Santas e Santos de 16 de novembro

SANTA MAR­GA­RIDA (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, nas­cida na Hun­gria e ca­sada com Malcom III, rei da Es­cócia, deu à luz oito fi­lhos e foi su­ma­mente so­lí­cita pelo reino e pela Igreja; aliava à oração e je­juns a ge­ne­ro­si­dade para com os po­bres, dando assim exemplo ad­mi­rável de es­posa, mãe e rainha. († 1093). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no castelo de Edimburgo, no ano de 1093, Santa Margarida, rainha da Escócia. Com grande consciência, dirigiu a educação humana e cristã de seus muitos filhos, sem negligenciar os deveres de soberana que a levaram, juntamente com o marido, a sustentar a expansão cultural de seu reino. (R). Ver páginas 181-192 (NÃO TEM LINK): – vol. X – VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Edição atualizada por JANNART MOUTINHO RIBEIRO – SOB A SUPERVISÃO DO PROF. A. DELLA NINA (BACHAREL EM FILOSOFIA) – EDITÔRA DAS AMÉRICAS -1959.

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Margarida_da_Escócia_(santa)

– Ver também: https://comeceodiafeliz.com.br/santo/santa-margarida-da-escocia

– Ver “Margarida da Escócia ou Margarida de Wessex (Hungriac. 1045 — Castelo de Edimburgo16 de novembro de 1093), foi rainha consorte da Escócia como esposa de Malcolm III da Escócia.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Margarida_da_Esc%C3%B3cia_(santa)

SANTA GER­TRUDES (também na Folhinha do Coração de Jesus), ape­li­dada «Magna», virgem, que se de­dicou com fervor e per­sis­tência, já desde a in­fância, à so­lidão e ao es­tudo das le­tras e, con­ver­tida to­tal­mente a Deus, in­gressou no mos­teiro cis­ter­ci­ense de Helfta, pró­ximo de Eis­leben, na Sa­xónia, re­gião da Ale­manha, onde pro­grediu de modo ad­mi­rável no ca­minho da per­feição, con­sa­grando-se à oração e con­tem­plação de Cristo cru­ci­fi­cado. Morreu no dia de­zas­sete deste mês. († c. 1302). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santa Gertrudes, a Grande, monja beneditina que voltou para Deus em 1302. Tendo entrado muito jovem no mosteiro de Helfta, na Saxônia, lá recebeu uma sólida formação humanística e teológica, sob a direção de Santa Mectildes. Privilegiada desde os seus vinte e cinco anos com graças místicas, dedicou-se à propagação da celebração litúrgica do Coração de Jesus e à meditação das Escrituras. (R).  Ver páginas 21-24: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gertrudes_de_Helfta

– Ver “Santa Gertrudes de Helfta ou Santa Gertrudes, a Grande (Eisleben6 de janeiro de 1256 — 1302) foi uma beneditina, mística e teóloga alemã.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gertrudes_de_Helfta

3.   Em Cápua, na Cam­pânia, re­gião da Itália, os santos Agos­tinho e Fe­li­ci­dade, már­tires, que, se­gundo a tra­dição, pa­de­ceram no tempo do im­pe­rador Décio. († c. 250)

4*.   Em Déols, na re­gião de Bourges, na Gália, hoje na França, a co­me­mo­ração dos santos Le­o­cádio e Lusor; o pri­meiro, sendo se­nador das Gá­lias e ainda pagão, re­cebeu os pri­meiros arautos da fé cristã neste ter­ri­tório e con­verteu em igreja a sua pró­pria casa; o se­gundo, seu filho, diz-se que fa­leceu quando ainda le­vava as vestes brancas do Baptismo. († s. IV)

5.   Em Lião, também na Gália, Santo Euquério, que, per­ten­cendo à ordem se­na­to­rial, se re­tirou com a sua fa­mília para a vida as­cé­tica numa ilha pró­xima de Lé­rins; e de­pois, eleito bispo de Lião, es­creveu muitas Pai­xões dos santos mártires. († 449). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano 449, o sepultamento de Santo Euquério. Casado e tendo pela frente um brilhante futuro, decidiu de acordo com sua esposa abraçar a vida monástica em Lérins. Eleito para a Sé Episcopal de Lião, serviu a Igreja pela profundidade de sua fé e pela extensão de seus conhecimentos teológicos (M). Ver páginas 49-50: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%S%20-%20,20.pdf

– Ver também “Após a morte de sua esposa (conforme https://www.newadvent.org/cathen/05595a.htm), retirou-se para o mosteiro de Lérins, local onde seus filhos Verânio e Salônio viviam, tendo logo depois partido para a ilha de Lerona onde estudou sobre mortificação. Interessado em aderir aos anacoretas dos desertos orientais, Euquério consultou-se com João Cassiano que em resposta enviou-lhe alguns de seus “Collationes” descrevendo a vida dos eremitas da Tebaida. Nesta mesma época Euquério escreveu sua carta intitulada De laude Eremi para Santo Hilário de ArlesSão Honoratobispo de Marselha e Valeriano.[1]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Euquério_de_Lugduno  

– Ver “Euquério de Lugduno (em latimEucherius Lugdunensis; m. 449) foi um teólogo e bispo de Lugduno da segunda metade do século IV. Ao longo de sua vida escreveu muitas homilias além de obras como Formularium spiritualis intelligentiæ ad VeraniumInstitutiones ad Salonium e Epistola parænetica de contemptu mundi.[1]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Euqu%C3%A9rio_de_Lugduno

6*.   No ter­ri­tório dos Hel­vé­cios, na ho­di­erna Suíça, Santo Ote­maro, abade, que, no local onde São Galo cons­truíra uma cela, fundou um pe­queno hos­pital para le­prosos e um ce­nóbio sob a regra de São Bento e, por de­fender os di­reitos destas ins­ti­tui­ções, foi de­por­tado por vi­zi­nhos po­de­rosos para uma ilha do Reno, onde morreu exilado. († 759). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano de 759, Santo Otmar, abade de Saint-Gall, que preferiu deixar-se expulsar de seu mosteiro a resistir e responder às calúnias de invejosos (M).

7*.   No mos­teiro de Cava de’ Tir­réni, na Cam­pânia, re­gião da Itália, o Beato Si­meão, abade. († 1141)

8.   Em Soisy-Bouy, perto de Pro­vins, na França, o pas­sa­mento de Santo Ed­mundo Rich, bispo de Can­tuária, que, des­ter­rado por de­fender os di­reitos da Igreja, se re­fu­giou no mos­teiro cis­ter­ci­ense de Pon­tigny, onde levou uma vida santa até à sua Bmorte. († 1240). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, a volta para Deus de Santo Edmundo. Depois de ter estudado no País de Gales e ensinado em Oxford, foi eleito arcebispo de Cantuária. Grande defensor da liberdade da Igreja, foi por essa razão exilado, e morreu em 1240 junto com os Cônegos Agostinianos de Soissy-en-Brie, que o haviam acolhido. Foi enterrado na abadia cisterciense de Pontigny, que amava muito. (M). Ver páginas 36-48: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

9*.   Em Assis, na Úm­bria, re­gião da Itália, no con­vento de São Da­mião, Santa Inês, virgem, que, na flor da ju­ven­tude, se­guindo sua irmã Santa Clara, abraçou de todo o co­ração a po­breza sob a di­recção de São Francisco. († 1253). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Assis, Santa Inês, abadessa. Seguiu a sua irmã mais jovem, Santa Clara, no caminho da pobreza e da humildade franciscanas. Dirigiu um mosteiro em Florença sob o signo da compaixão, e voltou para morrer em São Damião, de acordo com seu mais ardente desejo. (X). Ver páginas 51-52: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

10*.   Em York, na In­gla­terra, o Beato Edu­ardo Osbaldeston, pres­bí­tero de Len­castre e mártir, que, de­pois de ter es­tu­dado no Co­légio dos In­gleses de Reims, foi con­de­nado à morte e en­for­cado no rei­nado de Isabel I, ao re­gressar à In­gla­terra como sacerdote. († 1594)

11. Santo Elpídio (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver “Elpídio, Marcelo, Eustóquio e companheiros. Elpídio, que pertencia à ordem senatorial, depois de ter, generosamente, confessado a fé cristã diante de Juliano, o Apóstata, foi ligado, bem como os companheiros, a cavalos selvagens, arrastados com violência, e depois atirados ao fogo, conquistando desta maneira, a gloriosa palma do martírio.”: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

12. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VIII, Santo Emiliano de Vannes, eremita. Um mosteiro beneditino foi instalado sobre os lugares santificados por sua presença, na diocese de Bordeaux. (X)

13. Santo Elfrico de Abingdon. Ver “Elfrico era finlho de um earl de Kent[1] e tornou-se monge na Abadia de Abingdon em Berkshire (moderno Oxfordshire), onde muito provavelmente foi abade[2] antes de se tornar abade de Santo Albano por volta de 975,[3] apesar de alguns historiadores não acreditarem no primeiro posto. Embora a Historia Ecclesie Abbendonensis (“História da Igreja de Abingdon”), nomear Elfrico como abade, as listas de abades não o citam. Uma corroboração indireta do fato é uma concessão de terras que haviam sido injustamente tomadas de Abingdon ao próprio Elfrico (e não ao cargo que ele exercia) quando ele próprio foi arcebispo. Estas terras reverteriam à abadia quando Elfrico morresse.[2]Depois de sua morte, foi considerado santo e passou a ser festeja em 16 de novembro.[22][23]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Elfrico_de_Abingdon

14. Outros santos do dia 16 de novembro: págs. 36-54: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XX – Editora das Américas – 10 de julho de

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 16 de novembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/16_de_novembro

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 882-884:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

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