Santas e Santos de 22 de novembro

Me­mória de Santa Ce­cília (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem e mártir, que, se­gundo a tra­dição, al­cançou a dupla palma da vir­gin­dade e do mar­tírio por amor de Cristo, em Roma, no ce­mi­tério de Ca­listo, junto à Via Ápia. Desde a an­ti­gui­dade, tem o seu nome o tí­tulo de uma ba­sí­lica no Transtêvere. († data inc.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santa Cecilia, virgem e mártir, cuja generosidade e gloriosa morte a Igreja canta. Enterrada no cemitério dos bispos de Roma, por deferência a sua origem nobre, teve seu corpo transportado, no séc. IX, além do Tibre, para uma basílica que desde então traz seu nome. (R). Ver páginas 186-200: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cecília_de_Roma

2.   Co­me­mo­ração de São Fi­lémon de Colossos, na ac­tual Tur­quia, cujo amor a Jesus Cristo foi causa de ale­gria para São Paulo; jun­ta­mente com ele é ve­ne­rada sua es­posa, Santa Ápia . Santa Áfia, (também na Folhinha do Coração de Jesus). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. I, São Filêmon, rico habitante de Colossos. O Apóstolo Paulo dirigiu-lhe uma carta na qual louva “sua caridade e sua fé em relação Senhor Jesus e a todos os seus fiéis”. (M). Ver páginas 201-202: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Filémon_(Bíblia)

3.   Em Ar­bela, na Pérsia, hoje Erbil, no Iraque, Santo Ana­nias, mártir, que, no tempo do rei Sapor II, por ordem do ar­qui­mago Ar­disag foi feito pri­si­o­neiro e por três vezes es­pan­cado com tal cru­el­dade, que os ver­dugos, jul­gando-o já morto, o dei­xaram caído na praça; mas de noite os cris­tãos le­varam-no para sua casa, onde en­tregou a alma a Deus. († 345)

4.   Em Milão, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, São Be­nigno, bispo, que na grande per­tur­bação cau­sada pelas in­va­sões, ad­mi­nis­trou com grande zelo e pi­e­dade a Igreja que lhe foi confiada. († c. 470)

5.   Em Autun, na Gália Li­o­nense, na ho­di­erna França, São Prag­mácio (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo. († c. 517)

6*.   Junto ao rio Zihun, perto de Maras, ci­dade da Ci­lícia, no ter­ri­tório ac­tual da Tur­quia, os be­atos Sal­vador Lillo, pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores, João, filho de Balzi, e ou­tros seis com­pa­nheiros na­tu­rais da Ar­ménia, már­tires, que, pe­rante a im­po­sição dos sol­dados oto­manos para re­ne­garem Cristo, re­cu­saram trair a sua fé e, tres­pas­sados pelas lanças, emi­graram para o reino eterno. São estes os seus nomes: K´adir, filho de Xo­di­anin; Cerun, filho de K´urazi; Var­davar, filho de Dim­balac; Paulo, filho de Je­re­mias; David e Te­o­doro, ir­mãos, fi­lhos de David. († 1895)

7*.   Na lo­ca­li­dade de Triora, na Li­gúria, re­gião da Itália, o Beato Tomás Réggio, bispo de Gé­nova, que, as­so­ci­ando a aus­te­ri­dade de vida a uma ad­mi­rável afa­bi­li­dade, con­se­guiu es­ta­be­lecer a con­córdia entre os ci­da­dãos e as­sistiu com todos os meios os in­di­gentes, aten­dendo es­pe­ci­al­mente aos pro­blemas da con­vi­vência humana. († 1901)

8.   Em Te­o­cal­ti­tlan, ci­dade do Mé­xico, São Pedro Es­queda Ra­mírez, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a per­se­guição me­xi­cana, por ser sa­cer­dote foi en­car­ce­rado e fuzilado. († 1927)

9*.   Em Pa­terna, ci­dade da pro­víncia de Va­lência, na Es­panha, os be­atos Elias (Ju­lião Tor­rijo Sánchez) e Bel­trão Fran­cisco (Fran­cisco Lahoz Mo­liner), re­li­gi­osos da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs e már­tires, que, ani­mados pelo exemplo de Cristo, du­rante a per­se­guição re­li­giosa me­re­ceram al­cançar o prémio eterno pro­me­tido aos que per­se­veram na fé. († 1936)

10♦.   Em Or­fans, perto de Ge­rona, também na Es­panha, o Beato Fer­nando Maria  (Fer­nando Maria Llo­vera Puig­sech), pres­bí­tero da Ordem dos Car­me­litas e mártir, que, na mesma per­se­guição contra a fé, re­cebeu a coroa de glória. († 1936)

11. Outros santos do dia 22 de novembro: págs. 186-203: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito. 

– Sobre o dia 22 de novembro, ver ainda:   https://pt.m.wikipedia.org/wiki/22_de_novembro

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 21 de novembro

Me­mória da Apre­sen­tação da Virgem Santa Maria. No dia se­guinte à de­di­cação da ba­sí­lica de Santa Maria a Nova, cons­truída junto ao muro do an­tigo templo de Je­ru­salém, ce­lebra-se a de­di­cação que fez de si mesma a Deus desde a in­fância aquela que seria a Mãe de Deus, mo­vida pelo Es­pí­rito Santo, que a en­cheu de graça desde a sua Ima­cu­lada Conceição. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, apresentação da Bem-Aventurada Virgem Maria, predestinada a tornar-se o templo vivo da divindade. Esta festa é solenemente celebrada pelos Orientais. (R). Ver páginas 174-179: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver EXORTAÇÃO APOSTÓLICA MARIALIS CULTUS de Paulo VI: http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/apost_exhortations/documents/hf_p-vi_exh_19740202_marialis-cultus.html

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Apresentação_de_Nossa_Senhora

2.   Co­me­mo­ração de São Rufo, a quem o após­tolo São Paulo, na sua Epís­tola aos Ro­manos, chama eleito do Senhor. São Paulo considerava a mãe de São Rufo como sua mãe (Rom 16,13).

3.   Em Pa­rén­tium, na Ís­tria, hoje Porec, na Croácia, Santo Amaro, bispo e mártir. († c. s. IV)

4.   Em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, Santo Agápio, mártir, que, muitas vezes tor­tu­rado, mas sempre di­fe­rido para su­plí­cios mais duros, du­rante os jogos do an­fi­te­atro foi ati­rado a um urso para que o de­vo­rasse na pre­sença do im­pe­rador Ma­xi­mino; mas, como ainda ficou com vida, no dia se­guinte ataram-lhe pe­dras aos pés e lan­çaram-no ao mar.(† 306). No Martirológio Romano-Monástico, DIA 20 DE NOVEMBRO:  em Cesaréia da Palestina, em 306, Santo Agápio. Mártir. Segundo o historiador Eusébio, este campeão da religião foi levado para o meio do anfiteatro e intimado a renegar sua fé. Respondeu em voz alta e clara que “não era por culpa de um crime, mas por causa da religião do Deus do Universo que ele iria sofrer”. (M)

5.   Em Roma, junto de São Pedro, São Ge­lásio I (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, ilustre pela sua dou­trina e san­ti­dade, o qual, para evitar que a au­to­ri­dade im­pe­rial pre­ju­di­casse a uni­dade da Igreja, es­cla­receu pro­fun­da­mente as com­pe­tên­cias dos dois po­deres e a sua mútua in­de­pen­dência; mo­vido pela sua grande ca­ri­dade e pelas ca­rên­cias dos in­di­gentes, para so­correr os po­bres morreu em ex­trema pobreza. († 496). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano do Senhor de 496, São Gelásio I, papa. Dionísio, O Menor, declara que ele procurou mais servir do que exercer sua autoridade, que associou a castidade aos méritos da doutrina e que morreu pobre, após ter enriquecido os indigentes. A ele foi atribuído o Sacramentário que traz o seu nome. (M). Ver página 180: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Gelásio_I

6.   Em Ce­sena, na Fla­mínia, hoje na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, Santo Amaro, bispo. († 946)

7*.   Em Roma, a Beata Maria de Jesus Bom Pastor (Fran­cisca de Si­e­dliska), virgem, que deixou a Po­lónia por causa das di­fí­ceis con­di­ções im­postas pelos go­ver­nantes e fundou o Ins­ti­tuto das Irmãs da Sa­grada Fa­mília de Na­zaré para prestar as­sis­tência aos emi­grantes da sua pátria. († 1902)

8. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Nas proximidades de Reims, no ano da graça de 1192, Santo Alberto de Louvain (também na Folhinha do Coração de Jesus), martirizado por ter defendido os direitos da Igreja diante do imperador da Alemanha, Henrique V (M)

9. São Celso (também na Folhinha do Coração de Jesus)

10. São Colombano, abade. Ver páginas 181-184: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

11. São Nicolau Giustiniani e esposa Santa Ana. Ver página 185: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

12. Outros santos do dia 21 de novembro: págs. 174-185: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito. 

– Sobre o dia 21 de novembro, ver ainda: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/21_de_novembro 

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 20 de novembro

1.   Em An­ti­o­quia, na Síria, hoje An­takya, na Tur­quia, São Ba­sílio, mártir. († s. III)

2.   Em Ás­tigi, na His­pânia Bé­tica, hoje Écija, na Es­panha, São Crispim, bispo e mártir. († s. III)

3.   Em Do­rós­toro, na Mésia, hoje Si­listra, na Bul­gária, São Dásio, mártir. († c. s. IV). Ver páginas 166-167: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

4.   Em Turim, na Li­gúria, hoje no Pi­e­monte, re­gião da Itália, os santos Oc­távio, So­lutor e Ad­ventor, mártires. († s. IV)

5*.   Em Ver­celas, também na Li­gúria, no ac­tual Pi­e­monte, São Te­o­nesto, mártir, em cuja honra Santo Eu­sébio edi­ficou uma basílica. († a. 313)

6*.   Em Be­ne­vento, na Cam­pânia, também re­gião da Itália, São Doro, bispo. († s. V)

7.   Em Cha­lons-sur-Saône, na Bor­gonha, agora na França, São Sil­vestre, bispo, que aos qua­renta anos do seu sa­cer­dócio, pleno de dias e de vir­tudes, foi ao en­contro do Senhor. († c. 520-530)

8*.   No monte Jura, no ter­ri­tório de Lião, também na ac­tual França, Santo Hi­pó­lito, abade e bispo. († c. 770)

9.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, São Gre­gório De­ca­po­lita, monge, que, de­pois de ter pro­fes­sado a vida mo­nás­tica e mais tarde ana­co­reta, se fez pe­re­grino, de­tendo-se muito tempo em Tes­sa­ló­nica e fi­nal­mente em Cons­tan­ti­nopla, onde lutou ener­gi­ca­mente pelo culto das ima­gens sa­gradas e en­tregou a sua alma a Deus. († 842). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Constantinopla, em 842, São Gregório Decapolita. Impregnado pelas Sagradas Escrituras, serviu a Igreja pela defesa do culto das santas imagens e por sua irradiação espiritual. (M). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gregório_de_Decápolis

10.   Na In­gla­terra, Santo Ed­mundo (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir, que, sendo rei dos An­glos ori­en­tais, foi cap­tu­rado na ba­talha contra os in­va­sores pa­gãos e, pela sua pro­fissão de fé em Cristo, me­receu ser co­roado com o martírio(† 869). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça dd 870, a morte sangrenta de Santo Edmundo, rei da Estânglia. Capturado pelos dinamarqueses, que não conseguiram fazê-lo apostatar, foi decapitado. Um mosteiro recebeu seu nome e contribuiu para a difusão de seu culto no séc. XI. (M)

11.   Em Hil­desheim, na Sa­xónia da Ger­mânia, hoje na Ale­manha, São Ber­nu­ardo, bispo, que de­fendeu os seus fiéis das in­va­sões, res­taurou a dis­ci­plina do clero em nu­me­rosos sí­nodos e pro­moveu a vida monástica. († 1022)

12*.   Na Ca­lá­bria, re­gião da Itália, São Ci­priano, abade de Ca­la­mízzi, que con­servou fi­el­mente as normas e os exem­plos dos Pa­dres ori­en­tais, foi se­vero para con­sigo e ge­ne­roso para com os po­bres e bom con­se­lheiro para todos. († c. 1190)

13.   Em Hanoi, no Ton­quim, hoje no Vi­etnam, São Fran­cisco Xa­vier Can, mártir, que, sendo ca­te­quista, por causa da sua fé foi es­tran­gu­lado e de­go­lado no tempo do im­pe­rador Minh Mang. († 1837)

14*.   Em Vé­roli, no Lácio, re­gião da Itália, a Beata Maria For­tu­nata (Ana Félix Víti), da Ordem de São Bento, que exerceu o ser­viço de rou­peiro quase toda a sua vida, pro­cu­rando sempre cum­prir de todo o co­ração os pre­ceitos da Regra. († 1922)

15*.   Pró­ximo de Va­lência, na Es­panha, as be­atas Ân­gela de São José (Fran­cisca Lloret Marti) e ca­torze com­pa­nheiras, vir­gens e már­tires – uma era su­pe­riora geral e as ou­tras re­li­gi­osas da Con­gre­gação da Dou­trina Cristã –, que pa­de­ceram por causa da sua fé em Cristo, du­rante a per­se­guição re­li­giosa na de­vas­ta­dora guerra civil.  São estes os seus nomes: Maria do Su­frágio (An­tónia Maria Orts Baldó), Maria das Dores (Maria de Mont­serrat Lli­mona Planas), Te­resa de São José (As­censão Duart y Roig), Isabel Ferrer Sa­briá, Maria da As­sunção (Jo­sefa Mon­goche Homs), Maria da Con­ceição (Emília Martí Lacal), Maria da Graça (Paula de Santo An­tónio), Co­ração de Jesus (Maria da Pu­ri­fi­cação Gómez Vives), Maria do So­corro (Te­resa Ji­ménez Bal­doví), Maria das Dores (Ger­trudes Surís Bru­sola), Inácia do San­tís­simo Sa­cra­mento (Jo­sefa Pas­cual Pal­lardó), Maria do Ro­sário (Ca­ta­rina Calpe Ibáñez), Maria da Paz (Maria Isabel López Garcia) e Mar­cela de São Tomás (Áurea Navarro). († 1936)

16*.   Em Pi­ca­dero de Pa­terna, também perto de Va­lênçia, a Beata Maria dos Mi­la­gres Or­tells Gi­meno, virgem da Ordem das Cla­rissas Ca­pu­chi­nhas e mártir, que du­rante a mesma per­se­guição, foi co­roada pelo mar­tírio no tes­te­munho de Cristo. († 1936)

 17. Santo Ambrósio de Camaldoli (também na Folhinha do Coração de Jesus)

18. Santo Otávio (também na Folhinha do Coração de Jesus)

19. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cesaréia da Palestina, em 306, Santo Agápio. Mártir. Segundo o historiador Eusébio, este campeão da religião foi levado para o meio do anfiteatro e intimado a renegar sua fé. Respondeu em voz alta e clara que “não era por culpa de um crime, mas por causa da religião do Deus do Universo que ele iria sofrer. (M)

20. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Pérsia, em 341, a paixão do bispo São Marsésio e seu discípulo São José. Marsésio confessou assim sua fé diante do rei Sapor: “Quanto a mim, um octogenário, sempre honrei o Deus único e verdadeiro. Queira Deus que não me aconteça quebrar o meu pacto com Aquele que me observa, nem perder a confiança n’Aquele que confia em mim, ao adorar o sol que Ele criou”. (M)

21. São Félix de Valois, ver páginas 163-165: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Félix_de_Valois

22. Bem-Aventurado Ambrósio Traversári. Ver páginas 168-169: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ambrogio_Traversari

23. Outros santos do dia 20 de novembro: págs. 163-173: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito. 

– Sobre o dia 20 de novembro, ver ainda: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/20_de_novembro

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 19 de novembro

Memória dos Santos Roque González, Afonso Rodrigues e João del Castillo. Anotações de 17 de novembro: Em As­sunção, no Pa­ra­guai, São João del Castillo, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que numa das «Re­du­ções», fun­dada neste mesmo ano por São Roque Gon­zález e con­fiado aos seus cui­dados, foi sub­me­tido a cruéis su­plí­cios por ins­ti­gação de um fei­ti­ceiro e fi­nal­mente ape­dre­jado, mor­rendo por Cristo. († 1628). São Roque González, São João del Castilho e Santo Afonso Rodrigues. Conforme o Martirológio Romano-Monástico de 19 de novembro, Santos Roque González, Afonso Rodrigues e João del Castillo, jesuítas que no séc. XVII foram martirizados no Paraguai, nas chamadas Reduções indígenas, quando evangelizavam os nativos e os defendiam contra os colonizadores europeus. Canonizados por João Paulo II em sua visita ao Paraguai em 1988. (R). Ver página 105: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– No Diretório de Liturgia da CNBB: Memória dia 19 de novembro.

Ver: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-sao-roque-gonzales-e-companheiros-martires/411/102/

– Ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/Roque_González_de_Santa_Cruz

1.   Co­me­mo­ração de Santo Ab­dias, pro­feta, que, de­pois do exílio do povo de Is­rael, anun­ciou a ira do Se­nhor contra os povos inimigos. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VI antes da era cristã, o Profeta Abdias. Pouco depois da ruína de Jerusalém e da destruição do Templo em 587, foi chamado para reconfortar o povo de Israel deportado, exaltando a justiça de Deus, mestre das nações e da História. (M). Ver páginas 154-157: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Obadias

2.   Em Ce­sa­reia, na Ca­pa­dócia, hoje Kay­seri, na Tur­quia, São Má­ximo, co­re­pís­copo e mártir. († c. s. III)

3.   Em Bren­nier, pró­ximo de Vi­enne, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, os santos Se­ve­rino, Exu­pério e Fe­li­ciano, mártires. († c. s. III)

4.   Em An­ti­o­quia, na Síria, hoje An­takya, na Tur­quia, São Bar­laão, mártir, que, em­bora rús­tico e anal­fa­beto, mas for­ta­le­cido pela sa­be­doria de Cristo, com in­ven­cível cons­tância na fé re­peliu o fogo e o in­censo que lhe pu­nham nas mãos para sa­cri­ficar aos ídolos e, pela fe­ro­ci­dade do ti­rano, al­cançou a palma do martírio. († c. 303). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Antioquia, durante a perseguição de Diocleciano, São Barlaão, mártir. Mesmo sendo ignorante e inculto, triunfou sobre o tirano por meio da sabedoria com que Cristo o agraciara, e venceu a violência do fogo pela constância invencível de sua fé. (M)

5.   Em He­ra­cleia, na Trácia, hoje Már­mara, também na Tur­quia, qua­renta santas mu­lheres, vir­gens e viúvas, mártires. († s. IV)

6*.   Na re­gião de Velay, na Aqui­tânia, hoje na França, Santo Eudo, abade. († c. 720)

7*.   No monte Mer­cúrio, na Ca­lá­bria, re­gião da Itália, São Simão, eremita. († s. X)

8*.   No mos­teiro de Helfta, na Sa­xónia, re­gião da ho­di­erna Ale­manha, Santa Ma­tilde, virgem, que foi mu­lher de in­signe dou­trina e hu­mil­dade, ilu­mi­nada pelo dom di­vino da con­tem­plação mística. († c. 1298). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mosteiro de Helfta, na Saxônia, no ano do Senhor de 1298, Santa Mectildes de Hackeborn, virgem. Muito culta, teve a responsabilidade de dirigir os estudos sacros e profanos das jovens irmãs, mas mostrou especial predileção pela liturgia e pelo canto sacro. Como sua discípula Santa Gertrudes, a Grande, foi favorecida com graças místicas, que fizeram dela a cantora da Majestade Divina, do Sagrado Coração e de Nossa Senhora. (B). Ver páginas 158-159: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Matilde_de_Hackeborn

9*.   Em Mântua, na Lom­bardia, re­gião da Itália, o Beato Tiago Ben­fátti, bispo, da Ordem dos Pre­ga­dores, que, além de pa­ci­ficar as dis­cór­dias na ci­dade, so­correu o povo as­so­lado pela peste e pela fome. († 1332)

10*.   Em Garraf, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Bar­ce­lona, na Es­panha, os be­atos már­tires Eliseu Garcia Garcia, re­li­gioso da So­ci­e­dade Sa­le­siana, e Ale­xandre Planas Sauri, que, no tempo da per­se­guição contra a fé, foram dignos de se as­so­ci­arem ao com­bate sal­ví­fico de Cristo. († 1936)

11. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 700, a volta para Deus de Santa Ermemburga, princesa de Kent, que se casou com o filho do rei de Mércia, com quem teve três filhas, todas veneradas como santas. Ao ficar viúva, fundou Minster-in-Thanet, de onde foi abadessa. (M)

12. São Ponciano, papa. Ver  página 159: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Ponciano 

13. Outros santos do dia 19 de novembro: págs. 106-162: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito. 

– Sobre o dia 19 de novembro, ver ainda: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/19_de_novembro

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 18 de novembro

De­di­cação das ba­sí­licas de São Pedro e de São Paulo, Após­tolos. A pri­meira foi edi­fi­cada pelo im­pe­rador Cons­tan­tino sobre o se­pulcro de São Pedro na co­lina do Va­ti­cano e, de­te­ri­o­rada com o passar do tempo, foi res­tau­rada com maior am­pli­tude e de novo con­sa­grada neste dia. A se­gunda, edi­fi­cada pelos im­pe­ra­dores Te­o­dósio e Va­len­ti­niano junto à Via Os­ti­ense, de­pois con­su­mida por um fu­nesto in­cêndio e to­tal­mente res­tau­rada, foi de­di­cada no dia dez de De­zembro. Nesta comum co­me­mo­ração é sim­bo­li­ca­mente evo­cada a fra­ter­ni­dade dos Após­tolos e a uni­dade da Igreja. († 1626, 1854). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, a Dedicação da Basílica de São Pedro, no Vaticano, cuja “gigantesca cúpula lança sua curva exatamente sobre o túmulo do Primeiro Pastor da Igreja” (Pio XII). No mesmo dia, Dedicação da Basílica de São Paulo, na Via Óstia, construída no local do sepultamento do Apóstolo das Nações. (R). Ver páginas 119-122: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

2.   Em An­ti­o­quia, na Síria, hoje An­takya, na Tur­quia, São Romão, mártir, que, sendo diá­cono da Igreja de Ce­sa­reia, ao ver como os cris­tãos, na per­se­guição de Di­o­cle­ciano, obe­de­ciam aos seus de­cretos e se apro­xi­mavam das es­tá­tuas dos ídolos, os exortou pu­bli­ca­mente à re­sis­tência e, por isso, de­pois de cruéis tor­mentos e de lhe cor­tarem a língua, es­tran­gu­lado no cár­cere con­sumou o seu glo­rioso martírio. († 303). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Antioquia, no ano do Senhor de 303, o martírio de São Romão (ou Romano), diácono, que após ter exortado os cristãos perseguidos, morreu estrangulado na prisão. Muito venerado no Oriente, foi bem cedo conhecido no Ocidente, graças ao poeta Prudêncio e à tradução que foi feita de sua paixão. (M). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Romão_de_Antioquia

3*.   Em Le Co­lom­bier, na re­gião de Bourges, na Aqui­tânia, ter­ri­tório da ac­tual França, São Pá­troclo, pres­bí­tero, que foi ere­mita e missionário. († c. 576). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Auvergne, São Pátroclo, eremita, que voltou a Deus depois de ter passado dezoito anos em vida solitária. (M). Ver páginas 123-124: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

4*.   Na Bre­tanha Menor, também na ac­tual França, São Mau­deto, abade, que se en­tregou à vida mo­nás­tica numa ilha de­serta e, como mestre es­pi­ri­tual, reuniu muitos santos entre o nú­mero dos seus discípulos. († s. V)

5*.   Em Cou­tances, na Nêus­tria, também na ho­di­erna França, São Ro­ma­cário, bispo. († s. VI)

6*.   Na re­gião de Velay, na Aqui­tânia, hoje também na França, São Te­o­fredo, abade e mártir. († c. 752)

7.   Em Tours, na Nêus­tria, ac­tu­al­mente também na França, o pas­sa­mento de Santo Odão (também na Folhinha do Coração de Jesus, Santo Odo), abade de Cluny, que re­novou a ob­ser­vância mo­nás­tica se­gundo a Regra de São Bento e a dis­ci­plina de São Bento de Aniano. († 942). Ver páginas 106-118: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Odão_de_Clúnia

8*.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os be­atos már­tires Le­o­nardo Ki­mura, re­li­gioso da Com­pa­nhia de Jesus, André Mu­rayama To­kuan, Cosme Ta­keya, João Yoshida Shoun e Do­mingos Jorge, que, pelo nome de Cristo foram quei­mados vivos. († 1619)

9.   Em Saint Charles, ci­dade do Mis­souri, nos Es­tados Unidos da Amé­rica do Norte, Santa Fi­lipa Du­chesne, virgem, das Irmãs do Sa­grado Co­ração de Jesus, que, nas­cida na França, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa reuniu a co­mu­ni­dade re­li­giosa e, par­tindo para a Amé­rica, ali abriu muitas escolas. († 1852)

10*.   Em Cec­cano, perto de Fro­si­none, na Itália, o Beato Gri­mo­aldo da Pu­ri­fi­cação (Fer­nando San­ta­maria), re­li­gioso da Con­gre­gação da Paixão, que, quando se pre­pa­rava com fervor e ale­gria para o sa­cer­dócio, con­su­mido pela en­fer­mi­dade, morreu santamente. († 1902)

11*.   Em Wal-Ruda, lo­ca­li­dade da Po­lónia, a Beata Ca­ro­lina Koska, virgem e mártir, que, no fragor da guerra, por de­fender a sua cas­ti­dade ame­a­çada por um sol­dado, foi atra­ves­sada por uma es­pada e morreu ainda ado­les­cente por Cristo. († 1914)

12*.   Em Ma­drid, na Es­panha, as be­atas Maria do Am­paro (Maria Ga­briela Hi­jo­nosa y Na­veros) e cinco companheiras, vir­gens da Ordem da Vi­si­tação de Santa Maria e már­tires, que du­rante a per­se­guição re­li­giosa per­ma­ne­ceram en­cer­radas no mos­teiro, mas trai­ço­ei­ra­mente cap­tu­radas pelos mi­li­ci­anos e fu­zi­ladas, foram ao en­contro do Es­poso, Jesus Cristo. São estes os seus nomes: Te­resa Maria (Laura Ca­ves­tany y An­duaga), Jo­sefa Maria (Maria do Carmo Bar­rera e Iza­guirre), Maria Inês (Inês Zu­daire y Gal­deano), Maria Ân­gela (Mar­tinha Olai­zola y Ga­ra­garza) e Maria En­grácia (Jo­sefa Jo­a­quina Le­cuona y Aramburu). († 1936)

13♦.   Em Lorca, perto de Múrcia, também na Es­panha, os be­atos már­tires José Maria Cá­novas Martínez, pres­bí­tero da di­o­cese de Car­ta­gena, e cinco religiosos da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, que, du­rante a per­se­guição contra a Igreja, re­ce­beram dos ho­mens a morte, mas de Deus a vida eterna. São estes os seus nomes: Ovídio Ber­trão (Es­têvão Anun­cibay Le­tona), Her­me­ne­gildo Lou­renço (Mo­desto Sáez Man­za­nares), Lu­ciano Paulo (Ger­mano Garcia Garcia), Es­ta­nislau Vitor (Cri­só­gono Cor­dero Fer­nandez), Lou­renço Tiago (Emílio Mar­tínez de la Pera y Álava). († 1936)

14♦.   Em Pa­ra­cu­ellos de Ja­rama, pró­ximo de Ma­drid, também na Es­panha, o Beato Vidal Luís Gómara, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição der­ramou o seu sangue por Cristo. († 1936)

15. Santa Salomé de Cracóvia (também na Folhinha do Coração de Jesus)

16. Santa Maudez (também na Folhinha do Coração de Jesus),

17. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, ainda em Antioquia, pela mesma época, Santo Hesíquio, mártir. Servia no exército imperial como soldado, e havia deposto seu talabarte para indicar sua recusa em sacrificar aos ídolos. Para puni-lo, o imperador mandou que o jogassem no rio Oronte, com uma pedra amarrada no pescoço. (M)

18. Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá.

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Rosário_de_Chiquinquirá

– Ver também: https://www.acidigital.com/Maria/chiquinquira.htm   e

19. Outros santos do dia 18 de novembro: págs. 106-126: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.  

– Sobre o dia 18 de novembro, ver ainda:  https://pt.m.wikipedia.org/wiki/18_de_novembro  

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 17 de novembro

17 DE NOVEMBRO DE 2019: TERCEIRO DIA MUNDIAL DOS POBRES:

“…se deve celebrar em toda a Igreja, na ocorrência do XXXIII Domingo do Tempo Comum, o Dia Mundial dos Pobres.” Ver a “Carta Apostólica Misericordia et misera” http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/apost_letters/documents/papa-francesco-lettera-ap_20161120_misericordia-et-misera.html

– Ver: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2019-11/papa-francsico-mensagem-lourdes-pobres.html

– Ver também: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/messages/poveri/documents/papa-francesco_20190613_messaggio-iii-giornatamondiale-poveri-2019.html

– Ver ainda: https://www.a12.com/redacaoa12/dia-mundial-dos-pobres-10-pontos-marcantes-da-mensagem-do-papa-francisco

– Ver mais: https://formacao.cancaonova.com/atualidade/sociedade/o-dia-mundial-dos-pobres-instituido-pelo-papa-francisco/

Me­mória de Santa Isabel da Hungria (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, sendo muito jovem, foi dada em ca­sa­mento a Luís, land­grave da Tu­ríngia, e teve três fi­lhos; ao ficar viúva, de­pois de so­frer co­ra­jo­sa­mente muitas tri­bu­la­ções e sempre in­cli­nada à me­di­tação das re­a­li­dades ce­lestes, re­tirou-se, em Mar­burgo, ci­dade da Ale­manha, num hos­pital que ela pró­pria tinha fun­dado, onde abraçou a po­breza e se de­dicou ao cui­dado dos en­fermos e dos po­bres até ao úl­timo sus­piro da sua vida, aos vinte e cinco anos. († 1231). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Marburgo, Santa Isabel, filha do rei da Hungria e esposa de Luís, o santo Landgrave da Turíngia. Enviuvando aos vinte anos, dedicou sua vida ao serviço dos pobres, tirando do espírito franciscano o segredo da alegria perfeita em meio às provações. Morreu em 1231, vestindo o burel de terciária daquela Ordem, aos vinte e quatro anos de idade. (R). Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santa_Isabel_da_Hungria

2.   Em Ne­o­ce­sa­reia, no Ponto, hoje Niksar, na Tur­quia, São Gre­gório, bispo, que abraçou a fé cristã ainda ado­les­cente e foi pro­gre­dindo nas ci­ên­cias di­vinas e hu­manas; eleito bispo, res­plan­deceu pela sua dou­trina, vir­tudes e tra­ba­lhos apos­tó­licos e, pelos nu­me­rosos mi­la­gres que re­a­lizou, foi cha­mado “O Taumaturgo”. († c. 270). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 272, a volta para Deus de São Gregório Taumaturgo. Convertido ao cristianismo, foi mais tarde eleito bispo de Neocesaréia, sua cidade natal. Discípulo de Orígenes, impôs-se tanto pelo zelo missionário como por seu conhecimento teológico (M). Ver páginas 55-72: http://obrascatoli cas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gregório_Taumaturgo

3.   Em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, os santos Alfeu (também na Folhinha do Coração de Jesus) e Za­queu, már­tires, que, no pri­meiro ano da per­se­guição do im­pe­rador Di­o­cle­ciano, por con­fes­sarem fir­me­mente a fé num só Deus e em Jesus Cristo Rei, de­pois de so­frerem muitos tor­mentos foram con­de­nados à morte. († 303)

4.   Em Cór­dova, na His­pânia Bé­tica, Santo Acisclo, mártir. († s. IV)

5.   Em Or­leães, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, Santo Aniano, bispo, que, con­fi­ando só em Deus, cujo au­xílio in­vo­cava sem cessar com ora­ções e lá­grimas, li­bertou a sua ci­dade, as­se­diada pelos Hunos. († c. 453). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em meados do séc. V, Santo Aniano, bispo de Orléans. Na ausência de toda autoridade civil, fez-se defensor da cidade em face às hordas de Átila, colocando assim limites a esse invasor, que foi repelido, e depois vencido nos Campos Cataláunicos. (M). Ver páginas 100-101: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

6.   Em Vi­enne, na Bor­gonha, também na ac­tual França, São Na­mácio, bispo, que, além de de­sem­pe­nhar rec­ta­mente as suas fun­ções civis, go­vernou e honrou a sede episcopal. († 599)

7.   Em Tours, na Nêus­tria, hoje também na França, São Gre­gório, bispo, que su­cedeu a Santo Eu­frónio nesta sede e es­creveu em lin­guagem fiel e sim­ples uma his­tória dos Francos. († 594). Ver páginas 73-96: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gregório_de_Tours

8*.   Em Whitby, na Nor­túm­bria, ter­ri­tório da ac­tual In­gla­terra, Santa Ilda, aba­dessa, que, de­pois de abraçar a fé e re­ceber os sa­cra­mentos, quando foi no­meada para reger o mos­teiro, de tal modo se de­dicou à for­mação dos monges e das monjas na vida re­gular, à ma­nu­tenção da paz e do es­pí­rito de ca­ri­dade, ao tra­balho e à lei­tura das di­vinas Es­cri­turas, que pa­recia re­a­lizar na terra ta­refas celestes. († 680). Ver páginas 97: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

9*.   Em Re­mosch, na Récia, na ho­di­erna Suíça, São Flo­rino, pres­bí­tero, fi­el­mente de­di­cado ao mi­nis­tério paroquial. († c. 856)

10.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, São Lá­zaro, monge, nas­cido na Ar­ménia, in­signe pintor de ima­gens sa­gradas, que, ao negar-se a des­truir as suas obras, foi ator­men­tado com cruéis su­plí­cios por ordem do im­pe­rador ico­no­clasta Teó­filo e, de­pois de se apa­zi­guarem as con­tro­vér­sias sobre o de­vido culto das ima­gens, foi en­viado pelo im­pe­rador Mi­guel III a Roma para con­so­lidar a con­córdia e uni­dade de toda a Igreja. († c. 867)

11*.   Em No­vara, na Si­cília, re­gião da Itália, Santo Hugo, abade, que, en­viado por São Ber­nardo de Cla­raval, es­ta­be­leceu a Ordem Cis­ter­ci­ense nesta re­gião e na Calábria. († s. XII)

12.   Em Lin­coln, na In­gla­terra, Santo Hugo, bispo, que era monge car­tuxo quando foi cha­mado para esta sede epis­copal, onde re­a­lizou um tra­balho ex­ce­lente, tanto na de­fesa das li­ber­dades da Igreja como em li­bertar os ju­deus das mãos dos inimigos. († 1200). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, cem anos após a morte de São Bruno, a morte de São Hugo, introdutor da Cartuxa na Inglaterra. Após vinte e cinco anos de vida monástica, foi eleito bispo da Igreja de Lincoln. (M). Ver página 102-104: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

13*.   Em Cra­cóvia, na Po­lónia, a Beata Sa­lomé, rainha de Ha­licz, an­tigo reino da Eu­ropa ori­ental, que, fa­le­cido o es­poso, o rei Co­lum­bano, pro­fessou a Regra das Cla­rissas e de­sem­pe­nhou san­ta­mente o cargo de aba­dessa num mos­teiro por ela fundado. († 1268)

14.   Em Helfta, perto de Eis­leben, na Sa­xónia, o dia natal de Santa Ger­trudes, virgem, cuja me­mória se ce­lebra no dia anterior. († c. 1302)

15♦.   Em Yat­sushiro, no Japão, o Beato Leão Saisho Shichiemon, mártir. († 1608)

16.   Em As­sunção, no Pa­ra­guai, São João del Castillo, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que numa das «Re­du­ções», fun­dada neste mesmo ano por São Roque Gon­zález e con­fiado aos seus cui­dados, foi sub­me­tido a cruéis su­plí­cios por ins­ti­gação de um fei­ti­ceiro e fi­nal­mente ape­dre­jado, mor­rendo por Cristo. († 1628). São Roque González, São João del Castilho e Santo Afonso Rodrigues. Ver página 105: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

17.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os santos Jordão An­sa­lone (Ja­cinto Ansalone) e Tomás Ro­ku­zayemon Nishi, pres­bí­teros da Ordem dos Pre­ga­dores e már­tires, que tra­ba­lharam in­can­sa­vel­mente pelo Evan­gelho: o pri­meiro nas ilhas Fi­li­pinas e de­pois no Japão; o se­gundo, na ilha For­mosa e de­pois na re­gião de Na­ga­sáki. Ambos su­por­taram com ânimo in­que­bran­tável, du­rante sete dias, os cruéis tor­mentos da forca e do lo­daçal até à morte. († 1634)

18*.   Ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Lopo Se­bas­tião Hunot, pres­bí­tero de Sens e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, por ser sa­cer­dote, foi me­tido num velho barco ali an­co­rado, onde so­freu todas as tri­bu­la­ções do ca­ti­veiro e, con­su­mido pelas fe­bres, ter­minou o seu martírio. († 1794)

19*.   Em Bar­ce­lona, na Es­panha, os be­atos Eu­sébio Andrés (Eu­sébio Roldán Vi­elba), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, que, du­rante a mesma per­se­guição, no com­bate da fé co­lheu o fruto da glória eterna. († 1936)

20*.   Em Ca­paivca, ci­dade do ter­ri­tório de Kiev, na Ucrânia, o Beato Jo­safat Kocylovskyj, bispo de Pr­zemysl e mártir, que, du­rante a opressão da sua pá­tria por um re­gime hostil a Deus, en­tregou a sua alma como dis­cí­pulo fiel de Cristo. († 1947)

21. Santa Vitória (também na Folhinha do Coração de Jesus)

22. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 264, São Dionísio, bispo de Alexandria. Discípulo de Orígenes e escritor, confessou sua fé durante as perseguições de Décio e de Valeriano, e morreu no exílio. (M). Ver páginas 98-99: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

23. Outros santos do dia 17 de novembro: págs. 55-105: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.  

– Sobre o dia 17 de novembro, ver ainda:  https://pt.m.wikipedia.org/wiki/17_de_novembro

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 16 de novembro

Santa Mar­ga­rida (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, nas­cida na Hun­gria e ca­sada com Malcom III, rei da Es­cócia, deu à luz oito fi­lhos e foi su­ma­mente so­lí­cita pelo reino e pela Igreja; aliava à oração e je­juns a ge­ne­ro­si­dade para com os po­bres, dando assim exemplo ad­mi­rável de es­posa, mãe e rainha. († 1093). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no castelo de Edimburgo, no ano de 1093, Santa Margarida, rainha da Escócia. Com grande consciência, dirigiu a educação humana e cristã de seus muitos filhos, sem negligenciar os deveres de soberana que a levaram, juntamente com o marido, a sustentar a expansão cultural de seu reino. (R). Ver páginas 181-192- vol. X – VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Edição atualizada por JANNART MOUTINHO RIBEIRO – SOB A SUPERVISÃO DO PROF. A. DELLA NINA (BACHAREL EM FILOSOFIA) – EDITÔRA DAS AMÉRICAS -1959.

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Margarida_da_Escócia_(santa)

Santa Ger­trudes (também na Folhinha do Coração de Jesus), ape­li­dada «Magna», virgem, que se de­dicou com fervor e per­sis­tência, já desde a in­fância, à so­lidão e ao es­tudo das le­tras e, con­ver­tida to­tal­mente a Deus, in­gressou no mos­teiro cis­ter­ci­ense de Helfta, pró­ximo de Eis­leben, na Sa­xónia, re­gião da Ale­manha, onde pro­grediu de modo ad­mi­rável no ca­minho da per­feição, con­sa­grando-se à oração e con­tem­plação de Cristo cru­ci­fi­cado. Morreu no dia de­zas­sete deste mês. († c. 1302). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santa Gertrudes, a Grande, monja beneditina que voltou para Deus em 1302. Tendo entrado muito jovem no mosteiro de Helfta, na Saxônia, lá recebeu uma sólida formação humanística e teológica, sob a direção de Santa Mectildes. Privilegiada desde os seus vinte e cinco anos com graças místicas, dedicou-se à propagação da celebração litúrgica do Coração de Jesus e à meditação das Escrituras. (R).  Ver páginas 21-24: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gertrudes_de_Helfta

3.   Em Cápua, na Cam­pânia, re­gião da Itália, os santos Agos­tinho e Fe­li­ci­dade, már­tires, que, se­gundo a tra­dição, pa­de­ceram no tempo do im­pe­rador Décio. († c. 250)

4*.   Em Déols, na re­gião de Bourges, na Gália, hoje na França, a co­me­mo­ração dos santos Le­o­cádio e Lusor; o pri­meiro, sendo se­nador das Gá­lias e ainda pagão, re­cebeu os pri­meiros arautos da fé cristã neste ter­ri­tório e con­verteu em igreja a sua pró­pria casa; o se­gundo, seu filho, diz-se que fa­leceu quando ainda le­vava as vestes brancas do Baptismo. († s. IV)

5.   Em Lião, também na Gália, Santo Euquério, que, per­ten­cendo à ordem se­na­to­rial, se re­tirou com a sua fa­mília para a vida as­cé­tica numa ilha pró­xima de Lé­rins; e de­pois, eleito bispo de Lião, es­creveu muitas Pai­xões dos santos mártires. († 449). Ver páginas 49-50: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Euquério_de_Lugduno  

6*.   No ter­ri­tório dos Hel­vé­cios, na ho­di­erna Suíça, Santo Ote­maro, abade, que, no local onde São Galo cons­truíra uma cela, fundou um pe­queno hos­pital para le­prosos e um ce­nóbio sob a regra de São Bento e, por de­fender os di­reitos destas ins­ti­tui­ções, foi de­por­tado por vi­zi­nhos po­de­rosos para uma ilha do Reno, onde morreu exilado. († 759). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano de 759, Santo Otmar, abade de Saint-Gall, que preferiu deixar-se expulsar de seu mosteiro a resistir e responder às calúnias de invejosos (M).

7*.   No mos­teiro de Cava de’ Tir­réni, na Cam­pânia, re­gião da Itália, o Beato Si­meão, abade. († 1141)

8.   Em Soisy-Bouy, perto de Pro­vins, na França, o pas­sa­mento de Santo Ed­mundo Rich, bispo de Can­tuária, que, des­ter­rado por de­fender os di­reitos da Igreja, se re­fu­giou no mos­teiro cis­ter­ci­ense de Pon­tigny, onde levou uma vida santa até à sua Bmorte. († 1240). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, a volta para Deus de Santo Edmundo. Depois de ter estudado no País de Gales e ensinado em Oxford, foi eleito arcebispo de Cantuária. Grande defensor da liberdade da Igreja, foi por essa razão exilado, e morreu em 1240 junto com os Cônegos Agostinianos de Soissy-en-Brie, que o haviam acolhido. Foi enterrado na abadia cisterciense de Pontigny, que amava muito. (M). Ver páginas 36-48: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

9*.   Em Assis, na Úm­bria, re­gião da Itália, no con­vento de São Da­mião, Santa Inês, virgem, que, na flor da ju­ven­tude, se­guindo sua irmã Santa Clara, abraçou de todo o co­ração a po­breza sob a di­recção de São Francisco. († 1253). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Assis, Santa Inês, abadessa. Seguiu a sua irmã mais jovem, Santa Clara, no caminho da pobreza e da humildade franciscanas. Dirigiu um mosteiro em Florença sob o signo da compaixão, e voltou para morrer em São Damião, de acordo com seu mais ardente desejo. (X). Ver páginas 51-52: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

10*.   Em York, na In­gla­terra, o Beato Edu­ardo Osbaldeston, pres­bí­tero de Len­castre e mártir, que, de­pois de ter es­tu­dado no Co­légio dos In­gleses de Reims, foi con­de­nado à morte e en­for­cado no rei­nado de Isabel I, ao re­gressar à In­gla­terra como sacerdote. († 1594)

11. Santo Elpídio (também na Folhinha do Coração de Jesus)

12. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VIII, Santo Emiliano de Vannes, eremita. Um mosteiro beneditino foi instalado sobre os lugares santificados por sua presença, na diocese de Bordeaux. (X)

13. Outros santos do dia 16 de novembro: págs. 36-54: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 16 de novembro, ver ainda:  https://pt.m.wikipedia.org/wiki/16_de_novembro

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 15 de novembro

Santo Al­berto (também na Folhinha do Coração de Jesus), ape­li­dado Magno, bispo e doutor da Igreja, que, tendo in­gres­sado na Ordem dos Pre­ga­dores em Paris, en­sinou com a sua pa­lavra e es­critos as dis­ci­plinas fi­lo­só­ficas e te­o­ló­gicas; foi mestre de São Tomás de Aquino, con­ci­li­ando ad­mi­ra­vel­mente a sa­be­doria dos santos com as ci­ên­cias hu­manas e na­tu­rais. Aceitou cons­tran­gido a sede epis­copal de Ra­tis­bona, onde pôs todo o seu em­penho em es­ta­be­lecer a paz entre os povos; mas, pas­sado um ano, pre­feriu a po­breza da Ordem a todo o gé­nero de honra e morreu san­ta­mente em Co­lónia, na Lo­ta­ríngia, ac­tu­al­mente na Alemanha. († 1280). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1280, o nascimento no céu de Santo Alberto Magno, bispo e Doutor da Igreja. Nascido na Baviera, entrou para a Ordem dos Pregadores, e depois ensinou em Colônia, Paris e na Itália, e teve entre seus discípulos Frei Tomás de Aquino. Por seus notáveis trabalhos científicos e filosóficos, demonstrou que a homenagem da fé era conforme à razão, procedentes do mesmo Deus, fonte única da natureza e da graça. Pio XII o proclamou padroeiro celeste de todos os que estudam as ciências naturais. (R). Ver páginas 31-33: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf  

2.   Em Hi­pona, na Nu­mídia, hoje An­naba, na Ar­gélia, os santos vinte mártires, cuja fé e vi­tória foi exal­tada por Santo Agos­tinho; deles apenas se re­cordam os nomes de Fi­den­ciano (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, Va­le­riana e Vi­tória. († s. III/IV)

3.   Em Edessa, na re­gião do Os­roene, na ac­tual Tur­quia, os santos már­tires Gúria, as­ceta, e Sa­monas, que, no tempo do im­pe­rador Di­o­cle­ciano, de­pois de longos e cruéis tor­mentos, foram con­de­nados à morte pelo pre­feito Mi­siano e degolados. († 306). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Edessa, na Síria, no final do séc. III, a paixão dos Santos Guria e Chamuna, que responderam a seus perseguidores: “Nossa fé pertence a Cristo. Ele é nossa vida e a ele sacrificamos os nossos corpos. Permaneceremos fiéis até o fim!” Na mesma cidade, o diácono Habib, que foi queimado vivo em 322. Suas cinzas foram colocadas junto aos corpos dos dois mártires precedentes, e a festa dos três “Confessores” passou da Igreja de Edessa para as Igrejas do Oriente e da Grécia. (M)

4*.   Em Nola, na Cam­pânia, re­gião da Itália, São Félix, de cujo mi­nis­tério pas­toral e culto se honra a cidade. († s. IV/V)

5.   Na Bre­tanha Menor, ter­ri­tório da ac­tual França, São Ma­clóvio ou Ma­cuto, bispo de Aleth, que, se­gundo a tra­dição, nasceu no País de Gales e morreu em Saintes. († c. 640). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 640, São Malô.  Monge originário do país de Gales, tornou-se o primeiro bispo de Aleth, cidade da Bretanha que mais tarde tomou seu nome (M).

6*.   Em Cahors, na Aqui­tânia, também na ho­di­erna França, São De­si­dério, bispo, que cons­truiu muitas igrejas e mos­teiros, bem como edi­fí­cios de uti­li­dade pú­blica, sem nunca des­curar a pre­pa­ração das almas para o ce­leste Es­poso, como ver­da­deiros tem­plos de Cristo. († 655)

7*.   No monte Irs­chen­berg, na Ba­viera, ter­ri­tório da ac­tual Ale­manha, os santos Ma­rinho, bispo, e Aniano, mártires. († s. VII/VIII)

8*.   Em Ruão, na Nêus­tria, ac­tu­al­mente na França, São Si­dónio, abade, que, oriundo da Ir­landa, se­guiu a vida mo­nás­tica, pri­meiro em Jumièges e de­pois em Noir­mou­tier, sob a di­recção de São Fi­li­berto, e fi­nal­mente no mos­teiro de Saint-Saens por ele fundado. († d. 684)

9*.   Em Rheinau, entre os Hel­vé­cios, na ac­tual Suíça, São Fin­tano, que, pro­ce­dente também da Ir­landa, viveu muito tempo num mos­teiro e mais tempo ainda numa pe­quena cela junto da igreja, como re­cluso por amor de Deus. († c. 878).Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 878, a volta para Deus de São Fintano, monge irlandês, que viveu por vinte e dois anos como recluso próximo à abadia de Rheinau, perto de Basiléia. (X)

10.   No ce­nóbio de Klos­ter­neu­burg, na Áus­tria, o se­pul­ta­mento de São Le­o­poldo, mar­grave desta nação, ve­ne­rado, ainda em vida, com o so­bre­nome «Pi­e­doso», que foi pro­motor da paz e amigo dos po­bres e do clero. († 1136). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1136, São Leopoldo III, padroeiro da Áustria católica. Introduziu o monaquismo cisterciense em seu país e fundou a abadia beneditina de Mariazell. Seu corpo repousa no mosteiro de Klosterneuburg. (M). Ver páginas 25-26: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

11*.   Em Re­a­ding, na In­gla­terra, os be­atos már­tires Hugo Fa­ringdon (Hugo Cook), abade da Ordem de São Bento, João Eynon e João Rugg, pres­bí­teros, que, por se oporem te­naz­mente ao rei Hen­rique VIII na sua rei­vin­di­cação de ter a au­to­ri­dade sobre a Igreja, foram acu­sados de traição e, em frente do mos­teiro, en­for­cados e esquartejados. († 1539)

12*.   Em Glas­ton­bury, também na In­gla­terra, os be­atos már­tires Ri­cardo Whiting, abade, Ro­gério James e João Thorne, pres­bí­teros da Ordem de São Bento, que, fal­sa­mente acu­sados de traição e sa­cri­légio, du­rante o mesmo rei­nado so­freram os mesmos suplícios. († 1539)

13*.   Em Fer­rara, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, a Beata Lúcia Broccadélli, re­li­giosa, que, tanto na vida ma­tri­mo­nial como no mos­teiro da Ordem Ter­ceira de São Do­mingos, su­portou com pa­ci­ência muitas dores e humilhações. († 1544)

14*.   Em Na­ga­záki, no Japão, o Beato Caio Coreano, mártir, que, sendo ca­te­quista, pela con­fissão da sua fé em Cristo foi con­de­nado à fogueira. († 1624)

15.   Em Caaró, lo­ca­li­dade do Pa­ra­guai, os santos Roque Gon­zález e Afonso Ro­drí­guez, pres­bí­teros da Com­pa­nhia de Jesus e már­tires, que apro­xi­maram de Cristo os povos in­dí­genas aban­do­nados, fun­dando as cha­madas «re­du­ções», onde as­so­ci­aram li­vre­mente as artes e a vida so­cial com a vida cristã; por isso foram as­sas­si­nados à traição por um si­cário adicto a artes mágicas. († 1628)

16.   Em Roma, São José Pig­na­télli, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus, que tra­ba­lhou muito para a res­tau­ração da Ordem quase ex­tinta e se dis­tin­guiu pela sua ca­ri­dade, hu­mil­dade e in­te­gri­dade de vida, pro­cu­rando sempre a maior glória de Deus. († 1811)

17.   Em Mengo, lo­ca­li­dade do Uganda, São José Mkasa Ba­li­kud­dembé, mártir, que, sendo mor­domo do pa­lácio real, de­pois de re­ceber o Bap­tismo, ga­nhou para Cristo muitos jo­vens e de­fendeu as cri­anças pa­la­ci­anas das pai­xões vi­ci­osas do rei Mwenga; por isso, com vinte e cinco anos de idade, foi de­go­lado por ordem do rei en­fu­re­cido, que fez dele a pri­meira ví­tima da sua perseguição. († 1885)

18*.   Em San­remo, na Li­gúria, re­gião da Itália, a Beata Maria da Paixão (He­lena de Chap­potin de Neu­ville), virgem, que, pro­fun­da­mente en­tu­si­as­mada com a hu­mil­dade e sim­pli­ci­dade de São Fran­cisco, fundou as Irmãs Fran­cis­canas Mis­si­o­ná­rias de Maria e teve sempre a pre­o­cu­pação de de­fender a con­dição das mu­lheres nas terras de missão. († 1904)

19.   Em Wa­dowice, na Po­lónia, São Ra­fael de São José (José Ka­li­nowski), pres­bí­tero, que, na in­sur­reição do povo contra o opressor du­rante a guerra, foi cap­tu­rado pelos ini­migos e de­por­tado para a Si­béria, onde so­freu muitas tri­bu­la­ções e, re­cu­pe­rada a li­ber­dade, in­gressou na Ordem dos Car­me­litas Des­calços, que muito promoveu. († 1907). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1835 nasceu em Vilna, na Polônia, São Rafael de São José Kalinowski. Abraçou a carreira militar, tendo se formado em engenharia. Saiu de uma crise religiosa lendo as Confissões de Santo Agostinho. Em 1863 abandonou o exército russo, que oprimia a Polônia, e foi nomeado Ministro da Guerra do exército polonês clandestino. Preso, foi condenado a dez anos de trabalhos forçados na Sibéria. De volta, tornou-se Carmelita Descalço, e morreu com fama de santidade. João Paulo II o beatificou e depois canonizou em 17 de novembro de 1991, no IV centenário da morte de São João da Cruz.

20♦.   Em Álora, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Má­laga, na Es­panha, o Beato João Du­arte Martin, diá­cono da di­o­cese de Má­laga e mártir, que, der­ra­mando o seu sangue por Cristo al­cançou a re­com­pensa pro­me­tida aos que per­se­veram na fé. († 1936)

21♦.   Em Al­mansa, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Al­ba­cete, também na Es­panha, o Beato Mi­guel Abdão Sénen Díaz Sánchez, pres­bí­tero di­o­ce­sano de Orihuela e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição re­li­giosa, imi­tando a paixão de Cristo, me­receu al­cançar o prémio eterno. († 1936)

22. São João Licci (também na Folhinha do Coração de Jesus)

23. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VII, São Pavino, abade, considerado o fundador do mosteiro de Santa Maria, situado nos subúrbios de Le Mans, que tornou-se no séc. XII, priorado dependente da abadia de Evron. A nova igreja de São Pavino ainda guarda o seu túmulo. (X)

24. São Baruc, Antigo Testamento. Ver páginas 27-30: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

25. Santo Eugênio de Toledo. Ver página 33: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

26. Outros santos do dia 15 de novembro: págs. 21-35: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XVII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 15 de novembro, ver ainda: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/15_de_novembro

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 14 de novembro

1.   Em He­ra­cleia, na Trácia, hoje Már­mara, na Tur­quia, São Teó­doto, mártir. († c. s. III). Também São Clementino e São Filomeno (também na Folhinha do Coração de Jesus). http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

2.   Em Gangra, na Pa­fla­gónia, hoje Trabzon, também na Tur­quia, Santo Hi­pácio, bispo, que morreu mártir, la­pi­dado num ca­minho pelos he­reges novacianos. († s. IV)

3.   Em Avi­nhão, na Pro­vença, ter­ri­tório da ac­tual França, São Rufo, con­si­de­rado o pri­meiro que pre­sidiu à co­mu­ni­dade cristã deste lugar. († s. IV)

4*.   Na ilha de Bardsey, no li­toral da Câm­bria se­ten­tri­onal, hoje País de Gales, São Du­brício, bispo e abade. († s. VI)

5*.   Em Traú, na Dal­mácia, na ho­di­erna Croácia, São João, bispo, que, sendo ere­mita no mos­teiro ca­mal­du­lense de Osor, foi or­de­nado bispo e de­fendeu com êxito a ci­dade do as­salto do rei Colomano. († c. 1111)

6.   Na lo­ca­li­dade de Eu, na Nor­mandia, re­gião da França, o pas­sa­mento de São Lou­renço O’Toole (Lorcan Ua Tu­athail), bispo de Du­blin, que, no meio das di­fi­cul­dades do seu tempo, pro­moveu vi­go­ro­sa­mente a dis­ci­plina re­gular da Igreja e pro­curou es­ta­be­lecer a con­córdia entre os prín­cipes; quando re­gres­sava de uma vi­sita a Hen­rique II, rei da In­gla­terra, chegou às ale­grias da paz eterna. (†1180). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1180, São Lourenço. Primo do Rei de Leinster, foi sucessivamente abade de Glandalough e arcebispo de Dublin. Legado do Papa na Irlanda, reformou a Igreja de seu país e morreu em uma missão junto ao rei da Inglaterra. (M). Ver páginas 9-16: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

7*.   No ce­nóbio de Santa Maria de Gualdo Ma­zocca, pró­ximo de Cam­po­basso, na Itália, o Beato João de Tufara, eremita. († 1170)

8*.   Em Mariënga­arde, na Frísia, na ho­di­erna Ho­landa, São Si­ardo, abade da Ordem Pre­mons­tra­tense, me­mo­rável pela sua ob­ser­vância re­gular e pela sua ge­ne­ro­si­dade para com os pobres. († 1230)

9*.   Em Argel, na África se­ten­tri­onal, hoje na Ar­gélia, São Se­ra­pião, o pri­meiro membro da Ordem de Nossa Se­nhora das Mercês para a re­denção dos fiéis ca­tivos e a pre­gação da fé cristã que me­receu a palma do martírio. († 1240). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Argel, em 1240, o Bem-Aventurado Serapião, religioso da Ordem de Nossa Senhora das Mercês. Testemunha da caridade de Cristo em terras do Islão, deu sua vida para resgatar a liberdade de seus irmãos cristãos. (M)

10.   Em Je­ru­salém, os santos Ni­colau Ta­velic (também na Folhinha do Coração de Jesus), Deus­dado Ari­bert, Es­têvão de Cúneo e Pedro de Nar­bona, pres­bí­teros da Ordem dos Me­nores e már­tires, que, por pre­garem li­vre­mente na praça pú­blica a re­li­gião cristã aos Sar­ra­cenos e con­fes­sarem per­se­ve­ran­te­mente a fé em Cristo, Filho de Deus, foram quei­mados vivos. († 1391)

11*.   Em Các­camo, na Si­cília, re­gião da Itália, o Beato João Líccio, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, emi­nente pela sua in­fa­ti­gável ca­ri­dade para com o pró­ximo, pro­pa­gação da re­ci­tação do Ro­sário e ob­ser­vância da dis­ci­plina re­gular, que des­cansou no Se­nhor aos cento e onze anos de idade. († 1511)

12♦.   Em Ikit­suki, ci­dade da pro­víncia de Na­ga­sáki, no Japão, os be­atos Gaspar Nishi Genka, sua esposa Úr­sula Nishi e seu filho João Nishi Mataishi, mártires. († 1609)

13.   Na for­ta­leza de Binh Dinh, na Co­chin­china, ac­tu­al­mente no Vi­etnam, Santo Es­têvão Te­o­doro Cuénot, bispo, da So­ci­e­dade das Mis­sões Es­tran­geiras de Paris mártir, que, de­pois de vinte e cinco anos de tra­balho apos­tó­lico, du­rante a feroz per­se­guição do im­pe­rador Tu Duc contra os cris­tãos, foi lan­çado a um es­tá­bulo de ele­fantes, onde morreu con­su­mido pelos sofrimentos. († 1861). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1861, o martírio do Bem-Aventurado Estêvão Teodoro Guenot, das Missões Estrangeiras de Paris, bispo coadjutor da Clochinchina. Excelente administrador e apóstolo zeloso, foi detido durante a perseguição desencadeada pelo imperador Tu-Doc. Mantido preso numa jaula, morreu de doença algumas semanas antes do dia em que seria supliciado e decapitado. (X)

14♦.   Em Nysa, na Prússia, hoje na Po­lónia, a Beata María Luísa Merkert, virgem, co-fun­da­dora da Con­gre­gação das Irmãs de Santa Isabel. († 1872)

15♦.   Em Flo­rença, na Itália, a Beata Maria Te­resa de Jesus (Maria Scrílli), virgem da Ordem das Car­me­litas, fun­da­dora do Ins­ti­tuto das Irmãs de Nossa Se­nhora do Carmo. († 1889)

16♦.   Em Bréscia, também na Itália, o Beato Moisés Tovíni, pres­bí­tero da di­o­cese de Bréscia. († 1889)

17. Santa Veneranda (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver página 20: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

18. Santa Adaltrudes ou Adeltrudes, mãe de São Geraldo, conde de Aurillac (lembrado em 13 de outubro). Ver pág. 19:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: ]https://www.arautos.org/secoes/servicos/santodia/sao-geraldo-conde-de-aurillac-140244

– Ver ainda: https://www.google.com/search?sxsrf=ACYBGNTtURFKDRS7TkT-CU7P04u_KYOYQQ%3A1573677046700&ei=9mfMXe2tKoqy5OUPo_el2AY&q=Vida+de+S%C3%A3o+Geraldo+por+Santo+Odon+de+Cluny&oq=Vida+de+S%C3%A3o+Geraldo+por+Santo+Odon+de+Cluny&gs_l=psy-ab.3…3148.17029..17344…8.1..0.165.6167.0j47……0….1..gws-wiz…….0i71j35i39j0j0i67j0i131j35i39i19j0i131i67j0i13j0i13i30j0i22i30j0i13i10i30j0i10j0i333j0i22i10i30j33i22i29i30j33i160.nbPsJXCp2Jk&ved=0ahUKEwjtgPDqg-jlAhUKGbkGHaN7CWsQ4dUDCAs&uact=5 

19. Outros santos do dia 14 de novembro: págs. 9-20: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                 Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XVII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 14 de novembro, ver ainda: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/14_de_novembro sxwn

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular

Santas e Santos de 13 de novembro

1.   Em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, a paixão dos santos már­tires An­to­nino, Ni­cé­foro, Ze­bina, Ger­mano e Má­nata, virgem. Esta úl­tima, no tempo do im­pe­rador Ga­lério Ma­xi­mino, de­pois de ser açoi­tada, foi quei­mada viva; os ou­tros, porque cen­su­raram in­tré­pida e cla­ra­mente a im­pi­e­dade do pre­feito Fir­mi­liano por ofe­recer sa­cri­fí­cios aos deuses, foram decapitados. († 308)

2.   Em Aix-en-Pro­vence, na Gália Nar­bo­nense, na ho­di­erna França, São Mí­trio, que, apesar da sua con­dição de es­cravo, saiu deste mundo livre pela jus­tiça em Cristo. († s. IV)

3.   Em Tours, na Gália Li­o­nense, também na ac­tual França, São Brício, bispo, dis­cí­pulo de São Mar­tinho, que foi su­cessor do seu mestre e du­rante qua­renta e sete anos en­frentou muitas adversidades. († 444). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 444, São Brício, quarto sucessor de São Martinho na Sé episcopal de Tours, a serviço da qual permaneceu por quarenta e sete anos. (M)

4.   Na África Pro­con­sular, a co­me­mo­ração dos santos már­tires his­panos Ar­cádio, Pas­cásio, Probo e Eu­ti­quiano, que, por não que­rerem de­ci­di­da­mente aderir à he­resia ariana, por ordem de Gen­se­rico foram pros­critos, de­pois exi­lados e ator­men­tados com atrozes su­plí­cios e fi­nal­mente as­sas­si­nados com vá­rios gé­nero de morte. Então também o pe­queno Pau­lilo, irmão de Pas­cásio e de Eu­ti­quiano, com ad­mi­rável cons­tância, não per­mi­tindo ser se­pa­rado da fé ca­tó­lica, foi lon­ga­mente açoi­tado e con­de­nado à mais vil escravidão. († 473). Ver páginas 413-414: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

5*.   Em Vi­enne, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, São Le­o­niano, abade, que, tra­zido da Pa­nónia ca­tivo para esta re­gião por gente ini­miga, di­rigiu san­ta­mente monges e monjas du­rante mais de qua­renta anos, pri­meiro em Autun e de­pois em Vienne. († c. 518)

6.   Em Ar­vena, na Aqui­tânia, hoje Cler­mont-Fer­rand, na França, São Quin­ciano, bispo, que ocupou a sede de Rodez, mas de­pois, exi­lado pelos godos, foi no­meado bispo desta cidade. († c. 525). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 525 a volta para Deus de São Quintiano, bispo de Rodez. Homem bom e enérgico ao mesmo tempo, sofreu perseguição por haver confessado a divindade do Verbo. (M)

7*.   Em Città di Cas­tello, na Úm­bria, re­gião da Itália, a co­me­mo­ração dos santos Flo­rêncio, bispo, de cuja dou­trina fiel e vida santa dá tes­te­munho o papa São Gre­gório Magno, e de Santo Amâncio, seu pres­bí­tero, ad­mi­rável na sua ca­ri­dade para com os en­fermos e em todas as virtudes.  († s. VI)

8*.   Em Rodez, na Aqui­tânia, na ho­di­erna França, São Dal­mácio, bispo, cuja ca­ri­dade para com os po­bres é lou­vada por São Gre­gório de Tours. († c. 580)

9*.   No vale de Suze, entre os Hel­vé­cios, na ac­tual Suíça, Santo Hi­mério, ere­mita, que pregou o Evan­gelho nesta região. († c. 612)

10.   Em To­ledo, ci­dade da Es­panha, Santo Eu­génio (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que se de­dicou ao or­de­na­mento da sa­grada liturgia. († c. 657). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 657, Santo Eugênio. Monge de Saragoça, nomeado contra a sua vontade arcebispo de Toledo, presidiu a quatro concílios que tiveram lugar em sua cidade episcopal. (M)

11*.   Na re­gião de Cam­brai, na Gália, hoje na França, Santa Ma­xe­lendes, virgem e mártir, que, se­gundo a tra­dição, es­co­lhendo a Cristo como seu es­poso e re­cu­sando o homem a quem seus pais a ti­nham pro­me­tido, foi por ele morta ao fio da espada. († 670)

12.   Em Roma, junto de São Pedro, São Ni­colau I, papa, que se dis­tin­guiu pela sua energia apos­tó­lica em con­firmar a au­to­ri­dade do Ro­mano Pon­tí­fice em toda a Igreja de Deus. († c. 867). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano de 867, o sepultamento de São Nicolau I, papa. Dotado de uma personalidade brilhante, garantiu a liberdade da Igreja em face aos dois imperadores então no poder: Miguel, no Oriente e Lotário, no Ocidente. (M). Ver páginas 369-408: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

13*.   No mos­teiro de La Réole, na Gas­conha da França, o pas­sa­mento de Santo Abão, abade de Fleury, ad­mi­ra­vel­mente ins­truído na Sa­grada Es­cri­tura e nas le­tras hu­manas, que, por de­fender a dis­ci­plina mo­nás­tica e fo­mentar ar­do­ro­sa­mente a paz, morreu tres­pas­sado por uma lança. († 1004). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1004, a morte de Santo Abão, abade de Fleury-sur-Loire, que morreu tentando restaurar a observância monástica no priorado de La Réole, na Aquitânia. (X)

14*.   Em Ivrea, no Pi­e­monte, re­gião da Itália, a co­me­mo­ração do Beato Var­mundo, bispo, ilustre pela sua fé viva, pi­e­dade e hu­mil­dade, que de­fendeu das in­sí­dias dos po­de­rosos a li­ber­dade da Igreja, cons­truiu a ca­te­dral, fo­mentou a vida mo­nás­tica e ins­ti­tuiu uma es­cola episcopal. († c. 1010/1014)

15.   Em Cre­mona, na Lom­bardia, também re­gião da Itália, Santo Ho­mo­bono, um co­mer­ci­ante que se tornou me­mo­rável pela sua ca­ri­dade para com os po­bres, por aco­lher e educar as cri­anças aban­do­nadas e fo­mentar a paz entre as famílias. († 1197). Ver páginas 409-411: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

16.   Em Roma, Santa Agos­tinha Pietrantóni (Lívia Pi­e­tran­tóni), virgem da Con­gre­gação das Irmãs da Ca­ri­dade, que se de­dicou com ge­ne­ro­si­dade cristã ao cui­dado dos le­prosos no hos­pital do Es­pí­rito Santo, onde morreu apu­nha­lada por um en­fermo num ataque de furor homicida. († 1894)

17*.   Em Simat de Vall­digna, na re­gião de Va­lência, na Es­panha, o Beato João Gonga Martínez, mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a fé, der­ramou o seu sangue por Cristo. († 1936)

18*.   Em Por­ti­chol de Ta­vernes, perto de Car­cai­xent, na mesma re­gião da Es­panha, a Beata Maria do Pa­tro­cínio de São João (Maria Cinta As­sunção Giner Gomis), virgem do Ins­ti­tuto das Irmãs de Maria Ima­cu­lada Mis­si­o­ná­rias Cla­re­ti­anas e mártir, que na mesma per­se­guição no com­bate da fé al­cançou a vida eterna. († 1936)

19♦.   Em Halle an der Saale, na Sa­xónia, re­gião da Ale­manha, o Beato Carlos Lampert, pres­bí­tero e mártir, que de­pois de ter sido en­car­ce­rado três vezes por um re­gime inu­mano e hostil à re­li­gião, foi fi­nal­mente de­ca­pi­tado em ódio à fé cristã e ao sacerdócio. († 1944)

20*.   Em Sófia, na Bul­gária, os be­atos Pedro Vicev, Paulo (José Dzidzov) e Jo­safat Siskov (Ro­berto Ma­teus Siskov), pres­bí­teros da Con­gre­gação dos Agos­ti­nhos da As­sunção, que, no tempo de um re­gime hostil a Deus, acu­sados fal­sa­mente de traição e en­car­ce­rados por serem cris­tãos, me­re­ceram re­ceber pela sua morte o prémio pro­me­tido aos fiéis dis­cí­pulos de Cristo. († 1952)

21. São Diogo de Alcalá (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver páginas 412-413: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf  

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Diogo_de_Alcalá

22. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, São Didácio, franciscano espanhol, missionário nas Ilhas Canárias, que cumpriu suas humildes tarefas na fé e na caridade. Adormeceu no Senhor em 1463. (M)

23. Outros santos do dia 13 de novembro: págs. 369-414: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf  Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XVII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores e Santas virgens.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre o dia 13 de novembro, ver ainda: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/13_de_novembro

BIBLIOGRAFIA e DIVERSOS

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para  Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular