09 de abril de 2022 – O SÁBADO DE LÁZARO

1. O Início da Cruz: Sábado de Lázaro

“Tendo cumprido os Quarenta Dias… pedimos para ver a Semana Santa da Tua paixão”. Com estas palavras cantadas nas Vésperas da Sexta-feira de Ramos, a Quaresma chega ao seu fim e entramos na comemoração do sofrimento (da paixão), morte e ressurreição de Cristo. Ela começa no sábado de

Lázaro. A dupla festa da Ressurreição de Lázaro e a Entrada do Senhor para

Jerusalém é descrita em textos litúrgicos como o “início da Cruz” e deve ser

compreendida, portanto, dentro do contexto da Semana Santa. O troparion (Traduzido do inglês-Um troparion na música bizantina e na música religiosa do cristianismo ortodoxo oriental é um hino curto de uma estrofe, ou organizado de formas mais complexas como séries de estrofes. Wikipedia (inglês)) comum destes

dias afirma explicitamente que “ao ressuscitar Lázaro dos mortos, Cristo confirmou a verdade da ressurreição universal“. É altamente significativo que sejamos levados para as trevas da Cruz por uma das doze maiores festas da Igreja. Luz e alegria não brilham apenas no final de Semana Santa, mas também em seu início; elas iluminam a própria escuridão, revelam seu derradeiro significado.

Todos aqueles que conhecem o culto ortodoxo conhecem o caráter peculiar, quase paradoxal, de Serviços de sábado do Lázaro. É um domingo, ou seja, um culto de Ressurreição num sábado, um dia geralmente dedicado à comemoração litúrgica dos mortos. E a alegria que permeia estes serviços enfatiza um tema central: a próxima vitória de Cristo sobre o Hades. Hades é o termo bíblico para Morte em seu poder universal, por aquela escuridão inescapável e destruição que engolem toda a vida e envenenam com sua sombra o mundo inteiro. Mas agora…

com a ressurreição de Lázaro — “a morte começa a tremer”. Pois aí começa o duelo decisivo entre a Vida e a Morte e nos dá a chave para todo o mistério litúrgico de Pascha. Na igreja primitiva o sábado de Lázaro foi chamado de “anúncio de Pascha”: ele anuncia e antecipa, de fato, a maravilhosa luz e a paz do próximo — o Grande e Santo Sábado, o dia da Tumba Dadora de Vida.

Lázaro, o Amigo de Jesus

Entendamos antes de tudo que Lázaro, o amigo de Jesus, personifica toda a humanidade e também cada homem, e Betânia, a casa de Lázaro, o Homem, é o símbolo do todo; o mundo como lar do homem. Cada homem foi criado amigo de Deus e chamado a esta Divina amizade: o conhecimento de Deus, a comunhão com Ele, a partilha de vida com Ele. “Ele era vida e a Vida era a luz dos homens” (João 1:4). E, no entanto, este Amigo a quem Deus ama, que no amor Ele criou, ou seja, chamado à vida, é destruído e aniquilado por um poder que Deus não criou: a morte. Deus encontra em Seu próprio mundo um poder que destrói Sua obra e aniquila Seu desígnio. O mundo não é senão lamentação e tristeza, lágrimas e morte. Como isso é possível? Como isto aconteceu? Estas são as perguntas implícitas na narrativa lenta e detalhada de João sobre a vinda de Jesus ao túmulo de Seu amigo. E uma vez lá, “Jesus chorou” (João 11:35). Por que Ele chora se sabe que em um momento Ele chamará Lázaro de volta à vida? Os hinógrafos bizantinos não conseguem compreender o verdadeiro significado destas lágrimas. Eles as atribuem a Sua natureza humana, enquanto o poder da ressurreição pertence a Deus Nele. Mas a Igreja Ortodoxa ensina que todas as ações de Cristo são “teândricas” (Diz-se das ações de Jesus Cristo, que eram simultaneamente divinas e humanas.), ou seja, tanto Divino como humano. São ações do único e mesmo Deus-homem, o Filho Encarnado de Deus. Aquele que chora não é somente homem, mas também Deus e Aquele que chama Lázaro do túmulo não é somente Deus, mas também o Homem. Mas então Suas próprias lágrimas são Divinas. Jesus chora porque Ele contempla o triunfo da morte e da destruição no mundo criado por Deus.

O amor, o poder da vida

“Cheira mal”, dizem os judeus tentando impedir que Jesus se aproximasse do cadáver, e esta terrível advertência se aplica a todo o mundo, a toda a vida. Deus é a Vida e o Doador da Vida. Ele chamou o homem para a realidade divina da Vida e eis que “cheira mal”. O mundo foi criado para refletir e proclamar a glória de Deus e “cheira mal”. No túmulo de Lázaro, Deus encontra a Morte, a realidade da anti-vida, da destruição e do desespero. Ele encontra Seu inimigo, que lhe tirou Seu mundo e se tornou seu príncipe. E nós que seguimos Jesus ao se aproximar da sepultura, entramos com Ele naquela hora Sua, que Ele anunciou tantas vezes como o clímax e o cumprimento de toda a Sua obra. A Cruz, sua necessidade e significado universal são anunciados no versículo mais curto do Evangelho: “e Jesus chorou“… Entendemos agora que é porque Ele chorou, ou seja, amou Seu amigo Lázaro que Jesus tinha o poder de chamá-lo de volta à vida. O poder da Ressurreição não é um “poder em si” divino, mas um poder de amor, ou melhor, de amor como poder. Deus é amor e o Amor é Vida, o Amor cria Vida. É o Amor que chora no túmulo e é o Amor que restaura a vida. Este é o significado das lágrimas divinas de Jesus. Nelas, o amor está novamente em ação – recriando, redimindo, restaurando a vida escura do homem: “Lázaro, sai daí!…”. E é por isso que o sábado de Lázaro é o início de ambos: a Cruz, como o Supremo sacrifício de amor, a Ressurreição, como o triunfo final do amor.

“Cristo – a Alegria, a Verdade e a Luz de todos

A Vida do Mundo e a Ressurreição –

apareceu em Seu amor para aqueles que estão na Terra.

Ele se tornou a Imagem de nossa Ressurreição,

Concedendo o perdão divino a todos”. (Lázaro, Kontakion de sábado)

(Kontakion ou kondakion é um hino sacro conhecido como hino temático nas liturgias da Igreja Ortodoxa e em outras práticas do rito bizantino, como na Igreja Católica Oriental. Sua estrutura é composta da estrofe inicial, o proêmio, e das demais estrofes, chamadas tropários. Wikipédia)

A Liturgical Explanation for the Days of Holy Week by The Very Rev. Alexander Schmemann, S.T.D. Professor of Liturgical Theology, St. Vladimir”s Seminary,

 conforme <holy_week-a_liturgical_explanation.pdf (antiochian.org)> – (tradução DeepL)

Santas e Santos de 09 de abril

NESTE 09 DE ABRIL, MARTÍRIO DA BEM-AVENTURADA LINDALVA JUSTO DE OLIVEIRA, PRIMEIRA MULHER A SER BEATIFICADA NO BRASIL (martirizada antes de completar os 40 anos em 09 de abril de 1993, nº 16, ABAIXO).

TAMBÉM HOJE, 09 DE ABRIL, UMA FAMÍLIA DE SANTOS (ELEVADOS À HONRA DOS ALTARES) MULHER, SEUS PAIS, SUA IRMÃ, SEU MARIDO E QUATRO FILHOS…: SANTA VALDETRUDES (VALTRUDES) Nº 7 ABAIXO

1.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, São Má­ximo, bispo, que, du­rante o tempo em que era pres­bí­tero, acom­pa­nhou no exílio e na con­fissão da fé São Di­o­nísio (VER 08 DE ABRIL E 17 DE NOVEMBRO), a quem su­cedeu na sede episcopal. († 282). Ver “Máximo de Alexandria, foi o patriarca de Alexandria, entre os anos de 265 e 282. Foi durante seu episcopado que Paulo de Samósata foi exilado do Egito.

É venerado como santo pela Igreja Ortodoxa Copta, sendo sua festa celebrada no dia 23 de abril.” (pode não ser este o São Máximo lembrado no Martirológio Romano): https://pt.m.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1ximo_de_Alexandria

2.   Também em Ale­xan­dria, Santo Edésio (VER TAMBÉM 08 DE ABRIL), irmão de Santo An­fiano, que, no tempo do im­pe­rador Ma­xi­mino, cen­surou aber­ta­mente o juiz por en­tregar ao le­no­cínio as vir­gens con­sa­gradas a Deus, e por isso foi preso e tor­tu­rado pelos sol­dados e lan­çado ao mar, mor­rendo por Cristo Nosso Senhor. († 306). Em Alexandria, neste mesmo dia, Santo Edésio (também na Folhinha do Coração de Jesus de 08 de abril) mártir, quando do imperador Maximiano Galero. Quando tentava reprimir um ato indigno de um juiz ímpio, repreendendo-o por condenar à prostituição virgens consagradas a Deus, foi prêso por soldados, Ievado a cruéis suplícios e atirado ao mar pela fé no Senhor Jesus, no ano de 306. Conforme o Martirológio Romano-Monástico de 08 de abril, no ano do Senhor de 306, a paixão de Santo Edésio. Versado nas ciências profanas assim como nas sagradas, reagiu com energia quando soube das sevícias exercidas pelo governador de Alexandria contra as virgens cristãs. Sua corajosa intervenção foi recompensada com a palma do martírio. (M). Ver página 213: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

3.   Em Sir­mium, na Pa­nónia, hoje Sremska Mi­tro­vica, na Sérvia, São De­mé­trio (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir, que é pi­e­do­sa­mente ve­ne­rado em todo o Ori­ente, es­pe­ci­al­mente em Tessalónica. († s. III/IV)

4.   Em Ce­sa­reia, na Ca­pa­dócia, hoje Kay­seri, na Tur­quia, Santo Eup­sí­quio, mártir, que, por ter des­truído o templo da deusa For­tuna, so­freu o mar­tírio no tempo do im­pe­rador Ju­liano Apóstata. († c. 362)

5.   Em Le Mans, na Gália Li­o­nense, hoje na França, São Li­bório, bispo. († s. IV)

6.   Em Amida, na Me­so­po­tâmia, hoje Diyar­bakir, na Tur­quia, Santo Acácio (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que, para res­gatar os persas ca­tivos e su­jeitos a duros su­plí­cios, per­su­adiu o clero e chegou a vender aos ro­manos os vasos sa­grados da Igreja. († s. V). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 688, na Mesopotâmia, Santo Acádio (ou Acácio), bispo, que para resgatar prisioneiros de guerra mandou fundir e vender os vasos sagrados da sua igreja. (M)

7.   Em Mons, na Nêus­tria, hoje na Bél­gica, Santa Val­de­trudes, (Valtrudes) que era irmã de Santa Al­de­gundes, es­posa de São Vi­cente Ma­del­gário e mãe de quatro santos, e, imi­tando seu es­poso, se con­sa­grou a Deus e tomou o há­bito mo­nás­tico num ce­nóbio por ela fundado. († 688).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 688, Santa Valdetrudes, mãe de família cristã. Depois de ter criado seus quatro filhos, todos honrados como santos, abraçou uma vida de oração na solidão, na qual várias vocações a ela se juntaram, o que originou a fundação de um mosteiro em torno do qual se formou a cidade de Mons, na região do Hainaut (Bélgica). (M).

Ver também Santa Valtrudes às páginas 214-215: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Na história da Cristandade não faltam casos de famílias inteiras que foram elevadas às honras dos altares, como, por exemplo, a santa festejada no dia de hoje, Valdetrudes (em francês Waudru), que é venerada com seus genitores, São Valdeberto e Santa Bertila, com sua irmã Santa Aldegundes, com seu esposo, São Vicente Madelgário, e seus quatro filhos: São Landerico, Bispo de Paris, São Dentilino, falecido ainda jovem, Santa Aldetrudes, Abadessa de Maubeuge e Santa Madelberta, abadessa no mesmo mosteiro…”: http://heroinasdacristandade.blogspot.com/2012/04/santa-valdetrudes-abadessa-festejada-9.html

– Ver ainda “… 688 SÃO WALDETRUDIS, ou WAUDRU, VIÚVA
SANTA WALDETRUDIS, chamada em francês Waltrude ou Waudru, que é venerada na Bélgica, especialmente em Mons de que é padroeira, pertencia a uma família de notável santidade. Seus pais eram St Walbert e St Bertilia , sua irmã St Aldegundis de Maubeuge, seu marido São Vicente Madelgar e seus quatro filhos São Landericus, São Dentelinus, St Aldetrudis e Santa Madelberta , os dois últimos nomeados ambos sendo abadessa de Maubeuge.
     Casou-se com um jovem nobre chamado Madelgar, com quem levou uma vida feliz de devoção e boas obras. Algum tempo depois do nascimento do último de seus filhos, Madelgar retirou-se para a abadia de Haumont que havia fundado, tomando o nome de VincentWaldetrudis ficou no mundo dois anos a mais que o marido e depois também se retirou, retirando-se para uma casinha muito humilde, construída segundo suas instruções, onde viveu na pobreza e na simplicidade. Sua irmã a convidou repetidamente para se juntar a ela em Maubeuge, mas ela desejava maior austeridade do que poderia ter na abadia. A sua solidão foi muitas vezes invadida por aqueles que se centram no que é hoje a vila de Mons.
     Ao longo de sua vida, Santa Waldetrudis foi muito dada a obras de misericórdia, e ela tornou-se célebre pelos milagres de cura que foram operados por ela antes e depois de sua morte.
Há duas vidas latinas de São Waldetrudis a primeira, escrita no século IX, só foi impressa em Analectes pour servir a l’histoire ecclésiastique déjà Belgique, vol. iv, pp. 218-231 o segundo, outrora erroneamente atribuído a Philip de Harveng, é de fato uma adaptação posterior do primeiro. Foi impresso no Acta Sanctorum, abril, vol. i, e por Mabillon. Ver especialmente L. Van der Essen, Saints Mérovingiens de Belgique, pp. 231-237, e Berlière, Monasticon Beige, vol. i, págs. 327-328.

Também conhecida como Waltrude ou Waudru, era filha dos Santos Walbert e Bertilia e irmã de São Aldegunus de Maubeuge . Casando com São Vicente Madelgarius , ela se tornou a mãe dos santos Landericus, Madalberta, Adeltrudis e Dentelin . Quando seu marido decidiu tornar-se monge por volta de 643 no mosteiro de Hautronnt, na França, que ele havia fundado, ela estabeleceu um convento em Chateaulieu, em torno do qual cresceu a cidade de Mons, na Bélgica.
RECAPITULANDO:
Waldetrudis de Mons, OSB Widow (RM) (também conhecida como Vaudru, Waltrude, Waudru) Morreu em 9 de abril de c. 686-688. A família de Saint Waudru, padroeira de Mons (Bélgica), também era incrivelmente santa. Ambos os pais (Walbert e Bertille) e sua irmã (Aldegund) foram canonizados. Seus quatro filhos também foram declarados santos (Landericus, Dentelin, Aldetrude e Madelberte) e seu marido (Madelgaire).
Madelgaire
era o conde de Hennegau (Hainault) e um dos cortesãos do rei Dagobert I. Depois que seus filhos nasceram, ele e Waudru desejavam viver vidas totalmente dedicadas à meditação e à oração. Ele se retirou para uma abadia que havia fundado em Haumont, perto de Maubeuge, onde adotou o nome de Vincent. Por mais dois anos, Waudru permaneceu no mundo, dedicando-se ao cuidado dos pobres e doentes sob a direção de São Gislenus.
Após a morte de Madelgaire, Waudru recebeu o véu religioso de Saint Autbert em 656, construiu uma pequena casa para si perto de Castriloc (Châteaulieu) e, doando seus bens, viveu lá sozinha. Embora ela se agarrasse à sua solidão, sua grande sabedoria e piedade significavam que incontáveis ​​homens e mulheres a pressionavam em busca de conselhos. 

Eventualmente Waudru teve tantos seguidores que ela foi obrigada a fundar seu próprio convento em Châteaulieu. Dedicou este convento à Mãe de Jesus, e à sua volta cresceu a actual vila de Mons. Na época da morte de Waudru, ela havia se tornado famosa não apenas por sua caridade, mas também por seus poderes milagrosos de cura, sua paciência diante das provações, jejum contínuo e oração.
Na arte, Saint Waudru é retratado protegendo seus filhos sob seu manto, oferecendo ao marido um crucifixo e recusando uma coroa de rosas (Roeder). Ela é venerada em Mons (Roeder)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril09.html#688_St._Waldetrudis_ist_Patronin_von

8.   Em Jumièges, também na Nêus­tria, hoje na França, Santo Hugo, bispo de Rouen, que go­vernou si­mul­ta­ne­a­mente o mos­teiro de Fon­te­nelle e as Igrejas de Paris e de Baieux e, fi­nal­mente, re­nun­ci­ando a estas fun­ções, di­rigiu o mos­teiro de Jumièges. († 730). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano de 730, São Hugo, sobrinho de Carlos Magno e primo-irmão de Pepino, o Breve. Consagrou sua vida ao serviço da Igreja e do monaquismo como abade de Fontenelle, e posteriormente como bispo de Paris e de Bayeux. (M)

9.   No lugar de São Vi­cente, pró­ximo de Bri­vi­esca, em Cas­tela, re­gião da Es­panha, Santa Cas­silda, virgem, que, tendo nas­cido na re­li­gião ma­o­me­tana, ajudou com­pas­si­va­mente os cris­tãos en­car­ce­rados e de­pois se­guiu a vida cristã na so­lidão eremítica. († 1075). Ver também páginas 218-219: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Santa Cacilda ( – + Briviesca1007) foi uma princesa moura que fruto da perseguição que foi feita pelo pai contra a sua religiosidade cristã, se tornou eremita e que é muito venerada em BurgosToledo e Saragoça.

Tem a particularidade, tal como à Rainha Santa Isabel e à sua tia Santa Isabel da Hungria, de lhe ser atribuída o Milagre das Rosas.

Houve tempos que era invocada em tempos de guerra.

Sua festa litúrgica e comemorada no dia 9 de abril.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santa_Cacilda

10*.   Em Au­reil, no ter­ri­tório de Li­moges, na França, São Gauquério, que foi có­nego re­gular e res­plan­deceu para o clero como exemplo de vida comum e zelo das almas. († 1140)

– Ver “Gauquério nasceu em Meulan-sur-Seine na segunda metade do século XI. Inicialmente foi instruído nas artes liberais e posteriormente se colocou sob a guia de Humberto, Cônego de Limoges. Aos 18 anos de idade, junto com Germundo, seu amigo, foi viver a vida na solidão, como eremita na floresta. No entanto, a solidão dos dois durou pouco: vários jovens iam chegando um após o outro: desejavam aprender o caminho da vida religiosa com Gauquério. Por esse motivo, Guaquério pedirá aos cônegos de Limoges a permissão para construir um mosteiro num bosque que era da propriedade do capítulo. Assim nasceu o mosteiro de Aureil. Mais tarde Gauquério iria fundar também um mosteiro feminino: ambas as fundações seguiriam a regra de Santo Agostinho. Aos 80 anos de idade, no dia 9 de abril, o Santo ia à cavalo quando se desequilibrou e caiu: feriu-se tão gravemente que morreu quase que imediatamente. Seu corpo foi sepultado em Aureil. Papa Celestino III emitiu um decreto reconhecendo a santidade de Gauquério.”: https://pt.aleteia.org/daily-prayer/terca-feira-9-abril/

– Ver também “São Gauquério nasceu em Meulan-sur-Seine – França na segunda metade do século XI e alcançou uma cultura humanística.
Desejoso de uma vida mais austera retirou-se num lugar solitário. Ao se transferir em outra região da França, por três anos viveu como ermitão, até que, acorrendo a ele muitos discípulos, edificou dois mosteiros: um para homens, outro para mulheres, pondo-os sob a regra canônica de Santo Agostinho. Passou o resto da vida com os irmãos, dando a todos, exemplo de toda virtude. Morreu aos oitenta anos em 09 de abril de 1140.”: http://www.conegoslateranenses.comunidades.net/abril-maio-junho

11*.   Junto ao monte Se­nário, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato Ubaldo de Sansepolcro, pres­bí­tero da Ordem dos Servos de Maria, que foi con­du­zido da mi­lícia ter­restre ao ser­viço de Maria por São Fi­lipe Benízi. († 1315)

– Ver “… 1315 BD UBALD DE FLORENÇA Ele tinha o dom dos milagres
Um dos líderes mais proeminentes do partido gibelino em Florença no ano de 1276 foi o jovem Ubald Adimari. Bem favorecido pela natureza e pela fortuna e pertencente a uma família distinta, até os trinta anos levara uma vida turbulenta com companheiros dissipados. Um dia, porém, enquanto ouvia a pregação de São Filipe Benizi, sentiu no coração uma vergonha pelo passado e, com um desses impulsos súbitos a que as almas generosas são propensas, ele então e ali jurou que ele nunca mais teria armas. Apegando-se a São Filipe, que o admitiu na Ordem dos Servos, ele fez penitências severas para expiar seus pecados e domar seu espírito orgulhoso e altivo.
Nos anos seguintes, os que o cercavam notaram que ele havia se tornado tão gentil que, quando aparecia no jardim do mosteiro de Monte Senário, os pássaros pousavam em sua cabeça, mãos e ombros. Ele tinha o dom dos milagres, e está registrado que uma vez, quando era sua vez de buscar água da fonte para servir aos irmãos no refeitório e acidentalmente quebrou o cântaro, ele encheu seu escapulário com água e o levou em segurança para casa. Havia o suficiente, dizem-nos, para satisfazer a sede de todos.
São Filipe amava muito o seu devotado discípulo. Não só o fez durante vários anos o companheiro de suas viagens, mas o escolheu para seu confessor. Enquanto Filipe estava doente em Todi, Ubald foi avisado por uma premonição sobrenatural de que seu mestre estava morrendo e correu para o lado de sua cama. Quando o santo pedia seu “livro”, mãos ansiosas ofereciam a Bíblia, o Breviário e o Rosário; mas Ubald sabia melhor, e deu-lhe o livro do qual ele havia aprendido toda a sua sabedoria – o crucifixo e naquele “livro” ele fixou seus olhos falidos até que eles finalmente se fecharam na morteUbald sobreviveu a ele por trinta anos em Monte Senário. Seu culto foi confirmado em 1821.
Ver Gianni-Garbi, Annales Ordinis Servorum BVM, vol. i, pp. 228-229 Spörr, Lebensbilder aus dem Servitenorden, pp. 437 seq. A maioria das vidas de São Filipe Benizi (por exemplo , a de P. Soulier) também contém alguma menção a Bd Ubald.

RESUMO:
Nasceu em Florença, Itália, em 1246; cultus confirmado em 1821. Nascido na nobreza guebelina, Ubald era notório por sua vida selvagem e dissoluta. Em 1276, foi convertido por São Filipe Benizi, que o admitiu no instituto dos Servitas. Ubald passou o resto de sua vida no Monte Senário, um modelo para as almas penitentes (beneditinos)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril09.html#1315_Blessed_Ubald_Adimari_converted_by

12*.   Em Tana, na Índia ori­ental, o Beato Tomás de Tolentino, pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores e mártir, que, tendo par­tido para anun­ciar o Evan­gelho no im­pério da China, quando pas­sava pelas terras dos Tár­taros e dos In­di­anos, co­roou a sua missão com glo­rioso martírio. († 1321)

13*.   Em Bri­che­rásio, junto de Pi­ne­rolo, no Pi­e­monte, re­gião da Itália, o Beato An­tónio Pa­vóni, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir, que, ao sair da igreja onde pre­gara contra a he­resia, foi bar­ba­ra­mente trucidado. († 1374).

Ver páginas 220-221: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

14♦.   Em Dax, na Aqui­tânia, re­gião da França, a Beata Mar­ga­rida Rutan, virgem da Con­gre­gação das Fi­lhas da Ca­ri­dade de São Vi­cente de Paulo e mártir. († 1794)

15*.   No campo de con­cen­tração de Aus­chwitz, perto de Cra­cóvia, na Po­lónia, a Beata Ce­les­tina Faron, virgem da Con­gre­gação das Pe­quenas Servas da Ima­cu­lada Con­ceição e mártir, que, du­rante a ocu­pação mi­litar da Po­lónia, foi en­cer­rada no cár­cere por causa da sua fé em Cristo e, ator­men­tada por cruéis su­plí­cios, al­cançou a glo­riosa coroa do martírio. († 1944).

16♦.   Em Sal­vador da Baía, no Brasil (NESTE DIA 09 DE ABRIL, CONFORME MARTIROLÓGIO ROMANO, nº 1 abaixo), a (MARTÍRIO DA) BEATA LIN­DALVA JUSTO DE OLIVEIRA, virgem da Com­pa­nhia das Fi­lhas da Ca­ri­dade de São Vi­cente de Paulo e mártir. († 1993). Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lindalva_Justo_de_Oliveira

– Ver “…após o processo canônico, para alegria da Igreja no Brasil, no dia 2 de dezembro de 2007, irmã Lindalva foi beatificada pelo papa Bento XVI, pelo seu testemunho de entrega da vida em favor dos irmãos e do Cristo, o divino Esposo.”: https://pt.aleteia.org/daily-prayer/domingo-7-de-janeiro/

Ver também “Esta Filha da Caridade certamente não esperava morrer em uma idade tão jovem (20/10/1953 – 09/04/1993). Tendo oferecido sua vida, ela testemunhou por sua morte que “Ninguém tem amor maior do que este para dar a vida para os amigos” (Jo. 15:13).

O processo de beatificação foi iniciado pela aclamação popular. As pessoas foram tocadas pela fé desta jovem irmã, seu serviço aos pobres e fidelidade ao seu compromisso que acabou levando ao seu martírio. A beatificação ocorreu em Salvador – Bahia, Brasil, no dia 2 de dezembroNd 2007, em um enorme estádio com quase 60.000 pessoas presentes.

Irmã Lindalva foi a primeira mulher a ser beatificada no Brasil. Ela ainda era uma jovem filha da caridade, 4 anos de vocação, quando foi martirizada. Sua fidelidade à sua vocação e seu amor por todos sem preferências eram tão intensos que ela não hesitou em dar sua vida por eles.”: http://filles-de-la-charite.org/pt/history/saints-and-blessed-daughters-of-charity/blessed-lindalva-justo-de-oliveira/ 

– Ver “Beata Lindalva Justo de OliveiraFDC (Assu20 de outubro de 1953 — Salvador9 de abril de 1993) foi uma religiosa das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, proclamada beata mártir pela Igreja Católica no dia 2 de dezembro de 2007. Seus restos mortais encontram-se na Capela das Relíquias da Beata Lindalva, na região central da cidade do Salvador, desde o dia 6 de abril do ano de 2014. Por guardar as relíquias de uma mártir católica a capela é um importante centro de devoção e recebe diariamente a visita de muitas pessoas.[1]Martirizada em 09 de abril (1993): No amanhecer do dia 9 de abril, Sexta-Feira Santa, Irmã Lindalva participou da Via-Sacra, na paróquia de Nossa Senhora da Boa Viagem. [2]Ao regressar, serviu o café da manhã aos idosos, como de costume. A irmã – ocupada com o serviço – não percebeu que Augusto se aproximava. Foi surpreendida com um toque no ombro. Ao virar-se, recebeu os golpes que lhe tiraram a vida. Um senhor ainda tentou intervir; mas Augusto ameaçou de morte quem ousasse se aproximar. Após o crime, o assassino foi esperar a polícia sentado em um banco, na frente do abrigo. Após condenação, foi internado em um manicômio judiciário.

Os médicos legistas identificaram 44 perfurações no corpo da religiosa. Imediatamente seu assassinato foi identificado pela comunidade católica como martírio, e associaram a tragédia às celebrações da Sexta-Feira da Paixão.[2]”: 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lindalva_Justo_de_Oliveira

– Ver também “Toda santidade passa pelo crisol do sofrimento. Em 1993, devido a uma recomendação, o abrigo acolheu entre os anciãos Augusto da Silva Peixoto, homem de 46 anos. Ele passou a assediar Ir. Lindalva, e chegou até mesmo a manifestar-lhe suas intenções. Ela começou a ter medo, e procurou afastar-se o mais que pode. Confidenciou-se com outras irmãs e refugiava-se na oração. Seu amor aos velhinhos a mantiveram no abrigo, e chegou a dizer a uma irmã: “prefiro que meu sangue seja derramado do que afastar-me daqui”.

Por não ser correspondido, Augusto foi à Feira de São Joaquim na Segunda-feira Santa e comprou uma peixeira, que amolou ao chegar no abrigo. Não dormiu na noite de quinta para Sexta-Feira Santa. De manhã, Irmã Lindalva havia participado da Via-Sacra, ao raiar da aurora, na paróquia da Boa Viagem. Ao regressar, foi servir o café da manhã aos idosos. Subiu as escadarias da enfermaria, como se estivesse subindo para o calvário, e pôs-se a servir pão com café e leite para os internos da ala masculina. Todos eles estavam em fila, esperando a vez. A irmã, compenetrada com o café, tinha a cabeça baixa quando sentiu um toque no ombro: virou-se e teve tempo apenas de ver o rosto enraivecido do homem que conhecera havia poucos meses… Em seguida, foram dezenas de facadas, pontilhadas por todo o corpo. Tudo diante do semblante horrorizado dos velhinhos que assistiam à cena bem em frente à mesa de café. Um senhor ainda tentou evitar a tragédia, avançando sobre o assassino. Mas Augusto Peixoto estava decidido e, ameaçou de morte quem ousasse se aproximar. Terminado o crime, foi esperar a polícia sentado em um banco na frente da casa. Do abrigo, ele foi para Casa de Detenção e, posteriormente, parou no Manicômio Judiciário. Passados dez anos, os laudos psiquiátricos indicam que ele já não apresenta mais perigo à sociedade. Mas Augusto não tem para onde ir, e o manicômio é sua única casa. Hoje se diz arrependido, e não sabe como foi capaz de fazer aquilo.

Os médicos legistas contaram no corpo de Ir. Lindalva 44 perfurações. Naquela Sexta-Feira Santa, enquanto Cristo morria na cruz, ela morria na sua enfermaria. Cristo levou 39 açoites, e com as 5 chagas, dos pés, mãos e costado, ao todo 44, unia simbolicamente a morte de Lindalva à sua paixão, que um pouco antes ela acabara de celebrar na Via-Sacra. Com impressionante realismo ela agora podia repetir as palavras de Cristo no Evangelho: “Não vim para ser servido, mas para servir e dar a minha vida em resgate de muitos” (Mt 20, 28).

À noite, a procissão do Senhor Morto, que todos os anos passava por aqueles quarteirões, parou na Capela do abrigo. O caixão com corpo de Ir. Lindalva foi trazido e colocado entre o féretro do Senhor Morto e a estátua de Nossa Senhora das Dores. Por toda aquela noite ali compareceu uma multidão de fiéis, padres, religiosos, pessoas de todas as condições sociais, e até mesmo evangélicos, vindos de toda a cidade. Pela manhã do Sábado Santo Dom Lucas Moreira Neves, então Cardeal Primaz de Salvador, celebrou as exéquias. Na missa do domingo in albis ele comentou que poucos anos de vida religiosa foram suficientes para que ela recebesse a graça do martírio, pois deu a sua vida por amor, como São Maximiliano Maria Kolbe, também mártir. E evocando as “sugestões que o seu nome encerra”, disse: “Linda alva é a branca veste que ela, como cada cristão, recebeu no seu batismo; Linda alva é o seu hábito azul de Irmã de Caridade, agora alvejado no Sangue do Cordeiro (Ap. 7, 14) ao qual se misturou o seu sangue; Linda alva é a límpida aurora da Páscoa de Jesus, que raiou para ela três dias depois da sua trágica Sexta-Feira Santa. Límpida aurora – linda alva – da sua própria Páscoa!…Dia da memória litúrgica, 07 de janeiro…”:

 http://www.santosdobrasil.org.br/?system=news&eid=294 

VER TAMBÉM DIA 07 DE JANEIRO: Bem-Aventurada Lindalva Justo de Oliveira (também na Folhinha do Coração de Jesus).

– Ver ainda: BEM-AVENTURADOS BRASILEIROS QUE AINDA NÃO ESTÃO INSCRITOS NO CALENDÁRIO LITÚRGICO DO BRASIL (conforme o DIRETÓRIO DA LITURGIA – CNBB – 2022):

1. Bem-aventurada Lindalva Justo de Oliveira, mártir: 07 de janeiro (beatificada em 02/12/2007)

2. Bem-aventurado João Schiavo, presbítero: 27 de janeiro (beatificado em 28/10/2017)

3. Bem-aventurados Manuel Gómez González e Adílio Daronch, mártires: 21 de maio (beatificados em 21/10/2007)

4. Bem-aventurada Francisca de Jesus (“Nhá Chica”), leiga e virgem: 14 de junho (beatificada em 04/05/2013)

5. Bem-aventurada Albertina Berkenbrock, leiga e mártir: 15 de junho (beatificada em 20/10/2007)

6. Bem-aventurado Donizetti Tavares de Lima, presbítero: 16 de junho (beatificado em 23/11/2019)

7. Bem-aventurada Assunta Marchetti, religiosa: 01 de julho (beatificada em 25/10/2014)

8. Bem-aventurado Eustáquio van Lieshout, presbítero: A 30 de agosto (beatificado em 15/06/2006)

9. Bem-aventurado Francisco de Paula Vítor, presbítero: 23 de setembro (beatificado em 14/11/2015)

10. Bem-aventurado Mariano de la Mata Aparício, presbítero: 05 de novembro (beatificado em 05/11/2006)

11. Bem-aventurada Bárbara Maix, fundadora: 06 de novembro (beatificada em 06/11/2010)

17. Santa Maria de Cléofas (também na Folhinha do Coração de Jesus):  ver páginas 216-217: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Maria de Cléofas (hebraico: מרי של קליאופס; gregoΜαρία του ΚλεόπαςlatimMaria Cleophae) é a tia de Jesus, irmã de Maria de Nazaré, e casada com Cléofas (Cleofas, Cleofás, Cleopas, Clopas), também conhecido como Alfeu.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maria_de_Cle%C3%B3fas

18. São Badêmio, mártir. Ver páginas 222-223: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

19. Na África do Norte os Santos Mártires de Massília, cuja paciência foi louvada por Santo Agostinho. Sua menção figura no mais antigo calendário de Cartago (Conforme o Martirológio Romano-Monástico –M)

– Ver “… Na África os santos mártires massilianos, em cujo aniversário foi escrito um tratado de Santo Agostinho.
Pouco se sabe desses mártires africanos, embora sejam mencionados por São Beda e em calendários antigos.
Temos um sermão que foi pregado por Santo Agostinho em suas festas. Eles provavelmente sofreram uma Massyla, ou o país adjacente, na costa marítima da África (Husenbeth)…: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril09.html#Massylitan_Martyrs_African_martyrs

20. Outras Santas e Santos do dia 09 de abril: págs. 214-226 (vol.6): VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

Obs. Às vezes entra com o Edge, mas mais com  Google chrome,.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 09 de abril, ver também: 9 de abril – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 314-316: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril09.html

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PARA E PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* 07 de janeiro ou 09 de abril – Beata Lindalva Justo de Oliveira:

Toda santidade passa pelo crisol (lugar ou circunstância apropriada a evidenciar as melhores qualidades de algo ou alguém) do sofrimento” (referente à Beata Lindalva de Oliveira, conforme http://www.santosdobrasil.org.br/?system=news&eid=294)

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* 17 de janeiro: Santo Antão, ou Antônio

Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado (ou provocado), nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia (e a provocação) é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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* 04 de fevereiro, SANTO ANDRÉ CORSINI: “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração (HUMILHAR-SE, OBEDECER, SILENCIAR, REZAR)”.

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* 10 de fevereiro, SÃO JOSÉ SÁNCHEZ DEL RIO “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio)

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* 14 de fevereiro, SÃO JOÃO BATISTA DA CONCEIÇÃO GARCIA Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* 14 de março, Albert Einstein:Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!

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* 15 de março: São Clemente-Maria Hoffbauer: “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.”

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* 15 de março, SANTA LUÍSA DE MARILLAC “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO”

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* 21 de março, SÃO NICOLAU DE FLUE: “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. Amém!São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.”

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* 21 de março, SÃO SERAPIÃO DE THMUIS A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….”

(conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

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* 05 de abril, SÃO VICENTE FERRER “Faça o que fizer, não pense em si mesmo, mas em Deus…

Você deseja estudar a seu favor? Deixe a devoção acompanhar todos os seus estudos, e estude menos para se tornar um sábio do que para se tornar um santo.

 Consulte a Deus mais do que seus livros, e peça-Lhe, com humildade, que faça você entender o que lê.

O ESTUDO CANSA E ESGOTA A MENTE E O CORAÇÃO. VÁ DE VEZ EM QUANDO, PARA REFRESCÁ-LOS, AOS PÉS DE JESUS CRISTO SOB SUA CRUZ. REPOUSE ALI.

Alguns momentos de repouso em suas chagas sagradas dão novo vigor e novas luzes.

Aplique-se por orações curtas, mas fervorosas e jaculatórias.

Nunca comece ou termine seu estudo, sem ser pela oração.

A ciência é um dom do Pai das luzes“.

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* 06 de abril: São Zeferino Agostini

Fundou a Pia União das Irmãs Devotas de Santa Ângela Merici…

Dizia a elas: “Não se assustem com o trabalho ou o sofrimento, nem com o fruto escasso de seu trabalho. Lembrem-se de que Deus recompensa não pelos resultados, mas pelo esforço.” (L’Observattore Romano). 

Ele sabia que sua primeira prioridade era desenvolver seu relacionamento com Deus por meio da oração pessoal, porque Deus era a fonte de sua alegria e poder para fazer o bem…

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* 21 de maio, PADRE MANOEL E COROINHA ADÍLIO “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio)

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* 31 de maio, São NICOLAS BARRÉ, citações:

  • ACONTEÇA O QUE ACONTECER, ESTEJA SEMPRE EM PAZ E CONFIE EM DEUS, ISSO SERÁ FEITO A VOCÊ DE ACORDO COM SUA FÉ, SUA ESPERANÇA E SUA CARIDADE E MUITO MAIS. » Carta 61 (OC p 538) – Máxima de conduta para as amantes número 21 obras completas p.128
  • “DEVEMOS NOS CONCENTRAR MAIS EM ESTABELECER O BEM AO INVÉS DE DESTRUIR O MAL. ESTABELECIDO O BEM, O MAL NÃO PODERÁ MAIS SUBSISTIR. » Máxima para a Direção das Almas 17 Obras Completas p.357
  • “QUANTO MAIS ESTAMOS UNIDOS A DEUS, MAIS RECEBEMOS FORÇA DE ESPÍRITO E INFLUÊNCIA, POIS ELE É SUA FONTE E OCEANO”. – Carta 27 (OC p 457)

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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* 15 de setembro, SANTA CATARINA DE GÊNOVA “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* 21 de outubro, SANTO AGATÃO “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar

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*          27 de outubro SANTO ABRAÃO, ERMITÃO “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!”, conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 08 de abril – atualização

9.   Em Namur, junto ao rio Mosa, no Bra­bante, na ac­tual Bél­gica, Santa Júlia Bil­liart (também na Folhinha do Coração de Jesus de 08 de abril e em 2021 na Folhinha do Coração de Jesus de 13 de maio), virgem, que fundou o Ins­ti­tuto de Santa Maria para a for­mação da ju­ven­tude fe­mi­nina e pro­pagou ar­do­ro­sa­mente a de­voção ao Sa­grado Co­ração de Jesus. († 1816)

Ver páginas 209-212: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

Ver tambémMaria Rosa Júlia Billiart (CuvillyPicardia12 de julho de 1751 — Namur8 de abril de 1816) foi uma santa católica, beatificada pelo Papa Pio X em 13 de maio 1906 e canonizada por Paulo VI 22 de junho de 1969. Fundadora da Congregação de Notre Dame de Namur, é festejada em 8 de abril.: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/J%C3%BAlia_Billiart

– Ver: “…St. Julie (Julia) Billiart nasceu em 1751 e morreu em 1816. Quando criança, brincar de “escola” era o jogo favorito de Julie. Aos dezesseis anos, para ajudar no sustento da família, começou a ensinar “de verdade”. Ela se sentou em um palheiro durante o recesso do meio-dia e contou as parábolas bíblicas aos trabalhadores. Julie manteve esta missão de ensinar ao longo de sua vida, e a Congregação que ela fundou continua seu trabalho.
Julie era a quinta de sete filhos. Ela frequentou uma pequena escola de um quarto em Cuvilly. Ela gostava de todos os seus estudos, mas era particularmente atraída pelas aulas de religião ministradas pelo pároco. Reconhecendo algo “especial” em Julie, o padre secretamente permitiu que ela fizesse sua primeira comunhão aos nove anos, quando a idade normal naquela época era treze. Aprendeu a fazer orações mentais curtas e a desenvolver um grande amor por Jesus na Eucaristia.
Uma tentativa de assassinato contra seu pai chocou gravemente seu sistema nervoso. Começou um período de saúde extremamente precária para Julie, que duraria trinta anos. Durante vinte e dois desses anos ela ficou completamente paralisada. Todos os seus sofrimentos e dores ela ofereceu a Deus. 
Quando eclodiu a Revolução Francesa, Julie ofereceu sua casa como esconderijo para sacerdotes leais. Por causa disso, Julie se tornou uma presa caçada. Cinco vezes em três anos ela foi forçada a fugir em segredo para evitar comprometer seus amigos que a estavam escondendo. 
Neste momento ela teve o privilégio de receber uma visão. Ela viu seu Senhor crucificado cercado por um grande grupo de religiosas vestidas com um hábito que ela nunca tinha visto antes. Uma voz interior lhe disse que essas seriam suas filhas e que ela iniciaria um instituto para a educação cristã de meninas. Ela e uma jovem rica fundaram as Irmãs de Notre Dame de Namur. Em Amiens, as duas mulheres e alguns companheiros começaram a viver uma vida religiosa em 1803. Em 1804, Julie foi milagrosamente curada de sua doença e andou pela primeira vez em 22 anos. Em 1805, Julie e três companheiros fizeram a profissão e os votos perpétuos. Foi eleita Madre Geral da jovem Congregação.
Em 1815, a mãe expôs sua saúde cada vez mais precária, cuidando dos feridos e alimentando os famintos deixados pela batalha de Waterloo. Nos últimos três meses de sua vida, ela novamente sofreu muito. Ela morreu pacificamente em 8 de abril de 1816 aos 64 anos de idade. Julie foi beatificada em 13 de maio de 1906 e canonizada pelo Papa Paulo VI em 1969…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril08.html#1816_St._Julie_Billiart_vision_of

12. São Perpétuo, Bispo e Confessor. Ver páginas 191-196: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver “… ST PERPETUUS, BISPO DE Tours (c. AD 494)
ST PERPETUUS sucedeu Eustochius no bispado de Tours. Durante os trinta anos ou mais em que governou a diocese, trabalhou arduamente para difundir a fé católica, impor a disciplina e regular os jejuns e festas a serem observados em sua sé. Entre outras provisões, um terceiro dia de jejum – provavelmente segunda-feira – deveria ser observado semanalmente desde a festa de São Vlartin até o dia de Natal. Isso é interessante por mostrar a antiguidade da observância do Advento. São Gregório de Tours, escrevendo cento e vinte anos depois, diz que esses regulamentos ainda eram mantidos em seu tempo. São Perpetuus tinha uma grande veneração por São Martinho de Tours , em cuja honra ele ampliou ou reconstruiu a basílica que leva seu nome. Como a igreja que São Britius tinha erguido sobre o túmulo de São Martinho era muito pequena para acomodar a multidão de peregrinos, o bispo fez com que suas relíquias fossem traduzidas com grande solenidade para o novo edifício em sua consagração por volta do ano 491 que levou quase vinte e dois anos para ser construído.

