Santas e Santos de 15 de junho

1.   A co­me­mo­ração de Santo Amós, pro­feta, que era pastor de gado e cul­ti­vador de si­có­moros quando o Se­nhor o en­viou aos fi­lhos de Is­rael, para pro­clamar a sua jus­tiça e san­ti­dade di­vinas contra as pre­va­ri­ca­ções do seu povo.

– Ver “Amós (aquele que ajuda a carregar o fardo ou nome que em hebraico significa “levar” e que parece ser uma forma abreviada da expressão Amosiá, que significa Deus levou) foi um Profeta do Antigo Testamento, autor do Livro de Amós. Amós escreveu em um momento de relativa paz e prosperidade, mas também de negligência das leis de Deus. Ele falou contra uma disparidade crescente entre os muito ricos e os muito pobres (desigualdade social). Os principais temas abordados em sua obra eram a justiça social, a onipotência de Deus e o julgamento divino.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%B3s

2.   Em Do­rós­toro, na Mésia, hoje Si­listra, na Bul­gária, Santo He­sí­quio (Esichio), que era sol­dado quando foi preso jun­ta­mente com São Júlio, e de­pois dele, sob o do­mínio do go­ver­nador Má­ximo, re­cebeu a coroa do martírio († c. 302).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc.III, receberam a palma do martírio os santos Hesíquio, na região do Danúbio inferior; e Dulas, na Ásia Menor. (M)

– Ver “St Tatian Dulas, Martyr. Por volta do ano 310, um prefeito da Cilícia chamado Máximo realizou uma assembleia no promontório de Zéfiro. O primeiro prisioneiro a ser levado perante ele foi um conhecido cristão local que havia sido preso por sua fé. Questionado sobre seu nome, ele disse que era Tatianus, mas que ele era comumente chamado de Dulas… Foi muito torturado…foi martirizado após ter sofrido horríveis torturas (Beneditinos) .M (RM)…

…Tudo o que sabemos sobre São Hesíquio deriva dos Atos – reconhecidamente genuínos – de São Júlio, um mártir de Durostorum na Moésia (a atual Silístria na Bulgária), por volta do ano 302. Quando São Júlio estava sendo levado à execução, Hesíquio disse a a ele: “Eu oro, Júlio, para que você possa felizmente completar seu sacrifício e receber a coroa: e que eu possa segui-lo. Minhas mais calorosas saudações a Pasicrates e Valentius. ” (Esses eram dois outros cristãos conhecidos deles que haviam sido martirizados pouco tempo antes.) Júlio abraçou Hesíquio e respondeu: “Irmão, venha depressa. Eles já ouviram sua mensagem, posso vê-los agora de pé ao meu lado, assim como eu vejo você. ” Na verdade, a execução de Santo Hesíquio ocorreu logo depois da de seu amigo. São Hesychius, “mártir de Durostorum”, é homenageado no Hieronymianum em 15 de junho e também no atual Martirológio Romano…”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune15.html

3.   Na Lu­cânia, hoje na Ba­si­li­cata, re­gião da Itália, São Vito (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir. († data inc.).

https://pt.wikipedia.org/wiki/Vito_da_Luc%C3%A2nia

. No Martirológio Romano-Monástico, no séc. IV, São Guido, vítima da perseguição de Diocleciano. Segundo sua paixão que o tornou muito popular nos países francos e germânicos, ele confessou no meio do anfiteatro romano: “Sou renascido de Deus, por meio da fé, com toda a minha família… Sacrifiquei a Cristo os votos de meu coração… Agora eu me sacrifico, inteiro, a Ele” (M).

