­dicou ar­do­ro­sa­mente à ins­trução dos po­bres e po­pu­la­ções ru­rais se­gundo os pre­ceitos do Evan­gelho e fundou a Con­gre­gação das Es­cravas do Ima­cu­lado Co­ração da Mãe de Deus. († 1871)

16.   Em Co­lima, no Mé­xico, São Mi­guel de la Mora, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a Igreja, por ser sa­cer­dote foi co­roado com o martírio. († 1927)

17♦.   Em Los Yé­banes, pró­ximo de To­ledo, na Es­panha, os be­atos Te­o­dósio Rafael (Di­o­doro López Her­nando), Carlos Jorge (Dal­mácio Bel­lota Pérez) e Eus­tá­quio Luís (Luís Vil­la­nueva Mon­toya), re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e már­tires, que, du­rante a per­se­guição contra a Igreja, re­ce­beram dos ho­mens a morte, mas de Deus a vida eterna. († 1936)

18. Santo Hiperéquio, monge. Ver páginas 206-207: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

19. Outros santos do dia 07 de agosto: págs. 193-209 (falta página 193 no link), em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 06 de agosto

Festa da Trans­fi­gu­ração do Senhor (também na Folhinha do Coração de Jesus), na qual Jesus Cristo, Filho Uni­gé­nito, em quem o Eterno Pai pôs toda a sua com­pla­cência, di­ante dos após­tolos Pedro, Tiago e João, com o tes­te­munho da lei e dos pro­fetas, ma­ni­festou a sua glória, para sig­ni­ficar que a nossa hu­milde con­dição de servos por Ele as­su­mida foi pela graça glo­ri­o­sa­mente re­no­vada, e pro­clamar até aos con­fins da terra que a imagem de Deus, plas­mada no homem criado, em­bora cor­rom­pida em Adão, foi res­tau­rada em Cristo. Ver páginas 419-422: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%207.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Transfiguração_de_Jesus

2.   Em Roma, junto à Via Ápia, no ce­mi­tério de Ca­listo, a paixão de São Sisto II, papa, e seus com­pa­nheiros (dia 07 de agosto, também na Folhinha do Coração de Jesus), cuja me­mória se ce­lebra amanhã. († 258). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, de 07 de agosto, em 258, São Xisto II, papa, vítima do segundo edito do imperador Valeriano contra os cristãos. Segundo um testemunho de seu tempo, foi preso enquanto celebrava a liturgia juntamente com quatro diáconos, no cemitério de Calixto, em Roma. (R). Ver, no VIDAS DOS SANTOS, São Sixto, Papa Santos Felicíssimo, Agapito e Companheiros: quatro Diáconos, Janeiro, Magno, Vicente e Estêvão e outros dois, Felicíssimo e Agapito. Um Sétimo, Lourenço, foi morto alguns dias depois. Ver páginas 187-189: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

3.   Em Al­calá de He­nares, na His­pânia Car­ta­gi­nense, hoje na Es­panha, os santos ir­mãos Justo e Pastor, már­tires, que, ainda cri­anças, dei­xando na es­cola as ta­belas de es­cri­tura, cor­reram es­pon­ta­ne­a­mente ao en­contro do mar­tírio, onde o go­ver­nador or­denou que fossem presos e fus­ti­gados; e en­co­ra­jando-se um ao outro com re­cí­procas exor­ta­ções, foram de­go­lados com a es­pada, dando a vida por Cristo. († 304). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Espanha, no ano da graça de 304, a paixão dos Santos Justo e Pastor, patronos celestes de Alcalá e Madrid e titulares da catedral de Norbonne. Estes dois jovens foram torturados sem julgamento, por causa de sua fé. (M). Ver página 190: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

4.   Em Roma, junto de São Pedro, o se­pul­ta­mento de Santo Hor­misdas (também na Folhinha do Coração de Jesus, Hormidas), papa, que, como bom pro­motor da paz, con­se­guiu que no Ori­ente fosse re­sol­vido o cisma de Acácio e no Oci­dente fossem res­pei­tados pelos novos povos os di­reitos da Igreja. († 523). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano do Senhor de 523, Santo Hormisdas, papa, que teve a alegria de recuperar o imperador bizantino para a doutrina ortodoxa do Concílio de Calcedônia. (M). Ver páginas 171-186: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

5*.   Em Sa­vona, na Li­gúria, re­gião da Itália, o Beato Oc­ta­viano, bispo e irmão do papa Ca­listo II, que, tanto no claustro como na cá­tedra epis­copal, res­plan­deceu no ser­viço de Deus e dos irmãos. († 1132)