Diz-se que a morte do santo foi acelerada pela dor das invasões dos godos e da disseminação do arianismo. Cerca de quatorze ou quinze anos antes, ele teria feito um testamento, ainda existente, que, se genuíno, seria de considerável interesse. Nela, ele professa perdoar todas as dívidas que lhe são devidas e então liberta seus servos, tendo legado à sua igreja sua biblioteca, além de várias fazendas, e estabelecido um fideicomisso para a manutenção de lâmpadas e a compra de vasos sagrados, declara os pobres seus herdeiros. Começa: “Em nome de Jesus Cristo, amém. Eu, Perpétuo, um pecador, sacerdote da igreja de Tours, não partiria sem uma última vontade e testamento para que os pobres não fossem enganados … minha alegria, pobres de Cristo, necessitados, mendigos, doentes, viúvas e órfãos, a vós nomeio e faço meus herdeiros. De tudo o que possuo, exceto as coisas especialmente atribuídas acima, dos meus campos, pastagens, bosques, vinhas, casas, jardins, águas, moinhos, do meu ouro, prata e vestes vos constituo meus herdeiros.” À sua irmã Fidia Julia Perpetua ele deixa uma pequena cruz de ouro com relíquias,

 É lamentável ter que acrescentar que este documento, aceito como genuíno por d’Achéry, por Hensehenius na Acta Sanctorum, por Alban Butler, e mesmo pelo Dicionário de Biografia Cristã em 1887, é uma fabricação vergonhosa perpetrada por Jerome Vignier em o século XVII. Pode servir apenas para ilustrar a necessidade de um exame rigidamente crítico de nossas fontes hagiográficas em todos os períodos da história.

Para a vida de Perpetuus ver o Acta Sanctorum, abril, vol. eu ; e cf. a Analecta  Bollandiana , vol. xxxviii (1920), pp. 121-128, com Duchesne, Fastes Episcopaux , vol. ii, pp. 300-301. No suposto consultará Havet,Bliothêque de l’Ecole des Chartes,  vol. xlvi (1885), pp. 207-224. O epitáfio, que também recebeu reconhecimento imerecido, é igualmente uma falsificação.
RESUMO:

Perpetuus de Tours B (RM) Morreu em 30 de dezembro de 490, ou 8 de abril de 491. Perpetuus, nascido de uma família senatorial, tornou-se bispo de Tours c. 460. Ele dedicou os rendimentos de suas propriedades ao socorro dos necessitados. Os pobres, está registrado, foram seus herdeiros (embora aparentemente este testamento tenha sido uma falsificação do século XVII): deixou-lhes pastagens, bosques, vinhas, casas, jardins, moinhos de água, ouro, prata e suas roupas.
Ele também venerava seu grande predecessor São Martinho, o soldado que havia cortado seu manto em dois e dado metade a um mendigo. Martinho foi enterrado em uma basílica em Tours e Perpetuus reconstruiu e ampliou este belo edifício para abrigar os inúmeros peregrinos que acorreram ao seu túmulo.
Cento e vinte anos depois, São Gregório de Tours menciona que Perpétuo decretou que todas as pessoas em sua diocese deveriam jejuar às quartas e sextas-feiras, exceto em algumas festas da igreja. Ele também declarou várias segundas-feiras no ano cristão como jejuns, particularmente no tempo que se tornou o Advento. Tão grande foi a influência de Perptuus que esses jejuns ainda estavam sendo observados na diocese de Tours mais de um século após sua morte. E tão poderosa era a sua memória que, 13 séculos após a sua morte, alguns falsários desconhecidos redigiram um testamento falso para o santo, declarando: “Vós, meus caríssimos irmãos, minha coroa, minha alegria, isto é, pobres de Cristo, necessitados, mendigos, doentes, viúvas e órfãos, eu nomeio e decreto para ser meus herdeiros”. 

Na arte, São Perpétuo é um bispo que dirige a construção de uma igreja. Às vezes, os doentes podem ser mostrados sendo curados em seu túmulo ou enquanto suas relíquias são transportadas em procissão (Roeder)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril08.html#494_St._Perpetuus_Bishop_of_Rours

Santas e Santos de 08 de abril

NOSSA SENHORA DA PENHA: Ver:  

  • 08 DE ABRIL: NOSSA SENHORA DA PENHA (também em várias outras datas) “Nossa Senhora da Penha é o título da Virgem Maria que teve início quando um monge francês chamado Simão sonhou com uma imagem de Nossa Senhora que estava enterrada no alto de uma montanha de difícil acesso. A imagem estaria enterra ali por causa de uma guerra entre franceses e muçulmanos.” http://www.arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/nossa-senhora-da-penha

Segunda-feira após o segundo Domingo de Páscoa. Dia 25 de abril de 2022, Nossa Senhora da Penha, na Folhinha do Coração de Jesus

– Ver

FESTA DE NOSSA SENHORA DA PENHA NO ESPÍRITO SANTO: 09 DIAS DEPOIS DO SEGUNDO DOMINGO DE PÁSCOA…

As comemorações da Festa de Nossa Senhora da Penha, tem data móvel, ela se inicia no Domingo de Páscoa e termina 09 dias depois. Neste período, todas as Arquidioceses e Dioceses do Espírito Santo fazem peregrinação ao Convento da Penha, para agradecer as Graças alcançadas, através da intercessão de Nossa Senhora.”: Vamos conhecer a história de Nossa Senhora da Penha no estado do Espírito Santo – Clube da Evangelização (cancaonova.com)

01 DE SETEMBRO E 08 DE SETEMBRO: Nossa Senhora da Penha de França ou Nossa Senhora da Penha é um dos nomes que recebe Maria, mãe de Jesus, que acreditam os católicos, apareceu a Simão Vela no oeste da Espanha, numa serra chamada Penha de França. Lá, sua festa é comemorada no dia 8 de setembro. Também em São Paulo e em Itapira ocorre a cada 8 de setembro. Em Resende Costa, onde é padroeira, comemora-se no dia 1° de setembro, assim como na cidade do Crato, na cidade de Campos Sales e no Bairro da Penha em Campos dos Goytacazes. Já no Espírito Santo, mais precisamente na Grande Vitória, a Festa da Penha é realizada todos os anos no Convento da Penha na cidade de Vila Velha sempre oito dias depois do domingo de Páscoa[2], sendo feriado municipal em Cariacica[3]Vila Velha[4]Vitória[5] e também em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Estado. É considerada pela Igreja Católica como a terceira maior festa religiosa do Brasil, ficando atrás somente da comemoração que homenageia a padroeira do Brasil, em Aparecida (São Paulo), e do Círio de Nazaré, em Belém, no Pará.[2]”  https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_da_Penha_de_Fran%C3%A7a

https://www.altoastral.com.br/nossa-senhora-da-penha/

– Ver 01 DE SETEMBRO: NOSSA SENHORA DA PENHA, RAINHA E PADROEIRADE SÃO PAULO às págs. 366-374. OBSERVAÇÃO: entre as páginas 370-373, texto sobre NOSSA SENHORA APARECIDA:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

01 de Setembro: NOSSA SENHORA DA PENHA EM CRATO, CEARÁ. Conforme o DIRETÓRIO DA LITURGIA da CNBB de 2020, 01 de setembro na Diocese de Crato – NOSSA SENHORA DA PENHA – padroeira diocesana, festa mas celebrada onde for solenidade. Na Catedral  e na cidade de Crato: Titular e padroeira municipal, solenidade.

Ver: “Este ano, celebra-se a chegada da imagem de Nossa Senhora da Penha, trazida da França, em 1920. Contudo, a criação da Paróquia na antiga aldeia do Miranda, que antecedeu o atual município, aconteceu em 1762, dois anos antes da fundação da Vila Real do Crato.”:

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/regiao/festa-de-nossa-senhora-da-penha-em-crato-comeca-amanha-22-em-formato-virtual-1.2979895

– – Ver: “Nossa Senhora da Penha, rainha e padroeira de São Paulo”: ver páginas 366-374: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

Nossa Senhora da Penha, protetora da cidade de São Paulo. Ver:

https://www.a12.com/academia/titulos-de-nossa-senhora?s=nossa-senhora-da-penha

Nossa Senhora da Penha de França. Ver:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_da_Penha_de_Fran%C3%A7

Nossa Senhora da Penha no Rio de Janeiro:

https://www.basilicasantuariopenhario.org.br/historia-de-nossa-senhora-da-penha

Outras referências a Nossa Senhora da Penha:

Ver também:

– Ver 01 DE SETEMBRO: NOSSA SENHORA DA PENHA, RAINHA E PADROEIRADE SÃO PAULO às págs. 366-374. OBSERVAÇÃO: entre as páginas 370-373, texto sobre NOSSA SENHORA APARECIDA:

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2015.pdf

OUTRAS SANTOS E SANTOS DE 08 DE ABRIL

1.   Co­me­mo­ração de Santo Agabo, pro­feta, que, se­gundo o tes­te­munho dos Actos dos Apóstolos, mo­vido pelo Es­pí­rito Santo, anun­ciou uma grande fome em toda a terra e os tor­mentos que Paulo ia so­frer da parte dos gentios.

– Ver “Ágabo, o Profeta (em grego: Ἄγαβος) foi um dos primeiros fiéis seguidores de Jesus, mencionado nos Atos dos Apóstolos como sendo um profeta. Ele é tradicionalmente listado também entre os Setenta Discípulos descritos no evangelho de Lucas (Lucas 10:1-24).”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81gabo,_o_Profeta

– VER 13 DE FEVEREIRO: Santo Agabo, profeta. Ver páginas 230-231: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%203.pdf

2.   Co­me­mo­ração dos santos He­ro­dião, As­sín­crito e Fle­gonte, que o após­tolo São Paulo saúda na Epís­tola aos Romanos (Rm 16,11-14).

Ver páginas 189-190: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

3.   Co­me­mo­ração de São Di­o­nísio, bispo de Co­rinto, na Grécia, que, do­tado de ad­mi­rável co­nhe­ci­mento da pa­lavra de Deus, não só ins­truiu com a pre­gação os fiéis da sua ci­dade epis­copal e da sua pro­víncia, mas en­sinou também com as suas cartas os bispos de ou­tras ci­dades e províncias. († 180).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 180, o Bem-Aventurado Dionísio, bispo de Corinto. Segundo o historiador Eusébio, exerceu grande influência através de suas cartas dirigidas às Igrejas, nas quais ele exortava à paz, à unidade e à fidelidade do Evangelho (M). Ver páginas 184-188: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

Ver “São Dionísio Bispo de Corinto, viveu por volta do ano 171 Sua festa é comemorada no dia 8 de abril[1]. A data em que esteve vivo (floruit) é dada pelo fato de que ele escreveu para o Papa Sotero[a]Eusébio, em sua obra Crônicas, aponta-o como estando vivo no décimo-primeiro ano do imperador Marco Aurélio (171). Quando Hegésipo esteve em Corinto nos tempos do Papa AnicetoPrimo era o bispo (ca. 150-5), enquanto Báquilo foi bispo de Corinto durante a Controvérsia da Páscoa (entre 190-8). A única fonte pela qual conhecemos Dionísio hoje em dia é Eusébio, pois Jerônimo (De Viris Illustribus, cap. 27[2]) utilizou-o como única fonte. Eusébio conhecia uma coleção de sete das “Cartas Católicas às Igrejas” de Dionísio, assim como uma carta para ele de Pinito de CretaBispo de Cnossos, e uma carta pessoal de conselhos espirituais para uma senhora chamada Crisófora[1].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Dion%C3%ADsio_de_Corinto

4.   Em An­ti­o­quia, na Síria, hoje An­takya, na Tur­quia, os santos Ti­móteo, Dió­genes, Ma­cário e Má­ximo (também na Folhinha do Coração de Jesus, Máxima), mártires. († data inc.)

5.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, São Di­o­nísio, bispo, homem de grande eru­dição, me­mo­rável por ter pro­fes­sado a fé muitas vezes e in­signe pelas di­versas tri­bu­la­ções e tor­turas su­por­tadas, que, no tempo dos im­pe­ra­dores Va­le­riano e Ga­lieno, com idade avan­çada ador­meceu no Se­nhor como con­fessor da fé. († c. 265). Ver “Dionísio de Alexandria (em latimDionysius Alexandrinus), chamado o Grande, foi o patriarca de Alexandria, entre os anos de 248 e 265. Há muitas informações sobre Dionísio em virtude da extensa correspondência expedida por ele em vida. Porém, apenas uma das cartas originais sobreviveu e conhecemos as demais pelas transcrições feitas por Eusébio de Cesareia em sua História Eclesiástica. No entanto, estas informações são mais detalhadas a partir da eleição ao episcopado.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Dion%C3%ADsio_de_Alexandria

– VER 17 DE NOVEMBRO: Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 264, São Dionísio, bispo de Alexandria. Discípulo de Orígenes e escritor, confessou sua fé durante as perseguições de Décio e de Valeriano, e morreu no exílio. (M).

Ver páginas 98-99: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

6.   Em Como, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santo Amâncio, bispo, que foi o ter­ceiro a ocupar esta cá­tedra epis­copal e cons­truiu a ba­sí­lica dos Apóstolos. († 449)

7*.   Em Or­vieto, na Úm­bria, re­gião da Itália, o Beato Cle­mente de Ósimo, pres­bí­tero da Ordem dos Ere­mitas de Santo Agos­tinho, que di­rigiu e pro­moveu efi­caz­mente a Ordem e re­formou sa­bi­a­mente as suas leis. († 1291)

8*.   Em Al­calá de He­nares, na Es­panha, o beato Ju­lião de Santo Agostinho, re­li­gioso da Ordem dos Frades Me­nores Des­calços, que, con­si­de­rado ali­e­nado mental por causa da sua ri­go­rosa pe­ni­tência e vá­rias vezes afas­tado da vida re­li­giosa, anun­ciou a Cristo mais pelo exemplo da sua vir­tude que pela palavra. († 1606). Ver também São Juliano de Santo Agostinho, às páginas 204-208: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

9.   Em Namur, junto ao rio Mosa, no Bra­bante, na ac­tual Bél­gica, Santa Júlia Bil­liart (também na Folhinha do Coração de Jesus de 08 de abril e em 2021 na Folhinha do Coração de Jesus de 13 de maio), virgem, que fundou o Ins­ti­tuto de Santa Maria para a for­mação da ju­ven­tude fe­mi­nina e pro­pagou ar­do­ro­sa­mente a de­voção ao Sa­grado Co­ração de Jesus. († 1816)

Ver páginas 209-212: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

Ver também “Maria Rosa Júlia Billiart (CuvillyPicardia12 de julho de 1751 — Namur8 de abril de 1816) foi uma santa católica, beatificada pelo Papa Pio X em 13 de maio 1906 e canonizada por Paulo VI 22 de junho de 1969. Fundadora da Congregação de Notre Dame de Namur, é festejada em 8 de abril.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/J%C3%BAlia_Billiart

– Ver: “…St. Julie (Julia) Billiart nasceu em 1751 e morreu em 1816. Quando criança, brincar de “escola” era o jogo favorito de Julie. Aos dezesseis anos, para ajudar no sustento da família, começou a ensinar “de verdade”. Ela se sentou em um palheiro durante o recesso do meio-dia e contou as parábolas bíblicas aos trabalhadores. Julie manteve esta missão de ensinar ao longo de sua vida, e a Congregação que ela fundou continua seu trabalho.
Julie era a quinta de sete filhos. Ela frequentou uma pequena escola de um quarto em Cuvilly. Ela gostava de todos os seus estudos, mas era particularmente atraída pelas aulas de religião ministradas pelo pároco. Reconhecendo algo “especial” em Julie, o padre secretamente permitiu que ela fizesse sua primeira comunhão aos nove anos, quando a idade normal naquela época era treze. Aprendeu a fazer orações mentais curtas e a desenvolver um grande amor por Jesus na Eucaristia.
Uma tentativa de assassinato contra seu pai chocou gravemente seu sistema nervoso. Começou um período de saúde extremamente precária para Julie, que duraria trinta anos. Durante vinte e dois desses anos ela ficou completamente paralisada. Todos os seus sofrimentos e dores ela ofereceu a Deus. 
Quando eclodiu a Revolução Francesa, Julie ofereceu sua casa como esconderijo para sacerdotes leais. Por causa disso, Julie se tornou uma presa caçada. Cinco vezes em três anos ela foi forçada a fugir em segredo para evitar comprometer seus amigos que a estavam escondendo. 
Neste momento ela teve o privilégio de receber uma visão. Ela viu seu Senhor crucificado cercado por um grande grupo de religiosas vestidas com um hábito que ela nunca tinha visto antes. Uma voz interior lhe disse que essas seriam suas filhas e que ela iniciaria um instituto para a educação cristã de meninas. Ela e uma jovem rica fundaram as Irmãs de Notre Dame de Namur. Em Amiens, as duas mulheres e alguns companheiros começaram a viver uma vida religiosa em 1803. Em 1804, Julie foi milagrosamente curada de sua doença e andou pela primeira vez em 22 anos. Em 1805, Julie e três companheiros fizeram a profissão e os votos perpétuos. Foi eleita Madre Geral da jovem Congregação.
Em 1815, a mãe expôs sua saúde cada vez mais precária, cuidando dos feridos e alimentando os famintos deixados pela batalha de Waterloo. Nos últimos três meses de sua vida, ela novamente sofreu muito. Ela morreu pacificamente em 8 de abril de 1816 aos 64 anos de idade. Julie foi beatificada em 13 de maio de 1906 e canonizada pelo Papa Paulo VI em 1969...”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril08.html#1816_St._Julie_Billiart_vision_of

10*.   Em Alássio, pró­ximo de Al­benga, na Li­gúria, re­gião da Itália, o Beato Au­gusto Czar­toryski, pres­bí­tero da So­ci­e­dade Sa­le­siana, cuja en­fer­mi­dade não im­pediu que, se­guindo fir­me­mente o cha­ma­mento de Deus, re­ce­besse es­pe­ciais dons de santidade. († 1893)

11*.   No con­vento de Bel­monte, perto de Cu­enca, na Es­panha, o beato Do­mingos do San­tís­simo Sa­cra­mento Iturrate, pres­bí­tero da Ordem da San­tís­sima Trin­dade, que se de­dicou com todas as suas forças a pro­mover a sal­vação das almas e a exaltar a glória da San­tís­sima Trindade. († 1927).

– VER 11 DE MAIO: São Domingos do Santíssimo Sacramento. Ver “Domingos do Santíssimo Sacramento no siglo Domingo Iturrate Zubero: (Dima11 de maio de 1901Belmonte7 de abril de 1927) foi um sacerdote da Ordem da Santíssima Trindade e toda a sua vida foi composta por uma busca da santidade segundo a fé católica.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Domingos_do_Sant%C3%ADssimo_Sacramento

12. São Perpétuo, Bispo e Confessor. Ver páginas 191-196: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver “… ST PERPETUUS, BISPO DE Tours (c. AD 494)
ST PERPETUUS sucedeu Eustochius no bispado de Tours. Durante os trinta anos ou mais em que governou a diocese, trabalhou arduamente para difundir a fé católica, impor a disciplina e regular os jejuns e festas a serem observados em sua sé. Entre outras provisões, um terceiro dia de jejum – provavelmente segunda-feira – deveria ser observado semanalmente desde a festa de São Vlartin até o dia de Natal. Isso é interessante por mostrar a antiguidade da observância do Advento. São Gregório de Tours, escrevendo cento e vinte anos depois, diz que esses regulamentos ainda eram mantidos em seu tempo. São Perpetuus tinha uma grande veneração por São Martinho de Tours , em cuja honra ele ampliou ou reconstruiu a basílica que leva seu nome. Como a igreja que São Britius tinha erguido sobre o túmulo de São Martinho era muito pequena para acomodar a multidão de peregrinos, o bispo fez com que suas relíquias fossem traduzidas com grande solenidade para o novo edifício em sua consagração por volta do ano 491 que levou quase vinte e dois anos para ser construído.

Diz-se que a morte do santo foi acelerada pela dor das invasões dos godos e da disseminação do arianismo. Cerca de quatorze ou quinze anos antes, ele teria feito um testamento, ainda existente, que, se genuíno, seria de considerável interesse. Nela, ele professa perdoar todas as dívidas que lhe são devidas e então liberta seus servos, tendo legado à sua igreja sua biblioteca, além de várias fazendas, e estabelecido um fideicomisso para a manutenção de lâmpadas e a compra de vasos sagrados, declara os pobres seus herdeiros. Começa: “Em nome de Jesus Cristo, amém. Eu, Perpétuo, um pecador, sacerdote da igreja de Tours, não partiria sem uma última vontade e testamento para que os pobres não fossem enganados … minha alegria, pobres de Cristo, necessitados, mendigos, doentes, viúvas e órfãos, a vós nomeio e faço meus herdeiros. De tudo o que possuo, exceto as coisas especialmente atribuídas acima, dos meus campos, pastagens, bosques, vinhas, casas, jardins, águas, moinhos, do meu ouro, prata e vestes vos constituo meus herdeiros.” À sua irmã Fidia Julia Perpetua ele deixa uma pequena cruz de ouro com relíquias,

 É lamentável ter que acrescentar que este documento, aceito como genuíno por d’Achéry, por Hensehenius na Acta Sanctorum, por Alban Butler, e mesmo pelo Dicionário de Biografia Cristã em 1887, é uma fabricação vergonhosa perpetrada por Jerome Vignier em o século XVII. Pode servir apenas para ilustrar a necessidade de um exame rigidamente crítico de nossas fontes hagiográficas em todos os períodos da história.

Para a vida de Perpetuus ver o Acta Sanctorum, abril, vol. eu ; e cf. a Analecta  Bollandiana , vol. xxxviii (1920), pp. 121-128, com Duchesne, Fastes Episcopaux , vol. ii, pp. 300-301. No suposto consultará Havet,Bliothêque de l’Ecole des Chartes,  vol. xlvi (1885), pp. 207-224. O epitáfio, que também recebeu reconhecimento imerecido, é igualmente uma falsificação.
RESUMO:

Perpetuus de Tours B (RM) Morreu em 30 de dezembro de 490, ou 8 de abril de 491. Perpetuus, nascido de uma família senatorial, tornou-se bispo de Tours c. 460. Ele dedicou os rendimentos de suas propriedades ao socorro dos necessitados. Os pobres, está registrado, foram seus herdeiros (embora aparentemente este testamento tenha sido uma falsificação do século XVII): deixou-lhes pastagens, bosques, vinhas, casas, jardins, moinhos de água, ouro, prata e suas roupas.
Ele também venerava seu grande predecessor São Martinho, o soldado que havia cortado seu manto em dois e dado metade a um mendigo. Martinho foi enterrado em uma basílica em Tours e Perpetuus reconstruiu e ampliou este belo edifício para abrigar os inúmeros peregrinos que acorreram ao seu túmulo.
Cento e vinte anos depois, São Gregório de Tours menciona que Perpétuo decretou que todas as pessoas em sua diocese deveriam jejuar às quartas e sextas-feiras, exceto em algumas festas da igreja. Ele também declarou várias segundas-feiras no ano cristão como jejuns, particularmente no tempo que se tornou o Advento. Tão grande foi a influência de Perptuus que esses jejuns ainda estavam sendo observados na diocese de Tours mais de um século após sua morte. E tão poderosa era a sua memória que, 13 séculos após a sua morte, alguns falsários desconhecidos redigiram um testamento falso para o santo, declarando: “Vós, meus caríssimos irmãos, minha coroa, minha alegria, isto é, pobres de Cristo, necessitados, mendigos, doentes, viúvas e órfãos, eu nomeio e decreto para ser meus herdeiros”. 

Na arte, São Perpétuo é um bispo que dirige a construção de uma igreja. Às vezes, os doentes podem ser mostrados sendo curados em seu túmulo ou enquanto suas relíquias são transportadas em procissão (Roeder)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril08.html#494_St._Perpetuus_Bishop_of_Rours

13. São Redento, Bispo e Confessor. Ver páginas 197-198: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

14. São Galtério de Pontoise, Abade e Confessor. Conforme o Martirológio Romano-Monástico: São Gaudério, abade de Saint-Martin de Pontoise. Nomeado superior contra sua vontade, aplicou em seu mosteiro os princípios da reforma religiosa proposta por Gregório VII para a Igreja inteira. Entrou no paraíso na sexta-feira santa de 1099 (X).

Ver páginas 199-203: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– São Válter de Pontoise, também na Folhinha do Coração de Jesus (DE 08 DE ABRIL)

– VER 23 DE MARÇO: Em Pon­toise, perto de Paris, na França, São Gualter, pri­meiro abade do mos­teiro desta lo­ca­li­dade, que, re­nun­ci­ando à sua in­cli­nação para a vida so­li­tária, en­sinou aos monges com o seu exemplo a ob­ser­vância re­gular e com­bateu os cos­tumes si­mo­níacos no clero. († 1095)

– Ver “São Walter de Pontoise ( francês : Saint Gautier, Gaultier, Gaucher ; c.  1030 – c.  1099 ) foi um santo francês do século XI. Nascido em Andainville , [3] foi professor de filosofia e retórica antes de se tornar monge beneditino em Rebais (diocese de Meaux ). Uma história que conta a seu respeito é que, quando era novato, Walter teve pena de um prisioneiro na prisão do mosteiro e ajudou o prisioneiro a escapar. [2]”: https://en.wikipedia.org/wiki/Walter_of_Pontoise

15. No Martirológio Romano de 09 de abril (VER 09 DE ABRIL), também em Ale­xan­dria, Santo Edésio, irmão de Santo An­fiano, que, no tempo do im­pe­rador Ma­xi­mino, cen­surou aber­ta­mente o juiz por en­tregar ao le­no­cínio as vir­gens con­sa­gradas a Deus, e por isso foi preso e tor­tu­rado pelos sol­dados e lan­çado ao mar, mor­rendo por Cristo Nosso Senhor. († 306).  Em Alexandria, neste mesmo dia (08 DE ABRIL), Santo Edésio (também na Folhinha do Coração de Jesus) mártir, quando do imperador Maximiano Galero. Quando tentava reprimir um ato indigno de um juiz ímpio, repreendendo-o por condenar à prostituição virgens consagradas a Deus, foi preso por soldados, Ievado a cruéis suplícios e atirado ao mar pela fé no Senhor Jesus, no ano de 306.

Conforme o Martirológio Romano-Monástico de 08 de abril, no ano do Senhor de 306, a paixão de Santo Edésio. Versado nas ciências profanas assim como nas sagradas, reagiu com energia quando soube das sevícias exercidas pelo governador de Alexandria contra as virgens cristãs. Sua corajosa intervenção foi recompensada com a palma do martírio. (M).

Ver página 213: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

16. Santa Constantina ou Constança. Ver “Constantina (325 — 354), mais tarde conhecida como Santa Constantina ou Santa Constança, foi a filha mais velha do imperador romano Constantino e de sua segunda esposa Fausta, filha do imperador Maximiano. Recebeu o título de Augusta por seu pai, e é venerada como uma santa, tendo desenvolvido uma lenda medieval em desacordo com o que é conhecido da personagem real.[1]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Constantina_(filha_de_Constantino)

17. Outras Santas e Santos do dia 08 de abril: págs. 184-213 (vol.6): VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

Obs. Às vezes entra com o Edge, mas mais com  Google chrome,.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 08 de abril, ver também: 8 de abril – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 312-313: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril08.html

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PARA E PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* 17 de janeiro: Santo Antão, ou Antônio

Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado (ou provocado), nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia (e a provocação) é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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* 04 de fevereiro, SANTO ANDRÉ CORSINI: “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração (HUMILHAR-SE, OBEDECER, SILENCIAR, REZAR)”.

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* 10 de fevereiro, SÃO JOSÉ SÁNCHEZ DEL RIO “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio)

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* 14 de fevereiro, SÃO JOÃO BATISTA DA CONCEIÇÃO GARCIA Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* 14 de março, Albert Einstein:Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!

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* 15 de março: São Clemente-Maria Hoffbauer: “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.”

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* 15 de março, SANTA LUÍSA DE MARILLAC “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO”

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* 21 de março, SÃO NICOLAU DE FLUE: “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. Amém!São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.”

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* 21 de março, SÃO SERAPIÃO DE THMUIS A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….”

(conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

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* 05 de abril, SÃO VICENTE FERRER “Faça o que fizer, não pense em si mesmo, mas em Deus…

Você deseja estudar a seu favor? Deixe a devoção acompanhar todos os seus estudos, e estude menos para se tornar um sábio do que para se tornar um santo.

 Consulte a Deus mais do que seus livros, e peça-Lhe, com humildade, que faça você entender o que lê.

O ESTUDO CANSA E ESGOTA A MENTE E O CORAÇÃO. VÁ DE VEZ EM QUANDO, PARA REFRESCÁ-LOS, AOS PÉS DE JESUS CRISTO SOB SUA CRUZ. REPOUSE ALI.

Alguns momentos de repouso em suas chagas sagradas dão novo vigor e novas luzes.

Aplique-se por orações curtas, mas fervorosas e jaculatórias.

Nunca comece ou termine seu estudo, sem ser pela oração.

A ciência é um dom do Pai das luzes“.

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* 06 de abril: São Zeferino Agostini

Fundou a Pia União das Irmãs Devotas de Santa Ângela Merici…

Dizia a elas: “Não se assustem com o trabalho ou o sofrimento, nem com o fruto escasso de seu trabalho. Lembrem-se de que Deus recompensa não pelos resultados, mas pelo esforço.” (L’Observattore Romano). 

Ele sabia que sua primeira prioridade era desenvolver seu relacionamento com Deus por meio da oração pessoal, porque Deus era a fonte de sua alegria e poder para fazer o bem…

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* 21 de maio, PADRE MANOEL E COROINHA ADÍLIO “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio)

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* 31 de maio, São NICOLAS BARRÉ, citações:

  • ACONTEÇA O QUE ACONTECER, ESTEJA SEMPRE EM PAZ E CONFIE EM DEUS, ISSO SERÁ FEITO A VOCÊ DE ACORDO COM SUA FÉ, SUA ESPERANÇA E SUA CARIDADE E MUITO MAIS. » Carta 61 (OC p 538) – Máxima de conduta para as amantes número 21 obras completas p.128
  • “DEVEMOS NOS CONCENTRAR MAIS EM ESTABELECER O BEM AO INVÉS DE DESTRUIR O MAL. ESTABELECIDO O BEM, O MAL NÃO PODERÁ MAIS SUBSISTIR. » Máxima para a Direção das Almas 17 Obras Completas p.357
  • “QUANTO MAIS ESTAMOS UNIDOS A DEUS, MAIS RECEBEMOS FORÇA DE ESPÍRITO E INFLUÊNCIA, POIS ELE É SUA FONTE E OCEANO”. – Carta 27 (OC p 457)

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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* 15 de setembro, SANTA CATARINA DE GÊNOVA “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* 21 de outubro, SANTO AGATÃO “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar

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*          27 de outubro SANTO ABRAÃO, ERMITÃO “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!”, conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 07 de abril

1. Me­mória de São João Bap­tista de la Salle (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, que em Ruão, na Nor­mandia, re­gião da França, se de­dicou com grande di­li­gência à for­mação hu­mana e cristã das cri­anças, prin­ci­pal­mente das mais po­bres, fun­dando para isso a Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, pela qual su­portou muitas tri­bu­la­ções, tor­nando-se grande be­ne­mé­rito do povo de Deus.  († 1719).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de São João Batista de La Salle, que fundou em Reims, sua cidade natal, o Instituto dos Irmãos da Escolas Cristãs, a serviço do ensino popular. Contribuiu para a expansão de sua obra aceitando no silêncio as humilhações sem conta que lhe vieram dos seus mais próximos colabores. (R). Ver página 377: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%208.pdf

– Ver também página 181: VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

Ver “João Batista de La Salle (Reims30 de abril de 1651 – Saint-Yon7 de abril de 1719) foi um sacerdote, pedagogo e pedagogista francês inovador, que consagrou sua vida a formar professores destinados à formação de crianças pobres. Foi fundador de uma congregação religiosa, os Irmãos das Escolas Cristãs, ou Irmãos Lassalistas, dedicada à educação, especialmente dos mais pobres. Em 15 de Maio de 1950 foi declarado patrono de todos educadores, pelo Papa Pio XII.[1] [2]

Foi canonizado pela Igreja Católica. Sua festa litúrgica é comemorada no dia 7 de abril.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Batista_de_La_Salle

– Ver: http://www.irmaosdelasalle.org/sobre-a-congregacao/o-fundador

– Ver: https://www.google.com/search?q=S%C3%A3o+Jo%C3%A3o+Batista+de+La+Salle&oq=S%C3%A3o+Jo%C3%A3o+Batista+de+La+Salle&aqs=chrome..69i57j0l7.6175j0j8&sourceid=chrome&ie=UTF-8

– Ver artigo: https://artigos.wiki/blog/en/Jean-Baptiste_de_La_Salle

– Ver ainda: https://pt.frwiki.wiki/wiki/Jean-Baptiste_de_La_Salle

– Ver também “… Jean-Baptiste de La Salle / l ə s æ l / ( pronunciação francesa: [Lasal] ) (30 abril de 1651 – 07 abril de 1719) foi um francês sacerdote , reformador educacional, e fundador do Instituto dos Irmãos das Escolas Cristãs . Ele é um santo da Igreja Católica e o padroeiro dos professores da juventude. Ele é conhecido como La Salle e De La Salle .

La Salle dedicou grande parte de sua vida à educação de crianças pobres na França ; ao fazer isso, ele iniciou muitas práticas educacionais duradouras. Ele é considerado o fundador das primeiras escolas católicas…”: https://stringfixer.com/pt/St._Jean-Baptiste_de_La_Salle

– Ver a história em quadrinhos de São João Batista de La Salle: http://www.lasalle.edu.br/public/uploads/files/lasallebrasilia/Historia_Quadrinhos_La_Salle.pdf

– Ver também “… 1719 SÃO JOÃO BATISTA DE LA SALLE. Em Rouen, aniversário de São João Batista de la Salle, sacerdote e confessor. Ele se destacou na educação da juventude, especialmente dos pobres, pelo que foi aclamado tanto pela sociedade religiosa quanto pela sociedade civil.

Ele foi o fundador da Sociedade dos Irmãos das Escolas Cristãs. Pio XII, Sumo Pontífice, declarou-o patrono de todos os que ensinam as crianças e os jovens. Sua festa é celebrada no dia 15 de maio (no DIRETÓRIO LITÚRGICO DA CNBBA, 2022, dia 07 de abril).

O fundador do Instituto dos Irmãos das Escolas Cristãs nasceu em Reims em 30 de abril de 1651. Seus pais eram ambos de família nobre. Pelas instruções de uma mãe devota, o menino, João Batista, cedo deu provas de tal piedade que foi designado para o sacerdócio. Recebeu a tonsura quando tinha apenas onze anos e tornou-se membro do capítulo da catedral de Reims aos dezesseis anos em 1670 entrou no seminário de São Sulpício em Paris, sendo ordenado sacerdote em 1678. Um jovem de aparência marcante, bem relacionado, refinado e erudito, ele parecia seguro de uma vida de facilidade digna ou de alta preferência na Igreja. Mas Deus em Sua providência tinha outros desígnios para ele – dos quais ele mesmo não tinha pressentimento, mas em 1679 conheceu um leigo, Adrian Nyel, que viera para Reims com a ideia de abrir uma escola para meninos pobres. { https://en.wikipedia.org/wiki/Adrian_Nyel}

O cônego de La Salle deu-lhe todo o encorajamento e, um tanto prematuramente, duas escolas foram iniciadas. Gradualmente, o jovem cônego tornou-se cada vez mais atraído pelo trabalho e se interessou pelos sete mestres que ensinavam nessas escolas. Ele alugou uma casa para eles, alimentou-os de sua própria mesa e tentou incutir neles os altos ideais educacionais que gradualmente tomavam forma em sua própria mente. Em 1681, embora seus modos grosseiros o repugnassem, ele decidiu convidá-los para morar em sua própria casa para que pudesse tê-los sob sua supervisão constante. O resultado deve ter sido uma grande decepção. Não apenas dois de seus irmãos deixaram sua casa indignados – um passo que ele pode ter antecipado, pois os “apresentadores” eram então classificados com os meninos da maconha e os mascates — mas cinco dos mestres-escola logo partiram, incapazes ou relutantes em submeter-se a uma disciplina pela qual nunca haviam negociado. O reformador esperou e sua paciência foi recompensada. Outros homens de tipo melhor se apresentaram, e estes formaram o núcleo do que viria a ser uma nova congregação. Para acolhê-los, o santo abandonou a casa paterna e mudou-se com eles para um local mais adequado na Rue Neuve. À medida que o movimento se tornou conhecido, começaram a chegar pedidos de fora para mestres-escola treinados no novo método, e de La Salle encontrou seu tempo totalmente absorvido. Em parte, por essa razão, e em parte porque ele percebeu o contraste que seus discípulos faziam entre sua renda oficial garantida e sua própria posição incerta, ele decidiu desistir de seu canonismo.
A próxima questão a considerar era o uso que deveria fazer de sua fortuna particular, que não desejava mais reter para seu próprio uso. Ele deve empregá-lo para a comunidade infantil ou deve doá-lo? Foi a Paris consultar o padre Barré, um santo muito interessado em educação, cujos conselhos o haviam ajudado no passado. 

Padre Barré se opôs fortemente à ideia de doação. “Si vous fondez, vous fondrez” (“Se você doar, você vai afundar”), disse ele, e o santo, após fervorosa oração por luz, decidiu vender tudo o que tinha e distribuir o produto aos pobres – que, naquela época eram de extrema necessidade, pois a fome assolava Champagne. Sua vida a partir desse momento tornou-se ainda mais austera. Ele tinha naturalmente um paladar muito delicado…

[São Nícolas Barré ver 31 de maio Nicolau Barre: “… Em 1675, ele retornou a Paris, onde continuou suas fundações de escolas e comunidades populares. As Mestres das Escolas de Caridade estão agrupadas na rue Saint-Maur de onde partem todos os dias para as várias paróquias de Paris para ensinar meninas. São apelidadas de “damas de (da rua) Saint-Maur”, e hoje são chamadas de Irmãs do Menino Jesus – Nicolas Barré . Ele era o conselheiro de João Batista de La Salle, a quem recomendava “renunciar aos seus bens e viver na pobreza com os professores para ter sucesso com os meninos como as primeiras amantes caridosas o sucederam com as meninas. “…

CITAÇÕES DE São NICOLAS BARRÉ:

  • Aconteça o que acontecer, esteja sempre em paz e confie em Deus, isso será feito a você de acordo com sua fé, sua esperança e sua caridade e muito mais. » Carta 61 (OC p 538) – Máxima de conduta para as amantes número 21 obras completas p.128
  • “Devemos nos concentrar mais em estabelecer o bem ao invés de destruir o mal. Estabelecido o bem, o mal não poderá mais subsistir. » Máxima para a Direção das Almas 17 Obras Completas p.357
  • “Quanto mais estamos unidos a Deus, mais recebemos força de espírito e influência, pois Ele é sua fonte e oceano”. – Carta 27 (OC p 457) …”: https://pt.frwiki.wiki/wiki/Nicolas_Barr%C3%A9_(pr%C3%AAtre)]

Quatro escolas logo foram abertas, mas o grande problema de de la Salle nessa fase era o de formar professores. Eventualmente, ele convocou uma conferência de doze de seus homens, e foi decidido fazer regulamentos provisórios, com um voto de obediência renovável anualmente até que as vocações se tornassem certas. Ao mesmo tempo, foi decidido um nome para os membros da comunidade. Eles deveriam ser chamados de Irmãos das Escolas Cristãs

A primeira prova séria que se abateu sobre eles foi a doença entre os irmãos. De la Salle parece ter atribuído essa visita à sua própria incapacidade de governar e, consequentemente, persuadiu seus discípulos a eleger outro superior. Assim que isso se tornou conhecido, o vigário-geral arcebispal ordenou que ele retomasse seu cargo. Sua sabedoria e sua mão orientadora eram realmente necessárias, pois a pressão externa estava prestes a causar acontecimentos imprevistos na nova congregação — acontecimentos que ampliariam muito seu campo de operação. Até então, os recrutas eram homens adultos, mas agora começavam a receber candidaturas de rapazes com idades compreendidas entre os quinze e os vinte anos. Rejeitar rapazes promissores em uma idade maleável pode significar perdê-los completamente, e ainda assim eles não tinham idade suficiente para serem submetidos a uma regra criada para adultos. De la Salle, em 1685, decidiu então estabelecer um noviciado júnior. Ele hospedou os jovens em uma casa adjacente, deu-lhes uma regra de vida simples e confiou seu treinamento a um irmão sábio, mantendo a supervisão deles ele mesmo. Mas logo apareceu outra classe de candidatos que também, como os meninos, não podia ser recusado e que também precisava ser tratado à parte. Estes eram jovens que foram enviados por seus párocos ao santo com o pedido de que ele os treinasse como mestres-escolas e os enviasse de volta para ensinar em suas próprias aldeias. Ele os aceitou, encontrou-lhes um domicílio, empreendeu seu treinamento e, assim, fundou o primeiro colégio de treinamento para professores, em Reims, em 1687; outros se seguiram, em Paris (1699) e em Saint-Denis (1709). e assim fundou a primeira faculdade de formação de professores, em Reims em 1687; outros se seguiram, em Paris (1699) e em Saint-Denis (1709). e assim fundou a primeira faculdade de formação de professores, em Reims em 1687; outros se seguiram, em Paris (1699) e em Saint-Denis (1709).

Durante todo esse tempo, o trabalho de ensinar os meninos pobres continuou sem parar, embora até então estivesse restrito a Reims. Em 1688 o santo, a pedido do cura de São Sulpício de Paris, assumiu uma escola naquela paróquia. Foi a última das sete escolas gratuitas fundadas por M. Olier, que acabou sendo obrigada a fechar por falta de professores satisfatórios. Os irmãos tiveram tanto sucesso que uma segunda escola foi aberta no mesmo distrito. O controle dessas fundações parisienses foi confiado ao Irmão L’Heureux, um homem talentoso e capaz que de la Salle designou para ser seu sucessor e que ele estava prestes a apresentar para a ordenação. Era sua intenção ter padres em sua instituição para cuidar de cada casa, mas a morte inesperada do irmão L’Heureux o fez duvidar se seu desígnio estava de acordo com a vontade de Deus. Depois de muita oração, ele se deu conta de que, se sua ordem deveria se limitar estritamente ao trabalho de ensino, para o qual havia sido fundada, e permanecer livre de distinções de “casta”, os irmãos deveriam continuar sendo leigos. 

Ele, portanto, estabeleceu o estatuto – talvez a ordenança mais abnegada que poderia ser imposta a uma comunidade de homens – que nenhum Irmão das Escolas Cristãs deveria ser sacerdote, e que nenhum sacerdote deveria se tornar membro da ordemEsse regulamento está em vigor até hoje. para o qual foi fundado, e para permanecer livre de distinções de “casta”, os irmãos devem continuar sendo leigos. 

…  As dificuldades que afetaram a obra durante a ausência do fundador em Paris levaram-no depois a alugar uma casa em Vaugirard para servir de retiro aonde seus filhos pudessem vir para recrutar corpo e espírito; tornou-se também a casa do noviciado. 

Aqui, por volta de 1695, de la Salle redigiu o primeiro rascunho da regra amadurecida, com previsão para a tomada de votos vitalícios. 

Aqui também ele escreveu seu manual sobre a Conduta das Escolas, no qual apresenta o sistema de educação a ser realizado – um sistema que revolucionou o ensino fundamental e é seguido com sucesso nos dias atuais. Substituiu o antigo método de instrução individual pelo ensino em classe e o “método simultâneo”, insistiu no silêncio durante as aulas e ensinou em francês e através do francês – não através do latim

Até então, as escolas abertas pelos irmãos eram todas destinadas a crianças pobres, mas em 1698 uma nova partida foi feita a pedido do rei Jaime II da Inglaterra, então exilado na França. Ele queria um colégio para os filhos de seus adeptos irlandeses e, a seu pedido, o santo abriu uma escola para cinquenta meninos de nascimento gentil. 

Mais ou menos na mesma época ele iniciou para benefício dos jovens da classe de artesãos a primeira “academia dominical”, na qual o ensino mais avançado se combinava com o ensino e os exercícios religiosos, e logo se tornou extremamente popular. e a seu pedido o santo abriu uma escola para cinquenta meninos de nascimento gentil. 

São João Batista de la Salle não pôde realizar todos esses esquemas sem passar por muitas provações. Ele teve decepções e deserções dolorosas entre seus discípulos, e amarga oposição dos professores seculares, que se ressentiam de sua intrusão no que eles consideravam suas reservas especiais. Em certo momento, a própria existência do instituto parece ter sido prejudicada pela ação imprudente de dois irmãos que ocupavam cargos de autoridade. Queixas de severidade indevida em relação aos noviços chegaram ao arcebispo de Paris, que enviou seu vigário geral para fazer investigações. 

Os irmãos por unanimidade exoneram seu superior da culpa no assunto, mas o vigário geral foi preconceituoso e elaborou um relatório desfavorável. O resultado foi que foi dito a São João Batista que se considerasse deposto — um veredicto que ele recebeu sem murmurar. Quando, no entanto, o vigário tentou impor aos irmãos um novo superior – um forasteiro de Lyon – eles exclamaram indignados… Embora o santo depois os tenha induzido a fazer uma submissão formal, a nova nomeação foi permitida, e o fundador permaneceu no comando de sua congregação. 

Um pouco mais tarde, a remoção do noviciado de Vaugirard para instalações maiores dentro de Paris, juntamente com a abertura de novas escolas em conexão com ele, levou a um violento ataque organizado às escolas de Paris, onde os mestres leigos se juntaram aos jansenistas, e por aqueles que, em princípio, opunham-se à educação que não fosse manual para os filhos dos pobres. São João Batista se viu envolvido em uma série de ações judiciais e foi obrigado a fechar todas as suas escolas e casas parisienses. 

[Jansenismo: O jansenismo é uma doutrina religiosa inspirada nas ideias de um bispo de Ypres, Cornelius Otto Jansenius. Wikipédia

… Como movimento tem caráter dogmáticomoral e disciplinar, que assumiu também contornos políticos, e se desenvolveu principalmente na França e na Bélgica, nos séculos XVII e XVIII, no seio da Igreja Católica e cujas teorias acabaram por ser consideradas controversas por esta, desde 16 de outubro 1656, através da bula Ad sacram subscrita pelo papa Alexandre VII.

Defende uma interpretação das teorias de Agostinho de Hipona sobre a predestinação contra as teses tomistas do aristotelismo e do livre-arbítrio.[2]…   Jansenismo – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)]

Por fim, a tempestade cessou, a perseguição terminou tão repentinamente quanto havia começado e, em pouco tempo, os irmãos puderam retomar e até estender seu trabalho educacional na capital.

Em outros lugares, o instituto estava em constante desenvolvimento. 

Já em 1700 o irmão Drolin havia sido enviado para fundar uma escola em Roma, e na França as escolas foram iniciadas em Avignon, Calais, Languedoc, Provence, Rouen e Dijon. 

Em 1705 o noviciado foi transferido para St Yon em Rouen. Ali foi aberto um internato e um estabelecimento para meninos problemáticos, que depois se transformou em um reformatório. 

A partir desses primórdios cresceu a atual organização mundial, a maior ordem de ensino da Igreja, trabalhando desde escolas primárias até faculdades universitárias. 

Em 1717 o fundador decidiu finalmente renunciar; a partir desse momento não dava mais ordens e vivia como o mais humilde dos irmãos. Ele ensinou noviços e internos, para quem escreveu vários livros, incluindo um método de oração mental. São João Batista viveu um período importante da história da espiritualidade na França, e foi influenciado por Bérulle, Olier e a chamada “escola” francesa de Rancé e dos jesuítas, seus amigos Canon Nicholas Roland e o Frei Mínimo Nicholas Barré sendo especialmente influente

Do lado negativo, distinguiu-se por sua forte oposição ao jansenismo, ilustrada positivamente por sua defesa da comunhão frequente e até diária.

 Na Quaresma de 1719 São João Batista sofreu bastante de asma e reumatismo, mas não desistiu de nenhuma de suas austeridades habituais. Então ele sofreu um acidente e gradualmente ficou mais fraco. 

Faleceu na Sexta-feira Santa, 7 de abril de 1719, aos sessenta e oito anos de idade

… O exemplo de São João Batista de la Salle pode levar cada um de nós a se perguntar: “O que fiz para ajudar e encorajar esta obra tão necessária e divina? Que sacrifícios estou disposto a fazer para que a educação cristã de nossos filhos possa continuar apesar de todos os obstáculos e hostilidades que a cercam?” 

A Igreja mostrou seu apreço pelo caráter desse homem, pensador e iniciador de primeira importância na história da educação, canonizando-o em 1900 e dando sua festa a toda a Igreja ocidental; e em 1950 o Papa Pio XII o declarou o patrono celestial de todos os professores.

Não faltam excelentes vidas de São João Batista de Ia Salle, especialmente em francês. O fundamento de tudo é a biografia de JB Blain, o amigo íntimo do santo, que apareceu em 1733. Das obras modernas, a mais importante é provavelmente a de J. Guibert, Historie de St Jean Baptiste de la Salle (1900). Obras mais curtas são as de A. Delaire (1900) na série “Les Saints”, F. Laudet (1929) e G. Bernoville (1944). Em inglês, o esboço de Francis Thompson foi republicado em 1911, e há outras boas biografias, mas o melhor e mais completo trabalho é De la Salle, do Dr. WJ Battersby, vol. (1845), como pioneiro educacional, vol. ii (1950), como santo e escritor espiritual, vol. iii (1950), cartas e documentos.

RESUMO E RECAPITULAÇÃO:

John Baptist de la Salle nasceu em Rheims, França, em 30 de abril. Ele era o mais velho de dez filhos de uma família nobre. Ele estudou em Paris e foi ordenado em 1678. Ele era conhecido por seu trabalho com os pobres. Ele morreu em St. Yon, Rouen, em 7 de abril. Ele foi canonizado pelo Papa Leão XIII em 1900. João estava muito envolvido na educação. Ele fundou o Instituto dos Irmãos das Escolas Cristãs (aprovado em 1725) e estabeleceu escolas de professores (Rheims em 1687, Paris em 1699 e Saint-Denis em 1709). Ele foi um dos primeiros a enfatizar o ensino em sala de aula sobre a instrução individual. Ele também começou a ensinar no vernáculo em vez de em latim. Suas escolas foram formadas em toda a Itália. Em 1705, ele estabeleceu um reformatório para meninos em Dijon.

 João foi nomeado patrono dos professores pelo Papa Pio XII em 1950.

João Batista de la Salle, Sacerdote (RM) Nascido em Reims, França, em 30 de abril de 1651; morreu em Rouen, França, em 7 de abril de 1719; canonizado pelo Papa Leão XIII em 1900; nomeado patrono dos professores pelo Papa Pio XII em 1950; dia de festa anteriormente em 15 de maio.
John-Baptist de la Salle
era o mais velho de dez filhos de uma família rica e nobre. Ele foi destinado ao sacerdócio aos 10 anos, tonsurado no ano seguinte e, na verdade, foi feito cônego da catedral de Reims 11 anos (1667) antes de ser ordenado sacerdote em 1678, após seu treinamento no seminário de Saint Sulpice, em Paris. Ele parecia pronto para uma brilhante carreira eclesiástica, pois era impressionante na aparência, bem relacionado, refinado e erudito. Logo após sua ordenação, no entanto, ele conheceu Adrian Nyel, um leigo que estava abrindo uma escola em Reims para meninos pobres em 1679.

Ele se viu cada vez mais atraído pelo projeto. Primeiro ele alugou uma casa para os sete senhores e os alimentou em sua mesa. Em 1681, ele os convidou a compartilhar sua própria casa, a fim de incutir neles os altos ideais educacionais que se formavam em sua própria mente. Dois de seus próprios irmãos partiram logo depois, depois cinco dos mestres da escola. A tentativa parecia prestes a fracassar.
 Finalmente, João Batista decidiu dedicar-se à missão. Em 1683, ele renunciou ao seu cargo de cônego e distribuiu a herança de sua família para o alívio dos famintos em Champagne. Assim livre de outras obrigações, dedicou-se à educação dos pobres. 

Depois de um falso começo, ele percebeu que o primeiro problema era a provisão de professores, então ele mesmo começou a treinar leigos como professores. Ele chamou os doze jovens que reuniu de “Irmãos das Escolas Cristãs” (que não recebeu a aprovação papal até 1725). A intenção original de La Salle era ter padres em sua instituição para cuidar de cada casa, mas quando seu designado sucessor Irmão L’Heureux, que ele estava prestes a apresentar para a ordenação, morreu inesperadamente, ele duvidou que seu projeto estivesse de acordo com o plano de Deus. Em última análise, quando ele elaborou a regra em 1695, foi decidido que todos eles deveriam ser de fato irmãos leigos e nenhum padre poderia se tornar um irmão cristão. Este trabalho decorreu em simultâneo com a abertura das escolas. 
São João Batista de la Salle estabeleceu os primeiros colégios de professores porque os párocos continuamente lhe enviavam jovens para treinar professores antes de retornar às escolas em suas próprias aldeias. Ele procurou inspirar seus professores com “o amor de um pai por seus alunos, pronto a dedicar todo o seu tempo e energia a eles, tão preocupado em salvá-los da maldade quanto em dissipar sua ignorância. Não havia professores assim para os pobres“.
Em 1688, ele assumiu uma escola gratuita em Paris e iniciou faculdades de formação de professores em Reims (1687), Paris (1699) e Saint-Denis (1709), e estabeleceu um noviciado júnior em 1685 para meninos de 15 a 20 anos. Paris, ele também introduziu as escolas dominicais. Em 1700, os irmãos abriram uma escola em Roma. A essa altura, eles abriram escolas em Avignon, Calais, Languedoc, Provence, Rouen e Dijon.

Em 1698, ele começou a ensinar os filhos daqueles que se exilaram na França com o deposto Rei James II da Inglaterra. Isso colocou suas ideias e técnicas em contato com um setor mais influente da sociedade. 

Ele também foi o primeiro a criar um reformatório para meninos delinquentes em Dijon e até mesmo ensinou prisioneiros. 

Hoje, cerca de 20.000 de seus irmãos, os Irmãos Cristãos, ainda ensinam em todo o mundo.
O crescimento bem-sucedido da nova congregação provocou violenta oposição de professores profissionais e outros. Em 1702, seus inimigos conseguiram expulsá-lo, mas todos os seus professores ameaçaram sair com ele, então João Batista conseguiu manter o controle de seus irmãos.
Seu sistema de educação, delineado em The Conduct of Christian Schools (Conduite des écoles Chretiennes, tradução inglesa, 1935), foi um marco na escolarização dos jovens, com o uso do “método simultâneo” (em oposição à instrução individual) e seu ensino através da língua materna ao invés do latim. João Batista acreditava que ensinar latim aos pobres (como era o costume) era um absurdo. Eles precisavam ser ensinados a escrever e ler sua própria língua, e receber treinamento religioso e vocacional.
Matthew Arnold disse sobre este livro que os trabalhos posteriores sobre o assunto dificilmente melhoraram seus preceitos e não tinham nenhum sentimento religioso. La Salle, que estudou em Saint-Sulpice com Louis Tronson, também escreveu várias obras de valor sobre oração e meditação, incluindo Meditations for Sundays, influenciada por Bérulle.
Mais tarde, estimulado pelos jansenistas, um ataque ao ensino de tudo menos trabalho manual para alunos pobres fez com que suas escolas em Paris fossem fechadas, mas a tempestade diminuiu e elas reabriram.
John-Baptist renunciou em 1717 e retirou-se para Saint Yon, Rouen, onde viveu como o mais humilde dos irmãos. Ele sofria de asma e reumatismo, mas não desistia de nenhuma de suas austeridades habituais. Ele morreu na Sexta-feira Santa em Rouen. Em 1937, suas relíquias foram traduzidas para Roma (Attwater, Battersby, Benedictines, Bentley, Delaney, Farmer, Walsh)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril07.html#1719_ST_JOHN_BAPTIST_DE_LA_SALLE

2.   Co­me­mo­ração de Santo He­ge­sipo (Egesipo), que viveu em Roma no tempo dos papas Ani­ceto e Eleu­tério e es­creveu em lin­guagem sim­ples a his­tória da Igreja, desde a Paixão do Se­nhor até ao seu tempo. († c. 180). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no final do século II, Santo Hegesipo. Chegando a Roma durante o papado de Aniceto II, demorou-se na cidade até o pontificado de Eleutério. Durante sua permanência, escreveu uma história da Igreja, desde a Paixão do Senhor até o seu tempo (M). Ver também páginas 163-164: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Santo Hegésipo (em grego: Ἅγιος Ἡγήσιππος), foi um cronista durante o cristianismo primitivo e que provavelmente era um judeu-cristão[1] e que certamente escreveu contra heresias como o gnosticismo e o marcionismo. A data em que Hegésipo viveu é obtida de maneira insegura através de uma afirmação de Eusébio de que a morte e a apoteose de Antínoo (em 130 d.C.) teria ocorrido quando Hegésipo ainda estava vivo[a], de que ele teria ido a Roma durante o reinado do papa Aniceto (ca. 150 – 168) e teria escrito durante o reinado do papa Eleutério (ca. 174 – 189 d.C.)[2].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Heg%C3%A9sipo

3.   Em Ale­xan­dria, no Egipto, São Pe­lúsio, pres­bí­tero e mártir. († d. inc.)

4.   Em Pen­tá­polis, na Líbia, os santos már­tires Te­o­doro, bispo, Ireneu, diá­cono, Se­ra­pião e Amónio, leitores. († s. IV)

5.   Em Pom­peió­polis, lo­ca­li­dade da Ci­lícia, na ac­tual Tur­quia, São Ca­liópio, mártir. († s. IV).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no Oriente, a paixão de São Calíopo, crucificado de cabeça para baixo na Sexta-Feira Santa do ano de 304 (M).

 – Ver também “… Máximo, então, ordenou que o crucificassem. E Teoclia, sabendo-o, correu aos carrascos, dando-lhes cinco peças de prata, para que o crucificassem de cabeça para baixo. Morto Caliópio, corria o ano de 304, a mãe, rendendo graças ao Senhor, recebeu-o nos braços. E, abraçando-o, assim morreu, sendo ambos recolhidos por cristãos da cidade e sepultados religiosamente.” às páginas 165-168: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

6.   Em Sí­nope, no Ponto, também na ac­tual Tur­quia, du­zentos santos mártires, soldados. († s. IV).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Sínopo, no Ponto, durante a perseguição de Maximiniano, o martírio de Duzentos Soldados, que se converteram diante dos prodígios realizados no momento em que dois cristãos eram torturados (M).

7.   Em Mi­ti­lene, na ilha de Lesbos, na Grécia, São Jorge, bispo, que, no tempo do im­pe­rador Leão o Ar­ménio, su­portou muitos tor­mentos por de­fender o culto das sa­gradas imagens. († 816)

8*.   Junto ao mos­teiro de Crespin, no Hai­naut, hoje na França, Santo Ai­berto, pres­bí­tero e monge, que todos os dias re­ci­tava na so­lidão, de jo­e­lhos ou pros­trado em terra, todo o Sal­tério, e aos pe­ni­tentes que a ele acor­riam ad­mi­nis­trava a di­vina misericórdia. († 1140).

Ver “Santo Aiberto, confessor” às páginas 176-180: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver “… ST AYBERT ou Aibert nasceu em 1060 em Espain, uma aldeia da diocese de Tournai. Desde a infância, seu coração foi totalmente entregue a Deus. À noite, o menino levantava-se da cama e fugia para rezar sem atrair a atenção de seus pais. Um dia, um menestrel errante cantou em sua audição uma canção sobre a vida de um eremita – São Teobaldo de Provins – que havia morrido recentemente. Imediatamente surgiu no coração de Aybert o desejo de imitar o recluso. Ele procurou um padre chamado John, que pertencia à abadia de Crespin, mas que tinha permissão para viver como solitário. Padre John aceitou o jovem como companheiro e juntos viveram uma vida muito austera e penitencial.
O abade de Crespin teve que ir a Roma algum tempo depois e como seus companheiros escolheu os dois eremitas; e a festa partiu descalça. As dificuldades que eles enfrentaram fizeram com que João adoecesse na estrada, mas ele foi tratado pelos bondosos monges de Vallombrosa. Não muito depois de seu retorno, Aybert foi movido por um sonho ou visão para buscar admissão na própria abadia, e por vinte e cinco anos foi procurador e despenseiro, dispensando hospitalidade e bom ânimo aos outros, embora nunca modificando suas próprias austeridades; ele estava sempre feliz e muito alegre. Mas chegou o momento em que sentiu o chamado para voltar à vida solitária que havia abandonado. Com a licença do abade, construiu para si uma ermida num bairro estéril, onde viveu mais vinte e dois anos.
A santidade de Santo Aybert começou a atrair visitantes, que se viram muito ajudados por seus conselhos espirituais e o deram a conhecer a outros. Bispos e leigos, grandes damas e cónegos, eruditos e humildes camponeses acorreram a ele em tal número que o bispo Burchard de Cambrai o promoveu ao sacerdócio, fornecendo-lhe uma capela ao lado de sua cela. Além disso, o Papa Inocêncio II concedeu-lhe permissão para absolver casos reservados – um direito que ele só exercia em circunstâncias excepcionais. Deus coroou a longa penitência de Aybert com uma morte feliz aos oitenta anos de idade.
Uma fase da prática devocional de Aybert é de grande interesse em sua relação com a controvérsia sobre a origem do rosárioEstá registrado que o santo costumava repetir a Ave Maria cinquenta vezes seguidas, acompanhando cada Ave com uma prostração. Uma menção no mesmo contexto de seu hábito de dividir sua recitação de todo o saltério em cinquenta torna a alusão ainda mais significativa.
A biografia latina da qual derivam todas as nossas informações foi escrita por Roberto, arquidiácono de Ostrevant, pouco depois da morte do santo. O texto pode ser consultado mais convenientemente na Acta Sanctorum, abril, vol. eu. Ver também o Biographic nationale de Belgique, vol. eu.

Aibert, ou Aybert, nasceu perto de Tournai, na Bélgica, e entrou no mosteiro beneditino de St. Crespin. Ele permaneceu um monge por vinte e três anos, servindo em várias funções. Ele então se tornou um eremita. Aibert é registrado como celebrando duas missas por dia, uma para os vivos, a segunda para os mortos…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril07.html#1140_St._Aibert_Benedictine_ascetic_monk

9*.   No mos­teiro pre­mons­tra­tense de Stein­feld, na Ale­manha, Santo Her­mano José, pres­bí­tero, que res­plan­deceu pelo seu terno amor para com a Virgem Maria e ce­le­brou com hinos e cân­ticos a de­voção ao di­vino Co­ração de Jesus. († 1241/1252). Ver “Bem-aventurado Hermano José, premonstratense, confessor.” páginas 171-172: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver “… 1241 BD HERMAN JOSEPH
ENTRE os místicos alemães dos séculos XII e XIII, o Bd Herman Joseph tem um interesse especial, não tanto por seus escritos, mas por suas visões, que mais tarde foram fonte de inspiração até para poetas e pintores. Herman, para dar-lhe seu nome de batismo, nasceu em Colônia e viveu de seu sétimo ano até sua morte em extrema velhice, aparentemente em contínua relação com os habitantes do céu. Quando menino, ele entrava em uma igreja e conversava familiarmente com Nossa Senhora e o Santo Menino, enquanto se ajoelhava diante de sua estátua. Certa vez, de fato, quando lhes ofereceu uma maçã, teve a alegria de ver a mão de Nossa Senhora estendida para aceitá-la. Às vezes ele era elevado a outro plano e permitido brincar com o Menino Salvador e os anjos; e em um dia de inverno rigoroso, quando ele veio à igreja descalço, seus pais sendo muito pobres, uma voz gentil, que ele supôs ser a da Mãe de Misericórdia, pediu-lhe que olhasse debaixo de uma pedra próxima e ele encontraria dinheiro para comprar sapatos. Ele olhou, e as moedas estavam lá.
Aos doze anos, Herman ofereceu-se ao mosteiro premonstratense de Steinfeld, mas como era jovem demais para receber o hábito, foi enviado para uma das casas da ordem na Frísia para estudar. Ali ele se beneficiava da educação geral que era transmitida, embora deplorasse o tempo gasto com literatura profana, todo estudo lhe parecia inútil se não levasse ao conhecimento de Deus. Terminada a escolaridade, regressou a Steinfeld, onde professou e depois passou a servir os irmãos no refeitório. 

Seus deveres foram cumpridos com exatidão, mas ele ficou perturbado ao descobrir que eles lhe deixavam muito pouco tempo livre para orar. Ele foi tranquilizado por uma visão em que Nossa Senhora lhe disse que ele não podia fazer nada mais agradável a Deus do que servir os outros na caridade. Depois foi promovido a sacristão, ofício segundo o seu coração, porque podia passar a maior parte do dia na igreja. Sua vida era tão irrepreensível e sua inocência tão cândida que ele foi chamado jocosamente de “José” – um apelido que ele modestamente negou até ser confirmado por uma visão na qual, no caráter de um José terreno, ele foi misticamente desposado por Nossa Senhora com um anel. Esta é a cena que Van Dyck pintou em um quadro célebre…

 Não se sabe em que data Herman recebeu a ordenação, mas a oferta do Santo Sacrifício foi para ele um momento de extraordinária exaltação. Muitas vezes ele ficava extasiado e permanecia tanto tempo nessa condição que se tornava cada vez mais difícil encontrar alguém que estivesse disposto a atuar como seu servidor. No entanto, ele ganhou o amor de seus irmãos por sua ânsia de fazer bondade para com os outros.
Visionário como era, tinha um lado prático e, como era um mecânico inteligente, ia de mosteiro em mosteiro ajustando ou consertando os relógios para eles. Diz-se que ele também compôs várias orações, bem como hinos e um ou dois tratados místicos, incluindo um sobre o Cântico dos Cânticos que, embora não tenha chegado até nós, foi muito admirado. Ele também escreveu um hino em homenagem a Santa Úrsula e suas donzelas, cujas relíquias reputadas são veneradas em sua cidade natal e cujo culto ele fez muito para difundir. Por outro lado, os dois livros de revelações sobre suas vidas e morte, às vezes atribuídos a ele, provavelmente são de outra mão; alguns, de fato, alegaram que não passavam de uma piada muito mal pensada.
Em nenhum momento robusto, a saúde de Bd Herman Joseph foi seriamente afetada por seus jejuns e austeridades. Fortes dores de cabeça o atacaram, e sua digestão ficou tão prejudicada que ele não comeu nada e parecia um esqueleto vivo. No entanto, Deus concedeu-lhe um alívio do sofrimento no final, prolongando sua vida por nove anos, e este foi o período de sua principal produção literária. Ele havia sido enviado em 1241 para as freiras cistercienses em Hoven para Passiontide e Páscoa, quando adoeceu com febre da qual nunca se recuperou. 

O processo de canonização de Herman foi introduzido, mas nunca concluído; seu culto, no entanto, foi sancionado com autoridade.
Temos a sorte de possuir uma biografia detalhada de Bd Herman Joseph que foi escrita por um contemporâneo, que se diz ter sido o prior de Steinfeld. Ele é impresso com alguns outros materiais no Acta Sanctorum, abril, vol. eu. Outras adaptações e condensações baseadas nessa vida primXXIi, pág. 583…

RECAPITULANDO:

… Hermann Joseph, O. Praem. (AC)
Nasceu em Colônia, Alemanha, em 1150; morreu em Steinfeld, 7 de abril de 1241
; equivalentemente canonizado pelo Papa João XXIII em 1960. Seu nome de batismo, Hermann, era adequado para significar ‘vir honorabilis, vir exercitus’. No início da vida, Hermann se imaginava como um belo cavaleiro e a Virgem seria sua bela dama. Ele tinha a força física de um cavaleiro e sua capacidade de trabalho era excepcional.
Hermann era supostamente tão bonito e charmoso quanto São Norberto, que fundou a ordem em que Hermann entrou. Ele era de porte nobre, aparência calma, digno e reservado – mestre de si mesmo. No entanto, seu rosto traiu sua extrema sensibilidade. Seus olhos gentis emitiam ‘pequenas faíscas’ de acordo com aqueles que o conheciam. Ele tratou seu corpo como um cavaleiro trata seu cavalo: ele o dominou sem brutalidade.
E sua mente era tão sólida quanto seu corpo. Hermann era de inteligência moderada, mas cultivava sua mente metodicamente. Aos 7 anos ele começou a estudar literatura e ganhou uma apreciação por escritores antigos. No entanto, ele sentiu que seu tempo estava mais bem ocupado. Por mais severo que pudesse ser consigo mesmo, Hermann mantinha uma cortesia para com os outros que dava provas irrefutáveis ​​de que ele permanecia na presença de sua Senhora.
Hermann era um asceta e um poeta. Sua devoção precoce à Virgem foi inspirada pela poesia e pela cortesia. A criança era frequentemente vista absorta em meditação diante da imagem de Maria; ele falou com seu Filho espontaneamente. Talvez Deus o tenha abençoado assim porque sua alma se derretia em terno amor quando ele se lembrava da encarnação, e ele se arrebatava sempre que recitava o cântico Benedictus nas Laudes. 

Um dia ele trouxe comida para simbolizar uma oferenda e a imagem da Virgem estendeu a mão para aceitar seu presente. Em outra ocasião, essa familiaridade lhe permitiu brincar com Jesus e São João. O equilíbrio mental do jovem Hermann nos proíbe de rejeitar essas visões encantadoras. Essas visões contínuas que ele experimentou o tornaram famoso em toda a Alemanha.
Aos 12 anos, Hermann decidiu abandonar o mundo e entrar no mosteiro de Steinfeld, fundado em 920. Entre 1121 e 1126, foi ocupado por cônegos premonstratenses. As autoridades do mosteiro decidiram que Hermann deveria completar seus estudos na escola da ordem na Frísia antes de ser admitido. Com sua educação completa, Hermann retornou a Steinfeld e recebeu tarefas domésticas, como servir à mesa.

Logo Hermann recebeu uma missão que o encantou: foi nomeado sacristão, o que lhe permitiu conciliar arte e piedade. A comunidade logo o empregou também para ministrar às freiras cistercienses em um convento próximo. Até o dia de sua morte, ele deveria ter um carinho especial por este ministério.
Mas Hermann também era um asceta. Sujeitou-se a mortificações que o temperamento de seu artista não podia suportar adequadamente. O afrouxamento de seus músculos foi acompanhado por um enfraquecimento de seus nervos.
Hermann dormia em um sofá duro por pouco tempo todas as noites. Depois de manter vigília até a primeira braçada das Matinas (cerca de 3h), ele se jogava na prancha e se levantava na terceira braçada (6h) para as Laudes. Pão e água eram os pratos habituais deste jovem nervoso e ele fazia todas as suas viagens a pé. À medida que envelheceu, os sintomas que surgiram foram agravando-se: problemas intestinais, náuseas, dores que se espalhavam por todo o corpo, desmaios e fadiga extrema que engendrou manifestações psicastênicas leves: um medo irracional de esquecer uma partícula da Hóstia, ou uma gota do Preciosíssimo Sangue, no altar ou na barba.
Mas o equilíbrio espiritual de Hermann preservou sua estabilidade apesar de seus distúrbios físicos. O cavaleiro ferido devia conservar intacta a sua alma no centro das maravilhas, cujo curso devia continuar sem interrupção.
Hermann Joseph passou por uma provação final antes de ser libertado de seu corpo torturado. Sem dúvida, foi a única provação espiritual desse tipo que ele já experimentou: aranhas e moscas assustadoras pareciam invadir sua cela. A presença de um padre dissipou o pesadelo e Hermann Joseph morreu em paz.
De acordo com seus desejos, ele foi enterrado no convento cisterciense em Hoven. Seu corpo foi exumado após sete semanas e devolvido a Steinfeld. Uma investigação inquisitorial foi ordenada em 1628, e o corpo foi encontrado em perfeito estado de conservação. O processo de canonização de Hermann nunca foi concluído, mas ele foi beatificado.
Os exercícios espirituais de Hermann Joseph, como ele os chamava, eram surpreendentemente modernos. Os cinco poemas que dedicou à Virgem e a Jesus, que parecem ter pertencido a uma devoção privada, foram preservados. Ele também escreveu um comentário sobre a “Canção das Canções”, que é o único romance da corte lido pelos místicos. Ele também tinha uma devoção especial a Santa Úrsula.

Deveríamos nos surpreender que o monge que cantou os louvores da Rosa também foi o primeiro a cantar os louvores do Sagrado Coração? Ao cantar os louvores do Sagrado Coração, Hermann Joseph não separou o coração de Maria e o de seu Filho, a Sabedoria incriada da qual ela era o vaso de honra e seu receptáculo mais perfeito. Assim como a Cruzada havia estabelecido o culto do Santo Sepulcro, ou seja, do sepulcro vazio e de Cristo Ressuscitado, Hermann Joseph também não propôs a adoração do órgão interno sangrento que deveria marcar, de maneira às vezes inquietante, o revelações particulares de Margaret-Mary Alacoque. A cantora do Sagrado Coração honrou o órgão da ternura, o Santo Graal.
A maioria das relíquias de Hermann repousa em um altar titular em Steinfeld, onde os padres peregrinos rezam uma missa votiva em sua homenagem. Pequenas porções de suas relíquias foram entregues a várias outras igrejas. Alguns são consagrados e expostos à veneração pública Antuérpia, Louvain e Colônia. O imperador Fernando II solicitou sua canonização em Roma e ofereceu várias provas de milagres para esse fim (Benedictines, Encyclopedia, Husenbeth).
Na arte, São Hermann é retratado como um jovem Premonstratense (hábito branco) com três rosas. Às vezes ele pode ser mostrado (1) carregando o Menino Jesus e um ramo de rosas; (2) com um cálice do qual brotam rosas; (3) ajoelhar-se diante da Virgem, que lhe toca a mão e lhe dá uma maçã; ou (4) como um estudante com uma caneta, um livro e um tinteiro (Roeder). Ele ainda é venerado em Colônia, Steinfeld e Países Baixos (Husenbeth, Roeder).

”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril07.html#1241_St._Herman_Joseph

10.   Em York, na In­gla­terra, Santo Hen­rique Wal­pole, da Com­pa­nhia de Jesus, e o Beato Ale­xandre Ra­wlins, pres­bí­teros e már­tires, que, no rei­nado de Isabel I, foram presos e cru­el­mente ator­men­tados por causa do seu sa­cer­dócio e, fi­nal­mente, con­du­zidos ao pa­tí­bulo, en­for­cados e di­la­ce­rados, al­can­çaram a coroa eterna. († 1595)

– Ver “… 1595 St. Henry Walpole missionário jesuíta 1/40 Mártires da Inglaterra e País de Gales. b. 1558. Ele nasceu em Docking, Norfolk, Inglaterra, e foi educado em Cambridge e Day’s Inn. Convertido ao catolicismo, foi para Roma onde ingressou nos jesuítas em 1584. Ordenado em 1588, Henrique foi enviado para York, na Inglaterra, onde foi preso e martirizado. Foi beatificado em 1929 e canonizado em 1970.
Henry Walpole, SJ M (RM) Nasceu em Docking, Norfolk, Inglaterra, em 1558; morreu em 7 de abril de 1595; beatificado em 1929; canonizado como um dos Quarenta Mártires da Inglaterra e País de Gales em 1970 pelo Papa Paulo VI.
Saint Henry
estudou em Norwich, Cambridge (Peterhouse), e direito no Gray’s Inn. Ele se reconciliou com a Igreja quando testemunhou a execução de São Edmundo Campion (1581). Ele imediatamente parou de estudar direito para estudar teologia em Reims.
Henrique entrou na Companhia de Jesus em Roma, em 1584, e foi ordenado lá quatro anos depois, após completar seus estudos no Colégio inglês.
Ele foi enviado em missões para Lorraine e, em 1589, enquanto atuava como capelão das tropas espanholas na Holanda, foi preso pelos calvinistas em Flushing por um ano. Quando liberado, lecionou em Sevilha e Valladolid, na Espanha. A partir daí, Henry se envolveu em atividades missionárias na Flandres e, em 1593, foi enviado para a missão inglesa.
Preso quase no desembarque, ele foi preso por um ano em York e depois na Torre de Londres, submetido a inúmeras torturas, e depois condenado por traição por seu sacerdócio em York, onde foi enforcado, arrastado e esquartejado com o Beato Alexander Rawlins . (um padre secular) (Benedictines, Delaney)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril07.html#1595_St._Henry_Walpole_Jesuit_missionary

11.   Em Wor­cester, também na In­gla­terra, os be­atos már­tires Edu­ardo Old­corne, pres­bí­tero, e Ro­dolfo Asley, re­li­gioso, ambos da Com­pa­nhia de Jesus, que exer­ceram clan­des­ti­na­mente du­rante muitos anos o mi­nis­tério apos­tó­lico, até que, sob a acu­sação falsa de con­jura contra o rei Jaime I, foram in­tro­du­zidos no cár­cere, tor­tu­rados e fi­nal­mente di­la­ce­rados ainda vivos. († 1606)

12.   Na Co­chin­china, no ac­tual Vi­etnam, São Pedro Nguyen Van Luu, pres­bí­tero e mártir, que, no tempo do im­pe­rador Tu Duc, foi con­de­nado à pena ca­pital e morreu com ale­gria no patíbulo. († 1861)

13*.   Em Don­gerkou, lo­ca­li­dade da China, a Beata Maria As­sunta Pallotta, virgem das Irmãs Fran­cis­canas Mis­si­o­ná­rias de Maria, que, ocu­pando-se dos ser­viços hu­mildes, levou uma vida sim­ples e oculta pelo reino de Cristo. († 1905)

14. Santo Afraates, solitário. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Santo Afrato, anacoreta, filho de persas convertidos. No tempo do imperador Valêncio, confirmou diversos cristãos na fé na divindade do Verbo. Ver páginas 160-162: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver “Afraates ou Afrates (em grego: Aφραάτης; romaniz.: Aphraates; em persa: فرهاد; romaniz.: Aphrahat e em siríaco: ܐܦܪܗܛ) foi um ermitão de origem persa do século IV, que esteve ativo na Mesopotâmia e Síria durante o reinado do imperador Valente (r. 365–378) e talvez de Teodósio (r. 378–395). Sua vida é conhecida somente pelo relato de Teodoreto, que teria sido levado quando garoto para visitar o eremita em Antioquia e foi abençoado pelo mesmo.[1]”:  https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Afraates_(ermit%C3%A3o)

15. Bem-Aventurado Eberardo, confessor. Ver “…Com a espôsa, de comum acôrdo, deixou o século e abraçou a vida religiosa. Eberardo tomou o hábito no mosteiro de Todos os santos e Ita no convento de Santa Inês.”, às páginas 169-170: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

16. Bem-aventurada Ursulina, (25 de março de 1347, em Florença, Itália; morreu lá em 29 de abril de 1380, também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem. Ver páginas 173-175: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver “… 1410 B. Ursulina mística acostumada a visões e êxtases tentou acabar com os escândalos do “Cativeiro Babilônico”, (ou CATIVEIRO DE AVIGNON)

{CATIVEIRO DE AVIGNON: O Papado de Avinhão, conhecido também como “Cativeiro de Avignon” ou ”Papado de Avignon”, diz respeito a um período da história do papado e da Igreja Católica, compreendido entre 1309 e 1377, quando a residência do papa foi alterada de Roma para Avinhão. Wikipédia

Em 1377 a residência do papa foi transferida de volta para Roma por Gregório XI, que faleceu um ano depois, enquanto um papa rival era eleito em Avinhão. Houve um período de controvérsia entre 1378 e 1414 ao qual escolásticos católicos se referem como o “Cisma Papal”, ou, “A grande controvérsia dos AntiPapas” (também chamado “o segundo Grande Cisma” ou Grande Cisma do Ocidente por muitos historiadores protestantes ou seculares), quando facções da igreja católica se dividiram quanto aos vários pretendentes a Papa. O Concílio de Constança, em 1414 resolveu finalmente esta controvérsia, desmantelando os últimos vestígios do papado de Avinhão.}

[GRANDE CISMA: Grande Cisma do OcidenteCisma Papal ou simplesmente Grande Cisma foi uma crise religiosa da Igreja Católica que se estendeu de 1378 a 1417.

Entre 1309 e 1377, a residência papal mudara-se de Roma para AvinhãoFrança. Isto porque, em 1309, o Papa Clemente V havia sido forçado, pelo rei francês Filipe o Belo, a residir em Avinhão.

A população italiana desejava que o papado fosse restabelecido em Roma. Em 1378, o Papa Gregório XI voltou a Roma, onde morreu. Foi então eleito Urbano VI, de origem italiana mas, por se demonstrar excessivamente autoritário, acabou por desagradar uma parte considerável do Colégio dos Cardeais, que decidiu então anular a eleição e realizar um novo conclave, quando foi eleito Clemente VII, que se estabeleceu em Avinhão. No entanto, Urbano VI permaneceu em Roma. Iniciava-se assim o Grande Cisma: o Papa, em Roma, e o Antipapa, em Avinhão – ambos reclamando para si o poder sobre a Igreja Católica. Posteriormente, surgiria ainda um outro Antipapa, em Pisa.

