Santas e Santos de 13 de novembro

Em Roma, SANTO ES­TA­NISLAU KOSTKA, na Folhinha do Coração de Jesus, em 13 de novembro, FESTA LITÚRGICA 15 DE AGOSTO E 13 DE NOVEMBRO na­tural da Po­lónia, que, mo­vido pelo de­sejo de en­trar na Com­pa­nhia de Jesus, fugiu da casa pa­terna e em­pre­endeu a ca­mi­nhada a pé para Roma, onde, ad­mi­tido no no­vi­ciado por São Fran­cisco de Borja, viveu pouco tempo, re­a­li­zando ser­viços hu­mildes, e morreu com au­réola de santidade. († 1568). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1586, Santo Estanislau Kostka. Jovem príncipe polonês, de caráter fino e decidido, estudou em Viena e entrou, aos dezesseis anos de idade, no noviciado dos jesuítas em Roma, sob recomendação de São Pedro Canísio, mas colocou sua vida nas mãos de Deus dez meses depois (M).

– Ver “Estanislau Kostka ou Stanisław KostkaS.J., foi um jesuíta polaco canonizado pelo Papa Bento XIII, em 1726. Nasceu em Rostkowo, no condado de Przasnysz, na Polônia, em 28 de outubro de 1550 e morreu em Roma durante a noite de 14 a 15 de agosto de 1568. Entrou na Companhia de Jesus em RomaFesta litúrgica 15 de agosto e 13 de novembro”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Estanislau_Kostka

 – Ver também: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2018-08/papa-francisco-mensagem-polonia-santo-estanislau-kostka.html

– Ver Folhinha do Coração de Jesus de 13 de novembro. “13/11: SANTO ESTANISLAU KOSTKA. Santo Estanislau Kostka nasceu em 1550, na Polônia, de família nobre e influente. Em 1564, partiu para Viena a fim de estudar junto aos jesuítas. Com o fechamento do internato dos jesuítas, passou a residir juntamente com o. irmão e seu preceptor. Estes muito o fizeram sofrer, pela vida dissipada que levavam. Decidiu, então, ingressar na Companhia de Jesus. Fugiu secretamente para Dillingen, vestido de mendigo, a fim de despistar o irmão. Foi recebido por São Pedro Canísio. Em 1567 entrou no noviciado em Roma. Após dez meses de noviciado, caiu doente e seu estado foi se agravando cada vez mais. No dia da festa da Assunção, veio a falecer. Profundo devoto de Nossa Senhora, havia predito que morreria no dia de sua elevação ao céu. Era o ano de 1568 e

ele tinha 18 anos. É considerado o padroeiro dos jovens. Ре. Нonório (Folhinha do Coração de Jesus, de 12/11/2010)”.

1.   Em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, a paixão dos santos már­tires An­to­nino, Ni­cé­foro, Ze­bina, Ger­mano e Má­nata, virgem. Esta úl­tima, no tempo do im­pe­rador Ga­lério Ma­xi­mino, de­pois de ser açoi­tada, foi quei­mada viva; os ou­tros, porque cen­su­raram in­tré­pida e cla­ra­mente a im­pi­e­dade do pre­feito Fir­mi­liano por ofe­recer sa­cri­fí­cios aos deuses, foram decapitados. († 308)

2.   Em Aix-en-Pro­vence, na Gália Nar­bo­nense, na ho­di­erna França, São Mí­trio, que, apesar da sua con­dição de es­cravo, saiu deste mundo livre pela jus­tiça em Cristo. († s. IV)

3.   Em Tours, na Gália Li­o­nense, também na ac­tual França, São Brício, bispo, dis­cí­pulo de São Mar­tinho, que foi su­cessor do seu mestre e du­rante qua­renta e sete anos en­frentou muitas adversidades. († 444). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 444, São Brício, quarto sucessor de São Martinho na Sé episcopal de Tours, a serviço da qual permaneceu por quarenta e sete anos. (M)

4.   Na África Pro­con­sular, a co­me­mo­ração dos santos már­tires his­panos Ar­cádio, Pas­cásio, Probo e Eu­ti­quiano, que, por não que­rerem de­ci­di­da­mente aderir à he­resia ariana, por ordem de Gen­se­rico foram pros­critos, de­pois exi­lados e ator­men­tados com atrozes su­plí­cios e fi­nal­mente as­sas­si­nados com vá­rios gé­nero de morte. Então também o pe­queno Pau­lilo, irmão de Pas­cásio e de Eu­ti­quiano, com ad­mi­rável cons­tância, não per­mi­tindo ser se­pa­rado da fé ca­tó­lica, foi lon­ga­mente açoi­tado e con­de­nado à mais vil escravidão. († 473). Ver páginas 413-414: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

5*.   Em Vi­enne, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, São Le­o­niano, abade, que, tra­zido da Pa­nónia ca­tivo para esta re­gião por gente ini­miga, di­rigiu san­ta­mente monges e monjas du­rante mais de qua­renta anos, pri­meiro em Autun e de­pois em Vienne. († c. 518)

6.   Em Ar­vena, na Aqui­tânia, hoje Cler­mont-Fer­rand, na França, São Quin­ciano, bispo, que ocupou a sede de Rodez, mas de­pois, exi­lado pelos godos, foi no­meado bispo desta cidade. († c. 525). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 525 a volta para Deus de São Quintiano, bispo de Rodez. Homem bom e enérgico ao mesmo tempo, sofreu perseguição por haver confessado a divindade do Verbo. (M)

7*.   Em Città di Cas­tello, na Úm­bria, re­gião da Itália, a co­me­mo­ração dos santos Flo­rêncio, bispo, de cuja dou­trina fiel e vida santa dá tes­te­munho o papa São Gre­gório Magno, e de Santo Amâncio, seu pres­bí­tero, ad­mi­rável na sua ca­ri­dade para com os en­fermos e em todas as virtudes.  († s. VI)

8*.   Em Rodez, na Aqui­tânia, na ho­di­erna França, São Dal­mácio, bispo, cuja ca­ri­dade para com os po­bres é lou­vada por São Gre­gório de Tours. († c. 580)

9*.   No vale de Suze, entre os Hel­vé­cios, na ac­tual Suíça, Santo Hi­mério, ere­mita, que pregou o Evan­gelho nesta região. († c. 612)

10.   Em To­ledo, ci­dade da Es­panha, Santo Eu­génio (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que se de­dicou ao or­de­na­mento da sa­grada liturgia. († c. 657). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 657, Santo Eugênio. Monge de Saragoça, nomeado contra a sua vontade arcebispo de Toledo, presidiu a quatro concílios que tiveram lugar em sua cidade episcopal. (M)

11*.   Na re­gião de Cam­brai, na Gália, hoje na França, Santa Ma­xe­lendes, virgem e mártir, que, se­gundo a tra­dição, es­co­lhendo a Cristo como seu es­poso e re­cu­sando o homem a quem seus pais a ti­nham pro­me­tido, foi por ele morta ao fio da espada. († 670)

12.   Em Roma, junto de São Pedro, São Ni­colau I, papa, que se dis­tin­guiu pela sua energia apos­tó­lica em con­firmar a au­to­ri­dade do Ro­mano Pon­tí­fice em toda a Igreja de Deus. († c. 867). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano de 867, o sepultamento de São Nicolau I, papa. Dotado de uma personalidade brilhante, garantiu a liberdade da Igreja em face aos dois imperadores então no poder: Miguel, no Oriente e Lotário, no Ocidente. (M). Ver páginas 369-408: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

– Ver “Papa Nicolau I, dito O Grande ou Magno (cerca 810 – 13 de Novembro de 867) foi papa entre 24 de Abril de 858 até à sua morte. Nasceu em cerca de 810. É lembrado por ter consolidado o poder e a autoridade papal,[1] tendo reivindicado para o papa o poder supremo para ensinar e governar, subordinando a todos. Com tal intuito, encontrou opositores que lhe causaram problemas, sendo a primeira delas com o arcebispo de Ravena, que quis tornar-se independente de Roma, mas que por fim se submeteu. Outro problema proveniente de sua tomada de posição a recusa em anular o casamento de Lotário II do Sacro Império Romano, de modo a este casar-se com a sua amante, Valdrada em 862. Um sínodo reunido em Metz justificara a separação, mas em 863 Nicolau cassou a decisão do sínodo por atentar contra a doutrina fundamental da indissolubilidade do matrimônio. Apesar de pressão por parte dos Carolíngios, a sua decisão permaneceu. Durante o seu papado, as relações com o Império Bizantino sofreram alguns reveses devido ao apoio que deu a Ináciopatriarca de Constantinopla, que tinha sido substituído por Fócio. Foi um dos mais notáveis papas dos primórdios da Idade Média, seus contemporâneos o consideravam um profeta. A par de São Leão Magno e de São Gregório Magno, o Papa Nicolau I, recebeu o nome de Magno; e também é venerado como santo com o nome de São Nicolau Magno. Seu dia festivo é 13 de novembro. ”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Nicolau_I

13*.   No mos­teiro de La Réole, na Gas­conha da França, o pas­sa­mento de Santo Abão, abade de Fleury, ad­mi­ra­vel­mente ins­truído na Sa­grada Es­cri­tura e nas le­tras hu­manas, que, por de­fender a dis­ci­plina mo­nás­tica e fo­mentar ar­do­ro­sa­mente a paz, morreu tres­pas­sado por uma lança. († 1004). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1004, a morte de Santo Abão, abade de Fleury-sur-Loire, que morreu tentando restaurar a observância monástica no priorado de La Réole, na Aquitânia. (X)

14*.   Em Ivrea, no Pi­e­monte, re­gião da Itália, a co­me­mo­ração do Beato Var­mundo, bispo, ilustre pela sua fé viva, pi­e­dade e hu­mil­dade, que de­fendeu das in­sí­dias dos po­de­rosos a li­ber­dade da Igreja, cons­truiu a ca­te­dral, fo­mentou a vida mo­nás­tica e ins­ti­tuiu uma es­cola episcopal. († c. 1010/1014)

15.   Em Cre­mona, na Lom­bardia, também re­gião da Itália, Santo Ho­mo­bono, um co­mer­ci­ante que se tornou me­mo­rável pela sua ca­ri­dade para com os po­bres, por aco­lher e educar as cri­anças aban­do­nadas e fo­mentar a paz entre as famílias. († 1197). Ver páginas 409-411: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

16.   Em Roma, Santa Agos­tinha Pietrantóni (Lívia Pi­e­tran­tóni), virgem da Con­gre­gação das Irmãs da Ca­ri­dade, que se de­dicou com ge­ne­ro­si­dade cristã ao cui­dado dos le­prosos no hos­pital do Es­pí­rito Santo, onde morreu apu­nha­lada por um en­fermo num ataque de furor homicida. († 1894)

17*.   Em Simat de Vall­digna, na re­gião de Va­lência, na Es­panha, o Beato João Gonga Martínez, mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a fé, der­ramou o seu sangue por Cristo. († 1936)

18*.   Em Por­ti­chol de Ta­vernes, perto de Car­cai­xent, na mesma re­gião da Es­panha, a Beata Maria do Pa­tro­cínio de São João (Maria Cinta As­sunção Giner Gomis), virgem do Ins­ti­tuto das Irmãs de Maria Ima­cu­lada Mis­si­o­ná­rias Cla­re­ti­anas e mártir, que na mesma per­se­guição no com­bate da fé al­cançou a vida eterna. († 1936)

19♦.   Em Halle an der Saale, na Sa­xónia, re­gião da Ale­manha, o Beato Carlos Lampert, pres­bí­tero e mártir, que de­pois de ter sido en­car­ce­rado três vezes por um re­gime inu­mano e hostil à re­li­gião, foi fi­nal­mente de­ca­pi­tado em ódio à fé cristã e ao sacerdócio. († 1944)

20*.   Em Sófia, na Bul­gária, os be­atos Pedro Vicev, Paulo (José Dzidzov) e Jo­safat Siskov (Ro­berto Ma­teus Siskov), pres­bí­teros da Con­gre­gação dos Agos­ti­nhos da As­sunção, que, no tempo de um re­gime hostil a Deus, acu­sados fal­sa­mente de traição e en­car­ce­rados por serem cris­tãos, me­re­ceram re­ceber pela sua morte o prémio pro­me­tido aos fiéis dis­cí­pulos de Cristo. († 1952)

21. São Diogo de Alcalá (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver “São Diego de Alcalá” páginas 412-413: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf 

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Diogo_de_Alcalá

– Ver “São Diogo de Alcalá (San Nicolás del Puerto1400 — Alcalá de Henares12 de novembro de 1463) foi um religioso católico da Ordem dos Frades Menores. Foi canonizado pelo papa Sixto V em 1588. Com seu nome em castelhanoSan Diego de Alcalá, foi batizada a cidade californiana de San Diego.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Diogo_de_Alcal%C3%A1

22. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, São Didácio, franciscano espanhol, missionário nas Ilhas Canárias, que cumpriu suas humildes tarefas na fé e na caridade. Adormeceu no Senhor em 1463. (M)

23. Outros santos do dia 13 de novembro: págs. 369-414, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf 

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIX – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 13 de novembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/13_de_novembro

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 873-876:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/