6*.   No ter­ri­tório do Lu­xem­burgo, o Beato Ge­ce­lino, ere­mita, que viveu num bosque, sem tecto nem roupa, con­fiado em Deus que faz cair a neve como lã. († c. 1138)

7.   Em Bo­lonha, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, o dia natal (aniversário da morte) de São Do­mingos de Gusmão, pres­bí­tero, cuja me­mória se ce­lebra no dia oito deste mês. († 1221). No Martirológio Romano-Monástico, de 08 de agosto, memória de São Domingos de Gusmão, sacerdote, morto em Bolonha no dia 06 de agosto de 1221. Originário da Província de Burgos, na Espanha, tomou aos vinte e oito anos o hábito dos cônegos regulares de Osma. Após ter esta estabelecido um convento de religiosas em Prouille, perto de Toulouse, fundou nesta cidade a Ordem Mendicante dos Frades Pregadores, para a difusão, através da pregação, da verdade contemplada e aprofundada pelos estudos Teológicos. (R). Conforme o Martirológio Romano e o Martirológio Romano Italiano de 08 de agosto, memória de São Domingos de Gusmão, presbítero, cónego de Osma, cidade da província de Sória, na Espanha, que humildemente se dedicou ao ministério da pregação nas regiões perturbadas pela heresia dos Albigenses e viveu voluntariamente nas privações da pobreza, falando sempre com Deus ou de Deus. Desejoso de encontrar uma nova forma de propagar a fé, fundou a Ordem dos Pregadores, para renovar na Igreja a forma de vida apostólica, mandando aos seus irmãos que se dedicassem ao serviço do próximo com a oração, o estudo e o ministério da palavra. Morreu em Bolonha, cidade da Itália, no dia seis de Agosto. Ver VIDAS DOS SANTOS: págs. 94-123: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver também, a prática e a instituição do Santo Rosário por São Domingos, às páginas 109-123: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver ainda “Palavras de João Paulo II sobre o Rosário”: https://www.acidigital.com/rosario/papa.htm                                                                               e ainda “O Rosário do Papa João Paulo II incluindo os mistérios luminosos”:  http://www.derradeirasgracas.com/2.%20Segunda%20P%C3%A1gina/As%20Devo%C3%A7%C3%B5es/3.%20ORA%C3%87%C3%95ES%20GERAIS/O%20Ros%C3%A1rio%20do%20papa%20Jo%C3%A3o%20Paulo%20II.htm

– e mais, a CARTA APOSTÓLICA ROSARIUM VIRGINIS MARIAE”: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/apost_letters/2002/documents/hf_jp-ii_apl_20021016_rosarium-virginis-mariae.html

OBSERVAÇÃO: SÃO JOÃO PAULO II ERA DOMINICANO.

8*.   Em Mon­te­videu, no Uru­guai, a Beata Maria Fran­cisca de Jesus (Ana Maria Ru­batto), virgem, que, em Loano, ci­dade pró­xima de Sa­vona, na Itália, fundou o Ins­ti­tuto das Irmãs Ter­ciá­rias Ca­pu­chi­nhas e, par­tindo para a Amé­rica La­tina, se de­dicou to­tal­mente ao ser­viço dos pobres. († 1904)

9*.   Perto de Gandia, no ter­ri­tório de Va­lença, na Es­panha, o Beato Carlos López Vidal, mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a fé, al­cançou a glória celeste. († 1936)

10♦.   Em Roda-Holot, na Ca­ta­lunha, também na Es­panha, o Beato Adolfo Jaime (An­tónio Serra Hortal), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e mártir, que, no tempo da per­se­guição, me­receu passar à fe­li­ci­dade eterna. († 1936)

11♦.   Em Ta­la­vera de la Reina, pró­ximo de To­ledo, também na Es­panha, o Beato Sa­tur­nino Or­tega Montealegre, pres­bí­tero da di­o­cese de To­ledo e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição contra a fé cristã, der­ramou o seu sangue por Cristo. († 1936)

12*.   Perto de Mu­nique, ci­dade da Ba­viera, na Ale­manha, o Beato Tadeu Dulny, mártir, que, du­rante a ocu­pação mi­litar da Po­lónia, por causa da sua fé em Cristo foi de­por­tado para o campo de con­cen­tração de Da­chau e, de­pois de ter­rí­veis su­plí­cios, partiu deste mundo para a glória celeste. († 1942)