Santos Guido, Modesta e Crescência. Ver páginas 381-382 (NÃO TEM LINK): – Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume X – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

– Ver também “São Vito ou São Guido é um santo católico originário da Sicília que viveu durante a perseguição aos cristãos e morreu como mártir da Igreja pelas mãos dos Imperadores Diocleciano e Maximiano. Sua festa é celebrada em 15 de junho.[1]… Segundo a lenda, Vito, Modesto e Crescentia eram mártires de Diocleciano. O primeiro testemunho de sua veneração é oferecido pelo “Martyrologium Hieronymianum“… Fundada em 1919 a Associação Beneficente São Vito Mártir promove anualmente a Festa de São Vito no bairro do Brás, na Zona Leste de São Paulo.[3]

A festa é realizada durante todos os finais de semana, entre os meses de maio e julho, sendo umas das festas populares Italianas mais tradicionais de São Paulo,[3] assim como: a Festa de Nossa Senhora de Casaluce a Festa de Nossa Senhora Achiropita e a Festa de San Gennaro.”:

Vito da Lucânia – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

– Ver “Os vários textos da acta de São Vito e seus companheiros estão devidamente registrados em BHL junto com os relatos das traduções das relíquias, etc. (nn. 8711-8723). O mais importante desses documentos está impresso na Acta Sanctorum, junho, vol. iii. Uma versão grega da história também era corrente e, a partir dela, encontrou seu caminho para as sinaxias. Veja a edição de Delehaye do Constantinopolitanum, c 751 .Tudo aponta para a conclusão de que São Vito foi inicialmente homenageado sozinho, e que os nomes de Modestus e Crescentia só foram associados ao seu depois que algum escritor de romances inventou a história agora corrente. Muito se escreveu sobre o culto a esses mártires…

Vitus, Modestus, & Crescentia MM (RM) (Vitus também conhecido como Guy, Veit, Guido) o único filho de Hylas, um senador na Sicília, tornou-se cristão quando era muito jovem – entre as idades de sete e 12 – por influência dos criados que cuidavam dele. Seu tutor cristão, Modestus, e sua babá, Crescentia (esposa de Modestus), acompanharam-no em suas viagens pela Sicília…

São Vito é um dos Quatorze Santos Auxiliares (Santos Auxiliadores) que, como grupo, são especialmente venerados na França e na Alemanha. Acreditava-se que os Santos Auxiliares possuíam um poder de intercessão especialmente eficaz. Diz-se que as relíquias de Vitus possuem muitas propriedades curativas, especialmente quando os epilépticos oravam diante delas (Attwater, Benedictines, Bentley, Delaney, Encyclopedia, Farmer, Husenbeth, Sheppard, White).”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune15.html

– Sobre os QUATORZE SANTOS AUXILIADORES, ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/Catorze_santos_auxiliares

4.   Em Ar­vena, na Aqui­tânia, hoje Cler­mont-Fer­rand, na França, Santo Abraão, monge, que, oriundo do li­toral do rio Eu­frates, se pôs a ca­minho do Egipto para vi­sitar os ere­mitas, mas, preso pelos pa­gãos, per­ma­neceu cinco anos no cár­cere; de­pois, par­tindo para a Gália, es­ta­be­leceu-se na re­gião do Au­vergne e re­co­lheu-se no mos­teiro de São Cí­rico, onde morreu com avan­çada idade. († c. 480).

Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Clermont, na Auvergne, perto de 480, Santo Abraão, monge. De origem persa, exilou-se para fugir à perseguição e para visitar os Padres do deserto do Egito. De lá chegou à Gália, onde pôs em prática o que havia aprendido. (M).

Ver página 385 (NÃO TEM LINK): – Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume X – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

– Ver também “Abraão de Clermont foi um monge cristão que viveu no século V… Morreu por volta de 479[2]. Após sua morte, teve seu epitáfio composto por Sidônio Apolinário, e sua biografia publicada por Gregório de Tours. Venerado na Igreja Ortodoxa Síria, Sua festa é celebrada em 15 de junho. Ele também é um santo padroeiro contra a febre.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Abra%C3%A3o_de_Clermont

5.   Em Crespin, no Hai­naut, hoje na França, São Lan­de­lino, abade, que, con­ver­tido pelo bispo Santo Aut­berto do ban­di­tismo à prá­tica da vir­tude, fundou o mos­teiro de Lobbes, di­ri­gindo-se de­pois para Crespin, de onde partiu deste mundo. († c. 686).

– Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VII, a volta para Deus de São Landelino. Era um famoso bandido do Artois, que se converteu e decidiu viver como recluso em Lobbes, no Hainaut (Bélgica), e posteriormente em Crespin. Esses eremitérios tornaram-se, com o tempo, intensos focos de vida monástica. (X)

6*.   Em Séez, na Nêus­tria, também na ac­tual França, São Lo­tário, bispo, que, re­nun­ci­ando ao mi­nis­tério epis­copal, se­gundo a tra­dição quis morrer na solidão. († 756)

7.   Em Cór­dova, na An­da­luzia, re­gião da Es­panha, Santa Be­nilde, mártir, que, de idade já avan­çada, morreu du­rante a per­se­guição dos Mouros. († 853)

8.   Em Mont­joux, no ter­ri­tório de Va­lais, São Ber­nardo de Menthon, pres­bí­tero, que foi có­nego e ar­ce­diago de Aosta, mas du­rante muitos anos ha­bitou nos cimos dos Alpes, onde cons­truiu um me­mo­rável ce­nóbio e edi­ficou também hos­pe­da­rias para os pe­re­grinos em dois montes que ainda hoje são co­nhe­cidos pelo seu nome. († 1081).

– Ver página 378 (NÃO TEM LINK): – Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume X – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

Ver dia 28 de maio: Conforme o Martirológio Romano-Monástico de 28 de maio, no ano do Senhor de 1081, São Bernardo de Menthon (também na Folhinha do Coração de Jesus de 28 de maio: São Bernardo de Novara). Nascido no castelo que tem este nome, às margens do lago de Annecy, entrou para os Cônegos Regulares e foi ordenado presbítero. Preocupado com a sorte dos peregrinos que deviam atravessar os Alpes, construiu para eles albergues em pontos elevados. Pio XI o declarou padroeiro dos montanheses e dos alpinistas (M).

– Ver “São Bernardo de Menton ( c. 1008 Menthon-Saint-Bernard (FR) ; † 12 de Junho de 1081 Novara (IT) ) (em italiano: San Bernardo di Mentone, em francês: Saint Bernard de Menthon) é um santo italiano que fundou cerca o Hospício do Monte Joux no actual colo do Grande São Bernardo e reconstruiu o da Coluna de Joux no actual Colo do Pequeno São Bernardo. Bernardo de Menton foi canonizado em 1681 pelo Papa Inocêncio XII e o Papa Pio XI confirmou, em 1923, São Bernardo de Menton como padroeiro dos Alpes e tornou-se assim também o padroeiro dos alpinistas[3]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Bernardo_de_Menton

– Ver também “… O fundador dos dois célebres hospícios do Grande e do Pequeno São Bernardo, que salvou a vida de tantos viajantes alpinos, tem direito ao reconhecimento grato da posteridade… São Bernardo, que salvou a vida de tantos viajantes alpinos, tem direito ao reconhecimento grato da posteridade e é estranho que até anos relativamente recentes nenhuma tentativa foi feita para lidar criticamente com o assunto contido nas biografias obviamente coloridas de São Bernardo. Ele é frequentemente referido como Bernard de Menthon por causa de seu suposto nascimento em Savoy, filho do conde Richard de Menthon e sua esposa da família Duyn…: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMay28.html

9*.   Em Rat­ze­burg, no Hols­tein, ac­tual es­tado da Ale­manha, Santo Is­frido, bispo, que, vi­vendo se­gundo a ob­ser­vância dos Có­negos Pre­mons­tra­tenses, se de­dicou à evan­ge­li­zação dos Vendos. († 1204)

10*.   Em Lon­dres, na In­gla­terra, o Beato Tomás Scryven, mártir, monge da Car­tuxa desta ci­dade, que, no rei­nado de Hen­rique VIII, per­ma­neceu na fé da Igreja e, por isso, con­su­mido pela fome no cár­cere, re­cebeu a coroa do martírio. († 1537)

11*.   Em York, também na In­gla­terra, os be­atos már­tires Pedro Snow, pres­bí­tero, e Ro­dolfo Grimston, que, no rei­nado de Isabel I, foram con­de­nados à morte: o pri­meiro porque era sa­cer­dote, o outro porque tentou livrá-lo da cap­tura, ambos so­freram o su­plício do patíbulo. († 1598)

12.   Em Pi­brac, no ter­ri­tório de Tou­louse, na França, Santa Ger­mana (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem, que, nas­cida de pais des­co­nhe­cidos e su­por­tando desde a in­fância uma vida servil e pe­nosas en­fer­mi­dades, aceitou todo o gé­nero de tri­bu­la­ções com for­ta­leza de alma e rosto alegre, até que, aos vinte e dois anos de idade, des­cansou em paz. († 1601).

– Ver “Santa Germana Cousin, virgem… Germana Cousin, falecida em 1601, deixou o mundo bastante jovem: 22 anos (31 anos na Wikipedia)… Foi muito humilhada e injustiçada… Beatificada em 07 de maio de 1854, foi canonizada a 29 de junho de 1867…” às páginas 387-390 (NÃO TEM LINK): – Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume X – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

– Ver também “Santa Germana Cousin (Pibrac, território de ToulouseFrança 1570 — Pibrac, território de ToulouseFrança 15 de Junho de 1601), de seu nome de batismo Germana Maria de Jesus Cousin. Por causa de sua aceitação a Deus e de seu sofrimento é muito venerada em toda a França

Tornou-se uma amável pregadora da palavra de Deus e uma catequista espontânea dos mais pobres. Tentou converter seu pai e sua madrasta, mas tudo foi em vão. Vivia acompanhada, em suas campanhas de pregação, de crianças e pobres…

Em 1867, foi declarada santa pelo Papa Pio IX. Uma Basílica foi erigida em sua homenagem na sua cidade de origem, onde ainda repousam suas relíquias. É a padroeira da Diocese de Toulouse e de várias paróquias na França”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Germana_Cousin

13*.   Em Bér­gamo, na Itália, o Beato Luís Maria Palázzolo, pres­bí­tero, que fundou a Con­gre­gação das Irmãs Po­bre­zi­nhas e dos Ir­mãos da Sa­grada Família. († 1886)

14.   Em Qi­anshengzhuang, perto da ci­dade de Liushuitao, no Hebei, pro­víncia da China, Santa Bár­bara Cui Lianzhi, mártir, que, de­pois de ter sido as­sas­si­nado o seu filho, ao fugir de noite para salvar a vida, foi presa pelos ini­migos dos cris­tãos e cru­de­lis­si­ma­mente tor­tu­rada até à morte. († 1900)

15♦.   Em São Luís, ci­dade do es­tado de Santa Ca­ta­rina, no Brasil, a Beata Al­ber­tina Berkenbrock (também na Folhinha do Coração de Jesus), virgem e mártir que aos doze anos foi as­sas­si­nada por de­fender he­roi­ca­mente a sua castidade. († 1931).

– Ver “Beata Albertina Berkenbrock (Imaruí11 de abril de 1919 — Imaruí, 15 de junho de 1931) foi uma menina brasileira a quem são atribuídos milagres. Em 2007 foi declarada oficialmente beata pela Igreja Católica Apostólica Romana

… Seus pais e familiares souberam educar a menina na fé, transmitiram-lhe muito cedo as principais verdades da Igreja. Ela aprendeu logo as orações, era perseverante em fazê-las e muito recolhida ao rezar. Sempre que um padre aparecia em São Luís, lá ia ela participar da vida religiosa da comunidade.

Confessava-se com frequência, ia regularmente à missa, comungava com fervor, e preparou-se com muita diligência para a primeira comunhão. Falava muitas vezes da Eucaristia e dizia que o dia de sua primeira comunhão fora o mais belo de sua vida.

Albertina foi também muito devota de Nossa Senhora, venerava-a com carinho, tanto na capela da comunidade como em casa. Junto com os familiares recitava o terço e recomendava a Maria sua alma e sua salvação eterna. Tinha especial devoção a São Luís Gonzaga, titular da capela e modelo de pureza.

A formação cristã instilou em Albertina a inclinação à bondade, às práticas religiosas e à vivência das virtudes cristãs, na medida em que uma menina de sua idade as entendia e podia vivê-las. Nada de estranho se seus divertimentos refletiam seu apego à vida religiosa. Gostava de fazer cruzinhas de madeira, colocava-as em pequenos sepulcros, adornava-os com flores.

Foi no ambiente simples, belo e cristão de sua família que Albertina cresceu. Ajudava os pais nos trabalhos da roça e em casa. Foi dócil, obediente, incansável, sacrificada, paciente, mesmo quando os irmãos a mortificavam, e até lhe batiam. Ela suportava tudo em silêncio, unindo-se aos sofrimentos de Jesus que amava sinceramente…

Conhecida pelo povo da Diocese de Tubarão como “a nossa Albertina”, também conhecida como a Maria Goretti brasileira. Nasceu na comunidade de São Luís, município de Imaruí, estado de Santa Catarina. Era filha do casal de agricultores, Henrique e Josefina Berkenbrock, e teve mais oito irmãos e irmãs. Foi batizada no dia 25 de maio de 1919, crismou-se a 9 de março de 1925 e fez a primeira comunhão no dia 16 de agosto de 1928. Assassinada em 15 de junho de 1931, aos doze anos de idade. Teve vida simples e humilde no meio rural do seu município natal.

A ela foram atribuídos milagres após sua morte violenta, depois de tentativa de estupro. Os milagres seriam obtidos por invocação junto a seu túmulo, o que motiva peregrinações

Albertina foi batizada no dia 25 de maio de 1919, crismou-se a 9 de março de 1925 e fez a primeira comunhão no dia 16 de agosto de 1928…Assassinada em 15 de junho de 1931 por Maneco…

Maneco lhe teria proposto seus intentos, mas Albertina, decidida, não aceita, sabendo que o que o empregado lhe propunha era errado aos olhos de Deus. Então, Maneco teria tentado se apossar de Albertina à força, mas ela não se deixa subjugar. Segundo os relatos, ela teria lutado contra o seu assassino, quase o derrubando. Mas em algum momento, ele a derrubou e a segurou, mesmo com todas as tentativas de resistência por parte da menina, que teria agarrado seu vestido e se coberto o mais que pode.

Então Maneco, derrotado moralmente pela menina, a assassinou por vingança, agarrando-a pelos cabelos, afundando o canivete no pescoço e a matando por degola, porém sem violá-la.

O assassino despistou o crime, dizendo que encontrou o corpo de Albertina e colocando a culpa de tudo em João Candinho: “Foi esse

e, acompanhado por Candinho e outras pessoas, foi à casa do homem que matou Albertina!” O rapaz foi preso, protestou, jurou inocência aos prantos, mas foi tudo inútil. Os colonos, que testemunharam tudo, começaram a duvidar: “Acaso não seria Maneco o assassino?”

… Como contam testemunhas, Maneco aparecia toda hora por perto da sala onde se velava o corpo de Albertina, e sempre que se aproximava, a ferida do pescoço de Albertina vertia sangue. Pensava o povo: “Não seria um sinal?”

Enquanto o povo cismava, Maneco tramava sua fuga.

Dois dias depois chegou o prefeito de Imaruí, que acalmou a população e mandou soltar João Candinho. Foi à capela, tomou um crucifixo pai de Albertina e o colocou sobre o peito da menina morta. Mandou também que João Candinho colocasse as mãos sobre o crucifixo e jurasse que era inocente, e ao fazer isto, segundo os presentes, a ferida parou de sangrar.

Entretanto, Maneco acabava de fugir. Preso em Aratingaúba, confessou este e outros crimes: confessou um cometido em Palmas, onde matara um sargento, e também o assassinato de um homem em São Ludgero. E também teria revelado que matou Albertina porque ela recusara ceder à sua intenção de manter relações sexuais com ela.

Maneco Palhoça foi levado para Laguna. Correu o processo, e ele foi condenado. Levado para a penitenciária, se comportou bem enquanto esteve na prisão e depois de alguns anos faleceu.