O Cisma só seria resolvido no Concílio de Constança, em 1417, quando o papado foi definitivamente restabelecido em Roma…: Grande Cisma do Ocidente – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)]


1410 BD URSULINA, VIRGEM desfrutou de visões celestiais / experiências místicas, aos quinze uma voz sobrenatural várias vezes a mandou ir a Avignon implorar a renúncia de Clemente VII ao papado.
Das mulheres intrépidas que fizeram nobres esforços para acabar com os escândalos do “Cativeiro Babilônico” de Avignon e do Grande Cisma que se seguiu, não menos corajosa, embora certamente a mais jovem, foi Bd Ursulina de Parma. Desde os dez anos, ela havia desfrutado de visões celestiais e experiências místicas, e quando tinha quinze anos uma voz sobrenatural várias vezes a convidou a ir a Avignon para instar com Clemente VII a renunciar à sua reivindicação ao papado.
Uma visão que lhe foi concedida no dia da Páscoa decidiu seu propósito. Com duas companheiras, além da mãe, que a acompanhou em todas as viagens seguintes, a menina fez a penosa travessia dos Alpes e conseguiu mais de uma vez uma audiência com Clemente. Seus esforços para persuadi-lo foram infrutíferos, ela voltou para Parma, mas quase imediatamente seguiu para Roma, onde entregou uma mensagem semelhante ao verdadeiro papa, Bonifácio IX. 

[Bonifácio IX, nascido Piero Tomacelli, (Casarano, ca. 1356 — Roma1 de outubro de 1404) foi um papa eleito a 2 de Novembro de 1389 que reinou até à sua morte. Com sede em Roma, o seu pontificado foi marcado pela oposição dos antipapas de Avinhão e pelo Grande Cisma do Ocidente. Durante o seu pontificado foram celebrados dois jubileus em Roma: o primeiro em 1396, ordenado pelo seu antecessor Urbano VI, e o segundo para celebrar o ano de 1400 atraiu milhares de peregrinos à cidade.: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Bonif%C3%A1cio_IX  ]

Bonifácio IX a recebeu graciosamente e parece tê-la encorajado a fazer outra tentativa de conquistar seu rival. Em seguida, ela empreendeu uma segunda expedição a Avignon, sem melhor sucesso do que antes. De fato, desta vez ela foi separada de sua mãe, foi acusada de feitiçaria e escapou por pouco de um julgamento. Outra viagem a Roma foi seguida por uma peregrinação um tanto perigosa à Terra Santa. Se ela e sua mãe esperavam se estabelecer em Parma no retorno, estavam fadadas ao desapontamento, pois a guerra civil eclodiu na cidade e eles foram expulsos. Eles foram para Bolonha e depois para Verona, onde Bd Ursulina parece ter feito seu lar até sua morte aos trinta e cinco anos.
Nossa informação vem quase inteiramente da vida latina de Simon Zanachi, um cartuxo de Parma. Está impresso na Acta Sanctorum, abril, vol. eu. Uma adaptação popular foi publicada por HM Garofani em 1897, Vita e Viaggi della B. Orsolina di Parma.

… RECAPITULANDO:

Beata Ursulina de Bolonha V (AC) Nasceu em Parma, Itália, em 1375; morreu em Verona, Itália, em 1410. Ursulina era muito parecida com Santa Catarina de Sena (Nasceu em Siena, Itália, em 25 de março de 1347, em Florença, Itália; morreu lá em 29 de abril de 1380). Ela era uma mística acostumada a visões e êxtases. Aos 15 anos, em resposta a uma voz sobrenatural, Ursulina tentou acabar com os escândalos do “Cativeiro Babilônico” de Avignon visitando o antipapa Clemente VII para persuadi-lo a desistir do trono. Sem sucesso, ela foi a Roma para pedir ao Papa Bonifácio IX que renunciasse e depois voltou para pedir a Clemente. Depois de uma peregrinação a Roma e à Terra Santa, ela voltou para casa e escapou por pouco de ser queimada como feiticeira durante uma guerra civil em Parma. Ela fugiu para Bolonha, onde viveu por um tempo antes de se retirar para Verona (Benedictines, Delaney, Encyclopedia )…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril07.html#1410_Bl._Ursulina_mystic_accustomed_to

17. São Guilherme de Scicli. Lembrado na Folhinha do Coração de Jesus.

– Ver “Guilherme Cufitella era um terceiro franciscano que se tornou eremita nas imediações de Scicli na Sicília, e passou cerca de 70 anos em sua pequena cela, entregue à oração e a mortificações severíssimas. Vivia de hortaliças que cultivava em seu jardim e de pequena porção do que os fiéis lhe traziam. Raras vezes saía do eremitério, exceto para visitar e socorrer os doentes pobres pelos quais tinha grande compaixão, ou para atender ao serviço da capela de Nossa Senhora da Piedade, contígua à sua cela e que fora confiada a seus cuidados. Muita gente ia visitá-lo à procura de direção e orientação para sua vida espiritual. Uma amizade muito estreita unia-o a um outro santo solitário, o Beato Conrado de Piacenza (ver 19 de fevereiro), que vinha de Pizzoni passar a Quaresma em sua companhia.
O Beato Guilherme contava 95 anos de idade quando morreu. O povo de Scicli, ao ouvir o toque dos sinos, acorreu apressado e encontrou o ancião morto de joelhos, mãos postas em oração e cercado de raios de uma luz celeste. A cidade, que posteriormente o fez seu protetor em ação de graças por tê-la preservado da peste, ainda celebra sua festa. Seu culto foi aprovado em 1537.

Bem-aventurado Guillermo de Scicli, rogai por nós!”: https://ofsbc.wordpress.com/2015/04/06/bem-aventurado-guillermo-de-scicli/

18. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 888, São Gilberto, abade de Luxeuil, morto com seus companheiros religiosos pelos bárbaros, por haver se recusado a renegar sua fé cristã e o ideal de vida monástico (X).

– Ver “… 888 São Gibardo abade beneditino de Luxeuil martirizado e seus monges durante a invasão dos hunos na França, durante um período de muita agitação na região. Fugindo, Gibardus e seus monges foram capturados e mortos.
Gibardus de Luxeuil, OSB Abade (AC) (também conhecido como Gibert) Abade Gibardus de Luxeuil foi assassinado durante a invasão dos hunos. Ele e seus monges fugiram da abadia para as montanhas dos Vosges, mas os bárbaros os encontraram e os mataram. Gibardus é venerado em Martinville nos Vosges (Benedictines, Encyclopedia) …”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril07.html#888_St._Gibardus_Benedictine_abbot_of

19. Outras Santas e Santos do dia 07 de abril: págs. 160-183 (vol.6): VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

Obs. Às vezes entra com o Edge, mas mais com  Google chrome,.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 07 de abril, ver também: 7 de abril – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 309-311: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril07.html

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PARA E PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* 17 de janeiro: Santo Antão, ou Antônio

Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado (ou provocado), nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia (e a provocação) é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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* 04 de fevereiro, SANTO ANDRÉ CORSINI: “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração (HUMILHAR-SE, OBEDECER, SILENCIAR, REZAR)”.

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* 10 de fevereiro, SÃO JOSÉ SÁNCHEZ DEL RIO “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio)

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* 14 de fevereiro, SÃO JOÃO BATISTA DA CONCEIÇÃO GARCIA Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* 14 de março, Albert Einstein:Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!

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* 15 de março: São Clemente-Maria Hoffbauer: “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.”

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* 15 de março, SANTA LUÍSA DE MARILLAC “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO”

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* 21 de março, SÃO NICOLAU DE FLUE: “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. Amém!São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.”

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* 21 de março, SÃO SERAPIÃO DE THMUIS A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….”

(conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

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* 05 de abril, SÃO VICENTE FERRER “Faça o que fizer, não pense em si mesmo, mas em Deus…

Você deseja estudar a seu favor? Deixe a devoção acompanhar todos os seus estudos, e estude menos para se tornar um sábio do que para se tornar um santo.

 Consulte a Deus mais do que seus livros, e peça-Lhe, com humildade, que faça você entender o que lê.

O ESTUDO CANSA E ESGOTA A MENTE E O CORAÇÃO. VÁ DE VEZ EM QUANDO, PARA REFRESCÁ-LOS, AOS PÉS DE JESUS CRISTO SOB SUA CRUZ. REPOUSE ALI.

Alguns momentos de repouso em suas chagas sagradas dão novo vigor e novas luzes.

Aplique-se por orações curtas, mas fervorosas e jaculatórias.

Nunca comece ou termine seu estudo, sem ser pela oração.

A ciência é um dom do Pai das luzes“.

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* 06 de abril: São Zeferino Agostini

Fundou a Pia União das Irmãs Devotas de Santa Ângela Merici…

Dizia a elas: “Não se assustem com o trabalho ou o sofrimento, nem com o fruto escasso de seu trabalho. Lembrem-se de que Deus recompensa não pelos resultados, mas pelo esforço.” (L’Observattore Romano). 

Ele sabia que sua primeira prioridade era desenvolver seu relacionamento com Deus por meio da oração pessoal, porque Deus era a fonte de sua alegria e poder para fazer o bem…

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* 21 de maio, PADRE MANOEL E COROINHA ADÍLIO “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio)

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* 31 de maio, São NICOLAS BARRÉ, citações:

  • ACONTEÇA O QUE ACONTECER, ESTEJA SEMPRE EM PAZ E CONFIE EM DEUS, ISSO SERÁ FEITO A VOCÊ DE ACORDO COM SUA FÉ, SUA ESPERANÇA E SUA CARIDADE E MUITO MAIS. » Carta 61 (OC p 538) – Máxima de conduta para as amantes número 21 obras completas p.128
  • “DEVEMOS NOS CONCENTRAR MAIS EM ESTABELECER O BEM AO INVÉS DE DESTRUIR O MAL. ESTABELECIDO O BEM, O MAL NÃO PODERÁ MAIS SUBSISTIR. » Máxima para a Direção das Almas 17 Obras Completas p.357
  • “QUANTO MAIS ESTAMOS UNIDOS A DEUS, MAIS RECEBEMOS FORÇA DE ESPÍRITO E INFLUÊNCIA, POIS ELE É SUA FONTE E OCEANO”. – Carta 27 (OC p 457)

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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* 15 de setembro, SANTA CATARINA DE GÊNOVA “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* 21 de outubro, SANTO AGATÃO “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar

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*          27 de outubro SANTO ABRAÃO, ERMITÃO “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!”, conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 06 de abril

1.   Em Sír­mium, na Pa­nónia, hoje Sremska Mi­tro­vica, na Sérvia, a paixão de Santo Ireneu, bispo e mártir, que, no tempo do im­pe­rador Ma­xi­miano e do go­ver­nador Probo, foi cru­el­mente ator­men­tado, de­pois sub­me­tido a vá­rios su­plí­cios no cár­cere du­rante vá­rios dias, e fi­nal­mente decapitado. († s. IV)

2.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, Santo Eu­tí­quio, bispo, que pre­sidiu ao Con­cílio de Cons­tan­ti­nopla II, onde de­fendeu te­naz­mente a recta fé e, de­pois de su­portar um longo exílio, morreu pro­fes­sando a fé na res­sur­reição da carne. († 582). VerEutíquio de Constantinopla (ca. 512 – 5 de abril de 582) foi Patriarca de Constantinopla entre 552 e 565 e, novamente, entre 577 e 592 Ele é considerado um santo pelas igrejas Católica e Ortodoxa. Durante todo o período, concomitante com o reino do imperador bizantino Justiniano, o Grande, foi marcado por controvérsias sobre a autoridade do imperador e do Papa.[1][2]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Eut%C3%ADquio_de_Constantinopla

– Ver páginas 158-159: VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

3.   Em Roma, Santa Gala, filha do cônsul Sí­maco, que, de­pois da morte do es­poso se con­sa­grou du­rante muitos anos à oração, à es­mola, aos je­juns e a ou­tras obras santas junto à igreja de São Pedro. São Gre­gório Magno des­creveu a sua morte gloriosa. († s. VI)

4*.   Em Troyes, ci­dade da Nêus­tria, na ac­tual França, São Vi­ne­baldo, abade do mos­teiro de São Lopo, cé­lebre pela sua austeridade. († c. 620). Ver também São Vinibaldo, confessor, páginas 153-154: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

5*.   Também em Troyes, São Pru­dêncio, bispo, que compôs um com­pêndio do Sal­tério para os iti­ne­rantes, co­ligiu um flo­ri­légio de pre­ceitos para os can­di­datos ao sa­cer­dócio to­mados da Es­cri­tura e re­novou a ob­ser­vância dos mosteiros. († 861)

6.   Em Ve­lehrad, na Mo­rávia, ac­tu­al­mente na Ché­quia, o dia natal de São Me­tódio, bispo, cuja me­mória se ce­lebra com a de seu irmão Ci­rilo no dia 14 de Fevereiro. († 885)

7*.   No mos­teiro de São Galo, na Suábia, hoje na Suíça, o beato Not­kero o Gago, monge, que passou quase toda a sua vida neste ce­nóbio, onde compôs nu­me­rosas sequên­cias; era débil do corpo mas não da mente, gago da língua mas não da in­te­li­gência, só­lido nas re­a­li­dades di­vinas, pa­ci­ente nas ad­ver­si­dades, afável com todos, as­síduo na oração, na lei­tura, na me­di­tação e na es­cri­tura literária. († 912).

Ver páginas 151-152: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Notker, o GagoO.S.B. (em latimNotker Balbulus), conhecido ainda como Notker INotker, o Poeta e Notker de São Galo, foi um músico, poeta e monge beneditino na Abadia de São Galo, no território da moderna Suíça. É geralmente creditado como sendo o “monge de São Galo” (“Monachus Sangallensis”) que assinou a obra “De Carolo Magno”, um livro de anedotas sobre o imperador Carlos Magno.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Notker,_o_Gago

8*.   No mos­teiro de Santo Elias, no monte Au­lina, pró­ximo de Pálmi, na Ca­lá­bria, re­gião da Itália, São Fi­la­reto, monge, in­signe pela sua vida de oração. († 1076)

– Ver página 158: VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

9.   Na ilha de Es­kill, perto de Ro­es­kilde, na Di­na­marca, São Gui­lherme, abade, que, cha­mado do ce­nóbio dos Có­negos Re­grantes de Paris à Di­na­marca, res­taurou a ob­ser­vância re­gular, su­pe­rando grandes di­fi­cul­dades e obs­tá­culos, e partiu desta vida ter­rena ao ama­nhecer o do­mingo da Páscoa. († 1203).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1203, São Guilherme de Eskill, cônego de Santa Genoveva de Paris, chamado para restaurar o monaquismo na Dinamarca. (M). Ver páginas 155-157: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Guilherme de Paris (em inglêsWilliam; em latimWilhelmus), conhecido também como Guilherme de ÆbelholtGuilherme de Eskilsø e Guilherme do Paráclito, foi um clérigo francês na Dinamarca no século XII. Paráclito é uma referência ao Espírito Santo, a quem era dedicada a Abadia de Æbelholt, onde foi abade.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Guilherme_de_Paris

10.   Em Milão, na Lom­bardia, re­gião da Itália, a paixão de São Pedro de Verona, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir, que, sendo filho de pais se­quazes do ma­ni­queísmo, abraçou ainda cri­ança a fé ca­tó­lica e na ado­les­cência re­cebeu o há­bito das mãos do pró­prio São Do­mingos; aplicou toda a sua energia no com­bate às he­re­sias, até que, ao di­rigir-se para Como, foi as­sas­si­nado pelos seus ini­migos, pro­cla­mando até ao úl­timo sus­piro o sím­bolo da fé. († 1252).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Milão, no ano de 1252, São Pedro de Verona, dominicano, martirizado por um antigo correligionário da heresia cátara. Antes de expirar, teve forças para traçar com seu sangue as primeiras palavras do Credo. (M).

– Ver “Pedro de Verona, também conhecido como Pedro Mártir (Veronaca. 1205 — Seveso6 de abril de 1252) foi um frade dominicanoinquisidor e mártir italiano do século XIII. É venerado como santo católico.[1]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pedro_de_Verona

11*.   No mos­teiro de Santa Maria, no Sacro Monte, junto de Va­rese, também na Lom­bardia, a beata Ca­ta­rina de Pallanza, virgem, que, jun­ta­mente com al­gumas com­pa­nheiras, levou vida ere­mí­tica se­gundo a regra de Santo Agostinho. († 1478).

Ver também: Bem-aventurada Catarina de Pallanza, virgem (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver páginas 149-150: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

12.   Em Vinh Tri, ci­dade do Ton­quim, no ac­tual Vi­etnam, São Paulo Lê Bao Tinh, pres­bí­tero e mártir, que, ainda clé­rigo, es­teve preso no cár­cere muito tempo por causa da sua fé e, ele­vado ao sa­cer­dócio, foi reitor do se­mi­nário; compôs um livro de ho­mi­lias e um com­pêndio de dou­trina cristã; fi­nal­mente, le­vado de novo a tri­bunal, foi con­de­nado à morte no tempo do im­pe­rador Tu Duc. († 1857)

13*.   Em Ve­rona, na Itália, o Beato Ze­fe­rino Agostíni, pres­bí­tero, que se de­dicou ao mi­nis­tério da pre­gação, da ca­te­quese e da edu­cação cristã, e pro­moveu obras de todo o gé­nero em favor da ju­ven­tude, dos po­bres e dos en­fermos, para as quais fundou a Con­gre­gação das Ur­su­linas Fi­lhas de Maria Imaculada. († 1896)

– Ver “… 1896 Beato Zefirino Agostini primeira prioridade para desenvolver a relação com Deus através da oração pessoal porque Deus era a fonte de alegria e poder para fazer o bem (AC)
Nasceu em Verona, Itália, em 24 de setembro de 1813; morreu lá em 6 de abril de 1896; beatificado em 24 de outubro de 1998.
O Beato Zefirino era o filho mais velho do médico Antônio Agostini e sua esposa Ângela Frattini. Com a morte do piedoso Antônio, os dois meninos foram criados pela mãe com uma doçura e sabedoria que marcaram a alma de seus filhos e levaram Zefirino à sua vocação sacerdotal. Após sua ordenação em 11 de março de 1837, pelas mãos do bispo Grasser de Verona, Zefirino foi destinado à pobre paróquia de São Nazarius, onde foi batizado em 28 de setembro de 1813… Em 1845, foi nomeado pároco. Embora a paróquia fosse grande e pobre, padre Agostini nunca permitiu que seu coração paterno fosse vencido por seus problemas. 

Ele sabia que sua primeira prioridade era desenvolver seu relacionamento com Deus por meio da oração pessoal, porque Deus era a fonte de sua alegria e poder para fazer o bem. Deus encheu o padre Agostini de zelo apostólico. Ele estabeleceu um programa pós-escola para meninas e instrução catequética para suas mães. Para inspirar as mulheres, ele levantou o ideal de Santa Ângela Merici e celebrou sua festa. Três jovens seguiram essa inspiração e se dedicaram aos mais necessitados da comunidade…
Percebendo que esta era realmente a vontade de Deus, Padre Agostini fundou a Pia União das Irmãs Devotas de Santa Ângela Merici, embora não tivesse meios para sustentá-las. Seu governo foi aprovado pelo bispo Ricabona em 1856 e a primeira escola de caridade foi aberta em novembro. As primeiras mulheres que o ajudaram nessa empreitada continuaram a viver com suas famílias até depois de 1860, quando o padre Agostini redigiu uma regra que foi aprovada para a primeira comunidade ursulina. Em 24 de setembro de 1869, as primeiras doze Filhas Ursulinas de Maria Imaculada fizeram suas profissões. Eles tinham a opção de viver em comunidade ou com suas famílias.
A humildade e a confiança do padre Agostini na providência de Deus foram reveladas claramente em sua declaração de 1874 às irmãs: “Não se assustem com o trabalho ou o sofrimento, nem com o fruto escasso de seu trabalho. Lembrem-se de que Deus recompensa não pelos resultados, mas esforço” (L’Observattore

Romano). Beato Zefirino Agostini…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril06.html#1896_Blessed_Zefirino_Agostini_first

14*.   Em Turim, na Itália, o Beato Mi­guel Rua, pres­bí­tero, dis­cí­pulo de São João Bosco, in­signe pro­pa­gador da So­ci­e­dade Salesiana. († 1910). Ver “Miguel RúaS.D.B. (em italianoMichele Rua) foi um religioso e pedagogo italianoReitor-Mor da Congregação Salesiana. É venerado como beato pela Igreja Católica.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Rua

– Ver “Nesta quinta-feira, 29 de outubro (VER), celebra-se o dia do beato Miguel Rua – primeiro sucessor de Dom Bosco à frente da Congregação Salesiana. Miguel Rua teve um papel fundamental na consolidação e expansão do trabalho salesiano, levando a Congregação para mais de trinta países. Foi também grande amigo de Dom Bosco, estando, inclusive, ao lado do santo no momento de sua morte.”: http://www.missaosalesiana.org.br/familia-salesiana-recorda-o-dia-do-beato-miguel-rua-primeiro-sucessor-de-dom-bosco/

15*.   Em Fióbbio di Al­bino, lo­ca­li­dade pró­xima de Bér­gamo, na Itália, a Beata Pe­trina (Pierina) Mo­ro­síni, virgem e mártir, que, aos vinte e seis anos, quando vinha da ofi­cina onde tra­ba­lhava de re­gresso a sua casa, foi ata­cada por um jovem e morreu fe­rida de morte, ao de­fender a sua vir­gin­dade con­sa­grada a Deus. († 1957)

16. São Celestino (também na Folhinha do Coração de Jesus), Papa. Ver págs. 135-143: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Papa Celestino I foi papa de 422, até a data de sua morte, em 27 de julho de 432. É considerado santo e retratado na arte com um dragão, uma pomba e uma chama.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Celestino_I

17. São Marcelino de Cartago, mártir. Amigo de São Jerônimo e de Santo Agostinho, morto para dar testemunho da verdade apostólica (conf. Martirológio Romano-Monástico – M). Ver páginas 146-148: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver “São Marcelino era contrário ao donatismo, pois defendia que os sacramentos podem ser administrados por pessoas comuns, pois, na verdade, ninguém é santo senão Deus. E São Marcelino estava certo. Pouco tempo depois, a Igreja baniu a heresia donatista. Porém, por ser contrário ao donatismo, São Marcelino foi denunciado como cúmplice de Heracliano, um inimigo do então imperador Honório. Por isso, foi preso e condenado á morte.

Somente um ano após a morte de São Marcelino a justiça de Roma reconheceu oficialmente que errou. Assim, a acusação de traição que pesava sobre ele foi anulada. Então, São Marcelino passou a ser venerado como mártir, pois afinal, morreu por defender a posição da Igreja de Jesus Cristo, não cedendo nem para salvar sua vida.”:  https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-sao-marcelino-de-cartago/269/102/

18. Em Roma, os santos mártires Timóteo e Diógenes (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver página 159: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

19. No Martirológio Romano, dia 05 de abril: também em Se­lêucia, na an­tiga Pérsia, a co­me­mo­ração de cento e onze ho­mens e nove mulheres, már­tires, que, reu­nidos de vá­rios lu­gares nas ci­dades ré­gias da Pérsia, por re­cu­sarem fir­me­mente negar a Cristo e adorar o fogo, foram quei­madas por ordem do mesmo rei. († 344)

–  No Martirológio Romano-Monástico, dia 06 de abril: no ano do Senhor de 344, o martírio de Cento e Vinte Cristãos, presos por ocasião da passagem do rei dos persas por Selêucia da Mesopotâmia. Em suas provações, uma piedosa mulher os encorajou, dizendo: “Confiança nas promessas que o Senhor nos deixou em seu Evangelho! Ele sofreu em seu corpo e nos abriu a porta do testemunho para que nos tornemos semelhantes a Ele… Vós merecereis, assim, o reino maravilhoso dos amigos de Jesus”. (M). Ver também: Cento e vinte mártires em Adiabene – Pérsia de 345.

Ver páginas 144-145:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “… 345 Os 120 mártires na Pérsia em Selêucia sob o rei Shapur II.
345 CXX MÁRTIRES NA PÉRSIA
Nós não sabemos os nomes de nenhum desses mártires, mas geralmente acreditava-se que em Selêucia-Ctesiphon, sob o rei persa Sapor II, mais de cem vítimas foram mortas no mesmo dia. Havia entre eles nove virgens consagradas, e o resto eram padres, diáconos ou monges. Recusando-se a adorar o sol, eles foram deixados por seis meses em masmorras imundas. No entanto, uma mulher rica e devota, de nome Yazdandocta, veio em seu auxílio enviando-lhes comida. Ela parece ter conseguido descobrir a data que foi fixada para a provação final. Providenciando para que uma generosa refeição lhes fosse providenciada no dia anterior, ela mesma veio visitá-los e presenteou a cada um com um conjunto de roupas brancas festivas. No dia seguinte ao amanhecer ela veio novamente, e deu-lhes a notícia de que este era o dia em que deveriam sofrer, exortando-os a implorar de todo o coração o apoio da graça fortificante de Deus para que estivessem prontos para derramar seu sangue em uma causa tão gloriosa. “Quanto a mim”, ela acrescentou, “pelo muito sinceramente que você, por suas orações, obtenha para mim de Deus a felicidade de encontrar todos vocês novamente diante de Seu trono celestial”.
No local da execução, os confessores foram novamente prometidos sua liberdade se apenas adorassem o sol, mas eles orgulhosamente responderam que as vestes que usavam eram apenas a expressão externa dos sentimentos com os quais estavam dispostos a entregar suas vidas pela causa da morte. seu Mestre. Os mártires pereceram por decapitação; e naquela noite Yazdandocta encontrou meios de remover seus corpos e enterrá-los a uma distância onde estariam a salvo da profanação.

Embora esta história esteja livre do tipo de elemento milagroso que geralmente desperta suspeitas, ela contém certas improbabilidades e, como o padre Peters mostrou (Analecta Bollandiana, vol. xliii, 1925, pp. – atos aos quais isso pertence não é de forma uniforme confiável. O texto siríaco foi publicado pela primeira vez por E. Assemani em seu Acta martyrum orientalium, I, p. 100, e também foi editado por Bedjan sem tradução. As primeiras versões gregas dos mesmos atos foram editadas por Delehaye na Patrologia Orientalis, vol. ii (1905). Tradução francesa em H. Leclercq, Les Martyrs, t. iii.

RECAPITULANDO:

Este grupo inclui 120 mártires – nove virgens e muitos sacerdotes e diáconos – que foram decapitados na Pérsia após seis meses de prisão sob o rei Shapur II . (RM)

Ao longo de sua prisão, uma senhora virtuosa de Arbela, Hadiabena (Assíria), chamada Yasandocht ou Jazdundocta , os sustentou com sua caridade.
Quando ela soube que eles seriam executados no dia seguinte, Yasandocht voou para a prisão e deu a cada um um longo manto branco. Naquela noite ela preparou e serviu um banquete suntuoso para eles. Enquanto comiam, ela os exortou a triunfar e ler as Escrituras para eles. No dia em que eles deveriam encontrar seu Criador, ela implorou suas orações e perdão, jogou-se no chão diante de cada um e beijou seus pés. 

Na noite seguinte à sua decapitação, Yasandocht veio com agentes funerários para embalsamar os corpos, envolvê-los em linho fino e enterrá-los (Benedictines, Encyclopedia, Husenbeth).

Os Santos 120 Mártires sofreram sob o imperador persa Sapor. Eles foram levados em cativeiro durante o reinado do imperador bizantino Constâncio (337-361). Eles foram entregues às chamas depois de confessar firmemente sua fé (c.344-347). St Shandulios (3 de novembro) escondeu suas relíquias da profanação pelos pagãos.

Entre os santos mártires estavam dez virgens, que se dedicaram ao serviço de Deus…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril06.html#345_The_120_Martyrs_in_Persia_under_King

20. Outras Santas e Santos do dia 06 de abril: págs. 135-159 (vol.6): VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

Obs. Às vezes entra com o Edge, mas mais com  Google chrome,.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 06 de abril, ver também: 6 de abril – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 306-309: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril06.html

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PARA E PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

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* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado (ou provocado), nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia (e a provocação) é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração (HUMILHAR-SE, OBEDECER, SILENCIAR, REZAR)”.

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* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

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* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

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* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

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* “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. Amém!São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.  (São Nicolau de Flue – 21 de março)”

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* A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….”

(São Serapião de Thmuis 21 de março – conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

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“Faça o que fizer, não pense em si mesmo, mas em Deus…

Você deseja estudar a seu favor? Deixe a devoção acompanhar todos os seus estudos, e estude menos para se tornar um sábio do que para se tornar um santo.

 Consulte a Deus mais do que seus livros, e peça-Lhe, com humildade, que faça você entender o que lê.

O estudo cansa e esgota a mente e o coração. Vá de vez em quando, para refrescá-los, aos pés de Jesus Cristo sob sua cruz. Repouse ali.

Alguns momentos de repouso em suas chagas sagradas dão novo vigor e novas luzes.

Aplique-se por orações curtas, mas fervorosas e jaculatórias.

Nunca comece ou termine seu estudo, sem ser pela oração.

A ciência é um dom do Pai das luzes”.

(São Vicente Ferrer – 05 de abril)

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 05 de abril

1. São Vi­cente Ferrer (também na Folhinha do Coração de Jesus), pre­sbí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, na­tural da Es­panha, que per­correu in­ces­san­te­mente as ci­dades e ca­mi­nhos do Oci­dente, sempre so­lí­cito pela paz e uni­dade da Igreja, pre­gando a muitos povos o Evan­gelho da pe­ni­tência e da vinda do Se­nhor, até que, em Vannes, na Bre­tanha, re­gião da França, en­tregou o es­pí­rito a Deus. († 1419).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Vannes, o nascimento no céu de São Vicente Ferrer, dominicano espanhol que percorreu a Itália do norte, o sul da França e a Bretanha, recomendando os homens a fazerem penitência para se prepararem para o julgamento de Deus. Trabalhou também para restabelecer a unidade da Igreja na cristandade dividida pelo Grande Cisma. (R).

Ver também págs. 113-121: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Vicente Ferrer (Valência23 de janeiro de 1350 — VannesBretanha5 de abril de 1419) foi um religioso ibérico.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Vicente_Ferrer

– Ver também “… 1419 SÃO VICENTE FERRER.

Descendente de um inglês ou de um escocês radicado na Espanha, São Vicente Ferrer nasceu em Valência, provavelmente no ano de 1350. Inspirados por profecias sobre sua futura grandeza, seus pais incutiram nele uma intensa devoção a Nosso Senhor e Sua bendita Mãe e um grande amor pelos pobres. Além disso, fizeram dele o dispensador de suas generosas esmolas, e deles também aprendeu o rigoroso jejum de quarta e sábado, que continuou a praticar por toda a vida. Do lado intelectual, ele era quase igualmente precoce. Entrou no convento dominicano de Valência, onde recebeu o hábito em 1367, e antes dos vinte e um anos foi nomeado leitor de filosofia em Lérida, a universidade mais famosa da Catalunha. Enquanto ainda ocupava essa cadeira publicou dois tratados, ambos considerados de grande mérito. 

Em Barcelona, ​​para onde foi posteriormente transferido, foi designado para pregar, embora ainda fosse apenas um diácono. A cidade sofria de fome: o milho que havia sido despachado por mar não havia chegado e as pessoas estavam quase desesperadas. São Vicente, durante um sermão ao ar livre, predisse que os navios chegariam naquele dia antes do anoitecer. Seu prior o censurou severamente por fazer previsões, mas os navios apareceram devidamente – para alegria das pessoas que correram para o priorado para aclamar o profeta. Seus superiores, no entanto, julgaram prudente transferi-lo para Toulouse, onde permaneceu por um ano. Ele foi então chamado de volta ao seu próprio país, e suas palestras e sermões tiveram um sucesso extraordinárioNo entanto, foi para ele um momento de provaçãoEle não só foi assaltado pelas tentações dos poderes ocultos das trevas, mas também foi exposto às seduções de certas mulheres que se apegaram a ele – sua beleza era excepcional – e se esforçaram primeiro para seduzi-lo e depois para manchar seu nome. Destas provações o santo emergiu preparado para a vida extenuante que estava diante dele, bem como para o ofício sacerdotal que lhe foi conferido. Ele logo se tornou famoso como um pregador, cuja eloquência suscitou à penitência e ao fervor multidões de católicos descuidados, além de converter à fé cristã vários judeus, notadamente o rabino Paulo de Burgos, que morreu bispo de Cartagena em 1435…

Esse terrível escândalo começou em 1378 quando, com a morte de Gregório XI, dezesseis dos vinte e três cardeais elegeram às pressas Urbano VI em deferência ao clamor popular por um papa italiano. Sob o argumento de terem sido aterrorizados, eles então, com os outros cardeais, realizaram um conclave no qual elegeram o cardeal Robert de Genebra, um francês. Ele tomou o nome de Clemente VII e governou em Avignon, enquanto Urbano reinou em Roma. São Vicente Ferrer, que estava entre os que reconheceram Clemente, naturalmente após sua morte aceitou como papa seu sucessor, Pedro de Luna ou Bento XIII como era chamado, que convocou o dominicano para seu lado.

 [* Por causa de sua posição anômala este Clemente VII e Bento XIII não são referidos como antipapas, mas como “chamados papas em sua obediência”.]
São Vicente chegou devidamente a Avignon, onde teve grande favor demonstrado, incluindo a oferta de um bispado, que recusou; mas ele achou sua posição muito difícil. Ele logo percebeu que Bento, por sua obstinação, estava atrapalhando todos os esforços que estavam sendo feitos para a unidade. Em vão Vicente o incitou a chegar a algum tipo de entendimento com seu rival em Roma. Mesmo quando um conselho de teólogos em Paris se declarou contra sua afirmação, o pontífice de Avignon não se mexeu nem um centímetro. A pressão sobre o santo como seu confessor e conselheiro foi tão grande que ele adoeceu. Após sua recuperação, obteve com grande dificuldade permissão para deixar a corte e se dedicar ao trabalho missionário. Seu objetivo não era principalmente escapar das intrigas e preocupações da corte papal, mas obedecer a um chamado direto.
Ele partiu de Avignon em 1399 e pregou para enormes congregações em Carpentras, Arles, Aix, Marselha. Além dos habitantes dos bairros que visitava, seu público era composto por vários homens, mulheres e até crianças que o seguiam de um lugar para outro. Essas pessoas, inicialmente uma multidão heterogênea, foram sendo aos poucos extirpadas, organizadas e regidas até que, como “Arrependidos do Mestre Vicente”, tornaram-se valiosas ajudantes, ficando quando necessário nos lugares onde a missão havia sido realizada para consolidar o bom trabalho iniciado. É digno de nota que, em uma idade negligente, nenhum sopro de suspeita parece ter ligado a nenhum membro daquela sociedade mista. Vários padres viajaram com o grupo, formando um coro e ouvindo confissões.
Entre 1401 e 1403 o santo pregou no Dauphiné, em Savoy e nos vales alpinos: depois passou para Lucerna, Lausanne, Tarentaise, Grenoble e Turim. Por toda parte, multidões se aglomeravam para ouvi-lo; em todos os lugares, inúmeras conversões e milagres notáveis ​​foram relatados. Vicente pregou principalmente sobre pecado, morte, inferno, eternidade e especialmente a rápida aproximação do dia do julgamento; ele falou com tanta energia que alguns de seus ouvintes desmaiaram de medo, enquanto os soluços de sua congregação muitas vezes o obrigavam a parar, mas seu ensino penetrou além das emoções e deu frutos em muitos casos de conversão genuína e emenda de vida. Na Grande Chartreuse, que visitou várias vezes, sendo seu irmão Bonifácio prior, os Anais Cartuxos registram que “Deus fez maravilhas por meio desses dois irmãos. Aqueles que se converteram pela pregação de um receberam o hábito religioso das mãos do outro”.
Em 1405 São Vicente estava em Gênova, de onde chegou a um porto de onde poderia navegar para Flandres. Entre outras reformas, ele induziu as damas da Ligúria a modificarem seu fantástico toucado – “o maior de todos os seus feitos maravilhosos”, como afirma um de seus biógrafos. 

Na Holanda ele fez tantos milagres que uma hora era reservada todos os dias para a cura dos enfermos. Supõe-se também que ele tenha visitado a Inglaterra, Escócia e Irlanda, mas disso não há sombra de prova. Embora saibamos pelo próprio santo que, além de sua língua nativa, ele aprendeu apenas um pouco de latim e um pouco de hebraico, ainda assim ele parece possuir o dom de línguas, pois temos a autoridade de escritores confiáveis ​​que todos os seus ouvintes, Franceses, Alemães, Italianos e demais, entendiam cada palavra que ele falava, e que sua voz carregava tão bem que podia ser claramente ouvida a enormes distâncias. 

É impossível aqui segui-lo em todas as suas andanças. Na verdade, ele não seguia nenhuma ordem definida, mas visitava e revisitava lugares conforme o espírito o movia ou quando solicitado. Em 1407 ele retornou à Espanha.
Granada estava então sob o domínio mouro, mas Vicente pregou lá, com o resultado de que 8.000 mouros teriam pedido para ser batizados. Em Sevilha e Córdoba as missões tiveram que ser realizadas ao ar livre, porque nenhuma igreja podia acomodar as congregações. Em Valência, que revisitou depois de quinze anos, pregou, fez muitos milagres e curou as dissensões que dilaceravam a cidade.
De acordo com uma carta dos magistrados de Orihuela, os efeitos de seus sermões foram maravilhosos: o jogo, a blasfêmia e o vício foram banidos, enquanto os inimigos estavam sendo reconciliados por todos os lados. 

Em Salamanca ele converteu muitos judeus, e foi aqui que, no decorrer de um sermão apaixonado ao ar livre sobre seu tema favorito, São Vicente se declarou o anjo do Juízo anunciado por São João (Apoc. xiv 6). Quando alguns de seus ouvintes começaram a protestar, ele convocou os carregadores que carregavam uma mulher morta para seu enterro e conjurou o cadáver a testemunhar a verdade de suas palavras. O corpo foi visto reviver por um momento para dar a confirmação necessária e depois fechar os olhos mais uma vez na morte. É quase desnecessário acrescentar que o santo não reivindicou a natureza de um ser celestial.
É claro que São Vicente nunca deixou de se preocupar profundamente com a desunião dentro da Igreja, especialmente porque depois de 1409 houve nada menos que três pretendentes ao papado, para o grande escândalo da cristandade. Por fim, o Concílio de Constança reuniu-se em 1414 para tratar do assunto e procedeu à deposição de um deles, João XXIII, e a exigir a renúncia dos outros dois com vistas a uma nova eleição

Gregório XII expressou sua vontade, mas Bento XIII ainda resistiu. São Vicente foi a Perpignan para suplicar-lhe que abdicasse, mas em vão. Então, sendo solicitado pelo rei Fernando de Castela e Aragão para dar seu próprio julgamento sobre o assunto, o santo declarou que porque Bento estava impedindo a união que era vital para a Igreja, os fiéis estavam justificados em retirar sua fidelidade. Fernando agiu de acordo e, por fim, Bento, Pedro de Luna, viu-se deposto. “Mas para você”, escreveu Gerson a São Vicente, “esta união nunca poderia ter sido alcançada”.

Os últimos três anos da vida do santo foram passados ​​na França. A Bretanha e a Normandia foram palco dos últimos trabalhos deste “legado do lado de Cristo”. Ele estava tão cansado e fraco que mal conseguia andar sem ajuda, mas no púlpito falava com tanto vigor e eloquência como se estivesse no auge da vida. Quando, no início de 1419, ele retornou a Vannes depois de um curso de sermões em Nantes, ficou claro que ele estava morrendo, e na quarta-feira da Semana da Paixão de 1419 ele faleceu, estando então em seu septuagésimo ano. Sua morte foi saudada por uma explosão de veneração popular, e em 1455 São Vicente Ferrer foi canonizado.
Em meio a todas as honras e aplausos que lhe foram prodigalizados, São Vicente foi notável por sua humildade. Parecia-lhe que toda a sua vida tinha sido má. “Sou uma mancha de peste na alma e no corpo; tudo em mim cheira a corrupção pela abominação de meus pecados e injustiças”, lamenta em seu tratado sobre a vida espiritual. É sempre assim com os grandes santosQuanto mais perto eles estão de Deus, mais vis parecem aos seus próprios olhos.

De acordo com o Dr. H. Finke, um dos mais competentes historiadores deste período, nenhuma vida satisfatória de São Vicente Ferrer foi ainda escrita. Sua história até agora está coberta de lendas; Pedro Razzano, que compilou a primeira biografia trinta e seis anos após a morte do santo, deu um péssimo exemplo de credulidade, que foi seguido por muitos dos que vieram depois dele. Uma coletânea dos depoimentos feitos em 1453 e 1454 para o processo de canonização foi impressa pelo padre H. Fages (1904) e outros documentos (1905), bem como suas obras (1909), mas a vida francesa pelo mesmo frade (1901) de modo algum corresponde às exigências da crítica moderna. Outros materiais foram estudados por R. Chabas na Revista de Archivos…, 1902-1903. Uma curta vida inglesa, baseada na de Fages, foi publicada pelo Pe. S. Hogan (1911). Relatos mais recentes são os de R. Johannet (1930), da série “Les Saints” de MM Gorce (1924 e 1925) e S. Brettle (1924) – sobre os quais ver Analecta Bollandiana, xliv (1926), pp. 216—218—e há uma nota valiosa de H. Finke no Gustav Schnürer Festschrift (1930) sobre os sermões de São Vicente em 1413. São Vicente também figura em grande parte na Histoire des Maîtres Généraux OP de Mortier, vol. 4. Um estudo característico de H. Ghéon foi traduzido para o inglês.

Esta foi a época do “grande cisma”, quando papas rivais reinavam em Roma e Avignon e quando até os grandes santos estavam divididos em sua fidelidade.
A polarização na Igreja hoje é uma brisa suave comparada com o tornado que destruiu a Igreja durante a vida deste santo. Se algum santo é patrono da reconciliação, Vicente Ferrer o é.
Apesar da oposição dos pais, ele entrou para a Ordem Dominicana em sua Espanha natal aos 19 anos. Após estudos brilhantes, foi ordenado sacerdote pelo cardeal Peter de Luna – que figuraria tragicamente em sua vida.

De natureza muito ardente, Vicente praticou com grande energia as austeridades de sua Ordem. Ele foi escolhido prior da casa dominicana em Valência logo após sua ordenação.
O Cisma Ocidental dividiu o Cristianismo primeiro entre dois, depois três papas. Clemente VII viveu em Avignon na França, Urbano VI em Roma. Vicente estava convencido de que a eleição de Urbano era inválida (embora Catarina de Sena fosse tão devota defensora do papa romano). A serviço do Cardeal de Luna, trabalhou para persuadir os espanhóis a seguirem Clemente.

Quando Clemente morreu, o cardeal de Luna foi eleito em Avignon e tornou-se Bento XIII.
Vicente
trabalhou para ele como penitenciária apostólica e Mestre do Paço Sagrado. Mas o novo papa não renunciou como todos os candidatos do conclave juraram fazer. Ele permaneceu teimoso apesar de ter sido abandonado pelo rei francês e quase todos os cardeais.
Vicente ficou desiludido e muito doente, mas finalmente assumiu o trabalho de simplesmente “percorrer o mundo pregando a Cristo”, embora sentisse que qualquer renovação na Igreja dependia da cura do cisma. Pregador eloquente e ardente, ele passou os últimos 20 anos de sua vida divulgando as Boas Novas na Espanha, França, Suíça, Países Baixos e Lombardia, enfatizando a necessidade de arrependimento e o medo do julgamento vindouro. (Ele ficou conhecido como o “Anjo do Julgamento”).
Ele tentou, sem sucesso, em 1408 e 1415, persuadir seu ex-amigo a renunciar. Ele finalmente concluiu que Bento não era o verdadeiro papa. Embora muito doente, subiu ao púlpito diante de uma assembleia presidida pelo próprio Bento XIII e trovejou sua denúncia contra o homem que o havia ordenado sacerdote. Bento fugiu para salvar sua vida, abandonado por aqueles que anteriormente o apoiaram.

Estranhamente, Vicente não participou do Concílio de Constança, que pôs fim ao cisma.

Comentário: A divisão na Igreja na época de Vincent Ferrer deveria ter sido fatal — 36 longos anos tendo duas “cabeças”. Não podemos imaginar em que condição estaria a Igreja hoje se, por tanto tempo, metade do mundo tivesse seguido uma sucessão de papas em Roma e metade, um número igualmente “oficial” de papas, digamos, no Rio de Janeiro. É um milagre contínuo que a Igreja não tenha naufragado há muito tempo nas rochas do orgulho e da ignorância, da ganância e da ambição. Ao contrário das palavras de Lowell, “A verdade para sempre no cadafalso, o erro para sempre no trono”, acreditamos que “a verdade é poderosa e prevalecerá” — mas às vezes leva muito tempo.
Citação: “Pedra preciosa da virgindade… Tocha flamejante da caridade… Espelho da penitência… Trombeta da salvação eterna… Flor da sabedoria celestial… Vencedor dos demônios.” (Das ladainhas de São Vicente)
RESUMO E REVISÃO:

São Vicente Ferrer é o santo padroeiro dos construtores por causa de sua fama de “edificação” e fortalecimento da Igreja: através de sua pregação, trabalho missionário, em seus ensinamentos, como confessor e conselheiro. Em Valência, na Espanha, este ilustre filho de São Domingos veio ao mundo em 23 de janeiro de 1357. No ano de 1374, ingressou na Ordem de São Domingos em um mosteiro próximo à sua cidade natal. Logo após sua profissão, ele foi contratado para dar palestras sobre filosofia. Ao ser enviado a Barcelona, ​​continuou seus deveres escolares e, ao mesmo tempo, dedicou-se à pregação. Em Lerida, a famosa cidade universitária da Catalunha, recebeu seu doutorado. Depois disso trabalhou seis anos em Valência, durante os quais se aperfeiçoou na vida cristã. Em 1390, ele foi obrigado a acompanhar o cardeal Pedro de Luna à França, mas logo voltou para casa. Quando, em 1394, o próprio de Luna se tornou papa em Avignon, convocou São Vicente e o nomeou mestre do palácio sagrado. Nesta capacidade, São Vicente fez esforços infrutíferos para pôr fim ao grande cisma. Ele recusou todas as dignidades eclesiásticas, até mesmo o chapéu de cardeal, e apenas desejava ser nomeado missionário apostólico. Agora começaram os trabalhos que fizeram dele o famoso missionário do século XIV. 

Ele evangelizou quase todas as províncias da Espanha e pregou na França, Itália, Alemanha, Flandres, Inglaterra, Escócia e Irlanda. Inúmeras conversões se seguiram à sua pregação, que o próprio Deus assistiu com o dom de milagres. Embora a Igreja estivesse então dividida pelo grande cisma, o santo foi recebido com honra nos distritos sujeitos aos dois pretendentes ao papado. Ele até foi convidado para a Granada maometano, onde pregou o evangelho com muito sucesso.

Ele viveu para ver o fim do grande cisma e a eleição do Papa Martinho V. Finalmente, coroado com trabalhos, morreu em 5 de abril de 1419.

Vincent Ferrer, OP Priest (RM)
NASCEU EM VALÊNCIA, ESPANHA, EM 23 DE JANEIRO DE C. 1350; MORREU EM VANNES, BRETANHA, FRANÇA, EM 5 DE ABRIL DE 1418canonizado em 1455 pelo Papa Calisto III; bula formal emitida em 1458 por Pio II autorizando sua festa em 6 de abril, mas sempre foi celebrada em 5 de abril.
    “Faça o que fizer, não pense em si mesmo, mas em Deus”. –São Vicente Ferrer.
Nascido em uma família nobre e piedosa chefiada pelo inglês William Ferrer e pela espanhola Constantia Miguel, a carreira de milagreiro de São Vicente começou cedo. Os prodígios assistiram ao seu nascimento e baptismo no mesmo dia em Valência e, aos 5 anos, curou um filho vizinho de uma doença grave. Esses dons e sua beleza natural de pessoa e caráter fizeram dele o centro das atenções muito cedo na vida.
Seus pais incutiram em Vicente uma intensa devoção a Nosso Senhor e Sua Mãe e um grande amor pelos pobres. Ele jejuava regularmente todas as quartas e sextas-feiras a pão e água desde a infância, absteve-se de carne e aprendeu a negar a si mesmo extravagâncias para fornecer esmolas para as necessidades. Quando seus pais viram que Vicente considerava os pobres como membros de Cristo e que os tratava com o maior carinho e caridade, fizeram dele o dispensador de suas generosas esmolas. Eles lhe deram por sua parte uma terça parte de seus bens, os quais ele distribuiu entre os pobres em quatro dias.
Vicente começou seus estudos clássicos aos 8 anos, filosofia aos 12 e seus estudos teológicos aos 14 anos. Como todos esperavam, ele entrou no convento dominicano de Valência e recebeu o hábito em 5 de fevereiro de 1367. Tão angelical era sua aparência e tão santas suas ações, que nenhum outro curso lhe parecia possível senão dedicar sua vida a Deus.
Assim que fez sua escolha de vocação, o diabo o atacou com as mais terríveis tentações. Até seus pais, que encorajaram sua vocação, imploraram para que ele deixasse o mosteiro e se tornasse um padre secular. Pela oração e pela fé, especialmente a oração a Nossa Senhora e seu anjo da guarda, Vicente venceu suas dificuldades e terminou seu noviciado.
Ele foi enviado a Barcelona para estudar e foi nomeado leitor de filosofia em Lérida, a universidade mais famosa da Catalunha, antes dos 21 anos. Lá, ele publicou dois tratados (suposições dialéticas era um) que foram bem recebidos.
Em 1373, foi enviado a Barcelona para pregar, apesar de ter apenas ordens de diácono. A cidade, devastada pela fome, aguardava desesperadamente os carregamentos de milho atrasados. Vincent predisse em um sermão que os navios chegariam antes da noite e, embora tenha sido repreendido por seu superior por fazer tal previsão, os navios chegaram naquele dia. O povo alegre correu ao convento para aclamar Vicente como profeta. O prior, no entanto, achou que seria sensato transferi-lo para longe de tal adulação.
Outra história nos conta que alguns meninos de rua chamaram sua atenção para um de seus bandos que estava estendido na poeira, fingindo-se morto, perto do porto de Grão: “Ele está morto, traga-o de volta à vida!” eles choraram. “Ah”, respondeu Vicente, “ele estava se fingindo de morto, mas olhe, ele morreu.” É assim que definitivamente se prega uma mentira: considerando-a uma verdade. E acabou sendo verdade, o menino estava morto.

Todos estavam tomados pelo medo. Eles imploraram a Vicente para fazer alguma coisa. Deus fez. Ele o levantou.

Em 1376, Vicente foi transferido para Toulouse por um ano e continuou sua educação. Tendo feito um estudo particular das Escrituras e do hebraico, Vicente estava bem equipado para pregar aos judeus. Foi ordenado sacerdote em Barcelona em 1379 e tornou-se membro da corte de Pedro (Pedro) Cardeal de Luna – o início de uma longa amizade que terminaria em tristeza para ambos. (O Cardeal de Luna havia votado no Papa Urbano VI em 1378, mas convencido de que a eleição havia sido inválida, juntou-se a um grupo de cardeais que elegeram Roberto de Genebra como Papa Clemente VII no final do mesmo ano; assim, criando um cisma e a linha dos papas de Avinhão.)
Depois de ser chamado de volta ao seu próprio país, Vicente pregou com muito sucesso na catedral de Valência de 1385-1390, e tornou-se famoso por sua eloquência e eficácia na conversão de judeus – Rabi Paulo de Burgos, o futuro bispo de Cartagena foi um dos 30.000 de Vicente. judeus e mouros convertidos – e revivendo a fé daqueles que haviam caído. Seus inúmeros milagres, a força e a beleza de sua voz, a pureza e clareza de sua doutrina, combinaram-se para tornar eficaz sua pregação, baseada em um firme fundamento de oração.
É claro que o sucesso de Vicente como pregador atraiu a inveja dos outros e lhe rendeu calúnias e calúnias. Seus colegas acreditavam que poderiam compensar a calúnia, tornando-o prior de seu mosteiro em Valência. Ele se retirou por um tempo na obscuridade. Mas ele foi chamado para pregar os sermões quaresmais de 1381 em Valência, e ele não podia se recusar a empregar o dom da fala que atraía as pessoas boas e simples, bem como os pastores capciosos, os cónegos e os sábios céticos da Igreja.
Pedro de Luna, um cardeal teimoso e ambicioso, fez de Vicente parte de sua bagagem, por assim dizer; … a partir de 1390, Vicente pregou onde quer que Pedro de Luna estivesse, incluindo a corte de Avignon, onde Vicente gozava da vantagem de ser confessor do papa, quando Pedro de Luna se tornou o antipapa Bento XIII em 1394.
Dois males clamavam por remédio nos dias de São Vicente: a frouxidão moral deixada pela grande peste e o escândalo do cisma papal. Quanto ao primeiro, pregou incansavelmente contra os males da época. Que  ele defendeu a causa do homem errado no desacordo papal não é argumento contra a santidade de Vicente; na época, e em meio a tanta confusão, era quase impossível dizer quem estava certo e quem estava errado. A coisa memorável é que ele trabalhou, com toda a força que pôde reunir, para trazer ordem ao caos. Eventualmente, Vicente passou a acreditar que as alegações de seu amigo eram falsas e instou de Luna a se reconciliar com Urbano VI.
Ele atuou como confessor da rainha Yolanda de Aragão de 1391 a 1395. Ele foi acusado pela Inquisição de heresia porque ele ensinou que Judas havia feito penitência, mas a acusação foi rejeitada pelo antipapa Bento XIII, que queimou o dossiê da Inquisição sobre Vicente e fez dele seu confessor.

Bento XIII ofereceu um bispado a Vicente, mas recusou. Afligido pelo grande cisma e pela posição inflexível de Bento, aconselhou-o a consultar seu rival romano. Benedito recusou. Relutantemente, Vicente foi obrigado a abandonar de Luna em 1398. A tensão desse conflito entre amizade e verdade fez com que Vicente ficasse gravemente doente em 1398. Durante sua doença, ele teve uma visão na qual Cristo e os santos Domingos e Francisco o instruíram a pregar penitência quando e aonde quer que fosse necessário, e ele foi milagrosamente curado.
Depois de se recuperar, ele pediu permissão para se dedicar ao trabalho missionário. Ele pregou em Carpetras, Arles, Aix e Marselha, com grandes multidões presentes. Entre 1401 e 1403, o santo pregou no Dauphiné, em Savoy e nos vales alpinos: continuou para Lucerna, Lausanne, Tarentaise, Grenoble e Turim. Ele era um orador tão eficaz que, embora falasse apenas espanhol, muitos o consideravam multilíngue (o dom de línguas?). Seu irmão Bonifácio era o prior da Grande Chartreuse e, como resultado da pregação de Vicente, vários súditos notáveis ​​entraram no mosteiro.
Milagres foram atribuídos a ele. Em 1405, Vicente estava em Gênova e pregou contra os fantásticos cocares usados ​​pelas senhoras da Ligúria, e eles foram modificados – “o maior de todos os seus feitos maravilhosos, relata um de seus biógrafos. De Gênova, ele pegou um navio para Mais tarde, na Holanda, uma hora por dia foi marcada para suas curas.Na Catalunha, sua oração restaurou os membros murchos de um menino aleijado, considerado incurável por seus médicos, chamado John Soler, que mais tarde se tornou bispo de Barcelona. Em Salamanca, em 1412, ele ressuscitou um morto. Talvez o maior milagre tenha ocorrido no Dauphiné, em uma área chamada Vaupute, ou Vale da Corrupção. Os nativos de lá eram tão selvagens que nenhum ministro os visitava. Vincent, sempre pronto sofrer todas as coisas para ganhar almas, alegremente arriscou sua vida entre esses miseráveis ​​abandonados, converteu-os todos de seus erros e vícios. Posteriormente, o nome do vale foi alterado para Valpure, ou Vale da Pureza, um nome que manteve.
Ele pregou incansavelmente, complementando seus dons naturais com o poder sobrenatural de Deus, obtido através de seu jejum, orações e penitências. Tal era a fama das missões de Vicente, que o rei Henrique IV da Inglaterra lhe enviou um cortesão com uma carta pedindo-lhe que pregasse em seus domínios. O rei enviou um de seus próprios navios para buscá-lo na costa da França e o recebeu com as maiores honras. O santo tendo empregado algum tempo para dar ao rei conselhos saudáveis ​​tanto para si mesmo quanto para seus súditos, pregou nas principais cidades da Inglaterra, Escócia e Irlanda. Voltando à França, fez o mesmo, da Gasconha à Picardia.

A pregação de São Vicente tornou-se um processo estranho, mas maravilhosamente eficaz. Ele atraiu para si centenas de pessoas – ao mesmo tempo, mais de 10.000 – que o seguiam de um lugar para outro vestidos de peregrinos. Os padres da companhia cantavam missa diariamente, cantavam o Ofício Divino e distribuíam os sacramentos aos convertidos pela pregação de Vicente. Homens e mulheres viajavam em companhias separadas, cantando ladainhas e orações enquanto andavam descalços pela estrada de cidade em cidade. Eles ensinaram catecismo onde necessário, fundaram hospitais e reviveram uma fé que havia praticamente perecido no tempo da peste.
A mensagem de sua pregação era a penitência, o Juízo Final e a eternidade. Como outro João Batista – que também era comparado a um anjo, como São Vicente é na arte popular – ele atravessou o deserto clamando ao povo para endireitar os caminhos do Senhor. Temendo o julgamento, senão por outro motivo, os pecadores ouviram seus sermões surpreendentes, e os mais obstinados foram levados por ele a rejeitar o pecado e amar a Deus. Ele fez inúmeros milagres, alguns dos quais são lembrados hoje nos provérbios da Espanha. Entre seus convertidos estavam São Bernardino de Sena e Margarida de Saboia.
Ele retornou à Espanha em 1407. Apesar do fato de Granada estar sob domínio mouro, ele pregou com sucesso, e milhares de judeus e mouros teriam se convertido e solicitado o batismo. Seus sermões eram frequentemente realizados ao ar livre porque as igrejas eram pequenas demais para todos aqueles que desejavam ouvi-lo.
Em 1414, o Concílio de Constança tentou acabar com o Grande Cisma, que havia crescido desde 1409 com três pretendentes ao trono papal. O concílio depôs João XXIII e exigiu a renúncia de Bento XIII e Gregório XII para que uma nova eleição pudesse ser realizada. Gregory estava disposto, mas Benedict era teimoso. Mais uma vez, Vincent tentou persuadir Bento a abdicar. Novamente, ele falhou. Mas Vicente, que atuou como juiz no Compromisso de Caspe para resolver a sucessão real, influenciou a eleição de Fernando como rei de Castela. Ainda amigo de Bento (Pedro de Luna), o rei Fernando, baseando suas ações na opinião de Vicente sobre o assunto, projetou a deposição de Bento em 1416, que pôs fim ao Cisma Ocidental.
(É interessante notar que os decretos do Concílio de Constança foram rejeitados pelo papa que o sucedeu. O concílio havia ordenado concílios a cada dez anos e afirmava que tais convocações tinham precedência sobre o papa.)
Seu livro, Tratado sobre a Vida Espiritual ainda tem valor para as almas sinceras. Nele ele escreve: “Você deseja estudar a seu favor? Deixe a devoção acompanhar todos os seus estudos, e estude menos para se tornar um sábio do que para se tornar um santo. Consulte a Deus mais do que seus livros, e peça-lhe, com humildade, que Faça você entender o que lê. O estudo cansa e esgota a mente e o coração. Vá de vez em quando para refrescá-los aos pés de Jesus Cristo sob sua cruz. Alguns momentos de repouso em suas chagas sagradas dão novo vigor e novas luzes. sua aplicação por orações curtas, mas fervorosas e jaculatórias; nunca comece ou termine seu estudo, sem ser pela oração. A ciência é um dom do Pai das luzes”.

Parece que Vincent praticava o que pregava. Ele sempre compunha seus sermões ao pé de um crucifixo, tanto para pedir luz a Cristo crucificado, quanto para extrair desse objeto sentimentos com os quais animar seus ouvintes à penitência e ao amor de Deus.
São Vicente também pregou a Santa Colette e suas freiras
, e foi ela quem lhe disse que ele morreria na França. De fato, Vicente passou seus últimos três anos na França, principalmente na Normandia e na Bretanha, e morreu na quarta-feira da Semana Santa em Vannes, na Bretanha, depois de voltar de uma viagem de pregação a Nantes. O dia de seu enterro foi uma grande festa popular com procissão, música, sermões, canções, milagres e até pequenas brigas (Attwater, Benedictines, Bentley, Delaney, Dorcy, Encyclopedia, Farmer, Gheon, Husenbeth, Walsh, White). 

Nota: Eu recomendo a leitura do verbete de Vincent Ferrer em Vidas dos Santos de Butler. É mais preciso do que muitas de suas biografias e muito mais detalhado sobre as viagens e milagres dos santos do que aqui apresentado.
São Vicente é o patrono dos orfanatos na Espanha. E os pescadores bretões ainda invocam sua ajuda nas tempestades (Dorcy). Ele também é o patrono dos fundadores de chumbo e invocado contra epilepsia, febre e dor de cabeça (Roeder).
Na arte, São Vicente é um dominicano com um livro, Cristo está acima com os instrumentos de sua paixão. Às vezes, Vincent é mostrado (1) apontando para Cristo, com um lírio e um crucifixo; (2) idem, Cristo acima, cadáveres amortalhados sob seus pés; (3) cercado por querubins, chama em uma mão, livro na outra; (4) com asas simbólicas no ombro, trompete na mão; (5) com chama, IHS e face radiante; (6) com o Beato Pedro Cerdan (Roeder, Tabor); (7) com chapéu de cardeal; ou com convertidos judeus e sarracenos ao seu redor (Branco)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril05.html#1419_St._Vincent_Ferrer_Patron_of

– Ver TRATADO DE VIDA ESPIRITUAL de São Vicente Ferrer:

2.   Em Tes­sa­ló­nica, na Ma­ce­dónia, ac­tu­al­mente na Grécia, Santa Irene, virgem e mártir, que, de­so­be­de­cendo ao edito de Di­o­cle­ciano, ocultou os Li­vros sa­grados e por esse mo­tivo foi con­du­zida ao pros­tí­bulo pú­blico e quei­mada por ordem do pre­feito Dul­cécio, o mesmo que tinha mar­ti­ri­zado as suas irmãs Ágape e Quiónia. († 304).

– Ver “O culto a santa Irene ainda é muito intenso no oriente e no Ocidente, e se perpetuou até os nossos dias pelo seu lendário “exemplo de santa mártir”, bem como pela tradição de seu nome, que em grego significa “paz”, e é muito difundido em todo o planeta, principalmente entre os povos cristãos, apesar de não existirem quaisquer comprovações destas lendas pela Ciência.

A festa de santa Irene acontece em 5 de abril, dia em que recebeu a palma do martírio pela fé em Cristo, no ano 304.”: Ágape, Quiônia e Irene – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver dia 03 de abril: Santas Ágape, Cione (ou Quiônia) e Irene, virgens. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, segundo o protocolo de seu processo, elas foram condenadas a serem queimadas vivas “por terem agido contra os divinos editos dos imperadores”, que proibiam a quem quer que fosse conservar as Sagradas Escrituras (M). Santa Irene também na Folhinha do Coração de Jesus de 03 de abril).

– Ver páginas 59-66:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Ágape, Quiônia e Irene foram três virgens que foram martirizadas por sua fé durante a perseguição de Diocleciano, em 304 d.C.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81gape,_Qui%C3%B4nia_e_Irene

3.   Em Se­lêucia, na Pérsia, no ter­ri­tório do ac­tual Iraque, Santa Fer­buta, viúva, irmã de São Si­meão, bispo, a qual, jun­ta­mente com a sua serva, so­freu o mar­tírio no rei­nado de Sapor II. († c. 342)

4.   Também em Se­lêucia, na an­tiga Pérsia, a co­me­mo­ração de cento e onze ho­mens e nove mulheres, már­tires, que, reu­nidos de vá­rios lu­gares nas ci­dades ré­gias da Pérsia, por re­cu­sarem fir­me­mente negar a Cristo e adorar o fogo, foram quei­madas por ordem do mesmo rei. († 344)

–  No Martirológio Romano-Monástico, dia 06 de abril: no ano do Senhor de 344, o martírio de Cento e Vinte Cristãos, presos por ocasião da passagem do rei dos persas por Selêucia da Mesopotâmia. Em suas provações, uma piedosa mulher os encorajou, dizendo: “Confiança nas promessas que o Senhor nos deixou em seu Evangelho! Ele sofreu em seu corpo e nos abriu a porta do testemunho para que nos tornemos semelhantes a Ele… Vós merecereis, assim, o reino maravilhoso dos amigos de Jesus”. (M).

– Ver também: Cento e vinte mártires em Adiabene – Pérsia de 345. Ver páginas 144-145: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

5.   Em Régia, na Mau­ri­tânia, no ter­ri­tório da ac­tual Ar­gélia, a paixão dos santos mártires que, na per­se­guição do rei ariano Gen­se­rico, foram mas­sa­crados na igreja num dia da Páscoa; entre eles es­tava o leitor, que foi atra­ves­sado por uma flecha na gar­ganta quando can­tava do púl­pito o «Aleluia». († s. V).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, igualmente, a paixão de Diversos Cristãos Africanos, que durante a perseguição de Genserico foram massacrados dentro de uma igreja, no dia da Páscoa. Um deles, que tinha o ofício de leitor, teve a garganta trespassada por uma flecha no momento em que cantava o Aleluia. (M)

6.   No mos­teiro de Grande-Sauve, na Aqui­tânia, ac­tu­al­mente na França, São Ge­raldo (Gerardo), abade, que per­tencia ao mos­teiro de Corbie quando foi eleito abade de Laon e, de­pois de santas pe­re­gri­na­ções, se re­tirou na densa floresta. († 1095).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1095, São Geraldo. Iniciado na vida monástica em Corbie, sua cidade natal, tornou-se abade de São Vicente de Laon e de São Medardo de Soissons. A afluência de vocações levou-o a fundar vários mosteiros, dos quais o da Grande-Sauve, na Aquitânia, tornou-se mais tarde a casa-mãe de cerca de trinta outras casas. (X).

Ver também págs. 122-125:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

7*.   Em Mon­te­cor­vino, na Apúlia, re­gião da Itália, Santo Al­berto, bispo, que con­sa­grou toda a sua vida à oração con­tínua a Deus e à so­li­ci­tude pelo bem comum dos pobres. († 1127)

8*.   Em Fosses, no Bra­bante, hoje na França, Santa Ju­liana, virgem da Ordem de Santo Agos­tinho, que tinha sido pri­o­resa do mos­teiro de Mont-Cor­nillon, em Liège e, for­ta­le­cida pelo dom do con­selho di­vino e hu­mano, pro­moveu a so­le­ni­dade do Corpo de Cristo e viveu como reclusa. († 1258). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano de Senhor de 1258, Santa Juliana, religiosa agostiniana do mosteiro do Monte Cornillon, na diocese de Liège. Foi convocada, por revelações, a fazer instituir na Igreja a festa do Santíssimo Sacramento, ou do “Corpus Christi”. (F). Ver também págs. 126-129: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Juliana de Mont Cornillon ou Juliana de Liège (Retinnes, 1193 – Fosses-la-Ville5 de abril de 1258). Foi uma freira agostiniana do Convento de “Mont Cornillon”. Ficou conhecida por promover a introdução da Festa de Corpus Christi no âmbito da Igreja Católica.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Juliana_de_Mont_Cornillon

– Ver “Corpus Christi “A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século XIII. O papa Urbano IV, na época o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège, na Bélgica, recebeu o segredo da freira agostiniana Juliana de Mont Cornillon, que teve visões de Cristo demonstrando desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Por volta de 1264, em uma cidade próxima a Orvieto (onde o já então papa Urbano IV tinha sua corte), chamada Bolsena, ocorreu o Milagre de Bolsena,[1] em que um sacerdote celebrante da Santa Missa, no momento de partir a Sagrada Hóstia, teria visto sair dela sangue, que empapou o corporal (pano onde se apoiam o cálice e a patena durante a Missa). O papa determinou que os objetos milagrosos fossem trazidos para Orvieto em grande procissão em 19 de junho de 1264, sendo recebidos solenemente por Sua Santidade e levados para a Catedral de Santa Prisca. Esta foi a primeira procissão do Corporal Eucarístico de que se tem notícia. A festa de Corpus Christi foi oficialmente instituída por Urbano IV com a publicação da bula Transiturus em 8 de setembro de 1264, para ser celebrada na quinta-feira depois da oitava de Pentecostes.[2]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Corpus_Christi

– Ver ainda “… Ela edificava todos com sua humildade, nunca tinha palavras de crítica ou de reprovação para seus adversários, senão que continuava difundindo com zelo o culto eucarístico. Faleceu em 5 de abril de 1258, em Fosses-La-Ville, na Bélgica. Na cela em que jazia, expuseram o Santíssimo Sacramento e, segundo as palavras do seu biógrafo, Juliana morreu contemplando, com um último transporte de amor, Jesus Eucaristia, a quem sempre havia amado, honrado e adorado. Ela soube antes de falecer que, além de Liège, também a Alemanha ocidental já festejara a festa de Corpus Domini em 1252.

     Seu corpo foi sepultado na Abadia Cisterciense de Villiers. É festejada pela Santa Igreja no dia 5 de abril.”: http://heroinasdacristandade.blogspot.com/2019/04/santa-juliana-de-mont-cornillon-ou.html

– Ver “… 1258 BD JULIANA DO MONTE CORNILLON, VIRGEM
A introdução da festa de Corpus Christi deveu-se principalmente a uma mulher, cuja mente a concebeu e cujos esforços levaram à sua observância. Juliana nasceu perto de Liège em 1192, mas ficou órfã aos cinco anos de idade, foi colocada pelos tutores aos cuidados das freiras do Monte Cornillon, um duplo mosteiro agostiniano de homens e mulheres dedicados ao cuidado dos doentes, mais especialmente dos leprosos. Para evitar que Juliana e sua irmã Agnes tivessem contato com os pacientes, o superior os mandava para uma fazenda dependente perto de Amercoeur, onde ficavam a cargo de uma irmã Sapientia, que também os ensinava. Agnes morreu jovem; Juliana cresceu como uma menina estudiosa que tinha uma intensa devoção ao Santíssimo Sacramento e que adorava ler volumes de Santo Agostinho, São Bernardo e outros padres nas prateleiras da biblioteca. Curiosamente, desde os dezesseis anos, ela era assombrada dia e noite pelo aparecimento de uma lua brilhante com uma faixa escura… Ocasionalmente, ela temia que pudesse ser um artifício do Diabo para distraí-la da oração, mas geralmente ela se sentia convencida de que tinha algum significado espiritual profundo se ela pudesse compreendê-lo. Por fim, ela teve um sonho ou visão em que nosso Senhor explicou que a lua era o ano cristão com sua rodada de festivais e que a faixa preta denotava a ausência do único dia sagrado necessário para completar o ciclo – uma festa em homenagem ao Santíssimo Sacramento

 Os anos passaram e Juliana tornou-se freira no Monte Cornillon; mas ela era desconhecida, sem influência e sem condições de fazer nada em relação à festa desejada. Então, em 1225, foi eleita priora e começou a falar sobre o que sentia ser sua missão a alguns de seus amigos, notadamente a Bd Eva, uma reclusa que morava ao lado da igreja de São Martinho, na margem oposta do rio, e uma santa mulher, Isabel de Huy, que ela havia recebido em sua comunidade. Encorajada, sem dúvida, pelo apoio dessas duas, ela abriu seu coração para um erudito cônego de São Martinho, João de Lausanne, pedindo-lhe para consultar os teólogos sobre a conveniência de tal festa. 

James Pantaleon (depois Papa Urbano IV), Hugh de St Cher, o prior provincial dominicano, Dom Guy de Cambrai, chanceler da Universidade de Paris, com outros sábios, foram abordados e decidiram que não havia objeção teológica ou canônica à instituição de uma festa em homenagem ao Santíssimo Sacramento. Por outro lado, a oposição surgiu em outros quadrantes. Embora João de Cornillon tenha composto um ofício para o dia que foi realmente adotado pelos cônegos de São Martinho, e embora Hugo de São Cher pregasse e falasse em seu nome, Juliana foi criticada como uma visionária, e pior. O sentimento corria contra ela mesmo no mosteiro, cuja constituição era um tanto peculiar. Enquanto a direção final dos irmãos e irmãs estava nas mãos do prior, o burgomestre e os cidadãos parecem ter tido voz na gestão do hospital, cujas receitas, porém, eram administradas pela prioresa. Um novo prior, de nome Roger, acusou Juliana de falsificar as contas, de abolir os títulos e de desviar fundos para promover uma festa que ninguém queria. Essas acusações enfureceram tanto o povo de Liège que eles obrigaram Juliana a sair. O bispo Robert fez com que um inquérito fosse feito sobre o assunto. Isso resultou no retorno de Juliana a Cornillon, na transferência do prior para o hospital de Huy e, em 1246, na proclamação do novo festival para a diocese de Liège. 

Após a morte do bispo, no entanto, a perseguição foi renovada e Bd Juliana foi totalmente expulsa de Cornillon. cujas receitas, porém, eram administradas pela prioresa…

Com três das irmãs, Isabel de Huy, Agnes e Otilia, ela vagou de um lugar para outro até encontrar um abrigo em Namur. Aqui viveram algum tempo de esmolas, mas a abadessa de Salzinnes veio em seu socorro e, defendendo a causa de Juliana, obteve para ela de Cornillon uma concessão do dote que ela havia trazido para o convento. 

O infortúnio, no entanto, continuou a perseguir seus passos – infortúnio que ela previu e previu. Durante o cerco de Namur pelas tropas de Henrique II de Luxemburgo, Salzinnes foi incendiada e Juliana foi forçada a fugir com a abadessa para Fosses, onde viveu reclusa pelo resto de seus dias na pobreza e na doença. Ela morreu em 5 de abril de 1248, na presença da abadessa e de um fiel companheiro chamado Ermentrude.
A grande missão de Juliana foi continuada e completada por sua velha amiga Eva, a reclusa de São Martinho.
 Após a elevação ao papado de Urbano IV, que como Tiago Pantaleão havia sido um dos primeiros apoiadores de Juliana, Eva, através do bispo de Liège, implorou-lhe que sancionasse a nova festa do Santíssimo Sacramento. Ele o fez; e depois, em reconhecimento da parte que ela havia tomado, ele lhe enviou sua bula de autorização junto com o belo ofício de Corpus Christi que São Tomás de Aquino havia composto a seu desejo. 

A bula foi confirmada em 1312 pelo Concílio de Viena sob o Papa Clemente V, e a celebração da festa de Corpus Christi tornou-se desde então uma obrigação universal em toda a igreja ocidental, e a maioria dos católicos de rito oriental também a adotou. A observância de uma festa em honra de Bd Juliana foi permitida pela Santa Sé em 1869.

Uma narrativa originalmente compilada em francês, mas traduzida para o latim por João de Lausanne, está impressa na Acta Sanctorum (abril, vol. 1) e constitui a principal fonte dos incidentes aqui registrados. Ver também Clotilde de Sainte Julienae, Sainte Julienne de Cornillon (1928); e E. Denis, La vraie histoire de ste Julienne… (1935). Há um relato em flamengo de J. Coenen (1946).

RESUMO:

Como priora, começou a se agitar pela instituição da festa prevista em sua visão. Alguns a apoiaram, mas se opuseram a ela o suficiente para que ela fosse removida do cargo e perseguida; ela foi expulsa de Cornillon pelos diretores leigos, que a acusaram de administrar mal os fundos de um hospital sob seu controle.

Um inquérito do bispo de Liège a exonerou e resultou em sua restituição em 1246, quando ele introduziu a festa de Corpus Christi em Liège.
Quando o bispo morreu em 1248, Juliana foi novamente expulsa do convento e refugiou-se no convento cisterciense de Salzinnes em Namur. Logo ela se viu sem-teto novamente quando o mosteiro foi destruído pelo fogo durante o cerco de Namur pelas tropas de Henrique II de Luxemburgo. Ela então migrou para Fosses, onde passou o resto de sua vida como reclusa.

A seu pedido, ela foi enterrada na abadia cisterciense de Villiers como um deles.
Após a morte de Juliana, o movimento pelo estabelecimento de Corpus Christi como festa universal foi continuado por sua amiga Beata Eva de Liège. A festa foi sancionada pelo Papa Urbano IV em 1264 e o ofício da festa foi composto por São Tomás de Aquino. Em 1312, a festa era obrigatória em toda a Igreja Ocidental (Attwater2, Benedictines, Delaney, Encyclopedia).

Como era de se esperar, a Beata Juliana é representada na arte como uma monja agostiniana segurando um ostensório. Ela é venerada em Cornillon, Fosse, Retines (Liège) e Salzinnes (Roeder)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril05.html#1258_Blessed_Juliana_of_Mount_Cornillon

9.   Em Palma, na ilha de Mai­orca, na Es­panha, Santa Ca­ta­rina Tomás (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, que, en­trando na Ordem das Ca­no­nisas Re­grantes de Santo Agos­tinho, foi in­signe no des­prezo de si mesma e na ab­ne­gação da sua vontade. († 1574)

– Ver também págs. 132-133: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

10*.   Em Kauf­beuren, junto ao rio Wer­tach, na Ba­viera, re­gião da Ale­manha, Santa Maria Cres­cência Höss, virgem da Ordem Ter­ceira de São Fran­cisco, que pro­curou co­mu­nicar aos ou­tros o fogo do Es­pí­rito Santo que nela ardia. († 1744)

11♦.   Em São Paulo, no Brasil, o Beato Ma­riano da Mata Aparício, pres­bí­tero da Ordem de Santo Agostinho (também na Folhinha do Coração de Jesus). († 1983).

–  Ver “Beato Mariano de la Mata Aparício, mais conhecido como Padre Mariano (La Puebla de Valdavia31 de dezembro de 1905 — São Paulo 5 de abril de 1983), foi um religioso hispanobrasileiro reconhecido pela Igreja Católica como beato… O milagre aprovado pela Congregação para as Causas dos Santos e pelo Papa Bento XVI para a beatificação de Padre Mariano ocorreu com João Paulo Lopes da Silva Polotto, em 1996. O milagre aconteceu na cidade de Barra Bonita:[desambiguação necessária] o menino João Paulo Lopes da Silva Polotto, então com cinco anos, sofreu um acidente quando soltou-se de sua mãe e atravessou a rua; foi atingido por um caminhão e sofreu fratura do crânio. Foi internado com parada respiratória e hemorragia cerebral, em estado muito grave. Padres e alunos do Colégio Agostiniano São José, de São José do Rio Preto, onde Padre Mariano viveu, pediram a ele em oração para que intercedesse junto a Deus e, dez dias depois, o menino era visto nas ruas da cidade caminhando e brincando, sem qualquer sequela do acidente. Os médicos não puderam explicar a imensa recuperação. [3]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mariano_de_la_Mata

– Ver “Sua memória litúrgica é comemorada no dia 05 de novembro. Seus restos mortais encontram-se na Paróquia Santo Agostinho, no bairro da liberdade em são Paulo.”: http://www.igrejasantoagostinho.com.br/beato.html

– Ver também “Celebramos neste domingo (05/11/2006) a Solenidade de Todos os Santos. Precisamente, nesta solenidade, hoje e aqui em São Paulo, também damos graças a Deus pelo Padre Mariano da Mata Aparício, da Ordem dos Agostinianos, que foi inscrito no álbum dos Beatos.”. Disponível em <https://www.vatican.va/roman_curia/congregations/csaints/documents/rc_con_csaints_doc_20061105_beatif-aparicio_po.html>. Acesso em 05 nov. 2021

– Ver: “O segundo milagre de Padre Mariano”. Disponível em <http://www.csj.g12.br/csj_www1/pemariano/caminhoPeMariano/artigos/2007-06-03%20O%20segundo%20milagre%20do%20Padre%20Mariano.pdf>. Acesso em 05 nov. 2021

– Ver ainda “Dia do Beato Mariano. Pe. Mariano faleceu no dia 5 de abril de 1983. Como o dia 5 de abril é um dia que normalmente coincide com as festas de Páscoa, a postulação sugeriu ao Cardeal e este á Santa Sé que o novo beato fosse lembrado no calendário litúrgico do Brasil no dia de sua beatificação. Assim, a partir de agora, todo dia 5 de novembro será o dia da sua memória litúrgica no Brasil. Veja o site do Pe. Mariano! http://www.padremariano.org/  Grande biografia e fotos! …”. Conforme “29/10/2006 – 18:26 – BRASIL TEM NOVO ‘Santo de Altar’: BEATO MARIANO!”. Disponível em <http://www.santosdobrasil.org/?system=news&action=read&id=345&eid=142>. Acesso em 05 nov. 2021

12. Bem-aventurada Eva, reclusa. Ver “Aconselhada por Santa Juliana do Monte Cornillon, Eva, depois de retirada do mundo, passou por duras provas, por horríveis tentações, que venceu pela paciência, a esperar em Deus.

Depois da morte de Santa Juliana e do decreto da instituição da Festa de Deus (Corpus Christi) em Liège, a bem-aventurada sentiu-se grandemente feliz por saber que o arcediago de Liège, Tiago Pantaleão, fôra eleito papa Urbano IV. Procurou, então, agir no sentido de obter do novo pontífice a confirmação do decreto da instituição.

Quando o novo pontífice se inteirou de que aquela reclusa ainda vivia, rejubilou-se. Felicitando-a pelo zê1o que tivera com a instituição da Festa de Deus, enviou-lhe um breve. Corria o ano de 1262, e a bem-aventurada, que fora confidente de Santa Juliana, meses depois do recebimento daquele breve, vinha a falecer.

Enterrada na igreja de São Martinho, pouco depois era transferida para repousar sob o altar do Santo Sacramento.

O culto da bem-aventurada Eva foi aprovado em 1902. Em Liège, festejam-na no dia 14 de março. Há os que querem situar sua morte em 1265.”, às págs. 130-131: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

VER 14 DE MARÇO:

Em Liège, na Lo­ta­ríngia, ac­tu­al­mente na Bél­gica, a Beata Eva de Mont-Cornillon, re­clusa junto do mos­teiro de São Mar­tinho, que, jun­ta­mente com Santa Ju­liana, pri­o­resa do mesmo ce­nóbio, se em­pe­nhou muito para que o papa Ur­bano IV ins­ti­tuísse a so­le­ni­dade do Corpo de Cristo. († c. 1265)

13. No mesmo dia, o martírio de São Zenão (ou Zeno, também na Folhinha do Coração de Jesus) que, por ter confessado sua fé na Santíssima Trindade, sofreu o tríplice suplício do piche, do fogo e da espada (Conf. Martirológio Romano-Monástico – M).

14. No mesmo dia, o Bem-aventurado Sigardo, monge cisterciense de Jouy, depois primeiro abade de Bonlieu, perto de Bordeau, no séc., XII (Conf. Martirológio Romano-Monástico – X).

– Ver “… 1162 O Beato Sighardus de Bonlieu fundou a abadia de Carbon-Blanc (Bonlieu) , OSB Cist. Abade (AC)
Sighardus, monge cisterciense de Jouy, fundou a abadia de Carbon-Blanc (Bonlieu) perto de Bordeaux em 1141 e se tornou seu primeiro abade (Benedictines)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril05.html#1162_Blessed_Sighardus_of_Bonlieu

15. Santa Etelburga de Kent. Ver “Etelburga de Kent, dita Santa Etelburga, também conhecida por ÆthelburhEthelburgÆdilburh e Æthelburga, foi a segunda esposa de Eduíno da Nortúmbria (Edwin). Ela era filha do rei Etelberto de Kent e da princesa merovíngia Berta de Kent (também “Santa Berta”), e irmã de Eadbaldo e Edburga. O casamento de Etelburga com Eduíno em 625 iniciou o processo de conversão da Nortúmbria, no norte da Inglaterra, ao cristianismo.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Etelburga_de_Kent

– Ver “… 647 ST ETHELBURGA, ABADIA DE LYMINGE, MATRONA

ST ETHELBURGA era filha do convertido de Santo Agostinho, o rei Ethelbert de Kent e de sua esposa Bertha. Ethelburga, também chamada Tata, foi dada em casamento a Edwin, o rei pagão da Nortúmbria, e São Paulino, um dos companheiros de Santo Agostinho, a acompanhou como capelão. Embora Edwin tenha sido bem afetado pelo cristianismo, hesitou tanto antes de aceitar a fé que o Papa Bonifácio V escreveu expressamente a Ethelburga, exortando-a a fazer o máximo para conseguir sua conversão. Mas não foi até 627 que o próprio Edwin recebeu o batismo. Durante o resto de seu reinado, o cristianismo progrediu em toda a Nortúmbria, encorajado pelo casal real, mas quando Edwin foi morto em Hatfield Chase, seus adversários pagãos invadiram a terra. A rainha e São Paulino viram-se obrigados a retornar a Kent, onde Ethelburga fundou a abadia de Lyminge, que ela governou até sua morte.

Não sabemos nada de Santa Etelburga, exceto o que São Beda (Hist. Eccles. ii, cap. 9 seq.) e Thomas de Elmham (pp. 176-177) registraram…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril05.html#647_Ethelburga_of_Lyminge_founded_an

16. São Derfel Gadarn. Ver “Derfel, conhecido como Derfel Gadarn ([c]adarn: “poderoso, valente, forte”), foi um monge celta cristão do século VI considerado como um santo. A lenda local sustenta que ele foi um guerreiro do Rei Arthur.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Derfel

– Ver “… 5º 6º V St. Derferl-Gadarn soldado monge ermitão galês do século 5 ou 6, relatado para ter estado na batalha de Camblan, onde o rei Arthur morreu. Ele pode ter sido um eremita antes de se tornar monge em Lianderfel, em Gwynedd, País de Gales.

Uma estátua de madeira esculpida representando Derfel-Gadarn como um soldado montado foi usada para queimar o Beato John Forest em Smithfield em 1538, por ordem de Thomas Cromwell.
Derfel Gadarn (RM) (também conhecido como Derfel Cadarn ou Derfel Gdarn) século V ou VI. Segundo a lenda, Saint Derfel foi um grande soldado galês que lutou na Batalha de Camlan (537), onde o Rei Arthur foi morto. Ele pode ter sido um monge e abade em Bardsey e mais tarde um solitário em Llanderfel, Merionethshire, País de Gales, tornando-se assim seu fundador e patrono. Uma estátua de madeira dele montado em um cavalo e segurando um cajado foi muito venerada na igreja de Llanderfel até ser usada como lenha na queima do Beato John Forest, confessor da rainha Catarina de Aragão, em Smithfield, Inglaterra.
Em 1538, o Dr. Ellis Price, agente de Cromwell para a diocese de Saint Asafe, escreveu a Cromwell sobre a estátua de Derfel. Ele queria saber como deveria descartá-lo, porque “o povo tem tanta confiança nele que vem diariamente em peregrinação a ele com vacas ou cavalos ou dinheiro, até o número de quinhentos ou seiscentos em 5 de abril. dizendo era que quem oferecesse alguma coisa a este santo seria por ele libertado do inferno”.

 (Sabemos que somente Jesus Cristo pode nos salvar do inferno, mas este testemunho é uma indicação do poder das orações de Derfel.)
Cromwell ordenou que ele o enviasse para Londres. A população local de Llanderfel pagou a Price um suborno de 40 libras, mas a estátua ainda foi removida. Em 22 de maio de 1438, John Forest de Greenwich deveria ser queimado por recusar o Juramento de Supremacia. Pouco antes de sua execução, a “imensa e grande imagem” de Derfel foi levada para a forca. Uma profecia galesa com séculos de idade havia predito que “esta imagem deveria incendiar toda uma floresta; essa profecia agora entrou em vigor, pois ele incendiou essa floresta e o consumiu em nada”.

Os restos do cajado e do cavalo de Derfel podem ser vistos em Llanderfel (Attwater2, Benedictines, Delaney, Farmer)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril05.html#5th_6th_v_St._Derferl-Gadarn_soldier

17. Outras Santas e Santos do dia 05 de abril: págs. 113-134 (vol.6): VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

Obs. Às vezes entra com o Edge, mas mais com  Google chrome,.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 05 de abril, ver também: 5 de abril – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 304-306: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril05.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PARA E PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

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* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado (ou provocado), nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia (e a provocação) é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração (HUMILHAR-SE, OBEDECER, SILENCIAR, REZAR)”.

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* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

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* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

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* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

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* “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. Amém!São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.  (São Nicolau de Flue – 21 de março)”

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* A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….”

(São Serapião de Thmuis 21 de março – conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 04 de abril

1. Santo Isi­doro, bispo e doutor da Igreja (também na Folhinha do Coração de Jesus), que foi dis­cí­pulo de seu irmão São Le­andro e lhe su­cedeu na sede epis­copal de Se­vilha, na His­pânia Bé­tica. Es­creveu muitas obras de grande eru­dição, reuniu e di­rigiu vá­rios con­cí­lios e tra­ba­lhou com exímia sa­be­doria e zelo pela fé ca­tó­lica e pela ob­ser­vância da dis­ci­plina eclesiástica. († 636). 

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 636, o nascimento no céu de Santo Isidoro, bispo de Sevilha, honrado como Doutor da Igreja da Espanha e como um dos maiores mestres da Idade Média por haver transmitido a cultura da Antiguidade por suas obras enciclopédicas, tanto as de conteúdo religioso como as profanas. É também considerado como um dos introdutores da liturgia moçárabe (Os moçárabes eram cristãos ibéricos que viviam sob o governo muçulmano no Alandalus. Os seus descendentes não se converteram ao Islão, mas adotaram elementos da língua e cultura árabe. Eram, principalmente, católicos romanos de rito visigótico ou moçárabe.). (R).

– Ver também págs. 75-77: 

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Isidoro de Sevilha (em latimIsidorus Hispalensisc. 560Cartagena – 4 de abril de 636Sevilha) serviu como arcebispo de Sevilha por mais de três décadas e é considerado, nas palavras do historiador do século XIX Montalembert numa frase muito citada, “o último acadêmico do mundo antigo”.[1]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Sevilha

– Ver ainda “… 636 Santo Isidoro de Sevilha Doutor da Igreja. Em um movimento único, fez com que todos os ramos do conhecimento, incluindo as artes e a medicina, fossem ensinados nos seminários.
Em Sevilha, na Espanha, Santo Isidoro, bispo, confessor e doutor da Igreja. Ele era notável por santidade e aprendizado, e havia iluminado toda a Espanha por seu zelo pela fé católica e sua observância da disciplina da Igreja.
Isidoro de Sevilha B, Doutor (RM) Nascido em Cartagena, Espanha, c. 560; morreu em Sevilha, Espanha, em 4 de abril de 636; canonizado pelo Papa Clemente VIII em 1598; e declarado Doutor da Igreja pelo Papa Inocêncio XIII em 1722.

“Quanto mais somos afligidos neste mundo, maior é a nossa segurança no próximo;
quanto mais nos entristecemos no presente, maior será nossa alegria no futuro”. (Santo Isidoro de Sevilha)

Isidoro nasceu literalmente em uma família de santos na Espanha do século VI. Dois de seus irmãos, Leandro e Fulgêncio, e uma de suas irmãs, Florentina, são venerados como santos na Espanha.
Era também uma família de líderes e mentes fortes com Leandro e Fulgêncio servindo como bispos e Florentina como abadessa.
Isso não facilitou a vida de Isidore.Isidoro de Sevilha B, Doutor (RM) Nascido em Cartagena, Espanha, c. 560; morreu em Sevilha, Espanha, em 4 de abril de 636; canonizado pelo Papa Clemente VIII em 1598; e declarado Doutor da Igreja pelo Papa Inocêncio XIII em 1722…

… Sua enciclopédia de conhecimento, as Etimologias, foi um livro popular por nove séculos. Ele também escreveu livros sobre gramática, astronomia, geografia, história e biografia, bem como teologia…

4 de abril, Santo Isidoro de Sevilha (560? -636) Os 76 anos de vida de Isidoro foram um tempo de conflito e crescimento para a Igreja na Espanha. Os visigodos invadiram a terra um século e meio antes e pouco antes do nascimento de Isidoro eles estabeleceram sua própria capital. Eles eram arianos — cristãos que diziam que Cristo não era Deus. Assim, a Espanha foi dividida em dois: um povo (católicos romanos) lutou com outro (arianos godos). Isidoro reunificou a Espanha, tornando-a um centro de cultura e aprendizado, um professor e guia para outros países europeus cuja cultura também foi ameaçada por invasores bárbaros.
Nascido em Cartagena de uma família que incluía outros três santos, foi educado (severamente) por seu irmão mais velho, a quem sucedeu como bispo de Sevilha.
Um homem incrivelmente instruído, ele às vezes era chamado de “O Mestre-Escola da Idade Média” porque a enciclopédia que ele escreveu foi usada como livro didático por nove séculos. Ele exigiu a construção de seminários em cada diocese, escreveu uma Regra para ordens religiosas e fundou escolas que ensinavam todos os ramos do aprendizado. Isidoro escreveu vários livros, incluindo um dicionário, uma enciclopédia, uma história dos godos e uma história do mundo – começando com a criação! Ele completou a liturgia moçárabe, que ainda está em uso em Toledo, Espanha.

Por todas essas razões, Isidoro (assim como vários outros santos) foi sugerido como patrono da Internet. Ele continuou suas austeridades mesmo quando se aproximava dos 80. Durante os últimos seis meses de sua vida, ele aumentou tanto suas caridades que sua casa ficou lotada de manhã à noite com os pobres do campo.

Comentário: Nosso país (nosso mundo) pode usar o espírito de Isidoro de combinar aprendizado e santidade. O conhecimento amoroso e compreensivo pode curar e reunir novamente um povo quebrado. Não somos bárbaros como os invasores da Espanha de Isidoro. Mas as pessoas que são inundadas por riquezas e oprimidas pelos avanços científicos e tecnológicos podem perder muito de seu amor compreensivo um pelo outro. Tão vasto era o conhecimento de Isidoro que alguns modernos o propuseram como patrono dos internautas…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril04.html#636_St._Isidore_of_Seville_Doctor_of_the

– Ver ainda: Diversos – etimologias (Santo Isidoro):

* https://sumateologica.files.wordpress.com/2010/02/isidoro_de_sevilha_etimologias.pdf

* http://www.entrepalavras.ufc.br/revista/index.php/Revista/article/viewFile/946/434

* http://www.hottopos.com/videtur25/jeanl.htm

* https://www.google.com/search?q=etimologias+de+santo+isidoro+de+sevilha&sxsrf=APq-WBuqpLi3K_XzPutG1vDAPNB6XhDQ3w%3A1649027343168&source=hp&ei=DylKYrKqCP2z5OUPyr-jsAo&iflsig=AHkkrS4AAAAAYko3H_iZpnH6ixjDUaoS6FfC8oCsaE48&oq=Etimologias+de+&gs_lcp=Cgdnd3Mtd2l6EAEYADIECCMQJzIFCAAQgAQyBggAEBYQHjIGCAAQFhAeMgYIABAWEB4yBggAEBYQHjIGCAAQFhAeMgYIABAWEB4yBggAEBYQHjIGCAAQFhAeOgQIABBDOgsIABCABBCxAxCDAToICC4QgAQQsQM6DgguEIAEELEDEMcBEKMCOg4ILhCABBDHARCjAhDUAjoFCC4QgAQ6BAguEEM6CAgAELEDEIMBOgcIABCxAxBDOggIABCABBCxAzoLCC4QgAQQsQMQgwE6BwgAEIAEEAo6BAgAEB46BwgAELEDEAo6BAgAEApQAFi8EmCFKmgAcAB4AIABhgGIAaINkgEEMC4xNZgBAKABAQ&sclient=gws-wiz

2. Em Tessalónica, na Macedónia, actualmente na Grécia, os santos mártires Agatópodo, diácono, e Teódulo, leitor, que, pela sua confissão da fé cristã, sob o regime do imperador Maximiano, por ordem do prefeito Faustino foram lançados ao mar com uma pedra atada ao pescoço. († s. IV in.). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Tessalônica, sob o imperador Maximiano, os Santos Agatópodo, diácono e Teódulo, leitor, jogados ao mar para morrer por terem proclamado sua fé em Cristo (M).[JCB1]  Ver páginas 82-83: VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

3.   Em Milão, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, o se­pul­ta­mento de Santo Am­brósio, bispo, que no dia de Sá­bado Santo foi ao en­contro de Cristo triun­fante. A sua me­mória ce­lebra-se a sete de De­zembro, dia da sua ordenação. († 397).

– Ver em 07 de dezembro: me­mória de Santo Am­brósio (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo de Milão e doutor da Igreja, que des­cansou no Se­nhor na noite santa da Páscoa de quatro de Abril, mas é ve­ne­rado neste dia, em que, ainda ca­te­cú­meno, foi eleito para di­rigir esta cé­lebre sede epis­copal, quando exercia o ofício de pre­feito da ci­dade. Ver­da­deiro pastor e mestre dos fiéis, exer­citou de modo sin­gular a ca­ri­dade para com todos, de­fendeu va­lo­ro­sa­mente a li­ber­dade da Igreja e a recta dou­trina da fé contra os ari­anos e ins­truiu na pi­e­dade o povo com os seus co­men­tá­rios e hinos sagrados. († 397).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santo Ambrósio, bispo e Doutor da Igreja. Era alto funcionário romano em Milão, e ainda catecúmeno, quando foi eleito bispo por aclamação do povo cristão, sendo consagrado em 7 de dezembro de 374. Pôs então seus talentos de orador a serviço do Evangelho, com o cuidado de promover a liturgia cristã e a virgindade consagrada e defender a justiça social e a liberdade da Igreja em face ao poder imperial. (R). 

Ver páginas 77-107:

 http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2021.pdf

4.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, São Platão (também na Folhinha do Coração de Jesus), hegú­meno (hegúmeno ou egúmeno é o título do responsável por um mosteiro da Igreja Ortodoxa Oriental ou das Igrejas Orientais Católicas, similar ao de abade. A responsável por um convento de freiras ortodoxas é chamada de hegúmena. O termo significa “aquele que está no comando”, “líder” em grego), que com­bateu du­rante vá­rios anos os opo­si­tores ao culto das sa­gradas ima­gens e com seu so­brinho São Te­o­dósio Stu­dita ins­ti­tuiu o cé­lebre mos­teiro de Stúdion. († 814). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Constantinopla, no ano da graça de 814, São Platão, monge que reavivou o monaquismo do Oriente e sofreu uma longa detenção por haver reprovado abertamente o divórcio do Imperador Constantino VI. (M). Ver também págs. 78-81: 

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

5*.   Em Poi­tiers, na Aqui­tânia, na ac­tual França, São Pedro (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que fa­vo­receu os iní­cios da Ordem de Fon­te­vralt e, in­jus­ta­mente re­mo­vido da sua sede, morreu exi­lado em Chauvigny. († 1115)

6*.   Em Scícli, na Si­cília, re­gião da Itália, São Gui­lherme Cuf­fi­télli, ere­mita, que, aban­do­nando a paixão pela caça, passou cin­quenta e sete anos na so­lidão e na pobreza. († 1411)

7*. SÃO BENEDITO, O NEGRO, no DIRETÓRIO DA LITURGIA da CNBB para 2022,também na Folhinha do Coração de Jesus (04 DE ABRIL, 05 DE OUTUBRO E SEGUNDA-FEIRA APÓS A PÁSCOA).

– Conforme o Martirológio Romano Monástico (de 05 de outubro), memória de São Benedito, o Preto. Nasceu na Sicília, por volta de 1526, de pais escravos de origem etíope ou moura do norte da África. Ainda jovem, uniu-se a um grupo de eremitas que seguiam a Regra de São Francisco de Assis, do qual foi eleito superior. Mais tarde, entrou como irmão leigo no convento franciscano de Palermo, onde prestou os mais humildes serviços como os de cozinheiro e faxineiro da comunidade. Era analfabeto, mas dotado de grande prudência e tirocínio, o que lhe valeu ter sido eleito mestre de noviços e guardião do convento. Terminado o prazo de superiorado, voltou às tarefas humildes até sua morte. Canonizado por Pio VII, sua devoção se espalhou pela+ África e pelas Américas. Em diversas localidades do Brasil é comemorado a 13 de maio, juntamente com Nossa Senhora do Rosário (que celebramos em 7 de outubro). (R).

Ver “… São Benedito, o Negro (ordem OFM Cap), conhecido também como São Benedito , o MouroBenedito, o AfricanoBenedito de Palermo. São Benedito (Sicília, 31 de março de 1524 – Palermo, 4 de abril de 1589), é um santo católico que, segundo algumas versões de sua história, nasceu em 1524 na Sicília (Itália), em família pobre e descendente de africanos escravizados na Etiópia. Outras versões dizem que foi um escravo capturado no norte da África, o que era muito comum no sul da Itália nesta época. Neste caso, ele seria de origem moura, e não etíope. Chamado pelo apelido de “mouro” devido a cor escura da pele…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Benedito,_o_Mouro 

– Ver ainda: 04 de abril: Em Pa­lermo, na Si­cília, re­gião da Itália, São Bento Mas­sa­rári, cha­mado o Negro por causa da cor da pele, que foi ere­mita e de­pois re­li­gioso na Ordem dos Frades Me­nores, sempre hu­milde em todas as cir­cuns­tân­cias e cheio de con­fi­ança na di­vina providência. († 1589)

– No ano do Senhor de 1589, São Bento, o Mouro, franciscano de origem africana, eu no serviço do seu convento na Sicília, seguiu o exemplo de Cristo que veio para servir e não para ser servido (Conf. o Martirológio Romano-Monástico de 04 de abril – M).

– Ver também SÃO BENEDITO, o PRETO, o MOURO. Págs. 90-110 (VIDAS DOS SANTOS, 04 de abril): http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver ainda “… 1589 São Bento, o negro franciscano leigo irmão superior obscuro e humilde cozinheiro santidade fama de milagres patrono dos afro-americanos nos Estados Unidos incorrupto.
1589 SÃO BENTO O NEGRO
Seu rosto quando estava na capela muitas vezes brilhava com uma luz sobrenatural, e os alimentos pareciam se multiplicar milagrosamente sob suas mãos; reputação de santidade e milagres;   Beatificado em 15 de maio de 1743 pelo Papa Bento XIV
Canonizado em 24 de maio de 1807 pelo Papa Pio VIII

BENEDICT nasceu em uma aldeia perto de Messina, na Sicília. Seus pais eram bons cristãos, mas escravos africanos de um rico latifundiário cujo nome (Manasseri) eles levavam, segundo o costume predominante. O senhor de Christopher o havia feito capataz de seus outros servos e havia prometido que seu filho mais velho, Benedito deveria ser livre. O bebê cresceu como uma criança tão meiga e devota que, quando tinha apenas dez anos de idade, era chamado de “O Santo Preto” (Ii moro santo), apelido que lhe ficou por toda a vida. 

Um dia, quando tinha cerca de vinte e um anos, foi grosseiramente insultado por alguns vizinhos, que o insultaram com sua cor e o status de seus pais. Por acaso estava passando na época um jovem chamado Lanzi, que se retirou do mundo com alguns companheiros para viver a vida de um eremita à imitação de São Francisco de Assis. Ele ficou muito impressionado com a gentileza das respostas de Benedito e, dirigindo-se aos zombadores, disse: “Vocês zombam deste pobre negro agora; mas posso lhe dizer que em breve você ouvirá grandes coisas dele”. Logo depois, a convite de Lanzi, Bento vendeu seus poucos bens e foi se juntar aos solitários.
Várias vezes nos anos seguintes os eremitas foram obrigados a mudar de aposento, e finalmente se estabeleceram em Montepellegrino, perto de Palermo, já consagrado por ter abrigado Santa Rosália. Aqui Lanzi morreu, e a comunidade escolheu Bento como seu superior, muito contra sua vontade. 

Quando ele tinha cerca de trinta e oito anos, o Papa Pio IV decretou que os eremitas deveriam se dispersar ou se juntar a alguma ordem. 

Benedito escolheu juntar-se aos Frades Menores da Observância e foi acolhido como irmão leigo no convento de Santa Maria, perto de Palermo. No início, ele foi contratado como cozinheiro, um cargo que combinava com sua natureza retraída e que lhe dava oportunidades para pequenas ações de bondade, mas sua extraordinária bondade não pôde deixar de ser notada por muito tempo. Seu rosto quando ele estava na capela muitas vezes brilhava com uma luz sobrenatural,
Em 1578, quando os Frades Menores da Observância celebraram seu capítulo em Palermo, decidiu-se converter a casa de Santa Maria em convento da reforma. Isso exigiu a nomeação de um guardião muito sábio, e a escolha do capítulo recaiu sobre Benedito, um irmão leigo que não sabia ler nem escrever. Ele próprio ficou muito perturbado com a nomeação, mas foi obrigado, por obediência, a aceitar. A escolha foi amplamente justificada. Benedito provou ser um superior ideal, pois seu julgamento era sólido e suas admoestações eram dadas com tanto tato e sabedoria que, embora nunca se ressentissem, eram sempre levadas a sério. Sua reputação de santidade e milagres rapidamente se espalhou pela Sicília, e quando ele foi assistir ao capítulo provincial em Girgenti, o clero e as pessoas foram encontrá-lo,
Desonerado do cargo de guardião, São Benedito foi feito vigário do convento e mestre de noviços. Para este posto também ele provou ser totalmente igual. Uma ciência sagrada infundida permitiu-lhe expor as Sagradas Escrituras para a edificação de sacerdotes e noviços, e sua compreensão intuitiva de verdades teológicas profundas muitas vezes surpreendeu os estudiosos. Sabia-se que ele podia ler os pensamentos dos homens, e esse poder, aliado a grande simpatia, fez dele um bem-sucedido diretor de noviços. No entanto, ele ficou feliz quando foi liberado e autorizado a voltar para a cozinha, embora sua posição não fosse a de um obscuro cozinheiro de anos anteriores. Agora, durante todo o dia, ele era assediado por visitantes de todas as condições – os pobres pedindo esmolas, os doentes procurando ser curados, e pessoas ilustres que pedem seus conselhos ou suas orações. Embora nunca se recusasse a ver quem o chamasse, ele se esquivava das marcas de respeito e, quando viajava, cobria o rosto com o capuz e, se possível, escolhia a noite em que poderia não ser reconhecido. Ao longo de sua vida, ele continuou as austeridades de seus dias de eremita. 

No que diz respeito à comida, porém, costumava dizer que a melhor forma de mortificação não era privar-se dela, mas desistir depois de comer um pouco, acrescentando que era correto participar da comida dada em esmolas, como sinal de gratidão e para dar prazer aos doadores. e quando viajava cobria o rosto com o capuz e, se possível, escolhia a noite para que não fosse reconhecido. 

São Benedito (Bento) “O Santo Negro” morreu em 1589, aos sessenta e três anos, após uma curta doença. Foi escolhido como patrono pelos negros da América do Norte e como protetor pela cidade de Palermo, tendo sido canonizado em 1807.
Veja a vida (Vita di San Benedetto di San Fradello) de F Giovanni da Capistrano, publicada em 1808; a do padre B. Nicolosi (1907); e Léon, Auréole Séraphique (Eng. trad.), ii, pp. 14-31.

      Em Palermo, São Benedito (Bento) de São Filadelfo, chamado de Negro por causa da escuridão de seu corpo, confessor da Ordem dos Frades Menores. Depois de se destacar por sinais e virtudes, foi descansar no Senhor e foi inscrito entre os santos pelo Papa Pio VII.
RESUMO:

Há um santo chamado Bento, o Negro, ou Bento, o Mouro (‘o mouro’ é um equívoco originário do italiano il moro – o preto).
Ele nasceu escravo perto de Messina, Itália. Ele foi libertado por seu mestre e se tornou um solitário, acabando por se estabelecer com outros eremitas em Montepellegrino. Ele foi feito superior da comunidade, mas quando tinha cerca de trinta e oito anos, o Papa Pio IV dissolveu comunidades de solitários e tornou-se irmão leigo franciscano e cozinheiro do convento de Santa Maria, perto de Palermo.
    Foi nomeado, contra sua vontade, superior do convento quando este optou pela reforma, embora não soubesse ler nem escrever. Depois de servir como superior, tornou-se mestre de noviços, mas pediu para ser dispensado do cargo e retornar ao seu antigo cargo de cozinheiro. Sua santidade, fama de milagreiro e fama de confessor trouxeram multidões de visitantes para ver o obscuro e humilde cozinheiro.
Bento, o Negro, OFM (RM) (também conhecido como Bento, o Mouro) Nasceu perto de Messina, Itália, em 1526; morreu em Palermo, Itália, em 4 de abril de 1589
beatificado em 1743; canonizado em 1807. São Benedito (Bento)  era filho de escravos negros libertos da Sicília. Ele tinha cerca de 21 anos quando foi insultado publicamente por causa de sua raça, e seu comportamento paciente e digno naquela ocasião foi observado pelo líder de um grupo de eremitas franciscanos…

São Benedito (Bento) foi convidado a integrar o grupo em Montepellegrino. Quando seu superior morreu, ele foi feito superior da comunidade. Quando ele tinha cerca de 38 anos (1564), o Papa Pio IV dissolveu as comunidades de eremitas e eles foram absorvidos pelos Frades Menores de Observância. Assim, Bento se tornou um irmão leigo franciscano e cozinheiro no mosteiro de Santa Maria, perto de Palermo.
 Em 1578, Bento foi nomeado superior (guardião) do convento quando este optou pela reforma, embora fosse um irmão leigo analfabeto. Com relutância compreensível, ele aceitou o cargo e, governando com muitas evidências de ajuda sobrenatural direta, realizou com sucesso a adoção de uma interpretação mais estrita do franciscano.
Depois de servir como superior, tornou-se mestre de noviços, mas pediu para ser dispensado do cargo e voltou ao seu antigo cargo de cozinheiro. A reputação de Bento XVI de santidade, fazendo milagres e como um conselheiro religioso compreensivo e compreensivo trouxe hordas de visitantes para ver o cozinheiro obscuro e humilde. São Bento é o patrono dos afro-americanos nos Estados Unidos. O sobrenome ‘o Mouro’ é um equívoco originário do italiano il moro (o preto) (Attwater, Attwater2, Benedictines, Delaney, Encyclopedia, Gill). 
Morreu 1589 de causas naturais; corpo declarado incorrupto quando exumado vários anos depois
Beatificado em 15 de maio de 1743 pelo Papa Bento XIV
Canonizado em 24 de maio de 1807 pelo Papa Pio VIII…
”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril04.html#1589_St._Bendict_the_Black_Franciscan

OBSERVAÇÕES SOBRE A FESTA DE SÃO BENEDITO:

1* POR QUE SÃO BENEDITO 9 DIAS APÓS A PÁSCOA?

Após a Quaresma, as cidades de Guaratinguetá e Aparecida fazem festa para São Benedito, o Santo Negro de grande devoção na região do Vale do Paraíba. Neste ano (2016), a festa em Guaratinguetá será no dia 28 de março e, em Aparecida, no dia 04 de abril.

Cada Santo é associado a uma forma de expressão. No Brasil, São Benedito é um santo festeiro. A palavra festa vem do latim e diz respeito a qualquer solenidade religiosa ou civil comemorativa de um fato importante. Na região do Vale do Paraíba, na maioria dos municípios, São Benedito é comemorado na segunda-feira após a Páscoa, sendo que, atualmente, a data é definida conforme o calendário cristão. Somente em Lorena o Santo Negro é festejado em outubro.

Mas, por que celebramos São Benedito logo após a Páscoa? O Vale do Paraíba foi o berço para implantação da agricultura cafeeira no Brasil. No século 18 a sociedade era preponderantemente rural. Os senhores cafeicultores vinham à cidade, acompanhados de seus familiares e escravos para participarem da celebração da Semana Santa, quando saboreavam um lauto almoço no domingo de Páscoa. Como gesto de generosidade, a elite cafeeira permitia que seus escravos, juntos com os negros libertos e os pobres, festejassem São Benedito na segunda-feira após a Páscoa.

Se no passado a Festa de São Benedito era expressão religiosa de negros e pobres, uma festa de segunda (feira), hoje é de toda gente, sendo feriado em muitas cidades da região. São Benedito saiu da senzala, da cozinha, e passou a ocupar o coração do Povo Valeparaibano. (Prof. Dr. José Felício Goussain Murade). Ver: https://arqaparecida.org.br/assets/img/arq_revista/38.pdf

10 de abril de 2021: Festa de São Benedito em Aparecida, “… Neste sábado (10), todos os fiéis puderam acompanhar pela Rádio e TV AparecidaA12 e redes sociais, a missa em intenção a São Benedito, celebrada no Santuário Nacional, às 9h, e presidida pelo Arcebispo Dom Orlando Brandes. A celebração também contou com a participação de missionários redentoristas e padres da arquidiocese.

Em 2021, pelo segundo ano consecutivo, não foi possível realizar a Festa de São Benedito nas ruas de Aparecida, devido à pandemia do coronavírus.

A tradição de celebrar São Benedito nesta época já dura 112 anos na cidade, e antes da crise sanitária provocada pela Covid-19, era considerado o evento de maior porte dedicado ao santo em todo o país, pois atraía cerca de 300 mil pessoas.

… O Arcebispo também relacionou a vida do santo com a nossa realidade atual, pois, assim como ele era um analfabeto em sua época, quantos analfabetos ainda existem no mundo, mesmo após tanto tempo: “Pedimos a São Benedito que o nosso sistema de educação melhore no Brasil””: https://www.a12.com/santuario/noticias/festa-de-sao-benedito-missa-e-celebrada-no-santuario-nacional

2.* Também acontece em ANGRA DOS REIS, RJ na segunda-feira após a Páscoa, onde SÃO BENEDITO É TAMBÉM CONSIDERADO O SEGUNDO PADROEIRO DA CIDADE.

– Ver: “… 08.04.2019, Angra dos Reis se prepara para celebrar São Benedito, considerado o segundo padroeiro da cidade. As festividades começam nesta terça-feira (9), com um tríduo de missas, e têm seu ápice na segunda-feira (22), após a Páscoa, com uma vasta programação religiosa, que tradicionalmente atrai milhares de fieis devotos do santo, que é um dos mais populares do país e é associado ao padecimento do negro brasileiro.
Além da parte religiosa, o festejo conta ainda com as populares barraquinhas, que ficarão na Praia do Anil, ao lado do Centro de Informações Turísticas, de 19 a 28 de abril. O espaço contará com atrações musicais, praça de alimentação e parquinho
A festa do santo é realizada pela Irmandade de São Benedito de Angra dos Reis, instituída no século XVII, no Convento São Bernardino de Sena da Cachoeira, e atualmente sediada na Igreja de Santa Luzia e conta com o apoio da Prefeitura de Angra, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, por meio da Secretaria Executiva de Cultura e Patrimônio (SECUP)…”https://www.angra.rj.gov.br/noticia.asp?vid_noticia=55120&indexsigla=imp

3*. VER AINDA, SÃO BENEDITO, OUTRAS REFERÊNCIAS:

  1. https://www.google.com/search?q=Festa+de+S%C3%A3o+Benedito+09+dias+ap%C3%B3s+a+P%C3%A1scoa&oq=Festa+de+S%C3%A3o+Benedito+09+dias+ap%C3%B3s+a+P%C3%A1scoa&aqs=chrome..69i57j33l3.12432j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8
  2. https://www.google.com/search?q=Festa+de+S%C3%A3o+Benedito&oq=Festa+de+S%C3%A3o+Benedito&aqs=chrome.0.69i59j0l4j69i60l3.7875j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8
  3.  https://pt.wikipedia.org/wiki/Benedito,_o_Mouro

8*.   Em Ca­tânia, na Si­cília, re­gião da Itália, o Beato José Bento Dusmet, bispo, da Ordem de São Bento, que pro­moveu di­li­gen­te­mente o culto di­vino, a ins­trução cristã do povo e o zelo do clero, e na epi­demia da peste prestou grande au­xílio aos enfermos. († 1894)

9*.   Em Al­jus­trel, lugar de Fá­tima, em Por­tugal, São Fran­cisco Marto, que, ainda cri­ança, con­su­mido ra­pi­da­mente pela en­fer­mi­dade, ma­ni­festou ad­mi­rável su­a­vi­dade de com­por­ta­mento, per­se­ve­rança na ad­ver­si­dade e na fé e as­si­dui­dade à oração. († 1919)

– Ver dia 20 de fevereiro:

Santos Fran­cisco (ver 04 de abril) e Ja­cinta Marto (também na Folhinha do Coração de Jesus), hu­mildes cri­anças que em Fá­tima, lo­ca­li­dade de Por­tugal, viram três vezes um Anjo e seis vezes a San­tís­sima Virgem, de quem re­ce­beram a exor­tação de rezar e fazer pe­ni­tência pela re­missão dos pe­cados, para obter a con­versão dos pe­ca­dores e a paz do mundo. Ambos res­pon­deram ime­di­a­ta­mente com he­róica di­li­gência a estes pe­didos e, in­fla­mados no amor a Deus e às almas, ti­nham uma só as­pi­ração: rezar e so­frer de acordo com os pe­didos do Anjo e da Virgem Maria. Fran­cisco fa­leceu no dia 4 de Abril de 1919 e Ja­cinta no dia 20 de Fe­ve­reiro de 1920. († 1919-1920)

– Ver ainda:

São Francisco Marto e Santa Jacinta Marto

Francisco e a irmã Jacinta Marto foram beatificados pelo Papa João Paulo II em 13 de maio de 2000O seu dia festivo é 20 de fevereiro. A sua canonização realizada pelo Papa Francisco ocorreu no dia 13 de maio de 2017, por ocasião das celebrações do Centenário das Aparições de Fátima.

Ver também:

– https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Marto

– https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacinta_Marto

– https://www.acidigital.com/noticias_tags.php?tag_id=6907

– https://www.acidigital.com/noticias/igreja-celebra-pela-primeira-vez-os-santos-francisco-e-jacinta-marto-videntes-de-fatima-83795

10*.   Em Réggio Ca­lá­bria, na Itália, São Ca­e­tano Ca­ta­noso, pres­bí­tero, que fundou a Con­gre­gação das Irmãs Ve­ró­nicas da Santa Face para as­sis­tência dos po­bres e dos marginados. († 1953)

– Ver “… 1958 Beato Gaetano Catanoso, reputação de santidade como pároco cruzado pela observância das festas litúrgicas serviço às crianças pobres, sacerdotes e idosos (AC) (também conhecido como Caetano)
Nascido em Chorio di San Lorenzo, Reggio Calabria, Itália, 14 de fevereiro, 1879; morreu em 4 de abril de 1958; beatificado em 4 de maio de 1998. Gaetano era filho de pais cristãos ricos e piedosos. Após sua ordenação em 1902, ele ganhou uma reputação de santidade enquanto servia como pároco. Sua sensibilidade ao pecado e o desejo de repará-los o levaram a estabelecer uma confraria da Santa Face em sua paróquia, que se espalhou por meio de um boletim lançado em 1920. Além dessa associação leiga, Gaetano fundou os Clérigos Pobres para incentivar as vocações sacerdotais.
Em 1921, foi transferido para Santa Maria de la Candelaria, em Reggio Calabria, onde reviveu as devoções marianas e eucarísticas, intensificou a instrução catequética e fez cruzadas pela observância das festas litúrgicas. Ele também incentivou a cooperação entre os párocos para fornecer missões, especialmente durante a Quaresma e maio, indo a paróquias diferentes da sua para pregar e ouvir confissões.
Durante 29 anos, Pe. Catanoso atuou como diretor espiritual de vários institutos religiosos, da prisão local, de um hospital e do seminário arcebispal. Em 1929, ofereceu-se como “vítima de amor” ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1935, em Ripario, Reggio Calabria, fundou a Congregação das Filhas de Santa Verônica (Missionárias da Santa Face) para oferecer orações contínuas de reparação, catequese e outros serviços às crianças pobres, sacerdotes e idosos. Sua santidade foi demonstrada em sua docilidade em obedecer ao pedido de seu arcebispo para que ele reduzisse as atividades da congregação. No entanto, as constituições do instituto, que ele havia escrito, foram aprovadas pela diocese em 25 de março de 1958 (L’Observattore Romano) …”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril04.html#1958_Blessed_Gaetano_Catanoso_reputation

11. São Teonas, do Egito. Confessor. Ver págs. 84-85: 

http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver “… 395 St. Theonas do Egito monge na Tebaida Egito, que era um famoso recluso na Tebaida, Egito. Ele viveu em Oxyrinchus (moderno el-Bahnasa).”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril04.html#395_St._Theonas_of_Egypt_monk_in_the

12. São Zósimo, abade e confessor.  Ver págs. 86-89: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver “…São Zósimo, que cuidou do funeral de Santa Maria do Egito.
Zosimus (d. quinto século) + Eremita. Da Palestina, ele se estabeleceu no rio Jordão como eremita. Segundo a tradição, era amigo íntimo e biógrafo de Santa Maria do Egito, a famosa anacoreta.
Zósimo da Palestina, Eremita (RM) século V. Diz-se que Zósimo era um velho anacoreta (Os anacoretas eram monges ou ermitãos cristãos que viviam em retiro e solidão, especialmente nos primórdios do cristianismo, dedicando-se à oração e à escrita de liturgias, a fim de alcançar um estado de graça e pureza de alma pela contemplação. Wikipédia) palestino que vivia às margens do rio Jordão. Supõe-se que ele descobriu Santa Maria, a egípcia, trouxe-lhe a Eucaristia em uma Páscoa e a encontrou morta na próxima. A história continua dizendo que ele se tornou seu biógrafo, embora não haja evidência disso (Benedictines, Delaney, Encyclopedia). O retrato de Zósimo na arte é o de um monge trazendo a Eucaristia a Santa Maria do Egito ou conversando com ela do outro lado do rio Jordão (Roeder)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril04.html#St._Zosimus_hermit_biographer_of_St.

13. Outras Santas e Santos do dia 04 de abril: págs. 75-112 (vol.6): VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

Obs. Às vezes entra com o Edge, mas mais com  Google chrome,.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 04 de abril, ver também: 4 de abril – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 302-304: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril04.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

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* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

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* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

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* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

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* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

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* “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. Amém!São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.  (São Nicolau de Flue – 21 de março)”

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* A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….”

(São Serapião de Thmuis 21 de março – conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 03 de abril

OBSERVAÇÃO: No CALENDÁRIO ROMANO: 03 DE ABRIL era o 3.º dia (III) antes das NONAS DE ABRIL.

VER:

–Calendário Romano, NONAS, CALENDAS E IDOS: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_romano

— Nonas: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nonas

— Calendas: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Calendas

— Idos: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Idos

SANTAS E SANTOS DE 03 DE ABRIL

1.   Em Roma, São Sisto I (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, que, no tempo do im­pe­rador Adriano, foi o sexto su­cessor de São Pedro na di­reção da Igreja. († 128).

– Conforme o Martirológio-Romano-Monástico, em Roma, perto de 126, São Xisto I, papa, que coroou um pontificado de dez anos com o martírio (M).

– Ver “Sisto I (em latimSixtusRoma42 — 3 de abril de 125) foi o sétimo papa da Igreja Católica que o venera como mártir e santo. Segundo o Anuário Pontifício de 2008, o Papa Sisto teria liderado a Igreja Católica de 117 ou 119 a 126 ou 128.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Sisto_I

2.   Em Cons­tança, ci­dade da Cítia, na ac­tual Ro­ménia, os santos Cresto e Papo, mártires. († c. s. IV)

3.   Em Tiro, na Fe­nícia, hoje no Lí­bano, Santo Ul­piano, mártir, que, ainda ado­les­cente, du­rante a per­se­guição de Ma­xi­mino Daïa César, foi en­cer­rado com um cão e uma ser­pente num saco de coiro e con­sumou o mar­tírio afo­gado no mar. († 306)

4.   Em Ná­poles, na Cam­pânia, re­gião da Itália, São João, bispo, que morreu na Noite Santa da Páscoa, quando ce­le­brava os sa­grados mis­té­rios e, acom­pa­nhado pela mul­tidão dos fiéis neó­fitos, foi se­pul­tado na so­le­ni­dade da Res­sur­reição do Senhor. († 432)

5.   No mos­teiro de Me­dí­kion, na Bi­tínia, na ac­tual Tur­quia, São Ni­cetas, he­gú­meno, que, no tempo do im­pe­rador Leão o Ar­ménio, su­portou o cár­cere e o exílio por de­fender as sa­gradas imagens. († 824).

Ver páginas 70-71: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

6.  Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, São José o Hinógrafo, pres­bí­tero e monge, que na per­se­guição de­sen­ca­deada contra o culto das sa­gradas ima­gens, foi en­viado a Roma para pedir a pro­teção da Sé Apos­tó­lica e, de­pois de ter su­por­tado muitos tor­mentos, fi­nal­mente re­cebeu o en­cargo de guardar os ob­jectos sa­grados da igreja de Santa Sofia. († 886)

– Ver “…863 São José, o Hinógrafo, “o rouxinol de voz doce da Igreja”…  Naquela época os bispos romanos estavam em comunhão com a Igreja Oriental, e o Papa Leão III, que não estava sob o domínio do imperador bizantino, pôde prestar grande ajuda aos ortodoxos. Os monges ortodoxos escolheram São José como um mensageiro firme e eloquente do Papa. São Gregório o abençoou para viajar a Roma e relatar a situação da Igreja de Constantinopla, as atrocidades dos iconoclastas e os perigos que ameaçam a Ortodoxia. 

Nascido na Sicília em 816 em uma família cristã piedosa. Seus pais, Plotinos e Agatha, mudaram-se para o Peloponeso para se salvarem das invasões bárbaras. Aos quinze anos, São José foi para Tessalônica e entrou no mosteiro de Latomos. Distinguiu-se por sua piedade, seu amor ao trabalho, sua mansidão, e conquistou a boa vontade de todos os irmãos do mosteiro. Mais tarde foi ordenado sacerdote.
São Gregório o Decapolita (20 de novembro) visitou o mosteiro e notou o jovem monge, levando-o para Constantinopla, onde se estabeleceram juntos perto da igreja dos santos mártires Sérgio e Baco. Isso foi durante o reinado do imperador Leão, o Armênio (813-820), uma época de feroz perseguição iconoclasta. Os Santos Gregório e José defenderam destemidamente a veneração dos ícones sagrados. Pregavam nas praças da cidade e visitavam as casas dos ortodoxos, encorajando-os contra os hereges. A Igreja de Constantinopla estava em uma posição muito grave.

Não apenas o imperador, mas também o patriarca eram hereges iconoclastas.

… Durante a viagem, São José foi capturado por bandidos árabes que haviam sido subornados pelos iconoclastas. Levaram-no para a ilha de Creta, onde o entregaram aos iconoclastas, que o encerraram na prisão. Suportando bravamente todas as privações, ele encorajou os outros prisioneiros. Por suas orações, um certo bispo ortodoxo que começou a vacilar foi fortalecido em espírito e corajosamente aceitou o martírio.

São José passou seis anos na prisão. Na noite da Natividade de Cristo em 820, ele recebeu uma visão de São Nicolau de Mira, que lhe contou sobre a morte do iconoclasta Leão, o Armênio, e o fim da perseguição. São Nicolau deu-lhe um rolo de papel e disse: “Pegue este rolo e coma-o”. No rolo estava escrito: “Apresse-se, ó Gracioso, e venha em nosso auxílio, se possível e como quiser, pois Você é o Misericordioso”. O monge leu o pergaminho, comeu-o e disse: “Quão doces são os teus oráculos à minha garganta” (Sl 118/119:103). São Nicolau pediu-lhe que cantasse estas palavras. Depois disso, os grilhões caíram do santo, as portas da prisão se abriram e ele saiu dela.

Ele foi transportado pelo ar e colocado em uma grande estrada perto de Constantinopla, levando à cidade.
Ao chegar a Constantinopla, São José descobriu que São Gregório, o Decapolita, não estava mais entre os vivos, deixando para trás seu discípulo João (18 de abril), que logo morreu. São José construiu uma igreja dedicada a São Nicolau e transferiu para lá as relíquias de São Gregório e São João. Um mosteiro foi fundado perto da igreja.

São José recebeu uma porção das relíquias do Apóstolo Bartolomeu de um certo homem virtuoso.
Ele construiu uma igreja em memória do santo apóstolo. Ele amava e honrou São Bartolomeu, e ele estava angustiado por não haver nenhum Cânon glorificando o santo Apóstolo. Ele desejou adornar a festa de São Bartolomeu com hinos, mas não se atreveu a compô-los. Durante quarenta dias São José rezou com lágrimas, preparando-se para a festa do santo apóstolo. Na véspera da festa, o apóstolo Bartolomeu apareceu a ele no altar. Ele apertou o santo Evangelho no peito de José e o abençoou para escrever hinos da igreja com as palavras: “Que a mão direita do Deus Todo-Poderoso te abençoe, que sua língua derrame águas de sabedoria celestial, que seu coração seja um templo da Espírito Santo, e que o vosso hino encante o mundo inteiro.” …
Durante o renascimento da heresia iconoclasta sob o imperador Teófilo (829-842), São José sofreu uma segunda vez com os hereges. Ele foi exilado para Cherson [Quersonessus] por onze anos. A veneração ortodoxa de ícones sagrados foi restaurada sob a santa imperatriz Teodora (11 de fevereiro) em 842, e São José foi feito guardião de vasos sagrados em Hagia Sophia em Constantinopla. Por causa de sua ousada denúncia ao irmão da imperatriz, Bardas, por coabitação ilegal, o santo foi novamente enviado ao exílio e retornou somente após a morte de Bardas em 867.

O patriarca Photius (6 de fevereiro) o restaurou ao seu cargo anterior e o nomeou padre -confessor de todo o clero de Constantinopla.
Tendo atingido a velhice, São José adoeceu. Na Grande e Santa Sexta-feira, o Senhor o informou em um sonho de sua morte que se aproximava. O santo fez um inventário dos artigos da igreja em Hagia Sophia, que estavam sob seus cuidados oficiais, e o enviou ao Patriarca Fócio.

Por vários dias ele orou intensamente, preparando-se para a morte. Ele rezou pela paz para a Igreja, e a misericórdia de Deus para sua alma. Tendo recebido os Santos Mistérios de Cristo, São José abençoou todos os que vieram a ele, e com alegria adormeceu no Senhor (+ 863). Os coros dos anjos e dos santos, que São José havia glorificado em sua hinologia, levaram sua alma ao céu em triunfo.
Em 890, seu biógrafo João, o diácono da Grande Igreja, escreveu sobre o espírito e o poder dos Cânones de São José: poder do pensamento. Aqueles que lutam por uma vida de perfeição encontram um descanso aqui. Escritores, tendo parado com sua outra versificação, deste único tesouro, dos escritos de São José, começaram a escavar seu tesouro para seus próprias músicas, ou melhor, diariamente eles as extraem.
E, finalmente, todo o povo o transporta para sua própria língua, para iluminar com canto a escuridão da noite, ou impedir o sono, para continuar com a vigília até o nascer do sol. Se alguém examinasse a vida de um santo da Igreja em qualquer dia, veria o valor dos hinos de São José e reconheceria sua vida gloriosa. Na verdade, já que a vida e os atos de quase todos os santos são adornados com louvores, não é digno de glória imortal aquele que digna e primorosamente soube glorificá-los?
Ora, alguns santos glorifiquem a sua mansidão, outros a sua sabedoria, e outros as suas obras, e todos juntos glorifiquem a graça do Espírito Santo, que tão abundante e imensuravelmente lhe concedeu os seus dons”.

A maioria dos Cânones da MENAION é obra de São José. Seu nome pode ser encontrado na Nona Ode como um acróstico. Ele também compôs muitos dos hinos do PARAKLETIKE (…O octoeco, (parakletike) também conhecido como Grande Octoeco, é um livro litúrgico do rito bizantino, que contém hinos compostos conforme os oito modos do octoeco, a fim de serem alternados ao longo do ano litúrgico. Wikipédia)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril04.html#863_Saint_Joseph_the_Hymnographer_the

7.   Em Chi­chester, na In­gla­terra, São Ri­cardo, bispo, que, exi­lado pelo rei Hen­rique III e de novo res­ti­tuído à sua sede, ma­ni­festou uma grande ge­ne­ro­si­dade para com os pobres. († 1235)

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1253, São Ricardo, Chanceler da Universidade de Oxford e depois bispo de Chichester. Defendeu a liberdade religiosa da Igreja diante do poder real, assim como os direitos dos pobres em face da opressão dos ricos (M).

– Ver páginas 54-58: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf.

– Ver também “São Ricardo (1197 — 3 de Abril de 1253), também conhecido como Ricardo de Chichester, foi professor universitário e bispo da cidade Chichester, na Inglaterra, que foi canonizado no ano de 1262[1]… É tradicionalmente conhecido como o padroeiro dos cavaleiros e dos cocheiros[6].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ricardo_de_Chichester

8*.   Em Po­lízzi, na Si­cília, re­gião da Itália, São Gan­dolfo de Bi­nasco Sáchi (também na Folhinha do Coração de Jesus) pres­bí­tero da Ordem dos Me­nores, que se en­tregou a uma aus­tera vida de so­lidão e ilu­minou as re­giões li­mí­trofes com a pre­gação da pa­lavra de Deus. († c. 1260).

Ver páginas 72-73: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

9*.   Em Penna, no Pi­ceno, hoje nas Marcas, re­gião da Itália, o Beato João, pres­bí­tero, um dos pri­meiros com­pa­nheiros de São Fran­cisco, que foi en­viado para a Gália Nar­bo­nense, onde pro­pagou a forma de vida evangélica. († 1275)

10*.   Em Len­castre, na In­gla­terra, os be­atos Ro­berto Mid­dleton, da Com­pa­nhia de Jesus, e Turstão Hunt, pres­bí­teros e már­tires: o se­gundo foi preso quando ten­tava li­bertar o pri­meiro du­rante uma tran­fe­rência de pri­si­o­neios; con­de­nados ambos à morte, no rei­nado de Isabel I, por causa do seu sa­cer­dócio, me­re­ceram, através dos tor­mentos, ser glo­ri­fi­cados à di­reita de Cristo. († 1601)

11.   Em Údine, no Vé­neto, re­gião da Itália, São Luís Scro­sóppi, pres­bí­tero da Con­gre­gação do Ora­tório, que fundou a Con­gre­gação das Irmãs da Di­vina Pro­vi­dência, para formar as jo­vens no es­pí­rito cristão. († 1884)

12♦.   Em Gua­da­la­jara, re­gião de Ja­lisco, no Mé­xico, os be­atos Eze­quiel (José Lu­ciano) Hu­erta Gutiérrez e Sal­vador (José) Hu­erta Gutiérrez, pais de fa­mília e mártires. († 1927)

13♦.   Em Mancha Real, perto de Jaén, na Es­panha, o Beato João de Jesus e Maria (João Otazua y Ma­da­riaga), pres­bí­tero da Ordem da San­tís­sima Trin­dade e mártir, que, du­rante a per­se­guição re­li­giosa, com o seu mar­tírio se­guiu os passos de Cristo. († 1937).

14*.   Perto de Cra­cóvia, na Po­lónia, no campo de con­cen­tração de Aus­chwitz, o Beato Pedro Edu­ardo Dankowski, pres­bí­tero e mártir, que, du­rante a ocu­pação mi­litar da sua pá­tria por um re­gime mi­litar es­tran­geiro, foi en­car­ce­rado por causa da fé cristã e através dos tor­mentos con­sumou o martírio. († 1942)

15. Santas Ágape, Cione (ou Quiônia) e Irene, virgens. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Tessalônica, no século IV, a paixão das Santas Ágape, Quiônia e Irene, virgens. Segundo o protocolo de seu processo, elas foram condenadas a serem queimadas vivas “por terem agido contra os divinos editos dos imperadores”, que proibiam a quem quer que fosse conservar as Sagradas Escrituras (M).

Santa Irene também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver páginas 59-66:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também “Ágape, Quiônia e Irene foram três virgens que foram martirizadas por sua fé durante a perseguição de Diocleciano, em 304 d.C.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81gape,_Qui%C3%B4nia_e_Irene

16. São Pancrácio, evangelizador e primeiro bispo da Sicília (conforme Martirológio Romano-Monástico – M).

– Ver página 74 “Em Taormina, na Sicília, São Pancrácio bispo, o qual, sofrendo o martírio, selou com sangue o Evangelho de Jesus Cristo, que havia pregado nessa cidade, para onde o apóstolo São Pedro o enviara.”: VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

– Ver “… 90 SÃO PÂNCRAS, Bispo DE TAORMINA, MÁRTIR
Não temos registros confiáveis ​​da vida e morte deste São Pancras (Pancratius) que, embora menos conhecido que seu homônimo romano, é muito honrado na Sicília.
De acordo com sua história lendária, ele era natural de Antioquia e foi convertido e batizado junto com seus pais por São Pedro, que o enviou para evangelizar a Sicília, consagrando-o o primeiro bispo de Taormina. Lá ele pregou, destruiu os ídolos e, por sua eloquência e milagres, converteu Bonifácio, prefeito da cidade, que o ajudou a construir uma igreja. Depois de ter batizado um grande número, ele foi apedrejado até a morte por bandidos que desceram das montanhas e o capturaram com astúcia.
Um panegírico pretendendo dar detalhes biográficos está impresso no Acta Sanctorum, abril, vol. eu; mas embora esta informação seja pouco confiável, parece ter havido um culto primitivo. Este São Pancrácio é mencionado duas vezes no “Hieronymianum”, e até na Geórgia encontramos menção dele como discípulo de São Pedro. Seu dia apropriado parece ter sido 8 de julho; veja o calendário de pedra de Nap e o Acta Sanctorum, novembro, vol. ii, parte a, p. 359. O texto grego do panegírico de Teófanes está em Migne, PG., vol. 132, cc. 989 seg…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril03.html#1st_v_Pancras_of_Taormina_Antiochene_by

– VER 08 DE JULHO:

Em Ta­or­mina, na Si­cília, re­gião da Itália, São Pan­crácio, bispo e mártir, que é con­si­de­rado o pri­meiro bispo desta Igreja. († data inc.)

17. Na diocese de Meaux, no séc. VII, Santa Fara, fundadora e primeira abadessa e fundadora do mosteiro que posteriormente tomou seu nome, Faremoutier (conforme Martirológio Romano-Monástico – M).

– Ver também Santa Burgondofara, ou Fara, abadessa e virgem. Ver páginas 67-69: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver “… 657 ST BURGUNDOFARA, ou TARE, VIRGEM
Enstre os cortesãos do rei Teodeberto II, um dos principais era o conde Agnerico, três de cujos filhos estavam destinados a serem homenageados pela Igreja. Eles eram São Cagnoaldo de Laon, São Faro de Meaux, e uma filha chamada Burgundofara (“Fare” na França) que, quando criança, recebeu uma bênção de São Columbano quando era hóspede na casa de Agnerico. A menina estava decidida a levar a vida religiosa, mas teve que enfrentar oposição e até perseguição de seu pai, que desejava doá-la em casamento. A luta fez com que sua saúde cedesse e ela sofria de uma doença prolongada que foi curada por Santo Eustáquio (VER SANTO EUSTÁQUIO DIA 02 DE ABRIL). Mesmo assim, o conde não se rendeu imediatamente; mas eventualmente a Borgonha conseguiu o que queria, e seu pai ficou tão reconciliado com sua vocação que construiu para ela um convento que ele dotou ricamente. Desta casa, jovem como era, tornou-se abadessa — de acordo com o costume da época — e ao longo dos trinta e sete anos de seu governo provou ser uma superiora capaz e santa. O convento, que em seus primeiros dias manteve a Regra de São Columbano, era conhecido pelo nome de Evoriacum, mas após a morte de Santa Burgundofara foi renomeado em sua homenagem e se transformou na célebre Abadia Beneditina de Faremoutiers.

Existem materiais antigos para a vida deste santo, particularmente um relato das maravilhosas obras feitas em Faremoutiers, escrito pelo abade Jonas de Bobbio. É impresso por Mabillon no Acta Sanctorum OSB, e foi mais recentemente editado por B. Krusch em MGH., Scriptores Merov., vol. 4. 

St Fara também é mencionado por Bede, Hist. Ecles., III, cap. 8. Provavelmente esta referência do grande escritor inglês, juntamente com alguma confusão entre Eboracum (York) e Evoriacum, levou ao erro extraordinário em edições anteriores do Martirológio Romano que afirmava que Santa Burgundofara morreu na Inglaterra. Um admirável relato moderno é o de HM Delsart, Sainte Fare, sa vie et son culte (1911).

Filha do Conde Agnerico, cortesão do rei Teodeberto II. Ela recusou as exigências de seu pai para que ela se casasse e tornou-se abadessa de um convento que ela o convenceu a construir, e governou por trinta e sete anos. Nomeado Evoriacum, o convento foi renomeado para ela após sua morte e, com o tempo, tornou-se a famosa Abadia Beneditina de Faremoutiers. Ela também é conhecida como Fara.
RESUMO:

Burgundofara, OSB Abadessa V (RM) (também conhecida como Fare, Fara). Nasceu perto de Meaux; morreu em Faremoutiers em Brie, França, em 3 de abril de c. 655-657. Irmã de São Cagnoaldo , São Faro e Santa Agnetrudis , Fare foi abençoada por São Columbanona sua infância durante a sua estadia com a família a caminho do exílio de Luxeuil. Alguns cronistas dizem que ela tinha 10 ou 15 anos na época em que Columbano a consagrou a Deus de uma maneira particular.
Ela desenvolveu uma vocação religiosa cedo, apesar da feroz oposição de seu pai, o conde Agnerico, um dos principais cortesãos do rei Teodeberto II. Ele arranjou um casamento honroso para sua filha, o que a perturbou tanto que ela ficou mortalmente doente. Ainda Agneric exigiu que ela se casasse.
Quando Santo Eustáquio estava voltando para a corte com seu irmão Cagnoald de sua embaixada em Columbanus, ele ficou na casa de Agneric. Fare lhe revelou sua vocação. Eustace disse ao pai que Fare estava mortalmente doente porque se opunha às suas inclinações piedosas. O santo prostrou-se um pouco em oração, levantou-se e fez o sinal da cruz nos olhos de Fare. Imediatamente sua saúde foi restaurada.
Eustáquio pediu à mãe, Leodegonda, que preparasse Fare para receber o véu quando voltasse à corte. Assim que o santo foi embora, Agneric novamente começou a assediar sua filha. Ela procurou refúgio na igreja quando ele ameaçou matá-la se ela não cumprisse com seus desejos. EUSTÁQUIO voltou e reconciliou pai e filha. Ele então conseguiu que Fare fosse professada perante o bispo Gondoald de Meaux em 614.
Um ou dois anos depois, Fare convenceu seu pai a construir um mosteiro duplo, originalmente chamado Brige (Brie, que é celta para “ponte”) ou Evoriacum, agora chamado Faremoutiers (mosteiro de Fare). O cronista Jonas, monge daquela abadia, escreveu sobre muitos dos santos que ali conheceu, incluindo São Cagnoald São Walbert.

Embora Fare ainda fosse muito jovem, ela foi nomeada sua primeira abadessa e governou o mosteiro sob a Regra de São Columbano por 37 anos. A regra era severa. O uso de vinho e leite era proibido (pelo menos durante as épocas de penitência). Os habitantes confessavam três vezes por dia para encorajar uma vigilância habitual para a obtenção da pureza de coração. Missas foram celebradas diariamente no mosteiro durante 30 dias pela alma dos religiosos que morreram.
Fare era aparentemente uma excelente diretora de almas. Muitas monjas e monjas inglesas foram treinadas com ela, incluindo Santos Gibitrudis, Sethrida, Ethelburga, Ercongotha, Hildelid, Sisetrudis, Hercantrudis e outros. Certa vez, quando seu irmão mais novo, São Faro, estava de visita, ficou tão emocionado com seus discursos celestiais que renunciou aos grandes cargos que ocupava na corte, convenceu sua noiva a se tornar freira e assumiu a tonsura clerical. Depois de suceder a Gondoaldo como bispo, Faro apoiou a irmã contra as tentativas de mitigar a severidade da Regra.
Uma referência é feita a Fare por Beda, levando muito tempo depois à ideia equivocada de que ela morreu na Inglaterra; no entanto, ela morreu em Faremoutiers após uma doença dolorosa e prolongada. Seu testamento deixou algumas de suas terras para seus irmãos, mas o resto para o mosteiro, incluindo suas terras em Champeaux, onde mais tarde foi erguido um mosteiro.
As relíquias de Fare foram consagradas em 695 e muitos milagres foram atribuídos à sua intercessão. Entre eles está  a restauração da visão de Dame Charlotte le Bret, filha do primeiro presidente e tesoureiro-geral de finanças do distrito de Paris. Aos sete anos (1602), seu olho esquerdo foi arrancado. 

Ela se tornou freira em Faremoutiers em 1609 e perdeu a visão em seu olho restante em 1617 devido a uma doença ocular irreversível. Como ela sofria de dores terríveis nos olhos e nos nervos adjacentes, foram aplicados remédios para destruir todos os sentimentos na área. Em 1622, ela beijou um dos ossos expostos de Santa Fara e tocou em ambos os olhos. Ela estava sentindo novamente. Ao repetir a ação, sua visão foi restaurada – instantaneamente e perfeitamente. Médicos e testemunhas testemunharam por escrito seu estado antes e depois desse milagre, que foi certificado como tal pelo bispo John de Vieupont de Meaux em 9 de dezembro de 1622.
O depoimento da abadessa, Frances de la Chastre, e da comunidade também menciona duas outras curas milagrosas de paralisia e reumatismo. Outros milagres operados por intercessão de Santa Fara são registrados por Carcat e du Plessis (Attwater, Attwater2, Benedictines, Delaney, Encyclopedia, Husenbeth).
Santa Fara é retratada na arte como uma abadessa com uma espiga de milho. Às vezes ela pode ser mostrada na cena em que São Columbano abençoa uma criança (Roeder). Ela é homenageada especialmente na França e na Sicília (Husenbeth)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril03.html#695_St._Fara_Burgundofara_Fara_convent

– Ver ainda SANTO EUSTÁQUIO E SANTA FARA (VER DIA 03 DE ABRIL) “… Eustáquio também interveio na disputa entre Santa Fara e seu pai Cagnerico, conde de Borgonha, a menina queria se dedicar a Deus contra a vontade do pai, que havia prometido casá-la.  

São Columbano havia batizado ela, e percebeu sua vocação, seu pai prometeu respeitar os desejos dos jovens, mas depois mudou de ideia. 

 De repente, a menina ficou muito doente, totalmente perdeu a visão e ficou em um estado catatônico, quando a mãe aflita se lembrou de sua promessa ao seu marido feita a Columbano e chamou Eustáquio.  

Ele revelou que se o pai Cagnerico, deixasse a menina livre para se dedicar a Deus, ela poderia ser facilmente curada.

O pai foi novamente forçado a prometer, sob pressão da mãe e de Eustáquio mesmo; Fara miraculosamente despertou depois da bênção de Eustáquio, e recuperou a saúde. 

 Mas, novamente, o pai mudou de ideia. A jovem prontamente deixou a casa da família e se refugiou na igreja local de San Pietro…

Eustáquio, informado do que estava acontecendo, deixou Luxeuil e se dirigiu à igreja de San Pietro. Ele advertiu severamente Cagnerico, entrou na igreja e impôs o véu sobre a menina. Ela então fugiu para Luxeuil com seus irmãos, os santos Cagnoaldo e Farone.  

  Então fundaram a abadia de Faremoutiers e a ordem feminina desse ramo, que segue a regra de São Columbano

Ele morreu em 629, em Luxeuil. Ele foi sucedido por abade SãoValdeberto como 3 º abade.
Ele é lembrado em 29 de março.

 REFERÊNCIAS:

    Jonas de Bobbio, A Vida de São Columbano, Bobbio, século VII.
    Armadura de Deus é forte. Textos do cristianismo céltico (VI-X seg.), Círculo Ed, Rimini, 1998.
    Archivum Bobiense, Annual Review of Bobiensi Arquivo Histórico (1979-2008), Bobbio…: http://santossanctorum.blogspot.com/2012/03/santo-eustaquio-de-luxeuil-monge-29-de.html

18. No mesmo dia, o Bem-Aventurado Bono, monge de Nonântula, que fundou o mosteiro de São Miguel de Pisa, no séc. XI (conforme Martirológio Romano-Monástico – X).

19. Santo Úrbico. Ver “Em Clermont, Auvergne, Santo Úrbico, bispo, do qual São Gregorio de Tours escreveu que, quando foi escolhido para suceder Austremoine, era casado. A espôsa, ccnforme às regras eclesiásticas, deixou-o. Contudo, de quando em quando, tinha ela permissão para ver o ex-marido. Caindo Úrbico, de uma feita, em tentação, sofreu cruéis remorsos, que o levaram a uma dura penitência para o resto da vida. Governando santamente o rebanho, faleceu em 312, sendo enterrado na cripta de Chantoin.”, à página 73: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

20. Outras Santas e Santos do dia 03 de abril: págs. 54-74 (vol.6): VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

Obs. Às vezes entra com o Edge, mas mais com  Google chrome,.

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 03 de abril, ver também: 3 de abril – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 300-302: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril03.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

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* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

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* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

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* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

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* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

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* “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. Amém!São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.  (São Nicolau de Flue – 21 de março)”

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* A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….”

(São Serapião de Thmuis 21 de março – conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

Santas e Santos de 02 de abril

* NOSSA SENHORA DO DESTERRO, 02 DE ABRIL (está no Wikipedia em 17 de fevereiro). Ver “Nossa Senhora do Desterro[1] é um título católico dado à Santíssima Virgem Maria. Representa a fuga da Sagrada Família para o Egito. Por isso, também é conhecida como Nossa Senhora da Fuga. É muito venerada na Itália como a “Madonna degli Emigrati“, sendo padroeira daqueles que foram obrigados a deixar sua pátria para se refugiarem ou a fim de procurar trabalho no estrangeiro… retratando a Sagrada Família no Egito (festa litúrgica em 02 de abril).”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Desterro

– Ver ainda FESTA EM 02 DE ABRIL. Comemora-se todo dia 02:Nossa Senhora do Desterro é muito venerada na Itália como a “MADONNA DEGLI EMIGRATI“, sendo padroeira daqueles que foram obrigados a deixar sua pátria para se refugiarem ou a fim de procurar trabalho no estrangeiro. Ela tem sido a Mãe Amorosa para todos os que, saudosos de sua terra natal, imploram cheios de fé e de amor o auxílio da Virgem do Desterro a fim de encontrarem compreensão e simpatia na terra adotiva.
Todos os fiéis cristãos que rezarem diariamente e divulgarem esta oração à Nossa Senhora do Desterro, verão a extinção de todos os castigos que houver contra eles; nem fome, nem peste, nem guerra, nem doenças contagiosas lhes afligirão. Os seus inimigos não terão mãos nem poder de ofendê-los, nem os roubar. Resistirão às tentações de satanás e dos demônios. Pragas, ratos e formigas lhes serão desterrados das lavouras. Todos os que tiverem confiança nas misericórdias da grande Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, serão felizes nos seus negócios e nas viagens. Não morrerão sem confissão e estarão livres da morte repentina. Aprovada pelo Arcebispo de Braga, Dom José e pelo Arcebispo do Porto (MG), Dom Américo, em 08-05-1972…

… Este título de Nossa Senhora tem fundamento bíblico. Afirma o evangelista Mateus que, após a partida dos Reis Magos, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a São José e disse: “Levanta, toma o menino, a sua Mãe e foge para o Egito; permanece lá até que eu te avise, porque Herodes procura o menino para o matar. Levantando-se de noite, ele tomou o menino e a mãe, e partiu para o Egito”. (Mt 2,13-14)…

ORAÇÃO – Ó Bem-aventurada Virgem Maria, mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo Salvador do Mundo, Rainha do Céu e da Terra, advogada dos pecadores, auxiliadora dos cristãos, protetora dos pobres, consoladora dos tristes, amparo dos órfãos e viúvas, alívio das almas penantes, socorro dos aflitos, desterradora das indigências, das calamidades, dos inimigos corporais e espirituais, da morte cruel dos tormentos eternos, de todo bicho e animal peçonhentos, dos maus pensamentos, dos sonhos pavorosos, das cenas terríveis e visões espantosas, do rigor do dia do juízo, das pragas, dos incêndios, desastres, bruxarias e maldições, dos malfeitores, ladrões, assaltantes e assassinos.
Minha amada mãe, eu prostrado agora aos vossos pés, com piedosíssimas lágrimas, cheio de arrependimento das minhas pesadas culpas, por vosso intermédio imploro perdão a Deus infinitamente bom. Rogai ao vosso Divino Filho Jesus, por nossas famílias, para que ele desterre de nossas vidas todos estes males, nos dê perdão de nossos pecados e nos enriqueça com sua divina graça e misericórdia.
Cobri-nos com o vosso manto maternal, ó divina estrela dos montes. Desterrai de nós todos os males e maldições. Afugentai de nós a peste e os desassossegos.
Possamos, por vosso intermédio, obter de Deus a cura de todas as doenças, encontrar as portas do Céu abertas e convosco ser felizes por toda a eternidade. Amém.

(Rezar 7 Pai-nossos, 7 ave-marias e 1 Credo ao Sagrado Coração de Jesus, pelas sete dores de Maria Santíssima) …”: http://www.comamor.com.br/desterro.htm

 NOSSA SENHORA DO DESTERRO (festa celebrada em vários locais e datas):

– Em Agrestina, PE, FESTA DE NOSSA SENHORA DO DESTERRO em 02 DE FEVEREIRO.

Ver: http://www.agrestina.pe.gov.br/noticias/20/01/2020/festa-de-nossa-senhora-do-desterro-chega-a-sua-98-edicao-em-agrestina-pe

– Ver também: “Em Agrestina, no Agreste de Pernambuco, a festa dedicada à padroeira Nossa Senhora do Desterro, contará apenas com programação religiosa por causa da pandemia da Covid-19. A parte artística do evento foi cancelada, e a religiosa segue de forma restrita.

Este ano, a cidade não se preparou para receber turistas e pagadores de promessas de todos os lugares do país, e o comércio, um dos mais beneficiados nesta época, também não. A decisão partiu do Governo do Estado, que prorrogou até junho o decreto de calamidade para conter o avanço do novo coronavírus. A decisão foi acolhida e respeitada pela organização do evento.

As celebrações eucarísticas estão sendo realizadas de forma restrita, com uso de máscaras, distanciamento social, aferição de temperatura na entrada da paróquia e agendamento prévio. Este ano, a também grande missa campal, que sucede a procissão, realizada em frente à matriz, na Praça Padre Cícero, foi substituída por uma celebração eucarística que será realizada dentro da igreja, às 19h30.”: https://g1.globo.com/pe/caruaru-regiao/noticia/2021/02/02/festa-de-nossa-senhora-do-desterro-em-agrestina-conta-apenas-com-programacao-religiosa.ghtml NOSSA SENHORA DO DESTERRO. Em Florianópolis, festa em 17 de fevereiro: https://www.gaudiumpress.org/content/23861-Florianopolis-celebra-sua-padroeira-Nossa-Senhora-do-Desterro

– Ver “O Papa Pio X, quando da construção da Catedral de Florianópolis, dedicou Nossa Senhora do Desterro como Padroeira da cidade. Existem no Brasil muitas cidades que mantém a devoção a Nossa Senhora do Desterro, com capelas e igrejas em sua homenagem.”:  https://historiadenossasenhora.wordpress.com/2013/08/20/nossa-senhora-do-desterro/

– Ver também “No ano de 1673, o fundador de Florianópolis, cidade que se chamava Desterro, hoje capital de Santa Catarina, Francisco Dias Velho, trouxe uma imagem de Nossa Senhora do Desterro para a ilha e ali construiu uma pequena capela em honra de Maria do Desterro, iniciando sua devoção no Brasil.

Papa Pio X, quando da construção da Catedral de Florianópolis, dedicou Nossa Senhora do Desterro como Padroeira da cidade. Existem no Brasil muitas cidades que mantém a devoção a Nossa Senhora do Desterro, com capelas e igrejas em sua homenagem.”: https://web.archive.org/web/20150901221051/http://www.cruzterrasanta.com.br/historia/nossa-senhora-do-desterro

– Ver festa em Paudalho-PE-17 de fevereiro: https://www.paudalho.pe.gov.br/portal/festa-de-nossa-senhora-do-desterro-chega-a-sua-70a-edicao-em-paudalho/

– Ver: https://www.facebook.com/events/656280881443640/?active_tab=discussion (festa em 17 de fevereiro).

SANTAS E SANTOS DE 02 DE ABRIL

1. São Fran­cisco de Paula (também na Folhinha do Coração de Jesus), ere­mita, fun­dador da Ordem dos Mí­nimos, na Ca­lá­bria, re­gião da Itália. Pres­creveu aos seus dis­cí­pulos que vi­vessem de es­molas, não ti­vessem nada pró­prio nem to­cassem o di­nheiro e to­massem sempre só os ali­mentos qua­res­mais. Cha­mado pelo rei da França Luís XI para vi­sitar a corte régia, as­sistiu-lhe à morte e fa­leceu em Plessis, pró­ximo de Tours, com a fama de grande aus­te­ri­dade de vida.  († 1507).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1507, o nascimento no céu de São Francisco de Paula, eremita calabrês que reuniu diversos discípulos em uma nova família religiosa, a Ordem dos Mínimos. Chamado pelo rei de França Luís XI, que se achava gravemente enfermo, assistiu-o até sua morte em sua residência de Plessis-les-Tours, onde ele próprio entregou o espírito (R).

– Ver págs. 26-36: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver também ‘São Francisco de Paula (Paola27 de março de 1416 — Tours2 de abril de 1507) foi um eremita, fundador da Ordem dos Mínimos e santo da Igreja Católica.

É também conhecido como “O Eremita da Caridade”, por sua opção de desprezo absoluto pelos valores transitórios da vida e dedicação integral ao socorro do próximo. Consta que num só dia o venerado de Paula atendeu em seu Mosteiro a mais de trezentas pessoas necessitadas do espírito e do corpo, realizando curas prodigiosas.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Paula

2.   Em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, Santo An­fiano ou Apiano, mártir, que, no tempo do im­pe­rador Ma­xi­mino, quando os ha­bi­tantes da­quela terra eram obri­gados a sa­cri­ficar pu­bli­ca­mente aos deuses, se apro­ximou co­ra­jo­sa­mente do go­ver­nador Ur­bano e, se­gu­rando-lhe a mão di­reita, obrigou-o a sus­pender o rito; ime­di­a­ta­mente os sol­dados se ar­re­mes­saram sobre ele e, en­vol­vendo-lhe os pés num lençol em­be­bido em óleo, ate­aram-lhe fogo e lan­çaram-no vivo ao mar. († 306). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 306, em Cesaréia da Palestina, o martírio de Santo Anfiano, jovem nobre, notável por sua pureza de costumes e por seus vastos conhecimentos. Quando interrogado sobre sua condição, sua origem e seu domicílio, respondeu imperturbavelmente: “Sou um servidor de Cristo”. (M).

– Ver páginas 52-53: VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

3.   Também em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, a paixão de Santa Te­o­dora  (ou Santa Teodósia, jovem cristã de 17 anos… conforme Martirológio Romano-Monástico), virgem de Tiro, que, na mesma per­se­guição, por saudar pu­bli­ca­mente os con­fes­sores da fé que es­tavam pe­rante o tri­bunal e rogar-lhes que se lem­brassem dela quando che­gassem à pre­sença do Se­nhor, foi presa pelos sol­dados e con­du­zida ao pre­feito, por ordem do qual so­freu cruéis su­plí­cios e fi­nal­mente foi lan­çada ao mar. († 307). Ver página 53: VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

4.   Em Como, na Li­gúria, hoje na Lom­bardia, re­gião da Itália, Santo Abúndio, bispo, que, tendo sido en­viado a Cons­tan­ti­nopla pelo papa Leão Magno, aí de­fendeu fir­me­mente a ver­da­deira fé. († 468). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Lombardia, em 468, Santo Abúndio, bispo, que recebeu de São Leão Magno a importante missão de propor ao Imperador Teodósio a reunião do Concílio de Calcedônia. (M).

– Ver “Abúndio de Como (em italianoAbbondio; em latimAbundius) foi o quarto bispo de Como, eleito em cerca de 450. Sua origem é relacionada tradicionalmente à cidade de Tessalônica, apesar de não haver nenhum documento do século IV que ateste esta informação.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ab%C3%BAndio_de_Como

5.   Em Cápua, na Cam­pânia, também re­gião da Itália, São Vítor, bispo, cé­lebre pela sua eru­dição e santidade. († 554)

6.   Em Lião, na Gália, ac­tu­al­mente na França, São Ni­cécio, bispo, que foi sempre so­lí­cito para com os po­bres e bon­doso para com os hu­mildes e en­sinou esta Igreja a se­guir uma norma na salmodia. († 573). Ver página 51: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

7.   No mos­teiro de Lu­xeuill, na Bor­gonha, também na ac­tual França, Santo Eus­tásio, abade, que foi dis­cí­pulo de São Co­lum­bano e pre­lado de quase seis­centos monges. († 629)

VER DIA 29 DE MARÇO:

Em Ná­poles, na Cam­pânia, re­gião da Itália, a co­me­mo­ração de Santo Eus­tásio (Santo Eustácio na Folhinha do Coração de Jesus) bispo. († s. III).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico deste dia 29 de março, no ano da graça de 625, o sepultamento de Santo Eustásio, abade de Luxeuil. Discípulo e sucessor de São Columbano, fez frutificar a herança monástica irlandesa. Vários de seus monges dirigiram Igrejas francas como bispos. (M).

– Ver também dia 02 de abril: no mos­teiro de Lu­xeuill, na Bor­gonha, também na ac­tual França, Santo Eus­tásio, abade, que foi dis­cí­pulo de São Co­lum­bano e pre­lado de quase seis­centos monges. († 629)

– Ver Santo Eustácio Eustácio era natural da Borgonha. Sobrinho de Miget, bispo de Langres, formou-se sob a direção de Columbano, em Luxeuil, ao qual seguiu no exílio.”, páginas 363-364: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%205.pdf

– Ver outro Santo Eustácio No mesmo dia, em Nápoles, outro Santo Eustácio, bispo e confessor. Este foi o sétimo ou oitavo bispo de Nápoles, cujo culto foi confirmado por Leão XIII em 1884…”, página 364: VIDAS DOS SANTOS – 5.pdf (obrascatolicas.com)

– Ver ainda “… 625 EUSTÁQUIO DE LUXEUIL monge discípulo favorito de São Columbano humildade oração contínua jejum milagres (RM). No mosteiro de Luxeuil, a morte do abade Santo Eustásio, discípulo de São Columbano, que teve sob sua orientação cerca de seiscentos monges. Eminente em santidade, ele também era famoso por milagres.
(também conhecido como Eustásio) Santo Eustáquio era um discípulo e monge favorito de São Columbano, a quem sucedeu como segundo abade de Luxeuil em 611. Ele governou cerca de 600 monges. Durante a sua abadia o mosteiro foi um verdadeiro seminário para bispos e santos, talvez pelo exemplo que deu pela sua própria humildade, oração contínua e jejum (Benedictines, Husenbeth).

Santo Eustáquio de Luxeuil, abade (Eustásio). Santo Eustáquio foi um dos discípulos e monges preferidos de São Columbano (23 de novembro), com quem sucederá como segundo abade de Luxeuil em 611. Ele terá que dirigir cerca de 600 monges. Durante seu ministério de abade, o mosteiro se tornará um verdadeiro seminário e sementeira de bispos e santos, talvez pelo exemplo que deu por sua própria humildade, sua oração contínua e seus jejuns (Benedictinos, Husenbeth).
Santo Eustácio, o Confessor, Bispo da Bitínia, já era no início de sua luta espiritual um monge piedoso, manso e sábio, cheio de grande fé e amor ao próximo. Por sua vida virtuosa foi nomeado bispo da cidade de Bitínia (província romana no noroeste da Ásia Menor) e por muitos anos guiou seu rebanho, dando-lhes um exemplo de vida virtuosa e perfeição.
Durante a heresia iconoclasta, Santo Eustáquio saiu corajosamente contra os hereges e defendeu a veneração dos ícones sagrados. Os iconoclastas o denunciaram ao imperador, e o santo sofreu prisão e espancamentos ferozes. Finalmente, eles privaram Santo Eustáquio de sua Sé e o enviaram para a prisão.

– Iconoclastia: Iconoclastia ou Iconoclasmo (do grego εικών, transl. eikon, “ícone“, imagem, e κλαστειν, transl. klastein, “quebrar”, portanto “quebrador de imagem”) é uma rejeição de imagens religiosas (pinturas, ícones, estátuas).Conforme: https://pt.wikipedia.org/wiki/Iconoclastia

– O santo confessor morreu no exílio durante o século IX, depois de sofrer insultos, privações, fome e carência por três anos.

SÃO EUSTÁSIO – ABADE E CONFESSOR DO LUXEUIL (+ 625)
VIDA. – Eustase ou Eustaise (latim Eustásio, Austácio) nasceu na Borgonha; foi por sua mãe sobrinho de Miget, bispo de Langres. Pensava-se que talvez tivesse seguido a carreira militar, mas cedo foi colocado sob o controle de Colomban em Luxeuil. Logo foi estabelecido lá como chefe das escolas e parece ter seguido algum tempo colombiano em seu exílio.
No final de 616, viu-se reaparecer em Luxeuil na qualidade de abade. Desconhece-se como conseguiu assim tomar a sucessão de Colomban, se foi por ordem deste ou pelo voto dos monges. Jonas se contentou em dizer que Eustase estava em Brégentz na época da chuva de rua e que depois foi enviado por Clotário II a Bobbio na qualidade de abade de Luxeuil para trazer de volta Colomban na Gália. Mas este estava bem decidido a não deixar a sua aposentadoria: entregou ao seu discípulo uma carta em que agradecia a Clotário a sua proposta e solicitava que concedesse os seus favores à abadia de Luxeuil. O rei permitiu que os monges estendessem seus campos testemunhando, assim, de suas provisões. A volta de Eustase foi marcada por um primeiro milagre a favor do santo Fare depois plugs: devolveu-lhe a vista.
Devolvido a Luxeuil, Eustase voltou a empreendê-lo em breve para ir evangelizar os imprecisos da região. 

Acompanhado pelo santo Wing (Aile), ele foi para Warasques nas margens de Doubs, em parte povoa idólatra e em parte herege. Converte seu chefe Isérius, determinado Randone, cunhada deste, com a intenção de fundar o mosteiro de Cusance. Passou então a Boïens (Baviera dos tempos atuais) onde deixou homens aptos a continuar o trabalho de conversão iniciado com ele, depois retornou com Aile em Luxeuil. A Meuse em Bassigny, devolveu a vista em Salaberge, menina de Gondoin seu anfitrião, então cura Aile de uma febre violenta. Em Luxeuil, trabalhou para manter a disciplina e formar os monges que se tornariam bispos, fundadores e abades de mosteiros, como Cagnoald, Achaire, Amé, Romaric, Omer,
Jonas contou com todos os detalhes a partida e a cisão de Agrestin. Este, ex-notário do rei Thierry II, entrou em Luxeuil, depois de ter distribuído todos os seus bens aos pobres: acreditando uma vocação de apóstolo, pediu a Eustase para ser incluído no número dos missionários enviados aos imprecisos. Eustase recusou e Agrestin deixou o mosteiro para ir para Aquileia, onde se envolveu na heresia dos “Três Capítulos”. Então ele se atreveu a voltar em Luxeuil para tentar ganhar Eustase. Vergonhosamente expulso, Agrestin tentou derrotar Clotário. Mas este, sempre cheio de veneração por Colomban, convocou um concílio com Mâcon. Agrestin apareceu com ele para criticar o governo de Colomban. Eustáquio deu uma resposta muito eloquente e fez um vigoroso discurso do qual Jonas preservou o conteúdo: “Se você persiste em lutar contra nossas instituições, concluiu Eustáquio dirigindo-se a Agrestin, cito você no ano mesmo com a corte de Deus; defenderás a tua causa contra Colomban, ou melhor, receberá a sua sentença do justo juiz de quem calunia o servo”.

O conselho aprovou o governo de Colomban.: Eustase, impulsionado por sua grande caridade, deu o beijo da paz a Agrestin e seus partidários. Tudo parecia acabado, mas Agrestin logo renovou seus ataques contra Luxeuil, fez tentativas vãs de ganhar a tarifa sagrada. Logo sentiu o efeito das ameaças pronunciadas por Eustase; antes do final do ano, perece miseravelmente atingido pela mão de um de seus escravos. Ame que havia testado alguma benevolência para com ele lamentou seu erro, Romane também foi submetido sem demora. Eustase, com a qual retribuiu a honra deste triunfo, tomou novamente em paz o governo de sua abadia; ali fez prosperar os estudos, aumentou o temporal, fundou várias novas casas que colocou sob o domínio de Colomban.
    Nesta data, há algumas divergências. Os Bollandistas na Vida de St. Gall marcam 627. J. Havet, Merovingian Questions, é para 629; Perny mantém Eustásio vivo até 649. De acordo com H. Baumont, Étude historique sur l’abbaye de Luxeuil, todas as histórias manuscritas colocam a morte em 625…

 – A festa de Santo Eustásio foi marcada para 29 de março, não sabemos por qual motivo: é a data em que o nome está marcado nos martirológios de Adon, de Usuardo e no martirológio romano. Alguns martirológios beneditinos inscreveram o nome em 11 de outubro porque alguns acreditavam ser o dia da morte: pode ter sido um dia de tradução. O corpo foi depositado na abadia de Luxeuil e acredita-se que ainda estivesse lá no século X. Em data desconhecida, foi transferido para o convento beneditino de Vergaville, na Lorena: morreu em 1670.
    Bíbliografia: 

– A vida foi escrita por Jonas de Bobbio, contemporâneo do santo. Encontra-se em Mabillon, Acta sanctorum OSB, t. 2, pág. 116; em Acta sanctorum, 29 de março, com comentários de Henschenius; em PL, t. 87, col. 1045; em Monumento. germe. hist.. – B. Krusch, Script. rer. meroving., t. 4, pág. 119.

– C. Perny, A Vida de Santo Eustáquio, 2º Abade de Luxeuil e Patrono da Abadia de Vergaville, Metz, 1649.

– A. Pidoux, Os Santos de Franche-Comté, 2 vols., Lons-le-Saulnier , 1908…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch29.html#625_Eustace_of_Luxeuil_monk_favorite

– Ver ainda SANTO EUSTÁQUIO E SANTA FARA (VER DIA 03 DE ABRIL) “… Eustáquio também interveio na disputa entre Santa Fara e seu pai Cagnerico, conde de Borgonha, a menina queria se dedicar a Deus contra a vontade do pai, que havia prometido casá-la.  

São Columbano havia batizado ela, e percebeu sua vocação, seu pai prometeu respeitar os desejos dos jovens, mas depois mudou de ideia. 

 De repente, a menina ficou muito doente, totalmente perdeu a visão e ficou em um estado catatônico, quando a mãe aflita se lembrou de sua promessa ao seu marido feita a Columbano e chamou Eustáquio.  

Ele revelou que se o pai Cagnerico, deixasse a menina livre para se dedicar a Deus, ela poderia ser facilmente curada.

O pai foi novamente forçado a prometer, sob pressão da mãe e de Eustáquio mesmo; Fara miraculosamente despertou depois da bênção de Eustáquio, e recuperou a saúde. 

 Mas, novamente, o pai mudou de ideia. A jovem prontamente deixou a casa da família e se refugiou na igreja local de San Pietro…

Eustáquio, informado do que estava acontecendo, deixou Luxeuil e se dirigiu à igreja de San Pietro. Ele advertiu severamente Cagnerico, entrou na igreja e impôs o véu sobre a menina. Ela então fugiu para Luxeuil com seus irmãos, os santos Cagnoaldo e Farone.  

  Então fundaram a abadia de Faremoutiers e a ordem feminina desse ramo, que segue a regra de São Columbano

Ele morreu em 629, em Luxeuil. Ele foi sucedido por abade SãoValdeberto como 3 º abade.
Ele é lembrado em 29 de março.

 REFERÊNCIAS:     Jonas de Bobbio, A Vida de São Columbano, Bobbio, século VII.
    Armadura de Deus é forte. Textos do cristianismo céltico (VI-X seg.), Círculo Ed, Rimini, 1998.
    Archivum Bobiense, Annual Review of Bobiensi Arquivo Histórico (1979-2008), Bobbio…: http://santossanctorum.blogspot.com/2012/03/santo-eustaquio-de-luxeuil-monge-29-de.html

8.   No Chelms­ford, na In­gla­terra, São João Paine, pres­bí­tero e mártir, que, no rei­nado de Isabel I, fal­sa­mente acu­sado de alta traição, so­freu o su­plício da forca. († 1582)

9*.   Em Tomhom, lo­ca­li­dade da ilha de Guam, na Oce­ania, São Pedro Calungsod, ca­te­quista, e o Beato Diogo Luís de San Vítores, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus, que por causa da sua fé cristã foram cru­el­mente as­sas­si­nados e lan­çados ao mar por após­tatas e al­guns in­dí­genas se­quazes de su­pers­ti­ções pagãs. († 1672).

– Ver “São Pedro Calungsod (Visayas, aprox. 1654[1] – 2 de abril de 1672) foi um catequista leigo, mártir católico das Filipinas, assassinado em 1672 em Guam pelo chefe chamorro Mata’pang, que se opunha aos batismos que faziam os missionários sob a liderança do sacerdote jesuíta espanhol Diego Luis de San Vitores, que também foi assassinado no mesmo evento. Pedro tinha 18 anos e alegadamente teria batizado a filha do chefe chamorro contra a vontade deste.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pedro_Calungsod

– Ver “Diego Luis de San Vitores (12 de novembro de 1627 – 2 de abril de 1672) foi um missionário jesuíta espanhol que fundou a primeira igreja católica na ilha de Guam . Ele é o responsável por estabelecer a presença cristã nas Ilhas Marianas . Ele é uma figura controversa hoje devido ao seu papel no início das Guerras Espanhol-Chamorro .”: https://en.wikipedia.org/wiki/Diego_Luis_de_San_Vitores

10*.   Em Spo­leto, na Úm­bria, re­gião da Itália, o Beato Le­o­poldo de Gaiche (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero da Ordem dos Frades Me­nores, que or­ga­nizou santos re­tiros em Monteluco. († 1815)

11.   Em Xuong Dien, no Ton­quim, hoje no Vi­etnam, São Do­mingos Tuoc, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir na per­se­guição do im­pe­rador Minh Mang. († 1839)

– Ver também “… 1839 São Domingos Tuoc 3ª ordem Mártir dominicano natural do Vietname.
Preso e torturado, morre na prisão. Dominic era um nativo do Vietnã. Foi canonizado em 1988.
Beato Domingos Tuoc M, OP Tert. (AC) Nascido em Tonkin; morreu em 1839; beatificado em 1900. São Domingos foi um sacerdote da terceira ordem dos dominicanos, que morreu de seus ferimentos na prisão (benedictinos)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril02.html#1839_St._Dominic_Tuoc_3rd_order

12*.   Em Pádua, no Vé­neto, re­gião da Itália, a Beata Isabel Ven­dra­mini, virgem, que de­dicou a sua vida aos po­bres e, su­pe­rando muitas ad­ver­si­dades, fundou o Ins­ti­tuto das Irmãs Isa­be­linas da Ordem Ter­ceira de São Francisco. († 1860)

13*.   Em Vich, ci­dade da Ca­ta­lunha, na Es­panha, São Fran­cisco Coll y Guitart, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, que, in­jus­ta­mente ex­pulso do claustro, per­se­verou fir­me­mente na sua vo­cação e anun­ciou por toda esta re­gião o nome de Nosso Se­nhor Jesus Cristo. († 1875). Ver “Francisco Coll Guitart (Gombrèn1812 — Vic2 de abril de 1875) foi um frade dominicano espanhol, reconhecido como santo pela Igreja CatólicaIrmãs Dominicanas da Anunciata. Também é conhecido pela versão catalã de seu nome, Francesc Coll i Guitart.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Francisco_Coll_Guitart

14*.   Em Gyor, na Hun­gria, o Beato Gui­lherme Apor, bispo e mártir, que, du­rante a se­gunda guerra mun­dial, abriu as suas portas a cerca de tre­zentos re­fu­gi­ados e, es­pan­cado na tarde da Sexta-Feira da Paixão do Se­nhor por de­fender das mãos dos sol­dados al­gumas jo­vens in­de­fesas, morreu três dias depois. († 1945)

15*.   Em L’viv, na Ucrânia, o Beato Ni­colau Car­neckyj, bispo, que, exer­cendo a função de exarca apos­tó­lico em Volyn’ e Pi­dl­jashja, du­rante a per­se­guição contra a fé cristã, se­guiu os passos de Cristo como pastor fiel e por sua graça al­cançou o reino celeste. († 1959)

16*.   Em Ma­racay, na Ve­ne­zuela, a beata Maria de São José Alvarado (Laura Al­va­rado Car­dozo), virgem, que fundou a Con­gre­gação das Agos­ti­nhas Re­co­letas do Sa­grado Co­ração e as­sistiu sempre com su­prema ca­ri­dade as órfãs, os idosos e os po­bres abandonados. († 1967)

17.   Em Roma, junto de São Pedro, o dia natal de São João Paulo II, papa, cuja me­mória se ce­lebra no dia 22 de Outubro. († 2005)

18. Conforme o Martirológio Romano italiano de 01 de abril, na Pa­les­tina, Santa Maria Egip­cíaca, que era uma fa­mosa pe­ca­dora de Ale­xan­dria e, pela in­ter­cessão da Virgem Maria, se con­verteu a Deus na Ci­dade Santa e se con­sa­grou a uma vida pe­ni­tente e so­li­tária além do Jordão. († s. V).

– No séc. V, Santa Maria Egipcíaca (Santa Maria do Egito na Folhinha do Coração de Jesus de 02 de abril) que renunciou a uma vida de escândalos após ter recebido a graça de adorar a Santa Cruz em Jerusalém, e depois retirou-se para a solidão do deserto da Palestina (Conforme o Martirológio Romano-Monástico – M).

– Ver também págs. 37-45: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maria_do_Egito

– Ver “Maria do Egito ou Santa Maria Egipcíaca ou Santa Maria Egípcia (c. 344 – c. 421 ou 422) foi uma asceta dos séculos IV e V que se retirou para o deserto após uma vida de prostituição. É venerada como patrona das mulheres penitentes, em especial na Igreja Copta, mas também na Igreja CatólicaIgreja Ortodoxa e Igreja Anglicana. A Igreja Ortodoxa celebra o seu dia festivo no dia do seu «descanso», em 1 de abril e no “Domingo de Santa Maria do Egito“, o sexto domingo da Grande Quaresma.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maria_do_Egito

– Ver também “… 5º v. SANTA MARIA DO EGITO
A história de Santa Maria do Egito parece basear-se em um relato curto e nada (in)crível contido na Vida de São Ciríaco, escrito por seu discípulo Cirilo de Citópolis. O homem santo havia se retirado com seus seguidores para o deserto selvagem e aparentemente desabitado além do Jordão. Um dia, dois de seus discípulos viram de repente uma figura humana que escapou em alguns arbustos, mas que depois seguiram para uma caverna. A figura lhes disse para não se aproximarem porque ela era mulher e nua, mas ao ser interrogada ela informou que seu nome era Maria, que ela era uma grande pecadora que havia sido cantora e atriz pública, e que ela tinha ido até lá para expiar sua vida anterior. Os dois voltaram para contar a São Ciríaco o que tinham visto e ouvido. Por ocasião de uma segunda visita que fizeram à caverna, encontraram-na morta e a enterraram no local.
Em torno dessa narrativa cresceu uma lenda elaborada que alcançou enorme popularidade na Idade Média e que é ilustrada nas antigas janelas de vidro das catedrais de Bourges, Auxerre e outros lugares. Pode ser resumido da seguinte forma:
No reinado de Teodósio, o Jovem, vivia na Palestina um santo monge e sacerdote chamado Zósimo que, tendo servido a Deus com grande fervor na mesma casa por cinquenta e três anos, foi divinamente ordenado a deixar seu mosteiro por um perto do Jordão, onde ele pode aprender como avançar ainda mais no caminho da santidade. Ele descobriu que os membros desta comunidade no primeiro domingo da Quaresma depois da Missa costumavam se dispersar no deserto para passar em solidão e penitência até o Domingo de Ramos. Foi nessa época, por volta do ano 430, que Zósimo se encontrou a vinte dias de distância de seu mosteiro e sentou-se um dia ao meio-dia para recitar seus salmos e descansar.
Percebendo de repente o que parecia ser uma forma humana, ele fez o sinal da cruz e terminou seus salmos. Então, olhando para cima, ele viu uma figura de cabelos brancos e bronzeado que ele supôs ser um eremita, mas que fugiu quando ele foi em sua direção. Ele quase o alcançou e estava perto o suficiente para ansiar por sua bênção, quando exclamou: “Padre Zósimo, eu sou uma mulher: jogue seu manto para me cobrir para que você possa se aproximar de mim”. Surpreso por ela saber o nome dele, ele obedeceu e eles começaram a conversar. Em resposta às suas perguntas, a mulher lhe contou sua estranha história com muitas expressões de vergonha e penitência: “Meu país”, disse ela, “é o Egito. Aos doze anos, enquanto meu pai e minha mãe ainda viviam, fui sem o consentimento deles para Alexandria.
Ela então descreveu como ela viveu como prostituta pública por dezessete anos, não por dinheiro, mas para gratificar sua luxúria. Com cerca de vinte e oito anos, a curiosidade a levou a juntar-se a um bando de pessoas que iam celebrar em Jerusalém a festa da Santa Cruz – e mesmo na viagem ela continuou seus maus caminhos, corrompendo alguns dos peregrinos. Ao chegarem a Jerusalém, ela tentou entrar na igreja com o resto da congregação, mas uma força invisível a impediu. Depois de duas ou três tentativas ineficazes, ela se retirou para um canto do pátio externo e, pela primeira vez, uma plena compreensão de sua pecaminosidade a invadiu. Erguendo os olhos para um eikon da Bem-Aventurada Virgem Maria, ela implorou com lágrimas a ajuda da Mãe de Deus, prometendo uma vida de penitência.
Numa padaria onde comprou pães perguntou o caminho para o Jordão e partiu logo, chegando nessa mesma noite à igreja de S. João Baptista na margem do rio. Aqui ela fez sua comunhão e atravessou o Jordão para o deserto, onde permaneceu desde então – cerca de quarenta e sete anos, até onde ela podia julgar. Ela não tinha visto nenhum ser humano e vivia de plantas comestíveis e de tâmaras. O frio do inverno e o calor do verão afligiram muito seu corpo desprotegido, e ela muitas vezes foi torturada pela sede. Nessas ocasiões, sentia-se tentada a lamentar os luxos e os vinhos do Egito aos quais antes se entregava. Esses e outros assaltos a assediaram noite e dia quase incessantemente por dezessete anos, mas ela implorou a intercessão da Santíssima Virgem e a assistência divina nunca lhe falhou. Ela não sabia ler e nunca teve qualquer instrução humana em coisas sagradas, mas o próprio Deus lhe ensinou os mistérios da fé. A seu pedido, Zósimo comprometeu-se a não divulgar o que ela havia dito até depois de sua morte, e prometeu encontrá-la novamente ao lado do Jordão na Quinta-feira Santa do ano seguinte para dar-lhe a comunhão.
Na Quaresma seguinte, Zósimo dirigiu-se ao local de encontro escolhido, trazendo o Santíssimo Sacramento, e naquela mesma noite de Quinta-feira Santa viu Maria parada na margem oposta do Jordão. Depois de ter feito o sinal da cruz, ela começou a andar sobre as águas até chegar à terra seca ao lado do padre atônito. Ela recebeu a comunhão com profunda devoção, seguida pela recitação das palavras iniciais do Nunc dimittis. De uma cesta de tâmaras, figos e lentilhas que Zósimo ofereceu, ela aceitaria apenas três lentilhas; e ela agradeceu-lhe por tudo o que tinha feito e recomendou-se às suas orações. Então, com uma súplica final para que ele voltasse um ano depois ao local onde se conheceram, ela partiu pelo rio como havia chegado. Mas quando Zósimo voltou ao deserto para cumprir este segundo compromisso, ele encontrou o corpo morto de Maria estendido no chão, enquanto ao lado dela na areia foram traçadas estas palavras: “Padre Zósimo, sepulta o corpo da humilde Maria. Renderize terra a terra e ore por mim. Morri na noite da Paixão do Senhor, depois de receber o divino e místico Banquete”. O monge não tinha pá, mas um leão do deserto veio em seu socorro e com suas garras o ajudou a cavar sua cova. Zósimo retomou seu manto, que ele estimava doravante como uma relíquia sagrada, e voltou para contar a seus irmãos todas as suas experiências. Ele continuou por muitos anos a servir a Deus em seu mosteiro até que uma morte feliz o libertou no centésimo ano de sua idade…

Esta lenda teve uma notável difusão e popularidade no Oriente. Em sua forma desenvolvida, parece ter sido a composição de São Sofrônio , Patriarca de Jerusalém, que morreu em 638 d.C. Além da digressão mencionada acima, que Cirilo de Citópolis introduziu em sua Vida de São Ciríaco, Sofrônio tinha diante de si história semelhante contada por John Moschus no Pratum Spirituale . Esse núcleo foi elaborado em uma narrativa de dimensões respeitáveis ​​com o auxílio de diversos empréstimos da Vida de São Paulo de Tebas. 

São João Damasceno, que morreu em meados do século VIII, faz longas citações da desenvolvida Vida de Santa Maria do Egito e aparentemente a considera como um registro autêntico. Um bom relato de todo o assunto é fornecido por H. Leclercq em DAC., vol. x (1932), CC. 2128-2136, onde se encontra uma bibliografia completa. Ver também o Acta Sanctorum , abril, vol. eu; e AB Bujila, Rutebeuf La Vie de sainte Marie l’Egyptienne (1949).

Na vida de São Ciríaco de Cirilo de Citopolis, ele fala de uma mulher chamada Maria encontrada por Círiaco e seus companheiros vivendo como eremita na Jordânia
e sabedoria. Ele a viu na Quaresma seguinte, mas quando voltou, a encontrou morta e a enterrou. Quando voltou ao seu mosteiro perto do Jordão, contou aos irmãos o que havia acontecido e a história se espalhou.

Ela lhe disse que tinha sido uma cantora e atriz famosa que havia pecado e estava fazendo penitência no deserto. Quando eles voltaram, ela estava morta. Em torno da história foi construída uma lenda elaborada que teve enorme popularidade durante a Idade Média, segundo a qual ela era uma egípcia que foi para Alexandria quando tinha doze anos e viveu como atriz e cortesã por dezessete anos. Ela foi levada à realização de sua vida maligna diante de um ícone da Santíssima Virgem e, sob a direção de Maria, foi para o deserto a leste da Palestina, onde viveu como eremita por quarenta e sete anos, sem ver um único ser humano e assediada por todo tipo de tentações, que foram mitigadas por suas orações à Santíssima Virgem.

Maria do Egito, Eremita (RM) (também conhecida como Maria Aegyptica) Morreu c. 500; o dia da festa às vezes é celebrado em 9 ou 10 de abril. A história de Maria, a penitente, era conhecida em toda a cristandade na Idade Média. A história é contada na vida de Cirilo de Scythopolis de São Cyriacus , de acordo com John Moschus. Ele fala de uma mulher chamada Maria encontrada por Cyriacus e seus companheiros vivendo como eremita no deserto além do Jordão. Ela lhe disse que tinha sido uma cantora e atriz famosa que havia pecado e estava fazendo penitência no deserto; quando eles voltaram, ela estava morta. Em torno desse núcleo, a seguinte história foi elaborada e recontada popularmente na Idade Média:
Maria começou sua vida no Egito. Seus pais a adoravam, o que já era um mau começo! Ela era o centro do mundo de sua família. Tudo girava, ou tinha que girar em torno dela: papai, o sol, seu gato. Maria não era uma criança infeliz. Pelo contrário, tudo lhe foi dado, todos cederam a ela. Tanto que um dia, aborrecida porque seus pais tiveram a chance de se opor a um de seus caprichos, ela fugiu de casa – aos 12 anos – para a metrópole de Alexandria.

Naquela época, uma menina de 12 anos era uma mulher. Maria era linda. Ela não era aventureira ou ambiciosa ou poderia não ter se lançado na maldade da prostituição por 17 tristes anos. Ela não tinha centro, nada para se orientar; ela não tinha fé em nada, não esperava nada. Ela era cínica e desencantada, ao mesmo tempo adorando e odiando o dinheiro. Há apenas uma explicação para sua vida: ela não amava nada. Dignidade é a premissa para qualquer amor.
Quando ela tentou encontrar seu caminho na cidade, ela pensou em um amigo de seu pai que morava lá. Ele a acolheu, compreendeu-a, ofereceu-lhe refúgio e divertiu-a. Ele destruiu toda modéstia, todo remorso, toda infância nela. Ela foi junto com suas libertinagens até se sentir atraída por outro homem e seus estábulos, então ela abandonou o primeiro pelo segundo, sem aviso prévio. Ela estava presa. Ela vivia como uma moeda reluzente que passa de bolso em bolso; ela fez sua moral consistir em não ter nenhuma, na verdade em perder de vista seu próprio significado. Nada a restringia, nada podia.
Por curiosidade, não por piedade, Maria juntou-se a um grupo de peregrinos que partiam para Jerusalém. Ela pagou sua passagem oferecendo-se aos marinheiros. Em Jerusalém, uma força irresistível a impediu de entrar na igreja com os outros peregrinos. Diante de um ícone representando a Santíssima Virgem ou, segundo outra versão, no Santo Sepulcro, ela foi tomada pela enormidade de sua pecaminosidade. Internamente, foi-lhe dito que atravessasse o Jordão, onde encontraria descanso.
Imediatamente, Maria partiu para o deserto, irreconhecível e irreconhecível, com medo do mundo. Tudo o que ela levou com ela foram três pães miseravelmente pequenos para suprir suas necessidades imediatas, para lhe dar tempo para desenvolver a força para mendigar. Assim, completamente esgotada, ela chegou à margem do rio Jordão. Ela não tinha nenhum desejo de voltar para a casa de seus pais.
Ela fez sua confissão e comungou no mosteiro de São João Batista, mas não permaneceu lá. Ela deixou os monges com suas mortificações. Ela não tinha visto nenhum deles, porque mantinha os olhos fechados. Ela escalou as colinas arenosas até onde começa o deserto. Sua vida continuou marcada por excessos. Maria devia deixar-se secar como uma ameixa seca, pois este foi o remédio que ela mesma concebeu contra sua podridão e decadência moral.
Não podemos conceber tudo o que ela suportou, o que ela buscava, o que ela viveu durante 47 anos em absoluta solidão. Durante esses anos ela sofreu com a seca e o frio. Ela vivia de bagas e tâmaras. Suas roupas se desgastaram. Às vezes ela tinha sido tentada a voltar à sua vida de pecado, mas sempre rezava para a Virgem Maria pedindo forças para resistir à tentação. Ela não sabia ler, mas foi divinamente instruída na fé cristã.
Havia um monge chamado Zósimo, que nos conta algumas coisas sobre Maria. Ele era um homem velho. Por volta de 430, depois de ter vivido em um mosteiro na Palestina por 53 anos decidiu ingressar em uma comunidade com regras mais rígidas perto do rio Jordão. Assim, ele entrou em uma nova área.

Como seus companheiros, todos os anos, no primeiro domingo da Quaresma, ele comia depois da missa; depois, com a cabeça baixa em profunda meditação, partiu sozinho para o deserto. A cada ano, ele avançava ainda mais na solidão dos desertos arenosos, acrescentando um dia extra de caminhada. Desta vez, ele teve que caminhar por 20 dias antes de descansar. Ele se sentou no chão e imediatamente começou a orar. Ele sabia que o meio-dia havia chegado porque sua sombra se contraiu ao seu redor. Distraído, ele viu alguém andando na frente dele. Se fosse o diabo, ele se protegeria contra isso em nome de Jesus Cristo.
Você adivinhou – diante dele estava Maria, a penitente, mas apenas uma pessoa verdadeiramente afiada seria capaz de distingui-la de um homem naquele estado. Ela estava inteiramente nua, mas isso não o incomodava, pois sua pele, queimada pelo sol, era negra e seca como um velho pedaço de madeira. Seu cabelo branco caiu pelas costas. O monge foi até ela, mas ela recuou, gritando: “Jogue-me seu manto para me cobrir, pois não tenho roupas”.
Ele a perseguiu até uma moita de arbustos atrás da qual ela se escondeu. “Responda-me, pelo amor de Deus, o que você está fazendo aqui? Por que e por quanto tempo?” “Zósimo, por favor, me dê seu manto, me abençoe, perdoe meus pecados, e eu sairei…”
Foi assim que ele soube da vida dela, e de tudo o que foi dito e escrito sobre ela desde então. Suas tentações e penitências Zósimus extraía dela em grande detalhe. Maria, a egípcia, falou apenas através da Bíblia, cujo significado ela encontrou novamente espontaneamente no final de sua longa busca espiritual. Zósimo ficou impressionado com seu conhecimento e sabedoria espiritual.
Maria disse a Zósimo: “Deixe-me seu manto; venha me ver no próximo ano na Páscoa, com a Eucaristia, e não diga uma palavra!”
Como havia prometido, Zósimo voltou na Quinta-feira Santa seguinte para dar-lhe a Sagrada Comunhão. Ele também trouxe figos, tâmaras e lentilhas com ele. Mas, depois de Maria ter recebido o sacramento, ela só tomaria dele três lentilhas. Ela agradeceu e implorou que ele voltasse no ano seguinte.
De acordo com uma versão (não, as lendas nem sempre são lógicas), Santa Maria morreu repentinamente durante a noite depois de ter deixado uma mensagem para o monge, seu amigo, que ela traçou na areia e que ele leria um ano depois: “Padre Zósimo, sepulta aqui o corpo da humilde Maria, a pecadora. Dá à terra o que é da terra e ora por mim.” Foi assim que ele aprendeu o nome dela. Ele tinha esquecido de perguntar o que era.
Zósimo, com a ajuda de um leão, enterrou seu corpo. Ele pegou de volta seu manto, que guardou para o resto de sua vida, e então enterrou com reverência Maria, a egípcia. Ela viveu por 78 anos. Dezesseis séculos depois, talvez não haja desertos maiores do que os corações das grandes cidades. Maria egípcia, rogai por nós!

Na verdade, seu corpo foi encontrado morto por dois discípulos de São Ciríaco, um eremita do século VI, e se tornou o centro dessas elaboradas e populares histórias (Attwater, Attwater2, Benedictines, Bentley, Delaney, Encyclopedia, Farmer, Gill).
Na arte, Santa Maria é geralmente retratada vestida apenas com seus longos cabelos com seu emblema, três pães. Ela também pode ser mostrada (1) com Maria Madalena (com quem ela é frequentemente confundida. A Madalena muitas vezes tem uma jarra de ungüento e um crucifixo, enquanto a Egíptica tem três pães); (2) sentado sob uma palmeira e olhando para o outro lado do Jordão; (3) lavar o cabelo no Jordão; (4) expulso da igreja por um anjo com uma espada; ou (5) receber a Sagrada Comunhão de São Zósimo (Roeder). Santa Maria era mais popular no Oriente, mas também tinha um culto ocidental. Sua imagem foi usada por artistas do século XII em capitéis esculpidos, em vitrais nas catedrais de Chartres, Bourges e Auxerre (século XIII), e em pinturas e esculturas do final da Idade Média (Agricultor). Clique aqui para ver um Ícone russo do século XVIII de Maria do Egito…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril02.html#430_St._Mary_of_Egypt_sent_to_desert

– VER TAMBÉM 01 DE ABRIL

19. Em 653, São Longino (Longis). Nascido na Suíça, de pais pagãos, recebeu o batismo e o sacerdócio na Auvergne. Depois foi para o Maine, onde construiu um mosteiro que deu nome à atual localidade de Saint-Longin, na Diocese de Le Mans (Conforme o Martirológio Romano-Monástico – X).

– Ver também São Longis e Santa Inesfreda, págs. 48-49: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

– Ver ainda “… 653 & 638 St. Longis & Agnofleda Confessores de Cristo
Longis, também chamado Lonochilus ou Lenogisil, foi o fundador de um mosteiro no Maine, França. Agnofleda era uma virgem reclusa sob seus cuidados. Acusados ​​por falsos rumores, sua inocência foi provada milagrosamente.

Longis, data desconhecida. São Longis deixou sua família idólatra na Suíça para encontrar a paz como monge e sacerdote em Saint-Longis (Enciclopédia)…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril02.html#653__638_St._Longis__Agnofleda

20. Santa Ebba, abadessa, virgem e mártir. Ver págs. 46-47: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

21. Santa Musa, virgem de Roma. Ver “Desta Santa, fala São Gregório, o Diálogos: “Uma noite, a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, apareceu-lhe, mostrando-lhe muitas jovens vestidas de branco. Musa desejou unir-se a elas, mas não ousava fazê-lo. Se tu o desejas realmente, disse-lhe a Santa Virgem, deixa de agir como criança: põe de lado o riso e as brincadeiras, e dentro de trinta dias serás admitida nesta sociedade”. “A partir daquele momento, produziu-se em Musa completa mudança. Renunciou a todas as frivolidades. Os pais notaram a metamorfose e quiseram saber a razão. Musa referiu-lhes a visão que tivera, falando-lhes da ordem e da promessa da santa virgem, que lhe indicara o dia em que seria admitida no serviço da Mãe de Deus. “Vinte e cinco dias depois Musa foi tomada pela febre, e, ao trigésimo dia, como a hora se aproximasse, viu surgir a santa Virgem com um grupo de jovens. Disse, então, no transporte de sua alegria: Mãe, eis que me vou!” “E expirou””, às págs. 50-51: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%206.pdf

22. Outras Santas e Santos do dia 02 de abril: págs. 26-53 (vol.6): VIDAS DOS SANTOS – 6.pdf (obrascatolicas.com)

Obs. Às vezes entra com o Edge, mas mais com  Google chrome,.Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XXI – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

 * “E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

– Sobre 02 de abril, ver também: 2 de abril – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Todas da internet, foram consultadas no dia de hoje)

  1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia –Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/
  2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 297-300: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-
  3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf
  4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para o Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997
  5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com
  6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.
  7. https://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayApril02.html#

(este site mostra os santos do dia, em inglês. Tradução Google)

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* SENHOR, NOSSO DEUS E PAI AMADO, OBRIGADO POR TUDO O QUE O SENHOR NOS TEM DADO E PERMITIDO VIVER!

QUERIDA MÃE VIRGEM MARIA, SOCORRA-NOS, PROTEJA-NOS!

SÃO JOSÉ, SANTAS/OS E ANJOS, INTERCEDAM POR NÓS! OBRIGADO! AMÉM!

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* PAI AMADO, DÊ-NOS ESPÍRITO DE ORAÇÃO, VIGILÂNCIA, RENÚNCIA, PENITÊNCIA! DÊ-NOS ARDOR MISSIONÁRIO PELO E PARA O SENHOR! TIRE-NOS O TORPOR E A TIBIEZA! DÊ-NOS, AMADO PAI, CORAGEM DE LUTAR COM ENTUSIASMO E FORÇA DE VONTADE, MESMO EM SITUAÇÕES SEDUTORAS, DIFÍCEIS E ESPINHOSAS, PARA ALCANÇAR AQUELA PERFEIÇÃO CRISTÃ DE BONS COSTUMES E SANTIDADE POR MEIO DA ORAÇÃO, ESFORÇO E TRABALHO. DÊ-NOS A DOCILIDADE DAS OVELHAS! SOBRETUDO, DÊ-NOS A GRAÇA! PEDIMOS EM NOME DE JESUS, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA, ESCREVA-NOS:

barpuri@uol.com.br

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* SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDAM POR NÓS! AMÉM!

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  * “O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

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* “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

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* “Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro).

Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

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* “… Não há nada mais difícil do que a oração, pois não há esforços que os demônios não façam para interromper este poderoso meio de os desanimar (Santo Agatão, lembrado em 21 de outubro)

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Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu só lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

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* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

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* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”, mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível”.

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* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

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* Dia 23 de junho: SÃO JOSÉ CAFASSO: “Meios de se preparar para uma boa morte: na primavera de 1860 Dom Cafasso previu que a morte o levaria durante o ano. Ele redigiu um testamento espiritual, ampliando os meios de preparação para uma boa morte que tantas vezes expôs aos retirantes de Santo Inácio, a saber, uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado…” Pai amado, dê-nos a graça de nos prepararmos bem para a morte vivendo uma vida piedosa e justa, o desapego do mundo e o amor a Cristo crucificado. Amém! http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune23.html

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* “… A PAIXÃO VIVE; APENAS ESTÁ REPRIMIDA… ESTÁ APENAS PRESA… AS PAIXÕES VIVEM, APENAS SÃO REPRIMIDAS PELOS SANTOS (COM A GRAÇA DE DEUS!) …”.  SANTAS E SANTOS, INTERCEDAM POR NÓS PARA QUE POSSAMOS REPRIMIR AS PAIXÕES. PAI AMADO, DÊ-NOS A GRAÇA DE REPRIMIR AS PAIXÕES. Santo Abraão, rogue por nós! Amém!” (SANTO ABRAÃO, ERMITÃO, 27 DE OUTUBRO), conforme páginas 52-53: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

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* “… a oração por um ente querido é, para o crente, uma forma de apagar qualquer distância, até mesmo a morte. Em oração, permanecemos na presença de Deus na companhia de alguém que amamos, mesmo que essa pessoa tenha morrido antes de nós

“Não devemos transformar o purgatório em um campo de concentração em chamas à beira do inferno – ou mesmo em um ‘inferno por um curto período de tempo’. É uma blasfêmia pensar nisso como um lugar onde um Deus mesquinho cobra a última libra – ou grama – de carne … Santa Catarina de Gênova (Festa dia 15 de setembro, mística do século 15), escreveu ‘fogo’ do purgatório é o amor de Deus ‘queimando’ a alma para que, por fim, a alma esteja totalmente em chamas. É a dor de querer ser feito totalmente digno de Alguém que é visto como infinitamente amável, a dor do desejo de união que agora está absolutamente assegurada, mas ainda não completamente experimentada

(Leonard Foley, OFM, Crendo em Jesus) …”:

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* Dia 17 de janeiro: Santo Antão (ou Antônio). Oração: “Santo Antônio, você falou da importância de perseverar em nossa fé e nossa prática. Ajude-nos a acordar a cada dia com um novo zelo pela vida cristã e um desejo de enfrentar o próximo desafio em vez de apenas ficar parado. Amém!”

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* 19 de janeiro, São Macário. “… A oração não requer muitas palavras. sobre você, você só precisa dizer: “SENHOR, TEM MISERICÓRDIA!” O Senhor sabe o que é útil para nós e nos concede misericórdia.”… Se você deseja ser salvo, seja como um morto. Não fique com raiva quando insultado, nem orgulhoso quando elogiado.” E ainda: “Se a calúnia é como o louvor para você, a pobreza como a riqueza, a insuficiência como a abundância, então você não perecerá.“…

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* Sobre SANTO ANDRÉ CORSINI (04 de fevereiro): “Ele trabalhou arduamente para subjugar suas paixões por meio de humilhações extremas, obediência até mesmo à última pessoa na casa, pelo silêncio e oração”.

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* “Deus Todo-Poderoso não joga dadosDiante de Deus somos todos igualmente sábios – igualmente tolos!(Albert Einstein, lembrado em 14 de março)

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* “Ó Meu Redentor, chegará aquele terrível momento em que restarão poucos cristãos inspirados pelo espírito de fé, aquele momento em que Sua indignação será provocada e Sua proteção será tirada de nós? Nossos vícios e nossas vidas más moveram irrevogavelmente Sua justiça a se vingar, talvez neste mesmo dia, de Seus filhos para não deixar que a luz da fé se apague nas almas?
“Lembre das antigas misericórdias, volta os olhos compassivos para a vinha plantada com a sua destra, regada pelas lágrimas dos Apóstolos, pelo sangue precioso de inúmeros mártires, e fecundada pelas orações de tantos confessores e virgens inocentes.
“Ó divino Mediador, olhe para aquelas almas zelosas que elevam seus corações ao Senhor e oram sem cessar pela manutenção desse seu dom mais precioso, a Verdadeira Fé. Mantenha-nos seguros na verdadeira fé católica e romana. Preserve-nos em sua santa fé, pois se formos ricos com este dom precioso, suportaremos com prazer todas as tristezas e nada poderá mudar nossa felicidade. Sem este grande tesouro da fé, nossa infelicidade seria indizível e sem limites.
“Ó Bom Jesus, Autor da nossa fé, conservai-a pura em nós; guardai-nos na barca de Pedro, fiel e obediente ao seu sucessor, e Vosso vigário aqui na terra, para que se mantenha a unidade da santa Igreja, a santidade promovida, a Santa Sé protegida em liberdade e a Igreja universal estendida em benefício das almas.
“Ó Jesus, Autor da nossa fé, humilha e converte os inimigos da Sua Igreja; conceda verdadeira paz e concórdia a todos os reis e príncipes cristãos e a todos os crentes; fortalece-nos e preserva-nos no Seu santo serviço até ao fim, para que vivamos com o Senhor e morramos no Senhor.

“Ó Jesus, Autor de nossa fé, deixe-nos viver pelo Senhor e morrer pelo Senhor. Amém.” (São Clemente-Maria Hofbauer, 15 de março)

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* “… SEDE DILIGENTES NO SERVIÇO AOS POBRES . . . AMEM OS POBRES, HONREM-NOS, MEUS FILHOS, COMO VOCÊS HONRARIAM O PRÓPRIO CRISTO… (SANTA LUÍSA DE MARILLAC, 15 DE MARÇO)”

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* “Salve, ó Mãe de toda pureza, virgem imaculada, Mãe de toda misericórdia e Mãe de nosso Salvador; venho rogar-lhe que interceda por um pobre pecador junto ao seu Divino Filho, para que me conceda Sua santa Graça. O inimigo implacavelmente me persegue e me ataca. Você uma vez esmagou a cabeça da serpente ao dar à luz nosso Salvador – ajude-me a superar suas artimanhas e enganos. Você é meu refúgio. Por que você me afastaria? …

Não, ó Virgem graciosa! Você virá em meu socorro e o inimigo será derrotado. Amém!São Nicolau relatou que nunca invocou Maria em vão e que sempre sentiu visivelmente os efeitos de sua proteção.  (São Nicolau de Flue – 21 de março)”

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* A mente é purificada pelo conhecimento espiritual (ou pela santa meditação e oração), as paixões espirituais da alma pela caridade e os apetites irregulares pela abstinência e penitência… (regra resumida da perfeição cristã – que São Serapião repetia muitas vezes) … “Nossos corpos podem se tornar instrumentos do bem ou do mal, dependendo da disposição do coração; tanto os homens justos quanto os ímpios são frequentemente mudados para o outro tipo….”

(São Serapião de Thmuis 21 de março – conf. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMarch21.html#370_St._Serapion_the_Scholastic_Bishop)

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* ORAÇÃO DO ANO DE SÃO JOSÉ “PATRIS CORDE”

Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. 

Amém!

(Conforme < https://radio.cancaonova.com/sao-jose-do-rio-preto/oracao-ano-de-sao-jose/ >)

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* PAI, ABRACE-NOS!

JESUS, ACOLHA-NOS EM SEU CORAÇÃO!

DIVINO ESPÍRITO SANTO, NOS ENCHA E NOS UNA NO AMOR!

MÃEZINHA MARIA, CUIDE DE NÓS!

SÃO JOSÉ, SANTAS, SANTOS E ANJOS, ROGUEM POR NÓS!

POR CRISTO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO! AMÉM!

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* Após Deus, o Pai amado, chamar minha amada esposa e companheira por 38 anos, 9 meses e oito dias, em 24.09.2017, descobri:

1. Posso comunicar com a minha Frô, pela ORAÇÃO;

2. Posso VER, ESCUTAR, SENTIR a FRÔ (transformada, sem dores, linda, maravilhosa) em meu ser;

3. Ela está vivendo nos braços de Deus (bondosos, vigorosos);

4. Um dia vamos estar juntos;

5. Quando Deus me chamar, quero levar coisas boas para o banquete celeste (amor a Deus e ao próximo).

Dê-nos essa Graça, Pai amado! Dê-nos A GRAÇA! AMÉM! Obrigado, Senhor, por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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“Senhor, eu tenho fé. Ajude-me a ter mais fé ainda!” (Mc 9,24)

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* Ver o blog: https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!