13. Na Folhinha do Coração de Jesus, Santo Estêvão, abade. Ver no VIDAS DOS SANTOS “Os mártires de São Pedro de Cardenha (Duzentos)”, mais Santo Estêvão. Ver página 193: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

14. Na Folhinha do Coração de Jesus, São Tiago, eremita.

15. Outros santos do dia 06 de agosto: págs. 171-192 (falta essa página no link), em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3.VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4.Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5.Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6.Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 05 de agosto

De­di­cação da ba­sí­lica de Santa Maria (também na Folhinha do Coração de Jesus), em Roma, no monte Es­qui­lino, que o papa Sisto III ofe­receu ao povo de Deus em me­mória do Con­cílio de Éfeso, no qual a Virgem Maria foi pro­cla­mada Mãe de Deus. († c. 434). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma Dedicação da Igreja de Santa Maria Maior, quarta basílica patriarcal da Cidade Eterna, consagrada à Mãe de Deus, logo depois do Concílio de Éfeso. (R)  

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, festa de Nossa Senhora das Neves, padroeira da Arquidiocese de João Pessoa e de todo o Estado da Paraíba. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_das_Neves .

– Também ver: https://www.google.com/search?q=Nossa+Senhora+das+Neves&oq=Nossa+Senhora+das+Neves&aqs=chrome..69i57j0l5.12446j0j8&sourceid=chrome&ie=UTF-8

– Também ver pág. 169: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

2.   Em Cha­lons-sur-Marne, na Gália Bél­gica, ac­tu­al­mente na França, São Mémio, ve­ne­rado como o pri­meiro bispo desta cidade. († s. III-IV). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. III, São Mêmio, primeiro bispo de Charlon-Sur-Marne, que plantou a semente do Evangelho naquela região. (M). Ver página 167: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

3.   Em Teano, na Cam­pânia, re­gião da Itália, São Páris, bispo, que é con­si­de­rado o pri­meiro a ocupar esta sede episcopal. († s. IV)

4.   Em Autun, na Gália Li­o­nense, hoje na França, São Cas­siano (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo. († s. IV)

5.   Em Na­zi­anzo, na Ca­pa­dócia, hoje Ne­nízi, na Tur­quia, Santa Nona, que foi es­posa do bispo São Gre­gório o Velho e mãe dos santos Gre­gório o Teó­logo, Ce­sário e Gorgónia. († 374). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Capadócia, perto de 374, Santa Nona, que convertera seu marido ao catolicismo. São Gregório Teólogo, seu filho, admirava muito sua sólida piedade e sua devoção ao domingo, dia do Senhor. (M). Ver página 168: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

6.   Em Ás­coli Pi­ceno, hoje nas Marcas, re­gião da Itália, Santo Emídio (também na Folhinha do Coração de Jesus), ce­le­brado como o pri­meiro bispo desta ci­dade e mártir. († s. IV)

7*.   Em Vi­viers, na Gália, hoje na França, São Ve­nâncio, bispo. († d. 535)

8*.   Em Trem­blevif, lo­ca­li­dade hoje cha­mada Saint-Vi­âtre, na re­gião de So­logne, na Gália, hoje também na França, São Vi­ador, eremita. († s. VI)

9.   Em Ma­ser­field, lo­ca­li­dade pos­te­ri­or­mente de­no­mi­nada Oswestry em sua honra, na re­gião de Sh­rews­bury, na In­gla­terra, Santo Os­valdo (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir, que, sendo rei da Nor­túm­bria e in­signe mi­litar, mas so­bre­tudo amigo da paz, di­fundiu in­can­sa­vel­mente a fé cristã neste ter­ri­tório e, no com­bate contra os pa­gãos, foi morto em ódio a Cristo. († 642). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Inglaterra, no ano da graça de 642, Santo Osvaldo, rei da Nortúmbria. Batizado no mosteiro de São Columbano, ao reconquistar seu reino, cristianizou-o, colaborando com a fundação da abadia de Lindsfarne (M). Ver páginas 162-166: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

10*.   Em Mon­te­gra­naro, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, re­gião da Itália, o Beato Fran­cisco Zan­fre­díni, po­pu­lar­mente cha­mado “Cecco de Pê­saro”, da Ordem Ter­ceira de São Fran­cisco, que, do­ando todos os seus ha­veres aos po­bres, viveu du­rante quase cin­quenta anos numa er­mida, por ele edi­fi­cada, e foi para todos um exemplo de pe­ni­tência, oração e boas obras. († c. 1350)

11.   Em San Se­ve­rino, também no Pi­ceno, Santa Mar­ga­rida, viúva. († c. 1395)

12*.   Num barco an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Pedro Miguel Noël, pres­bí­tero de Ruão e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, foi apri­si­o­nado na ga­lera em con­di­ções de­su­manas por causa do seu sa­cer­dócio e, con­ta­mi­nado por uma en­fer­mi­dade, con­sumou o martírio.

(† 1794)

13♦.   Em Más Llanes, na Ca­ta­lunha, re­gião da Es­panha, o Beato Ed­mundo Ângelo (Pedro Masó Lla­gos­tera), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e mártir, que pelo mar­tírio se tornou par­ti­ci­pante na vi­tória de Cristo. († 1936)

14♦.   Em Ma­drid, na Es­panha, os be­atos már­tires Ma­xi­mino Fer­nández Marinas, Vítor Garcia Ceballos e Ma­nuel Mo­reno Martínez, pres­bí­teros, e Edu­ardo Gon­zález Santo Domingo, re­li­gioso, todos da Ordem dos Pre­ga­dores e már­tires, que, na mesma per­se­guição, me­re­ceram re­ceber a su­blime palma do martírio. († 1936)

15♦.   Em Fu­ente la Hi­guera, na Ca­ta­lunha, também na Es­panha, os be­atos Ga­vino Olaso Zabala, pres­bí­tero da Ordem de Santo Agos­tinho e com­pa­nheiros, már­tires, que, opri­midos pela vi­o­lência dos ini­migos da Igreja, foram ao en­contro do Senhor. São estes os seus nomes: Emílio Ca­mino Noval, Anas­tásio Díez Garcia, Ân­gelo Pérez Santos, Ci­priano Polo Garcia, Fi­lipe Barba Cha­morro, Vítor Gai­tero Gon­zález, pres­bí­teros da Ordem de Santo Agos­tinho; e Lu­ciano Ramos Vil­la­fruela, Luís Blanco Ál­varez e Ubaldo Re­villa Ro­drí­guez, re­li­gi­osos da mesma Ordem. († 1936)

16. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Egito, o martírio dos irmãos Santos Cantídio e Cantidiano, apedrejados por causa de sua fé; e São Sobel, trespassado por uma flecha. (M)

17. Santa Afra e seus companheiros. Ver páginas 156-161: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

18. Outros santos do dia 05 de agosto: págs. 156-170, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

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“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3.VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4.Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5.Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

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Santas e Santos de 04 de agosto

Me­mória de São João Maria Vianney (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, que du­rante mais de qua­renta anos exerceu de modo ad­mi­rável o seu mi­nis­tério na pa­ró­quia que lhe foi con­fiada na lo­ca­li­dade de Ars, perto de Belley, na França, com a pre­gação as­sídua, a oração e o exemplo de pe­ni­tência. Todos os dias ex­pli­cava o ca­te­cismo aos mais pe­quenos e aos adultos, re­con­ci­liava os pe­ni­tentes e com a sua ar­dente ca­ri­dade, que hauria da sua fonte pri­mor­dial, a San­tís­sima Eu­ca­ristia, res­plan­deceu de tal modo que di­fundiu os seus con­se­lhos ao longe e ao largo e sa­pi­en­te­mente con­duziu muitos a Deus. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de São João Maria Vianney, morto em 1859. Ordenado padre depois de laboriosos estudos, foi primeiro vigário em Ecully. Tornando-se o pároco de Ars, três anos depois, exerceu durante mais de quarenta anos uma influência considerável sobre todos os que se beneficiaram de sua oração, dos méritos de sua vida austera e de seu ministério no sacramento da penitência. Pio XI, ao canoniza-lo, proclamou-o patrono celeste dos padres encarregados de paróquias. (R). Ver páginas 292-299: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

2.   Co­me­mo­ração de Santo Aris­tarco de Tessalónica, que foi dis­cí­pulo do Após­tolo São Paulo, fiel com­pa­nheiro nas suas vi­a­gens e também seu com­pa­nheiro de prisão em Roma. Ver páginas 124-128 http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

3.   Em Roma, junto à Via Ti­bur­tina, os santos Jus­tino e Cres­cen­ciano, mártires. († 258)

4.   Em Társia, na Bi­tínia, ac­tu­al­mente na Tur­quia, Santo Eleu­tério, mártir. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Constantinopla, Santo Eleutério, mártir de Tarso, cujo túmulo foi o começo de uma célebre peregrinação feita naquela cidade imperial. (M). († s. IV)

5.   Na an­tiga Pérsia, Santa Ia (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir no tempo do rei Sapor II. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Pérsia, o martírio de Santa Ia e seus companheiros, que suportaram a morte por causa da fé cristã, depois de terem sofrido cruéis suplícios sob o rei Sapor. (M) († c. 362)

6.   Em Tours, na Nêus­tria, na ho­di­erna França, a co­me­mo­ração de Santo Eu­frónio, bispo, que tomou parte em vá­rios con­cí­lios, re­cons­truiu muitas igrejas na ci­dade, fundou pa­ró­quias em todo o ter­ri­tório e pro­moveu di­li­gen­te­mente a ve­ne­ração à Santa Cruz. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 573, Santo Eufrônio, bispo de Tours. Teve grande prestígio junto aos poderosos, e consagrou seu trabalho na restauração ou construção de santuários de sua cidade episcopal. (M) († 573). Ver páginas 129-130: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

7*.   Na flo­resta de Pa­naia, perto de Ca­tan­zaro, na Ca­lá­bria, re­gião da Itália, Santo Onofre, ere­mita, in­signe pela sua vida de je­juns e austeridade. († 995)

8*.   Em Split, na Dal­mácia, na ac­tual Croácia, São Rai­nério, bispo e mártir, que, de­pois de ter sido monge, por de­fender os di­reitos da Igreja su­portou nu­me­rosos tor­mentos na sede de Cágli e de­pois morreu ape­dre­jado em Split. († 1180). Ver São Reinier, bispo, arcebispo e mártir. Páginas 133-140: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

9*.   Em Bo­lonha, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, a Beata Ce­cília, virgem, que re­cebeu o há­bito mo­nacal das mãos de São Do­mingos, de cuja vida e es­pi­ri­tu­a­li­dade foi fi­de­lís­sima testemunha. († 1290)

10*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, o Beato Gui­lherme Horne, mártir, monge na Car­tuxa desta ci­dade, sempre fiel à ob­ser­vância da Regra, que su­portou um longo ca­ti­veiro no rei­nado de Hen­rique VIII e, sub­me­tido fi­nal­mente ao su­plício no pa­tí­bulo de Ty­burn, partiu desta vida e tomou lugar à di­reita de Cristo. († 1540)

11*.   Em Mon­tréal, no Quebec, pro­víncia do Ca­nadá, o Beato Fre­de­rico Jans­soone, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores, que di­fundiu muito as pe­re­gri­na­ções à Terra Santa para pro­gredir na fé. († 1916)

12*.   Em Ma­drid, na Es­panha, o Beato Gon­çalo Gon­çalo, re­li­gioso da Ordem de São João de Deus e mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a re­li­gião, con­firmou com o seu sangue a sua fé em Cristo. († 1936)

13.   Em Bar­ce­lona, também na Es­panha, os be­atos már­tires José Ba­talla Parramon, pres­bí­tero, José Ra­basa Bentanachs e Gil Ro­dício Rodício, re­li­gi­osos da So­ci­e­dade Sa­le­siana, que na mesma per­se­guição, ven­cendo o bom com­bate da fé, al­can­çaram a vida eterna. († 1936)

14*.   No campo de con­cen­tração de Da­chau, perto de Mu­nique, ci­dade da Ba­viera, na Ale­manha, o Beato Hen­rique Krzys­tofik, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a guerra, de­por­tado da Po­lónia para um cár­cere es­tran­geiro por causa da sua fé cristã, com nu­me­rosos su­plí­cios con­sumou o seu martírio. († 1942)

15. Na Folhinha do Coração de Jesus, São Lugaido. No VIDA DOS SANTOS, São Molua, ou Mo-lua, ou Ludgid, ou Ludgaid, Lughaedh, abade. Ver páginas 131-132: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

16. Bem-Aventurado Francisco Cecco, ermitão. Inclui texto sobre a INDULGÊNCIA DA PORCIÚNCULA. Ver páginas 141-153: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

17 Outros santos do dia 04 de agosto: págs. 94-155, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

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OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3.VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4.Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5.Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

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Santas e Santos de 03 de agosto

INVENÇÃO DO CORPO DE SANTO ESTÊVÃO, primeiro mártir e dos Santos Gamaliel (também na Folhinha do Coração de Jesus), Nicodemos (também na Folhinha do Coração de Jesus) e Abibão. Ver páginas 56-64: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf  

Ver São Nicodemos às páginas 65-80: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

– Ver São Gamaliel e Santo Abibão, às páginas 81-85: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

1.   Em Ná­poles, na Cam­pânia, re­gião da Itália, Santo As­pre­nate, pri­meiro bispo desta cidade. († s. II-III). Conforme o Martirológio Romano-Monástico,no séc. III, Santo Aspreno, primeiro bispo de Nápoles, que semeou o Evangelho naquele território. (M)

2.   Em Autun, na Gália Li­o­nense, hoje na França, Santo Eu­frónio, bispo, que edi­ficou a ba­sí­lica do mártir São Sin­fro­niano e adornou com maior de­coro o tú­mulo de São Mar­tinho de Tours. († d. 475). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto do ano 475, Santo Eufrônio. Herdeiro de uma antiga e rica família galo-romana, renunciou a todos os seus privilégios para colocar-se a serviço de Cristo e da Igreja. Foi depois consagrado bispo de Autun. (M)

3.   No monte Más­sico, na Cam­pânia, re­gião da Itália, São Mar­tinho, que per­ma­neceu du­rante muitos anos re­cluso numa es­trei­tís­sima caverna. († 580)

4.   Em Anágni, no Lácio, também re­gião da Itália, São Pedro, bispo, que res­plan­deceu pela ob­ser­vância mo­nás­tica, de­pois pela sua di­li­gência pas­toral e fi­nal­mente pela edi­fi­cação da igreja catedral. († 1105). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, São Pedro. Originário da nobre família dos príncipes de Salerno, tomou o hábito beneditino. Depois, feito bispo de Anagnie, exerceu a função de apocrisiário em Constantinopla. Enfim, de volta à suas diocese, construiu uma nova catedral. (M). Ver página 88: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

5*.   Em Lu­cera, na Apúlia, também re­gião da Itália, o Beato Agos­tinho Ka­zotic, bispo, da Ordem dos Pre­ga­dores, que, pri­meiro go­vernou a Igreja de Za­greb; e de­pois, por causa da hos­ti­li­dade do rei da Dal­mácia, tran­sitou para a sede de Lu­cera, onde se de­dicou com grande di­li­gência ao cui­dado dos po­bres e dos necessitados. († 1323)

6*.   Em Ali­cante, na Es­panha, o Beato Sal­vador Fer­rándis Segui, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a fé, der­ramou o seu sangue por Cristo e al­cançou a palma da glória. († 1936)

7*.   Em Sa­malus, lo­ca­li­dade pró­xima de Bar­ce­lona, também na Es­panha, os be­atos már­tires Afonso López López, pres­bí­tero, e Mi­guel Remon Salvador, re­li­gioso, ambos da Ordem dos Frades Me­nores Con­ven­tuais, que na mesma per­se­guição foram co­ro­ados com o su­premo tes­te­munho de Cristo. († 1936)

8*.   Em Bar­ce­lona, também na Es­panha, o Beato Fran­cisco Ban­drés Sánchez, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição, con­firmou com o seu sangue a plena fi­de­li­dade a Cristo. († 1936)

9♦.     Em Ronda, perto de Má­laga, também na Es­panha, os be­atos An­tónio Mohe­dano Larriva e An­tónio Pan­corbo López, pres­bí­teros da So­ci­e­dade Sa­le­siana e már­tires, que foram as­sas­si­nados em ódio ao sacerdócio. († 1936)

10. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Beréia, atual Alepo, na Síria, no séc. V, Santas Marana e Cira, monjas que viveram na mais estrita reclusão, na escuta da Palavra de Deus. (M). Ver páginas 86-87: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

11. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Constantinopla, São Dalmácio. Era monge há quarenta e oito anos quando, em 431, saiu pela primeira vez de sua clausura, acompanhado de sua comunidade, para intervir no Concílio de Éfeso em favor dos bispos ortodoxos, privados de sua liberdade pelos nestorianos. (X)

12. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 940, o Bem-Aventurado Beno, bispo de Metz, que se retirou para o ermo de Nossa Senhora dos Eremitas, hoje Ensielden, na Suíça. (X). Bem-Aventurado Benon, ver página 91: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

13. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Rússia, no séc. XII, Santo Antônio, monge de origem italiana, que fundou em Novigorod um mosteiro dedicado à natividade de Nossa Senhora. (M)

14. São Valteno, abade. Ver páginas 89-90p: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

15 Outros santos do dia 03 de agosto: págs. 56-93, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2014.pdf

 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi publicado.

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3.VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4.Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5.Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6.Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular