Santas e Santos de 29 de julho

DESTAQUE DE 29 DE JULHO: NOSSA SENHORA DA AJUDA

NOSSA SENHORA DA AJUDA. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, celebração de Nossa Senhora da Ajuda, reverenciada em diversas dioceses brasileiras em 29 de julho.

– Conforme o Diretório de Liturgia de 2021, dia 29 de julho, na Diocese Teixeira de Freitas – Caravelas, NOSSA SENHORA DA AJUDA, Padroeira diocesana secundária.

Festa, conforme alguns textos, em dia diferente: 15 de agosto. Ver: “… O culto a Nossa Senhora é bíblico, é teológico, é litúrgico, é pastoral e é devocional. É necessário para a vivência da fé cristã, mas nunca deve lhe ser prestado por mero devocionalismo. Ou sentimentalismo. Sem dúvida, comover-se com as aflições dos outros, sensibilizar-se com seus sofrimentos e ajudar as pessoas necessitadas é sinal de solidariedade, enobrece o caráter humano. Entretanto, quando se trata de viver a fé cristã não bastam emoções. Se vivida apenas com emoções, a fé não resiste às dúvidas, às incertezas e provações. O título Nossa Senhora da Ajuda foi atribuído à Maria tendo presente essa convicção profunda. Estaria relacionado antes de tudo à agonia de Cristo no Calvário. Lá estava ela, de pé, a mulher forte, a mãe à qual o Filho legou seus discípulos para que ela os ajudasse. A Virgem Maria associada ao sofrimento de Jesus é nossa intercessora pelos méritos dele junto a Deus Pai. Ela recebeu dele o poder de nos ajudar em situações difíceis, angustiosas, incertas, sofridas ou perigosas. Esta “ajuda” é-lhe pedida também através de outras invocações como: Perpétuo Socorro, Auxiliadora, Amparo, Livramento, Mercês, Bom Sucesso, Desatadora de nós e outras mais…

… Segundo a História os navegadores e as caravelas reais enfrentavam grandes perigos e desafios na travessia de mares e oceanos. Na Idade Média, reis, capitães de esquadras mercantes, descobridores, colocavam suas naus em expedições ou em batalhas navais, sob a proteção de Maria invocada como: Nossa Senhora da Ajuda. Faziam-se celebrações e festejos, seja na partida, seja na chegada das embarcações aos portos. Esta foi a origem de muitas igrejas ou capelas construídas na orla marítima da Europa. No início das grandes expedições marítimas do século XVI, o culto a Nossa Senhora da Ajuda chegou ao Brasil-Colônia por devoção de cinco padres jesuítas. Em 1549 eles integraram a comitiva do Governador Geral do Brasil, Tomé de Souza. Trouxeram consigo uma bonita imagem da Virgem medindo uns 30 cm. e se estabeleceram no litoral sul da Bahia onde construíram a capela em honra de Nossa Senhora da Ajuda. Aí nasceu o povoado, hoje distrito de Porto Seguro com o nome de Arraial da Ajuda e lugar turístico. Conta a tradição que os jesuítas após inúmeras tentativas não encontravam água potável. Pediram então a ajuda da Mãe de Deus para erguer a capela em sua honra. Enquanto era celebrada a missa surgiu misteriosa e mansamente uma fonte de água viva sob uma árvore ali perto. Não poucos autores deixaram relatado o fato que logo foi se espalhando da Bahia para São Paulo, inclusive no testemunho do Beato José de Anchieta -SJ. O santuário de Nossa Senhora da Ajuda é tido como o mais antigo do Brasil. Foi confiado aos cuidados pastorais dos Padres Redentoristas. A festa tradicional é celebrada solenemente no dia 15 de agosto. Pe. Antonio Clayton Sant´Anna, C.Ss.R.”: https://www.a12.com/academia/artigos/nossa-senhora-da-ajuda-1

– Ver ainda: http://www.lendarium.org/narrative/lenda-de-nossa-senhora-da-ajuda/?tag=1146 e http://oquefazernabahia.com/2017/10/25/cachoeira-tera-17-dias-de-festa-em-homenagem-nossa-senhora-dajuda/

– Ver também “… Nossa Senhora da Ajuda é uma das diversas invocações de Maria, mãe de Jesus. O culto teve início em Portugal durante a Idade Média, sendo particularmente associado a uma ermida que se localizava na praia do Restelo, nas proximidades de Lisboa, onde havia uma imagem de Nossa Senhora que era objeto da devoção de marinheiros e soldados. De Portugal, a invocação foi trazida ao Brasil colonial pelos jesuítas, que levantaram a primeira igreja de Salvador sob sua invocação em 1549: a Capela da Ajuda”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_da_Ajuda

– Ver ainda “… Qual o dia de Nossa Senhora da Ajuda? Atualmente, segundo dados do Santuário de Nossa Senhora da Ajuda, a igreja recebe cerca de 15 mil romeiros na “Festa da Santa” entre os dias 7 e 15 de agosto. Arraial d’Ajuda é marcado por uma tradição de romarias.”:  https://www.arraialdajuda.tur.br/historia/

– Ver ainda: https://www.google.com/search?source=hp&ei=Mn8fX727Huiw5OUPvp2ruAU&q=Nossa+Senhora+da+Ajuda&oq=Nossa+Senhora+da+Ajuda&gs_lcp=CgZwc3ktYWIQAzICCAAyAggAMgIIADICCAAyAggAMgYIABAWEB4yBggAEBYQHjIGCAAQFhAeMgYIABAWEB4yBggAEBYQHjoFCAAQsQM6BQguELEDOgIILlDDC1i3OWDWOmgBcAB4AIAB2AGIAeogkgEGMC4xNy41mAEAoAEBqgEHZ3dzLXdperABAA&sclient=psy-ab&ved=0ahUKEwi9nIHV5e7qAhVoGLkGHb7OClcQ4dUDCAc&uact=5

OUTROS SANTAS E SANTOS DE 29 DE JULHO

1. 29 DE JULHO: MEMÓRIA DOS SANTOS MARTA, MARIA E LÁZARO.  

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos divulgou no dia 02 de fevereiro de 2021 o Decreto através do qual a Memória obrigatória de Santa Marta, no dia 29 de julho, passa a ser celebrada como Memória obrigatória dos Santos Marta, Maria e Lázaro. Ver: http://pilulasliturgicas.blogspot.com/2021/02/instituida-memoria-dos-santos-marta.html?m=1

– Ver também “… O documento, assinado pelo Cardeal Robert Sarah e por Dom Arturo Roche, respectivamente, Prefeito e Secretário da Congregação, estabelece que esta memória constará em todos os calendários e livros litúrgicos para a celebração da missa e da Liturgia das Horas, cabendo às conferências episcopais, com aprovação vaticana, traduzir as variações e acréscimos nos devidos textos litúrgicos…”: https://osaopaulo.org.br/vaticano/marta-maria-e-lazaro-os-irmaos-que-sempre-acolheram-e-confiaram-em-jesus/

– Ver DECRETO SOBRE A CELEBRAÇÃO DE SANTA MARTA, MARIA E LÁZARO

DECRETO
sobre a celebração de Santa Marta, Maria e Lázaro,
no Calendário Romano Geral

Na casa de Betânia o Senhor Jesus experimentou o espírito de família e a amizade de Marta, de Maria e de Lázaro; por isso, o Evangelho de S. João afirma que Ele os amava. Marta ofereceu-Lhe generosamente hospitalidade, Maria ouviu atentamente as suas palavras e Lázaro saiu de imediato do sepulcro a convite d’Aquele que aniquilou a morte.

A tradicional dúvida na Igreja latina acerca da identidade de Maria – a Madalena a quem Cristo apareceu depois da ressurreição, a irmã de Marta, a pecadora a quem o Senhor perdoou os pecados – determinou a inscrição, no Calendário Romano, unicamente de Marta no dia 29 de julho. A solução encontrou-se em estudos de tempos recentes, como atesta o atual Martirológico Romano, que comemora naquele mesmo dia, também, Maria e Lázaro. Além disso, em alguns Calendários particulares, os três irmãos são celebrados conjuntamente nesse dia.

Por conseguinte, considerando o importante testemunho evangélico dos três irmãos, que ofereceram ao Senhor Jesus a hospitalidade da sua casa, prestando-lhe uma atenção dedicada, e acreditando que Ele é a ressurreição e a vida, o Sumo Pontífice FRANCISCO, acolhendo a proposta deste Dicastério, decidiu que no dia 29 de julho seja inscrito no calendário Romano Geral a memória dos Santos Marta, Maria e Lázaro.

Assim, é com esta denominação, que esta memória deverá figurar em todos os Calendários e Livros Litúrgicos para a celebração da Missa e da Liturgia das Horas. As variantes e os acréscimos a adotar nos textos litúrgicos, em anexo ao presente decreto, deverão ser traduzidas, aprovadas e, depois de confirmadas por este Dicastério, publicadas pela Conferência Episcopal.

Nada obste em contrário.

Sede da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, 26 de janeiro de 2021, memória de S. Timóteo e S. Tito, bispos.

Robert Card. Sarah
Prefeito

X Arthur Roche
Arcebispo Secretário

– Ver também:  Me­mória de Santa Marta (também na Folhinha do Coração de Jesus), que em Be­tânia, pró­ximo de Je­ru­salém, re­cebeu na sua casa o Se­nhor Jesus e, quando morreu o seu irmão, con­fessou: “Tu és Cristo, o Filho de Deus, que veio ao mundo”.

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória dos Santos Marta, Maria e Lázaro, amigos do Senhor. Eles davam-lhe, generosamente, hospedagem em sua casa de Betânia, perto de Jerusalém. Jesus lembrou a Marta, que se preocupava alem da medida em servi-lo, que o único necessário era ouvir a Palavra. Garantiu tambem e por toda parte no mundo onde se proclamasse o Evangelho, seria relembrada a unção profética de Maria. Ao ver o túmulo de Lázaro, chorou a morte do amigo, fazendo com que os presentes comentassem: “vede como o amava”! (M).

Ver páginas 406-418: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também Marta de Betânia “… Marta é uma personagem bíblica descrita nos Evangelhos. De acordo com João 11:1-45 – João 12:2, ela era irmã de Maria e de Lázaro, da aldeia de Betânia. Marta foi uma das mulheres que acompanharam Jesus no calvário e na ressurreição.

O nome Marta é uma transliteração do grego Μαρθα, que já é uma tradução do aramaico מַרְתָּא, que significa “mestra” ou “a senhora”. A forma aramaica ocorre em uma inscrição datada como sendo do primeiro século, que encontra-se no Museu de Nápoles….”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Marta_de_Bet%C3%A2nia

– Ver SANTA MARTA DE BETÂNIA

Marta é irmã de Maria e Lázaro de Betânia. Em seu lar hospitaleiro, Jesus adorava ficar enquanto pregava na Judéia. Por ocasião de uma dessas visitas encontramos Marta. O Evangelho nos apresenta como a mulher da casa, solícita e ocupada para acolher dignamente o hóspede bem-vindo, enquanto sua irmã Maria prefere ficar quieta e ouvir as palavras do Mestre. 

A desanimada e incompreendida profissão de dona de casa é redimida por esta santa ativa chamada Marta, que significa simplesmente “senhora”. Marta reaparece no Evangelho no dramático episódio da ressurreição de Lázaro, onde implicitamente pede o milagre com uma simples e estupenda profissão de fé na onipotência do Salvador, na ressurreição dos mortos e na divindade de Cristo, e durante um banquete em que o próprio Lázaro participa, recentemente ressuscitado, e desta vez também ela se apresenta como uma mulher faz-tudo. A memória litúrgica de Santa Marta, já presente em 29 de julho, por vontade do Papa Francisco em 2021, foi renomeada no Calendário Romano Geral “Santas Marta, Maria e Lázaro”.

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Etimologia: Marta = palmeira, do aramaico ou variante de Maria

Emblema: Chaves, Concha, Vassoura, Dragão

Martirológio Romano: Memória de Santa Marta, que acolheu o Senhor Jesus em sua casa em Betânia, perto de Jerusalém e, com a morte de seu irmão, professou: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus, aquele que vem ao mundo”.

Betânia está localizada a dois ou três quilômetros de Jerusalém e é conhecida porque Jesus passou por ela várias vezes durante sua vida pública. Era a aldeia de Lázaro (daí o nome dado pelos árabes, al-Azariya, que significa o lugar “de Lázaro”) e de suas irmãs Maria e Marta, todas as três hoje comemoradas pela Igreja, embora apenas a memória de Marta seja inserida no Calendário Romano Geral como memória litúrgica obrigatória, ou seja, a ser celebrada em todos os lugares do cristianismo onde o rito romano é difundido. 

Anteriormente Lázaro era comemorado em 17 de dezembro, mas com a edição de 2001 do Martirológio Romano (o primeiro depois do Vaticano II) sua memória foi transferida para 29 de julho, data tradicional do culto litúrgico de Marta. No mesmo dia foi recolhida a memória da irmã Maria de Betânia,
Marta é mencionada em três episódios do Evangelho, um mais denso que o outro, nos quais é retratada como uma mulher solícita em servir e ir ao encontro do Mestre. Lucas a mostra no ato de acolher Jesus em casa, em meio às labutas de seu apostolado, “todo ocupado com muitos serviços”, enquanto sua irmã Maria, modelo de contemplativas, escuta a palavra de Nosso Senhor. Daí o seu famoso protesto (“Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinho para servir? Então diga-lhe para me ajudar”), que deu a Jesus razão para transmitir um ensinamento sobre o qual os cristãos de todos os tempos tiveram que meditar: “Marta, Marta, você se preocupa e se aborrece com muitas coisas, mas só basta uma coisa. Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada” (Lc 10, 38-42). Pode-se dizer que naquela época a boa Marta ainda não havia encontrado aquele equilíbrio entre ora et labora, entre recolhimento com Deus e trabalho, que ficará bem expresso na doutrina de São Bento e que todos, não só os monges, é chamado a buscar. Mas certamente, como comentou Santo Agostinho, ele já estava no caminho certo: “Marta, você não escolheu o mal; No entanto, Maria escolheu melhor que você”.
Encontramos Marta, que certamente guardou no coração as palavras do Mestre, no episódio da ressurreição de Lázaro. Assim que ela sabe que Jesus, arriscando sua vida, está voltando para Betânia, ela imediatamente vai ao seu encontro e dirige-lhe estas palavras: “Senhor, se você estivesse aqui, meu irmão não teria morrido! Mas mesmo agora sei que tudo o que pedires a Deus, Ele te concederá”. Então, quando Jesus lhe anuncia que seu irmão ressuscitará e lhe pede que acredite nele, é novamente ela quem faz uma profissão de fé aberta e inspirada: “Sim, ó Senhor, creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus que ele deve vir ao mundo” (Jo 11: 1-46). 

O terceiro episódio se passa após a ressurreição de Lázaro, quando Jesus foi recebido para jantar em Betânia,
Santo Agostinho escreveu ainda: “Marta e Maria eram duas irmãs, não só no plano da natureza, mas também no da religião; ambas honraram a Deus, ambas serviram ao Senhor presente na carne em perfeita harmonia de sentimentos. Marta o acolheu como costumam acolher os peregrinos e, no entanto, acolheu o Senhor como servo, o Salvador como enfermo, o Criador como criatura; ela o acolheu para alimentá-lo em seu corpo enquanto ela tinha que se alimentar do Espírito. […] Afinal, você, Marta, diga-se com sua boa paz, você, já abençoada por seu louvável serviço, pede descanso como recompensa. […]. Mas me diga: quando você chegar naquele país, você encontrará o peregrino para receber como convidado? Você vai encontrar a fome para partir o pão? O sedento a quem oferecer de beber? A pessoa doente para visitar? O briguento para levar de volta à paz? Os mortos para enterrar? Não haverá espaço para tudo isso lá em cima. Então o que haverá? O que Maria escolheu: ali seremos alimentados, não alimentaremos. […] E você quer mesmo saber o que vai ter lá em cima? O próprio Senhor afirma dos seus servos: Em verdade vos digo que os fará sentar à mesa e virá servi-los (Lc 12,37)”.
Fonte: www.lanuovabq.it

– Ver: https://lanuovabq.it/it/santa-marta-di-betania-1-1-1-1-1

São os Evangelhos que trazem notícias de Marta de Betânia, uma aldeia a poucos quilômetros de Jerusalém. Irmã de Lázaro e Maria, é descrita como uma mulher diligente e meticulosa, certamente uma das primeiras mulheres a crer em Jesus, que em sua casa o hospedou várias vezes, passando por ali durante a pregação na Judéia. E é o retrato de Luca que oferece mais detalhes de Marta, descrevendo-a em seu cotidiano. Narrando uma das vezes em que Jesus está à mesa com seus amigos em Betânia, o evangelista escreve: “Ela tinha uma irmã, chamada Maria, que, sentada aos pés do Senhor, ouvia a sua palavra. Marta, por outro lado, estava distraída com os muitos cultos. Então ele se aproximou e disse: ‘Senhor, você não se importa que minha irmã me deixou sozinho para servir? Então diga a ela para me ajudar.’ Mas o Senhor lhe respondeu: ‘Marta, Marta, você se preocupa e se preocupa com muitas coisas, mas apenas uma coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada’” (Lc 10, 38-42). O Mestre leva Marta de volta para fazê-la entender que a laboriosidade louvável corre o risco de fazê-la negligenciar sua vida interior. É um alerta que nos faz refletir sobre o quanto é importante nutrir o espírito, escutar a Palavra de Deus, pois é a Palavra de Deus que dá sentido à ação cotidiana. No entanto, devido à sua dedicação amorosa aos preparativos para oferecer aos hóspedes um refresco confortável em sua casa, Marta é reconhecida pela Igreja como um modelo de laboriosidade. Para que Marta e Maria sejam respectivamente o exemplo de ação e contemplação, de vida ativa e de vida de oração, os dois aspectos que não devem faltar ao cristão e que não devem ser opostos.

A profissão de fé de Marta
Marta também deixou um forte testemunho de fé. De suas palavras dirigidas a Jesus, que chegou quatro dias depois da morte de seu irmão Lázaro, emerge uma crença total, que não hesita, não duvida. Marta tem confiança ilimitada em Deus, mesmo diante do que parece impossível aos homens. “Assim que soube que Jesus vinha, saiu ao seu encontro; Maria, por outro lado, estava sentada na casa. Marta disse a Jesus: ‘Senhor, se você estivesse aqui, meu irmão não teria morrido! Mas mesmo agora sei que tudo o que pedires a Deus, Deus te concederá’”. Já é uma profissão de fé extraordinária, mas a conversa entre Marta e Jesus continua. E com esta simples mulher de Betânia aprendemos o que significa crer em Jesus Cristo. “Disse-lhe Jesus: ‘Teu irmão ressuscitará’. Marta respondeu: ‘Sei que ele ressuscitará na ressurreição do último dia.’ ‘Jesus disse-lhe: Eu sou a ressureição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; quem vive e crê em mim não morrerá para sempre. Você acredita nisso?’. Ele respondeu: ‘Sim, Senhor, creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, aquele que vem ao mundo'” (Jo 11, 20-27). É a essência do cristianismo; Marta, em sua resposta, condensa toda a sua fé, que é a fé de todo crente; uma pequena resposta na qual cada cristão encontra seu propósito de vida.

As origens da memória litúrgica

Reza a tradição que, depois das primeiras perseguições aos cristãos, Marta, Maria, Lázaro, outros discípulos e mulheres que seguiam Jesus, deixaram a sua terra e chegaram a Saintes-Maries-de-la-Mer, na Provença. , onde levariam a crença cristã. Foram os franciscanos, em 1262, que celebraram Santa Marta em 29 de julho, oito dias depois da festa de Santa Maria Madalena. Em Betânia, hoje chamada El-Azariyeh (Lugar de Lázaro), ainda existe o túmulo de Lázaro e um santuário construído sobre alguns restos bizantinos e cruzados que, por sua vez, escondem lugares pré-existentes. A casa da Marta provavelmente ficava aqui. A igreja em cruz grega do santuário é embelezada com mosaicos que retratam os episódios evangélicos que têm Marta, Maria e Lázaro como protagonistas.

Fonte: www.vaticannews.va 
Ver: https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2020-04/editorial-andrea-tornielli-santa-marta-essencial-jesus-vence.html  

 – Ver: http://www.santiebeati.it/dettaglio/23750

– Ver: MARIA DE BETÂNIA “… Maria, irmã de Marta ou Maria de Betânia é uma personagem do Novo Testamento da Bíblia e que aparece no episódio da vida de Jesus conhecido como Jesus na casa de Marta e Maria, relatado em Lucas 10:38-42. Ela é irmã de Marta e de Lázaro…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_de_Bet%C3%A2nia

– Ver também “…Durante a morte de Jesus, Maria de Betânia esteve aos pés da cruz, juntamente com outras mulheres, entre as quais Maria MadalenaMaria, mãe de JesusSaloméMaria, mulher de Clopas e o apóstolo João (João 19,25)…

… Maria de Betânia é, por vezes, identificada como Maria Madalena na tradição católica medieval, principalmente na arte cristã.[1] Um exemplo é a imagem de Rubens que ilustra este artigo…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_de_Bet%C3%A2nia

VER TAMBÉM 29 DE JULHO: FESTA DE SANTA MARIA MADALENA(também na Folhinha do Coração de Jesus), que, li­berta de sete de­mó­nios pelo Se­nhor, se tornou sua dis­cí­pula, se­guindo-O até ao monte Cal­vário e, na manhã da Páscoa, me­receu ser a pri­meira a ver o Sal­vador res­sus­ci­tado de entre os mortos e levar aos ou­tros dis­cí­pulos o anúncio da ressurreição.

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Memória de Santa Maria Madalena. Libertada dos demônios por Cristo, colocou-se a seu serviço e o seguiu até o Calvário. Foi ela a primeira a reconhecer o Senhor Ressurgido da morte e a anunciar aos Apóstolos a Ressurreição. O culto de Santa Maria Madalena teve um grande brilho na abadia de Vézelay assim como na de Sainte-Baume, na diocese de Toulouse-Fréjus. (R).

Ver páginas 250-267: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também “…Maria Madalena (em grego: Μαρία ἡ Μαγδαληνή) ou Maria de Magdala, é descrita no Novo Testamento como uma das seguidoras mais dedicadas de Jesus Cristo. É considerada santa pelas diversas denominações cristãs e sua festa é celebrada no dia 22 de julho”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Madalena

– Ver também: “…O Papa institui a Festa de Maria Madalena. Ela já existia no Missal Romano como obrigatória, mas agora Francisco a torna mais solene ao elevá-la ao mesmo nível das festas celebradas pelos apóstolos, para destacar a importância da primeira testemunha da ressurreição e o papel da mulher na evangelização. A data da celebração continuará sendo o dia 22 de julho…”: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/556247-o-papa-institui-a-festa-de-maria-madalena

– Ver ainda: “… Maria Madalena (RM) século 1; A festa da sua tradução, especialmente na Igreja Oriental, é 4 de maio. Santa Maria Madalena, a “Apóstola dos Apóstolos”, foi a primeira a encontrar Jesus Ressuscitado. Justamente quando parece que a verdadeira Maria Madalena é revelada nas Escrituras, surgem dúvidas. Ela é ainda mais obscurecida pelas lendas que a cercam após a Ressurreição. Há uma considerável diferença de opinião, particularmente entre os exegetas do Oriente e do Ocidente quanto à identidade de Maria Madalena. Em grande parte, devido à influência dos escritos de São Gregório, o Grande, as liturgias ocidentais a identificaram com o pecador sem nome (Lucas 7: 36ss; cf. Lucas 8: 2) e Maria de Betânia, irmã dos SS. Lázaro e Marta (ver João 11) Há também uma terceira Maria, que veio de Magdala, na costa oeste do Mar da Galiléia, perto de Tiberíades, na Judéia. Esta é a mulher de quem Jesus “expulsou sete demônios” (Marcos 16: 9; Lucas 8: 2 ). Ela foi uma das mulheres presentes no Calvário e foi a primeira a testemunhar a Ressurreição, que Jesus lhe disse para anunciar aos discípulos.
Na opinião dos liturgistas orientais (e na opinião venerável de Santo Ambrósio), existem três pessoas diferentes, e certamente parece duvidoso que Maria de Betânia e Maria a Pecadora fossem a mesma pessoa. Ou não é? Os estudiosos modernos não acreditam que sejam a mesma mulher porque há a questão das duas origens diferentes (Betânia e Magdala). Mas foi sugerido que, se eles fossem idênticos, seria mais fácil explicar por que três irmãos adultos estavam morando juntos sem seus cônjuges.

Se Maria de Betânia for a mulher pecadora (considerada uma prostituta) e seu irmão e sua irmã a acolhessem depois que ela se arrependesse, eles seriam considerados contaminados.

No entanto, a tradição oriental da mulher arrependida, Maria de Betânia e Maria Madalena sendo três mulheres diferentes, foi adotada no calendário romano revisado de 1969. 

Entretanto, é muito provável que após o arrependimento de Maria, a Pecadora, ela deveria ter seguido Jesus até o fim e esteve presente na crucificação. Essa, de qualquer forma, é a crença de muitos fiéis que a veneraram como o exemplo clássico da mulher arrependida que foi perdoada por Jesus e que depois disso o seguiu e serviu. Maria Madalena, a mulher exorcizada de sete demônios, ministrou ao Senhor na Galiléia (Lucas 8: 2 ) e estava entre as mulheres na crucificação ( Mateus 27:56; Marcos 15:40; João 19:25) Com Joana e Maria, a mãe de Tiago, e Salomé, ela descobriu o túmulo vazio e ouviu o anúncio angelical da ressurreição de Cristo ( Mat. 28: 1ss; Marcos 16: 1-8; Lucas 24: 1-10 ). Ela foi a primeira pessoa a ver Cristo mais tarde naquele mesmo dia ( Mt 28: 9; Mc 16: 9 ), ao qual São João (20: 1-18 ) acrescenta o comovente relato que o Mestre lhe deu uma mensagem para entregar a os irmãos…”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJuly22.html#

– Ver também: SANTA MARIA MADALENA POR MONSENHOR JOHN T. MC MAHON

A Igreja celebra a festa de Santa Maria Madalena no dia 22 de julho. Nesta tentativa de dar uma imagem de Maria Madalena, é dado como certo que ela é uma pessoa, não duas ou três, como foi sugerido e como a Igreja grega e alguns outros acreditam. No que diz respeito ao Novo Testamento, a evidência não é conclusiva. A tradição constante e viva ao longo dos anos identificou três mulheres como uma, na pessoa de Maria Madalena, e na liturgia da Igreja latina isso é quase dado como certo. 

As três que se supõe serem uma e a mesma pessoa são a pecadora que ungiu os pés de Cristo na casa de Simão, o fariseu; a irmã de Marta e Lázaro em Betânia; e finalmente a pessoa que todo o mundo conhece como Maria Madalena, que estava sob a cruz do Cristo moribundo e foi a primeira testemunha registrada da Ressurreição. 

Pela singular graça de ser a primeira a ver Cristo Ressuscitado e ter sido por Ele ordenada a anunciar a Sua Ressurreição aos discípulos, a Igreja ordena que o Credo seja rezado no dia da sua festa, como nas Missas dos Apóstolos.

Nesta história de um pecador público se tornando um santo, nosso Abençoado Senhor se mostra em uma luz terna e a beleza de Sua compreensão e caráter solidário nunca foi vista de uma forma mais tocante do que em Sua atitude para com esse pecador.

Essa conversão contém uma beleza moral, tão cativantemente humana, mas tão ternamente divina, tão totalmente semelhante a Cristo em sua piedade e clemência, que não apenas prova a autenticidade da própria história, mas mesmo agora, depois de dois mil anos, comove e derrete nossos corações.

Quem foi Maria Madalena?

No extremo sul da bela planície de Genesareth ficava a pequena, mas elegante cidade de Magdala. Ficava convenientemente a meio caminho entre Cafarnaum, ao norte, e Tiberíades, ao sul. De Cafarnaum e de seu povo pescador pobre e trabalhador, Magdala podia obter provisões e ajuda doméstica. De Tiberíades viriam as classes ociosas, tanto romanos como judeus, que desejavam uma villa à beira-mar. Magdala era uma cidade gay. As pessoas comuns do país ao redor e das vilas de pescadores não deram um bom nome a Magdala.

Quem vinha a pé de Tiberíades ou ao sul de Cafarnaum tinha que passar por Magdala, pois a única estrada ficava à beira do lago. Seria, portanto, um caminho bem conhecido de Cristo, que passaria muitas vezes por esta cidade da classe rica e luxuosa. Como Amigo dos pecadores, é bastante provável que Ele tenha parado ali muitas vezes e tenha sido ouvido por muitos.

Magdala tinha um ar de mente aberta religiosa. Elegante, luxuosa, satisfeita consigo mesma e sem consciência, Magdala possuía o que se chama de mente aberta. Sorriu para o fanatismo grosseiro das vilas de pescadores e deu de ombros para a dura intolerância de Jerusalém. 

Maria Madalena, assim chamada porque vinha de Magdala, era filha de uma das famílias importantes dos saduceus, com uma casa de campo às margens do mar da Galiléia e uma residência urbana em Betânia, perto das portas de Jerusalém. 

Marta era sua irmã e Lázaro era seu irmão. Sua família, afortunada e poderosa, seguiu as modas e gostos da época e aceitou a visão religiosa da feliz Magdala. A jovem Maria foi criada no estilo grego. Aos quatorze anos, já radiantemente bela e completamente desenvolvida, como são as mulheres naquelas terras,

São Lucas nos apresenta Maria Madalena como “uma mulher que estava na cidade, pecadora” (Lc 7,37), na casa de Simão, o fariseu. Mais tarde, ele a menciona novamente como uma das mulheres santas que viajaram com Cristo e Seus apóstolos e ministraram às suas necessidades. Alguns deles foram curados por Cristo de doenças e outros foram exorcizados. A principal delas foi Maria, “chamada Madalena, da qual saíram sete demônios”. (Lucas 8:2) As pessoas possuídas por demônios não eram necessariamente pecadoras, mas dificilmente pode haver dúvida de que Madalena era uma pecadora notória.

São Lucas menciona “Joana, esposa de Chusa, mordomo de Herodes”, no palácio de Tiberíades, não muito longe de Magdala. Ele também nomeia “Susana e muitos outros que O serviram de seus bens” (Lucas 8:3). É possível que essas boas mulheres, a primeira Guilda de Mulheres da Igreja, possam ter falado com Maria Madalena sobre Jesus e a trazido para ouvi-Lo falar, para testemunhar Seu poder de cura e sentir Sua simpatia pelos pecadores e aflitos. Isso a prepararia para seu ato público de reparação narrado por São Lucas. (Lucas 7:36-50).

O Jantar de Simão, o Fariseu

Só São Lucas nos dá o relato do jantar na casa de Simão, o fariseu. São Lucas não indica a hora nem o lugar. Um fariseu, chamado Simão, convidou Jesus para uma refeição. Uma mulher, conhecida como um mau caráter, entrou na sala. Ela carregava uma caixa de alabastro de pomada. Ela veio atrás de Jesus que estava reclinado em um sofá, e começou a banhar Seus pés com suas lágrimas e ela os enxugou usando seus cabelos esvoaçantes como uma toalha. Ela continuou beijando os pés sagrados e os ungiu com óleo.

Simão olhou com espanto horrorizado, dizendo a si mesmo que se Jesus realmente fosse um profeta, Ele saberia que a mulher era uma pecadora pública. Jesus leu os pensamentos do fariseu e respondeu-lhes gentilmente falando diretamente com Simão. Ao convidá-lo para sua casa, Simão mostrou pouco respeito, omitindo todas as cortesias dadas a um hóspede pela hospitalidade oriental — água para os pés, o beijo de boas-vindas, óleo para o cabelo. Evidentemente, Simão pensou que Jesus não era digno de tal acolhimento. Mas a mulher compensou os maus modos do anfitrião, banhando-lhe os pés com lágrimas e usando suas tranças como toalha; ela havia beijado e ungido Seus pés com um perfume caro e perfumado. Evidentemente, ela pensou em sua grande dívida pelo pecado e estava confiante de que Ele perdoaria essa dívida por causa de seu grande amor. O fariseu não admitia que havia cometido pecados graves e, por ter tão pouco a ser perdoado, amava Jesus, mas pouco ou nada. Então Jesus disse à mulher: “Os teus pecados te são perdoados”. Os que estavam à mesa começaram a se perguntar: “Quem é este que até perdoa pecados?” Jesus terminou Sua absolvição com as palavras: “Vá em paz”.

Esses são os fatos nus narrados por São Lucas. Mas podemos, na imaginação, preencher detalhes que trarão a cena para nós.

Simão, o fariseu, deve ter sido um homem rico, pois o jantar foi elaborado e os convidados eram as pessoas muito importantes da cidade. Simão ouvira muitas coisas sobre Jesus, todas a Seu favor, e as últimas notícias de que Ele ressuscitou o filho da viúva da morte outro dia em Naim, do outro lado do vale, o convenceu de que valia a pena conhecer esse Homem, então vamos ter Ele em casa para jantar. Claro, deve-se lembrar que Ele era apenas um carpinteiro de Nazaré, de todos os lugares. Ele estava destinado a ser rude, grosseiro nas maneiras e pouco à vontade em tão alta sociedade. O convite foi enviado e Jesus aceitou. Jesus foi recebido educadamente por Simão, mas ele ignorou o lava-pés na porta, o abraço formal lá dentro, e nenhum óleo foi dado para Seus cabelos. Claro, Ele não estava acostumado a essas coisas e não sentiria falta delas. Desde o início, Jesus foi colocado em Seu lugar por Simão e seus convidados. Jesus não pareceu notar a condescendência. Com o resto. Ele se reclinou no lugar designado a Ele. Ele falou quando falado. O jantar estava caindo aos pedaços, e seus amigos não estavam tendo a noite interessante que Ele prometeu a eles.

Entrada Dramática de Maria

De repente, uma coisa estranha aconteceu. O refeitório estava aberto por todos os lados e qualquer um podia ver as mesas e os convidados. De repente, uma mulher estava na varanda. Ela estava elegantemente vestida, anéis brilhantes em seus dedos, pulseiras de ouro em seus braços nus, e seu cabelo era longo e solto sobre seus ombros. Seu rosto era bonito, mas forte e imponente. Ela não era uma mulher comum. Ela nasceu para ser grande no bem ou no mal. Ela ficou lá sem sorrir, examinando os convidados, seus olhos procurando por alguém.

Ela carregava uma caixinha de alabastro, a conhecida caixa de unguento precioso.

Enquanto ela estava ali, a conversa foi abafada. Os convidados se cutucavam como se perguntassem: “Você vê o que eu vejo?” Os lábios estavam curvados, as sobrancelhas arqueadas enquanto olhavam com desprezo para ela por uma intrusão tão ultrajante. Ela continuou a examinar os rostos até que finalmente seus olhos encontraram os de Jesus. Ele não a repeliu. Sozinho naquele quarto Ele estava calmo, Seu olhar era receptivo, e falava com ela que Ele entendia perfeitamente.

Instantaneamente, ela correu pela sala. Antes que uma mão pudesse contê-la, ela estava aos pés de Jesus, que estava estendido no sofá. Então ela caiu de joelhos e, em uma torrente, as lágrimas começaram a fluir. Eles caíram aos Seus pés e suas mãos ansiosas os agarraram enquanto ela derramava a água de suas lágrimas sobre eles, lavando a poeira que havia ali. Quando ela se abaixou, sua massa de cabelo caiu para a frente. Ela envolveu Seus pés nele, enxugou-os com ele e os beijou. Então, pegando sua caixa de unguento de alabastro, ela a esmagou entre o indicador e o polegar, e instantaneamente a sala se encheu do cheiro mais intenso. Ela derramou cada gota do unguento sobre aqueles pés preciosos; novamente com mãos acariciantes ela o espalhou sobre eles. Novamente ela beijou Seus pés, deitou sua cabeça sobre eles, e deixou seu cabelo esvoaçante cobri-los como um véu.

Todo o tempo Ele se reclinou ali e permitiu. Ele não moveu um músculo, mas deixou que ela fizesse seu caminho ao máximo. Silenciosamente, ele se inclinou contra a almofada. Ele estava grato por esta homenagem e Sua simpatia, piedade e amor por esta mulher a Seus pés foram sentidos por todos.

Ninguém poderia confundir quem era a mulher. Ela era conhecida por todos os homens presentes. Na verdade, alguns deles podem ter sido seus cúmplices no pecado.

Mesmo na feliz Magdala, ela era notória. Tal mulher, declarava a lei, devia ser evitada, pois era uma impureza legal ser tocada por um notório pecador. Que ela deveria se intrometer nesta empresa era incrível. Além disso, que ela fosse recebida como Jesus a recebeu, era um insulto a todos os presentes e colocava esse novo profeta em uma luz muito desfavorável. Se Ele fosse o que professava ser, jamais permitiria que esta mulher O tocasse. Eles o pegaram finalmente. Os convidados tiveram tempo suficiente para tais pensamentos, pois a cena diante deles foi prolongada e Jesus não mostrou nenhum sinal de desejar que ela terminasse.

Jesus conta uma parábola

Jesus viu claramente seus pensamentos, mas se dignou a ajudar Simão, pois Simão não era tão preconceituoso quanto os outros. Terminada a unção, Maria permaneceu aos Seus pés, contente por permanecer ali. Ela não havia sido rejeitada. Ela sabia que era bem-vinda e isso era o suficiente para ela. Jesus havia conquistado a mulher e, por meio dessa mulher pecadora, Ele poderia conquistar Simão. Ele se virou para Simão e falou com a voz da autoridade, mas Suas Palavras eram gentis e cativantes.

“Simon, eu tenho algo para te dizer.” O resto da empresa foi ignorado. Simão reconheceu a amizade de Seu tom e palavras e, da mesma maneira, respondeu: “Mestre, diga isso”. Os convidados ficaram em silêncio, ansiosos por ouvir Sua defesa. Jesus sabia que Simão era um homem rico com a influência que o dinheiro traz. Jesus falou com este homem em uma linguagem que Ele entenderia.

“Um certo homem tinha dois devedores. Um devia quinhentos pence, o outro cinquenta. E considerando que eles não tinham com que pagar, Ele perdoou a ambos. Qual, portanto, dos dois o ama mais?”

Uma pergunta curiosa certamente para um magnata dos negócios, misturando comércio com amor.

Simon foi cauteloso em sua resposta. “Ele, suponho, a quem perdoou mais.” Jesus o levou imediatamente. “Você respondeu corretamente.”

Jesus tinha três coisas para fazer. Primeiro, Ele deve mostrar a Simão o quanto ele falhou como anfitrião, mas deve fazê-lo com bondade. Ele deve restabelecer o pecador diante Dele, não deixando dúvidas nas mentes de todos que Ele sabia que tipo de mulher ela era. Terceiro, Ele deve defender Sua própria honra sem pecado. Quão lindamente Ele fez todos os três!

Ele apontou para a mulher deitada a Seus pés e convidou o fariseu a olhar para ela. “Você vê esta mulher? entrei em tua casa. Tu não me deste água para os meus pés. Mas ela, com suas lágrimas, lavou meus pés; e com seus cabelos os enxugou. Você não me deu nenhum beijo. Mas ela, desde que entrou, não deixou de beijar meus pés. Minha cabeça com óleo não ungiste. Mas ela com unguento ungiu meus pés”.

“Porque ela amou muito.”

Ele fez uma pausa para deixar as palavras penetrarem. Simon foi repreendido, mas não com raiva, e a infeliz mulher a Seus pés foi preferida a ele. Simon admitiu seu erro, aceitou bem e abaixou a cabeça em reconhecimento. Jesus viu a tristeza em seu coração e aproveitou a oportunidade para ensinar Sua lição. A mulher compensou a negligência do anfitrião, mas o fez porque amava Jesus. Pecadora ela tinha sido, mas maior que seu pecado era seu amor. Porque ela amava mais, ela deveria receber mais. Ela deve receber a verdadeira recompensa do amor, ou seja, para ser perdoada de tudo, ela deve receber amor por amor. Aqui está a verdade que está na raiz do cristianismo, o amor pessoal de Jesus Cristo.

Novamente Ele falou, um pouco mais alto para que todos O ouvissem. “Por isso te digo que muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou. Mas a quem menos é perdoado. Ele ama menos.”

Ele se inclinou para a mulher deitada a Seus pés. Até então, nenhuma palavra Ele havia falado com ela, nem ela com Ele. Suas ações eram mais expressivas de seu amor do que qualquer palavra poderia ser. Ações, não palavras, provam a sinceridade do amor. Ele se entregou a ela como se ela ficasse sozinha no quarto. Ele falou com ela suavemente, quase em um sussurro. Mas no silêncio tenso, Suas palavras se espalharam pela sala. Em poucas palavras, Ele tirou dela todo o seu fardo cansado.

“Teus pecados te são perdoados.”

A pobre mulher a Seus pés os ouviu e sentiu-se uma nova mulher. Ela não esperava isso. Ela aprendera a amar este Homem e, agora que o tinha demonstrado em público, contentava-se em ir embora e levar consigo o fardo dos seus pecados. Lentamente, ela levantou a cabeça e olhou para Ele, sacudindo o cabelo pendurado de seus olhos. Seus olhos estavam sobre ela — olhos amorosos, olhos compreensivos, olhos seguros, olhos cujo perdão e esquecimento jamais poderiam ser questionados. Ela viu tudo escrito lá. Ela viu mais. Este Homem que ela tinha começado a amar como nunca antes era mais do que Homem. Ele havia perdoado os pecados de sua vida e seu amor por Ele a encheu de êxtase. Mas Ele a trouxe de volta à vida, pois desejava concluir a cena. Com a confiança de que o amor deles perduraria, Ele disse: “A tua fé te salvou. Vá em paz.”

Instantaneamente ela se levantou do chão. Era fácil ir agora. Ela andou pela sala sem ver os presentes. Deixe-os desprezá-la e afastem suas vestes enquanto ela passa. Deixe-os seguir seu caminho; seu coração estava além de tudo. Foi para Ele, que a fez sua amiga. O resto não importava absolutamente nada. A mulher da cidade, uma pecadora, era a mulher mais feliz do mundo.

O Grande Espírito de Maria

Foi preciso uma grande alma, um espírito heroico, para fazer o que Maria fez naquele dia na casa de Simão. Foi preciso coragem para enfrentar a Cristo, sabendo o que ela mesma era. Ela sabia que Ele era Deus. Ela tinha ouvido e visto o suficiente para convencê-la de que Ele não era um impostor, mas o que Ele afirmava ser, e ela sabia que Ele afirmava Seu direito de ser aclamado como o Messias e o Messias era Deus. Caso contrário, ela não teria se importado, ou ousado, pedir perdão do pecado a Ele. Despertou a ira da multidão que ouviu Cristo pregar seu perdão para que Ele se arrogasse o poder de perdoar. Maria não teve nenhum escrúpulo quanto a isso. Ela tomou isso como certo e por que não? O Mestre que ela viu em Naim ressuscitar o filho da viúva não podia ser menos do que o Deus que Ele afirmava ser. Então, para Ele ela deve ir e para Ele ela foi. Mas a que custo da auto conquista! Ela se conhecia então e desprezava o que sabia. Ela sentiu toda a agonia da autocensura que o pecador arrependido sempre deve sentir quando é levado a contrastar sua vileza com a perfeita santidade e santidade do Deus que ele ofendeu. Mary sentiu tudo isso ao máximo. Ela amava agora de uma maneira que lançava uma luz reveladora sobre seus antigos amores fáceis e mostrava a ela o que eles eram na verdade, como Deus os via. Ela estava horrorizada consigo mesma e enojada também, percebendo que ela estava suja e manchada poderosamente. Então sua decisão foi tomada e, enquanto caminhava em direção à casa de Simon, o pensamento de que Ele poderia desprezá-la a atormentava, mas não impedia sua caminhada. Ela respondeu ao argumento final de Satanás, assegurando-se de que o Mestre dificilmente poderia superar em desprezo o que Maria já sentia por si mesma.

Maria dirigiu-se a Cristo e ali, na presença de todo o seu pequeno mundo, fez o seu grande acto de submissão e humildade. Uma coisa e apenas uma importava – que ela fizesse uma reparação pública pelo pecado que havia cometido em público. Ela deve mostrar ao mundo que Maria, a pecadora, não seria mais uma pecadora. Ela deve mostrar ao mundo que Maria, a penitente, não seria mais o joguete de nenhum homem, mas seria uma humilde e arrependida seguidora de Jesus, cujo amor por ela era grande e nobre o suficiente para atravessar a imundície para encontrar e resgatar o verdadeiro Maria Madalena.

Sua coragem heroica

Este foi apenas o começo de sua coragem, no entanto. Era apenas o primeiro ato de vontade que ela teria que manter durante o resto de sua vida. Foi preciso muita coragem para enfrentar sua própria alma. Tudo era bastante fácil agora, quando ela estava preparada para sua grande profissão de fé e gratidão em seu arrependimento; que estava uma vez na face do mundo que a conhecia de outra forma. Mas e mais tarde durante aqueles longos dias e noites mais longas quando ela estava sozinha com sua consciência, sozinha com suas memórias? Como eles devem ter queimado e queimado; como aquelas lágrimas de arrependimento e arrependimento devem tê-la escaldado! Ao olhar para o passado e ver sua própria alma como tinha sido, nenhuma medida de autocensura seria grande demais. Mas ela tinha apenas que lembrar, naquela hora de extrema necessidade, a Sagrada Face em que ela havia lido perdão e tolerância e bondade, e o sol brilhou novamente, e ela sabia que, embora fosse vil por sua própria ação, ela era digna e bela mais uma vez por meio de Cristo. O passado, lamentável como tinha sido, era para sempre passado. Doravante, ela só precisa de amor – e isso ela fez com toda a intensidade de sua alma apaixonada. Resolveu todos os problemas, emprestou toda a força necessária para aquelas horas silenciosas em que Cristo não estava presente para consolar e tranquilizar. Não é à toa que ela passou todos os minutos possíveis a Seus pés quando Ele veio para a casa em Betânia. Ela realmente tinha escolhido a melhor parte. Resolveu todos os problemas, emprestou toda a força necessária para aquelas horas silenciosas em que Cristo não estava presente para consolar e tranquilizar. Não é à toa que ela passou todos os minutos possíveis a Seus pés quando Ele veio para a casa em Betânia. Ela realmente tinha escolhido a melhor parte. Resolveu todos os problemas, emprestou toda a força necessária para aquelas horas silenciosas em que Cristo não estava presente para consolar e tranquilizar. Não é à toa que ela passou todos os minutos possíveis a Seus pés quando Ele veio para a casa em Betânia. Ela realmente tinha escolhido a melhor parte.

Outra ansiedade encheu seu coração. Ela comprometeria Cristo diante do público? Afinal, ela conhecia seus judeus. Ela sabia, também, que nenhum homem ousava acusar Cristo de qualquer coisa que envolvesse Sua perfeita pureza de alma. Outras coisas, sim, eles presumiram acusá-lo: ele comia com os pecadores. Ele era um bebedor de vinho, Ele instigou a rebelião, Ele se recusou a pagar impostos, e muitas outras coisas que eles disseram sobre Ele, e algumas das acusações foram acreditadas. Mas a falta ou falha na pureza, bem, isso era absurdo demais para que até mesmo Seus inimigos tentassem.

No entanto, aqui estava Ele, associando-se em amizade com uma cortesã reformada. Tudo bem,  e bom perdão, certamente; foi isso que Ele veio fazer, salvar pecadores e reformá-los. Mas certamente estava indo a limites inimagináveis ​​fazer uma amiga da antiga meretriz, frequentar sua casa, comer com ela, ficar em dívida com ela e sua família por hospitalidade e serviço. O que o velho mundo carrancudo pensaria disso, perguntou o coração reprovador de Maria? Era uma consideração dolorosa, mas, novamente, não havia espaço para dúvidas sobre o amor do Mestre por ela, e isso era a única coisa que importava. Ela amou e foi amada em troca e todos os críticos e os fariseus não podiam mudar aquela coisa estupenda. Assim, longe de sua associação com Ele, causando-Lhe mal aos olhos do povo,

A Segunda Unção de Maria

Santo Agostinho nos assegura que houve duas unções, uma na casa de Simão, o fariseu, e outra na casa de Simão, o leproso, mas havia apenas uma mulher, Maria Madalena. A primeira unção de Maria foi um ato público de arrependimento e tristeza, sua segunda unção foi seu ato de despedida de amor e gratidão antes de Sua morte, que ela sentiu estar próxima.

Para esta unção, Maria escolheu o melhor e mais rico nardo, como poucos possuíam, mesmo na abastada Betânia. Seu preço era igual ao salário de um ano de um trabalhador. Foi feito de uma planta rara que cresceu no Himalaia. Foi mantido em uma caixa de alabastro para não evaporar. Para despejá-lo para fora da caixa, a caixa teve que ser quebrada.

Maria entrou no salão de banquetes de Simão: ela viu Jesus e correu em direção a Ele enquanto Ele se reclinava à mesa. Ela ficou acima Dele, todos os olhos sobre ela. Houve um silêncio mortal no salão. Então veio o som de algo quebrando em seus dedos, um pouco de óleo escorreu sobre Seus cabelos, instantaneamente o quarto se encheu de um aroma delicioso, um dos segredos do Oriente. Então, com a lembrança daquele outro banquete em seu coração, ela caiu a Seus pés. Aquele era o seu lugar certo, e lá ela ficaria. Com ternura, ela agarrou Seus pés e os ungiu, não com as lágrimas daquele dia, mas com o óleo que ainda permanecia em suas mãos, e por fim, como ela havia feito então, agora novamente, ela soltou os cabelos e envolveu Seus pés em suas dobras.

A narrativa do Evangelho diz: “Maria, pois, quando estava à mesa, tomou uma caixa de alabastro com unguento precioso, uma libra de nardo direito, de grande valor. E quebrando o vaso de alabastro, ela o derramou sobre a cabeça dele enquanto ele estava à mesa e ungiu os pés de Jesus e enxugou os pés com os cabelos. E a casa se encheu com o cheiro do unguento.” Então um de seus discípulos, Judas Iscariotes, aquele que estava prestes a traí-lo, enfurecido com tanta extravagância, protestou e disse: “Por que este unguento não foi vendido por trezentos denários e dado aos pobres?”

O evangelista acrescenta significativamente: “Agora ele disse isso, não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão e tendo a bolsa transportava as coisas que nela se colocavam”.

Jesus, sabendo bem o que Judas faria dentro de poucos dias, tratou-o com muita gentileza, dizendo: “Deixa-a. Por que você incomoda essa mulher? Pois ela fez uma boa obra em mim. Para os pobres tens sempre contigo e, quando quiseres, podes fazer-lhes bem. Mas eu nem sempre você tem. Ela fez o que pôde. Pois ao derramar este unguento sobre o meu corpo, ela veio de antemão ungir o meu corpo para o sepultamento”.

Seu ato de amor e gratidão

Jesus concluiu com esta amorosa homenagem de gratidão. “Amém, eu digo a você. Onde quer que este evangelho seja pregado em todo o mundo, também o que ela fez será contado para sua memória”.

Jesus foi gentil com Judas. Ele não o culparia, embora soubesse o que outra semana curta revelaria. O que Maria fez, por mais extravagante que possa parecer a todos os presentes, ela fez porque O amava. Maria não colocou limites aos seus dons. Os Apóstolos podem não ter entendido então, mas um dia eles entenderiam, e então eles competiriam uns com os outros para preservar seu nome e o que ela havia feito naquele dia. De todos os homens e mulheres que entraram em Sua vida, nenhum deveria ser mais conhecido pela posteridade, nenhum deveria ser mais querido do que Maria Madalena.

As Duas Marias

Maria, a Mãe de Deus sem pecado, seguiu o exemplo de Seu Divino Filho ao aceitar abertamente Maria de Magdala como irmã. O fato de Maria, Sua Mãe imaculada, ter aberto os braços e o coração para a outra Maria, que estava tão longe de ser imaculada, tornou Madalena ainda mais grata pelo perdão de Cristo. Que cena a imaginação pode pintar quando a Virgem Mãe acolheu Maria Madalena pela primeira vez em sua própria companhia e na de seu Divino Filho! Mas a Mãe de Cristo fez mais do que apenas se dignar a receber a prostituta reformada. Ela fez dela uma companheira e íntima, chamou sua amiga e irmã e a amou como tal, assim como Cristo. Essa associação deve ter sido humilhante para Magdalen enquanto ela contrastava seu passado com o da Grande Mãe de todos eles. No entanto, isso não a perturbou, mas apenas a fez amá-lo mais.

Havia lugar no Sagrado Coração para ambas as Marias – a imaculada e a recuperada. Humildemente grata, Maria Madalena amou ainda mais.

As duas Marias estiveram juntas no Calvário como em muitos outros dias. Seu amor por Ele os levou ao lugar da crucificação. Não havia medo de qualquer tipo grande o suficiente para manter Maria Madalena longe do pé da cruz naquele dia. Aquele que ela amava, o único que ela amava então, estava morrendo; onde mais alguém deveria procurar uma amante como Maria Madalena, senão o mais próximo da Cruz que ela conseguiu chegar? Sua natureza apaixonada e emocional não mudou desde que ela entregou toda a sua alma a Cristo. Ainda era apaixonado e emocional; e assim houve tempestades de dor e tristeza apaixonada quando ela sentiu seu coração virar pedra dentro dela com a perda de seu amor.

Maria a Virgem, com sua alma mais profunda e nobre, sofreu ainda mais, mas sofreu em silêncio a agonia que lhe valeu o título de Rainha dos Mártires. A Madalena podia mostrar sua dor e não se importava com a multidão uivando, zombando e cuspindo que se amontoava em volta da cruz enquanto ela se agarrava a ela na agonia de sua dor! Eles significavam menos do que nada; a morte teria sido um alívio bem-vindo; ela desejava morrer com Cristo, assim como Sua Mãe, e foi igualmente negado esse alívio.

“MARIA!”

“RABÔNI!”

Cedo na manhã de Páscoa, Maria e as outras mulheres vieram ungir o Corpo. Ao encontrar o túmulo vazio, eles voltaram para contar aos Apóstolos. São Pedro e São João vieram e foram, mas Maria voltou sozinha, incapaz de ficar longe do túmulo. Lá ela ficou chorando seu coração pela perda dele. Alguém se aproximou dela, que ela não conhecia, mas tomou para o jardineiro. Ela fez seu pedido patético para que lhe mostrassem onde haviam colocado o Corpo, e então Jesus, certamente com um sorriso, disse-lhe apenas uma palavra: “Maria”. Algo havia no tom daquela voz, ou no olhar que a acompanhava, que falava ao mais íntimo do coração da mulher amorosa e ela conhecia seu Senhor instantaneamente. Impetuoso e impulsivo como sempre, ela correu para ele, apenas para ouvi-lo falar: “Não fique agarrado a mim, porque eu não vou fugir”. É com um sorriso amoroso que Ele a retém, como Ele lhe ordenou que levasse a notícia de Sua Ressurreição aos Apóstolos na cidade. O que mais Ele disse a ela agora era guardado triunfantemente em seu coração, triunfante agora, embora estivesse nas profundezas da dor um minuto antes.

“Maria” 

“Raboni!” 

As duas saudações falaram muito e, com a entrevista, Maria ganhou fé e confiança para durar o resto de seus anos, os anos que ela sobreviveria à Ascensão, anos que ela passaria com suas memórias e seu amor, como ela fez penitência por seu passado pecaminoso, tudo agora cancelado pela única razão suprema de que ela havia amado muito. Ela amou e, amando verdadeiramente, amou até o fim, sempre a mesma mulher impetuosa, apaixonada e amorosa que outrora fora uma prostituta, mas que passara a amar não os homens, nem mesmo um homem, mas o próprio Deus, e nessa o amor encontrou cura e salvação.

Suas ricas recompensas

Quão ricamente o Senhor recompensou Maria Madalena ainda nesta vida! Seu ato público de reparação na casa de Simão, seu arrependimento sincero e seu grande amor lhe renderam a companhia e a amizade de Cristo. Sua casa em Betânia tornou-se Sua casa. Por causa dela, Ele ressuscita Lázaro dos mortos. Ela está sentada aos Seus pés, com o coração cheio de amor e gratidão, e Ele não atenderá à queixa de Marta de que ela está ociosa. Não, ela escolheu a melhor parte.

Maria, a impecável, abre seu coração imaculado a Maria Madalena e a estima como uma de suas amigas mais próximas. É a convite de Maria que Maria Madalena a acompanha ao Calvário e permanece com ela até o amargo fim. Voltando do Calvário, Maria vai a Betânia para estar com Seus amigos mais queridos. A primeira aparição registrada de Cristo após a Ressurreição é para Maria Madalena. Ele a chama pelo nome e ordena que ela anuncie Sua Ressurreição aos Apóstolos.

Durante os anos que viveu após a Ascensão, Maria Madalena manteve-se na Presença de Jesus, que encheu seus pensamentos e lhe deu uma paz interior de alma e uma alegria de viver que era melhor e mais satisfatória do que suas alegrias passageiras como pecadora.

Seus últimos dias na França

Maria Madalena e sua família eram especialmente odiadas pelos fariseus porque sua casa sempre tinha uma porta aberta para Cristo e Seus discípulos. Após o milagre de Lázaro, suas vidas estavam em perigo, mas foram salvas por causa da posição familiar e influência entre a alta aristocracia judaica. Também temos a impressão de extrema prudência e reserva nas discussões em torno dessa família tão querida por Jesus. Os evangelistas São Mateus, São Marcos e São Lucas quase não o mencionam e têm o cuidado de não o identificar. Eles fazem alusão a isso como se fala de pessoas que, sob um regime totalitário, estão expostas a represálias imediatas. São João, que escreveu depois da queda de Jerusalém, não parece de modo algum vinculado à mesma prudência. Em seu relato do banquete na casa de Simão, o Leproso, em Betânia,

Um dia, algum tempo depois da Ascensão, os judeus colocaram as mãos sobre toda a família em Betânia, os carregaram em um navio sem vela ou leme e lançaram o navio à mercê do vento e das ondas. A mão de Deus trouxe este navio para a costa da Provença, na Gália. Lázaro fundou a Igreja de Marselha; Maximin, seu irmão, fundou a igreja em Aix; Martha vivia nas margens do rio Ródano; e a vida de Maria Madalena terminou na solidão de La Sainte Baume.

Maria Madalena passava seus dias em uma caverna ao lado da montanha. Lá, ela pendurou uma cruz, rezando fervorosamente por todos os pecadores, alimentando sua alma com a memória de seu Senhor, de cujos pés ela nunca deixou – ainda fiel e constante no amor penitente.

Há uma tradição de que os anjos que eram seus queridos companheiros a levavam ao cume da montanha sete vezes por dia para rezar. No último dia de sua vida terrena ela desceu para a planície. Maximino veio ao seu encontro e deu-lhe o Corpo de Cristo na Eucaristia. Ela foi libertada da prisão do corpo e admitida finalmente para abraçar Seus pés na glória eterna. Seu corpo aguarda sua gloriosa ressurreição na cripta da igreja que hoje leva o nome de São Maximino.

As Estações da Cruz

Convidemos Maria Madalena a fazer conosco a Via Sacra, ajudando-nos a ver tudo o que aconteceu através de seus olhos. Aprenderemos com ela na Via Sacra duas grandes lições – como Ele odeia o pecado e como Ele ama o pecador arrependido. A Via Sacra é o preço do pecado.

Se o pecado custa tanto, certamente é o maior mal que o homem pode cometer. Quais devem ter sido os pensamentos de Maria Madalena enquanto os soldados tiravam o manto, grudado em Suas Chagas, de Seu Corpo! Isso, com a flagelação, é o terrível pagamento pelos pecados da carne. Que embaraço deve ter sido para Maria Madalena ver o Filho de Deus exposto àquela ralé zombeteira! Os pregos que perfuraram Seus pés e mãos devem ter mostrado a Maria como seus próprios pés andaram em pecado e suas mãos estavam tão poluídas pela luxúria. No Calvário, ela se ajoelhou aos Seus pés derramando suas lágrimas de amor e tristeza. Ela viu Seu Corpo quebrado colocado no colo de Sua Mãe, esvaziado de Sangue. Ficou ali profanado, espancado, cortado e dilacerado – a pálida vítima do pecado. Não é de admirar que seus olhos estejam marejando quando ela se lembra de seus pecados.

Então, a largura, a profundidade e a altura de Seu amor chegam a ela. Se Ele não tivesse amado tanto, não poderia ter sofrido tanto. Ela se lembra de Suas próprias palavras: “Ninguém tem amor maior do que este, que um homem dê a vida por seus amigos”.

Peçamos a Maria Madalena que compartilhe seu amor conosco e nos convença de que o amor é a melhor reparação do pecado. “Muitos pecados lhe são perdoados porque ela amou muito.”

– texto retirado deSanta Maria Madalena, por Monsenhor John T. McMahon, MA, Ph.D.; tem o Imprimatur do Arcebispo Daniel Mannix, Arquidiocese de Melbourne, Austrália, 4 de janeiro de 1957…”:  

– Ver ainda: SANTA MARIA MADALENA

Também conhecida como

  • Maria Madalena
  • a pecadora

Memorial

Perfil

Temos muito pouca informação sólida sobre Santa Maria, e tanto os estudiosos quanto as tradições diferem na interpretação do que sabemos.

Ela era amiga e seguidora de Jesus. Cheia de tristeza por seu pecado, ela ungiu a Cristo, lavou seus pés com seus cabelos. Ele exorcizou sete demônios dela. Ela foi visitada por Cristo Ressuscitado.

Há também discussões sobre sua vida após a crucificação.

  • A Igreja grega sustenta que ela se retirou para Éfeso com a Bem-Aventurada Virgem Maria e viveu lá o resto de sua vida.
  • Uma tradição francesa diz que Maria, Lázaro e alguns companheiros vieram para Marselha, França , evangelizaram e converteram toda a região da Provença, e depois se retiraram para viver 30 anos como ermita penitente em La Sainte-Baume.

Oh, algumas coisas nós sabemos com certeza – Maria não era esposa ou amante de Jesus, ela não era a mãe de Seu filho, ela não fundou uma dinastia real ou ramo separado do Cristianismo, etc., etc., ad nauseam.

Morreu

Canonizado

Patrocínio

Representação

informação adicional

Leituras

Quando Maria Madalena chegou ao sepulcro e não encontrou o corpo do Senhor, ela pensou que tinha sido levado e assim informou os discípulos. Depois que eles vieram e viram o túmulo, eles também acreditaram no que Maria lhes havia dito. O texto diz então: “Os discípulos voltaram para casa”, e acrescenta: “mas Maria chorou e ficou de pé do lado de fora do sepulcro”. Devemos refletir sobre a atitude de Maria e o grande amor que ela sentia por Cristo; pois embora os discípulos tivessem saído do túmulo, ela permaneceu. Ela ainda procurava aquele que não encontrara e, enquanto procurava, chorava; ardendo com o fogo do amor, ela ansiava por ele que ela pensava que tinha sido levado. E assim aconteceu que a mulher que ficou para trás para buscar a Cristo foi a única a vê-lo. Pois a perseverança é essencial para qualquer boa ação, como nos diz a voz da verdade: “Quem perseverar até o fim será salvo”.– de uma homilia do Papa São Gregório Magno

Citação MLA

2.   CO­ME­MO­RAÇÃO DE SÃO LÁ­ZARO, IRMÃO DE SANTA MARTA, por quem o Se­nhor chorou ao saber que es­tava morto e a quem res­sus­citou, e de Santa Maria, sua irmã, que, en­quanto Marta se ata­re­fava no ser­viço de hos­pe­dagem, ela es­tava sen­tada aos pés do Se­nhor e es­cu­tava a sua palavra. Ver páginas

– Ver “… Lázaro de Betânia é uma personagem bíblico descrito no Evangelho segundo João como um amigo que Jesus teria ressuscitado, irmão de Marta e de Maria. Seu nome provavelmente do grego corresponde ao hebraico Eleazar (אלעזר), e significa literalmente “Deus ajudou”…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A1zaro

São Lázaro. Ver páginas 309-318:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

– Ver LÁZARO DE BETÂNIA

Natural da Judéia, Lázaro era irmão de Santa Marta, a quem Jesus chorou morto e ressuscitado, e de Maria, sua irmã, que, enquanto Marta estava ocupada em seus muitos serviços, sentada aos pés do Senhor ouvia sua palavra. Em memória desta predileção do Redentor, todos os anos (é conhecido desde o século IV) os cristãos de Jerusalém na véspera dos Ramos iam em procissão a Betânia e ao túmulo de Lázaro. A história de Lázaro que teve o privilégio de dois túmulos por ter morrido duas vezes é narrada no Evangelho de João. O primeiro túmulo, do qual foi tirado e ressuscitado, permaneceu vazio, pois uma antiga tradição oriental considera Lázaro bispo e mártir em Chipre. A notícia do século VI tomou forma em 900, quando o imperador Leão VI, o Filósofo, mandou transportar as relíquias de Lázaro de Kition de Chipre para Constantinopla, juntamente com as de sua irmã Maria. Afrescos antigos encontrados na ilha parecem confirmar a presença de Lázaro em Chipre. O Papa Francisco em 2021 estabeleceu que o memorial litúrgico de Santa Marta, já presente no Calendário Romano Geral em 29 de julho, passaria a se chamar

“Santas Marta, Maria e Lázaro“.

Etimologia: Lázaro = Deus é minha ajuda, do hebraico

Martirológio Romano: Comemoração dos santos Lázaro, irmão de Santa Marta, a quem o Senhor chorou morto e ressuscitou, e de Maria, sua irmã, que, enquanto Marta estava ocupada em seus muitos serviços,

Amigos de Jesus
Lázaro e suas irmãs, Marta e Maria, eram amigos fraternos de Jesus de Nazaré. Eles moravam em Betânia, a cerca de cinco quilômetros de Jerusalém, e Jesus costumava ser seu hóspede. A afeição que Jesus tinha pelo amigo é testemunhada pelas palavras que Marta e Maria mandam dizer-lhe chamando-o ao leito do irmão, relatadas no Evangelho de João: “Senhor, eis que aquele a quem amas está doente”. E então, novamente, na chegada de Jesus, aparentemente tendo chegado tarde demais para salvá-lo, “Se você estivesse aqui”, diz Marta, “meu irmão não teria morrido”. Mas também as testemunhas do episódio, percebendo a perturbação de Jesus e as suas lágrimas diante do sepulcro fechado do amigo, murmuram entre si “Vejam como o amava” (cf. Jo 11,3.21.36).
O episódio da ressurreição de Lázaro, narrado apenas no Evangelho de João, tem naturalmente um valor profético e simbólico, porque anuncia a Ressurreição de Cristo. A casa de Betânia e o túmulo vazio de Lázaro logo se tornaram, desde os primeiros tempos do cristianismo, um destino de peregrinação na véspera do Domingo de Ramos, como atesta São Jerônimo, e na época medieval foi fundado um mosteiro ao lado do túmulo de Lázaro. ele podia contar com a proteção do próprio Carlos Magno.  

Vivendo após a morte
O relato de João continua contando que o episódio da ressurreição de Lázaro fez com que muitos dos presentes ao milagre se convertessem e cressem em Jesus, aumentando o clima de desconfiança e ódio contra Jesus por parte dos sumos sacerdotes e fariseus, que viram nele um encrenqueiro perigoso. Além disso, quando Lázaro assistiu a um banquete em honra de Jesus, eles decidiram matá-lo também, porque muitas pessoas vieram vê-lo e acreditavam que Jesus era o Filho de Deus.

O enigma das relíquias
Segundo a tradição oriental, Lázaro, após a morte e ressurreição de Jesus, mudou-se para Chipre e foi seu bispo por trinta anos. Esta tradição é sustentada pela descoberta em Kition, hoje Larnaca, no ano de 890, de uma placa na qual foram gravadas estas palavras: “Lázaro, o amigo de Cristo”. As relíquias foram posteriormente transferidas para Constantinopla por ordem do imperador Leão VI, o filósofo, e finalmente para a França pelos cruzados. No entanto, a transferência das relíquias pode ter sido apenas parcial, porque em 1972 uma arca de mármore foi encontrada em Larnaca contendo relíquias atribuídas ao próprio Lázaro. Outra versão da história quer que Lazzaro, Marta, Maria e um certo Massimo tenham embarcado num barco sem remos nem velas, nem leme e que este barco havia chegado às costas do sul da França. Esta versão também faz parte da “Legenda de Ouro” de Jacopo da Varagine, que conta que Lázaro e suas irmãs foram pregar na França, onde Lázaro se tornaria o primeiro bispo de Marselha. Aqui ele teria sido martirizado sob a perseguição do imperador Nero.Ver: http://www.santiebeati.it/dettaglio/81850 se

– Ver: https://catholicsaints.info/saint-lazarus-of-bethany/

3.   Em Gangra, na Pa­fla­gónia, hoje Çan­kiri, na Tur­quia, São Ca­lí­nico, mártir. († s. II-III)

4.   Na Via Por­tu­ense, a três mi­lhas de Roma, no ce­mi­tério de­di­cado ao seu nome, São Félix, mártir. († s. III-IV).

– Ver “São Félix II, Papa e Mártir” página 419: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

5.   Também em Roma, no ce­mi­tério de Ge­ne­rosa, os santos Sim­plício, Faus­tino, Vi­a­dora e Rufo, mártires. († s. III-IV).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, sob o imperador Diocleciano, os mártires Simplício e Faustino, que foram atirados no rio Tibre, junto com outros cristãos. Sua irmã Beatriz recolheu os corpos e os sepultou na via Portuensis. (M).

– Ver São Faustino, Simplício e Beatriz (também na Folhinha do Coração de Jesus).

– Página: 420: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

6.   Em Troyes, na Gália Li­o­nense, na ho­di­erna França, São Lopo (Lupo), bispo, que foi para a Bre­tanha jun­ta­mente com São Germano de Au­xerre para com­bater a he­resia pe­la­giana, de­fendeu com a oração a sua ci­dade do furor de Átila e, de­pois de exercer de modo ad­mi­rável o sa­cer­dócio du­rante cin­quenta e dois anos, des­cansou em paz. († c. 478).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, próximo ao ano 478, São Lobo. Primeiro foi monge em Lérins, e mais tarde tornou-se bispo de Troyes. Depois, acompanhou São Germano de Auxerre à Inglaterra para combater o pelagianismo. Retido durante algum tempo por Átila, como refém, exerceu uma benéfica influência sobre o bárbaro. (M).

– Ver páginas 426-427: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

7.   Em Or­leães, também na Gália Li­o­nense, São Prós­pero, bispo. († s. V)

8.   Em Tromdheim, na No­ruega, Santo Olavo (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir, que, sendo rei deste povo, di­fundiu no seu reino a fé cristã que co­nhe­cera na In­gla­terra, de­be­lando com ardor a ido­la­tria, e fi­nal­mente morreu apu­nha­lado pelos inimigos. († 1030).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1030, Santo Olavo II, rei e patrono da Noruega, que favoreceu a unificação e a cristianização de seu reino. (M).

– Ver páginas 401-405: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

– Ver também “… Olavo II Haraldsson, também conhecido como Olavo, o Santo (em nórdico antigo Ólafr Haraldsson; em norueguês Heilag-Olav), foi rei da Noruega de 1015 a 1028. De origem viquingue, converteu-se ao catolicismo na cidade francesa de Ruão e esteve a serviço do rei exilado Etelredo II de Inglaterra. (r. 978–1016).[3]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Olavo_II_da_Noruega

– Ver “Olavo II Haraldsson, também conhecido como Olavo, o Santo 

(em nórdico antigo Ólafr Haraldsson; em norueguês nynorsk Heilag-Olav), foi rei da Noruega de 1015 a 1028. De origem viquingue, converteu-se ao cristianismo na cidade francesa de Ruão e esteve a serviço do rei exilado Etelredo II de Inglaterra. (r. 978–1016)[3]

Regressou à Noruega em 1015. Por ser descendente do rei Haroldo I da Noruega,[4][5] foi reconhecido rapidamente como rei e tirou os nobres que regiam o país do poder. Introduziu uma administração central forte, completou a conversão, iniciada por Olavo I da Noruega, dos noruegueses e ergueu igrejas por todo o território.[3]

É o padroeiro da Noruega e um dos poucos santos de origem norueguesa reconhecidos pela Igreja Católica.[3]

Vida: Foi filho de Haroldo Grenske da Noruega[6] (947 – c.  995), líder viquingue e rei de VestfoldNoruega, no século X e de Åsta Gudbrandsdatter. Olavo II casou em fevereiro de 1019 em Sarpsborg com Astrid Olofsdotter de Suécia, filha do rei Olavo, o Tesoureiro (960 — c. 1022)[7] Tiveram uma filha:

Vulfilda da Noruega (c. 1025 – 1072), que se casou com Ordulfo da Saxônia (1020 – 28 de Março de 1072).[8]

Com uma amante, Alvilda, teve um filho ilegítimo:

Magno I da Noruega (1045 – 1106), futuro rei da Noruega e Dinamarca, casado com Sofia da Hungria (1040 – 18 de junho de 1095) filha de Bela I da Hungria (1016 – 1063)[9] e de Rixa da Polónia.

Referências:

  1.  «Ecclesiastical calendar of the Archdiocese of Nidaros». Manuscripta-mediaevalia.de. Consultado em 21 de maio de 2012
  2.  «Meddelelse fra biskop Bernt Eidsvig Can. Reg. av Oslo» (em (em norueguês)). Katolsk.no. 8 de outubro de 2007. Consultado em 21 de maio de 2012
  3.  Ir para:a b c Birro, RM (2013). «Resumo; Introdução». Rex perpetuus Norvegiae: a sacralidade régia na monarquia norueguesa e a santificação de Óláfr Haraldsson (c.995-1030) à luz da literatura latina e vernacular (sécs.XI-XII) (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal Fluminense
  4.  Verbete hår (cabelo) do dicionário de norueguês da Universidade de Oslo
  5.  Verbete fagre (belo) do dicionário de norueguês da Universidade de Oslo
  6.  «Harald Grenske (Family Links)». Consultado em 9 de agosto de 2012. Arquivado do original em 31 de outubro de 2010
  7.  MELIN, Jan; JOHANSSON, Alf; HEDENBORG, Susanna (2006). «Järnåldern». Sveriges historia (em sueco). Estocolmo: Prisma. 38 páginas. ISBN 91-518-4666-7
  8.  Lutz Fenske: Ordulf (Otto) . In: Biografia alemão Novo (NDB). Volume 19, Duncker & Humblot, Berlim, 1999, pp 583
  9.  The realm of St. Stephen: a history of medieval Hungary, 895-1526 ”:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Olavo_II_da_Noruega#cite_note-rexperpetuus-3

– Ver OLAV O SANTO – Olav Haraldsson

Oversatt av John Landrø/p. Heinz-Josef Catrein: http://www.katolsk.no/biografier/historisk/olav/deutsch

9*.   Em Roma, o Beato Ur­bano II, papa, que de­fendeu a li­ber­dade da Igreja contra as in­ge­rên­cias dos po­deres se­cu­lares, com­bateu a si­monia e a cor­rupção do clero e, no Con­cílio de Cler­mont, exortou os sol­dados cris­tãos a li­bertar, com o sinal da cruz, os ir­mãos opri­midos pelos in­fiéis e o se­pulcro do Senhor. († 1099).

– Ver “Bem-aventurado Urbano II, Papa e Confessor” páginas 421-425: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2013.pdf

10.   Em Saint-Brieuc, ci­dade da Bre­tanha Menor, re­gião da a­tual França, São Gui­lherme Pinchon, bispo, que se de­dicou à cons­trução da igreja ca­te­dral, res­plan­deceu pela sua bon­dade e sim­pli­ci­dade e, por de­fender in­tre­pi­da­mente o seu re­banho e os di­reitos da Igreja, su­portou duros ve­xames e o exílio. († 1234).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1234, São Guilherme, bispo de Saint-Brieuc, que deu prosseguimento à construção da catedral e defendeu os direitos da Igreja contra as pretensões abusivas do duque da Bretanha. (M)

11*.   Em Omura, no Japão, os be­atos már­tires Luís (Ludovico) Bertran, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, Mâncio da Santa Cruz e Pedro de Santa Maria, re­li­gi­osos da mesma Ordem, que foram quei­mados vivos por Cristo. († 1627)

12*.   Num barco-prisão an­co­rado ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Carlos Ni­colau An­tónio Ancel, pres­bí­tero da Con­gre­gação de Jesus e Maria e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, en­cer­rado na sór­dida ga­lera em ódio ao sa­cer­dócio, con­sumou o mar­tírio, mor­rendo con­ta­giado por uma grave enfermidade. († 1794)

13.   Em Qingyan, ci­dade do Guizhou, pro­víncia da China, os santos már­tires José Zhang Wenlan, Paulo Chen Changpin, alunos do se­mi­nário, João Bap­tista Lou Tingyin, ad­mi­nis­trador do se­mi­nário, e Marta Wang Louzhi, viúva, que, pela sua fé em Cristo, foram en­cer­rados numa ca­vi­dade quente e hú­mida, so­freram atrozes tor­mentos e fi­nal­mente mor­reram decapitados. († 1861)

– Ver “… 1861 – Santa Martha Wang Mártir de Tonkin, Vietnã, que foi presa carregando cartas dos mártires presos, os Beatos Joseph Tshang e Paul Tcheng. Ela foi decapitada com eles em Tsingai. Martha foi beatificada em 1909…

… 1861 – Bl. Paul Tcheng Mártir da China. Ele era um seminarista católico quando foi preso pelas autoridades chinesas e decapitado em Tsingai. Ele foi beatificado em 1909 .”: https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJuly29.html

14♦.   Em La Musse, na Bre­tanha, re­gião da França, São Luís Martin, pai de Santa Te­resa do Me­nino Jesus. († 1894)

– Ver dia 12 de julho: São Luís Martin (também na Folhinha do Coração de Jesus). Santa Zélia Guérin (também na Folhinha do Coração de Jesus).

– Ver Santos Luís Martin e Zélia Guérin (pais de Santa Teresinha do Menino Jesus) “…São Luís Martin (Bordeaux, 22 de agosto de 1823 – Arnières-sur-Iton, 29 de julho de 1894) e Santa Zélia Guerín Martin (Saint-Denis-sur-Sarthon, 23 de dezembro de 1831 – Alençon, 28 de agosto de 1877) foram um casal que viveu em Alençon, França, mais conhecidos por serem os pais de Santa Teresinha do Menino Jesus. Luís era relojoeiro e Zélia rendeira, sendo ambos filhos de militares e educados em ambiente severo. Ele foi educado nos “Irmãos das Escolas Cristãs” e ela nas “Irmãs da Adoração Perpétua”. Zélia, depois de passar um tempo ajudando a mãe na loja da família, especializou-se no ponto de Alençon na escola de tecelões e rendas, abrindo uma pequena fábrica de rendas onde obteve relativo sucesso…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Martin_e_Z%C3%A9lia_Gu%C3%A9rin

15*.   Em Es­plu­gues, ci­dade pró­xima de Bar­ce­lona, na Es­panha, o Beato João Bap­tista Egoz­cu­e­zábal Aldaz, da Ordem de São João de Deus e mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a fé, foi morto em ódio à Igreja. († 1936)

16*.   Em Ca­landa, pró­ximo de Te­ruel, também na Es­panha, os be­atos Lúcio Mar­tínez Mancebo, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, e com­pa­nheiros, már­tires, que, ani­mados pela for­ta­leza de Cristo, deram a vida na mesma perseguição.  São estes os seus nomes: An­tónio López Cou­ceiro, Fe­li­cís­simo Díez Gon­zález, Sa­túrio Rey Ro­bles, Tirso Man­rique Me­lero, pres­bí­teros; Gu­mer­sindo Soto Barros e Lam­berto de Na­va­cués y de Juan, re­li­gi­osos, da Ordem dos Pre­ga­dores; e Ma­nuel Al­bert Ginés, presbítero. († 1936)

17*.   Em Va­lência, também na Es­panha, o Beato José de Ca­la­sanz Marqués, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana e mártir, que na mesma per­se­guição der­ramou o sangue por Cristo. († 1936)

18♦.   Em Clot dels Au­bins, perto de Lé­rida, também na Es­panha, os be­atos Ân­gelo Maria Prat Hostench, pres­bí­tero da Ordem dos Car­me­litas Des­calços e com­pa­nheiros, már­tires, que, du­rante a mesma per­se­guição, con­fir­maram com o seu sangue a plena fi­de­li­dade a Cristo. São estes os seus nomes. Eliseu Maria (Eliseu Ma­neus Be­sal­duch), Anas­tásio Maria (Pedro Dorca Co­ro­mina), Edu­ardo Maria (Ma­nuel Ser­rano Buj), pres­bí­teros; André Cor­sino Maria (José Solé Ro­vira), Eliseu Maria (Luís Font­de­cava Qui­roga), João Maria (João Maria Puig­mitjá Rubió), José Maria (Ga­briel Es­coto Ruiz), Mi­guel Maria (Mi­guel Soler Sala), Pedro Maria (Pedro Ferrer Marin), Pedro Tomás Maria (João Prat Coll­de­car­rera), Elias Maria (Ge­nésio Garre Egea), re­li­gi­osos, todos da Ordem dos Car­me­litas Descalços. († 1936)

19. VER SANTAS E SANTOS DE 29 DE JULHO (ALGUNS DESTACADOS ACIMA):

<- OntemCalendárioAmanhã ->
Marta de Betânia (Memorial) Maria de Betânia (Memorial) Lázaro de Betânia (Memorial) Chirsk-Pskov Ícone da Mãe de Deus Santa Maria dos Milagres — Abdo de Roma Beatriz de Valfleury Calínico da Paflagônia Charles-Antoine-Nicolas Ancel Faustino de Spello João o soldado Kilian de Inishcaltra Lek Sirdani Luís Bertran Lúpus de Troyes Mâncio da Cruz Olavo II Olaus da Suécia Petrus de Santa Maria Pjetër Çuni Próspero de Orleans Serafina Serápia da Síria Sulian Urbano II , Papa Guilherme de Saint Brieuc — Quatro mártires anônimos Martirizado na China Ioannes Baptista Luo Tingyin Iosephus Zhang Martha Wang Paulus Chen ChangpinMartirizado na Guerra Civil Espanhola Mártires de Calanda – 8 beati Mártires de Lérida – 12 beati Bartolomé Rodríguez Soria Cândid Casals Sunyer Fermín Zabaleta Armendáriz Guillermo Fernández Aguilera Jaume Mir Vime José Calasanz Marques Joseph-Louis Marcou Pecalvel Juan Bautista Egozcuezábal Aldaz Julián Aguilar Martín Pablo Brull Carrasco Rafael Contreras Leva Saturnino Jaunsarás Zabaleta Severino Ruiz Bascones Mártires de Roma – 23 santos Antony Beatriz Eugênio Faustino Félix Flora Lucila Rufo Simplício Teodoro — Alexandre de Citeaux Anastasia e Companheiros Bério de Constantinopla Pedro de Argel
todos esses memoriais em uma única página

20. Outros santos do dia 29 de JULHO, páginas 401-428:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-

%2013.pdf

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XII – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santase Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 29 de julho, ver ainda: 29 de julho – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Na internet, foram consultadas no dia de hoje):

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 588-590: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp- content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf
  3. https://idoc.pub/queue/martirologio-romanopdf-2nv8gx23j9lk
  4. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  5. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  6. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  7. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  8. The Book of Saints – A Comprehensive Biographical Dictionary – Dom Basil Watkins, OSB on behalf of the Benedictine monks of St Augustine’s Abbey, Ramsgate Eighth Edition Entirely revised and reset – T&T Clark; 8ª edição (19 novembro 2015)
  9. https://www.eltestigofiel.org/index.php  
  10. https://catholicsaints.info/29-july/
  11. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJuly29.html#

  (sites que mostram os santos do dia, em inglês: Tradução Google) 

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO TODOS! BENDITO SEJA DEUS PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO!   AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PARA E PELO SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO  DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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  • SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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* “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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  • “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* 07 de janeiro ou 09 de abril – Beata Lindalva Justo de Oliveira: Toda santidade passa pelo crisol (lugar ou circunstância apropriada a evidenciar as melhores qualidades de algo ou alguém) do sofrimento

(referente à Beata Lindalva de Oliveira, conforme http://www.santosdobrasil.org.br/?system=news&eid=294)

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* 17 de janeiro: Santo Antão ou Antônio

Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… “Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado (e provocado), nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia (e a provocação) é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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  • 04 de fevereiro, SANTO ANDRÉ CORSINI: “Ele trabalhou arduamente para subugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração (HUMILHAR-SE, OBEDECER, SILENCIAR, REZAR)”.

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* 10 de fevereiro, SÃO JOSÉ SÁNCHEZ DEL RIO “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio).

Ver: https://catholicsaints.info/saint-jose-sanchez-del-rio/

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* 14 de fevereiro, SÃO JOÃO BATISTA DA CONCEIÇÃO GARCIA Ó meu

Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de

São João Batista da Conceição Garcia).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* 14 de março, Albert Einstein: Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!

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  • 15 de março: São Clemente-Maria Hoffbauer: “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas? “Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.

“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa       infelicidade seria indizível e sem limites.

“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.

“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor. “Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.”

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  • 15 de março, SANTA LUÍSA DE MARILLAC “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO”

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  • 21 de março, SÃO NICOLAU DE FLUE: “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao Seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. Amém! “São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.”

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  • 21 de março, SÃO SERAPIÃO DE THMUIS A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo.” http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_th e_Scholastic_Bishop)

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  • 05 de abril, SÃO VICENTE FERRER “Faça o que fizer, não pense em si mesmo, mas em Deus…

Você deseja estudar a seu favor? Deixe a devoção acompanhar todos os seus estudos, e estude menos para se tornar um sábio do que para se tornar um santo.

Consulte a Deus mais do que seus livros, e peça-Lhe, com humildade, que faça você entender o que lê.

O ESTUDO CANSA E ESGOTA A MENTE E O CORAÇÃO. VÁ DE VEZ EM QUANDO, PARA REFRESCÁ-LOS, AOS PÉS DE JESUS CRISTO SOB SUA CRUZ. REPOUSE ALI.

Alguns momentos de repouso em suas chagas sagradas dão novo vigor e novas luzes.

Aplique-se por orações curtas, mas fervorosas e jaculatórias. Nunca comece ou termine seu estudo, sem ser pela oração.

A ciência é um dom do Pai das luzes“.

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* 06 de abril: São Zeferino Agostini

Fundou a Pia União das Irmãs Devotas de Santa Ângela Merici…

Dizia a elas: “Não se assustem com o trabalho ou o sofrimento, nem com o fruto escasso de seu trabalho. Lembrem-se de que Deus recompensa não pelos resultados, mas pelo esforço.” (L’Observattore Romano).

Ele sabia que sua primeira prioridade era desenvolver seu relacionamento com Deus por meio da oração pessoal, porque Deus era a fonte de sua alegria e poder para fazer o bem…

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*12 de abril: São David Uribe

“Perdoo todos os meus inimigos e peço a Deus e a quem ofendi que me perdoe.” -da última vontade e testamento de Saint David

PAI AMADO, QUE ESTA SEJA A MINHA (NOSSA) VONTADE E MEU (NOSSO) TESTAMENTO! AMÉM!

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* 21 de maio, PADRE MANOEL E COROINHA ADÍLIO “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio)

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  • 20 de abril: Projeto de vida de SÃO CONRADO DE PARZHAM

“MEU PROJETO DE VIDA É PRINCIPALMENTE ESTE: amar e sofrer, sempre meditando, adorando e admirando o amor indizível de Deus por suas criaturas mais humildes.”

RESOLUÇÕES DE SÃO CONRADO DE PARZHAM:

  • Resolvo em primeiro lugar permanecer continuamente na presença de Deus e perguntar-me frequentemente se faria isto ou aquilo se meu confessor ou superior estivesse me observando e principalmente se Deus e meu anjo da guarda estivessem presentes.
  • Resolvo me perguntar, sempre que tenho que encontrar cruzes de sofrimento: “Conrad, por que você veio aqui?”
  • Resolvo evitar sair do convento, na medida do possível, a menos que seja por amor ao próximo, obediência, motivos de saúde, peregrinação piedosa ou outra boa causa.
  • Resolvo fomentar a caridade fraterna em mim e nos outros. Portanto, resolvo tomar cuidado para nunca dizer uma palavra

indelicada. Resolvo suportar pacientemente os defeitos e as fraquezas dos outros e, na medida do possível, escondê-los com o manto da caridade, a menos que seja obrigado a manifestá-los a alguém que possa corrigi-los.

  • Resolvo observar o silêncio conscientemente. Resolvo falar brevemente e assim evitar muitas armadilhas e ser mais capaz de conversar com Deus.
  • Quando à mesa, resolvo colocar-me na presença de Deus o máximo que puder, permanecer recolhido e deixar de lado meus pratos favoritos para praticar uma forma oculta de mortificação. Resolvo não comer entre as refeições, a menos que seja ordenado a fazê-lo sob obediência.
  • Resolvo atender ao primeiro toque da campainha, a menos que seja legitimamente impedido.
  • Resolvo evitar, na medida do possível, conversar com o sexo oposto, a menos que a obediência me imponha deveres que tornem necessário falar com mulheres. Nesse caso, resolvo ser muito reservado e manter a guarda dos olhos.
  • Resolvo cumprir as ordens pontualmente e ao pé da letra. Resolvo especialmente fazer todos os esforços para conquistar minha própria vontade em todas as coisas.
  • Resolvo me forçar a prestar muita atenção aos pequenos detalhes e, na medida do possível, evitar todas as imperfeições. Resolvo observar fielmente a santa regra e não me afastar dela um fio de cabelo, aconteça o que acontecer.
  • Resolvo cultivar uma profunda devoção à Bem-Aventurada Virgem Maria e me esforçar para imitar suas virtudes.

UMA COMUNHÃO ESPIRITUAL, À NOITE, DE SÃO CONRADO DE PARZHAM

“Vim para passar alguns momentos contigo, ó Jesus, e em espírito me prostro no pó diante do Teu Santo Tabernáculo para adorar-Te, meu Senhor e Deus, na mais profunda humildade. Mais uma vez, um dia chegou ao fim, querido Jesus, outro dia que me aproxima da sepultura e do meu amado lar celestial. Mais uma vez, ó Jesus, meu coração anseia por Ti, o verdadeiro Pão da Vida, que contém toda doçura e prazer. Ó meu Jesus, perdoa-me misericordiosamente pelas faltas e ingratidão deste dia, e vem a mim para refrescar o meu pobre coração que anseia por Ti. Como o coração anseia pelas águas, como a terra seca anseia pelo orvalho do céu, assim meu pobre coração anseia por Ti, Tu Fonte da Vida. Eu Te amo, ó Jesus, espero em Ti, Te amo, e por Ti lamento sinceramente todos os meus pecados. Que Tua paz e Tua bênção sejam minhas agora e sempre e por toda a eternidade. Um homem.”

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  • 28 de abril, São Luís Maria Grignion de Montfort. Algumas máximas… “…Você é verdadeiramente abençoado se o mundo o persegue injustamente, opondo-se a seus desígnios, por melhores que sejam, julgando mal suas intenções, caluniando sua conduta, roubando injustamente sua reputação ou sua riqueza.

Cuida, então, minha filha (meu filho), de não reclamar a ninguém, a não ser a mim, dos maus-tratos que você está sendo tratado, e de buscar meios de se justificar quando, em particular, é só você que sofre com isso…

Pelo contrário, reza por aqueles que te trazem a felicidade da perseguição…

Agradeça-me por tratarem-no como fui tratado na terra, sendo um sinal de contradição…

Não desanime em suas boas intenções, por causa da contradição; é uma marca de vitória futura; uma boa obra que não está marcada com o sinal da cruz, não tem grande valor diante de mim e em breve será destruída”. Conforme: https://catholicsaints.info/saint-louis-marie-grignion-de-montfort/

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  • 29 DE ABRIL: SANTA CATARINA DE SENA:

«Por misericórdia Vós lavastes-nos no Sangue e por misericórdia desejastes dialogar com as criaturas. Ó Louco de amor! Não vos foi suficiente encarnar, mas também quisestes morrer! …»

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* 31 de maio: NOSSA SENHORA DO SAGRADO CORAÇÃO

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DO SAGRADO CORAÇÃO

Lembrai-vos, ó Nossa Senhora do Sagrado Coração, do poder inefável que vosso divino filho vos concedeu sobre seu Coração adorável.

Com a maior confiança em vossos merecimentos, vimos
implorar a vossa proteção.
Vós sois celeste Tesoureira do Coração de Jesus, daquele coração que é o
manancial inexaurível de todas as graças e que podeis abrir a vosso
bel prazer para fazer descer sobre os homens todos os tesouros de amor e
misericórdia, de luz e salvação que Ele encerra;

concedei-nos, vo-lo pedimos, os favores que suplicamos (fazer o pedido).
Sois nossa Mãe, ó Nossa Senhora do Sagrado Coração.

Acolhei benignamente as nossas preces e dignai-vos a deferi-las.

Amém!
Nossa Senhora do Sagrado Coração, rogai por nós!

(conf.https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Sagrado_Cora%C3%A7%C3%A3o)

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  • 31 de maio, São NICOLAS BARRÉ, citações:
  • ACONTEÇA O QUE ACONTECER, ESTEJA SEMPRE EM PAZ E CONFIE EM DEUS, ISSO SERÁ FEITO A VOCÊ DE ACORDO COM SUA FÉ, SUA ESPERANÇA E SUA CARIDADE E MUITO MAIS. » Carta 61 (OC p 538) – Máxima de conduta para as amantes número 21 obras completas p.128
  • “DEVEMOS NOS CONCENTRAR MAIS EM ESTABELECER O BEM AO INVÉS DE DESTRUIR O MAL. ESTABELECIDO O BEM, O MAL NÃO PODERÁ MAIS SUBSISTIR. » Máxima para a Direção das Almas 17 Obras Completas p.357
  • “QUANTO MAIS ESTAMOS UNIDOS A DEUS, MAIS RECEBEMOS FORÇA DE ESPÍRITO E INFLUÊNCIA, POIS ELE É SUA FONTE E

OCEANO”. – Carta 27 (OC p 457)

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* 08 DE JUNHO (09 de junho): SANTO EFRÉM

As virtudes são formadas pela oração. A oração preserva a temperança. A oração suprime a raiva. A oração previne emoções de orgulho e inveja. A oração atrai para a alma o Espírito Santo e eleva o homem ao céu. – Santo Efrém

Lembrem-se de mim, vocês, herdeiros de Deus, irmãos de Cristo; suplicai fervorosamente ao Salvador por mim, para que eu seja liberto por meio de Cristo daquele que luta contra mim dia a dia. – Santo Efrém, O Medo no Fim da Vida

Vós, mártires vitoriosos , que suportastes com alegria os tormentos por amor de Deus e Salvador, vós que tendes ousadia de falar para com o próprio Senhor, vós santos, intercedei por nós, homens tímidos e pecadores, cheios de preguiça, para que a graça de Cristo venha sobre nós e ilumine os corações de todos nós para que possamos amá-lo. – Santo Efrém, de Comentário sobre Marcos

Senhor, derrama sobre nossas almas obscurecidas a luz brilhante de tua sabedoria para que possamos ser iluminados e servi-lo com pureza renovada. O nascer do sol marca a hora para os homens começarem sua labuta, mas em nossas almas, Senhor, prepare uma morada para o dia que nunca terminará. Através do nosso zelo incessante por você. Senhor, coloca sobre nós o sinal do teu dia que não é medido pelo sol. Em seu sacramento, todos os dias te abraçamos e te recebemos em nossos corpos; torna-nos dignos de experimentar a ressurreição pela qual esperamos. Ensina-nos a encontrar a nossa alegria a teu favor! Salvador, sua crucificação marcou o fim de sua vida mortal; ensina-nos a crucificar-nos e a abrir caminho para a nossa vida no Espírito. – de um sermão de Santo Efrém”

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* 13 DE JUNHO: SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA

“…. António de Pádua, ou de Lisboa como é conhecido, definiu a oração «como uma relação de amor, que leva o homem ao diálogo o Senhor”, e descreveu quatro “atitudes” que devem caracterizá-la: “(1) abrir com confiança o nosso coração a Deus, (2) conversar afetuosamente com Ele, (3) apresentar-lhe as nossas necessidades, (4) dar-lhe louvor e gratidão…” Conforme:

http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune13.html#1231_St._Anthony_or_Antonio_Of_Padua_a

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* 21 DE JUNHO: SÃO LUÍS GONZAGA

“Não há sinal mais evidente de que alguém é santo e do número dos eleitos, do que vê-lo levando uma vida boa e ao mesmo tempo vítima de desolação, sofrimento e provações”– São Luís Gonzaga

“Aquele que deseja amar a Deus não o ama verdadeiramente se não tiver um desejo ardente e constante de sofrer por Ele”– São Luís Gonzaga

“Ó Santa Maria! Minha mãe; em tua bendita confiança e custódia especial, e no seio de tua misericórdia, eu neste dia, e todos os dias, e na hora de minha morte, entrego minha alma e meu corpo. A ti entrego todas as minhas ansiedades e dores, minha vida e o fim de minha vida, para que por tua santíssima intercessão e por teus méritos, todas as minhas ações sejam dirigidas e governadas por tua vontade e a de teu Filho– São Luís Gonzaga

“Que o conforto e a graça do Espírito Santo sejam seus para sempre, honrada senhora. Sua carta me encontrou ainda nesta região dos mortos, mas agora devo me levantar para finalmente fazer meu caminho para o céu e louvar a Deus para sempre na terra dos vivos; na verdade, eu esperava que antes dessa época minha viagem tivesse terminado. Se a caridade, como diz São Paulo, significa “chorar com os que choram e alegrar-se com os que se alegram”, então, querida mãe, você se alegrará muito que Deus em sua graça e seu amor por você está me mostrando o caminho para a verdadeira felicidade e me assegurando que nunca o perderei. Cuide-se acima de tudo, honrada senhora, para não insultar a infinita bondade de Deus; você certamente faria isso se lamentasse como morto um vivo face a face com Deus , alguém cujas orações podem lhe trazer em seus problemas uma ajuda mais poderosa do que jamais poderiam na terra. E nossa separação não será por muito tempo; nos veremos novamente no céu; estaremos unidos com nosso Salvador; lá o louvaremos de coração e alma, cantaremos suas misericórdias para sempre e desfrutaremos da felicidade eterna”– de uma carta à mãe de São Luís Gonzaga

Ó Deus, doador de dons celestiais, que em São Luís Gonzaga uniu a penitência a uma maravilhosa inocência da vida, concede por seus méritos e intercessão que, embora não o tenhamos seguido na inocência, possamos imitá-lo na penitência. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que vive e reina convosco na unidade do Espírito Santo, um só Deus, pelos séculos dos séculos– coleta para a memória litúrgica de São Luís Gonzaga

Citação MLA

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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27 de junho: NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO”

Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém!

Ó Mãe do Perpétuo Socorro, nós vos suplicamos, com toda a força do nosso coração, amparar a cada um de nós em Vosso colo materno, nos momentos de insegurança e sofrimento.

Que o Vosso olhar esteja sempre atento, para não nos deixar cair em tentação e, que em vosso silêncio, aprendamos a aquietar nosso coração e fazer a vontade do Pai.

Intercedei junto a Ele pela paz no mundo e por nossas famílias.

Abençoai todos os Vossos filhos e filhas enfermos.

Iluminai nossos governantes e representantes para que sejam sempre servidores do grande povo de Deus.

Concedei-nos, ainda, muitas e santas vocações religiosas, sacerdotais e missionárias para a maior difusão do Reino de Vosso Filho Jesus Cristo. Enfim, derramai no coração dos Vossos filhos e filhas a Vossa bênção de amor e misericórdia. Sede sempre o nosso Perpétuo Socorro na vida e, principalmente, na hora da morte.

Amém.

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, rogai por nós!

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* 15 de julho: SÃO BOAVENTURA

A oração é, portanto, a fonte e a origem de todo caminho ascendente em direção a Deus. Que cada um de nós, então, volte-se para a oração e diga ao nosso Senhor Deus: ‘Guia-me, Senhor, no teu caminho, para que eu possa andar na tua verdade.’ “

Cristo é tanto o caminho quanto a porta. Cristo é a escada e o veículo, como o “trono da misericórdia sobre a Arca da Aliança” e “o mistério oculto dos séculos”. 

Um homem deve voltar toda a sua atenção para este trono de misericórdia, e deve olhar para ele pendurado na cruz, cheio de fé, esperança e caridade, devoto, cheio de admiração e alegria, marcado pela gratidão e aberto ao louvor e júbilo. 

Então, tal homem fará com Cristo uma “pasch”, {uma páscoa} isto é, uma passagem. Pelos ramos da cruz ele passará o Mar Vermelho, deixando o Egito e entrando no deserto. Lá ele provará o maná escondido e descansará com Cristo no sepulcro, como se estivesse morto para as coisas de fora. Ele experimentará, tanto quanto for possível para quem ainda vive, o que foi prometido ao ladrão pendurado ao lado de Cristo: “Hoje você estará comigo no paraíso”.

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* 19 DE JULHO: SANTO AMBROSIO AUTPERTO:

…ressaltando a prioridade que em cada busca teológica da verdade compete ao amor, ele dirige-se a Deus com estas palavras:Quando por nós és perscrutado intelectualmente, não és descoberto como és realmente; quando és amado, és alcançado“.

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  • 15 de setembro, SANTA CATARINA DE GÊNOVA:

“… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carneSanta Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* 21 de outubro, SANTO AGATÃO “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar

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*        27 de outubro SANTO ABRAÃO, ERMITÃO “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”. SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES! PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES! SANTO

ABRAÃO, ROGUE POR NÓS! AMÉM!”, conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor e esposo da Virgem Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós Maria depositou a sua confiança;

  convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai

também para nós e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano- de-sao-jose/ >)

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” Santo não é aquele que não cai, santo é aquele que mesmo caindo não desiste de levantar” (São João Paulo II)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS! POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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  • Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:
    • Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;
    • Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;
    • Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);
    • Um dia vamos estar juntos;
    • Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (contrição … obediência ao que Jesus mandou: amor a Deus e ao próximo. Jo 15,14.17)…

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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“Coração de meu Jesus, doce e terno alanceado, seja o meu no vosso amor, cada vez mais abrasado”

“Doce coração de Maria, sede a nossa salvação”

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!