Santas e Santos de 21 de novembro

ME­MÓRIA DA APRE­SEN­TAÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA. No dia se­guinte à de­di­cação da ba­sí­lica de Santa Maria a Nova, cons­truída junto ao muro do an­tigo templo de Je­ru­salém, ce­lebra-se a de­di­cação que fez de si mesma a Deus desde a in­fância aquela que seria a Mãe de Deus, mo­vida pelo Es­pí­rito Santo, que a en­cheu de graça desde a sua Ima­cu­lada Conceição. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, apresentação da Bem-Aventurada Virgem Maria, predestinada a tornar-se o templo vivo da divindade. Esta festa é solenemente celebrada pelos Orientais. (R). Ver páginas 174-179: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver EXORTAÇÃO APOSTÓLICA MARIALIS CULTUS de Paulo VI: http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/apost_exhortations/documents/hf_p-vi_exh_19740202_marialis-cultus.html

– Ver também “A Apresentação da Virgem Maria (no ocidente) ou A Entrada da Mais Sagrada Thetokos no Templo (no oriente) são nomes de uma festa litúrgica celebrada pela Igreja Católica, inclusive as de tradição oriental, e pela Igreja Ortodoxa… O relato da apresentação da Virgem Maria no Templo se baseia principalmente no Evangelho de Tiago, que tem sido datado pelos historiadores em por volta de 200 d.C. A história relata que para agradecer o nascimento da filha Maria, Joaquim e Ana decidiram consagrá-la a Deus e a levaram, aos três anos, para o Templo em Jerusalém. A apresentação de Maria traça paralelos com a do profeta Samuel, cuja mãe, Ana (Hannah), como Ana, também acreditava ser estéril e ofertou o filho como presente a Deus em Siló[1].

Maria permaneceu no Templo até os doze anos[1], quando foi confiada a José, seu novo guardião. De acordo com a tradição copta, Joaquim morreu quando Maria tinha seis anos de idade e sua mãe, quando ela tinha oito[1]. Ainda que sem nenhum fundamento histórico, a tradição serve para demonstrar que Maria, mesmo na infância, já estava completamente dedicada a Deus. É deste relato que que surgiu a festa da Apresentação de Maria[2]… Para a Igreja Católica, no dia da Apresentação de Maria, “nós celebramos a dedicação de si própria que Maria fez a Deus desde a sua tenra infância sob a inspiração do Espírito Santo, que preencheu-a com sua graça…”[6]. O papa Paulo VI, em sua encíclica de 1974, Marialis Cultus, escreveu que “apesar de seu conteúdo apócrifo, [a história da Apresentação] apresenta elevados e exemplares valores e avança veneráveis tradições de origem nas igrejas orientais”[2].”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Apresentação_de_Nossa_Senhora

– Ver ainda, em inglês, versão web “É uma tradição antiga, que a Virgem Maria foi assim solenemente oferecida a Deus no templo em sua infância.”: https://web.archive.org/web/20131123075320/http://www.passionistnuns.org/Saints/PresentationBVM/index.htm

2.   Co­me­mo­ração de São Rufo, a quem o após­tolo São Paulo, na sua Epís­tola aos Ro­manos, chama eleito do Senhor. São Paulo considerava a mãe de São Rufo como sua mãe (Rom 16,13).

3.   Em Pa­rén­tium, na Ís­tria, hoje Porec, na Croácia, Santo Amaro (Mauro), bispo e mártir. († c. s. IV)

4.   Em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, Santo Agápio, mártir, que, muitas vezes tor­tu­rado, mas sempre di­fe­rido para su­plí­cios mais duros, du­rante os jogos do an­fi­te­atro foi ati­rado a um urso para que o de­vo­rasse na pre­sença do im­pe­rador Ma­xi­mino; mas, como ainda ficou com vida, no dia se­guinte ataram-lhe pe­dras aos pés e lan­çaram-no ao mar.(† 306). No Martirológio Romano-Monástico, DIA 20 DE NOVEMBRO:  em Cesaréia da Palestina, em 306, Santo Agápio. Mártir. Segundo o historiador Eusébio, este campeão da religião foi levado para o meio do anfiteatro e intimado a renegar sua fé. Respondeu em voz alta e clara que “não era por culpa de um crime, mas por causa da religião do Deus do Universo que ele iria sofrer”. (M)

– Ver páginas 170-171: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

5.   Em Roma, junto de São Pedro, São Ge­lásio I (também na Folhinha do Coração de Jesus), papa, ilustre pela sua dou­trina e san­ti­dade, o qual, para evitar que a au­to­ri­dade im­pe­rial pre­ju­di­casse a uni­dade da Igreja, es­cla­receu pro­fun­da­mente as com­pe­tên­cias dos dois po­deres e a sua mútua in­de­pen­dência; mo­vido pela sua grande ca­ri­dade e pelas ca­rên­cias dos in­di­gentes, para so­correr os po­bres morreu em ex­trema pobreza. († 496). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano do Senhor de 496, São Gelásio I, papa. Dionísio, O Menor, declara que ele procurou mais servir do que exercer sua autoridade, que associou a castidade aos méritos da doutrina e que morreu pobre, após ter enriquecido os indigentes. A ele foi atribuído o Sacramentário que traz o seu nome. (M). Ver página 180: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Gelásio_I

– Ver “Gelásio I (em latimGelasius I) foi papa de 1 de março de 492, até a data de sua morte, em 21 de novembro de 496. Natural da antiga província de África, combateu o pelagianismo, o maniqueísmo e o arianismo, também ratificou os livros canônicos e apócrifos aprovados pela Igreja no Decretum Gelasianum.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Gel%C3%A1sio_I

6.   Em Ce­sena, na Fla­mínia, hoje na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, Santo Amaro (Mauro), bispo. († 946)

7*.   Em Roma, a Beata Maria de Jesus Bom Pastor (Fran­cisca de Si­e­dliska), virgem, que deixou a Po­lónia por causa das di­fí­ceis con­di­ções im­postas pelos go­ver­nantes e fundou o Ins­ti­tuto das Irmãs da Sa­grada Fa­mília de Na­zaré para prestar as­sis­tência aos emi­grantes da sua pátria. († 1902)

8. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, Nas proximidades de Reims, no ano da graça de 1192, Santo Alberto de Louvain (também na Folhinha do Coração de Jesus), martirizado por ter defendido os direitos da Igreja diante do imperador da Alemanha, Henrique V (M)

9. São Celso (também na Folhinha do Coração de Jesus)

10. São Colombano, abade. Ver páginas 181-184: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

11. São Nicolau Giustiniani e esposa Santa Ana. Ver página 185: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

12. Outros santos do dia 21 de novembro: págs. 174-185: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XX – Editora das Américas – 10 de julho de 1959

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 21 de novembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/21_de_novembro

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 895-896:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

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SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

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Ver:

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Santas e Santos de 20 de novembro

1.   Em An­ti­o­quia, na Síria, hoje An­takya, na Tur­quia, São Ba­sílio, mártir. († s. III)

2.   Em Ás­tigi, na His­pânia Bé­tica, hoje Écija, na Es­panha, São Crispim, bispo e mártir. († s. III)

3.   Em Do­rós­toro, na Mésia, hoje Si­listra, na Bul­gária, São Dásio, mártir. († c. s. IV). Ver páginas 166-167: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

4.   Em Turim, na Li­gúria, hoje no Pi­e­monte, re­gião da Itália, os santos Oc­távio, So­lutor e Ad­ventor, mártires. († s. IV). Santo Otávio (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver “Em Turim, os santos mártires Otávio, Solutor e Adventor, soldados da legião tebana: combatendo corajosamente, sob o imperador Maximiano, receberam a coroa do martírio. No fim do século IV, Máximo, bispo de Turim, exortava os fiéis a honrar especialmente os mártires que haviam derramado o sangue na cidade e cujas relíquias nela repousavam. O bispo não nomeia os mártires. Contudo, um século mais tarde, Enódio de Pavia escreveu que, indo certa vez a Briançon, visitou a basílica dos santos Otávio, Solutor e Adventor. Segundo a Paixão, Otávio, Solutor e Adventor eram soldados. Quando do massacre, escaparam de. Agaune, mas os perseguidores foram-lhes ao encalço, apresando-os em Turim. Otávio e Adventor foram mortos, mas Solutor, que era bem mais moço, conseguiu fugir, embora estivesse bastante ferido, duma lançada. Escondeu-se. Um menino, que – o viu, denunciou-o aos perseguidores. Agarrado levaram-no até as imediações do Dora Riparia, num pântano num pântano, e, ali, cortaram-lhe a cabeça. O charco, então, diz a Paixão, secou-se no mesmo instante em que a cabeça do bravo cristão lhe despregava dos ombros. Pouco mais tarde, uma piedosa mulher do lugar, Juliana, tendo convidado os matadores para cear, tanto lhes deu de beber que os embriagou, conseguindo deles arrancar o que procuravam manter em segredo, isto é, o lugar em que os corpos dos mártires tinham sido escondidos. Assim, digna e honrosamente, pôde enterrá-los.”, páginas 169-170: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

5*.   Em Ver­celas, também na Li­gúria, no ac­tual Pi­e­monte, São Te­o­nesto, mártir, em cuja honra Santo Eu­sébio edi­ficou uma basílica. († a. 313)

6*.   Em Be­ne­vento, na Cam­pânia, também re­gião da Itália, São Doro, bispo. († s. V)

7.   Em Cha­lons-sur-Saône, na Bor­gonha, agora na França, São Sil­vestre, bispo, que aos qua­renta anos do seu sa­cer­dócio, pleno de dias e de vir­tudes, foi ao en­contro do Senhor. († c. 520-530)

8*.   No monte Jura, no ter­ri­tório de Lião, também na ac­tual França, Santo Hi­pó­lito, abade e bispo. († c. 770)

9.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, São Gre­gório De­ca­po­lita, monge, que, de­pois de ter pro­fes­sado a vida mo­nás­tica e mais tarde ana­co­reta, se fez pe­re­grino, de­tendo-se muito tempo em Tes­sa­ló­nica e fi­nal­mente em Cons­tan­ti­nopla, onde lutou ener­gi­ca­mente pelo culto das ima­gens sa­gradas e en­tregou a sua alma a Deus. († 842). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Constantinopla, em 842, São Gregório Decapolita. Impregnado pelas Sagradas Escrituras, serviu a Igreja pela defesa do culto das santas imagens e por sua irradiação espiritual. (M). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gregório_de_Decápolis

– Ver “São Gregório de Decápolis ou Gregório Decapolita (Όσιος Γρηγόριος ο Δεκαπολίτης; antes de 797 – 20 de novembro de 842 ou antes) foi um monge bizantino do século IX, notável por seus milagres e suas viagens através do mundo bizantino. Ele é conhecido como “O Novo Taumaturgo” (ο νέος θαυματουργός, ho neos thaumatourgos), e seu dia de celebração na Igreja Ortodoxa é 20 de novembro.[1][2]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Greg%C3%B3rio_de_Dec%C3%A1polis

10.   Na In­gla­terra, Santo Ed­mundo (também na Folhinha do Coração de Jesus), mártir, que, sendo rei dos An­glos ori­en­tais, foi cap­tu­rado na ba­talha contra os in­va­sores pa­gãos e, pela sua pro­fissão de fé em Cristo, me­receu ser co­roado com o martírio(† 869). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça dd 870, a morte sangrenta de Santo Edmundo, rei da Estânglia. Capturado pelos dinamarqueses, que não conseguiram fazê-lo apostatar, foi decapitado. Um mosteiro recebeu seu nome e contribuiu para a difusão de seu culto no séc. XI. (M)

11.   Em Hil­desheim, na Sa­xónia da Ger­mânia, hoje na Ale­manha, São Ber­nu­ardo (Bernvardo), bispo, que de­fendeu os seus fiéis das in­va­sões, res­taurou a dis­ci­plina do clero em nu­me­rosos sí­nodos e pro­moveu a vida monástica. († 1022)

12*.   Na Ca­lá­bria, re­gião da Itália, São Ci­priano, abade de Ca­la­mízzi, que con­servou fi­el­mente as normas e os exem­plos dos Pa­dres ori­en­tais, foi se­vero para con­sigo e ge­ne­roso para com os po­bres e bom con­se­lheiro para todos. († c. 1190)

13.   Em Hanoi, no Ton­quim, hoje no Vi­etnam, São Fran­cisco Xa­vier Can, mártir, que, sendo ca­te­quista, por causa da sua fé foi es­tran­gu­lado e de­go­lado no tempo do im­pe­rador Minh Mang. († 1837)

14*.   Em Vé­roli, no Lácio, re­gião da Itália, a Beata Maria For­tu­nata (Ana Félix Víti), da Ordem de São Bento, que exerceu o ser­viço de rou­peiro quase toda a sua vida, pro­cu­rando sempre cum­prir de todo o co­ração os pre­ceitos da Regra. († 1922)

15*.   Pró­ximo de Va­lência, na Es­panha, as be­atas Ân­gela de São José (Fran­cisca Lloret Marti) e ca­torze com­pa­nheiras, vir­gens e már­tires – uma era su­pe­riora geral e as ou­tras re­li­gi­osas da Con­gre­gação da Dou­trina Cristã –, que pa­de­ceram por causa da sua fé em Cristo, du­rante a per­se­guição re­li­giosa na de­vas­ta­dora guerra civil.  São estes os seus nomes: Maria do Su­frágio (An­tónia Maria Orts Baldó), Maria das Dores (Maria de Mont­serrat Lli­mona Planas), Te­resa de São José (As­censão Duart y Roig), Isabel Ferrer Sa­briá, Maria da As­sunção (Jo­sefa Mon­goche Homs), Maria da Con­ceição (Emília Martí Lacal), Maria da Graça (Paula de Santo An­tónio), Co­ração de Jesus (Maria da Pu­ri­fi­cação Gómez Vives), Maria do So­corro (Te­resa Ji­ménez Bal­doví), Maria das Dores (Ger­trudes Surís Bru­sola), Inácia do San­tís­simo Sa­cra­mento (Jo­sefa Pas­cual Pal­lardó), Maria do Ro­sário (Ca­ta­rina Calpe Ibáñez), Maria da Paz (Maria Isabel López Garcia) e Mar­cela de São Tomás (Áurea Navarro). († 1936)

16*.   Em Pi­ca­dero de Pa­terna, também perto de Va­lênçia, a Beata Maria dos Mi­la­gres Or­tells Gi­meno, virgem da Ordem das Cla­rissas Ca­pu­chi­nhas e mártir, que du­rante a mesma per­se­guição, foi co­roada pelo mar­tírio no tes­te­munho de Cristo. († 1936)

 17. Santo Ambrósio de Camaldoli (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver “Ambrogio TraversariO.S.B. Cam., também Ambrósio, dito Camaldulense (em latimAmbrosius Traversarius; em italianoAmbrogio Camalduli) foi um presbíteroteólogo e humanista italianoprior geral dos camaldulenses. Considerado santo pelos camaldulenses.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ambrogio_Traversari

– Ver: Bem-Aventurado Ambrósio Traversári. Ver páginas 168-169: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ambrogio_Traversari

18. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Cesaréia da Palestina, em 306, Santo Agápio. Mártir. Segundo o historiador Eusébio, este campeão da religião foi levado para o meio do anfiteatro e intimado a renegar sua fé. Respondeu em voz alta e clara que “não era por culpa de um crime, mas por causa da religião do Deus do Universo que ele iria sofrer. (M). No Martirológio Italiano, DIA 21 DE NOVEMBRO, em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, Santo Agápio, mártir, que, muitas vezes tor­tu­rado, mas sempre di­fe­rido para su­plí­cios mais duros, du­rante os jogos do an­fi­te­atro foi ati­rado a um urso para que o de­vo­rasse na pre­sença do im­pe­rador Ma­xi­mino; mas, como ainda ficou com vida, no dia se­guinte ataram-lhe pe­dras aos pés e lan­çaram-no ao mar.(† 306).

– Ver páginas 170-171: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

19. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Pérsia, em 341, a paixão do bispo São Marsésio e seu discípulo São José. Marsésio confessou assim sua fé diante do rei Sapor: “Quanto a mim, um octogenário, sempre honrei o Deus único e verdadeiro. Queira Deus que não me aconteça quebrar o meu pacto com Aquele que me observa, nem perder a confiança n’Aquele que confia em mim, ao adorar o sol que Ele criou”. (M)

20. São Félix de Valois, ver páginas 163-165: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Félix_de_Valois

– Ver “Félix de Valois (AmiensFrança, 16 de abril de 1127 – Cefroid, França, 4 de novembro de 1212) foi um monge eremita francês e um dos fundadores da ordem dos Trinitários.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9lix_de_Valois

21. Beata Josafata Hordashevska. Ver “Bem-Aventurada Josafata Hordashevska, ISMI, nascida Michaelina Hordashevska (Leópolis20 de novembro de 1869 — Leópolis 7 de abril de 1919), religiosa greco-católica ucraniana, foi o primeiro membro das Irmãs Servas de Maria Imaculada.[1]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Josafata_Hordashevska

22. São José Luíz Sánchez del Rio (Na Wikipedia em 20 de novembro). Também em 10 de fevereiro. José Sánchez del Río (28 de março de 191310 de fevereiro de 1928) foi um jovem de 14 anos de idade, martirizado e sacrificado por oficiais do governo Mexicano por defender sua fé, durante a perseguição religiosa no México. Beatificado em 20 de novembro de 2005 e canonizado em 16 de outubro de 2016 pelo Papa Francisco: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Lu%C3%ADs_S%C3%A1nchez_Del_R%C3%ADo

– Ver “Suas últimas palavras antes de ser fuzilado foram: “Nos vemos no Céu. Viva Cristo Rei! Viva sua mãe, a Virgem de Guadalupe!””: https://jovensconectados.org.br/viva-cristo-rei-conheca-o-jovem-martir-sao-jose-luis-sanchez-del-rio.html

– Ver ainda “…Duas testemunhas do seu martírio contaram que cotaram a sola dos seus pés e lhe obrigaram a caminhar descalço até sua tumba, enquanto batiam nele.

O Pe. Gonzalez disse que “queriam obrigá-lo a abandonar a fé com a tortura, mas não conseguiram. Seus lábios somente se abriram para gritar ‘Viva Cristo Rei! Viva a Virgem de Guadalupe!’”.

No cemitério, o chefe dos soldados ordenou que o esfaqueassem para que os tiros não fossem ouvidos. A cada facada, José gritava: “Viva Cristo Rei!!”, “Viva a Virgem de Guadalupe!”. Depois, o chefe deu dois tiros na sua cabeça. Eram 23h30 do dia 10 de fevereiro de 1928.”:  https://www.acidigital.com/noticias/7-coisas-que-deve-saber-sobre-sao-jose-sanchez-del-rio-71104

– Ver também “São José Sánchez del Rio, 10 de fevereiro Diante de sua tumba, foi pendurado em uma árvore e esfaqueado. Um dos carrascos o desceu e perguntou que mensagem deixava aos seus pais. O menino respondeu: “Que viva Cristo Rei e que nos veremos no céu”. Diante dessa resposta, o homem lhe deu um tiro na cabeça e o matou. São José Sánchez del Río foi beatificado em Guadalajara (México), em 20 de novembro de 2005, pelo Cardeal José Saraiva Martins, e canonizado em Roma (Itália), pelo Papa Francisco, em 16 de outubro de 2016, junto a outros seis beatos, entre eles o argentino Padre Brochero”: http://www.diocesedeamparo.org.br/index.php/2019/02/10/sao-jose-sanchez-del-rio-10-de-fevereiro/

– Em 10 de fevereiro: Em Co­tija, no Mé­xico, São José Sán­chez del Rio, mártir. († 1927). Fuzilado aos 14 anos no México. Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Lu%C3%ADs_S%C3%A1nchez_Del_R%C3%ADo

23. Outros santos do dia 20 de novembro: págs. 163-173: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XX – Editora das Américas – 10 de julho de

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 20 de novembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/20_de_novembro

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 892-894:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

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Ver:https://vidademartiressantasesantos.blog/

Santas e Santos de 19 de novembro

Memória dos Santos Roque González, Afonso Rodrigues (LEMBRADOS DIA 16 DE NOVEMBRO) e João del Castillo (também na Folhinha do Coração de Jesus). Anotações de 17 de novembro: Em As­sunção, no Pa­ra­guai, São João del Castillo, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que numa das «Re­du­ções», fun­dada neste mesmo ano por São Roque Gon­zález e con­fiado aos seus cui­dados, foi sub­me­tido a cruéis su­plí­cios por ins­ti­gação de um fei­ti­ceiro e fi­nal­mente ape­dre­jado, mor­rendo por Cristo. († 1628). São Roque González, São João del Castilho e Santo Afonso Rodrigues. Conforme o Martirológio Romano-Monástico de 19 de novembro, Santos Roque González, Afonso Rodrigues e João del Castillo, jesuítas que no séc. XVII foram martirizados no Paraguai, nas chamadas Reduções indígenas, quando evangelizavam os nativos e os defendiam contra os colonizadores europeus. Canonizados por João Paulo II em sua visita ao Paraguai em 1988. (R). Ver página 105: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– No Diretório de Liturgia da CNBB: Memória dia 19 de novembro.

Ver: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-sao-roque-gonzales-e-companheiros-martires/411/102/

– Ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/Roque_González_de_Santa_Cruz

EM 15 DE NOVEMBRO: Em Caaró, lo­ca­li­dade do Pa­ra­guai, os santos Roque Gon­zález e Afonso Ro­drí­guez, pres­bí­teros da Com­pa­nhia de Jesus e már­tires, que apro­xi­maram de Cristo os povos in­dí­genas aban­donados, fun­dando as cha­madas «re­du­ções», onde as­so­ci­aram li­vre­mente as artes e a vida so­cial com a vida cristã; por isso foram as­sas­si­nados à traição por um si­cário adicto a artes mágicas. († 1628). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Roque_González_de_Santa_Cruz

– Ver “Roque González de Santa CruzSJ (Assunção, 16 de agosto de 1576 — Caibaté15 de novembro de 1628) foi um religioso santo, natural do Paraguai, que entrou na história do Brasil meridional ao disseminar a religião cristã entre os povos originais das terras do oeste Rio Grande do Sul.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Roque_Gonz%C3%A1lez_de_Santa_Cruz

1.   Co­me­mo­ração de Santo Ab­dias, pro­feta, que, de­pois do exílio do povo de Is­rael, anun­ciou a ira do Se­nhor contra os povos inimigos b. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VI antes da era cristã, o Profeta Abdias. Pouco depois da ruína de Jerusalém e da destruição do Templo em 587, foi chamado para reconfortar o povo de Israel deportado, exaltando a justiça de Deus, mestre das nações e da História. (M). Ver páginas 154-157: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também “Obadias (em hebraico: עבדיה, Ovadyah, “Servo de Javé“) é um profeta da Bíblia hebraica (na tradição cristã, parte do Antigo Testamento), considerado um dos “Profetas Menores” (o quarto, na ordem do cânone hebreu e na Vulgata, e o quinto na Septuaginta).[1][2] O seu livro, constituído por apenas 21 versículos, é o menor do Antigo Testamento e trata do tema da falta de solidariedade do povo de Edom (descendentes de Esaú – Génesis 36:1) para com Israel, considerado como seu povo irmão. O livro se divide em duas partes: o “Profecia contra Edom” e a “Proclamação do Dia de Javé”.[3]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Obadias

2.   Em Ce­sa­reia, na Ca­pa­dócia, hoje Kay­seri, na Tur­quia, São Má­ximo, co­re­pís­copo e mártir. († c. s. III)

3.   Em Bren­nier, pró­ximo de Vi­enne, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, os santos Se­ve­rino, Exu­pério e Fe­li­ciano, mártires. († c. s. III)

4.   Em An­ti­o­quia, na Síria, hoje An­takya, na Tur­quia, São Bar­laão, mártir, que, em­bora rús­tico e anal­fa­beto, mas for­ta­le­cido pela sa­be­doria de Cristo, com in­ven­cível cons­tância na fé re­peliu o fogo e o in­censo que lhe pu­nham nas mãos para sa­cri­ficar aos ídolos e, pela fe­ro­ci­dade do ti­rano, al­cançou a palma do martírio. († c. 303). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Antioquia, durante a perseguição de Diocleciano, São Barlaão, mártir. Mesmo sendo ignorante e inculto, triunfou sobre o tirano por meio da sabedoria com que Cristo o agraciara, e venceu a violência do fogo pela constância invencível de sua fé. (M). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Barlaão_e_Josafá

5.   Em He­ra­cleia, na Trácia, hoje Már­mara, também na Tur­quia, qua­renta santas mu­lheres, vir­gens e viúvas, mártires. († s. IV)

6*.   Na re­gião de Velay, na Aqui­tânia, hoje na França, Santo Eudo, abade. († c. 720)

7*.   No monte Mer­cúrio, na Ca­lá­bria, re­gião da Itália, São Simão, eremita. († s. X)

8*.   No mos­teiro de Helfta, na Sa­xónia, re­gião da ho­di­erna Ale­manha, Santa Ma­tilde (ou Mectilde), virgem, que foi mu­lher de in­signe dou­trina e hu­mil­dade, ilu­mi­nada pelo dom di­vino da con­tem­plação mística. († c. 1298). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mosteiro de Helfta, na Saxônia, no ano do Senhor de 1298, Santa Mectildes de Hackeborn, virgem. Muito culta, teve a responsabilidade de dirigir os estudos sacros e profanos das jovens irmãs, mas mostrou especial predileção pela liturgia e pelo canto sacro. Como sua discípula Santa Gertrudes, a Grande, foi favorecida com graças místicas, que fizeram dela a cantora da Majestade Divina, do Sagrado Coração e de Nossa Senhora. (B). Ver páginas 158-159: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Matilde_de_Hackeborn

– Ver “Santa Matilde de Hackeborn (Helfta1240/1241 – 19 de novembro de 1298), foi uma monja cisterciensemística, nobre e santa católica, também conhecida por Matilde de Helfta. Sua festa é celebrada em 19 de novembro.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Matilde_de_Hackeborn

9*.   Em Mântua, na Lom­bardia, re­gião da Itália, o Beato Tiago Ben­fátti, bispo, da Ordem dos Pre­ga­dores, que, além de pa­ci­ficar as dis­cór­dias na ci­dade, so­correu o povo as­so­lado pela peste e pela fome. († 1332)

10*.   Em Garraf, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Bar­ce­lona, na Es­panha, os be­atos már­tires Eliseu Garcia Garcia, re­li­gioso da So­ci­e­dade Sa­le­siana, e Ale­xandre Planas Sauri, que, no tempo da per­se­guição contra a fé, foram dignos de se as­so­ci­arem ao com­bate sal­ví­fico de Cristo. († 1936)

11. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 700, a volta para Deus de Santa Ermemburga, princesa de Kent, que se casou com o filho do rei de Mércia, com quem teve três filhas, todas veneradas como santas. Ao ficar viúva, fundou Minster-in-Thanet, de onde foi abadessa. (M)

12. São Ponciano, papa. Ver  página 159: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Ponciano 

– Ver “Papa São Ponciano (em latimPontianus) foi Papa de 21 de Julho de 230 a 29 de Setembro de 235.Durante seu pontificado, o cisma de Hipólito chegou ao fim. Ponciano e outros líderes da igreja, entre eles Hipólito, foram exilados pelo imperador Maximino Trácio para a Sardenha e em consequência, ele renunciou ao papado no dia 25 ou 28 de Setembro de 235,[1] para permitir à Igreja eleger outro líder que estivesse presente em Roma, sendo eleito o Papa Antero.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Ponciano

13. Outros santos do dia 19 de novembro: págs. 154-162: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XX – Editora das Américas – 10 de julho de

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 19 de novembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/19_de_novembro

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 891-892:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

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Santas e Santos de 18 de novembro

18 DE NOVEMBRO E 09 DE JULHO: NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE CHIQUINQUIRÁ.

Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá,  Padroeira da Colômbia– Ver “Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá ou Virgem de Chiquinquirá é uma das invocações que venera a Virgem Maria no catolicismo. Ela é a padroeira e rainha da Colômbia, do Estado de Zulia, na Venezuela, e da cidade de Caraz, no departamento de Ancash, no Peru.

Na Colômbia a imagem repousa na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá, onde milhares de peregrinos, não só no dia de sua festa em 9 de julho, mas a cada domingo, quando missas e procissões são realizadas. Em 3 de julho de 1986 o Papa João Paulo II visitou o santuário e rezou pela paz na Colômbia aos pés da Virgem Maria. Em 9 de julho de 1999, a última tela visitou a cidade de Bogotá para presidir a oração pela paz. É conhecido pelo nome da cidade de Chiquinquirá, onde o primeiro dos seus eventos miraculosos teve lugar, e em que a tela original repousa.

Uma imagem da Virgem de Chiquinquirá de Venezuela repousa na Basílica de Maracaibo. Nesta cidade, A CADA ANO, 18 DE NOVEMBRO é comemorado a tradicional “FERIA DE LA CHINITA” e missas e procissões em honra da Virgem.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Rosário_de_Chiquinquirá

– Ver também “Pio VII a declarou patrona da Colômbia em 1829. A imagem foi canonicamente coroada em 1919.”: https://www.acidigital.com/Maria/chiquinquira.htm   

– Ver ainda “Colômbia: centenário da coroação da Padroeira… ”: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2019-07/chiquinquir-colombia-papas-quadro-milagre.html
– Ver “FESTA 09 DE JULHO”: https://www.a12.com/academia/palavra-do-associado/devocao-a-virgem-de-chiquinquira-na-colombia

– Ver ainda: https://www.google.com/search?q=Nossa+Senhora+do+Ros%C3%A1rio+de+Chiquinquir%C3%A1&oq=Noss&aqs=chrome.0.69i59j69i57j69i59j0l3j69i60j69i65.2285j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8

                                    *************************

18 DE NOVEMBRO: DE­DI­CAÇÃO DAS BA­SÍ­LICAS DE SÃO PEDRO E DE SÃO PAULO, APÓS­TOLOS. A pri­meira foi edi­fi­cada pelo im­pe­rador Cons­tan­tino sobre o se­pulcro de São Pedro na co­lina do Va­ti­cano e, de­te­ri­o­rada com o passar do tempo, foi res­tau­rada com maior am­pli­tude e de novo con­sa­grada neste dia. A se­gunda, edi­fi­cada pelos im­pe­ra­dores Te­o­dósio e Va­len­ti­niano junto à Via Os­ti­ense, de­pois con­su­mida por um fu­nesto in­cêndio e to­tal­mente res­tau­rada, foi de­di­cada no dia dez de De­zembro. Nesta comum co­me­mo­ração é sim­bo­li­ca­mente evo­cada a fra­ter­ni­dade dos Após­tolos e a uni­dade da Igreja. († 1626, 1854). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, a Dedicação da Basílica de São Pedro, no Vaticano, cuja “gigantesca cúpula lança sua curva exatamente sobre o túmulo do Primeiro Pastor da Igreja” (Pio XII). No mesmo dia, Dedicação da Basílica de São Paulo, na Via Óstia, construída no local do sepultamento do Apóstolo das Nações. (R). Ver páginas 119-122: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

2.   Em An­ti­o­quia, na Síria, hoje An­takya, na Tur­quia, São Romão, mártir, que, sendo diá­cono da Igreja de Ce­sa­reia, ao ver como os cris­tãos, na per­se­guição de Di­o­cle­ciano, obe­de­ciam aos seus de­cretos e se apro­xi­mavam das es­tá­tuas dos ídolos, os exortou pu­bli­ca­mente à re­sis­tência e, por isso, de­pois de cruéis tor­mentos e de lhe cor­tarem a língua, es­tran­gu­lado no cár­cere con­sumou o seu glo­rioso martírio. († 303). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Antioquia, no ano do Senhor de 303, o martírio de São Romão (ou Romano), diácono, que após ter exortado os cristãos perseguidos, morreu estrangulado na prisão. Muito venerado no Oriente, foi bem cedo conhecido no Ocidente, graças ao poeta Prudêncio e à tradução que foi feita de sua paixão. (M). Ver “ão Romão de Antioquia ou São Romão de Cesareia foi um diácono e mártir cristão da Síria que sofreu o martírio em 303, durante as perseguições contra os cristãos do imperador Galério.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Romão_de_Antioquia

3*.   Em Le Co­lom­bier, na re­gião de Bourges, na Aqui­tânia, ter­ri­tório da ac­tual França, São Pá­troclo, pres­bí­tero, que foi ere­mita e missionário. († c. 576). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Auvergne, São Pátroclo, eremita, que voltou a Deus depois de ter passado dezoito anos em vida solitária. (M). Ver páginas 123-124: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

4*.   Na Bre­tanha Menor, também na ac­tual França, São Mau­deto, abade, que se en­tregou à vida mo­nás­tica numa ilha de­serta e, como mestre es­pi­ri­tual, reuniu muitos santos entre o nú­mero dos seus discípulos. († s. V). Santa Maudez (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver “Saint Maudez é um santo bretão que viveu nos séculos V ou VI. Ele também é conhecido como Maudé, Maudet (francês bretão), Maodez ou Modez (bretão), Maudetus (latim), Mandé (francês) e Mawes (na Cornualha). No calendário bretão, sua festa é 18 de novembro. [1]”: https://en.wikipedia.org/wiki/Saint_Maudez

5*.   Em Cou­tances, na Nêus­tria, também na ho­di­erna França, São Ro­ma­cário, bispo. († s. VI)

6*.   Na re­gião de Velay, na Aqui­tânia, hoje também na França, São Te­o­fredo, abade e mártir. († c. 752)

7.   Em Tours, na Nêus­tria, ac­tu­al­mente também na França, o pas­sa­mento de Santo Odão (também na Folhinha do Coração de Jesus, Santo Odo), abade de Cluny, que re­novou a ob­ser­vância mo­nás­tica se­gundo a Regra de São Bento e a dis­ci­plina de São Bento de Aniano. († 942). Ver páginas 106-118: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também “Odão de Clúnia (em latimOdo Cluniacensis; em francêsOdon) foi o segundo abade de Clúnia, responsável por várias reformas no sistema cluniacense no Reino da França e no Reino Itálico. É venerado como santo pela Igreja Católica. Existe apenas uma única biografia contemporânea sobre ele, a “Vita Odonis” de João de Salerno.”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Odão_de_Clúnia

8*.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os be­atos már­tires Le­o­nardo Ki­mura, re­li­gioso da Com­pa­nhia de Jesus, André Mu­rayama To­kuan, Cosme Ta­keya, João Yoshida Shoun e Do­mingos Jorge, que, pelo nome de Cristo foram quei­mados vivos. († 1619)

9.   Em Saint Charles, ci­dade do Mis­souri, nos Es­tados Unidos da Amé­rica do Norte, Santa Fi­lipa (Filippina) Du­chesne, virgem, das Irmãs do Sa­grado Co­ração de Jesus, que, nas­cida na França, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa reuniu a co­mu­ni­dade re­li­giosa e, par­tindo para a Amé­rica, ali abriu muitas escolas. († 1852). Ver “Rosa Filipa Duchesne (Grenoble29 de agosto de 1769 — Saint CharlesMissouri18 de novembro de 1852) foi uma religiosa da Igreja Católica que, juntamente com Madeleine-Sophie Barat, fundou a Sociedade do Sagrado Coração de Jesus.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rosa_Filipa_Duchesne

10*.   Em Cec­cano, perto de Fro­si­none, na Itália, o Beato Gri­mo­aldo da Pu­ri­fi­cação (Fer­nando San­ta­maria), re­li­gioso da Con­gre­gação da Paixão, que, quando se pre­pa­rava com fervor e ale­gria para o sa­cer­dócio, con­su­mido pela en­fer­mi­dade, morreu santamente. († 1902)

11*.   Em Wal-Ruda, lo­ca­li­dade da Po­lónia, a Beata Ca­ro­lina Koska, virgem e mártir, que, no fragor da guerra, por de­fender a sua cas­ti­dade ame­a­çada por um sol­dado, foi atra­ves­sada por uma es­pada e morreu ainda ado­les­cente por Cristo. († 1914)

12*.   Em Ma­drid, na Es­panha, as be­atas Maria (del Rifugio) do Am­paro (Maria Ga­briela Hi­jo­nosa y Na­veros) e cinco companheiras, vir­gens da Ordem da Vi­si­tação de Santa Maria e már­tires, que du­rante a per­se­guição re­li­giosa per­ma­ne­ceram en­cer­radas no mos­teiro, mas trai­ço­ei­ra­mente cap­tu­radas pelos mi­li­ci­anos e fu­zi­ladas, foram ao en­contro do Es­poso, Jesus Cristo. São estes os seus nomes: Te­resa Maria (Laura Ca­ves­tany y An­duaga), Jo­sefa Maria (Maria do Carmo Bar­rera e Iza­guirre), Maria Inês (Inês Zu­daire y Gal­deano), Maria Ân­gela (Mar­tinha Olai­zola y Ga­ra­garza) e Maria En­grácia (Jo­sefa Jo­a­quina Le­cuona y Aramburu). († 1936)

13♦.   Em Lorca, perto de Múrcia, também na Es­panha, os be­atos már­tires José Maria Cá­novas Martínez, pres­bí­tero da di­o­cese de Car­ta­gena, e cinco religiosos da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, que, du­rante a per­se­guição contra a Igreja, re­ce­beram dos ho­mens a morte, mas de Deus a vida eterna. São estes os seus nomes: Ovídio Ber­trão (Es­têvão Anun­cibay Le­tona), Her­me­ne­gildo Lou­renço (Mo­desto Sáez Man­za­nares), Lu­ciano Paulo (Ger­mano Garcia Garcia), Es­ta­nislau Vitor (Cri­só­gono Cor­dero Fer­nandez), Lou­renço Tiago (Emílio Mar­tínez de la Pera y Álava). († 1936)

14♦.   Em Pa­ra­cu­ellos de Ja­rama, pró­ximo de Ma­drid, também na Es­panha, o Beato Vidal Luís Gómara, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição der­ramou o seu sangue por Cristo. († 1936)

15. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, ainda em Antioquia, pela mesma época, Santo Hesíquio, mártir. Servia no exército imperial como soldado, e havia deposto seu talabarte para indicar sua recusa em sacrificar aos ídolos. Para puni-lo, o imperador mandou que o jogassem no rio Oronte, com uma pedra amarrada no pescoço. (M)

16. Outros santos do dia 18 de novembro: págs. 106-126/153: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XX – Editora das Américas – 10 de julho de

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 18 de novembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/18_de_novembro

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 888-890:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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Santas e Santos de 17 de novembro

Me­mória de Santa Isabel da Hungria (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, sendo muito jovem, foi dada em ca­sa­mento a Luís, land­grave da Tu­ríngia, e teve três fi­lhos; ao ficar viúva, de­pois de so­frer co­ra­jo­sa­mente muitas tri­bu­la­ções e sempre in­cli­nada à me­di­tação das re­a­li­dades ce­lestes, re­tirou-se, em Mar­burgo, ci­dade da Ale­manha, num hos­pital que ela pró­pria tinha fun­dado, onde abraçou a po­breza e se de­dicou ao cui­dado dos en­fermos e dos po­bres até ao úl­timo sus­piro da sua vida, aos vinte e cinco anos. († 1231). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Marburgo, Santa Isabel, filha do rei da Hungria e esposa de Luís, o santo Landgrave da Turíngia. Enviuvando aos vinte anos, dedicou sua vida ao serviço dos pobres, tirando do espírito franciscano o segredo da alegria perfeita em meio às provações. Morreu em 1231, vestindo o burel de terciária daquela Ordem, aos vinte e quatro anos de idade. (R). Ver páginas 127-153: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santa_Isabel_da_Hungria

– Ver “Isabel da Hungria e da TuríngiaOFS (Em húngaro: Szent Erzsébet, em alemão: Elisabeth von Thüringen) (Pressburgo7 de julho de 1207 – Marburgo17 de novembro de 1231), foi uma princesa do Reino da Hungria, filha de André II da Hungria e da rainha Gertrudes de Andechs-Meran, descendente da família dos condes de Andechs-Meran, e uma santa católica.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Isabel_da_Hungria

2.   Em Ne­o­ce­sa­reia, no Ponto, hoje Niksar, na Tur­quia, São Gre­gório, bispo, que abraçou a fé cristã ainda ado­les­cente e foi pro­gre­dindo nas ci­ên­cias di­vinas e hu­manas; eleito bispo, res­plan­deceu pela sua dou­trina, vir­tudes e tra­ba­lhos apos­tó­licos e, pelos nu­me­rosos mi­la­gres que re­a­lizou, foi cha­mado “O Taumaturgo”. († c. 270). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 272, a volta para Deus de São Gregório Taumaturgo. Convertido ao cristianismo, foi mais tarde eleito bispo de Neocesaréia, sua cidade natal. Discípulo de Orígenes, impôs-se tanto pelo zelo missionário como por seu conhecimento teológico (M). Ver páginas 55-72: http://obrascatoli cas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gregório_Taumaturgo

– Ver “São Gregório de Neocesareia, também conhecido como Gregório Taumaturgo ou Gregório, o fazedor de milagres (ca. 213 — ca. 270) era um bispo cristão do século III.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Greg%C3%B3rio_Taumaturgo

3.   Em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, os santos Alfeu (também na Folhinha do Coração de Jesus) e Za­queu, már­tires, que, no pri­meiro ano da per­se­guição do im­pe­rador Di­o­cle­ciano, por con­fes­sarem fir­me­mente a fé num só Deus e em Jesus Cristo Rei, de­pois de so­frerem muitos tor­mentos foram con­de­nados à morte. († 303). Ver “Alfeu é uma personagem bíblico do Novo Testamento citado como o pai do apóstolo Tiago, filho de Alfeu e, provavelmente, de Judas Tadeu e de Mateus, chamado Levi, filho de Alfeu.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfeu_(B%C3%ADblia)

4.   Em Cór­dova, na His­pânia Bé­tica, Santo Acisclo, mártir. († s. IV). Ver “Acisclo (em latimAcisclus) ou Ocíselo (em latimOcysellus) foi um cristão romano do final do século III e começo do IV de Córdova, na Hispânia, que, na Perseguição de Diocleciano, sofreu o martírio juntamente com sua irmã Vitória, (também na Folhinha do Coração de Jesus)”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Acisclo

– Ver “Em Córdova, na Espanha, os santos mártires Aciclo e Vitória: durante a mesma perseguição, foram atormentados crudelissimamente por ordem do prefeito Dião, recebendo do Senhor as coroas merecidas por um martírio notável (antes de 400 )”, página 104: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

5.   Em Or­leães, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, Santo Aniano, bispo, que, con­fi­ando só em Deus, cujo au­xílio in­vo­cava sem cessar com ora­ções e lá­grimas, li­bertou a sua ci­dade, as­se­diada pelos Hunos. († c. 453). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em meados do séc. V, Santo Aniano, bispo de Orléans. Na ausência de toda autoridade civil, fez-se defensor da cidade em face às hordas de Átila, colocando assim limites a esse invasor, que foi repelido, e depois vencido nos Campos Cataláunicos. (M). Ver páginas 100-101: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver “Aniano (em latim: Anianus; em francêsAignan ou AgnanVienne (Isère)358 — 453), bispo de OrleãesFrança, assistiu o general romano Flávio Aécio na defesa da cidade contra Átila em 451. Foi canonizado, conhecido como Santo Aniano. Seu restos mortais estão sepultados em Saint-Aignan d’Orléans.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Aniano_de_Orle%C3%A3es

6.   Em Vi­enne, na Bor­gonha, também na ac­tual França, São Na­mácio, bispo, que, além de de­sem­pe­nhar rec­ta­mente as suas fun­ções civis, go­vernou e honrou a sede episcopal. († 599)

7.   Em Tours, na Nêus­tria, hoje também na França, São Gre­gório, bispo, que su­cedeu a Santo Eu­frónio nesta sede e es­creveu em lin­guagem fiel e sim­ples uma his­tória dos Francos. († 594). Ver páginas 73-96: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gregório_de_Tours

Ver “São Gregório de Tours ou Gregório Turonense (em latimGregorius Turonensis30 de novembro de 538 – 17 de novembro de 594) foi um historiador galo-romano e bispo de Tours, o que o tornava o principal prelado da Gália.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Greg%C3%B3rio_de_Tours

8*.   Em Whitby, na Nor­túm­bria, ter­ri­tório da ac­tual In­gla­terra, Santa Ilda, aba­dessa, que, de­pois de abraçar a fé e re­ceber os sa­cra­mentos, quando foi no­meada para reger o mos­teiro, de tal modo se de­dicou à for­mação dos monges e das monjas na vida re­gular, à ma­nu­tenção da paz e do es­pí­rito de ca­ri­dade, ao tra­balho e à lei­tura das di­vinas Es­cri­turas, que pa­recia re­a­lizar na terra ta­refas celestes. († 680). Ver página 97: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver “Hilda de Whitby (c. 614 – 17 de novembro de 680) é uma santa cristã e abadessa fundadora da Abadia de Whitby, no qual ocorreu o Sínodo de Whitby em 664. Uma figura importante na conversão da Inglaterra para o cristianismo, ela foi a abadessa de vários monastérios e reconhecida pela sabedoria que levava reis a pedirem seus conselhos.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hilda_de_Whitby

9*.   Em Re­mosch, na Récia, na ho­di­erna Suíça, São Flo­rino, pres­bí­tero, fi­el­mente de­di­cado ao mi­nis­tério paroquial. († c. 856)

10.   Em Cons­tan­ti­nopla, hoje Is­tambul, na Tur­quia, São Lá­zaro, monge, nas­cido na Ar­ménia, in­signe pintor de ima­gens sa­gradas, que, ao negar-se a des­truir as suas obras, foi ator­men­tado com cruéis su­plí­cios por ordem do im­pe­rador ico­no­clasta Teó­filo e, de­pois de se apa­zi­guarem as con­tro­vér­sias sobre o de­vido culto das ima­gens, foi en­viado pelo im­pe­rador Mi­guel III a Roma para con­so­lidar a con­córdia e uni­dade de toda a Igreja. († c. 867)

11*.   Em No­vara, na Si­cília, re­gião da Itália, Santo Hugo, abade, que, en­viado por São Ber­nardo de Cla­raval, es­ta­be­leceu a Ordem Cis­ter­ci­ense nesta re­gião e na Calábria. († s. XII)

12.   Em Lin­coln, na In­gla­terra, Santo Hugo, bispo, que era monge car­tuxo quando foi cha­mado para esta sede epis­copal, onde re­a­lizou um tra­balho ex­ce­lente, tanto na de­fesa das li­ber­dades da Igreja como em li­bertar os ju­deus das mãos dos inimigos. († 1200). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, cem anos após a morte de São Bruno, a morte de São Hugo, introdutor da Cartuxa na Inglaterra. Após vinte e cinco anos de vida monástica, foi eleito bispo da Igreja de Lincoln. (M). Ver página 102-104: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver “Hugo de Avalon, também conhecido como Hugo de Lincoln ou Hugo da Borgonha foi um religioso e santo da Inglaterra… Veneração por Igreja Católica ( festa 16 de novembro) e Comunhão Anglicana (festa 17 de novembro)… ”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hugo_de_Avalon

13*.   Em Cra­cóvia, na Po­lónia, a Beata Sa­lomé, rainha de Ha­licz, an­tigo reino da Eu­ropa ori­ental, que, fa­le­cido o es­poso, o rei Co­lum­bano, pro­fessou a Regra das Cla­rissas e de­sem­pe­nhou san­ta­mente o cargo de aba­dessa num mos­teiro por ela fundado. († 1268)

14.   Em Helfta, perto de Eis­leben, na Sa­xónia, o dia natal de Santa Ger­trudes, virgem, cuja me­mória se ce­lebra no dia anterior. († c. 1302)

15♦.   Em Yat­sushiro, no Japão, o Beato Leão Saisho Shichiemon, mártir. († 1608)

16.   Em As­sunção, no Pa­ra­guai, São João del Castillo, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus e mártir, que numa das «Re­du­ções», fun­dada neste mesmo ano por São Roque Gon­zález e con­fiado aos seus cui­dados, foi sub­me­tido a cruéis su­plí­cios por ins­ti­gação de um fei­ti­ceiro e fi­nal­mente ape­dre­jado, mor­rendo por Cristo. († 1628). São Roque González, São João del Castilho e Santo Afonso Rodrigues. Conforme o Martirológio Romano-Monástico de 19 de novembro, Santos Roque González, Afonso Rodrigues e João del Castillo, jesuítas que no séc. XVII foram martirizados no Paraguai, nas chamadas Reduções indígenas, quando evangelizavam os nativos e os defendiam contra os colonizadores europeus. Canonizados por João Paulo II em sua visita ao Paraguai em 1988. (R).Ver página 105: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– No Diretório de Liturgia da CNBB: Memória dia 19 de novembro.

Ver: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-sao-roque-gonzales-e-companheiros-martires/411/102/

– Ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/Roque_González_de_Santa_Cruz

17.   Em Na­ga­sáki, no Japão, os santos Jordão An­sa­lone (Ja­cinto Ansalone) e Tomás Ro­ku­zayemon Nishi, pres­bí­teros da Ordem dos Pre­ga­dores e már­tires, que tra­ba­lharam in­can­sa­vel­mente pelo Evan­gelho: o pri­meiro nas ilhas Fi­li­pinas e de­pois no Japão; o se­gundo, na ilha For­mosa e de­pois na re­gião de Na­ga­sáki. Ambos su­por­taram com ânimo in­que­bran­tável, du­rante sete dias, os cruéis tor­mentos da forca e do lo­daçal até à morte. († 1634)

18*.   Ao largo de Ro­che­fort, na França, o Beato Lopo Se­bas­tião Hunot, pres­bí­tero de Sens e mártir, que, du­rante a Re­vo­lução Fran­cesa, por ser sa­cer­dote, foi me­tido num velho barco ali an­co­rado, onde so­freu todas as tri­bu­la­ções do ca­ti­veiro e, con­su­mido pelas fe­bres, ter­minou o seu martírio. († 1794)

19*.   Em Bar­ce­lona, na Es­panha, os be­atos Eu­sébio Andrés (Eu­sébio Roldán Vi­elba), re­li­gioso da Con­gre­gação dos Ir­mãos das Es­colas Cristãs, que, du­rante a mesma per­se­guição, no com­bate da fé co­lheu o fruto da glória eterna. († 1936)

20*.   Em Ca­paivca, ci­dade do ter­ri­tório de Kiev, na Ucrânia, o Beato Jo­safat Kocylovskyj, bispo de Pr­zemysl e mártir, que, du­rante a opressão da sua pá­tria por um re­gime hostil a Deus, en­tregou a sua alma como dis­cí­pulo fiel de Cristo. († 1947)

21. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 264, São Dionísio, bispo de Alexandria. Discípulo de Orígenes e escritor, confessou sua fé durante as perseguições de Décio e de Valeriano, e morreu no exílio. (M). Ver páginas 98-99: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

22. São Genádio de Constantinopla. Ver “Genádio de Constantinopla (em grego: Άγιος Γεννάδιος; em latimGennadius) foi o patriarca de Constantinopla entre 458 e 471. Ele parece ter sido um escritor culto e seguia os princípios de exegese literal da escola de Antioquia,[1] embora poucos de suas obras tenha sobrevivido. Ele é celebrado como um santo pela Igreja Ortodoxa em 17 de novembro, mas não está listado no martirológio romano.[2]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gen%C3%A1dio_de_Constantinopla

23. Outros santos do dia 17de novembro: págs. 55-105: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XX – Editora das Américas – 10 de julho de

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 17 de novembro, ver ainda:

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 884-888:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

Santas e Santos de 16 de novembro

SANTA MAR­GA­RIDA (também na Folhinha do Coração de Jesus), que, nas­cida na Hun­gria e ca­sada com Malcom III, rei da Es­cócia, deu à luz oito fi­lhos e foi su­ma­mente so­lí­cita pelo reino e pela Igreja; aliava à oração e je­juns a ge­ne­ro­si­dade para com os po­bres, dando assim exemplo ad­mi­rável de es­posa, mãe e rainha. († 1093). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no castelo de Edimburgo, no ano de 1093, Santa Margarida, rainha da Escócia. Com grande consciência, dirigiu a educação humana e cristã de seus muitos filhos, sem negligenciar os deveres de soberana que a levaram, juntamente com o marido, a sustentar a expansão cultural de seu reino. (R). Ver páginas 181-192 (NÃO TEM LINK): – vol. X – VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Edição atualizada por JANNART MOUTINHO RIBEIRO – SOB A SUPERVISÃO DO PROF. A. DELLA NINA (BACHAREL EM FILOSOFIA) – EDITÔRA DAS AMÉRICAS -1959.

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Margarida_da_Escócia_(santa)

– Ver também: https://comeceodiafeliz.com.br/santo/santa-margarida-da-escocia

– Ver “Margarida da Escócia ou Margarida de Wessex (Hungriac. 1045 — Castelo de Edimburgo16 de novembro de 1093), foi rainha consorte da Escócia como esposa de Malcolm III da Escócia.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Margarida_da_Esc%C3%B3cia_(santa)

SANTA GER­TRUDES (também na Folhinha do Coração de Jesus), ape­li­dada «Magna», virgem, que se de­dicou com fervor e per­sis­tência, já desde a in­fância, à so­lidão e ao es­tudo das le­tras e, con­ver­tida to­tal­mente a Deus, in­gressou no mos­teiro cis­ter­ci­ense de Helfta, pró­ximo de Eis­leben, na Sa­xónia, re­gião da Ale­manha, onde pro­grediu de modo ad­mi­rável no ca­minho da per­feição, con­sa­grando-se à oração e con­tem­plação de Cristo cru­ci­fi­cado. Morreu no dia de­zas­sete deste mês. († c. 1302). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, memória de Santa Gertrudes, a Grande, monja beneditina que voltou para Deus em 1302. Tendo entrado muito jovem no mosteiro de Helfta, na Saxônia, lá recebeu uma sólida formação humanística e teológica, sob a direção de Santa Mectildes. Privilegiada desde os seus vinte e cinco anos com graças místicas, dedicou-se à propagação da celebração litúrgica do Coração de Jesus e à meditação das Escrituras. (R).  Ver páginas 21-24: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gertrudes_de_Helfta

– Ver “Santa Gertrudes de Helfta ou Santa Gertrudes, a Grande (Eisleben6 de janeiro de 1256 — 1302) foi uma beneditina, mística e teóloga alemã.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gertrudes_de_Helfta

3.   Em Cápua, na Cam­pânia, re­gião da Itália, os santos Agos­tinho e Fe­li­ci­dade, már­tires, que, se­gundo a tra­dição, pa­de­ceram no tempo do im­pe­rador Décio. († c. 250)

4*.   Em Déols, na re­gião de Bourges, na Gália, hoje na França, a co­me­mo­ração dos santos Le­o­cádio e Lusor; o pri­meiro, sendo se­nador das Gá­lias e ainda pagão, re­cebeu os pri­meiros arautos da fé cristã neste ter­ri­tório e con­verteu em igreja a sua pró­pria casa; o se­gundo, seu filho, diz-se que fa­leceu quando ainda le­vava as vestes brancas do Baptismo. († s. IV)

5.   Em Lião, também na Gália, Santo Euquério, que, per­ten­cendo à ordem se­na­to­rial, se re­tirou com a sua fa­mília para a vida as­cé­tica numa ilha pró­xima de Lé­rins; e de­pois, eleito bispo de Lião, es­creveu muitas Pai­xões dos santos mártires. († 449). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano 449, o sepultamento de Santo Euquério. Casado e tendo pela frente um brilhante futuro, decidiu de acordo com sua esposa abraçar a vida monástica em Lérins. Eleito para a Sé Episcopal de Lião, serviu a Igreja pela profundidade de sua fé e pela extensão de seus conhecimentos teológicos (M). Ver páginas 49-50: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%S%20-%20,20.pdf

– Ver também “Após a morte de sua esposa (conforme https://www.newadvent.org/cathen/05595a.htm), retirou-se para o mosteiro de Lérins, local onde seus filhos Verânio e Salônio viviam, tendo logo depois partido para a ilha de Lerona onde estudou sobre mortificação. Interessado em aderir aos anacoretas dos desertos orientais, Euquério consultou-se com João Cassiano que em resposta enviou-lhe alguns de seus “Collationes” descrevendo a vida dos eremitas da Tebaida. Nesta mesma época Euquério escreveu sua carta intitulada De laude Eremi para Santo Hilário de ArlesSão Honoratobispo de Marselha e Valeriano.[1]”: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Euquério_de_Lugduno  

– Ver “Euquério de Lugduno (em latimEucherius Lugdunensis; m. 449) foi um teólogo e bispo de Lugduno da segunda metade do século IV. Ao longo de sua vida escreveu muitas homilias além de obras como Formularium spiritualis intelligentiæ ad VeraniumInstitutiones ad Salonium e Epistola parænetica de contemptu mundi.[1]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Euqu%C3%A9rio_de_Lugduno

6*.   No ter­ri­tório dos Hel­vé­cios, na ho­di­erna Suíça, Santo Ote­maro, abade, que, no local onde São Galo cons­truíra uma cela, fundou um pe­queno hos­pital para le­prosos e um ce­nóbio sob a regra de São Bento e, por de­fender os di­reitos destas ins­ti­tui­ções, foi de­por­tado por vi­zi­nhos po­de­rosos para uma ilha do Reno, onde morreu exilado. († 759). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano de 759, Santo Otmar, abade de Saint-Gall, que preferiu deixar-se expulsar de seu mosteiro a resistir e responder às calúnias de invejosos (M).

7*.   No mos­teiro de Cava de’ Tir­réni, na Cam­pânia, re­gião da Itália, o Beato Si­meão, abade. († 1141)

8.   Em Soisy-Bouy, perto de Pro­vins, na França, o pas­sa­mento de Santo Ed­mundo Rich, bispo de Can­tuária, que, des­ter­rado por de­fender os di­reitos da Igreja, se re­fu­giou no mos­teiro cis­ter­ci­ense de Pon­tigny, onde levou uma vida santa até à sua Bmorte. († 1240). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, a volta para Deus de Santo Edmundo. Depois de ter estudado no País de Gales e ensinado em Oxford, foi eleito arcebispo de Cantuária. Grande defensor da liberdade da Igreja, foi por essa razão exilado, e morreu em 1240 junto com os Cônegos Agostinianos de Soissy-en-Brie, que o haviam acolhido. Foi enterrado na abadia cisterciense de Pontigny, que amava muito. (M). Ver páginas 36-48: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

9*.   Em Assis, na Úm­bria, re­gião da Itália, no con­vento de São Da­mião, Santa Inês, virgem, que, na flor da ju­ven­tude, se­guindo sua irmã Santa Clara, abraçou de todo o co­ração a po­breza sob a di­recção de São Francisco. († 1253). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Assis, Santa Inês, abadessa. Seguiu a sua irmã mais jovem, Santa Clara, no caminho da pobreza e da humildade franciscanas. Dirigiu um mosteiro em Florença sob o signo da compaixão, e voltou para morrer em São Damião, de acordo com seu mais ardente desejo. (X). Ver páginas 51-52: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

10*.   Em York, na In­gla­terra, o Beato Edu­ardo Osbaldeston, pres­bí­tero de Len­castre e mártir, que, de­pois de ter es­tu­dado no Co­légio dos In­gleses de Reims, foi con­de­nado à morte e en­for­cado no rei­nado de Isabel I, ao re­gressar à In­gla­terra como sacerdote. († 1594)

11. Santo Elpídio (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver “Elpídio, Marcelo, Eustóquio e companheiros. Elpídio, que pertencia à ordem senatorial, depois de ter, generosamente, confessado a fé cristã diante de Juliano, o Apóstata, foi ligado, bem como os companheiros, a cavalos selvagens, arrastados com violência, e depois atirados ao fogo, conquistando desta maneira, a gloriosa palma do martírio.”: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

12. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VIII, Santo Emiliano de Vannes, eremita. Um mosteiro beneditino foi instalado sobre os lugares santificados por sua presença, na diocese de Bordeaux. (X)

13. Santo Elfrico de Abingdon. Ver “Elfrico era finlho de um earl de Kent[1] e tornou-se monge na Abadia de Abingdon em Berkshire (moderno Oxfordshire), onde muito provavelmente foi abade[2] antes de se tornar abade de Santo Albano por volta de 975,[3] apesar de alguns historiadores não acreditarem no primeiro posto. Embora a Historia Ecclesie Abbendonensis (“História da Igreja de Abingdon”), nomear Elfrico como abade, as listas de abades não o citam. Uma corroboração indireta do fato é uma concessão de terras que haviam sido injustamente tomadas de Abingdon ao próprio Elfrico (e não ao cargo que ele exercia) quando ele próprio foi arcebispo. Estas terras reverteriam à abadia quando Elfrico morresse.[2]Depois de sua morte, foi considerado santo e passou a ser festeja em 16 de novembro.[22][23]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Elfrico_de_Abingdon

14. Outros santos do dia 16 de novembro: págs. 36-54: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XX – Editora das Américas – 10 de julho de

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 16 de novembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/16_de_novembro

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 882-884:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

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SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

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Santas e Santos de 15 de novembro

DIA MUNDIAL DO POBRE 2020: 15 DE NOVEMBRO (33º domingo do Tempo Comum)

Ver “O Dia Mundial dos Pobres é uma celebração católica romana, comemorada no 33.º domingo do Tempo Comum desde 2017. Foi estabelecido pelo Papa Francisco em sua Carta Apostólica Misericordia et Misera, emitida em 20 de novembro de 2016 para comemorar o fim do Jubileu Extraordinário da Misericórdia.[1][2]”:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Mundial_dos_Pobres

Ver também “…como mais um sinal concreto deste Ano Santo extraordinário, se deve celebrar em toda a Igreja, na ocorrência do XXXIII Domingo do Tempo Comum, o Dia Mundial dos Pobres. Será a mais digna preparação para bem viver a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, que Se identificou com os mais pequenos e os pobres e nos há de julgar sobre as obras de misericórdia (cf. Mt 25, 31-46). ”: http://www.vatican.va/content/francesco/pt/apost_letters/documents/papa-francesco-lettera-ap_20161120_misericordia-et-misera.html

                 ******************************************************

SANTOS DE 15 DE NOVEMBRO:

Santo Al­berto (também na Folhinha do Coração de Jesus), ape­li­dado Magno, bispo e doutor da Igreja, que, tendo in­gres­sado na Ordem dos Pre­ga­dores em Paris, en­sinou com a sua pa­lavra e es­critos as dis­ci­plinas fi­lo­só­ficas e te­o­ló­gicas; foi mestre de São Tomás de Aquino, con­ci­li­ando ad­mi­ra­vel­mente a sa­be­doria dos santos com as ci­ên­cias hu­manas e na­tu­rais. Aceitou cons­tran­gido a sede epis­copal de Ra­tis­bona, onde pôs todo o seu em­penho em es­ta­be­lecer a paz entre os povos; mas, pas­sado um ano, pre­feriu a po­breza da Ordem a todo o gé­nero de honra e morreu san­ta­mente em Co­lónia, na Lo­ta­ríngia, ac­tu­al­mente na Alemanha. († 1280). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1280, o nascimento no céu de Santo Alberto Magno, bispo e Doutor da Igreja. Nascido na Baviera, entrou para a Ordem dos Pregadores, e depois ensinou em Colônia, Paris e na Itália, e teve entre seus discípulos Frei Tomás de Aquino. Por seus notáveis trabalhos científicos e filosóficos, demonstrou que a homenagem da fé era conforme à razão, procedentes do mesmo Deus, fonte única da natureza e da graça. Pio XII o proclamou padroeiro celeste de todos os que estudam as ciências naturais. (R). Ver páginas 31-33: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf  

– Ver: “Santo Alberto MagnoO.P. (em latimAlbertus Magnus), conhecido também como Alberto, o Grande, e Alberto de Colônia, é um filósofo, escritor, e teólogo católico venerado como santo. Era um frade dominicano alemão e bispo. Ainda em vida era conhecido como doctor universalis e doctor expertus e, já idoso, ganhou o epíteto “Magnus” (“o Grande”).[1] Estudiosos como James A. Weisheipl e Joachim R. Söder defendem que Alberto foi o maior filósofo e teólogo alemão da Idade Média.[2] Igreja Católica proclamou-o Doutor da Igreja em 1931.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alberto_Magno

2.   Em Hi­pona, na Nu­mídia, hoje An­naba, na Ar­gélia, os santos vinte mártires, cuja fé e vi­tória foi exal­tada por Santo Agos­tinho; deles apenas se re­cordam os nomes de Fi­den­ciano (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, Va­le­riana e Vi­tória. († s. III/IV)

3.   Em Edessa, na re­gião do Os­roene, na ac­tual Tur­quia, os santos már­tires Gúria, as­ceta, e Sa­monas, que, no tempo do im­pe­rador Di­o­cle­ciano, de­pois de longos e cruéis tor­mentos, foram con­de­nados à morte pelo pre­feito Mi­siano e degolados. († 306). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Edessa, na Síria, no final do séc. III, a paixão dos Santos Guria e Chamuna, que responderam a seus perseguidores: “Nossa fé pertence a Cristo. Ele é nossa vida e a ele sacrificamos os nossos corpos. Permaneceremos fiéis até o fim!” Na mesma cidade, o diácono Habib, que foi queimado vivo em 322. Suas cinzas foram colocadas junto aos corpos dos dois mártires precedentes, e a festa dos três “Confessores” passou da Igreja de Edessa para as Igrejas do Oriente e da Grécia. (M).

– Ver Santo Abibo de Edessa. “Abibo era um diácono. Foi preso por ordens do imperador Licínio (r. 310–324) por seu zelo em propagar o cristianismo. Por não querer que nenhum outro cristão sofresse, Abibo se apresentou diante dos seus captores ao confessar sua fé e foi sentenciado a morte na fogueira. Teria entrado no fogo sozinho orando e então entregou seu espírito a Deus.[2]…. Quando o fogo se apagou, sua mãe e parentes encontraram o corpo intacto. Foi sepultado junto aos corpos de Gurias e Samonas e desde então os três santos foram chamados por muitas pessoas para intercederem por suas causas e concederam milagres.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Abibo_de_Edessa

– Ver também “Em Edessa, na Mesopotâmia, a paixão de Santo Abibo, diácono, que foi rasgado com as unhas de ferro e atirado ao fogo, quando do imperador Licínio e do prefeito Lisânias, em 322. No mesmo lugar, os santos mártires Gorias e Samonas, sob o imperador Diocleciano e o prefeito Antonino, em 306.” páginas 33-34; http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

4*.   Em Nola, na Cam­pânia, re­gião da Itália, São Félix, de cujo mi­nis­tério pas­toral e culto se honra a cidade. († s. IV/V). Ver “Em Nola, São Félix, bispo e mártir, célebre pelos milagres, os quais principiou a operar desde os quinze anos; sob o prefeito Marciano, pereceu com mais trinta companheiros” página 33: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

5.   Na Bre­tanha Menor, ter­ri­tório da ac­tual França, São Ma­clóvio ou Ma­cuto, bispo de Aleth, que, se­gundo a tra­dição, nasceu no País de Gales e morreu em Saintes. († c. 640). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 640, São Malô.  Monge originário do país de Gales, tornou-se o primeiro bispo de Aleth, cidade da Bretanha que mais tarde tomou seu nome (M).

– Ver “Malo (também conhecido como Maclou; em latim, como Maclovius ou MachutusGlamorgan, 27 de março de 487 – Archingeay, 15 de novembro de 565) foi, no século VI, o fundador da cidade de Saint-Malo, na BretanhaFrança. Ele é um dos sete santos fundadores da Bretanha… Seu nome pode derivar de machlou, da língua bretã antiga, um composto de mach – “garantia, refém” – e lou (ou loh) – “brilhante, brilhante, bonito”.[1]”: https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Malo

6*.   Em Cahors, na Aqui­tânia, também na ho­di­erna França, São De­si­dério, bispo, que cons­truiu muitas igrejas e mos­teiros, bem como edi­fí­cios de uti­li­dade pú­blica, sem nunca des­curar a pre­pa­ração das almas para o ce­leste Es­poso, como ver­da­deiros tem­plos de Cristo. († 655)

7*.   No monte Irs­chen­berg, na Ba­viera, ter­ri­tório da ac­tual Ale­manha, os santos Ma­rinho, bispo, e Aniano, mártires. († s. VII/VIII)

8*.   Em Ruão, na Nêus­tria, ac­tu­al­mente na França, São Si­dónio, abade, que, oriundo da Ir­landa, se­guiu a vida mo­nás­tica, pri­meiro em Jumièges e de­pois em Noir­mou­tier, sob a di­recção de São Fi­li­berto, e fi­nal­mente no mos­teiro de Saint-Saens por ele fundado. († d. 684)

9*.   Em Rheinau, entre os Hel­vé­cios, na ac­tual Suíça, São Fin­tano, que, pro­ce­dente também da Ir­landa, viveu muito tempo num mos­teiro e mais tempo ainda numa pe­quena cela junto da igreja, como re­cluso por amor de Deus. († c. 878). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 878, a volta para Deus de São Fintano, monge irlandês, que viveu por vinte e dois anos como recluso próximo à abadia de Rheinau, perto de Basiléia. (X)

10.   No ce­nóbio de Klos­ter­neu­burg, na Áus­tria, o se­pul­ta­mento de São Le­o­poldo, mar­grave desta nação, ve­ne­rado, ainda em vida, com o so­bre­nome «Pi­e­doso», que foi pro­motor da paz e amigo dos po­bres e do clero. († 1136). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1136, São Leopoldo III, padroeiro da Áustria católica. Introduziu o monaquismo cisterciense em seu país e fundou a abadia beneditina de Mariazell. Seu corpo repousa no mosteiro de Klosterneuburg. (M). Ver páginas 25-26: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também “Leopoldo III da Áustria “O piedoso” (1073 — 15 de Novembro de 1136) Foi marquês da Áustria da Casa de Babenberg e é igualmente o Santo patrono deste pais. Foi o fundador da cidade de Viena de Áustria, tendo sido marquês da Áustria desde 1095, data da morte do seu pai. Faleceu com 63 anos e encontra-se sepultado no Mosteiro de Neuburgo. Foi canonizado em 15 de Novembro de 1484.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Leopoldo_III_da_%C3%81ustria

11*.   Em Re­a­ding, na In­gla­terra, os be­atos már­tires Hugo Fa­ringdon (Hugo Cook), abade da Ordem de São Bento, João Eynon e João Rugg, pres­bí­teros, que, por se oporem te­naz­mente ao rei Hen­rique VIII na sua rei­vin­di­cação de ter a au­to­ri­dade sobre a Igreja, foram acu­sados de traição e, em frente do mos­teiro, en­for­cados e esquartejados. († 1539)

12*.   Em Glas­ton­bury, também na In­gla­terra, os be­atos már­tires Ri­cardo Whiting, abade, Ro­gério James e João Thorne, pres­bí­teros da Ordem de São Bento, que, fal­sa­mente acu­sados de traição e sa­cri­légio, du­rante o mesmo rei­nado so­freram os mesmos suplícios. († 1539)

13*.   Em Fer­rara, na Emília-Ro­manha, re­gião da Itália, a Beata Lúcia Broccadélli, re­li­giosa, que, tanto na vida ma­tri­mo­nial como no mos­teiro da Ordem Ter­ceira de São Do­mingos, su­portou com pa­ci­ência muitas dores e humilhações. († 1544)

14*.   Em Na­ga­záki, no Japão, o Beato Caio Coreano, mártir, que, sendo ca­te­quista, pela con­fissão da sua fé em Cristo foi con­de­nado à fogueira. († 1624)

15.   Em Caaró, lo­ca­li­dade do Pa­ra­guai, os santos Roque Gon­zález e Afonso Ro­drí­guez, pres­bí­teros da Com­pa­nhia de Jesus e már­tires, que apro­xi­maram de Cristo os povos in­dí­genas aban­donados, fun­dando as cha­madas «re­du­ções», onde as­so­ci­aram li­vre­mente as artes e a vida so­cial com a vida cristã; por isso foram as­sas­si­nados à traição por um si­cário adicto a artes mágicas. († 1628). Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Roque_González_de_Santa_Cruz

16.   Em Roma, São José Pig­na­télli, pres­bí­tero da Com­pa­nhia de Jesus, que tra­ba­lhou muito para a res­tau­ração da Ordem quase ex­tinta e se dis­tin­guiu pela sua ca­ri­dade, hu­mil­dade e in­te­gri­dade de vida, pro­cu­rando sempre a maior glória de Deus. († 1811).

São José Pignateli. Ver “José Pignatelli ou Giuseppe Pignatelli em italiano (Zaragoza27 de Dezembro de 1737 – Roma14 de Novembro de 1811) foi um padre jesuíta santo italiano e um dos que mais contribuíram para a restauração da Companhia de Jesus.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Pignatelli

– Ver “Em Roma, São José Pignatelli, jesuíta, do qual o papa Pio XI disse: “Foi o principal anel da cadeia entre a Sociedade que já existia e a Sociedade que iria existir o restaurador dos jesuítas”. Faleceu em 1811.”, página 35: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

17.   Em Mengo, lo­ca­li­dade do Uganda, São José Mkasa Ba­li­kud­dembé, mártir, que, sendo mor­domo do pa­lácio real, de­pois de re­ceber o Bap­tismo, ga­nhou para Cristo muitos jo­vens e de­fendeu as cri­anças pa­la­ci­anas das pai­xões vi­ci­osas do rei Mwenga; por isso, com vinte e cinco anos de idade, foi de­go­lado por ordem do rei en­fu­re­cido, que fez dele a pri­meira ví­tima da sua perseguição. († 1885)

18*.   Em San­remo, na Li­gúria, re­gião da Itália, a Beata Maria da Paixão (He­lena de Chap­potin de Neu­ville), virgem, que, pro­fun­da­mente en­tu­si­as­mada com a hu­mil­dade e sim­pli­ci­dade de São Fran­cisco, fundou as Irmãs Fran­cis­canas Mis­si­o­ná­rias de Maria e teve sempre a pre­o­cu­pação de de­fender a con­dição das mu­lheres nas terras de missão. († 1904)

19.   Em Wa­dowice, na Po­lónia, São Ra­fael de São José (José Ka­li­nowski), pres­bí­tero, que, na in­sur­reição do povo contra o opressor du­rante a guerra, foi cap­tu­rado pelos ini­migos e de­por­tado para a Si­béria, onde so­freu muitas tri­bu­la­ções e, re­cu­pe­rada a li­ber­dade, in­gressou na Ordem dos Car­me­litas Des­calços, que muito promoveu. († 1907). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 1835 nasceu em Vilna, na Polônia, São Rafael de São José Kalinowski. Abraçou a carreira militar, tendo se formado em engenharia. Saiu de uma crise religiosa lendo as Confissões de Santo Agostinho. Em 1863 abandonou o exército russo, que oprimia a Polônia, e foi nomeado Ministro da Guerra do exército polonês clandestino. Preso, foi condenado a dez anos de trabalhos forçados na Sibéria. De volta, tornou-se Carmelita Descalço, e morreu com fama de santidade. João Paulo II o beatificou e depois canonizou em 17 de novembro de 1991, no IV centenário da morte de São João da Cruz.

20♦.   Em Álora, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Má­laga, na Es­panha, o Beato João Du­arte Martin, diá­cono da di­o­cese de Má­laga e mártir, que, der­ra­mando o seu sangue por Cristo al­cançou a re­com­pensa pro­me­tida aos que per­se­veram na fé. († 1936)

21♦.   Em Al­mansa, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Al­ba­cete, também na Es­panha, o Beato Mi­guel Abdão Sénen Díaz Sánchez, pres­bí­tero di­o­ce­sano de Orihuela e mártir, que, du­rante a mesma per­se­guição re­li­giosa, imi­tando a paixão de Cristo, me­receu al­cançar o prémio eterno. († 1936)

22. São João Licci (também na Folhinha do Coração de Jesus).

23. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no séc. VII, São Pavino, abade, considerado o fundador do mosteiro de Santa Maria, situado nos subúrbios de Le Mans, que tornou-se no séc. XII, priorado dependente da abadia de Evron. A nova igreja de São Pavino ainda guarda o seu túmulo. (X)

24. São Baruc, Antigo Testamento. Ver páginas 27-30: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

25. Santo Eugênio de Toledo. Ver página 33: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver “San Eugenio de Toledo ( Toledo , ¿59 – 657 ) foi um escritor e poeta espanhol , e primeiro arcebispo de Toledo , da época visigoda . Ele é um dos considerados Padres da Igreja Hispânica. É chamado de Eugenio II pelos visigodos autores, mas os hispânicos hagiógrafos chamada após 1148 Eugenio III como resultado de erradas desdobramento produzido pela Passio Sancti eugenii (século IX), fundada no Vita Sancti Dyonisii de Hilduin . 1”: https://es.wikipedia.org/wiki/Eugenio_de_Toledo

– Ver também “15 de novembro – SÃO EUGENIO, BISHOP s. I). Entre as notícias sagradas registradas pelo Martirológio Romano para a data de hoje, lemos a que diz: “Em Toledo, Espanha, a comemoração de Santo Eugênio, bispo, que, no decorrer de sua vida, se consuma nas proximidades de Paris, obteve a coroa da glória.”: https://mercaba.org/SANTORAL/Vida/11/11-15_S_eugenio_obispo.htm

26. Outros santos do dia 15 de novembro: págs. 21-35: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XX – Editora das Américas – 10 de julho de

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 15 de novembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_novembro

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 878-882:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

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Santas e Santos de 14 de novembro

1.   Em He­ra­cleia, na Trácia, hoje Már­mara, na Tur­quia, São Teó­doto, mártir. († c. s. III). Também São Clementino e São Filomeno (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver página 20: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

2.   Em Gangra, na Pa­fla­gónia, hoje Trabzon, também na Tur­quia, Santo Hi­pácio, bispo, que morreu mártir, la­pi­dado num ca­minho pelos he­reges novacianos. († s. IV)

3.   Em Avi­nhão, na Pro­vença, ter­ri­tório da ac­tual França, São Rufo, con­si­de­rado o pri­meiro que pre­sidiu à co­mu­ni­dade cristã deste lugar. († s. IV)

4*.   Na ilha de Bardsey, no li­toral da Câm­bria se­ten­tri­onal, hoje País de Gales, São Du­brício, bispo e abade. († s. VI)

5*.   Em Traú, na Dal­mácia, na ho­di­erna Croácia, São João, bispo, que, sendo ere­mita no mos­teiro ca­mal­du­lense de Osor, foi or­de­nado bispo e de­fendeu com êxito a ci­dade do as­salto do rei Colomano. († c. 1111)

6.   Na lo­ca­li­dade de Eu, na Nor­mandia, re­gião da França, o pas­sa­mento de São Lou­renço O’Toole (Lorcan Ua Tu­athail), bispo de Du­blin, que, no meio das di­fi­cul­dades do seu tempo, pro­moveu vi­go­ro­sa­mente a dis­ci­plina re­gular da Igreja e pro­curou es­ta­be­lecer a con­córdia entre os prín­cipes; quando re­gres­sava de uma vi­sita a Hen­rique II, rei da In­gla­terra, chegou às ale­grias da paz eterna. (†1180). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1180, São Lourenço. Primo do Rei de Leinster, foi sucessivamente abade de Glandalough e arcebispo de Dublin. Legado do Papa na Irlanda, reformou a Igreja de seu país e morreu em uma missão junto ao rei da Inglaterra. (M). Ver páginas 9-16: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

7*.   No ce­nóbio de Santa Maria de Gualdo Ma­zocca, pró­ximo de Cam­po­basso, na Itália, o Beato João de Tufara, eremita. († 1170)

8*.   Em Mariënga­arde, na Frísia, na ho­di­erna Ho­landa, São Si­ardo, abade da Ordem Pre­mons­tra­tense, me­mo­rável pela sua ob­ser­vância re­gular e pela sua ge­ne­ro­si­dade para com os pobres. († 1230)

9*.   Em Argel, na África se­ten­tri­onal, hoje na Ar­gélia, São Se­ra­pião, o pri­meiro membro da Ordem de Nossa Se­nhora das Mercês para a re­denção dos fiéis ca­tivos e a pre­gação da fé cristã que me­receu a palma do martírio. († 1240). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Argel, em 1240, o Bem-Aventurado Serapião, religioso da Ordem de Nossa Senhora das Mercês. Testemunha da caridade de Cristo em terras do Islão, deu sua vida para resgatar a liberdade de seus irmãos cristãos. (M) .

10.   Em Je­ru­salém, os santos Ni­colau Ta­velic (também na Folhinha do Coração de Jesus), Deus­dado Ari­bert, Es­têvão de Cúneo e Pedro de Nar­bona, pres­bí­teros da Ordem dos Me­nores e már­tires, que, por pre­garem li­vre­mente na praça pú­blica a re­li­gião cristã aos Sar­ra­cenos e con­fes­sarem per­se­ve­ran­te­mente a fé em Cristo, Filho de Deus, foram quei­mados vivos. († 1391)

11*.   Em Các­camo, na Si­cília, re­gião da Itália, o Beato João Líccio, pres­bí­tero da Ordem dos Pre­ga­dores, emi­nente pela sua in­fa­ti­gável ca­ri­dade para com o pró­ximo, pro­pa­gação da re­ci­tação do Ro­sário e ob­ser­vância da dis­ci­plina re­gular, que des­cansou no Se­nhor aos cento e onze anos de idade. († 1511)

12♦.   Em Ikit­suki, ci­dade da pro­víncia de Na­ga­sáki, no Japão, os be­atos Gaspar Nishi Genka, sua esposa Úr­sula Nishi e seu filho João Nishi Mataishi, mártires. († 1609)

13.   Na for­ta­leza de Binh Dinh, na Co­chin­china, ac­tu­al­mente no Vi­etnam, Santo Es­têvão Te­o­doro Cuénot, bispo, da So­ci­e­dade das Mis­sões Es­tran­geiras de Paris mártir, que, de­pois de vinte e cinco anos de tra­balho apos­tó­lico, du­rante a feroz per­se­guição do im­pe­rador Tu Duc contra os cris­tãos, foi lan­çado a um es­tá­bulo de ele­fantes, onde morreu con­su­mido pelos sofrimentos. († 1861). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 1861, o martírio do Bem-Aventurado Estêvão Teodoro Guenot, das Missões Estrangeiras de Paris, bispo coadjutor da Clochinchina. Excelente administrador e apóstolo zeloso, foi detido durante a perseguição desencadeada pelo imperador Tu-Doc. Mantido preso numa jaula, morreu de doença algumas semanas antes do dia em que seria supliciado e decapitado. (X)

14♦.   Em Nysa, na Prússia, hoje na Po­lónia, a Beata María Luísa Merkert, virgem, co-fun­da­dora da Con­gre­gação das Irmãs de Santa Isabel. († 1872)

15♦.   Em Flo­rença, na Itália, a Beata Maria Te­resa de Jesus (Maria Scrílli), virgem da Ordem das Car­me­litas, fun­da­dora do Ins­ti­tuto das Irmãs de Nossa Se­nhora do Carmo. († 1889)

16♦.   Em Bréscia, também na Itália, o Beato Moisés Tovíni, pres­bí­tero da di­o­cese de Bréscia. († 1889)

17. Santa Veneranda (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver página 20: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

18. Santa Adaltrudes ou Adeltrudes, mãe de São Geraldo, conde de Aurillac (lembrado em 13 de outubro). Ver pág. 19:  http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

– Ver também: ]https://www.arautos.org/secoes/servicos/santodia/sao-geraldo-conde-de-aurillac-140244

– Ver ainda: https://www.google.com/search?sxsrf=ACYBGNTtURFKDRS7TkT-CU7P04u_KYOYQQ%3A1573677046700&ei=9mfMXe2tKoqy5OUPo_el2AY&q=Vida+de+S%C3%A3o+Geraldo+por+Santo+Odon+de+Cluny&oq=Vida+de+S%C3%A3o+Geraldo+por+Santo+Odon+de+Cluny&gs_l=psy-ab.3…3148.17029..17344…8.1..0.165.6167.0j47……0….1..gws-wiz…….0i71j35i39j0j0i67j0i131j35i39i19j0i131i67j0i13j0i13i30j0i22i30j0i13i10i30j0i10j0i333j0i22i10i30j33i22i29i30j33i160.nbPsJXCp2Jk&ved=0ahUKEwjtgPDqg-jlAhUKGbkGHaN7CWsQ4dUDCAs&uact=5 

19. Santo Alberico de Utreque. Ver “Santo Alberico de Utreque (falecido em 21 de agosto de 784) foi um monge Beneditino[1] e o bispo de Utreque, no que é hoje a Holanda.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alberico_de_Utreque

20. São José Pignateli. Ver “José Pignatelli ou Giuseppe Pignatelli em italiano (Zaragoza27 de Dezembro de 1737 – Roma14 de Novembro de 1811) foi um padre jesuíta santo italiano e um dos que mais contribuíram para a restauração da Companhia de Jesus.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Pignatelli

21. São Serapião de Tmuis. Ver “Serapião de Tmuis foi um monge egípcio de grande erudição e muito inteligente. Por certo período ele dirigiu a famosa Escola Catequética de Alexandria, mas renunciou de modo a ter mais tempo para as orações e reflexões. Lutou contra o macedonianismo e o arianismo. É considerado um santo e faleceu em 370… Acima de tudo São Serapião tornou-se conhecido por causa de um escrito sacramentário de sua autoria chamado Eucológio, que foi descoberto e publicado em 1899. Esta coleção de orações litúrgicas foi traduzido para várias línguas, inclusive o inglês, e era destinado primeiramente aos bispos. Não obstante, é muito usado pelo publico em geral em todo o oriente e pela Igreja Copta.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Serapi%C3%A3o_de_Tmuis

22. Outros santos do dia 14 de novembro: págs. 9-20: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf                

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XX – Editora das Américas – 10 de julho de

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 14 de novembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_novembro

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 876-878:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

https://vidademartiressantasesantos.blog/

Santas e Santos de 13 de novembro

Em Roma, SANTO ES­TA­NISLAU KOSTKA, na Folhinha do Coração de Jesus, em 13 de novembro, FESTA LITÚRGICA 15 DE AGOSTO E 13 DE NOVEMBRO na­tural da Po­lónia, que, mo­vido pelo de­sejo de en­trar na Com­pa­nhia de Jesus, fugiu da casa pa­terna e em­pre­endeu a ca­mi­nhada a pé para Roma, onde, ad­mi­tido no no­vi­ciado por São Fran­cisco de Borja, viveu pouco tempo, re­a­li­zando ser­viços hu­mildes, e morreu com au­réola de santidade. († 1568). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1586, Santo Estanislau Kostka. Jovem príncipe polonês, de caráter fino e decidido, estudou em Viena e entrou, aos dezesseis anos de idade, no noviciado dos jesuítas em Roma, sob recomendação de São Pedro Canísio, mas colocou sua vida nas mãos de Deus dez meses depois (M).

– Ver “Estanislau Kostka ou Stanisław KostkaS.J., foi um jesuíta polaco canonizado pelo Papa Bento XIII, em 1726. Nasceu em Rostkowo, no condado de Przasnysz, na Polônia, em 28 de outubro de 1550 e morreu em Roma durante a noite de 14 a 15 de agosto de 1568. Entrou na Companhia de Jesus em RomaFesta litúrgica 15 de agosto e 13 de novembro”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Estanislau_Kostka

 – Ver também: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2018-08/papa-francisco-mensagem-polonia-santo-estanislau-kostka.html

– Ver Folhinha do Coração de Jesus de 13 de novembro. “13/11: SANTO ESTANISLAU KOSTKA. Santo Estanislau Kostka nasceu em 1550, na Polônia, de família nobre e influente. Em 1564, partiu para Viena a fim de estudar junto aos jesuítas. Com o fechamento do internato dos jesuítas, passou a residir juntamente com o. irmão e seu preceptor. Estes muito o fizeram sofrer, pela vida dissipada que levavam. Decidiu, então, ingressar na Companhia de Jesus. Fugiu secretamente para Dillingen, vestido de mendigo, a fim de despistar o irmão. Foi recebido por São Pedro Canísio. Em 1567 entrou no noviciado em Roma. Após dez meses de noviciado, caiu doente e seu estado foi se agravando cada vez mais. No dia da festa da Assunção, veio a falecer. Profundo devoto de Nossa Senhora, havia predito que morreria no dia de sua elevação ao céu. Era o ano de 1568 e

ele tinha 18 anos. É considerado o padroeiro dos jovens. Ре. Нonório (Folhinha do Coração de Jesus, de 12/11/2010)”.

1.   Em Ce­sa­reia da Pa­les­tina, a paixão dos santos már­tires An­to­nino, Ni­cé­foro, Ze­bina, Ger­mano e Má­nata, virgem. Esta úl­tima, no tempo do im­pe­rador Ga­lério Ma­xi­mino, de­pois de ser açoi­tada, foi quei­mada viva; os ou­tros, porque cen­su­raram in­tré­pida e cla­ra­mente a im­pi­e­dade do pre­feito Fir­mi­liano por ofe­recer sa­cri­fí­cios aos deuses, foram decapitados. († 308)

2.   Em Aix-en-Pro­vence, na Gália Nar­bo­nense, na ho­di­erna França, São Mí­trio, que, apesar da sua con­dição de es­cravo, saiu deste mundo livre pela jus­tiça em Cristo. († s. IV)

3.   Em Tours, na Gália Li­o­nense, também na ac­tual França, São Brício, bispo, dis­cí­pulo de São Mar­tinho, que foi su­cessor do seu mestre e du­rante qua­renta e sete anos en­frentou muitas adversidades. († 444). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 444, São Brício, quarto sucessor de São Martinho na Sé episcopal de Tours, a serviço da qual permaneceu por quarenta e sete anos. (M)

4.   Na África Pro­con­sular, a co­me­mo­ração dos santos már­tires his­panos Ar­cádio, Pas­cásio, Probo e Eu­ti­quiano, que, por não que­rerem de­ci­di­da­mente aderir à he­resia ariana, por ordem de Gen­se­rico foram pros­critos, de­pois exi­lados e ator­men­tados com atrozes su­plí­cios e fi­nal­mente as­sas­si­nados com vá­rios gé­nero de morte. Então também o pe­queno Pau­lilo, irmão de Pas­cásio e de Eu­ti­quiano, com ad­mi­rável cons­tância, não per­mi­tindo ser se­pa­rado da fé ca­tó­lica, foi lon­ga­mente açoi­tado e con­de­nado à mais vil escravidão. († 473). Ver páginas 413-414: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

5*.   Em Vi­enne, na Gália Li­o­nense, ac­tu­al­mente na França, São Le­o­niano, abade, que, tra­zido da Pa­nónia ca­tivo para esta re­gião por gente ini­miga, di­rigiu san­ta­mente monges e monjas du­rante mais de qua­renta anos, pri­meiro em Autun e de­pois em Vienne. († c. 518)

6.   Em Ar­vena, na Aqui­tânia, hoje Cler­mont-Fer­rand, na França, São Quin­ciano, bispo, que ocupou a sede de Rodez, mas de­pois, exi­lado pelos godos, foi no­meado bispo desta cidade. († c. 525). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 525 a volta para Deus de São Quintiano, bispo de Rodez. Homem bom e enérgico ao mesmo tempo, sofreu perseguição por haver confessado a divindade do Verbo. (M)

7*.   Em Città di Cas­tello, na Úm­bria, re­gião da Itália, a co­me­mo­ração dos santos Flo­rêncio, bispo, de cuja dou­trina fiel e vida santa dá tes­te­munho o papa São Gre­gório Magno, e de Santo Amâncio, seu pres­bí­tero, ad­mi­rável na sua ca­ri­dade para com os en­fermos e em todas as virtudes.  († s. VI)

8*.   Em Rodez, na Aqui­tânia, na ho­di­erna França, São Dal­mácio, bispo, cuja ca­ri­dade para com os po­bres é lou­vada por São Gre­gório de Tours. († c. 580)

9*.   No vale de Suze, entre os Hel­vé­cios, na ac­tual Suíça, Santo Hi­mério, ere­mita, que pregou o Evan­gelho nesta região. († c. 612)

10.   Em To­ledo, ci­dade da Es­panha, Santo Eu­génio (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que se de­dicou ao or­de­na­mento da sa­grada liturgia. († c. 657). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em 657, Santo Eugênio. Monge de Saragoça, nomeado contra a sua vontade arcebispo de Toledo, presidiu a quatro concílios que tiveram lugar em sua cidade episcopal. (M)

11*.   Na re­gião de Cam­brai, na Gália, hoje na França, Santa Ma­xe­lendes, virgem e mártir, que, se­gundo a tra­dição, es­co­lhendo a Cristo como seu es­poso e re­cu­sando o homem a quem seus pais a ti­nham pro­me­tido, foi por ele morta ao fio da espada. († 670)

12.   Em Roma, junto de São Pedro, São Ni­colau I, papa, que se dis­tin­guiu pela sua energia apos­tó­lica em con­firmar a au­to­ri­dade do Ro­mano Pon­tí­fice em toda a Igreja de Deus. († c. 867). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Roma, no ano de 867, o sepultamento de São Nicolau I, papa. Dotado de uma personalidade brilhante, garantiu a liberdade da Igreja em face aos dois imperadores então no poder: Miguel, no Oriente e Lotário, no Ocidente. (M). Ver páginas 369-408: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

– Ver “Papa Nicolau I, dito O Grande ou Magno (cerca 810 – 13 de Novembro de 867) foi papa entre 24 de Abril de 858 até à sua morte. Nasceu em cerca de 810. É lembrado por ter consolidado o poder e a autoridade papal,[1] tendo reivindicado para o papa o poder supremo para ensinar e governar, subordinando a todos. Com tal intuito, encontrou opositores que lhe causaram problemas, sendo a primeira delas com o arcebispo de Ravena, que quis tornar-se independente de Roma, mas que por fim se submeteu. Outro problema proveniente de sua tomada de posição a recusa em anular o casamento de Lotário II do Sacro Império Romano, de modo a este casar-se com a sua amante, Valdrada em 862. Um sínodo reunido em Metz justificara a separação, mas em 863 Nicolau cassou a decisão do sínodo por atentar contra a doutrina fundamental da indissolubilidade do matrimônio. Apesar de pressão por parte dos Carolíngios, a sua decisão permaneceu. Durante o seu papado, as relações com o Império Bizantino sofreram alguns reveses devido ao apoio que deu a Ináciopatriarca de Constantinopla, que tinha sido substituído por Fócio. Foi um dos mais notáveis papas dos primórdios da Idade Média, seus contemporâneos o consideravam um profeta. A par de São Leão Magno e de São Gregório Magno, o Papa Nicolau I, recebeu o nome de Magno; e também é venerado como santo com o nome de São Nicolau Magno. Seu dia festivo é 13 de novembro. ”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Nicolau_I

13*.   No mos­teiro de La Réole, na Gas­conha da França, o pas­sa­mento de Santo Abão, abade de Fleury, ad­mi­ra­vel­mente ins­truído na Sa­grada Es­cri­tura e nas le­tras hu­manas, que, por de­fender a dis­ci­plina mo­nás­tica e fo­mentar ar­do­ro­sa­mente a paz, morreu tres­pas­sado por uma lança. († 1004). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano do Senhor de 1004, a morte de Santo Abão, abade de Fleury-sur-Loire, que morreu tentando restaurar a observância monástica no priorado de La Réole, na Aquitânia. (X)

14*.   Em Ivrea, no Pi­e­monte, re­gião da Itália, a co­me­mo­ração do Beato Var­mundo, bispo, ilustre pela sua fé viva, pi­e­dade e hu­mil­dade, que de­fendeu das in­sí­dias dos po­de­rosos a li­ber­dade da Igreja, cons­truiu a ca­te­dral, fo­mentou a vida mo­nás­tica e ins­ti­tuiu uma es­cola episcopal. († c. 1010/1014)

15.   Em Cre­mona, na Lom­bardia, também re­gião da Itália, Santo Ho­mo­bono, um co­mer­ci­ante que se tornou me­mo­rável pela sua ca­ri­dade para com os po­bres, por aco­lher e educar as cri­anças aban­do­nadas e fo­mentar a paz entre as famílias. († 1197). Ver páginas 409-411: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

16.   Em Roma, Santa Agos­tinha Pietrantóni (Lívia Pi­e­tran­tóni), virgem da Con­gre­gação das Irmãs da Ca­ri­dade, que se de­dicou com ge­ne­ro­si­dade cristã ao cui­dado dos le­prosos no hos­pital do Es­pí­rito Santo, onde morreu apu­nha­lada por um en­fermo num ataque de furor homicida. († 1894)

17*.   Em Simat de Vall­digna, na re­gião de Va­lência, na Es­panha, o Beato João Gonga Martínez, mártir, que, du­rante a per­se­guição contra a fé, der­ramou o seu sangue por Cristo. († 1936)

18*.   Em Por­ti­chol de Ta­vernes, perto de Car­cai­xent, na mesma re­gião da Es­panha, a Beata Maria do Pa­tro­cínio de São João (Maria Cinta As­sunção Giner Gomis), virgem do Ins­ti­tuto das Irmãs de Maria Ima­cu­lada Mis­si­o­ná­rias Cla­re­ti­anas e mártir, que na mesma per­se­guição no com­bate da fé al­cançou a vida eterna. († 1936)

19♦.   Em Halle an der Saale, na Sa­xónia, re­gião da Ale­manha, o Beato Carlos Lampert, pres­bí­tero e mártir, que de­pois de ter sido en­car­ce­rado três vezes por um re­gime inu­mano e hostil à re­li­gião, foi fi­nal­mente de­ca­pi­tado em ódio à fé cristã e ao sacerdócio. († 1944)

20*.   Em Sófia, na Bul­gária, os be­atos Pedro Vicev, Paulo (José Dzidzov) e Jo­safat Siskov (Ro­berto Ma­teus Siskov), pres­bí­teros da Con­gre­gação dos Agos­ti­nhos da As­sunção, que, no tempo de um re­gime hostil a Deus, acu­sados fal­sa­mente de traição e en­car­ce­rados por serem cris­tãos, me­re­ceram re­ceber pela sua morte o prémio pro­me­tido aos fiéis dis­cí­pulos de Cristo. († 1952)

21. São Diogo de Alcalá (também na Folhinha do Coração de Jesus). Ver “São Diego de Alcalá” páginas 412-413: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf 

– Ver: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Diogo_de_Alcalá

– Ver “São Diogo de Alcalá (San Nicolás del Puerto1400 — Alcalá de Henares12 de novembro de 1463) foi um religioso católico da Ordem dos Frades Menores. Foi canonizado pelo papa Sixto V em 1588. Com seu nome em castelhanoSan Diego de Alcalá, foi batizada a cidade californiana de San Diego.”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Diogo_de_Alcal%C3%A1

22. Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no mesmo dia, São Didácio, franciscano espanhol, missionário nas Ilhas Canárias, que cumpriu suas humildes tarefas na fé e na caridade. Adormeceu no Senhor em 1463. (M)

23. Outros santos do dia 13 de novembro: págs. 369-414, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf 

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIX – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 13 de novembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/13_de_novembro

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 873-876:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

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OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

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Santas e Santos de 12 de novembro

Me­mória de São Jo­safat , também na Folhinha do Coração de Jesus (João Kun­cewicz), bispo de  Po­lotsk e mártir, que in­citou com in­ces­sante zelo o seu povo à uni­dade ca­tó­lica, cul­tivou com pi­e­doso amor o rito bi­zan­tino-es­lavo e, em Wi­tebsk, na Bi­e­lo­rússia, então sob a ju­ris­dição da Po­lónia, cru­el­mente per­se­guido por uma mul­tidão ini­miga, morreu pela uni­dade da Igreja e de­fesa da ver­dade católica. († 1623). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, em Vitebsk, na Rússia Branca, em 1623, o martírio de São Josafá. Nascido na ortodoxia, converteu-se à Igreja Rutena Unificada. Primeiro noviço do mosteiro basiliano da Santíssima Trindade de Vilna, na Lituânia, foi ali higúmeno e arquimandrita. Eleito arcebispo de Polosk, trabalhou sem descanso pela união das Igrejas, mas pagou com a própria vida a sua adesão à fé romana. (R). Ver páginas 17-19: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2020.pdf

2.   Em An­cira, na Ga­lácia, hoje An­cara, na Tur­quia, São Nilo, abade, que, con­si­de­rado dis­cí­pulo de São João Cri­sós­tomo, di­rigiu muito tempo um mos­teiro e di­fundiu nos seus es­critos a dou­trina ascética. († c. 430). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 430, São Nilo, discípulo de São João Crisóstomo e fundador de um novo centro de oração na Galácia. (M)

3.   Em Mull, ilha da Es­cócia, São Ma­cário, bispo, oriundo da Ir­landa, que é con­si­de­rado dis­cí­pulo de São Co­lumba e fun­dador desta Igreja. († s. VI in.)

4*.   Em Vi­enne, na Bor­gonha, ac­tu­al­mente na França, Santo He­sí­quio, bispo, que foi pro­mo­vido da dig­ni­dade se­na­to­rial à dig­ni­dade epis­copal. Foram seus fi­lhos, nas­cidos an­te­ri­or­mente, Santo Apo­li­nário, bispo da Igreja de Va­lence, e Santo Avito, que lhe su­cedeu na sede de Vienne. († d. 552)

5.   Nos montes da re­gião de Co­golla, perto de Berceo, na ac­tual Es­panha, Santo Emi­liano, pres­bí­tero, que, de­pois de muitos anos de vida ere­mí­tica e algum tempo de mi­nis­tério cle­rical, abraçou a vida mo­nás­tica e se tornou cé­lebre pela sua ge­ne­ro­si­dade para com os po­bres e pelo dom da profecia. († 574). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, no ano da graça de 574, a volta para Deus de Santo Emiliano, monge ibérico. Um mosteiro que tomou seu nome se desenvolveu no lugar onde o santo terminou seus dias. (M). Ver páginas 364-365: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

6.   Em Co­lónia, na Aus­trásia, ac­tu­al­mente na Ale­manha, São Cu­ni­berto (também na Folhinha do Coração de Jesus), bispo, que, de­pois das in­va­sões dos bár­baros, res­taurou na ci­dade e em toda a re­gião a vida da Igreja e a pi­e­dade dos fiéis. († 663). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, perto de 663, São Cuniberto, bispo que reorganizou a igreja de Colônia e protegeu o monaquismo. (M)

7.   Em Da­venter, na Frísia, na ac­tual Ho­landa, São Le­buíno ou Li­vino (também na Folhinha do Coração de Jesus), pres­bí­tero, que, sendo monge oriundo da In­gla­terra, se de­dicou a anun­ciar aos ha­bi­tantes desta re­gião a paz e a sal­vação de Cristo. († c. 775)

8.   Em Ka­si­mierz, junto ao rio Warta, na Po­lónia, os santos Bento, João, Ma­teus e Isaac, már­tires, que, en­vi­ados a pro­pagar a fé na­quela re­gião da Po­lónia, foram de­go­lados de noite por al­guns la­drões. Com eles se co­me­mora também Cris­tiano, seu servo, que foi en­for­cado no te­lhado de uma capela. († 1003). Conforme o Martirológio Romano-Monástico, na Polônia, em 1003, o martírio de cinco monges camaldulenses: Bento, João, Isaac, Mateus e Cristiano, todos mortos quando celebravam o Ofício Divino. (M)

9*.   Em Pisa, na Etrúria, hoje na Tos­cana, re­gião da Itália, o Beato João Cíni, ape­li­dado «da Paz», que passou do ser­viço mi­litar ao ser­viço di­vino na Ordem Ter­ceira de São Francisco. († c. 1335)

10.   Em Al­calá de He­nares, na Es­panha, São Diogo, re­li­gioso da Ordem dos Me­nores, que, tanto nas ilhas Ca­ná­rias como no ce­nóbio de Santa Maria de Ara Caéli, em Roma, se dis­tin­guiu pela sua hu­mil­dade e ca­ri­dade no cui­dado dos enfermos. († 1463)

11.   Em Tu­liman, ci­dade do Mé­xico, São Mar­ga­rido Flores, pres­bí­tero e mártir, que, na grande per­se­guição contra a Igreja, por ser sa­cer­dote foi preso e fu­zi­lado, co­ro­ando assim a vida com um nobre martírio. († 1927)

12*.   Em Al­cúdia de Carlet, lo­ca­li­dade da pro­víncia de Va­lência, na Es­panha, o Beato José Medes Ferrís, mártir, a quem, du­rante a per­se­guição contra a fé cristã, pela sua in­tré­pida fi­de­li­dade, o Se­nhor con­cedeu a re­com­pensa eterna. († 1936)

13. São Paterno, monge e mártir. Ver página 366: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf

14. Outros santos do dia 12 de novembro: págs. 343-368, em: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%2019.pdf 

Rohrbacher, Padre – VIDAS DOS SANTOS – Volume XIX – Editora das Américas – 10 de julho de 1959.

“E em outras partes, muitos outros santos Mártires, Confessores, Virgens, Santas e Santos”.

R/: Demos graças a Deus!”

OBSERVAÇÃO: Transcrito acima conforme os textos da bibliografia: português de Portugal, por ex. ou português da época em que o livro foi escrito.

Sobre 12 de novembro, ver ainda: https://pt.wikipedia.org/wiki/12_de_novembro

 1. MARTIROLÓGIO ROMANO – Secretariado Nacional de Liturgia – Portugal http://www.liturgia.pt/martirologio/

2. MARTIROLÓGIO ROMANO ITALIANO – Editore: LIBRERIA EDITRICE VATICAN – A © Copyright by Fondazione di religione Santi Francesco di Assisi e Caterina da Siena, Roma, 2004 ISBN 978-88-209-7925-6 – PÁGINAS 870-872:

Via Internet: https://liturgico.chiesacattolica.it/wp-content/uploads/sites/8/2017/09/21/Martirologio-Romano.pdf

3. VIDAS DOS SANTOS – PADRE ROHRBACHER – Abaixo o vol 1. São 22 volumes, sendo 20 volumes em PDF; 2 volumes não estão em PDF: Vol. 10 e 11: http://obrascatolicas.com/livros/Biografia/VIDAS%20DOS%20SANTOS%20-%201.pdf

4. Martirológio Romano-Monástico – adaptado para Brasil – Abadia de S. Pierre de Solesmes – Mosteiro da Ressurreição, Edições – 1997

5. Martirológio Romano – Editora Permanência – Rio de Janeiro, 2014 – Livraria on line – www.editorapermanencia.com

6. Folhinha do Coração de Jesus – virtual – aplicativo para celular.

Senhor, nosso Deus e Pai amado, obrigado por tudo o que o Senhor nos tem dado e permitido viver!

Querida Mãe Maria, protegei-nos!

São José, Anjos e Santos, intercedei por nós!

Amém!

PAI AMADO DAI-NOS, À NOSSA FAMÍLIA E A TODOS, A GRAÇA DE ESTARMOS COM O SENHOR, A MÃEZINHA MARIA, E TODAS AS SANTAS E SANTOS QUANDO O SENHOR NOS CHAMAR! DAI-NOS A VOSSA GRAÇA! OBRIGADO PAI AMADO! PEDIMOS POR JESUS CRISTO, NA UNIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO!  NÓS CONFIAMOS EM VÓS! AMÉM!

OBSERVAÇÃO: MUITO MAIS PODE SER ACRESCENTADO A ESSA LISTA DE SANTAS/OS E MÁRTIRES. ACEITAMOS SUGESTÕES.

CONTATE-NOS, POR GENTILEZA:

barpuri@uol.com.br

SANTAS E SANTOS DE DEUS, INTERCEDEI POR NÓS!

MUITO OBRIGADO!

Ver:

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