Mas, apesar de sua morte terrível, Albertina continuou sendo exemplo para toda a região, sendo cultuada até hoje como sinônimo de generosidade, modéstia, auto-sacrifício, obediência a Deus e pureza…”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Albertina_Berkenbrock

16♦.   Em Mong Ping, na Bir­mânia, no ac­tual Myanmar, o Beato Cle­mente Vismara, pres­bí­tero missionário. († 1988)

17. Santa Líbia, também na Folhinha do Coração de Jesus.

– Ver “Sabemos muito pouco sobre o martírio e a morte da madre Leonida e das outras freiras, junto com ela martirizadas. No ano de 310 a madre Leonida foi decapitada, a madre Livia queimada vida e a santa Eutropia faleceu durante a tortura. Tropário: Senhor, a Tua cordeira Leonida está clamando: a Ti, meu Esposo, amo, e a Ti procurando, estou sofrendo, me crucificando e me sepultando no Teu batismo, por Ti estou sofrendo para viver junto Contigo, portanto, receba-me como uma oblação imaculada, pois foi com grande amor que me sacrifiquei por Ti. Por orações dela, salve as nossas almas, ó Misericordioso.”: https://www.fatheralexander.org/booklets/portuguese/saints_3_p.htm#_Toc9418121

– Ver também “Lybe, Leonis e Eutropia. Lybe foi decapitada; Leonis, sua irmã, morreu na fogueira; e a escrava de 12 anos, Eutropia, foi usada como alvo para os soldados praticarem seus disparos. Seu martírio aconteceu sob Diocleciano em Palmyra, na Síria (beneditinos). MM (RM)”: http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayMay28.html

18. Bem-aventurado Gregório Luís Barbadigo. Ver páginas 379-380 (NÃO TEM LINK): – Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume X – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

19. Santo Orsiésio, abade. Ver páginas 383-384 (NÃO TEM LINK): – Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume X – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

20. Outros santos do dia 15 DE JUNHO: páginas: 378-391 – Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume X – Editora das Américas – 10 de julho de 1959 – NÃO TEM LINK

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex., ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 15 de junho, ver ainda: 15 de junho – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

BIBLIOGRAFIA:

1.MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIA NO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINA 471-473: Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp- content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%2 0-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

7. http://www.lngplants.com/Saint_of_the_DayJune15.html

DIVERSOS (OBSERVAÇÕES, CITAÇÕES E ORAÇÕES)

* Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Virgem Maria, socorra-nos, proteja-nos

São José, Anjos e Santos, intercedam por nós! Obrigado! Amém!

PAI AMADO DÊ-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS OS QUE O SENHOR JÁ CHAMOU E OS QUE ESTÃO AQUI, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A  MÃEZINHA MARIA, SÃO JOSÉ E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR TAMBÉM! DÊ-NOS A SUA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, SEU FILHO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO! NÓS CONFIAMOS NO SENHOR! AMÉM!

OBSERVAÇÃO:

MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE   SANTAS, SANTOS E MÁRTIRES.

ACEITAMOS SUGESTÕES. CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS! AMÉM!

“O maior jejum é a abstinência do vício” (Santo Agostinho)

“Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!” (últimas palavras do jovem mártir São José Sánchez del Rio, lembrado em 10 de fevereiro)

“Ó meu Deus, sabeis que fiz tudo quanto me foi dado fazer.” (últimas palavras de São João Batista da Conceição Garcia, 14 de fevereiro). Que essas palavras sejam também as nossas, quando o Pai amado nos chamar. Amém!

* “Senhor, não permita que eu entristeça o Divino Espírito Santo que o Senhor derramou sobre mim na Confirmação. Divino Espírito Santo me inspire, me guie para que eu sempre lhe dê alegria! Peço-lhe, Senhor, Pai amado, por Jesus Cristo, na unidade do Divino Espírito Santo! Amém!” (baseado na Coleta Salmódica após o Cântico Ez 36,24-28 do sábado depois das cinzas de 2021)

* Jesus me diz: “Filho (filha), eu estou com você!”

* “Os santos são uma “nuvem de testemunhas sobre a nossa cabeça”,
mostrando-nos que a vida de perfeição cristã é possível.

(conforme: Saint of the Day (lngplants.com)

ou

Saint of the Day May 20 (lngplants.com)

* “…santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado…” (Homilia de Beatificação de Padre Manoel e o Coroinha Adílio, lembrados em 21 de maio)

-Ver o blog:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

MUITO OBRIGADO!

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